sexta-feira, 26 de junho de 2026

CIEJA de Parelheiros recebe o Forró Didático, ação do projeto Gira Perifa sobre cultura musical nordestina

Fotos de André Bueno 
Evento tem show do Forró Vila do Sossego e participação de Fatel Barbosa.

O Gira Perifa realiza a quinta ação do Forró Didático Sertãoperifa na CIEJA Lélia Gonzalez (Centro Integrado de Educação de Jovens e Adultos), no Parque Maria Fernandes (Parelheiros). A atividade ocorre dia 1º de julho, quarta-feira, contemplando alunos (jovens e adultos) dos períodos da manhã e noite.

Desde abril de 2026, o projeto vem promovendo ações nos territórios do Grajaú e Parelheiros para celebrar e fortalecer expressões culturais populares que moldaram a identidade dessas periferias da zona sul de São Paulo, algumas delas reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.

A atividade - com show do Forró Vila do Sossego e da cantora Fatel Barbosa - promove uma imersão no universo da música nordestina por meio de interpretações e releituras de clássicos do forró pé de serra, valorizando repertórios que expressam histórias, vivências e afetos. Os artistas apresentam os principais ritmos e instrumentos do forró e compartilham curiosidades sobre artistas e contextos históricos das músicas interpretadas. O formato dialogado convida os(as) alunos(as) à participação ativa, estimulando momentos de interação, escuta e experimentação, tornando a experiência educativa e com impactos no letramento. A iniciativa busca aproximar os jovens e adultos estudantes da EJA das tradições ligadas às festas juninas, estimulando conexões com suas próprias origens familiares, muitas vezes ligadas ao Nordeste e aos sertões brasileiros.

Realizado pela Associação Construindo Consciência, em parceria com o Instituto Cordel Sem Fronteiras e o coletivo Sertãoperifa, o projeto integra formação, arte, memória e pertencimento ao longo de 10 meses de ações. Este projeto foi realizado com recursos do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural.

Forró Vila do Sossego - A banda apresenta um repertório que une musicalidade nordestina e influências urbanas, equilibrando tradição e contemporaneidade. Interpreta clássicos de mestres como Luiz Gonzaga, Zé Ramalho e Dominguinhos, além de revisitar sucessos do forró universitário dos anos 1990. Com passagens por espaços culturais de São Paulo, como o Centro Cultural São Paulo, SESC Interlagos e CTN, e participação em eventos como a Virada Cultural, o grupo consolida sua atuação na cena. O nome é uma homenagem à canção “Vila do Sossego”, de Zé Ramalho (1978).

Fatel Barbosa - Maria de Fátima, a Fatel Barbosa, é cantora e produtora cultural radicada em São Paulo desde 1989. Ganhou destaque nos anos 1990 com os álbuns Forró PlicPlá e Pra Fazer Chamego, produzidos por Téo Azevedo, e integrou o projeto Asa Branca, coordenado por Dominguinhos. Com trajetória marcada pela valorização da cultura nordestina, já dividiu momentos importantes com nomes como Luiz Gonzaga e participou do álbum Gonzagão 100 Anos (Grammy Latino em 2012). Segue atuando na difusão da música popular como produtora e colaboradora de iniciativas culturais. 

Projeto: Gira Perifa - Forró Didático Sertãoperifa
Dia 01 de julho -  Quarta, às 8h e às 18h
Atividade: Show ao vivo de forró pé de serra
Artistas: Forró Vila do Sossego e Fatel Barbosa
Onde ocorre: CIEJA Lélia Gonzalez
Praça Do Trabalhador S/N - Parque Maria Fernandes, Parelheiros. São Paulo/SP.
Evento restrito à escola.
Gira Perifa na rede: @gira.perifa 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

quarta-feira, 24 de junho de 2026

Núcleo Negro de Pesquisa e Criação lança fotolivro Memórias de Ficção - NNPC 10 Anos


No dia 2 de julho, quinta-feira, acontece o lançamento do fotolivro Memórias de Ficção - Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC) 10 Anos, no iBT - Instituto Brasileiro de Teatro, a partir das 18h30, com entrada gratuita.  A publicação integra as comemorações de uma década de existência do NNPC, fundado em 2016 por Thais Namai, Maria Gabi, Jerê Nunes, Deni Marquez e Gabriel Cândido.

O evento de lançamento conta com roda de conversa com os fundadores do coletivo, responsáveis também pela organização, curadoria e produção do fotolivro. A noite segue com distribuição gratuita de exemplares, sessão de autógrafos e discotecagem comandada pelo DJ Cesão.  

