No dia 28 de maio, quinta-feira, acontece o Sanfona Paulista no Teatro Paulo Eiró, às 20h, com entrada gratuita. Trata-se de um grande encontro de sanfoneiros e sanfoneiras para deleite do público da cidade de São Paulo. São 15 instrumentistas se revezando no palco, celebrando a sanfona como um dos instrumentos mais versáteis, potentes e simbólicos da música brasileira.
Os artistas participantes são: Toninho Ferragutti, Gabriel Levy, Paola Gibram, Luan dos 8 Baixos, Eliomar Landim, Cicinho Silva, Pablo Moura, Nanda Guedes, Luiz Santos, Cimara Fróis, Olivinho do Acordeon, Aline Reis, Jair do Acordeon, Claudinei do Acordeon e Henrique José.
Cada sanfoneiro apresenta dois números musicais, podendo ser acompanhado pela banda de apoio, formada por Neide Nazaré (triângulo), Ivan Rodrigo (zabumba) e Antonio Batista (guitarra e violão). Além das apresentações, três ícones da sanfona serão homenageados pelo Sanfona Paulista: Lauro Valério e Roberto Bueno, octogenários fundadores da Associação dos Acordeonistas do Brasil, e Renata Sbrig, fundadora de Orquestra Sanfônica de São Paulo, há 38 anos.
Mais do que um show, o Sanfona Paulista se configura como um espaço de encontro entre gerações, estilos, trajetórias e identidades, tendo o fole da sanfona como elemento central e condutor dessa experiência. O evento reafirma a sanfona como um instrumento plural, capaz de transitar entre diferentes gêneros - forró, chorinho, jazz, bossa nova, rock e outras brasilidades - conectando o popular ao erudito, o regional ao urbano, a tradição à contemporaneidade.
A concepção também se ancora na memória e na ancestralidade da música brasileira, valorizando os mestres que dedicaram e dedicam suas vidas ao instrumento, ao mesmo tempo em que cria espaço para narrativas atuais e para a renovação da cena instrumental. Durante o encontro, os próprios artistas compartilham essas memórias, criando uma ponte afetiva entre passado, presente e futuro. Um ponto fundamental do evento é a representatividade e a inclusão, com atenção especial à questão de gênero na música instrumental. Historicamente, encontros de sanfoneiros são majoritariamente ocupados por homens. O Sanfona Paulista propõe um deslocamento consciente desse cenário ao incluir na programação mulheres sanfoneiras. O projeto também abraça a diversidade racial, social e de identidades, reunindo artistas afrodescendentes e integrantes da comunidade LGBTQIA+.
Idealizado pelo sanfoneiro Cicinho Silva e pela produtora Elielma Carvalho, o Sanfona Paulista é uma realização da Associação Construindo Consciência. "Este projeto foi contemplado pela 8ª Edição do Edital de Apoio à Música para a cidade de São Paulo - Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa". O evento conta com recursos de acessibilidade (intérprete de Libras, audiodescrição e abafadores de ruído).
FICHA TÉCNICA | Sanfona Paulista - Realização: Associação Construindo Consciência. Idealização: Cicinho Silva e Elielma Carvalho. Direção artística: Cicinho Silva. Produção geral: Elielma Carvalho. Assistência de produção: Edivânia Carvalho. Identidade visual: Lucélia Borges. Social media: Felipe Teixeira. Design gráfico: Juliana Nakaharada. Videomaker e edição: Cauê Colodro. Acessibilidade: AcessaHabilidade. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Projeto contemplado: 8ª Edital de Apoio à Música para a Cidade de São Paulo, nº 23/2024/SMC/CFOC/SFA, da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.
Serviço
Show:
Sanfona Paulista
Dia 28 de maio -
Quinta, às 20h
Entrada gratuita - Bilheteria: 1h
antes.
Ingressos
online: www.sympla.com.br/evento/sanfona-paulista-encontro-de-sanfoneiros/3380660
Classificação:
Livre. Duração: 120 min.
Acessibilidade:
Interprete de Libras, audiodescrição e abafadores de ruído.
