terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Espetáculo O Banquete no Éden volta ao cartaz em temporada comemorativa na sede do Grupo Trapo

Foto de Juan Pablo

Após o sucesso de crítica e público, em 2023, o Grupo Trapo retorna ao palco com o espetáculo O Banquete no Éden para uma curta temporada especial no mês de março. A retomada celebra não apenas a força do espetáculo, mas também a trajetória de 25 anos de pesquisa, criação e radicalidade cênica que marca o trabalho do coletivo. As apresentações ocorrem entre os dias 06 e 28 de março de 2026, às sextas e aos sábados, às 20h30, na sede do grupo - Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura.

 

Concebido e dirigido por Muriel Vittorea, O Banquete no Éden reafirma o teatro como território de encontro, rito e confronto sensível. A nova temporada reúne o mesmo elenco que apresentou de 2023, retomando a obra em sua potência original e aprofundando a experiência compartilhada entre intérpretes e público.

 

O espetáculo mergulha na tensão entre desejo, rito e origem, evocando o mito do Jardim do Éden não como narrativa religiosa, mas como metáfora primordial dos conflitos humanos. Aqui, o paraíso deixa de ser um lugar idealizado e passa a existir como um estado de embriaguez física e simbólica - um espaço limiar onde corpo, memória e violência se tocam.

 

Com uma linguagem híbrida que transita entre performance, teatro épico e imagens alegóricas, a montagem propõe um jogo cênico centrado na mesa do banquete: espaço de convívio, exposição e ruptura. Cada gesto revela a urgência do encontro e a fragilidade das aparências, instaurando um ritual de carne e pulsação no qual os intérpretes atravessam estados limítrofes entre o humano, o animal e o mítico.

 

O Banquete no Éden é um rito de atravessamento. Não buscamos reconstruir o mito, mas desmontá-lo, revelar suas fraturas e devolver ao público a pergunta que ele insiste em preservar: o que os mitos ainda nos ensinam sobre a forma como nos relacionamos?”, afirma Muriel Vittorea, que assina concepção, dramaturgia e encenação.

 

Ao longo da apresentação, os atores permanecem em constante transformação, acionando fisicalidade extrema, imagem e vibração sonora para construir uma atmosfera densa e simbólica. Entre respirações, sombras e pequenos rituais, o espetáculo tensiona amor, ferida, sacrifício e desejo, criando um campo de presença onde cada corpo é também memória e testemunho.

 

A temporada de março marca o retorno simbólico do Grupo Trapo ao seu espaço de criação e pesquisa, reafirmando o corpo como linguagem e o teatro como rito contemporâneo, em uma celebração do percurso do grupo e da força do encontro ao vivo.

 

Sinopse - Entre mito e carne, personagens do Éden reimaginado e figuras ficcionais se encontram em um espaço que é, simultaneamente, jardim, deserto e altar. Cada gesto desfaz e refaz vínculos, revelando o que há de luminoso e cruel no encontro humano. O público é convidado a atravessar esse território sensorial onde o Éden deixa de ser promessa e se torna espelho - um reflexo instável de nossos desejos, conflitos e sombras.

FICHA TÉCNICA - Direção e concepção: Muriel Vittorea. Elenco: Bruno Macedo/Ismael Silva (Lior), Gui Vieira (Caim), Lis Nunes (Lilith), Nalu Oliveira (Sara) Pedro Henrique Meeta (Adão), Suellen Santos (Eva), Zé Carlos de Oliveira (Abel) e Well Nascimento (Umbra). Cenário: Muriel Vittorea. Iluminação: Muriel Vittorea. Produção: Grupo Trapo. Assistência de produção: Diego Brito, Kalil Zarif. Social media: Pedro Henrique Meeta. Edição de arte: Lis Nunes. Fotos: Juan Pablo. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Idealização e realização: Grupo Trapo.

Serviço                                                                                               

Espetáculo: O Banquete no Éden
Com: Grupo Trapo
Temporada: 6 e 7, 13 e 14, 20 e 21, 27 e 28 de março de 2026
Horários: Sextas e sábados, as 20h30
Ingressos: R$ 80,00 (inteira) e R$ 40,00 (meia-entrada)
Vendas online: www.sympla.com.br/produtor/grupotrapo ou link no Instagram - @grupotrapo.  Não haverá bilheteria no local.
Duração: 70 min. Classificação: 18 anos (linguagem inapropriada, violência, nudez e tema sensível). Gênero: Tragédia antropogênese em família. 

Local: Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura
Rua Pedro Taques, 108 - Consolação. São Paulo/SP.
Acesso fácil: Metrô Higienópolis-Mackenzie. 

Informações importantes para o público:
Por respeito ao público e aos artistas, a entrada após o início do espetáculo não será permitida.
- Pedimos que todos cheguem com pelo menos 30 minutos de antecedência.
- Em caso de atraso, o valor do ingresso não será reembolsado.
- Não é permitido fotografar ou filmar a peça.
- Em caso de cancelamento ou alteração de data/horário do espetáculo, informaremos pelos canais oficiais de comunicação (Instagram - @grupotrapo e @nossocantoteatro). Nesses casos, o público poderá optar pela troca de ingressos para uma nova sessão ou pelo reembolso integral. 

O grupo

O Grupo Trapo foi criado no ano 2000 pelo ator e diretor Muriel Vitória, em São Paulo. Desenvolve trabalhos baseados em comportamentos humanos e na cultura popular utilizando como expressão e estética os elementos corporais pautados no ‘teatro de investigação corporal’. Suas montagens teatrais são apresentadas em espaços populares buscando contemplar todos os públicos e fomentar temas pertinentes à sociedade atual, mediadas principalmente por questões que afetam a todos direta ou indiretamente, seja nos conceitos, nas relações pessoais ou mesmo na própria arte, na crença, na cultura popular. Atua diretamente na região central da cidade, no bairro da Consolação, em seu teatro-sede - Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura. Apoia iniciativas e resiste, há 25 anos, com ações que visam o estreitamento de laços entre arte e sociedade.

Repertório / espetáculos: Tanto Frida Quanto Eu (2026), O Auto de Aparecida (2025), O Banquete no Éden (2024, remontagem), Jorge - Uma Ode ao Cavaleiro dos Dois Mundos (2023), Sobrevidas (2022); Savoir - Faire Éden (2020), As Desventuras de Pinóquio (2020), O Banquete no Éden (2019), Escola de Mulheres 2000 D/C (2019), As Desmemorias da Emília - A Marquesa de Rabicó (2019), Abelha Rainha (2017), O Quintal da Casa de Doroty, inspirado na obra de L. Frank Baum (2015), Levi (2015), O Planeta Fantástico do Principezinho, inspirado na obra de Antoine de Sant- Exupéry (2014); O Sorriso do Gato de Alice, inspirado na obra de Lewis Carrol (2014), Senhora Sertão, Menina, de Muriel Vitória (2015); Salve Rainha, de Muriel Vitória (2015), Pane no Circo, de Muriel Vitória (2009), O Sítio e Alice, baseado na obra de Monteiro Lobato, direção e adaptação de Muriel Vitória (2005), e Chega de Estresse, de Muriel Vitória (2000).