A distribuição dos exemplares seguirá, posteriormente, por meio de solicitação ao grupo, e em instituições culturais. Além da publicação física, uma versão digital com audiodescrição estará disponível nas redes sociais do NNPC, também com acesso gratuito.

Com a publicação, o coletivo tem como objetivo instaurar a confluência entre o teatro, cinema e a fotografia, sempre presentes em suas pesquisas de linguagens, acreditando que desta junção nasce uma terceira obra, que são as próprias imagens registradas. Além de documentar e materializar as memórias, essas imagens se tornam uma narrativa estendida das criações e dos processos. Thais Namai, responsável pelo projeto editorial do fotolivro, diz que “Com essa publicação, tenho o sentimento de estar oferecendo aos nossos antepassados um álbum de família que não teve a oportunidade de existir. Ao mesmo tempo, esse gesto dialoga com o presente e alcança um público que também poderá se ver representado em nossa imagem-história”.

O Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC) tem como fundamento ético, poético, estético e político as relações complexas entre imaginação, memória e ficção a partir da história da população negra-diaspórica, lançando mão das artes das cenas e do audiovisual para as suas concepções artísticas. Memórias de Ficção - NNPC 10 anos narra, por meio de imagens, a trajetória de 10 anos do coletivo. A linha curatorial se dá pelos caminhos percorridos, desde 2016, com imagens que registram seus processos de criação, ensaios, encontros, bastidores e a realização das obras diante do público.

Este lançamento integra o projeto Escombro - Parte II: Nossa Conquista, contemplado pela 43ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

FICHA TÉCNICA | Memórias de Ficção - Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC) 10 Anos (104 páginas) - Organização, curadoria e produção: Deni Marquez, Gabriel Cândido, Jerê Nunes, Maria Gabi e Thais Namai. Projeto editorial: Thais Namai. Assistência de edição e revisão: Gabriel Cândido. Fotografias: Gabriela Moreira, Guto Muniz, JB Neto, Jerê Nunes, Júlia Palhares e Thais Namai. Tratamento de imagens: Jerê Nunes e Thais Namai. Capa, diagramação e design gráfico: Wellington Tadeu. Produção gráfica: Junior Ressutti - Companhia da Produção Gráfica. Assistência de produção: Kauanda Rosa. Bibliotecária: Angélica Ilacqua.

Serviço

Fotolivro: Memórias de Ficção - Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC) 10 Anos
Lançamento: 2 de julho de 2026 - Quinta, das 18h30 às 22h
Roda de conversa: Deni Marquez, Gabriel Cândido, Jerê Nunes, Maria Gabi e Thais Namai.
Discotecagem: Cesão.
Entrada gratuita. Classificação: Livre.
Acessibilidade: Intérprete de Libras.
Distribuição gratuita do fotolivro.
Local: iBT - Instituto Brasileiro de Teatro - Subsolo
Av. Brigadeiro Luís Antônio, 277 - Bela Vista. São Paulo/SP. 01317-000.

NNPC na rede:
@nnpc.sp

O NNPC

O Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC), fundado por Deni Marquez, Gabriel Cândido, Jerê Nunes, Maria Gabi e Thais Namai, existe desde 2016 em São Paulo. O coletivo tem como fundamento ético, poético, estético e político as relações complexas entre imaginação, memória e ficção a partir da história da população negra-diaspórica, lançando mão das artes das cenas e do audiovisual para as suas concepções artísticas. O NNPC fez a sua primeira apresentação pública na 18ª edição do Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto em Belo Horizonte (MG), com o experimento Boa Aparência (2017); realizou no Festival Satyrianas (SP) o experimento cênico Ouça o canto do amor dentro de ti (2019); estreou o curta-metragem Jardim Peri Alto em Cena (2019) na seleção oficial do 30º Festival Internacional de Curtas de São Paulo; concebeu a peça Fala das Profundezas (2022), dramaturgia apresentada ao público nos anos anteriores nos formatos de leituras encenadas (2018-2019) e peça radiofônica acompanhada de um podcast sobre o processo de criação (2020); Em 2025, o NNPC realizou a 1ª edição do Laboratório de Poéticas Cênicas (LAB NNPC), atividade artística-pedagógica gratuita aberta ao público; em 2026 estreou o espetáculo Nossa Conquista e a publicação do fotolivro Memórias de Ficção - Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC) 10 anos. 

