segunda-feira, 20 de julho de 2026

Papai Está na Atlântida, de Javier Malpica, estreia na Funarte SP com o Grupo Flama

Foto de Duda França 

O Grupo Flama, formado por jovens artistas, estreia sua primeira montagem, Papai Está na Atlântida, do autor mexicano Javier Malpica, no dia 22 de agosto, sábado, no Complexo Cultural Funarte São Paulo, às 20h. Com direção de Enzo Malaquias, o espetáculo segue em curta temporada até o 6 de setembro, com sessões aos sábados, às 20h, e aos domingos, às 17h.

O enredo traz a história de dois irmãos órfãos de mãe, interpretados por Thaís Gontijo (a irmã Maior) e Matheus Mattiusch (o irmão Menor), que partem, a exemplo do pai, em busca do sonho americano. O tema da imigração é tratado do ponto de vista lúdico das duas crianças nesse texto que envolve não só o público adulto, mas traz forte apelo aos jovens e adolescentes.

Após a morte da mãe, os dois irmãos pequenos são levados pelo pai para morar com a avó, enquanto ele viaja para os Estados Unidos em busca do ‘sonho americano’, prometendo voltar para buscá-los. Mas os meses passam e isso não acontece. A inesperada morte da avó coloca os diante de um dilema: permanecer vivendo como hóspedes indesejados com parentes ou partir em busca do pai e se tornar, eles mesmos, outros buscadores de uma terra prometida.

A dramaturgia de Javier Malpica constrói uma relação colorida entre os personagens, retratando a irmandade de maneira complexa e cheia de nuances, especialmente por falar de duas crianças. Crianças essas que enfrentam desafios que não deveriam, pela idade que têm, mas elas se fortalecem com a presença um do outro e se amam acima de tudo.

Segundo o diretor Enzo Malaquias, a concepção partiu de uma atmosfera lúdica desde o início. “Por termos dois adultos interpretando duas crianças, o simbolismo foi algo que abraçamos como disparador da encenação. O universo infantil é riquíssimo em imagens e signos, então buscamos construir uma história que nos permitisse brincar com a essência da nossa criança interior”. Diante do exercício constante de olhar o mundo a partir do frescor, da curiosidade e da magia presente na criança, Enzo optou criar um corredor como área cênica, “uma cenografia que convida o espectador a pular amarelinha ou a jogar um jogo de tabuleiro junto com os personagens”, comenta

O aspecto político é um ponto forte de Papai Está na Atlântida, tornando-se ainda mais relevante ao ser apresentado pelo ponto de vista infantil. “São os questionamentos dos personagens que levam o espectador a refletir sobre temáticas complexas como imigração e influências socioculturais, temas cada vez mais relevantes no mundo atual, mesmo o texto sendo escrito há 20 anos atrás. Muitas vezes notamos uma certa negligência nos adultos ao não considerarem verdadeiramente o que as crianças têm à dizer, e esse texto nos provoca justamente nesse lugar: ouvir o novo, buscar compreender o que é inédito, o que é diferente do que estamos acostumados”, argumenta o diretor.

As duas crianças do texto de Javier Malpica vivem quase uma vida inteira nas 10 cenas que a peça se passa. É perceptível o desenvolvimento da personalidade e das particularidades de cada uma à medida que vão crescendo, um aprende com o outro, um cuida do outro. Por outro lado, a peça é um reflexo não só da dura realidade dos personagens, mas de muitas outras crianças ao redor do mundo, que precisam enfrentar certos desafios que nem mesmo pessoas adultas deveriam conhecer.

“Na história de Javier Malpica os personagens não têm nome. O texto indica apenas uma diferença de idade entre eles, a Maior e o Menor, o que particularmente me fascina, porque permite que cada espectador os enxergue de uma maneira, a partir das próprias vivências, da sua infância, da sua referência de irmandade, finaliza Enzo Malaquias.