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181- verbena@verbena.com.brShare Button

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

Cia de Teatro Heliópolis abre inscrições gratuitas para oficinas de dança afro e corpo em movimento

Janette Santiago e Ana Flor de Carvalho / Divulgação

A Companhia de Teatro Heliópolis está com inscrições abertas para duas oficinas de formação gratuitas. Artista da dança e do corpo, Janette Santiago ministra a oficina de dança Experimentos Afro Corpóreos - Diálogos com o Tempo, entre os dias 3 de março e 29 de maio, às quartas e sextas, das 19h às 22h. Já a dançarina e cantora Ana Flor de Carvalho conduz a vivência corporal Corpo Caminho - Memória em Movimento, que ocorre no período de 9 de março a 25 de maio, às segundas-feiras, das 19h às 22h.

Os interessados, maiores de 18 anos, devem preencher formulário disponível na Bio da página da companhia no Instagram - @ciadetetroheliópolis. As aulas ocorrem na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, sede da companhia, no bairro do Ipiranga, em São Paulo.

Estas ações integram o projeto Manutenção e Modernização Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho - Sede da Companhia de Teatro Heliópolis, Contemplado no Edital Nº 38/2024 Fomento CULTSP PNAB Módulo I, Nº de Inscrição: 38/2024-1725.0501.7433, cujo objetivo é a manutenção das atividades do espaço pelo período de 18 meses. Toda a programação será divulgada oportunamente, e poderá ser acompanhada pelas redes sociais da Companhia.

Experimentos Afro Corpóreos - Diálogos com o Tempo - com Janette Santiago

A atividade se trata de uma aula de dança negra que parte de abordagens baseadas na investigação das corporeidades afro-diaspóricas para tecer um diálogo sensível entre o que fomos, o que somos e o espaço que ocupamos. A oficina é um convite para quem deseja pausar a pressa e mergulhar em uma escuta profunda de si. Não se trata apenas de aprender movimentos, mas de descobrir, no seu próprio ritmo, caminhos que despertem leveza, presença e curiosidade, construindo, na relação com o coletivo, um terreno seguro de aprendizagem e uma memória positiva do 'fazer dançar'. Na travessia de dois encontros semanais, a dança nasce de um diálogo sensível e continuado entre corpo, memória e espaço. A voz e a escrita surgem como rastros graduais de registro, ajudando a sedimentar uma memória viva do processo.

Janette Santiago habita o entrelaço da dança, do teatro e da educação. Artista da cena e do corpo, é também educadora, manipuladora de bonecos e orientadora corporal. Sua pesquisa nasce das corporeidades afro-diaspóricas, onde pulsa memória, invenção e encontro. Fez parte do corpo docente da Escola de Dança de São Paulo, Escola Livre de Dança de Santo André e Escola Livre de Teatro de Santo André. Como orientadora corporal, colaborou com as companhias Os Crespos, Cia Heliópolis, Cia Livre de Teatro, Cia Quatro Ventos e outras. Sua atuação também se estende ao audiovisual, tendo participado da série Nós Negros (SescTV) e do videodança Sobretudo (exibido na Bienal Sesc de Dança de 2019). Integrou projetos como IC para Crianças (Itaú Cultural), Obìnrin - Corpo e Voz para Resistir e Experiências Negras (Instituto Tomie Ohtake). Ministrou vivências de dança e ações formativas nos espaços Instituto Criar, Fundação Casa, Sesc’s e Bloco Afro Ilú Obá de Min.

Corpo Caminho - Memória em Movimento - com Ana Flor de Carvalho

Esta vivência de corpo nasce da experiência de Ana Flor de Carvalho junto às comunidades tradicionais, em diálogo com a Análise do Movimento de Laban, e dos saberes compartilhados no fazer coletivo. A partir de brincadeiras cantadas, da capoeira, do bumba-meu-boi, do cacuriá e da dança do caroço, propõe uma escuta sensível do corpo em movimento, reconhecendo gestos que emergem do cotidiano, do trabalho, da festa e da relação com a terra. O percurso atravessa as movimentações naturais, investigando como o corpo se organiza, se adapta e se expressa quando cruza a natureza, o ritmo e a oralidade. A vivência articula princípios do Laban - esforço, espaço, tempo e fluência - com práticas tradicionais, ampliando a percepção do movimento como linguagem viva. Mais do que aprender formas, convida à experiência do corpo como território de memória, ancestralidade e criação, onde tradição e invenção se encontram em fluxo contínuo.

Formada em Letras pela USP, e pós-graduada em Culturas Populares e Tradicionais, poeta, compositora e intérprete, Ana Flor de Carvalho é filha da pesquisadora Daraína Pregnolatto e do mestre Tião Carvalho. Vivenciou diversas expressões e matrizes da cultura popular brasileira nos grupos Cupuaçu (SP) e Flor de Pequi (GO), assim tendo desde cedo atuação como educadora e hoje é formadora na área. Integrou, como cantora, a banda Zafenate, que tem projetos paralelos na educação de jovens da periferia e na agroecologia. Participou de shows e gravações de álbuns de artistas da MPB - Coco Raízes de Arcoverde, Zeca Baleiro, Tião Carvalho, Ana Maria Carvalho, Lia de Itamaracá, Vitoru e outros. Integra o coletivo Poesia Maloqueirista (que visa o diálogo popular, com identidade mambembe, com ações e publicações) e a banda Forró do Assaré (criada por mulheres, atuando na difusão de músicas e compositores do universo do forró). É capoeirista no Grupo Nzinga de Capoeira Angola e atriz no Grupo Xingó. Atuou no filme O Tronco (de João Batista de Andrade) e no espetáculo Territórios de Resistência, Narrativas em Disputa - Florestanias, Sertanias, Ribeirias (de Maria Thais). Depois do projeto solo Ana Flor em seu Jardim (músicas da América Latina e autorais), veio Pranto Terra (álbum lançado em 2025 com suas próprias canções e de amigos).

O projeto

Durante a execução do projeto Manutenção e Modernização Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho serão desenvolvidas diversas atividades de formação, difusão e intercâmbios, todas oferecidas ao público de forma gratuita. O projeto também prevê a modernização do espaço com de aquisição de equipamentos de luz, som e vídeo e móveis, o que vai proporcionar melhorias nas condições técnicas assim como na acolhida do público.

As Oficinas de Formação - teatro, voz, produção teatral, corpo e dança afro - foram elaboradas com o propósito de oferecer aos participantes uma ampliação de seus repertórios e experiências artísticas. Também será realizada uma Oficina Formação Teatral em Escola Pública para alunos na EMEF Campos Salles, em Heliópolis.

A programação prevê ainda apresentação de espetáculos convidados conjugados a workshop ministrados por integrantes dos grupos, rodas de conversa para debater temas contemporâneos como as questões da negritude brasileira, a causa LGBTQI+ e o feminismo, entre outros, residência artística para grupos de teatro, uma publicação virtual com registros textuais e imagéticos dos participantes do projeto e uma curta temporada do espetáculo Cárcere ou Porque As Mulheres Viram Búfalos (texto de Dione Carlos e encenação de Miguel Rocha) com Desmontagem comentada sobre o percurso criativo que originou a obra, além de expor as provocações éticas e escolhas estéticas feitas no processo.