Informações à imprensa – VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 | verbena@verbena.com.br

segunda-feira, 15 de junho de 2026

Alex Corrente comanda arrasta-pé vibrante no Sesc Nogueira com participação de Marimelo

Foto por Alayana Costa

No
dia 3 de julho, sexta-feira, o cantor e compositor Alex Corrente, apresenta o show Pra Fazer Forró - e , no Sesc Nogueira, em Petrópolis, às 20h, com ingressos gratuitos, e participação especial da cantora carioca Marimelo. Em uma apresentação vibrante, que mistura tradição e modernidade, pertencimento e celebração coletiva, o artista transforma o palco em um contagiante arrasta-pé, um terreiro de encontro e alegria.

Com premiações no Brasil e turnês pela Europa, Alex Corrente se destaca como um dos principais nomes do forró contemporâneo, cujas canções viralizam rapidamente, reflexo de uma carreira que atravessou fronteiras. Na show, Alex (voz e triângulo) sobe ao palco acompanhado por músicos de relevante trajetória artística: Cicinho Silva (sanfona), Rogério Marcos Sales (zabumba) e Lincoln Pontes (cavaquinho).

O show entrelaça repertório autoral e interpretações de clássicos do forró que ecoam dos terreiros nordestinos aos grandes bailes urbanos. Entre as composições de Alex estão garantidas “Pra Fazer Forró” e “Deixa Quem Quiser Falar”, junto a clássicos de mestres como Luiz Gonzaga, Anastácia e Jackson do Pandeiro, costurando ritmos como baião, xote, xaxado, ijexá, maracatu e arrasta-pé. “O repertório foi construído por meio de uma pesquisa minuciosa, buscando as raízes da nossa cultura e também o que a elas dão continuidade. É fato que Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Marinês, Anastácia e Dominguinhos nunca podem faltar. São os mestres que moldaram o baião, o xote cadenciado e o balanço inconfundível do forró pé de serra. Eles são a nossa escola, sempre vamos cantá-los”, comenta o artista.

Idealizado pelo próprio Alex Corrente com o objetivo de promover encontros entre tradição, diversidade e acessibilidade, Pra Fazer Forró - e Cá foi contemplado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar. O show vem percorrendo unidades do Sesc Rio, desde março de 2026, celebrando o forró - Patrimônio Imaterial Cultural Imaterial do Brasil - e reafirmando o foco em inclusão social por meio de apresentações com preços acessíveis e interpretação em Libras, garantindo uma experiência sensível, inclusiva e democrática, onde música e dança fortalecem o sentimento de pertencimento e celebram o forró como espaço de convivência e união entre diferentes públicos. “A nossa intenção é que as pessoas sejam plenamente acolhidas, independentemente da forma como percebam os sons. Sempre pensamos, desejamos e sonhamos em levar a nossa música para mais pessoas. Portanto, esse show é para todas as pessoas com suas diferentes formas de escutar e sentir a música”, afirma Alex Corrente.

O projeto conta com paticipação especial de duas cantoras, representando a força feminina no forró contemporâneo: Marimelo e Diane Terra, referências do estilo no Rio de Janeiro. Sobre elas o artista diz: “Além da alegria imensa de tocar novamente no Rio de Janeiro, para abrilhantar ainda mais a apresentação, teremos essas cantoras incríveis. São grandes artistas, amigas de longa data, desde antes de eu morar no Rio. Agora estamos fazendo esse forrozão juntos”. E Alex Corrente finaliza dizendo que “o forró vai muito além da música. É interação, integração. É roda e dança de pares. É onde nascem novas amizades ao compasso da zabumba. O público pode esperar um show bem tradicional, pé de serra raiz, com uma linguagem contemporânea, sempre respeitando as nossas raízes, os que vieram antes de nós. Venha forrozear com a gente que será bom demais. Prepare o passo e o sorriso: o arrasta-pé já tá garantido”.

FICHA TÉCNICA | Pra Fazer Forró - e - Coordenação geral e idealização: Alex Corrente. Produção cultural e musical: Cicinho Silva. Músicos: Alex Corrente (voz e triângulo), Cicinho Silva (sanfona e coro), Rogério Marcos Sales (zabumba e coro) e Lincoln Pontes (cavaquinho e coro). Cantoras convidadas: Marimelo e Diane Terra. Técnico de som: Rodrigo Ramalho. Interprete de libras: Carla Regina. Fotografia e filmagem: Satoshi. Social media Sidney Franceschini. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Realização: Sesc RJ - Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar.

Serviço

Show: Alex Corrente - em Pra Fazer Forró - e
Participação especial: Marimelo
Dia 3 de julho - Sexta, às 20h
Ingressos gratuitos - Retirar 1 hora antes da apresentação.
Duração: 60 minutos. Classificação: 16 anos.
Acessibilidade: Interpretação em Libras.

