segunda-feira, 15 de junho de 2026

Alex Corrente comanda arrasta-pé vibrante no Sesc Nogueira com participação de Marimelo

Foto por Alayana Costa

No dia 3 de julho, sexta-feira, o cantor e compositor Alex Corrente, apresenta o show Pra Fazer Forró - e , no Sesc Nogueira, em Petrópolis, às 20h, com ingressos gratuitos, e participação especial da cantora carioca Marimelo. Em uma apresentação vibrante, que mistura tradição e modernidade, pertencimento e celebração coletiva, o artista transforma o palco em um contagiante arrasta-pé, um terreiro de encontro e alegria.

Com premiações no Brasil e turnês pela Europa, Alex Corrente se destaca como um dos principais nomes do forró contemporâneo, cujas canções viralizam rapidamente, reflexo de uma carreira que atravessou fronteiras. Na show, Alex (voz e triângulo) sobe ao palco acompanhado por músicos de relevante trajetória artística: Cicinho Silva (sanfona), Rogério Marcos Sales (zabumba) e Lincoln Pontes (cavaquinho).

O show entrelaça repertório autoral e interpretações de clássicos do forró que ecoam dos terreiros nordestinos aos grandes bailes urbanos. Entre as composições de Alex estão garantidas “Pra Fazer Forró” e “Deixa Quem Quiser Falar”, junto a clássicos de mestres como Luiz Gonzaga, Anastácia e Jackson do Pandeiro, costurando ritmos como baião, xote, xaxado, ijexá, maracatu e arrasta-pé. “O repertório foi construído por meio de uma pesquisa minuciosa, buscando as raízes da nossa cultura e também o que a elas dão continuidade. É fato que Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Marinês, Anastácia e Dominguinhos nunca podem faltar. São os mestres que moldaram o baião, o xote cadenciado e o balanço inconfundível do forró pé de serra. Eles são a nossa escola, sempre vamos cantá-los”, comenta o artista.

Idealizado pelo próprio Alex Corrente com o objetivo de promover encontros entre tradição, diversidade e acessibilidade, Pra Fazer Forró - e Cá foi contemplado pelo Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar. O show vem percorrendo unidades do Sesc Rio, desde março de 2026, celebrando o forró - Patrimônio Imaterial Cultural Imaterial do Brasil - e reafirmando o foco em inclusão social por meio de apresentações com preços acessíveis e interpretação em Libras, garantindo uma experiência sensível, inclusiva e democrática, onde música e dança fortalecem o sentimento de pertencimento e celebram o forró como espaço de convivência e união entre diferentes públicos. “A nossa intenção é que as pessoas sejam plenamente acolhidas, independentemente da forma como percebam os sons. Sempre pensamos, desejamos e sonhamos em levar a nossa música para mais pessoas. Portanto, esse show é para todas as pessoas com suas diferentes formas de escutar e sentir a música”, afirma Alex Corrente.

O projeto conta com paticipação especial de duas cantoras, representando a força feminina no forró contemporâneo: Marimelo e Diane Terra, referências do estilo no Rio de Janeiro. Sobre elas o artista diz: “Além da alegria imensa de tocar novamente no Rio de Janeiro, para abrilhantar ainda mais a apresentação, teremos essas cantoras incríveis. São grandes artistas, amigas de longa data, desde antes de eu morar no Rio. Agora estamos fazendo esse forrozão juntos”. E Alex Corrente finaliza dizendo que “o forró vai muito além da música. É interação, integração. É roda e dança de pares. É onde nascem novas amizades ao compasso da zabumba. O público pode esperar um show bem tradicional, pé de serra raiz, com uma linguagem contemporânea, sempre respeitando as nossas raízes, os que vieram antes de nós. Venha forrozear com a gente que será bom demais. Prepare o passo e o sorriso: o arrasta-pé já tá garantido”.

FICHA TÉCNICA | Pra Fazer Forró - e - Coordenação geral e idealização: Alex Corrente. Produção cultural e musical: Cicinho Silva. Músicos: Alex Corrente (voz e triângulo), Cicinho Silva (sanfona e coro), Rogério Marcos Sales (zabumba e coro) e Lincoln Pontes (cavaquinho e coro). Cantoras convidadas: Marimelo e Diane Terra. Técnico de som: Rodrigo Ramalho. Interprete de libras: Carla Regina. Fotografia e filmagem: Satoshi. Social media Sidney Franceschini. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Realização: Sesc RJ - Edital de Cultura Sesc RJ Pulsar.