Serviço

Oficinas de formação
Inscrições gratuitas - Formulário: instagram.com/ciadeteatroheliopolis/
Indicação: interessados em artes cênicas, maiores de 18 anos.

Oficina:
Experimentos Afro Corpóreos - Diálogos com o Tempo
Com Janette Santiago
Inscrições: Até 20/02/2026
Quando ocorre: 03 de março a 29 de maio - Quartas e sextas - 19h às 22h

Oficina: Corpo Caminho - Memória em Movimento
Com Ana Flor de Carvalho
Inscrições: Até 03/03/2026
Quando ocorre: 09 de março a 25 de maio - Segundas - 19h às 22h 

Onde ocorre: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1.533 - Ipiranga. São Paulo/SP
Telefone: (11) 2060-0318 (WhatsApp)
Transporte público - Metrô e Terminal de Ônibus Sacomã.

Instagram: @ciadeteatroheliopolis | Facebook: @companhiadeteatro.heliopolis 

Informações à imprensa - VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 – verbena@verbena.com.br

Videoinstalação de Ruy Bento Vidal leva imersão, reflexo e reflexão ao Centro de Referência da Dança

Imagem da videoinstalação (foto/Lilica)
No dia 28 de fevereiro de 2026, sábado, às 14h, o artista visual Ruy Bento Vidal inaugura a videoinstalação imersiva Dança Comigo Essa Noite? no Centro de Referência da Dança, em São Paulo. Em curta temporada, a instalação segue aberta à visitação gratuita até o dia 16 de março, de segunda a sexta, das 10h às 21h, e aos sábados, das 14h às 21h.

A obra - que propicia uma imersão sensorial na poética do ser e estar em movimentos, sons e ilusões - apresenta a reflexão de um Ser Presente e de um Ser Virtual com a possibilidade de se conectarem em tempos e espaços etéreos. A ilusão virtual e o real colocam os espectadores em movimento, levando-os por uma trajetória na qual a experiência sensorial é vivenciada pela visão de diferentes ângulos e espacialidade.

Ruy Bento Vidal afirma que “Dança Comigo Essa Noite? busca difundir a arte como um meio de transformação e percepção sensorial, além de impactar o público nos possíveis planos de ser e de estar. Por meio do estímulo física-mental-sensorial, numa ação lúdica, a proposta é levar a arte a um papel de experimentação artística na qual o ‘ser’ proporciona sensações para além da sua existência”.

O espaço cenográfico é composto por faixas de voal (tecido leve, fino e transparente) suspensas onde ocorrem projeções de imagens da natureza, entremeadas por painéis verticais de acetato espelhado, criando um espaço de interação. As imagens em vídeo refletem nas telas de tecido ao mesmo tempo em que as imagens dos visitantes são multi-refletidas nos painéis espelhados em um sedutor jogo de imagens que lhes convida: “Dança Comigo Essa Noite?”.

O espectador vai interagir, e refletir, com a imagem de um indígena que surge em expressão corporal análoga à letra Y, com pernas juntas e braços levantados (o corpo coberto por grafismo indígenas). O indígena “pagão” masculino inicia sua dança enquanto se contamina com a evangelização cristã. Os grafismos pagãos vão se apagando até ele se tornar um “civilizado sagrado”, sem nenhum registro de sua ancestralidade. Um raio provoca nele um choque de consciência. Recebe uma veste civilizada, um short. Outro raio! E, apesar da vestimenta, fecunda-se de sua ancestralidade, mesmo no ambiente “civilizado”. Começa, então, a receber novamente no corpo os seus signos ancestrais. Agora aparece renascido indígena ancestral com o corpo recoberto de sua identidade original. 

Realizado com o apoio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa e Governo do Estado de São Paulo, o projeto Dança Comigo Essa Noite? propõe acentuar a espacialidade e transcendência do público para exaltar e alertar sobre os direitos dos povos indígenas, sobretudo no reconhecimento à sua ancestralidade.

Serviço

Vídeoinstalação: Dança Comigo Essa Noite?

Artista: Ruy Bento Vidal
Abertura: 28 de fevereiro - Sábado, às 14h
Temporada: 28 de fevereiro à 16 de março de 2026
Horários: Segunda a sexta, das 10h às 21h, e sábado, das 14h às 21h
Visitação gratuita. Classificação: Livre.
Siga a vídeoinstalação: Instagram.com/ruybentovidal 

Centro de Referência da Dança

Galeria Formosa - Baixos do Viaduto do Chá.
Praça Ramos de Azevedo, S/N - Centro Histórico. SP/SP. CEP: 01037-000.
Tel.: (11) 3214-3249. Na rede: @crdancasp.

FICHA TÉCNICA (videoinstalação) - Dança Comigo Essa Noite? - Autor: Ruy Bento Vidal. Direção fotográfica: Alex Ribeiro. Edição / 1ª câmera: Eduardo Acevedo. Trilha sonora: Fernando Dias Martins Netto. Ator performer: Aury Porto. Coreógrafo indígena: Jandé Nhandu Potyguara. Grafismo indígena: Mbondjapé. Coordenação geral: Corpo Rastreado. Administração: Tatiane Aragão de Andrade. Som: Studio Sonora Indoor. Vídeo: Salinas Audiovisual. Making of: Lilica. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Apoio / projeto: Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa e Governo do Estado de São Paulo.

Ruy Bento Vidal

Paulistano, Ruy Bento Vidal é artista visual e diretor e produtor de cinema, graduado em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP (1978). Foi sócio-diretor da Construtora Rizzano (1979 - 1986), da Nave Mater Indústria e Comércio (1989 - 2000) e do Studio RBV Criações Artísticas (desde 2000).

Sua trajetória de mais de 50 anos de atuação tem destaque em trabalhos de cenografia urbana e de palco, em vídeoarte e em vídeoinstalações. Entre as instalações de arte, destaque para Seres em Arame (Memorial da América Latina), Mulheres de 68 (Osasco) e Natal Praça do Obelisco (Parque do Ibirapuera). Já em vídeoinstalações, Almas Aflitas (Memorial América Latina), Mar de Lágrimas (Museu Paulo Setúbal, Tatuí), Amores Possíveis (Clube Paineiras do Morumby) e Vídeo Instalação Holográfica (Alameda Janiah, SP).

Para unidades do Sesc São Paulo, criou as cenografias Mar de Águas Vivas (Ipiranga - Virada Cultural), Tendas de Luz, De Buriquioca a Bertioga e Copa 2014 (Bertioga). Também criou cenografias para prefeituras de São Paulo, Osasco, Carapicuíba e São Bernardo do Campo. Assinou cenografias de palco para shows de Maga Lieri (Centro Cultural São Paulo), Marcos Murimbau (Teatro Guaralhufa e Livraria da Vila), Fredi Jon / Irmãs Galvão (Itaú Cultural), Movimento Elefantes (Teatro da Vila), Grupo Araticum (Teatro da Vila) e para o espetáculo Ensaio Sobre a Orgia (Espaço Pinho de Riga), além das criações XIX Olimpíadas (Ginásio São Paulo Futebol Clube) e Saravá Ogum (Ginásio Municipal de Osasco).