O Grupo Flama é formado por Thaís Gontijo, Matheus Mattiusch, Enzo Malaquias, Lívia Martinez e Duda França. Após participaram de diversos projetos estudantis e também profissionais, os jovens atores se juntaram, em 2025, nutridos pelo desejo de tomar as rédeas das suas carreiras e da arte que desejam levar para o público, para todos os lugares. O propósito do trabalho do Flama é partir do simples para desdobramentos mais complexos, criativos e acessíveis em produções que ultrapassem a linha do realismo, cujos temas sejam relevantes na atualidade.

FICHA TÉCNICA - Texto: Javier Malpica. Direção: Enzo Malaquias. Elenco: Thaís Gontijo e Matheus Mattiusch. Assistência de direção: Lívia Martinez. Cenografia e figurino: Enzo Malaquias. Coordenação de comunicação: Enzo Malaquias e Lívia Martinez. Design gráfico: Lívia Martinez. Fotografia: Duda França. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Produção e realização: Grupo Flama. Apoio: Funarte.

Serviço

Espetáculo: Papai Está na Atlântida
Temporada: 22 de agosto a 06 de setembro
Horários: Sábados, às 20h, e domingos, às 17h.
Ingressos: R$ 60,00 (inteira), R$ 30,00 (meia-entrada) e R$ 100,00 (apoio espontâneo)
Bilheteria: 1h antes das sessões.
Vendas on-line: Sympla - https://www.sympla.com.br/produtor/producoesgrupoflama
Duração: 60 minutos. Classificação: 10 anos. Gênero: Drama.

Complexo Cultural Funarte São Paulo
Alameda Nothmann, 1058 - Campos Elíseos. São Paulo/SP.
Sala Carlos Miranda (60 lugares). Acessibilidade: Sim.
Tel.: (11) 95078-3004. Metrô Santa Cecília.

Grupo Flama na rede: @grupoflama_ 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br 

Tocantins, na Zona da Mata Mineira, recebe o 3º Festival de Curtas Beija-Flor

O distrito de Beija-Flor, na zona rural de Tocantins, MG, transforma-se novamente em sala de cinema a céu aberto para receber o 3º Festival de Curtas Beija-Flor, no dia 8 de agosto de 2026, sábado, a partir das 16h, com acesso gratuito. O evento celebra a força do cinema independente brasileiro, promovendo o encontro entre realizadores, moradores e visitantes em um ambiente que une cultura, natureza e hospitalidade.

Nesta terceira edição, o festival homenageia o cineasta Bruno Bennec com exibição do curta-metragem A Luta em sessão especial de abertura. Para a mostra competitiva foram selecionados 10 filmes, entre documentários e ficções, representando diferentes olhares sobre o Brasil contemporâneo.

Ao longo da noite, além da programação audiovisual, o festival oferece culinária local, apresentações musicais com a Banda Ressonância e Cris Carcará & Banda Líquida e cerimônia de premiação, consolidando o distrito de Beija-Flor como um importante polo de difusão cultural na Zona da Mata Mineira.

Produzido pela Daíra Filmes e realizado pelo Conselho de Desenvolvimento Comunitário de Beija-Flor, o 3º Festival de Curtas Beija-Flor se consolida como uma das iniciativas culturais mais originais da região, valorizando o cinema independente, bem como a identidade cultural do interior de Minas Gerais. O festival - dirigido por Antonio Coutinho Jr., que também é responsável pela curadoria ao lado de Miguel Assis e Vinnie Bressan - é realizado com Recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura - PNAB (Lei n° 14.399/2022) - Premiação para Agentes Culturais.

Os curtas-metragens participantes que concorrem nas categorias de Melhor Direção, Filme de Ficção, Documentário, Ator, Atriz, Ator Coadjuvante, Atriz Coadjuvante, Roteiro e Direção de Arte são:

Mostra competitiva - Documentários
Canto da Terra - Dir. André Luiz Barcelos e Danilo Vieira. 20: min. Uberlândia/MG. 2025.
O Nascer do Santo - De UEMG. 12:50 min. Leopoldina/MG. 2024.
Corte-Seco - De Naiz Filmes, Coletivo Turvo e Coletivo.Rec. 19:36 min. Piracicaba/SP. 2025.
Um Lugar, o Menino e o Vento - Dir. Jáder Barreto Lima. 16:54 min. Rio Branco/MG. 2026. 