Serviço

Show: Alex Corrente - em Pra Fazer Forró - e
Partipação especial: Marimelo
Dia 3 de julho - Sexta, às 20h
Ingressos gratuitos - Retirar 1 hora antes da apresentação.
Duração: 60 minutos. Classificação: 16 anos.
Acessibilidade: Interpretação em Libras.

Sesc Nogueira
Estrada do Calembe, 2000 - Nogueira. Petrópolis/RJ. 25330-760
https://www.sescrio.org.br/unidades/sesc-nogueira/ | Tel.: (21) 4020-2101 

Alex Corrente - @alexcorrenteof

Capixaba de timbre marcante e interpretação singular, Alex Corrente mergulhou no forró pé de serra, em 1998. Cantor, compositor e pesquisador dedicado à rica tradição da MPB nordestina, ele possui história em importantes festivais e casas de forró, com destaque para prêmios de Melhor Triangueiro no FENFIT (Festival de Itaúnas) e no Festival de Ilha Grande, ambos em 2008. Sua trajetória inclui passagens por bandas de referência como Forró Bagaceira, Quarteto Sanfonado, Trio Jatobá, Pisamaneiro (finalista do FENFIT 2008) e Os Cabras/RJ (campeões do FENFIT 2006). Em carreira solo desde 2012, radicado na cidade de São Paulo, Alex já dividiu o palco com nomes do porte de Hermelinda, Trio Nordestino, Trio Virgulino e Falamansa, entre outros. No repertório, suas criações próprias têm conquistado o público: "Pode Crer que Sou" (2017), "Deixa Quem Quiser Falar" (parceria com a cantora argentina Lu Garrote) e o animado "Baile dos Ratos", que viralizou nos bailes de forró pelo Brasil e no exterior. Desde 2019, sua presença em eventos internacionais vem crescendo. Foi destaque no Festival DineDine, em Lille (França), e realizou a primeira turnê europeia, levando seu show a cinco países, em 2019. Em 2022, lançou o videoclipe “Pra Fazer Forró” e circulou por sete países europeus, apresentando seu EP homônimo. Em 2025, Alex retornou à Europa com nova turnê, levando o forró pé de serra aos palcos de diversos países europeus, celebrando a tradição nordestina com modernidade e energia contagiante. Para 2026, Alex prepara o lançamento de seu novo EP, reafirmando-se como um dos principais nomes do gênero na cena contemporânea.

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

quinta-feira, 11 de junho de 2026

Escola municipal do Grajaú recebe o Forró Didático, ação do Gira Perifa sobre cultura musical nordestina

Evento tem participação de Fatel Barbosa, Fiona da Rabeca e Caio Coiote.

O projeto Gira Perifa vem promovendo ações e eventos nos territórios do Grajaú e Parelheiros para celebrar e fortalecer expressões culturais populares que moldaram a identidade dessas periferias da Zona Sul de São Paulo, algumas reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. No dia 16 de junho, terça-feira, a EMEF Profª. Eliza Rachel Macedo Souza, no Jardim Campinas (Grajaú), recebe o Forró Didático, quarta ação do Gira Perifa, contemplando alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental.

A atividade - com show da cantora Fatel Barbosa e da instrumentista Fiona da Rabeca - promove uma imersão no universo da música nordestina por meio de interpretações e releituras de clássicos do forró pé de serra, valorizando repertórios que expressam histórias, vivências e afetos. Além de roda de conversa, o evento conta com intervenção de dança com Caio Coiote e sua boneca de pano Carmelita.

Os artistas apresentam os principais ritmos e instrumentos do forró e compartilham curiosidades sobre artistas e contextos históricos das músicas interpretadas. O formato dialogado convida os(as) alunos(as) à participação ativa, estimulando momentos de interação, escuta e experimentação, tornando a experiência educativa e lúdica. Esta iniciativa busca aproximar as crianças dessa tradição cultural, estimulando conexões com suas próprias origens familiares, muitas vezes ligadas ao Nordeste e aos sertões brasileiros.

Realizado pela Associação Construindo Consciência, em parceria com o Instituto Cordel Sem Fronteiras e o coletivo Sertão Perifa, o projeto integra formação, arte, memória e pertencimento ao longo de 10 meses de ações. Este projeto foi realizado com recursos do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural.