Local:
Teatro Paulo Eiró
Av. Adolfo Pinheiro, 765 - Santo Amaro. São Paulo/SP -
04733-100.
Metrô Adolfo Pinheiro. Capacidade: 467 lugares. Acessibilidade.
Sanfona
Paulista na rede: @sanfona.paulista
Os sanfoneiros
Toninho Ferragutti - É acordeonista, compositor, arranjador e educador, nascido em Socorro, SP. Foi incentivado na música pelo pai, Pedro Ferragutti, saxofonista e compositor de valsas, choros, dobrados e marchas. Participou de centenas de álbuns e shows de artistas no Brasil e exterior, como Gilberto Gil, Maria Bethânia, Chico César, Lenine, Mônica Salmaso e Nailor Proveta, entre tantos, e com orquestras como Maria Schneider Orchestra, Jazz Sinfônica, OSESP, OSUSP, OCAM, Orquestra Jovem Tom Jobim e orquestras de vários estados brasileiros, sob regências de Claudio Cruz, Nelson Ayres, Osman Gioga, Gil Jardim, Carlos Anísio e outros. Sua discografia soma 15 álbuns solo e em parceria, com 3 indicações ao Grammy Latino e várias indicações a outros prêmios - Prêmio Tim, Prêmio Governador do Estado de São Paulo e Prêmio da Música Brasileira. Foi premiado como Melhor Solista no 28º Prêmio da Música Brasileira por seu trabalho autoral A Gata Café. Entre seus lançamentos recentes, De Sol a Sol, Valsas de Garoto e QuarenteMas.
Gabriel Levy - Acordeonista, arranjador, compositor, educador e produtor musical, Levy tem tocado ao lado de artistas do Brasil e do exterior nos mais diversos estilos. Atua em alguns dos mais destacados projetos de músicas do mundo, no Brasil, como Mawaca, Mutrib, Fortuna, Orquestra Mundana, Kerlaveo além de vários trabalhos juntos a comunidades de imigrantes. Criou do projeto artístico-pedagógico A Magnífica Orchestra Paulistana de Músicas do Mundo (vencedora de Melhor Orquestra Popular pelo PPM). É diretor musical de vários festivais multiculturais como Na Dança!, Ethno Brazil e Encontro de Música e Danças do Mundo (BA). Foi indicado a prêmios como Melhor Produtor e Melhor Instrumentista. Seu CD Terra e Lua recebeu o Prêmio Catavento da Rádio Cultura na categoria Música Instrumental. Publicou livros e artigos voltados para a educação musical intercultural. Mestre em Processos de Criação Musical / Educação Musical (ECA-USP) e doutorando pela UNESP. Teve suas composições interpretadas por renomados artistas como Duo Assad, Orquestra Refugi, Yo-yo Ma, Paquito d’Rivera e outros.
Paola Gibram - É acordeonista, pianista, tecladista, percussionista, compositora, arranjadora, diretora musical e cantora com mais de 20 anos de trajetória. Iniciou na Academia de Música Lorenzo Fernandez, em Varginha (MG), onde estudou piano erudito. Participou de cursos e oficinas, tendo como professores Toninho Ferragutti, Alessandro Kramer, Délia Fischer, Itiberê Zwarg, Alessandro Penezzi, Mario Séve e Guilherme Ribeiro. Em 2004, mudou-se para Florianópolis (SC), onde integrou os grupos Sonido, Gente da Terra e Margem Esquerda (álbum Margem Esquerda e turnê pela Espanha), gravou o álbum Raízes Trançadas, de Felipe Coelho, a trilha do espetáculo A Besta e a Fera e participou da trilha do filme Muamba - Querido Papá. Em São Paulo, desde 2013, integra o coletivo Forró das Minas (sanfoneira principal e diretora musical de shows), os grupos Nó da Garoa, Forró do Assaré, Trio Calesita, Xelengodengo e compõe as bandas de Tião Carvalho, Bruna Alimonda e Ana Flor de Carvalho. Também vem se apresentando com Djuena Tikuna, Mawaca e Filarmônica de Pasárgada. Lançou 4 singles e, atualmente, prepara seu álbum de canções autorais. Possui doutorado em Antropologia pela USP.