Sesc Nogueira
Estrada do Calembe, 2000 - Nogueira. Petrópolis/RJ. 25330-760
https://www.sescrio.org.br/unidades/sesc-nogueira/ | Tel.: (21) 4020-2101 

Alex Corrente - @alexcorrenteof

Capixaba de timbre marcante e interpretação singular, Alex Corrente mergulhou no forró pé de serra, em 1998. Cantor, compositor e pesquisador dedicado à rica tradição da MPB nordestina, ele possui história em importantes festivais e casas de forró, com destaque para prêmios de Melhor Triangueiro no FENFIT (Festival de Itaúnas) e no Festival de Ilha Grande, ambos em 2008. Sua trajetória inclui passagens por bandas de referência como Forró Bagaceira, Quarteto Sanfonado, Trio Jatobá, Pisamaneiro (finalista do FENFIT 2008) e Os Cabras/RJ (campeões do FENFIT 2006). Em carreira solo desde 2012, radicado na cidade de São Paulo, Alex já dividiu o palco com nomes do porte de Hermelinda, Trio Nordestino, Trio Virgulino e Falamansa, entre outros. No repertório, suas criações próprias têm conquistado o público: "Pode Crer que Sou" (2017), "Deixa Quem Quiser Falar" (parceria com a cantora argentina Lu Garrote) e o animado "Baile dos Ratos", que viralizou nos bailes de forró pelo Brasil e no exterior. Desde 2019, sua presença em eventos internacionais vem crescendo. Foi destaque no Festival DineDine, em Lille (França), e realizou a primeira turnê europeia, levando seu show a cinco países, em 2019. Em 2022, lançou o videoclipe “Pra Fazer Forró” e circulou por sete países europeus, apresentando seu EP homônimo. Em 2025, Alex retornou à Europa com nova turnê, levando o forró pé de serra aos palcos de diversos países europeus, celebrando a tradição nordestina com modernidade e energia contagiante. Para 2026, Alex prepara o lançamento de seu novo EP, reafirmando-se como um dos principais nomes do gênero na cena contemporânea.

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Escola municipal do Grajaú recebe o Forró Didático, ação do Gira Perifa sobre cultura musical nordestina

Evento tem participação de Fatel Barbosa, Fiona da Rabeca e Caio Coiote.

O projeto Gira Perifa vem promovendo ações e eventos nos territórios do Grajaú e Parelheiros para celebrar e fortalecer expressões culturais populares que moldaram a identidade dessas periferias da Zona Sul de São Paulo, algumas reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. No dia 16 de junho, terça-feira, a EMEF Profª. Eliza Rachel Macedo Souza, no Jardim Campinas (Grajaú), recebe o Forró Didático, quarta ação do Gira Perifa, contemplando alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental.

A atividade - com show da cantora Fatel Barbosa e da instrumentista Fiona da Rabeca - promove uma imersão no universo da música nordestina por meio de interpretações e releituras de clássicos do forró pé de serra, valorizando repertórios que expressam histórias, vivências e afetos. Além de roda de conversa, o evento conta com intervenção de dança com Caio Coiote e sua boneca de pano Carmelita.

Os artistas apresentam os principais ritmos e instrumentos do forró e compartilham curiosidades sobre artistas e contextos históricos das músicas interpretadas. O formato dialogado convida os(as) alunos(as) à participação ativa, estimulando momentos de interação, escuta e experimentação, tornando a experiência educativa e lúdica. Esta iniciativa busca aproximar as crianças dessa tradição cultural, estimulando conexões com suas próprias origens familiares, muitas vezes ligadas ao Nordeste e aos sertões brasileiros.

Realizado pela Associação Construindo Consciência, em parceria com o Instituto Cordel Sem Fronteiras e o coletivo Sertão Perifa, o projeto integra formação, arte, memória e pertencimento ao longo de 10 meses de ações. Este projeto foi realizado com recursos do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural.

Fatel Barbosa - Maria de Fátima, a Fatel Barbosa, é cantora e produtora cultural radicada em São Paulo desde 1989. Ganhou destaque nos anos 1990 com os álbuns Forró PlicPlá e Pra Fazer Chamego, produzidos por Téo Azevedo, e integrou o projeto Asa Branca, coordenado por Dominguinhos. Com trajetória marcada pela valorização da cultura nordestina, já dividiu momentos importantes com nomes como Luiz Gonzaga e participou do álbum Gonzagão 100 Anos (Grammy Latino em 2012). Segue atuando na difusão da música popular como produtora e colaboradora de iniciativas culturais. 