Fatel Barbosa - Maria de Fátima, a Fatel Barbosa, é cantora e produtora cultural radicada em São Paulo desde 1989. Ganhou destaque nos anos 1990 com os álbuns Forró PlicPlá e Pra Fazer Chamego, produzidos por Téo Azevedo, e integrou o projeto Asa Branca, coordenado por Dominguinhos. Com trajetória marcada pela valorização da cultura nordestina, já dividiu momentos importantes com nomes como Luiz Gonzaga e participou do álbum Gonzagão 100 Anos (Grammy Latino em 2012). Segue atuando na difusão da música popular como produtora e colaboradora de iniciativas culturais. 

Fiona da Rabeca - Fiona é artista multi-instrumentista, produtora cultural e musical, além de arquiteta e urbanista. Desde criança, teve uma vivência musical intensa e diversa que contribuiu para sua sensibilidade e visão ampla sobre arte, cultura e música. Criada em um bairro periférico e rural de São Paulo, teve vivências próximas com famílias nordestinas e sempre foi apreciadora da cultura tradicional popular brasileira. Em 2019, mergulhou na pesquisa de culturas tradicionais e passou a tocar instrumentos como a rabeca, o pífano e o pandeiro. Atualmente, é uma artista pesquisadora que desponta no cenário do forró com seu trabalho autoral focado na rabeca, atuando em São Paulo. É idealizadora e produtora do evento Forró de Rabecas SP.

Caio Coiote e Boneca Carmelita - Caio Coiote, natural de Limoeiro na zona da mata norte pernambucana, é artesão poeta e brincante. Integra agremiações como o Boi Carinhoso e o Urso da Última Hora, folguedos populares de sua cidade natal. É poeta andarilho e artesão, tendo como inspiração as andanças pelo sul e norte do Brasil com seus artesanatos, poesias e canções pelas cidades e aldeias por onde passa. Foi o idealizador do Sarau de Cordas, projeto que abordava temáticas da cultura nordestina nas margens da cidade de São Paulo. No universo da cultura popular, interpreta a Lá Ursa, um folguedo pernambucano.

Serviço

Projeto: Gira Perifa - Forró Didático
Dia 16 de junho - Terça, das 13h30 às 16h30
Atividade: Show ao vivo, intervenção de dança e roda de conversa
Artistas: Fatel Barbosa, Fiona da Rabeca e Caio Coiote & Carmelita
Onde ocorre: EMEF Profª. Eliza Rachel Macedo Souza
R. Constelação do Eridano, 24 - Jardim Campinas / Grajaú. São Paulo/SP.
Evento restrito à escola.
Gira Perifa na rede: @gira.perifa

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

segunda-feira, 8 de junho de 2026

Gira Perifa promove evento sobre diversidade cultural nordestina em escola municipal no Grajaú

Atividade tem participação de Paulla Zeferino, João Gomes de Sá e Caio Coiote.

Paulla Zeferino, João Gomes de Sá, CaioCoiote - divulgação
O projeto Gira Perifa vem promovendo ações e eventos nos territórios do Grajaú e Parelheiros para celebrar e fortalecer as expressões culturais populares que moldaram a identidade dessas periferias da Zona Sul de São Paulo, algumas reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. No dia 9 de junho, terça-feira, os alunos da EMEF Profª Cleane Cavalcante Gomes, no Grajaú, recebe o Forró Didático, terceira ação do Gira Perifa.

A atividade - com show da cantora Paulla Zeferino - promove uma imersão no universo da música nordestina por meio de interpretações e releituras de clássicos do forró pé de serra, valorizando repertórios que expressam histórias, vivências e afetos. Além de roda de conversa, o evento conta ainda com intervenções de poesia de cordel com João Gomes de Sá (morador do Grajaú) e de dança com Caio Coiote e sua boneca de pano Carmelita.

Os artistas apresentam os principais ritmos e instrumentos do forró e compartilham curiosidades sobre artistas e contextos históricos das músicas interpretadas. O formato dialogado convida os(as) alunos(as) à participação ativa, estimulando momentos de interação, escuta e experimentação, tornando a experiência educativa e lúdica. Esta iniciativa busca aproximar as crianças dessa tradição cultural, estimulando conexões com suas próprias origens familiares, muitas vezes ligadas ao Nordeste e aos sertões brasileiros.

Realizado pela Associação Construindo Consciência, em parceria com o Instituto Cordel Sem Fronteiras e o coletivo Sertão Perifa, o projeto integra formação, arte, memória e pertencimento ao longo de 10 meses de ações. Este projeto foi realizado com recursos do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural.