Luan dos 8 Baixos - São Bernardense e filho de nordestinos, Luan é uma das referências na preservação e difusão da sanfona de oito baixos no Brasil. Iniciou os estudos na sanfona de piano aos 17 anos, passando pela Universidade Livre de Música, atual EMESP Tom Jobim. Posteriormente, migrou para o fole de oito baixos a partir de pesquisa autodidata e profunda imersão na cultura popular. Com atuação destacada na cena cultural desde 2005, já acompanhou artistas e grupos da cena contemporânea como Miltinho Edilberto, Banda Chimarruts, Luiz Wilson, Quarteto Nordeste e atuou como sanfoneiro do projeto Arte na Rua (Rede Globo). Atua como instrumentista e compositor com foco no repertório tradicional do forró pé de serra e na música instrumental brasileira. Ministra frequentemente oficinas e palestras em festivais, além de se apresentar em importantes festivais e palcos de música instrumental no Brasil.
Eliomar Landim - Eliomar é acordeonista, compositor, orquestrador e professor com atuação dedicada ao acordeon de concerto e à ampliação do repertório erudito para o instrumento, reconhecido pelo virtuosismo técnico. Iniciou os estudos aos sete anos e formou-se em Acordeon Erudito no Conservatório Musical Beethoven (SP). Estudou com Toninho Ferragutti, Emanuele Rastelli (Itália) e Gorka Hermosa (Espanha). Participou do programa Prelúdio (TV Cultura, regência de Júlio Medaglia), sendo o único acordeonista a chegar às fases finais da competição, interpretando o Moto Perpétuo (Niccolò Paganini). Como solista, seu repertório transita do barroco ao contemporâneo, além de composições autorais. É compositor do Concerto para Acordeon e Orquestra de Cordas com Tímpanos no 1 em Si Menor, do qual realizou a orquestração. Sua discografia inclui Eliomar Landim in Concert, Baroque Accordion (participação do violinista italiano Emmanuele Baldini) e 6 Preludes and Fugues (autoral). Apresentou-se com a Orquestra do Theatro São Pedro, Orquestra de São José dos Campos e com os regentes Simone Menezes, Júlio Medaglia e William Coelho, além de Emmanuele Baldini, Neymar Dias, Chico Oliveira e Yuri Popoff.
Pablo Moura - Cantor, sanfoneiro, arranjador e produtor musical de 29 anos que se destaca pela versatilidade e talento. Já acompanhou nomes importantes da música brasileira como Oswaldinho do Acordeon, Anastácia, Daniel Gonzaga, Zeca Baleiro, Antônio Nóbrega, Mariana Aydar, Falamansa e Bicho de Pé, transitando por diversos gêneros e estilos. Em 2025, Pablo teve todos os ingressos esgotados no show realizado na Casa de Francisca, prestigiado palco da cena musical paulistana. Seu show é considerado uma experiência imersiva na cultura brasileira e se consolida como um nome promissor na música instrumental e cantada. Sua performance conjuga virtuosismo e carisma, transformando a sanfona em protagonista absoluta, rompendo as fronteiras do regionalismo com uma sonoridade universal que dialoga com a tradição do forró e com a sofisticação do jazz e da world music.
Nanda Guedes - Cantora, compositora, sanfoneira, multi-instrumentista e arte-educadora, nascida em Iguatu (CE) e criada em São Paulo, Nanda Guedes esbanja criatividade e versatilidade. Com mais de 20 anos de carreira, dedica-se à cultura popular brasileira, ao forró e à formação musical em comunidades, articulando palco e território, tradição e contemporaneidade em um trabalho autoral marcado pela diversidade, ancestralidade e protagonismo feminino. Desde 2016, investe na carreira solo, aprofundando uma pesquisa musical que dialoga com diferentes linguagens e ritmos. Em 2021, lançou o primeiro álbum autoral, Me Leva que Eu Vou, projeto contemporâneo fundamentado em ritmos da cultura popular brasileira como maracatu, coco, ijexá, samba matuto, forró pé de serra e maculelê, uma mistura potente que une a sanfona à distorção da guitarra e ao swing da percussão. Além dos palcos, atua como educadora musical, desenvolvendo ações formativas voltadas ao fortalecimento do protagonismo feminino e à ampliação do acesso à cultura.