Mostra competitiva - Ficção
Murungo - Dir. Jeronimo Vilhena e Manoel Saldanha. 13:24 min. Silveiras/SP. 2025.
O Salto - Dir. Camila Trigona. 15:53 min. Rio de Janeiro/RJ. 2026.
Às Compras - Dir. Luiz Guilherme Assis. 14:25 min. Rio de Janeiro/RJ. 2025.
Amanhã Será Violeta - Dir. Érico Luz. 15:03 min. Caçapava/SP. 2025
Umbuzeiro – Dir. Emílio Ribeiro. 19:03 min. Moçoró/RN. 2026.
Aproveitando que Talvez a Hora Seja Agora - Dir. Noah Mancini e Zuma Link. 15:28. São Paulo/SP. 2026. 

Antonio Coutinho Jr - Idealizador e realizador do Festival de Curtas Beija-Flor, desde 2024, na comunidade rural de Beija-Flor (Tocantins, MG por meio de Daíra Filmes e Mercado Cultural, Antonio Coutinho Jr. é graduado em Letras e pós-graduado em Literatura Brasileira. Assina o roteiro do curta Aurora, publicado no Livro Dos Filmes Que Não Fizemos, e roteiro e direção do documentário de curta-metragem Fé e Folia. Fez cursos de Roteiro para Séries, Novelas e Filmes, ministrado pelo autor e roteirista Carlos Lombardi, e de Gestão e Produção Cultural com o coletivo mineiro Pensar e Agir com a Cultura, além de participar de oficinas de audiovisual com Rober Corrêa e Elza Cataldo (produtora e diretora mineira). No teatro, assina dramaturgia, produção e codireção de Hediondos (Melhor Direção, Espetáculo, Cenário e Ator Coadjuvante no Festival FETEG (Governador Valadares, MG) e dramaturgia e produção de Cidade dos Fantasmas. Coutinho também publicou dois livros: a novela Despedida de Santo - Crônica de uma cidade sem passado e o romance Uma Noite no Mundo.

Serviço

Festival de Curtas Beija-Flor
Dia 8 de agosto de 2026 - Sábado

Onde: Distrito de Baija-flor - Zona rural (9 Km). Tocantins/MG.

16h - Abertura e culinária local

17h - Show: Banda Ressonância

18h - Sessão especial: A Luta (Bruno Bennec)

18h20 - Mostra Competitiva: Documentários

19h30 - Mostra Competitiva: Ficção

21h - Show: Banda Ressonância

22h - Premiação

22h30 - Show: Cris Carcará e Banda Líquida

Contatos - Festival de Curtas Beija-Flor
Daíra Filmes: (32) 99915-7421
E-mail: dairafilmes@gmail.com
Instagram: @festivaldecurtasbeijaflor


Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
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Mostra de Teatro de Heliópolis abre inscrições gratuitas para vivência artística com o REC Instituto

A 7ª Mostra de Teatro de Heliópolis - que acontece entre os dias 15 e 22 de agosto de 2026 - anuncia abertura de inscrições para a vivência artística Dramaturgias do Vestígio: Corpo, Território e Memória, conduzida por integrantes do REC Instituto, que participará da MTH como companhia convidada, apresentando o espetáculo Republikkk ou Encruzilhada Não É Beco.

A vivência acontecerá nos dias 10, 11, 12 e 13 de agosto, de segunda a quinta, das 14h às 18h, na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, no Ipiranga, antecedendo a mostra dos espetáculos. Os interessado podem se inscrever entre os dias 21 a 31 de julho por meio de formulário disponibilizado nas redes sociais - @mostraheliopolis e @ciadeteatroheliopolis.