Ruy atua também na direção e produção de filmes de curta-metragem, entre os quais O All Star e o Sax (2015 - Melhor Filme Experimental no Festival Internacional de Curtas-metragens de Villavicenzo - FICVI, Colômbia), Boxed in (2017), Asas de Encontro (2019), Almas Aflitas (2019) e Camélias (2023), além de Anno Domini e Fênix Astral, ambos em fase de finalização. Publicou os livros Receita de Prazeres (2012), que traz receitas em forma de poesia erótica, e a trilogia Explícito 1, Explícito 2 e Explícito 3 (2020), livros de poesias e crônicas que resultaram em roteiros para seus filmes. 

Informações à imprensa - VERBENA Assessoria
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segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos faz curta temporada na sede da Cia. de Teatro Heliópolis

Foto de TIGGAZ 

A Companhia de Teatro Heliópolis volta ao cartaz com CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos, premiada montagem com encenação de Miguel Rocha e texto de Dione Carlos. A temporada ocorre no período de 19 de fevereiro a 01 de março 2026, na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, no Ipiranga, com sessões quintas, sextas e sábados, às 20h, e domingos, às 18h.

Em 2022, CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos ganhou o Prêmio APCA (Dramaturgia; indicado também em Direção), Prêmio SHELL de Teatro (Dramaturgia e Música; indicado em Direção) e VI Prêmio Leda Maria Martins (Ancestralidade), além de ter sido relacionado entre os Melhores Espetáculos do Ano pela Folha de S.Paulo.

A montagem aborda a forte presença feminina no contexto do cárcere. O enredo parte da história das irmãs Maria dos Prazeres e Maria das Dores, cujas vidas são marcadas pelo encarceramento dos homens da família: primeiro, o pai; depois, o companheiro de uma; agora, o filho da outra. Dentro do presídio, o jovem Gabriel - que sonha em ser desenhista - aprende estratégias de sobrevivência para lidar com as disputas internas de poder e a falta de perspectivas inerentes ao sistema carcerário. Naquele microcosmo a violência dita as regras e não poupa os considerados fracos ou rebeldes. Fora dali, em suas comunidades, as mulheres - mães, esposas, filhas, afilhadas - buscam alternativas para tentar romper os ciclos de opressão que as aprisionam em existências sem futuro.

A história das irmãs é um disparador no enredo de CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos para expor o quanto é difícil se desvincular da complexa estrutura do encarceramento. Enquanto a mãe enfrenta o sistema jurídico na tentativa de libertar o filho preso injustamente, lutando pela subsistência da família e do filho, sua irmã é refém do ex-companheiro a quem deve garantir suporte no presídio, sem direito a uma nova vida conjugal. Presas a um histórico circular, elas lutam para quebrar o ciclo em um percurso espinhoso.

O espetáculo também mostra que os saberes ancestrais resistiram à barbárie e atravessaram os séculos nos corpos, nas vozes e nas crenças das/dos africanas/nos que, escravizados/as, fizeram a travessia do Atlântico. Iansã, Rainha Oyá, a deusa guerreira dos ventos, das tempestades e do fogo não abandonou o seu povo. Ela permanece iluminando caminhos e inspirando fabulações para que seus filhos e filhas experimentem, por fim, a liberdade.

Esta temporada de CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos conta com o apoio da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa e Governo do Estado de São Paulo.

FICHA TÉCNICA - Encenação: Miguel Rocha. Assistência de direção: Davi Guimarães. Texto: Dione Carlos. Elenco: Antônio Valdevino, Dalma Régia, Davi Guimarães, Isabelle Rocha, Jefferson Matias, Jucimara Canteiro, Priscila Modesto, Vitor Pires e Walmir Bess. Direção musical: Renato Navarro. Assistência de direção musical: César Martini. Musicistas: Alisson Amador (percussão), Amanda Abá (violoncelo), Denise Oliveira (violino) e Victoria Liz (viola). Cenografia: Eliseu Weide. Iluminação: Miguel Rocha e Toninho Rodrigues. Figurino: Samara Costa. Assistência de figurino: Clara Njambela. Costureira: Yaisa Bispo. Operação de som: Lucas Bressanin. Operação de luz: Alex Duarte.  Cenotecnia: Wanderley Silva. Provocação vocal, arranjos e composição da música do ‘manifesto das mulheres’: Bel Borges. Provocação vocal, orientação em atuação-musicalidade e arranjos - percussão ‘chamado de Iansã’: Luciano Mendes de Jesus. Estudo da prática corporal e direção de movimento: Érika Moura. Provocação cênica: Bernadeth Alves, Carminda Mendes André e Maria Fernanda Vomero. Comentadores: Bruno Paes Manso e Salloma Salomão. Mesas de debates: Juliana Borges, Preta Ferreira, Roberto da Silva e Salloma Salomão, com mediação de Maria Fernanda Vomero. Orientação de dança afro: Janete Santiago. Direção de produção: Dalma Régia. Produção executiva: Alex Mendes. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Design gráfico: Rick Barneschi. Fotos: Rick Barneschi, Tiggaz e Weslei Barba. Idealização e produção: Companhia de Teatro Heliópolis. Estreia oficial: 12/03/2022.

Serviço

Espetáculo: CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos
Com: Companhia de Teatro Heliópolis
Temporada: 19 de fevereiro a 01 de março 2026
Horários: quinta, sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 18h.
Ingressos: Gratuitos - Bilheteria: 1h antes das sessões.
Reservas online a partir de 10/2: www.sympla.com.br
Duração: 120 min. Classificação: 12 anos. Gênero: Experimental. 

Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1.533 - Ipiranga. São Paulo/SP.
Tel.: (11) 2060-0318 (WhatsApp).
Transporte público: Metrô e Terminal de Ônibus Sacomã.
Instagram: @ciadeteatroheliopolis | Facebook: @companhiadeteatro.heliopolis 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

A força da cultura nordestina é celebrada em 2 dias do festival Eles e Elas - SerTão DiVerso na Vila Itororó

Evento gratuito reúne Caju & Castanha, Téo dos Oito Baixos, Forró da Macaxeira, Luarada Brasileira, Matheus Ferreira e Fabiane Ribeiro, Paulla Zeferino, Neide Nazaré, Cacá Lopes, Cantora Clara e Rodrigo Campi, além de artistas convidados, DJs, oficineiros e cordelistas.

O festival Eles e Elas – SerTão DiVerso acontece nos dias 27 e 28 de fevereiro de 2026, sexta e sábado, no Centro Cultural Vila Itororó, em São Paulo, das 13h às 20h, com entrada gratuita e recursos de acessibilidade (intérprete de Libras, audiodescrição e abafadores de ruído).

O evento promete um grande encontro para celebrar a cultura nordestina. Com 10 atrações musicais tendo a estética do forró como eixo (forró, repente, embolada e outros), dois DJs e oficinas simultâneas de forró dança, instrumentos musicais, xilogravura e argila, além de uma exposição de cordel - linguagens e artes típicas do Nordeste brasileiro. O evento vai reunir mais de 70 artistas nos dois dias da programação, que pode ser conferida pelo Instagram @festivaleleseelas.