Fiona da Rabeca - Fiona é artista multi-instrumentista, produtora cultural e musical, além de arquiteta e urbanista. Desde criança, teve uma vivência musical intensa e diversa que contribuiu para sua sensibilidade e visão ampla sobre arte, cultura e música. Criada em um bairro periférico e rural de São Paulo, teve vivências próximas com famílias nordestinas e sempre foi apreciadora da cultura tradicional popular brasileira. Em 2019, mergulhou na pesquisa de culturas tradicionais e passou a tocar instrumentos como a rabeca, o pífano e o pandeiro. Atualmente, é uma artista pesquisadora que desponta no cenário do forró com seu trabalho autoral focado na rabeca, atuando em São Paulo. É idealizadora e produtora do evento Forró de Rabecas SP.

Caio Coiote e Boneca Carmelita - Caio Coiote, natural de Limoeiro na zona da mata norte pernambucana, é artesão poeta e brincante. Integra agremiações como o Boi Carinhoso e o Urso da Última Hora, folguedos populares de sua cidade natal. É poeta andarilho e artesão, tendo como inspiração as andanças pelo sul e norte do Brasil com seus artesanatos, poesias e canções pelas cidades e aldeias por onde passa. Foi o idealizador do Sarau de Cordas, projeto que abordava temáticas da cultura nordestina nas margens da cidade de São Paulo. No universo da cultura popular, interpreta a Lá Ursa, um folguedo pernambucano.

Serviço

Projeto: Gira Perifa - Forró Didático
Dia 16 de junho - Terça, das 13h30 às 16h30
Atividade: Show ao vivo, intervenção de dança e roda de conversa
Artistas: Fatel Barbosa, Fiona da Rabeca e Caio Coiote & Carmelita
Onde ocorre: EMEF Profª. Eliza Rachel Macedo Souza
R. Constelação do Eridano, 24 - Jardim Campinas / Grajaú. São Paulo/SP.
Evento restrito à escola.
Gira Perifa na rede: @gira.perifa

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Gira Perifa promove evento sobre diversidade cultural nordestina em escola municipal no Grajaú

Atividade tem participação de Paulla Zeferino, João Gomes de Sá e Caio Coiote.

Paulla Zeferino, João Gomes de Sá, CaioCoiote - divulgação
O projeto Gira Perifa vem promovendo ações e eventos nos territórios do Grajaú e Parelheiros para celebrar e fortalecer as expressões culturais populares que moldaram a identidade dessas periferias da Zona Sul de São Paulo, algumas reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. No dia 9 de junho, terça-feira, os alunos da EMEF Profª Cleane Cavalcante Gomes, no Grajaú, recebe o Forró Didático, terceira ação do Gira Perifa.

A atividade - com show da cantora Paulla Zeferino - promove uma imersão no universo da música nordestina por meio de interpretações e releituras de clássicos do forró pé de serra, valorizando repertórios que expressam histórias, vivências e afetos. Além de roda de conversa, o evento conta ainda com intervenções de poesia de cordel com João Gomes de Sá (morador do Grajaú) e de dança com Caio Coiote e sua boneca de pano Carmelita.

Os artistas apresentam os principais ritmos e instrumentos do forró e compartilham curiosidades sobre artistas e contextos históricos das músicas interpretadas. O formato dialogado convida os(as) alunos(as) à participação ativa, estimulando momentos de interação, escuta e experimentação, tornando a experiência educativa e lúdica. Esta iniciativa busca aproximar as crianças dessa tradição cultural, estimulando conexões com suas próprias origens familiares, muitas vezes ligadas ao Nordeste e aos sertões brasileiros.

Realizado pela Associação Construindo Consciência, em parceria com o Instituto Cordel Sem Fronteiras e o coletivo Sertão Perifa, o projeto integra formação, arte, memória e pertencimento ao longo de 10 meses de ações. Este projeto foi realizado com recursos do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural.

Paulla Zeferino deu os primeiros passos na música no Coral da Escola do Auditório do Ibirapuera (2012), onde eram docentes artistas como Vanessa Moreno, Nailor Proveta, Vinicius Barros e outros. A partir de 2016, Paulla cursou Licenciatura em Música na USP. Em seu trabalho explora o rico repertório nordestino mostrando versatilidade como intérprete. A cantora também atua como preparadora vocal, arte-educadora e oficineira tendo como mote a cultura nordestina, as raízes do forró pé de serra e a potência da mulher.