Dramaturgias do Vestígio: Corpo, Território e Memória compartilha procedimentos de criação desenvolvidos no espetáculo REPUBLIKKK ou Encruzilhada Não É Beco, investigando como memórias, relatos, imagens, ritmos e experiências de território podem se transformar em matéria cênica. A proposta tem origem em pesquisas realizadas no interior de Goiás, junto a comunidades rurais e saberes ancestrais, e nos cemitérios da covid-19, em Manaus, constituindo uma dramaturgia construída a partir de vestígios, memórias e formas de resistência.

Em diálogo com a 7ª MTH, a vivência convida os participantes a investigar os vestígios, histórias e poéticas do próprio território, transformando essas experiências em criação coletiva. A atividade será conduzida por Hercules Morais e Angela Ribeiro, na dramaturgia, e por Paulo Victor Gandra, na pesquisa corporal, culminando em uma síntese cênico-processual desenvolvida com os participantes.

Hercules Morais - Artista multidisciplinar, filósofo e pesquisador paulistano, premiado pelo APCA e Aplauso Brasil. Fundador do Instituto REC, articula estética, memória e política em criações que unem rigor artístico e escuta social. Doutorando em Medicina (UNIFESP) e psicologia (UNIZAR), com menção internacional em Oxford, é mestre em Psicologia pela USP. Atuou em 16 espetáculos, dirigiu ou co-dirigiu sete trabalhos e hoje dirige Republikkk, obra inaugural de Os Brasis de Darcy.

Paulo Victor Gandra - Ator, bailarino e performer, formado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. Pesquisa Antropologia Teatral, Arquétipos dos Orixás e manifestações afro-indígenas da cultura popular brasileira. Desde 2010, atua em Brasília e São Paulo, integrando o trabalho de artistas como Márcia Duarte, Giselle Rodrigues, Lee Taylor, Ciro Barcelos e Zé Celso. Em Republikkk atua e assina direção de movimento, articulando corpo, rito e presença cênica.

Angela Ribeiro - É atriz paraense formada pela EAD-USP e pelo CPT de Antunes Filho, com estudos em dramaturgia pelo SESI British Council.  Recebeu o Prêmio Shell de Teatro, em 2018, pelo texto Refluxo. No cinema, integra filmes como Ainda Estou Aqui, Biônicos, Cyclone, Raquel 11, Corações Sujos e Do Lado de Fora. Sua trajetória reúne escrita, atuação e forte presença na cena contemporânea.

Desde 2015, a Mostra de Teatro de Heliópolis acontece com o objetivo de promover um panorama teatral de grupos, coletivos e espetáculos cujas atividades sejam desenvolvidas em comunidades populares e regiões periféricas do Estado de São Paulo. Realizada pela Companhia de Teatro Heliópolis e pela produtora MUK, a MTH tem curadoria coordenada por Alexandre Mate (doutor, professor e pesquisador do Núcleo Paulistano de Teatro de Grupo) e por Dalma Régia (atriz, produtora e fundadora da Cia. de Teatro Heliópolis). A direção artística é de Miguel Rocha, e Daniel Gaggini assina a direção de produção do evento. Esta edição da MTH - Mostra de Teatro de Heliópolis foi viabilizada por meio do Edital de Fomento à Cultura SP - ProAC nº 092025, Economia Criativa: Fomento à Mostras, Festivais e Evento, da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.

Serviço

Vivência artística: Dramaturgias do Vestígio: Corpo, Território e Memória
Com: REC Instituto - Hercules Morais, Angela Ribeiro e Paulo Victor Gandra
Inscrições gratuitas: 21 a 31 de julho - Formulários nas redes sociais.
Instagram - @mostraheliopolis e @ciadeteatroheliopolis
Quando ocorre: 10 a 13 de agosto - Das 14h às 18h
Onde ocorre: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Endereço: Rua Silva Bueno, 1533 - Ipiranga. São Paulo/SP.
Público-alvo (20 vagas): artistas, estudantes de teatro, dança, performance, música e interessados em processos de criação cênica, independentemente de experiência prévia. 