Paulla Zeferino deu os primeiros passos na música no Coral da Escola do Auditório do Ibirapuera (2012), onde eram docentes artistas como Vanessa Moreno, Nailor Proveta, Vinicius Barros e outros. A partir de 2016, Paulla cursou Licenciatura em Música na USP. Em seu trabalho explora o rico repertório nordestino mostrando versatilidade como intérprete. A cantora também atua como preparadora vocal, arte-educadora e oficineira tendo como mote a cultura nordestina, as raízes do forró pé de serra e a potência da mulher.

João Gomes de Sá - Nascido em Água Branca, no sertão alagoano, e vivendo em São Paulo, João Gomes de Sá é autor de diversos livros, folhetos e xilogravuras, e membro da Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro e da Academia Alagoana de Literatura de Cordel. É formado em Letras pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), onde, em 1977, trabalhou como bolsista da Funarte no Museu de Antropologia e Folclore Dr. Théo Brandão. Entre suas atividades artísticas, ministra oficinas e palestras sobre literatura de cordel, folclore e xilogravura.

Caio Coiote e Boneca Carmelita - Caio Coiote, natural de Limoeiro na zona da mata norte pernambucana, é artesão poeta e brincante. Integra agremiações como o Boi Carinhoso e o Urso da Última Hora, folguedos populares de sua cidade natal. É poeta andarilho e artesão, tendo como inspiração as andanças pelo sul e norte do Brasil com seus artesanatos, poesias e canções pelas cidades e aldeias por onde passa. Foi o idealizador do Sarau de Cordas, projeto que abordava temáticas da cultura nordestina nas margens da cidade de São Paulo. No universo da cultura popular, interpreta a Lá Ursa, um folguedo pernambucano.

Projeto: Gira Perifa - Forró Didático
Dia 9 de junho - Terça, das 13h30 às 16h30
Atividade: Show ao vivo, intervenções artísticas e roda de conversa
Artistas: Paulla Zeferino, João Gomes de Sá e Caio Coiote & Carmelita

Onde ocorre: EMEF Profª Cleane Cavalcante Gomes
Rua Júlio Gadda, 1250. Jardim Sipramar, Grajaú. São Paulo/SP.
Evento restrito à escola.
Gira Perifa na rede: @gira.perifa

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

sexta-feira, 22 de maio de 2026

Projeto Gira Perifa leva cultura musical nordestina a alunos de escola estadual em Parelheiros

Evento tem participação de Fatel Barbosa, Forró Vila do Sossego e Caio Coiote.

O projeto Gira Perifa promove ações e eventos nos territórios do Grajaú e Parelheiros para celebrar e fortalecer as expressões culturais populares que moldaram a identidade dessas periferias da Zona Sul de São Paulo, algumas reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. No dia 26 de maio, terça-feira, os alunos do primeiro ano do ensino médio da E.E. Prisciliana Duarte de Almeida, em Parelheiros, recebe a segunda ação do Gira Perifa.

A atividade - que tem participação da cantora Fatel Barbosa e da banda Forró Vila do Sossego - promove uma imersão no universo da música nordestina por meio de interpretações e releituras de clássicos do forró pé de serra, valorizando repertórios que expressam histórias, vivências e afetos. Além de roda de conversa, o evento conta ainda com poesia de cordel e intervenção de dança com Caio Coiote e sua boneca de pano Carmelita.

Os artistas apresentam os principais ritmos e instrumentos do forró e compartilham curiosidades sobre artistas e contextos históricos das músicas interpretadas. O formato dialogado convida os(as) alunos(as) à participação ativa, estimulando momentos de interação, escuta e experimentação, tornando a experiência educativa e lúdica. Esta iniciativa busca aproximar as crianças dessa tradição cultural, estimulando conexões com suas próprias origens familiares, muitas vezes ligadas ao Nordeste e aos sertões brasileiros.

Realizado pela Associação Construindo Consciência, em parceria com o Instituto Cordel Sem Fronteiras e o coletivo Sertão Perifa, o projeto integra formação, arte, memória e pertencimento ao longo de 10 meses de ações. Este projeto foi realizado com recursos do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural.