João Gomes de Sá - Nascido em Água Branca, no sertão alagoano, e vivendo em São Paulo, João Gomes de Sá é autor de diversos livros, folhetos e xilogravuras, e membro da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro e da Academia Alagoana de Literatura de Cordel. É formado em Letras pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), onde, em 1977, trabalhou como bolsista da Funarte no Museu de Antropologia e Folclore Dr. Théo Brandão. Entre suas atividades artísticas, ministra oficinas e palestras sobre literatura de cordel, folclore e xilogravura.

Caio Coiote e Boneca Carmelita - Caio Coiote, natural de Limoeiro na zona da mata norte pernambucana, é artesão poeta e brincante. Integra agremiações como o Boi Carinhoso e o Urso da Última Hora, folguedos populares de sua cidade natal. É poeta andarilho e artesão, tendo como inspiração as andanças pelo sul e norte do Brasil com seus artesanatos, poesias e canções pelas cidades e aldeias por onde passa. Foi o idealizador do Sarau de Cordas, projeto que abordava temáticas da cultura nordestina nas margens da cidade de São Paulo. No universo da cultura popular, interpreta a Lá Ursa, um folguedo pernambucano.

Projeto: Gira Perifa - Forró Didático
Dia 9 de junho - Terça, das 13h30 às 16h30
Atividade: Show ao vivo, intervenções artísticas e roda de conversa
Artistas: Paulla Zeferino, João Gomes de Sá e Caio Coiote & Carmelita

Onde ocorre: EMEF Profª Cleane Cavalcante Gomes
Rua Júlio Gadda, 1250. Jardim Sipramar, Grajaú. São Paulo/SP.
Evento restrito à escola.
Gira Perifa na rede: @gira.perifa

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Projeto Gira Perifa leva cultura musical nordestina a alunos de escola estadual em Parelheiros

Evento tem participação de Fatel Barbosa, Forró Vila do Sossego e Caio Coiote.

O projeto Gira Perifa promove ações e eventos nos territórios do Grajaú e Parelheiros para celebrar e fortalecer as expressões culturais populares que moldaram a identidade dessas periferias da Zona Sul de São Paulo, algumas reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. No dia 26 de maio, terça-feira, os alunos do primeiro ano do ensino médio da E.E. Prisciliana Duarte de Almeida, em Parelheiros, recebe a segunda ação do Gira Perifa.

A atividade - que tem participação da cantora Fatel Barbosa e da banda Forró Vila do Sossego - promove uma imersão no universo da música nordestina por meio de interpretações e releituras de clássicos do forró pé de serra, valorizando repertórios que expressam histórias, vivências e afetos. Além de roda de conversa, o evento conta ainda com poesia de cordel e intervenção de dança com Caio Coiote e sua boneca de pano Carmelita.

Os artistas apresentam os principais ritmos e instrumentos do forró e compartilham curiosidades sobre artistas e contextos históricos das músicas interpretadas. O formato dialogado convida os(as) alunos(as) à participação ativa, estimulando momentos de interação, escuta e experimentação, tornando a experiência educativa e lúdica. Esta iniciativa busca aproximar as crianças dessa tradição cultural, estimulando conexões com suas próprias origens familiares, muitas vezes ligadas ao Nordeste e aos sertões brasileiros.

Realizado pela Associação Construindo Consciência, em parceria com o Instituto Cordel Sem Fronteiras e o coletivo Sertão Perifa, o projeto integra formação, arte, memória e pertencimento ao longo de 10 meses de ações. Este projeto foi realizado com recursos do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural.

Fatel Barbosa - Maria de Fátima, a Fatel Barbosa, é cantora e produtora cultural radicada em São Paulo desde 1989. Ganhou destaque nos anos 1990 com os álbuns Forró PlicPlá e Pra Fazer Chamego, produzidos por Téo Azevedo, e integrou o projeto Asa Branca, coordenado por Dominguinhos. Com trajetória marcada pela valorização da cultura nordestina, já dividiu momentos importantes com nomes como Luiz Gonzaga e participou do álbum Gonzagão 100 Anos (Grammy Latino em 2012). Segue atuando na difusão da música popular como produtora e colaboradora de iniciativas culturais. 