Mostra de Teatro de Heliópolis
Espetáculos: 15 e 22 de agosto de 2026
Locais de apresentações: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, CEU Meninos e CCA’s Heliópolis, PAM e Lagoa.
Acesso gratuito à toda programação.
Ingressos - Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho:  1h antes da sessão - ordem de chegada.
Interprete de Libras e Roda de conversa ao final das apresentações: Teatro adulto.
Transporte gratuito (Van): Estação Sacomã do Metrô (saída R. Bom Pastor) até os locais das apresentações. Horários de saída serão divulgados nas redes sociais.
Contatos MTH: ciadeteatroheliopolis.com/mostra2024/
Instagram - @mostraheliopolis e @ciadeteatroheliopolis
Facebook - @mostradeteatrodeheliopolis | E-mail: producao@ctheliopolis@gmail.com

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
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sexta-feira, 10 de julho de 2026

Alex Corrente comemora fim da circulação do show Pra Fazer Forró - Lá e Cá pelo Sesc RJ Pulsar

Alex, músicos, cantoras e técnicos (foto Milton Satoshi)

O cantor e compositor Alex Corrente comemora o sucesso da circulação do show Pra Fazer Forró - Lá e Cá que chega ao fim, após circulação por nove unidades do Sesc RJ, marcada por encontros, música e troca de saberes. “Chegamos ao fim do projeto com a certeza de que o forró segue vivo, conectando territórios, histórias e pessoas”, comenta o artista.

Alex Corrente - capixaba radicado em São Paulo com trajetória marcada por premiações no Brasil e turnês pela Europa, um dos principais nomes do forró contemporâneo - agradece por esse momento. “Agradeço ao público que esteve presente em cada apresentação, ao Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar por ampliar o alcance da cultura popular brasileira, aos músicos, às equipes das unidades do Sesc RJ pela acolhida e pelo profissionalismo, aos técnicos e profissionais que contribuíram para a realização da jornada. E ainda tivemos participações especiais com o brilho e talento de Mari Melo e Diane Terra”, declara Alex.

O artista ainda destaca a importância da comunicação, no trabalho em arte design e mídias sócias executado por Sidney Franceschini, e do produtor cultural Cicinho Silva, “parceiro fundamental na construção, articulação e realização dessa circulação. A circulação de Pra Fazer Forró - Lá e Cá, iniciada em março de 2026, passou pelas seguintes unidades: Centro Cultural Sesc Quitandinha, Sesc Nova Iguaçu, Sesc Teresópolis, Sesc Nova Friburgo, Sesc Tijuca, Sesc Duque de Caxias, Sesc Nogueira, Sesc Cocotá - Biblioteca Euclides da Cunha e Sesc São João de Meriti.

Mais do que uma série de apresentações, Pra Fazer Forró - Lá e Cá reafirmou a força do forró como patrimônio vivo, capaz de aproximar pessoas, compartilhar saberes e fortalecer os laços entre diferentes territórios. “Que os encontros construídos ao longo deste caminho sigam reverberando, inspirando novas ações e mantendo viva a tradição da cultura popular brasileira”, finaliza Alex Corrente.

Alex Corrente na rede: @alexcorrenteof

 

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Sesc Cocotá e São João de Meriti recebem arrasta-pé vibrante de Alex Corrente em 4 e 5/7

Foto de Alayana Costa

O cantor e compositor
Alex Corrente vem apresentando o show Pra Fazer Forró - e em unidades do Sesc RJ. No Sesc Cocotá - Biblioteca Euclides da Cunha, o show integra a Festa Junina na Colônia de Pescadores Z-10, no dia 4/6, sábado, às 16h, com participação da zabumbeira fluminense Diane Terra. Encerrando a circulação, o show no Sesc São João de Meriti acontece no dia 5/7, domingo, às 18h30, com participação de Diane Terra e Marimelo, integrando as atividades do Arraiá Sesc, no Quiosque da unidade.

As apresentações - que contam com intérprete de Libras - misturam tradição e modernidade, pertencimento e celebração coletiva. O artista transforma os palcos em terreiros de encontro e alegria com seu contagiante arrasta-pé.