Cicinho Silva - Nascido na Zona Leste de São Paulo, Cicinho é acordeonista, arranjador, diretor musical e produtor cultural, trazendo na trajetória o legado do pai Luiz de Nazaré, nordestino fundador da tradicional Praça do Forró, em São Miguel Paulista. Iniciou na música aos 11 anos e, aos 14, dedicou-se ao acordeon. Formado pela Universidade Livre de Música (Centro Tom Jobim), estudou com os mestres Gabriel Levy, Toninho Ferragutti, Débora Gurgel e Oswaldinho do Acordeon, além de concluir formação em harmonia e improvisação pela UFRN. Como instrumentista, dividiu palco com Anastácia, Zeca Baleiro, Geraldo Azevedo, Quinteto Violado, Alaíde Costa, Rastapé e outros, além de realizar turnês e gravar com artistas da Europa e América do Sul. Como arranjador e diretor musical, assina trabalhos para inúmeros artistas brasileiros. Integra o Luarada Brasileira que lançou o EP Três É Demais, em 2024. Com mais de 13 anos como educador musical, lecionou no Conservatório Orestes Sinatra, Conservatório Lins de Vasconcelos e EMESP Tom Jobim. Na área da produção, assinou projetos premiados por editais culturais, como Eles e Elas - SerTão Diverso, Equidade Musical, Quarteto Domingando, De Choro a Choro e Laboratório de Forró. Recebeu o título de Embaixador Nordestino (2023), o Prêmio Gestor Cultural (2024) e o Prêmio Anastácia de Música Brasileira (2024).
Luiz Santos - Começou os estudos com 12 anos, com seu primeiro instrumento, o teclado, que estudou durante dois anos. Dedicou-se também a tocar instrumentos de percussão, mas sua paixão sempre foi acordeom. Estudou na Universidade Livre De Música, além de ter estudado com mestres sanfoneiros – Toninho Ferraguti, Oswaldinho do Acordeon, Cicinho Silva e Gabriel Levy. Desde que passou a tocar sanfona profissionalmente, já se apresentou com diversas bandas, trios, duplas sertanejas e cantores sertanejos - Forrueiros, Peixeletrico, Tato Falamansa, Anastácia, Edson Duarte, Bruno Araújo, Caio e Rafael, Amom e vários outros. Já tocou em várias casas conceituadas como Estância Alto da Serra, Canto da Ema, CTN Rádio Atual e outras. Já se apresentou em programas de TV com a cantora Anastácia. Cimara Fróis - Nascida em Belo Horizonte, MG, a sanfoneira, cantora e compositora está completando 25 anos de sanfona no peito e pé no mundo. Artista múltipla, buscou no teatro de improviso, na palhaçaria e no canto coral as ferramentas para levar o seu fazer artístico além do musical. É reconhecidamente uma sanfoneira pioneira no circuito por ter co-fund
ado, em 2008, o Trio Mana Flor, destacado trio de forró formado exclusivamente por mulheres. Com seu trabalho solo, Cimara Fróis e a Banda Invisível, a artista está em circulação, desde 2022, em diferentes unidades do SESI e Sesc SP. Sua trajetória conta com oito turnês internacionais em países da Europa e América Latina, além de ter tocado ao lado de importantes artistas da MPB como Dominguinhos, Anastácia, Chico César, Leila Pinheiro, Ceumar, Zeca Baleiro, Fabiana Cozza, Antônio Nóbrega, Juliana Linhares e MãeAna.