Além da dupla Caju & Castanha e do duo de repentistas Matheus Ferreira e Fabiane Ribeiro, cada grupo/artista se apresenta com participação de um(a) convidado(a) especial. Os shows, com início às 14h, contam com as seguintes atrações: Téo dos Oito Baixos com Fátima Santos, Forró da Macaxeira / Cacá Molgora com Nanda Guedes, Luarada Brasileira com Alex Corrente, Paulla Zeferino com Diana do Sertão, Cacá Lopes com Juliana Lima, Cantora Clara com Ana Cacimba, Rodrigo Campi com Caetana e Neide Nazaré com Bernadete França. E a forrozeirada de abertura, às 13h, e o encerramento do Festival têm a DJ Pankará (27/2) e o DJ Hudson (28/2) no comando das pick-ups.

As oficinas de dança ocorrem na abertura, às 13h, ao som dos DJs, para o público presente interessado: Forró Urbano com Evandro Paz e íris De franco (27/2) e Forró Dança com o coletivo Mulheres que Conduzem (28/2). As demais oficinas também são abertas a todos os interessados, independente de idade (exceto para Xilogravura - 10 anos). Dia 27/2: Zabumba - com Guegué Medeiros (13h), Triângulo - com Fran Nóbrega (14h) e Pífano com Tanaka do Pife (15h). E no dia 28/2: Xilogravura - com Lucélia Borges (13h) e Arte em Argila - com Pedro Ferreira Artesão (15h). Completando as atrações, a Exposição de Cordel, coordenada pelo Instituto Cordel Sem Fronteiras, reunirá clássicos e obras de cordelistas contemporâneos (para apreciação e comercialização), propondo um encontro dessa literatura popular com o nordestino que vive em São Paulo e com o paulistano que aprecia a arte do nordeste.

Como ato simbólico, o SerTão DiVerso oferecerá um troféu-lembrança aos grupos/artistas participantes. A peça - especialmente criada pelo artista plástico baiano, de Serra Dourada, radicado em São Paulo, Juarez Martins, cuja trajetória de mais de 30 anos tem forte representatividade na cultura popular nordestina - simboliza o encontro entre arte, diversidade e identidade cultural, traduzindo os valores do festival. Vale destacar ainda a identidade visual do Festival, criada pelo artista pernambucano Jô Oliveira, mestre dos quadrinhos, das artes plásticas e da literatura infanto-juvenil, cuja obra ultrapassa fronteiras chegando a países como Hungria, Itália, França, Alemanha, Grécia, Dinamarca e Suécia. Quanto à acessibilidade, o Festival conta com a coordenação, consultoria e acompanhamento de dois profissionais PCDs - Renato Paulo (pessoa surda) e Stella Lisboa (pessoa com baixa visão) - que atuam diretamente na concepção, implementação e suporte das ações de acessibilidade ao longo do evento, garantindo práticas inclusivas a partir da vivência e da experiência de quem acessa e constrói esses recursos.

Realizado pela Associação Construindo Consciência e idealizado pelo sanfoneiro e produtor Cicinho Silva e pela produtora cultural Elielma Carvalho, o projeto foi contemplado pela 8ª Edição do Edital de Apoio à Música para a Cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa. A proposta do festival Eles e Elas - SerTão DiVerso é aproximar o público paulistano da riqueza e da diversidade do Nordeste, fomentando trocas culturais e sociais por meio da arte. Tendo a diversidade e a inclusão como pilares, o festival vai além de um evento sobre a cultura nordestina, configurando-se como espaço de diálogo e representatividade que traz à cena discussões sobre gênero, etnia e inclusão que são refletidas tanto na programação quanto na composição da equipe de produção e dos artistas participantes.

FICHA TÉCNICA | Eles e Elas - SerTão DiVerso - Realização: Associação Construindo Consciência. Idealização: Cicinho Silva e Elielma Carvalho. Direção artística: Cicinho Silva. Produção geral: Elielma Carvalho. Assistência de produção: Edivânia Carvalho. Identidade visual: Jô Oliveira. Criação do troféu: Juarez Martins. Cenário: Pedro Ferreira Artesão. Social media: Felipe Teixeira. Design gráfico: Juliana Nakaharada. Edição e animação de vídeos: Edison Diniz. Mestre de cerimônia: Luiz Wilson. Videomaker e edição: Cauê Colodro. Fotos: Monique Brazão e Rafaela Lopes. Coordenação de acessibilidade: Renato Paulo e Stela Lisboa. Interpretação em Libras: Cláudia Oliveira e Denize Angélica. Audiodescrição: Larissa Oliveira, Letícia Oliveira e Magda Danielle.  Assessoria de Imprensa: Eliane Verbena. Projeto contemplado: 8ª Edital de Apoio à Música para a Cidade de São Paulo, nº 23/2024/SMC/CFOC/SFA, da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.

Serviço | Programação

Festival: Eles e Elas - SerTão DiVerso
Dias 27 e 28 de fevereiro de 2026
Sexta e sábado - Das 13h às 20h
Atrações: shows, DJs, forró dança, oficinas e exposição de cordel.
Entrada gratuita. Classificação: Livre.
Oficinas sem inscrição: Livres (Xilogravura: 10 anos). 20 vagas.
Duração: Xilogravura e Arte em Argila - 2h; Instrumentos musicais - 1h.
Acessibilidade: Libras, audiodescrição e abafadores de ruído.
Informações e programação: https://www.instagram.com/festivaleleseelas/
Local: Centro Cultural Vila Itororó
Rua Maestro Cardim, 60 - Bela Vista. São Paulo/SP. CEP: 01323-000.
FOTOS / artistas: https://drive.google.com/drive/folders/1X1d5nM_lpZ14HGhh35NBGSGyOssWgBzr

27/2 - Sexta

13h às 19h - Exposição de Cordel            

Shows
13h - DJ Pankará - abertura com oficina de dança aberta
14h - Téo dos Oito Baixos - convidada: Fátima Santos

15h - Matheus Ferreira e Fabiane Ribeiro
16h - Forró da Macaxeira - convidada: Nanda Guedes
17h - Luarada Brasileira - convidado: Alex Corrente
18h - Paulla Zeferino - convidada: Diana do Sertão
19h - DJ Pankará - encerramento

Oficinas
13h - Dança Urbana - com Evandro Paz e íris De franco
13h - Zabumba - com Guegué Medeiros
14h - Triângulo - com Fran Nóbrega
15h - Pífano - com Tanaka do Pife 

28/2 - Sábado

13h às 19h - Exposição de Cordel

Shows
13h - DJ Hudson - abertura com oficina de dança aberta
14h - Cacá Lopes - convidada: Juliana Lima
15h - Caju & Castanha
16h - Cantora Clara - convidada: Ana Cacimba
17h - Rodrigo Campi - convidada: Caetana
18h - Neide Nazaré - convidada: Bernadete França
19h - DJ Hudson - encerramento 