Forró Vila do Sossego - A banda apresenta um repertório que une musicalidade nordestina e influências urbanas, equilibrando tradição e contemporaneidade. Interpreta clássicos de mestres como Luiz Gonzaga, Zé Ramalho e Dominguinhos, além de revisitar sucessos do forró universitário dos anos 1990. Com passagens por espaços culturais de São Paulo, como o Centro Cultural São Paulo, SESC Interlagos e CTN, e participação em eventos como a Virada Cultural, o grupo consolida sua atuação na cena. O nome é uma homenagem à canção “Vila do Sossego”, de Zé Ramalho (1978). Entre as principais atividades estão saraus e eventos culturais, espaços de encontro comunitário que reúnem literatura de cordel, música ao vivo, oficinas, cursos e performances artísticas, que colocam em diálogo a tradição oral nordestina, a ancestralidade e a produção contemporânea de artistas periféricos.

Caio Coiote e Boneca Carmelita
- Caio Coiote, natural de Limoeiro na zona da mata norte pernambucana, é artesão poeta e brincante. Integra agremiações como o Boi Carinhoso e o Urso da Última Hora, folguedos populares de sua cidade natal. É poeta andarilho e artesão, tendo como inspiração as andanças pelo sul e norte do Brasil com seus artesanatos, poesias e canções pelas cidades e aldeias por onde passa. Foi o idealizador do Sarau de Cordas, projeto que abordava temáticas da cultura nordestina nas margens da cidade de São Paulo. No universo da cultura popular, interpreta a Lá Ursa, um folguedo pernambucano.

Serviço
Projeto Gira Perifa
26 de maio - Terça, das 13h30 às 16h30
Onde ocorre: E.E. Prisciliana Duarte de Almeida
Estr. Ecoturística de Parelheiros, 6820 - Parelheiros. São Paulo/SP.
Atividade: Shows ao vivo com roda de conversa
Artistas: Fatel Barbosa, Forró Vila do Sossego e Caio Coiote e Boneca Carmelita
Evento restrito à escola.
Gira Perifa na rede: @gira.perifa

O projeto Gira Perifa

Ao longo de 2026 e com ações em seis escolas públicas e três espaços culturais, o projeto Gira Perifa consiste em: implementação de duas cordeltecas; realização de três saraus; duas oficinas de fanzine, duas oficinas de xilogravura e duas oficinas de cordel; dois cursos de literatura de cordel para educadores; e 12 edições do Forró Didático (experiência que apresenta aos estudantes os ritmos, instrumentos e narrativas do forró pé de serra). 

O Gira Perifa é uma ação cultural que nasce da potência da periferia e gira a partir das pessoas. É um projeto que conecta música, literatura de cordel, oralidade e artes visuais como a xilogravura, tendo como base a cultura nordestina viva que pulsa nos territórios periféricos da zona sul de São Paulo. Mais do que realizar atividades culturais, o projeto propõe ativar saberes, memórias e talentos que já existem na periferia, reconhecendo o território como espaço de criação, conhecimento e identidade, pois é na periferia que a cultura se reinventa, se mistura e floresce.

As oficinas, cursos e saraus ocorrem nos espaços das cordeltecas, sendo instaladas na Associação Construindo Consciência (sede - Grajaú) e na Casa de Cultura Parelheiros. O Forró Didático acontece nas escolas - EMEF Eliza Rachel, EMEF Frei Damião EMEF, Florestan Fernandes, EMEF Jardim Sipramar, CIEJA Lélia Gonzalez, EE Prisciliana Duarte e no espaço cultural Casa diFatel, em Parelheiros.

Forró Didático - É uma vivência cultural e educativa que apresenta aos estudantes a riqueza do forró tradicional brasileiro, suas origens, instrumentos, ritmos e expressões artísticas. A atividade combina música ao vivo, demonstrações práticas, explicações históricas, interação com o público e experimentações corporais, oferecendo uma experiência dinâmica, divertida e formativa. Os educandos conhecem os elementos que compõem o forró pé de serra, como a sanfona, triângulo e zabumba, aprendem sobre a presença do baião, xote e arrasta-pé, e descobrem como a música nordestina se relaciona com a literatura oral, com as festas populares e com a história das migrações no Brasil. A condução é feita por artistas e educadores que apresentam o forró de forma acessível e envolvente, contextualizando sua importância cultural e incentivando a participação do público por meio de pequenas dinâmicas rítmicas, escuta ativa, canto e movimentos simples de dança. É uma ação que une educação, arte, memória e afeto, valorizando a diversidade cultural brasileira dentro do ambiente escolar.

Cordeltecas - Espaços permanentes de convivência literária e mediação cultural dedicados à literatura de cordel com acervo circulante, leitura compartilhada, distribuição de folhetos, rodas temáticas e atividades artísticas. As Cordeltecas funcionam como ambientes acessíveis de fruição, criação e formação comunitária.