Com premiações no Brasil e turnês pela Europa, Alex Corrente se destaca como um dos principais nomes do forró contemporâneo. Na palco, Alex (voz e triângulo) sobe ao palco acompanhado por músicos de relevante trajetória artística: Cicinho Silva (sanfona), Rogério Marcos Sales (zabumba) e Lincoln Pontes (cavaquinho).

O show entrelaça repertório autoral e interpretações de clássicos do forró que ecoam dos terreiros nordestinos aos grandes bailes urbanos. Entre as composições de Alex estão garantidas “Pra Fazer Forró” e “Deixa Quem Quiser Falar”, junto a clássicos de mestres como Luiz Gonzaga, Anastácia e Jackson do Pandeiro, costurando ritmos como baião, xote, xaxado, ijexá, maracatu e arrasta-pé. “O repertório foi construído em uma pesquisa minuciosa, buscando as raízes da nossa cultura e também o que a elas dão continuidade. É fato que Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Marinês, Anastácia e Dominguinhos nunca podem faltar. São os mestres que moldaram o baião, o xote cadenciado e o balanço inconfundível do forró pé de serra. Sempre vamos cantá-los”, comenta o artista.

Idealizado pelo próprio Alex Corrente, Pra Fazer Forró - e Cá foi contemplado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar. O show vem percorrendo unidades do Sesc Rio, desde março de 2026, celebrando o forró - Patrimônio Imaterial Cultural Imaterial do Brasil - e reafirmando o foco em inclusão social por meio de apresentações com preços acessíveis ou gratuitas e interpretação em Libras, garantindo uma experiência na qual música e dança fortalecem o sentimento de pertencimento e celebram o forró como espaço de convivência e união entre diferentes públicos. Alex Corrente finaliza dizendo que “o forró vai muito além da música. É interação, integração. É roda e dança de pares. É onde nascem novas amizades ao compasso da zabumba. O público pode esperar um show bem tradicional, pé de serra raiz, com uma linguagem contemporânea, sempre respeitando as nossas raízes, os que vieram antes de nós. Venha forrozear com a gente que será bom demais. Prepare o passo e o sorriso: o arrasta-pé já tá garantido”.

Serviço

Show: Alex Corrente - em Pra Fazer Forró - e
Interpretação em Libras. Duração: 60 min. Classificação: Livre.
https://www.sescrio.org.br/unidades 

Sesc Cocotá - Biblioteca Euclides da Cunha
Festa Junina na Colônia de Pescadores Z-10 - Praça
Dia 4 de julho - Sábado, às 16hs
Participação especial: Diane Terra
Gratuito (sujeito à lotação).
End.: Praia de Cocotá, 82 - Cocotá. Ilha do Governador/RJ. 21910-310 

Sesc São João de Meriti
Arraiá Sesc (Quiosque da unidade)
Dia 5 de julho - Domingo, às 18h30
Partipação especial: Diane Terra e Marimelo
Ingressos: R$ 10 (inteira), R$ 5 (meia-entrada), R$ 7 (Credencial Plena) e R$ 9 (Convênio)
Venda de ingressos a partir de 30/6.
End.: Av. Automóvel Clube, 66 - Centro. São João de Meriti/RJ. 25515-126.

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
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sexta-feira, 26 de junho de 2026

CIEJA de Parelheiros recebe o Forró Didático, ação do projeto Gira Perifa sobre cultura musical nordestina

Fotos de André Bueno 
Evento tem show do Forró Vila do Sossego e participação de Fatel Barbosa.

O Gira Perifa realiza a quinta ação do Forró Didático Sertãoperifa na CIEJA Lélia Gonzalez (Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos), no Parque Maria Fernandes (Parelheiros). A atividade ocorre dia 1º de julho, quarta-feira, contemplando alunos (jovens e adultos) dos períodos da manhã e noite.

Desde abril de 2026, o projeto vem promovendo ações nos territórios do Grajaú e Parelheiros para celebrar e fortalecer expressões culturais populares que moldaram a identidade dessas periferias da zona sul de São Paulo, algumas delas reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.