Oficinas
13h - Forró Dança - com Mulheres que Conduzem
13h - Xilogravura - com Lucélia Borges
15h - Arte em Argila - com Pedro Ferreira Artesão 

Os artistas - Perfis

TÉO DOS OITO BAIXOS

Nascido no interior da Bahia, Teó dos Oito Baixos iniciou sua história na música ainda menino. Compositor, cantor e exímio sanfoneiro de 8 baixos, ele carrega nas mãos a alma do forró pé de serra. O apelido "Téo dos Oito Baixos" surgiu carinhosamente na sua trajetória e hoje é sua marca nos palcos do Brasil. Com estilo próprio e envolvente, Téo conquista plateias de casas de forró, eventos juninos e festivais, levando a sonoridade do Nordeste com autenticidade, alegria e respeito às raízes. Em São Paulo, já se apresentou em casas como Pedro Sertanejo, Patativa, Clube Silva Teles, CTN (Centro de Tradições Nordestinas) e outras. Em 2024, integrou o projeto 8 Baixos SP, disco histórico idealizado pelo mestre Henrique Araújo, ao lado de nomes como Baixinho, Duilho, Luan e Zé Henrique, entre outros, deixando sua marca na faixa "Estou Chegando Agora". O projeto foi registrado em vinil, um marco para a sanfona de 8 baixos em terras paulistanas, com arranjos sofisticados e pegada regional para celebrar a força do forró instrumental e reafirmar a potência cultural nordestina.

Convidada: Fátima Santos - Nascida e criada em meio aos vibrantes ritmos do Nordeste brasileiro, encontrou identidade e paixão no forró pé de serra - herança deixada por seu avô, sanfoneiro de oito baixos, e inspirada pelos mestres Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro, Trio Nordestino, Jacinto Silva, Os Três do Nordeste, Marinês, Ermelinda e tantos outros nomes da cultura nordestina. Seu repertório celebra a riqueza cultural do nosso país e traz a alegria contida nas festas populares.

MATHEUS FERREIRA E FABIANE RIBEIRO

 

Matheus Ferreira e Fabiane Ribeiro formam uma dupla de repentistas, sendo o único casal exclusivamente de repentistas em atividade no Brasil, um marco singular na arte da cantoria. Ambos carregam a tradição desde a infância, herdeiros de mestres violeiros. Matheus, nascido em São Paulo, é até hoje o único repentista paulista. Influenciado pelo pai, Manuel Ferreira, acompanha a cantoria desde os cinco anos e estreou profissionalmente aos 12, acumulando 11 anos de carreira, diversos CDs gravados e participações em festivais e programas de rádio. Fabiane Ribeiro, maranhense e filha do poeta Carlito Ribeiro, é uma das poucas mulheres atuantes no repente. Em seus oito anos de profissão, gravou vários CDs, participou de programas de rádio e televisão e integrou importantes festivais da cantoria em todo o país. Juntos, Matheus e Fabiane representam renovação, diversidade e continuidade na tradição do repente brasileiro, levando a poesia improvisada a palcos, festivais e projetos culturais em todo o Brasil.

FORRÓ DA MACAXEIRA

O Forró da Macaxeira nasceu em 2019, por iniciativa da produtora, percussionista e zabumbeira Cacá Molgora que, desde 2010, tem forte presença no cenário da música, atuando em espaços e eventos como: Virada Cultural SP, Virada Cultural Paulista, SESI, Sesc. Casas de Cultura, CEUs, Fábricas de Cultura, Festival de Inverno de Paranapiacaba, Festival do Cambuci, CTN etc. Com a proposta de levar a cultura nordestina para todos os espaços, o empoderamento feminino e a diversidade, as apresentações partem de um “Arrumadinho”, quando convidam instrumentistas - sanfona, zabumba e triângulo - de bandas diferentes, para tocarem no palco. O encontro é uma "Jam session do forró". O Arrumadinho do Forró da Macaxeira" revive a Cultura Nordestina pelas canções de Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Marinės, Anastácia, Elba Ramalho e outros com ritmos variados - xote, xaxado, baião, forró, arrasta-pé, maracatu e coco - para ninguém ficar parado. No SerTão DiVerso, a apresentação tem Cacá Molgora (zabumba) e participação de Jamille (voz e triângulo), Paulla Zeferino (voz e percussão), Laura Santos (clarinete) e Paty (baixo e cavaco), além da convidada especial Nanda Guedes.

Idealizadora: Cacá Molgora - Natural de São Bernardo do Campo, SP, Cacá Molgora é percussionista, produtora cultural, profissional do marketing e idealizadora do projeto de cultura nordestina e empoderamento feminino, Forró da Macaxeira, onde também atua como zabumbeira, produtora e técnica de som. Estudou na Escola Livre de Teatro, integrando o núcleo de circo, e Escola Livre de Cinema e Vídeo, onde atua como produtora cultural. Passou pela Fundação das Artes e EMESP, além de atuar em hospitais com os Doutores da Alegria. Cursou Marketing na Faculdade Anhanguera e fez cursos de produção cultural na SP Escola de Teatro e CCN Jabaquara; e cursou empreendedorismo no SEBRAE. Há 15 anos, é presente no cenário da música - Virada Cultural SP, Virada Cultural Paulista, SESI, Sesc, Casas de Culturas, CEUs, Festival de Inverno de Paranapiacaba, Festival do Cambuci e outros.

Convidada: Nanda Guedes - Nanda esbanja criatividade e versatilidade. Com mais de 16 anos de carreira profissional, desde 2016 a artista investe em sua carreira solo. Junto ao seu projeto "Suruba Sonora", criada por ela e formada por mulheres. Em 2021, lançou seu primeiro CD autoral intitulado "Me leva que eu vou", um projeto contemporâneo que tem como base o resgate de ritmos da cultura popular brasileira, como maracatu, coco, ijexá, samba matuto, forró pé de serra e maculelê, numa mistura inusitada que une os acordes melodiosos da sanfona à distorção pesada da guitarra e ao swing da percussão.

LUARADA BRASILEIRA

No compasso vibrante do triângulo, zabumba e sanfona, o grupo Luarada Brasileira - Ivan Rodrigo (zabumba e voz), Clebinho Santos (voz e triângulo), Antonio Batista (guitarra), Digo Ferreira (baixo) e Cicinho silva (sanfona) - convida o público para uma celebração da música nordestina no show Aqui Tem Forró. Formado por artistas com trajetória sólida na cena paulistana do forró pé de serra, o grupo entrega uma experiência musical potente e afetiva, onde tradição, invenção e brasilidade se entrelaçam. O espetáculo apresenta clássicos do forró imortalizados por mestres como Luiz Gonzaga e Trio Nordestino, além de composições autorais que revelam a identidade sonora do grupo. Como ponte entre gerações e territórios, a Luarada também revisita obras-primas como “A Palo Seco” (Belchior), “Expresso 2222” (Gilberto Gil) e “Pavão Misterioso” (Ednardo) em arranjos que preservam o lirismo original, mas ganham o pulsar do forró. O repertório cria conexões afetivas com o público, revisitando memórias e paisagens culturais do Brasil, da caatinga ao concreto das grandes cidades. A performance é marcada por interpretações envolventes, forte presença cênica e uma sonoridade que respeita a tradição sem abrir mão da experimentação. Em 2024, lançou lança o EP Três É Demais.