Fatel Barbosa - Maria de Fátima, a Fatel Barbosa, é cantora e produtora cultural radicada em São Paulo desde 1989. Ganhou destaque nos anos 1990 com os álbuns Forró PlicPlá e Pra Fazer Chamego, produzidos por Téo Azevedo, e integrou o projeto Asa Branca, coordenado por Dominguinhos. Com trajetória marcada pela valorização da cultura nordestina, já dividiu momentos importantes com nomes como Luiz Gonzaga e participou do álbum Gonzagão 100 Anos (Grammy Latino em 2012). Segue atuando na difusão da música popular como produtora e colaboradora de iniciativas culturais. 

Forró Vila do Sossego - A banda apresenta um repertório que une musicalidade nordestina e influências urbanas, equilibrando tradição e contemporaneidade. Interpreta clássicos de mestres como Luiz Gonzaga, Zé Ramalho e Dominguinhos, além de revisitar sucessos do forró universitário dos anos 1990. Com passagens por espaços culturais de São Paulo, como o Centro Cultural São Paulo, SESC Interlagos e CTN, e participação em eventos como a Virada Cultural, o grupo consolida sua atuação na cena. O nome é uma homenagem à canção “Vila do Sossego”, de Zé Ramalho (1978). Entre as principais atividades estão saraus e eventos culturais, espaços de encontro comunitário que reúnem literatura de cordel, música ao vivo, oficinas, cursos e performances artísticas, que colocam em diálogo a tradição oral nordestina, a ancestralidade e a produção contemporânea de artistas periféricos.

Caio Coiote e Boneca Carmelita
- Caio Coiote, natural de Limoeiro na zona da mata norte pernambucana, é artesão poeta e brincante. Integra agremiações como o Boi Carinhoso e o Urso da Última Hora, folguedos populares de sua cidade natal. É poeta andarilho e artesão, tendo como inspiração as andanças pelo sul e norte do Brasil com seus artesanatos, poesias e canções pelas cidades e aldeias por onde passa. Foi o idealizador do Sarau de Cordas, projeto que abordava temáticas da cultura nordestina nas margens da cidade de São Paulo. No universo da cultura popular, interpreta a Lá Ursa, um folguedo pernambucano.

Serviço
Projeto Gira Perifa
26 de maio - Terça, das 13h30 às 16h30
Onde ocorre: E.E. Prisciliana Duarte de Almeida
Estr. Ecoturística de Parelheiros, 6820 - Parelheiros. São Paulo/SP.
Atividade: Shows ao vivo com roda de conversa
Artistas: Fatel Barbosa, Forró Vila do Sossego e Caio Coiote e Boneca Carmelita
Evento restrito à escola.
Gira Perifa na rede: @gira.perifa

O projeto Gira Perifa

Ao longo de 2026 e com ações em seis escolas públicas e três espaços culturais, o projeto Gira Perifa consiste em: implementação de duas cordeltecas; realização de três saraus; duas oficinas de fanzine, duas oficinas de xilogravura e duas oficinas de cordel; dois cursos de literatura de cordel para educadores; e 12 edições do Forró Didático (experiência que apresenta aos estudantes os ritmos, instrumentos e narrativas do forró pé de serra). 

O Gira Perifa é uma ação cultural que nasce da potência da periferia e gira a partir das pessoas. É um projeto que conecta música, literatura de cordel, oralidade e artes visuais como a xilogravura, tendo como base a cultura nordestina viva que pulsa nos territórios periféricos da zona sul de São Paulo. Mais do que realizar atividades culturais, o projeto propõe ativar saberes, memórias e talentos que já existem na periferia, reconhecendo o território como espaço de criação, conhecimento e identidade, pois é na periferia que a cultura se reinventa, se mistura e floresce.

As oficinas, cursos e saraus ocorrem nos espaços das cordeltecas, sendo instaladas na Associação Construindo Consciência (sede - Grajaú) e na Casa de Cultura Parelheiros. O Forró Didático acontece nas escolas - EMEF Eliza Rachel, EMEF Frei Damião EMEF, Florestan Fernandes, EMEF Jardim Sipramar, CIEJA Lélia Gonzalez, EE Prisciliana Duarte e no espaço cultural Casa diFatel, em Parelheiros.