Saraus e Eventos Culturais - Encontros artísticos com declamação de cordéis, performances de poesia falada, cantorias com repentistas, apresentações musicais de forró, participação de grupos culturais locais e microfone aberto. Os saraus valorizam a tradição oral, fortalecem a identidade cultural do território, os vínculos de identidade e ampliam o acesso democrático à cultura.

Oficina de Xilogravura - Introdução teórico-prática à gravura em alto-relevo, abordando: história da xilogravura popular, relação com a literatura de cordel, técnicas de desenho, gravação e impressão em matriz de madeira. Os participantes produzem uma matriz, realizam impressões manuais e terão os trabalhos expostos nos espaços das cordeltecas para apreciação do público durante o projeto.

Oficina de Cordel - Vivência prática sobre a tradição da Literatura de Cordel – Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, abordando métrica, rima, ritmo, figuras de linguagem e estrutura narrativa. Os participantes criam seu próprio folheto, aprendendo a transformar histórias e temas cotidianos em versos.

Oficina de Fanzine - Atividade criativa que combina poesia, colagem, desenho e narrativa visual para produção de fanzines artesanais. Estimula a produção, edição, circulação e fruição da produção poética e visual dos autores em seu território ampliando a comunicação comunitária.

Curso de Cordel para Educadores - Formação aprofundada sobre história, autores clássicos, diásporas do cordel, estruturas poéticas (sextilhas, setilhas e décimas), uso pedagógico da literatura popular, escrita de folhetos, análise de referências e práticas de leitura nas escolas. Voltado a professores, educadores, estudantes e agentes culturais. 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

terça-feira, 12 de maio de 2026

Cia de Teatro Heliópolis abre inscrições gratuitas para oficina de voz com Heloisa de Lima

Foto de Dayse Serena

A Companhia de Teatro Heliópolis está com inscrições abertas - até o dia 27 de maio de 2026 - para a oficina de formação Voz e Voo: O Canto como Alimento e Instrumento, ministrada pela cantora Heloisa de Lima. Os interessados, maiores de 18 anos, podem se inscrever gratuitamente pelo formulário disponível na página da Companhia no Instagram - @ciadetetroheliopolis.

As aulas ocorrem na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, sede da Companhia de Teatro Heliópolis, localizada no bairro do Ipiranga, em São Paulo, entre os dias 3 de junho a 26 de agosto, às quartas-feiras, das 19h às 22h.

A oficina Voz e Voo: O Canto como Alimento e Instrumento propõe um espaço de experimentação e estudo da voz. Por meio da improvisação musical, do jogo, do diálogo e do universo da música popular brasileira, estimula um cantar para intervir: nutrir a alma e desenvolver a ferramenta. “Cantar é alçar voo e nutrir a terra. Quem canta, os males encanta. Quem canta, esculpe o ar e se move”, argumenta Heloisa de Lima.

Heloisa de Lima é cantora, compositora, poeta, artista educadora e musicoterapeuta. De experiência diversa e livre, tem como fonte de pesquisa a cultura popular brasileira e suas manifestações artístico-culturais. É técnica em regência de coros e canto popular, e graduada e em musicoterapia. Integra o Núcleo de Estudos em Corporeidades Negras e o grupo Flor de Cosme: Arte e Infância.

Esta ação integra o projeto Manutenção e Modernização Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho - Sede da Companhia de Teatro Heliópolis, Contemplado no Edital Nº 38/2024 Fomento CULTSP PNAB Módulo I, Nº de Inscrição: 38/2024-1725.0501.7433, cujo objetivo é a manutenção das atividades do espaço pelo período de 18 meses. Toda a programação pode ser acompanhada pelas redes sociais da CTH.

Serviço

Oficina de voz/canto: Voz e Voo: O Canto como Alimento e Instrumento
Com: Heloisa de Lima
Inscrições gratuitas: Até 27/05/2026.
Formulário: instagram.com/ciadeteatroheliopolis/
Indicação: interessados em artes cênicas e canto, maiores de 18 anos.
Quando ocorre: De 03 de junho a 26 de agosto - Quartas, das 19h às 22h.
Onde ocorre: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533 - Ipiranga. São Paulo/SP.
Telefone: (11) 2060-0318 (WhatsApp).
Transporte público - Metrô e Terminal de Ônibus Sacomã.
Instagram: @ciadeteatroheliopolis | Facebook: @companhiadeteatro.heliopolis

Informações à imprensa - VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 – verbena@verbena.com.br