A atividade - com show do Forró Vila do Sossego e da cantora Fatel Barbosa - promove uma imersão no universo da música nordestina por meio de interpretações e releituras de clássicos do forró pé de serra, valorizando repertórios que expressam histórias, vivências e afetos. Os artistas apresentam os principais ritmos e instrumentos do forró e compartilham curiosidades sobre artistas e contextos históricos das músicas interpretadas. O formato dialogado convida os(as) alunos(as) à participação ativa, estimulando momentos de interação, escuta e experimentação, tornando a experiência educativa e com impactos no letramento. A iniciativa busca aproximar os jovens e adultos estudantes da EJA das tradições ligadas às festas juninas, estimulando conexões com suas próprias origens familiares, muitas vezes ligadas ao Nordeste e aos sertões brasileiros.

Realizado pela Associação Construindo Consciência, em parceria com o Instituto Cordel Sem Fronteiras e o coletivo Sertãoperifa, o projeto integra formação, arte, memória e pertencimento ao longo de 10 meses de ações. Este projeto foi realizado com recursos do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural.

Forró Vila do Sossego - A banda apresenta um repertório que une musicalidade nordestina e influências urbanas, equilibrando tradição e contemporaneidade. Interpreta clássicos de mestres como Luiz Gonzaga, Zé Ramalho e Dominguinhos, além de revisitar sucessos do forró universitário dos anos 1990. Com passagens por espaços culturais de São Paulo, como o Centro Cultural São Paulo, SESC Interlagos e CTN, e participação em eventos como a Virada Cultural, o grupo consolida sua atuação na cena. O nome é uma homenagem à canção “Vila do Sossego”, de Zé Ramalho (1978).

Fatel Barbosa - Maria de Fátima, a Fatel Barbosa, é cantora e produtora cultural radicada em São Paulo desde 1989. Ganhou destaque nos anos 1990 com os álbuns Forró PlicPlá e Pra Fazer Chamego, produzidos por Téo Azevedo, e integrou o projeto Asa Branca, coordenado por Dominguinhos. Com trajetória marcada pela valorização da cultura nordestina, já dividiu momentos importantes com nomes como Luiz Gonzaga e participou do álbum Gonzagão 100 Anos (Grammy Latino em 2012). Segue atuando na difusão da música popular como produtora e colaboradora de iniciativas culturais. 

Projeto: Gira Perifa - Forró Didático Sertãoperifa
Dia 01 de julho -  Quarta, às 8h e às 18h
Atividade: Show ao vivo de forró pé de serra
Artistas: Forró Vila do Sossego e Fatel Barbosa
Onde ocorre: CIEJA Lélia Gonzalez
Praça Do Trabalhador S/N - Parque Maria Fernandes, Parelheiros. São Paulo/SP.
Evento restrito à escola.
Gira Perifa na rede: @gira.perifa 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
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quarta-feira, 24 de junho de 2026

Núcleo Negro de Pesquisa e Criação lança fotolivro Memórias de Ficção - NNPC 10 Anos


No dia 2 de julho, quinta-feira, acontece o lançamento do fotolivro Memórias de Ficção - Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC) 10 Anos, no iBT - Instituto Brasileiro de Teatro, a partir das 18h30, com entrada gratuita.  A publicação integra as comemorações de uma década de existência do NNPC, fundado em 2016 por Thais Namai, Maria Gabi, Jerê Nunes, Deni Marquez e Gabriel Cândido.

O evento de lançamento conta com roda de conversa com os fundadores do coletivo, responsáveis também pela organização, curadoria e produção do fotolivro. A noite segue com distribuição gratuita de exemplares, sessão de autógrafos e discotecagem comandada pelo DJ Cesão.  

A distribuição dos exemplares seguirá, posteriormente, por meio de solicitação ao grupo, e em instituições culturais. Além da publicação física, uma versão digital com audiodescrição estará disponível nas redes sociais do NNPC, também com acesso gratuito.