Forró Didático - É uma vivência cultural e educativa que apresenta aos estudantes a riqueza do forró tradicional brasileiro, suas origens, instrumentos, ritmos e expressões artísticas. A atividade combina música ao vivo, demonstrações práticas, explicações históricas, interação com o público e experimentações corporais, oferecendo uma experiência dinâmica, divertida e formativa. Os educandos conhecem os elementos que compõem o forró pé de serra, como a sanfona, triângulo e zabumba, aprendem sobre a presença do baião, xote e arrasta-pé, e descobrem como a música nordestina se relaciona com a literatura oral, com as festas populares e com a história das migrações no Brasil. A condução é feita por artistas e educadores que apresentam o forró de forma acessível e envolvente, contextualizando sua importância cultural e incentivando a participação do público por meio de pequenas dinâmicas rítmicas, escuta ativa, canto e movimentos simples de dança. É uma ação que une educação, arte, memória e afeto, valorizando a diversidade cultural brasileira dentro do ambiente escolar.

Cordeltecas - Espaços permanentes de convivência literária e mediação cultural dedicados à literatura de cordel com acervo circulante, leitura compartilhada, distribuição de folhetos, rodas temáticas e atividades artísticas. As Cordeltecas funcionam como ambientes acessíveis de fruição, criação e formação comunitária.

Saraus e Eventos Culturais - Encontros artísticos com declamação de cordéis, performances de poesia falada, cantorias com repentistas, apresentações musicais de forró, participação de grupos culturais locais e microfone aberto. Os saraus valorizam a tradição oral, fortalecem a identidade cultural do território, os vínculos de identidade e ampliam o acesso democrático à cultura.

Oficina de Xilogravura - Introdução teórico-prática à gravura em alto-relevo, abordando: história da xilogravura popular, relação com a literatura de cordel, técnicas de desenho, gravação e impressão em matriz de madeira. Os participantes produzem uma matriz, realizam impressões manuais e terão os trabalhos expostos nos espaços das cordeltecas para apreciação do público durante o projeto.

Oficina de Cordel - Vivência prática sobre a tradição da Literatura de Cordel – Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, abordando métrica, rima, ritmo, figuras de linguagem e estrutura narrativa. Os participantes criam seu próprio folheto, aprendendo a transformar histórias e temas cotidianos em versos.

Oficina de Fanzine - Atividade criativa que combina poesia, colagem, desenho e narrativa visual para produção de fanzines artesanais. Estimula a produção, edição, circulação e fruição da produção poética e visual dos autores em seu território ampliando a comunicação comunitária.

Curso de Cordel para Educadores - Formação aprofundada sobre história, autores clássicos, diásporas do cordel, estruturas poéticas (sextilhas, setilhas e décimas), uso pedagógico da literatura popular, escrita de folhetos, análise de referências e práticas de leitura nas escolas. Voltado a professores, educadores, estudantes e agentes culturais. 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

terça-feira, 12 de maio de 2026

Cia de Teatro Heliópolis abre inscrições gratuitas para oficina de voz com Heloisa de Lima

Foto de Dayse Serena

A Companhia de Teatro Heliópolis está com inscrições abertas - até o dia 27 de maio de 2026 - para a oficina de formação Voz e Voo: O Canto como Alimento e Instrumento, ministrada pela cantora Heloisa de Lima. Os interessados, maiores de 18 anos, podem se inscrever gratuitamente pelo formulário disponível na página da Companhia no Instagram - @ciadetetroheliopolis.

As aulas ocorrem na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, sede da Companhia de Teatro Heliópolis, localizada no bairro do Ipiranga, em São Paulo, entre os dias 3 de junho a 26 de agosto, às quartas-feiras, das 19h às 22h.

A oficina Voz e Voo: O Canto como Alimento e Instrumento propõe um espaço de experimentação e estudo da voz. Por meio da improvisação musical, do jogo, do diálogo e do universo da música popular brasileira, estimula um cantar para intervir: nutrir a alma e desenvolver a ferramenta. “Cantar é alçar voo e nutrir a terra. Quem canta, os males encanta. Quem canta, esculpe o ar e se move”, argumenta Heloisa de Lima.

Heloisa de Lima é cantora, compositora, poeta, artista educadora e musicoterapeuta. De experiência diversa e livre, tem como fonte de pesquisa a cultura popular brasileira e suas manifestações artístico-culturais. É técnica em regência de coros e canto popular, e graduada e em musicoterapia. Integra o Núcleo de Estudos em Corporeidades Negras e o grupo Flor de Cosme: Arte e Infância.

Esta ação integra o projeto Manutenção e Modernização Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho - Sede da Companhia de Teatro Heliópolis, Contemplado no Edital Nº 38/2024 Fomento CULTSP PNAB Módulo I, Nº de Inscrição: 38/2024-1725.0501.7433, cujo objetivo é a manutenção das atividades do espaço pelo período de 18 meses. Toda a programação pode ser acompanhada pelas redes sociais da CTH.