Convidado: Alex Corrente - O capixaba Alex Corrente, apresenta faixas de seu mais recente show Pra Fazer Forró, nome homônimo ao seu EP lançado na Europa por mais de sete países, em 2022. O trabalho conta com músicas autorais e releituras de grandes nomes da música popular nordestina e brasileira, para dançar, se emocionar e transcender.

PAULLA ZEFERINO


Paulla Zeferino deu os primeiros passos na música no Coral da Escola do Auditório do Ibirapuera (2012), onde eram docentes artistas como Vanessa Moreno, Nailor Proveta, Vinicius Barros e outros. A partir de 2016, Paulla cursou Licenciatura em Música na USP. Em seu trabalho explora o rico repertório nordestino mostrando versatilidade como intérprete. A cantora também atua como preparadora vocal, arte-educadora e oficineira tendo como mote a cultura nordestina, as raízes do forró pé de serra e a potência da mulher.

Convidada: Diana do Sertão - Nascida em Sousa, PB, Diana iniciou a carreira na década de 70, cantando na Orquestra Zimbo Carnavalesca. Consagrou-se como crooner de várias bandas, como a Os Tropicais - Banda de Flávio José, na qual ganhou por dois anos consecutivos o título de melhor cantora carnavalesca da cidade de Aracaju/SE. Durante sua permanência na banda, conheceu Luiz Gonzaga e dividiu com ele o palco, além de seguir seu conselho de ir encontrá-lo em São Paulo e continuar a carreira. Cantou por anos na Rede Birosca, de Lilian Gonçalves, e realizou vários shows em teatros, espaços culturais, Sesc, SESI e festivaisi. Em 1987, participou dos programas de calouros Clube do Bolinha (TV Bandeirantes) e do Silvio Santos (troféu de melhor cantora da noite Paulistana), sendo batizada “Diana do Sertão” por Silvio Santos. Possui um EP (Sou Diana do Sertão) e um single (Amar é Bom demais) lançados, além de quatro videoclipes.

CACÁ LOPES

Cacá Lopes é cantor, compositor e cordelista pernambucano radicado em São Paulo, com 40 anos de trajetória dedicados ao forró e à cultura popular. Sua música une baião, xote e poesia nordestina, marcada pelo sucesso “Berimbauê Balancê”, presente em festivais de forró no Brasil e na Europa, desde os anos 2000. Com uma discografia voltada à música de raiz - como Isso Aqui é Que é Forró, Cordel Cantado e Fartura -, Cacá também é autor de mais de 50 cordéis e livros que dialogam com a tradição popular. Apresentou-se em unidades do Sesc, universidades, festivais e no São João de Caruaru e Araripina, onde abriu o show de Alceu Valença (2024). Desenvolve o projeto Cordel nas Escolas, desde 1995, e recebeu importantes reconhecimentos como a Salva de Prata (2024) na categoria Música. Coletivista ativo, é cofundador do SP Forró e SP Cordel e coordena o Sarau Bodega do Brasil, desde 2009.

Convidada: Juliana Lima - Natural de Santo André, SP, Juliana Lima possui nove CDs gravados. Com 28 anos de carreira e mais de 500 composições, acumula shows em Sesc’s, espaços culturais, festivais, eventos e casas de show. Formada em órgão popular - Instituto M. O. Maia, bacharel em Musicoterapia - FPA, possui especialização em Gestão de Projetos Culturais - Celacc, USP. Realizou turnê na Argentina, Europa (Portugal, Espanha, Irlanda e Itália) e Brasil (com convidadas - Mariana Aydar, Janayna Pereira e Bernadete França). Criou o Trio Beijo de Moça, grupo de forró pé de serra formado por mulheres que lançou dois CDs e abriu show de Alceu Valença. Na carreira solo, gravou sete CDS, sendo o mais recente Filha do Vento, que tem participação do Frank Aguiar; participou de show de Elba Ramalho e abriu shows da Ana Carolina e Roupa Nova. Em 2025, foi homenageada no bloco SP Forró.

CAJU & CASTANHA

Uma das principais duplas da música raiz no Brasil, Caju & Castanha ficaram conhecidos por fazer a embolada de improviso. Possuem mais de 40 anos de história na música, apresentando-se na estrada, nas praças, nos palcos do Brasil e do mundo dando voz à autêntica cultura popular nordestina e brasileira. Durante a carreira lançaram 28 discos, dois DVDs, sendo quatro de ouro. A dupla é muito querida e admirada por todo o país pela mistura cultura e arte com diversão. Caju e Castanha são os inovadores da embolada por serem abertos a coprodução e a participações especiais com artistas de todas as vertentes da música. "Embolam" com forró, cordel, coco e ciranda, e também com a MPB, o rock, o popular brega e até com o rap.

CANTORA CLARA

A Cantora Clara (Suellen Luz Silva) é uma cantora e compositora paulistana, vencedora do Prêmio Profissionais da Música 2023 e da 8ª edição do concurso internacional Artist Wanted do Spotify, sendo reconhecida como a voz da diversidade, equidade e inclusão na música brasileira. Clara emplacou uma música autoral na novela Segundo Sol (Rede Globo) e duas músicas autorais na série Detetives do Prédio Azul (Mundo Gloob).  Seu estilo é a ‘nova MPB’ com influência do forró, trap, pop e afro-sambas, gerando uma sonoridade ímpar. Clara se apresentou em eventos como Sim São Paulo, Circuito Cultural Paulista, Virada Cultural, Feira do Estudante na Bienal do Ibirapuera, CEUs, Sesc Bauru e outros. Idealizadora do projeto Música com Consciência, que promove a saúde mental e bem estar por meio da música; seu show já impactou mais de 500 mil pessoas nas redes sociais e shows presenciais, com canções sobre empatia, resiliência, motivação e respeito às diferenças.

Convidada: Ana Cacimba - Ana é cantora e compositora descendente quilombola, multiartista e pesquisadora das culturas tradicionais afro-brasileiras. Ganhou destaque nas redes sociais ao explorar sua ancestralidade por meio do asalato, instrumento originário do Oeste da África, do qual é a única mulher luthier no Brasil. Por meio desse instrumento, reafirma e recria saberes ligados à sua identidade e à de seus antepassados. Em suas músicas explora o universo dos orixás, sustentando suas composições com o asalato como elemento central. Ana amplia essa sonoridade ao dialogar com elementos da música pop e da nova MPB em uma experiência que une ancestralidade, cultura popular brasileira e contemporaneidade.

RODRIGO CIAMPI 

Rodrigo Ciampi (ele/ela/elo) é artista do corpo, da voz e do movimento. Lançou os álbuns Girada (2018) e Jurema Mestra (2024). Sua trajetória na música é marcada por em festivais como Imagine Brazil e Festival Nova Era. Ciampi integra a Capoeira dos Arteiros e atua em rede com artistas e pesquisadores da plataforma Corpo, Poética e Ancestralidade. Criou e cocriou trabalhos em dança no sul da Bahia (2024 - 2025). No teatro, protagonizou a peça Desmonte (2025), do Coletivo Somacorpo. É formado em Canto Popular pela Escola Técnica de Artes de São Paulo e cursa o Bacharelado Interdisciplinar em Artes na Universidade Federal do Sul da Bahia, onde desenvolve pesquisa sobre os pés-de-dança em comunidades terreiras e a relação entre corpo e território.