Olivinho do Acordeon - Olivinho, natural de Garanhuns (PE), é um legítimo representante da nova safra de grandes sanfoneiros do Brasil. Exímio instrumentista, ele trabalhou em palcos, teatros e estúdio com diversos artistas, entre eles Téo Azevedo, Ceumar, Cléber Albuquerque, Chico César, Elba Ramalho, Dominguinhos, Oswaldinho e Renato Borguetti, Bicho de Pé, entre outros. Foi responsável pelos arranjos do CD de 50 anos de carreira da cantora Anastácia, indicado ao Grammy latino. Trabalhou como diretor musical com a cantora Maria Alcina no show Asa Branca, em homenagem a Luiz Gonzaga. Atualmente, trabalha com o projeto Fuá do Guegué, a companhia de teatro infantil Banda Mirim e com o artista pernambucano Antônio Nóbrega.
Aline Reis - Formada em Sociologia na FESPSP - Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e Música na FMU - Faculdade Metropolitana Unidas. Artista de 40 anos, iniciou sua carreira aos 16, tocando acordeão. Desde então, interage com músicos, grupos e coletivos de arte compostos por artistas de várias gerações: Tião Carvalho, Renato Braz, Chitãozinho e Xororó e outros. A paulistana possui um estilo próprio de cantar e tocar violão, sua voz doce e sutil cativa à primeira escuta. O contraste entre a pujança de suas letras e a doçura da voz capta e intriga o ouvinte. Ao universo da canção popular, Aline Reis agrega arranjos que são releituras livres de ritmos tradicionais brasileiros, sonoridades modernas e poemas cantados. Jongo, samba, rock n’roll, funk, baião e pop são ingredientes de sua receita bem temperada. Suas letras expressam, com equilibrada simplicidade poética, a crítica aos estereótipos, às contradições e injustiças de nosso tempo.
Jair do Acordeon - Nascido em São Paulo, em 1987, Jair do Acordeon começou a estudar a sanfona, em 2012, na escola de música Symphony Music Center Ltda (SP). Também estudou com o professor Chiquinho de Camalaú e com o professor e diretor musical Cicinho Silva. Jair já tocou com Chico de Andrade, Paulo Andrade, Banda Severina, Forró Concreto, Banda Sem Vergonha, Ivan Silva, Cicinho Silva e Neide Nazaré, entre outros. O sanfoneiro apresentou-se em espaços como Remelexo Brasil, Canto da Ema, Remelexinho (Estádio do Morumbi), Projeto Forró da Garoa, Casa de Cultura Antônio Marcos, Casa de Cultura de Santo Amaro, Projeto Oh Saudade e Projeto Neide Gara-Pé (com direção musical Cicinho Silva).
Claudinei do Acordeon - Conhecido acordeonista do forró pé de serra ou forró tradicional, Claudinei é também cantor e compositor. Paulista nascido em Osasco/SP, ainda criança mudou-se para Bahia e, na adolescência, radicou-se para São Paulo onde deu os primeiros passos no mundo musical. Iniciou a carreira solo em 1996, adquirindo conhecimentos de instrumentos com o ato de estudar as músicas por si mesmo. A grande influência musical veio do pai e dos tios sanfoneiros. Iniciou ouvindo composições instrumentais dos membros da família e cantores como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos, Falamansa e outros. Realizou ainda um Projeto de Teclado, instrumento que também domina, realizando uma séries apresentações. Apresenta-se em várias regiões do Brasil e, recentemente, participou dos programas É de Casa (Rede Globo) e Domingo Espetacular (Rede Record).
Henrique José – José Henrique é sanfoneiro, natural de Brasília, DF, radicado em São Paulo. Exímio instrumentista, há 10 anos, ele é declaradamente um apaixonado pelo instrumento, desde criança. Atualmente continua seus estudos com o maestro e padrinho Marcos Farias (um dos influenciadores em sua forma de tocar) e Cicinho Silva. Henrique já se apresentou no Clube do Choro em Brasília, tocou com trios de forró, entre eles o Trio Mestre Lua, além de vários outros cantores de Brasília e de São Paulo. Possui um canal no YouTube onde posta seus estudos e pesquisas sobre o acordeon e as músicas que vem pesquisando e aprendendo ao longo da sua jornada no fole da sanfona.
Informações à imprensa:
VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181- verbena@verbena.com.br
















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