Serviço

Oficina de voz/canto: Voz e Voo: O Canto como Alimento e Instrumento
Com: Heloisa de Lima
Inscrições gratuitas: Até 27/05/2026.
Formulário: instagram.com/ciadeteatroheliopolis/
Indicação: interessados em artes cênicas e canto, maiores de 18 anos.
Quando ocorre: De 03 de junho a 26 de agosto - Quartas, das 19h às 22h.
Onde ocorre: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533 - Ipiranga. São Paulo/SP.
Telefone: (11) 2060-0318 (WhatsApp).
Transporte público - Metrô e Terminal de Ônibus Sacomã.
Instagram: @ciadeteatroheliopolis | Facebook: @companhiadeteatro.heliopolis

Informações à imprensa - VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 – verbena@verbena.com.br

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Cia de Teatro Heliópolis abre inscrições para residência artística em sua sede

A Companhia de Teatro Heliópolis está com inscrições abertas para grupos teatrais interessados em realizar Residência Artística em sua sede, na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, localizada no bairro Ipiranga. Os interessados devem se inscrever, até o dia 22 de maio de 2026, por meio de link disponível na Bio da página da companhia no Instagram - @ciadeteatroheliópolis.

Esta ação prevê a residência de dois grupos por um período de quatro meses cada, que resultará em abertura de processo criativo aberto ao público em duas apresentações gratuitas. Para tanto, ambos receberão ajuda de custo no valor de R$ 4.000,00 pelo período. Os nomes dos selecionados serão divulgados no dia 26 de maio pelas redes sociais da companhia.

A ocupação dos grupos residentes será efetivada da seguinte forma: Grupo 1 - de 03 de junho a 30 de setembro, às quartas-feiras, das 14h às 17h, com apresentação nos dias 29 e 30 de setembro; e Grupo 2 - de 08 de junho a 28 de setembro, às segundas-feiras, das 14h às 17h, com apresentação nos dias 27 e 28 de setembro.

“Como fazedores de teatro, sabemos da dificuldade de encontrar um espaço adequado para realizar nossos estudos teóricos/práticos na cidade de São Paulo. Sabemos da importância de se ter um espaço adequado para desenvolver pesquisas e apresentar nossos trabalhos, por isso, compartilhamos o espaço da nossa sede com outros coletivos”, comenta Miguel Rocha, diretor da Companhia de Teatro Heliópolis.

Esta iniciativa integra as ações do projeto Manutenção e Modernização Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho - Sede da Companhia de Teatro Heliópolis, Contemplado no Edital Nº 38/2024 Fomento CULTSP PNAB Módulo I, Nº de Inscrição: 38/2024-1725.0501.7433, cujo objetivo é a manutenção das atividades do espaço pelo período de 18 meses.

Serviço 

Residência Artística – Inscrições abertas
Até 22 de maio: https://www.instagram.com/ciadeteatroheliopolis/
Resultado dos selecionados: 26 de maio
Período de ocupação: 03 de junho a 30 de setembro 

Companhia de Teatro Heliópolis
Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533 - Ipiranga. São Paulo/SP.
Transporte público: Metrô e Terminal de Ônibus Sacomã.
IG: @ciadeteatroheliopolis | FB: @companhiadeteatro.heliopolis

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

Conservatório de Tatuí recebe show do Banduo lançando Dobras, concebido para dois bandolins

Rafael e Esteves Maik Oliveira (foto de Rebeca Figueiredo)
Álbum de Maik Oliveira e Rafael Esteves apresenta as possibilidades sonoras do bandolim, um dos instrumentos mais emblemáticos da música brasileira, mesclando choro com música instrumental e de câmera.

No dia 15 de maio, sexta, às 18h, o Conservatório de Tatuí, recebe o show de lançamento do álbum Dobras do Banduo, duo formado pelos bandolinistas Maik Oliveira e Rafael Esteves. A apresentação, gratuita, ocorre no Grande Salão Villa-Lobos e conta com participação especial de Victor Guedes (violão tenor). A apresentação oferece acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescrição, espaços reservados e mediação para o acolhimento de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos.