Com a publicação, o coletivo tem como objetivo instaurar a confluência entre o teatro, cinema e a fotografia, sempre presentes em suas pesquisas de linguagens, acreditando que desta junção nasce uma terceira obra, que são as próprias imagens registradas. Além de documentar e materializar as memórias, essas imagens se tornam uma narrativa estendida das criações e dos processos. Thais Namai, responsável pelo projeto editorial do fotolivro, diz que “Com essa publicação, tenho o sentimento de estar oferecendo aos nossos antepassados um álbum de família que não teve a oportunidade de existir. Ao mesmo tempo, esse gesto dialoga com o presente e alcança um público que também poderá se ver representado em nossa imagem-história”.

O Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC) tem como fundamento ético, poético, estético e político as relações complexas entre imaginação, memória e ficção a partir da história da população negra-diaspórica, lançando mão das artes das cenas e do audiovisual para as suas concepções artísticas. Memórias de Ficção - NNPC 10 anos narra, por meio de imagens, a trajetória de 10 anos do coletivo. A linha curatorial se dá pelos caminhos percorridos, desde 2016, com imagens que registram seus processos de criação, ensaios, encontros, bastidores e a realização das obras diante do público.

Este lançamento integra o projeto Escombro - Parte II: Nossa Conquista, contemplado pela 43ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

FICHA TÉCNICA | Memórias de Ficção - Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC) 10 Anos (104 páginas) - Organização, curadoria e produção: Deni Marquez, Gabriel Cândido, Jerê Nunes, Maria Gabi e Thais Namai. Projeto editorial: Thais Namai. Assistência de edição e revisão: Gabriel Cândido. Fotografias: Gabriela Moreira, Guto Muniz, JB Neto, Jerê Nunes, Júlia Palhares e Thais Namai. Tratamento de imagens: Jerê Nunes e Thais Namai. Capa, diagramação e design gráfico: Wellington Tadeu. Produção gráfica: Junior Ressutti - Companhia da Produção Gráfica. Assistência de produção: Kauanda Rosa. Bibliotecária: Angélica Ilacqua.

Serviço

Fotolivro: Memórias de Ficção - Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC) 10 Anos
Lançamento: 2 de julho de 2026 - Quinta, das 18h30 às 22h
Roda de conversa: Deni Marquez, Gabriel Cândido, Jerê Nunes, Maria Gabi e Thais Namai.
Discotecagem: Cesão.
Entrada gratuita. Classificação: Livre.
Acessibilidade: Intérprete de Libras.
Distribuição gratuita do fotolivro.
Local: iBT - Instituto Brasileiro de Teatro - Subsolo
Av. Brigadeiro Luís Antônio, 277 - Bela Vista. São Paulo/SP. 01317-000.

NNPC na rede:
@nnpc.sp

O NNPC

O Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC), fundado por Deni Marquez, Gabriel Cândido, Jerê Nunes, Maria Gabi e Thais Namai, existe desde 2016 em São Paulo. O coletivo tem como fundamento ético, poético, estético e político as relações complexas entre imaginação, memória e ficção a partir da história da população negra-diaspórica, lançando mão das artes das cenas e do audiovisual para as suas concepções artísticas. O NNPC fez a sua primeira apresentação pública na 18ª edição do Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto em Belo Horizonte (MG), com o experimento Boa Aparência (2017); realizou no Festival Satyrianas (SP) o experimento cênico Ouça o canto do amor dentro de ti (2019); estreou o curta-metragem Jardim Peri Alto em Cena (2019) na seleção oficial do 30º Festival Internacional de Curtas de São Paulo; concebeu a peça Fala das Profundezas (2022), dramaturgia apresentada ao público nos anos anteriores nos formatos de leituras encenadas (2018-2019) e peça radiofônica acompanhada de um podcast sobre o processo de criação (2020); Em 2025, o NNPC realizou a 1ª edição do Laboratório de Poéticas Cênicas (LAB NNPC), atividade artística-pedagógica gratuita aberta ao público; em 2026 estreou o espetáculo Nossa Conquista e a publicação do fotolivro Memórias de Ficção - Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC) 10 anos. 

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