Esse trabalho integra o projeto Banduo - O Bandolim e Suas Texturas, lançado pelo duo, em 2025, no qual exploram as possibilidades sonoras do bandolim. Com direção musical de Alisson Amador, o álbum apresenta 10 faixas inéditas, entre composições próprias e de outros autores, feitas especialmente para o Banduo. Os arranjos trazem assinaturas de quatro instrumentistas, referências na cena contemporânea - Edmilson Capelupi, Milton Mori, Marcílio Lopes e Alisson Amador, além do próprio Rafael Esteves.

Nesse dueto, o virtuosismo de Maik Oliveira e Rafael Esteves é aplicado às possibilidades do bandolim, mesclando influências do choro com o instrumental brasileiro e a música de câmara (com destaque para J.S. Bach) em busca de sonoridades inovadoras e potentes. O flerte com a música camerística traz uma singularidade muito em virtude da formação inusitada de dois bandolins. Os músicos ressaltam a importância desse encontro sonoro de dois instrumentistas que começaram tocando samba e pagode na periferia de São Paulo - Maik em São Bernardo do Campo e Rafael em Guarulhos - até iniciarem no universo do choro. E agora, o encontro com Alisson Amador, músico de formação clássica, natural de Heliópolis, que chegou para contribuir, inicialmente como professor de rítmica, chegando à direção musical pela sintonia identitária com os artistas e com o trabalho do Banduo.

O bandolim - instrumento emblemático da música brasileira, ligado a nomes como Jacob do Bandolim, Luperce Miranda, Isaías Bueno e Déo Rian - ganhou um novo olhar nesse projeto pelo diálogo entre o choro e a música de câmara, ampliado por uma abordagem contemporânea capaz de atrair os ouvintes mais diversos.

Maik Oliveira é bandolinista com mais de 20 anos de trajetória. Tocou com nomes como Inezita Barroso, Paulinho da Viola, Elton Medeiros, Nilze Carvalho, Eduardo Gudin, Sérgio Reis e Rolando Boldrin. Foi aluno de Jane do Bandolim, Edmilson Capelupi, Silvia Góes e Luizinho 7 Cordas. Atualmente tem seu trabalho solo, Maik Oliveira e Regional, e integra os grupos de Marina de la Riva e Paula Sanches.

Rafael Esteves é bandolinista, educador, compositor e arranjador. Venceu o Festival Jorge Assad com o Quarteto Pizindim, com o qual se apresenta em unidades do Sesc e outros circuitos culturais. Como solista, já atuou com a OCAM-USP e com grandes nomes da música brasileira como Dona Ivone Lara, Monarco, Almir Guineto e Péricles.

O projeto Banduo - O Banduo - O Bandolim e Suas Texturas é um projeto realizado com recursos do edital PNAB 24/2024 de Gravação e Lançamento de Álbum Musical Inédito, com apoio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB); do Programa de Ação Cultural - ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo; e do Ministério da Cultura e do Governo Federal. Além da gravação do álbum, o Banduo realizou circulação com sete apresentações: dois concertos didáticos e cinco shows (pré-lançamento e lançamento). Nos concertos didáticos, realizados em polos do Projeto Guri, o duo compartilhou com os alunos o processo criativo, a preparação do disco, a criação dos arranjos e a construção do repertório, além de abordar o bandolim e sua história.

Ficha técnica - Banduo: Rafael Esteves e Maik Oliveira (bandolins). Músico convidado: Victor Guedes (violão tenor). Técnico de som: Mauricio Takao. Intérprete de Libras: Elaine Sampaio. Audiodescrição: Ver Com Palavras. Mediação: Maytê Amarante. Assessoria em acessibilidade: Manoel Negraes (Vias Abertas - Comunicação, Cultura e Inclusão). Fotos: Rebeca Figueiredo. Designer gráfico e identidade visual: Bruno Conde. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Concepção do projeto: Rafael Esteves e Maik Oliveira. Produção: Leonardo Escobar (PiÔ - Produção e Projetos). Data de lançamento do álbum: 27/02/2026.

Serviço
Show/lançamento: Banduo - Dobras
Data: 15 de maio de 2026 - Sexta, às 18h
Ingressos: Gratuitos – Sem distribuição de ingressos.
Duração: 60 min. Classificação: Livre.
Local: Conservatório de Tatuí - Grande Salão Villa Lobos
Rua São Bento, 415 – Centro. Tatuí/SP. Tel.: (15) 3205-8445 

Banduo na rede: https://www.instagram.com/obanduo/
Linktree: https://linktr.ee/obanduo
Ouça o disco: https://linktr.ee/obanduo

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br