Convidada: Caetana - Indicada na categoria Revelação de 2025 pelo #prêmiobiscoito, que reúne artistas do meinstreaming nacionais, influenciadores e criadores de conteúdo, Caetana também foi promessa de 2023 do programa Estação Livre. Em 2024, foi apresentada, junto a outras 24 personalidades brasileiras, como Açucena e Majur, pela revista Rolling Stone como uma das 25 vozes que olham para o futuro da música no Brasil, pelo projeto Future of Music. A artista se destaca pela contribuição às culturas tradicionais, negras e indígenas e pelo modo como mistura gêneros de Pernambuco e do Brasil com o resto do mundo (sua linguagem passa pelo frevo, maracatu, ciranda, coco de roda e outros). Natural de Recife, Caetana tem 18 anos de produção artística. Em 2018, iniciou carreira solo de cantora - disco Afronordestina, sendo citada pelo Correio Braziliense como ‘a primeira cantora trans a gravar um frevo no Brasil’.

NEIDE NAZARÉ

Neide Nazaré é paulsita, filha de nordestinos, cantora, compositora e mestra em vários instrumentos. Sua referência é o pai, Luiz Nazaré, fundador da Praça do Forró, em São Miguel Paulista. Aos 12 anos, aprendeu a tocar zabumba e triângulo; aos 13, iniciou no canto e na sanfona; aos 15, ministrava aula de sanfona e compunha. Consolidou a carreira como Neide Gara-pé. Em 1984, na Praça do Forró, foi apelidada por Dominguinhos de ‘A Princesinha de Nazaré’ ao convidá-la para uma ‘canja’. Em 2022, alterou o nome para Neide Nazaré ao lançar singles pela gravadora Atração: Até Quando (música e participação de Petrúcio Amorim) e Do Jeito que Você Quiser. Nos últimos anos lançou as faixas: Meu Lindo Querubim; Meu Grande Amor; Esse É o Trem da Vida; Coração Criolo (Téo Menezes) que gerou o projeto Brasil África - Coração de Crioulo; Chorou Feito Um Menino; e Meninas Xaxadeiras; Em 2024, lançou o EP Equidade e realizou o projeto Oh Saudade. Já se apresentou ao lado de Dominguinhos, Anastácia, Oswaldinho do Acordeom, Zeca Baleiro, Trio Nordestino, Bernadete França, Digo Ferreira, Mestre Marrom, Kojak do Forró, Dió de Araújo e outros. Venceu o Festival Nacional Qualicut da Qualicorp; vice-campeã no Festival de Forró Lua Cheia; Melhor Intérprete do Festival Nacional de Forró de Itaúnas - FENFIT; Melhor Letra ("Jeito Baiano") e indicada a Melhor Intérprete no FENFIT. Foi uma das homenageadas como Mulheres Inspiradoras pela Associação dos DJs de São Paulo e do Brasil.

Convidada: Bernadete França - Bernadete é cantora paraibana, radicada em São Bernardo do Campo (SP), e referência na interpretação da música nordestina e do forró tradicional. Nascida em uma família simples, cresceu imersa na cultura popular, influenciada pelo pai repentista, e viveu a infância em Recife, onde deu os primeiros passos na música ainda criança. Sua trajetória se constrói ao longo de décadas dedicadas à música popular brasileira com atuação em palcos, festivais e projetos no Brasil e no exterior. Dona de uma voz marcante e presença cênica madura, Bernadete se destaca como intérprete de compositores fundamentais do forró e da música nordestina como Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro e Humberto Teixeira. Campeã do Festival Nacional de Forró de Itaúnas (2017), sua atuação reafirma o protagonismo feminino no forró e o compromisso com a preservação e a continuidade dessa vertente essencial da MPB

DJ PANKARÁ

A paulistana Valéria Pankará - reconhecida por sua aldeia como integrante do povo Pankará - é DJ e produtora cultural, especialista em forró pé de serra e outros ritmos brasileiros. Com orgulho, carrega suas raízes indígenas pernambucanas - que moldam sua trajetória artística. Valéria mistura clássicos do forró pé de serra com faixas raras e produções atuais. Sua curadoria é pensada para respeitar a tradição sem abrir mão da pista cheia e da vibração do momento. Já se apresentou em festas e festivais importantes do circuito forrozeiro, dividindo a noite com artistas como Mestrinho, Thais Nogueira, Anastácia, Aluízio Cruz, Trio Dona Zefa, entre outros. Entre os espaços onde tocou estão centros culturais de São Paulo, Bloco do Beco, Casa di Caboclo, Casa Uluwatu (Cambury), Canto da Ema, Festival Nordestino de Mogi das Cruzes, Festival Pé na Areia (Santos), Festival Verão na Lata, Festival Bendito Forró, Festival Forró das Minas, Forró Contemporâneo, Forró da Tia Augusta, Forró dos Amigos (Av. Paulista), Lab Mundo Pensante, Miliduki, Remelexo Brasil, Sesc Santo Amaro, Sesc Casa Verde, Vale do Anhangabaú (residente - dezembro de 2023, a fevereiro de 2024) e outros.

DJ HUDSON

Frequentador de casas de forró, desde meados de 2006, DJ Hudson desenvolveu uma conexão com a cultura nordestina e suas danças. O encantamento inicial pelo ritmo logo evoluiu para um "vício" que o impulsionou a trilhar um caminho artístico e técnico na música. Formado em Sonoplastia pelo Senac e em Rádio e TV pela Uniban, Hudson acumulou experiência na Rádio Metropolitana FM (2010-2011), antes de se aprofundar no universo do forró. A partir de 2016, passou a pesquisar o gênero com dedicação, utilizando sua coleção de vinis como base para estudo e referência sonora. Sua trajetória como DJ ganhou destaque em eventos tradicionais como Forró dos Amigos e Forró de Cabo a Largo, além de casas como Remelexo Brasil, Mural (atual Coringa) e nas festas Forró dos Ratos, Baile dos Ratos, Forró do Provolone e Jai Club. Nos últimos anos, participou dos importantes festivais De Lá Pra Cá (Roots Sul), Festival do Malagueta e Bendito Forró. Atualmente, também atua como DJ Open Format, trazendo versatilidade e energia para bares e baladas de São Paulo com um set que transita com naturalidade entre o tradicional e o contemporâneo.

ARTISTAS OFICINEIROS

Evandro Paz (Forró Urbano) - Evandro é um dos nomes mais influentes do Forró Dança no Brasil e no mundo. Com 31 anos de carreira dedicados ao ensino, pesquisa e difusão do forró, é reconhecido como Mestre de Cultura pelo Ministério da Cultura (Prêmio Sérgio Mamberti) e pela Lei Paulo Gustavo SP. Premiado nacional e internacionalmente, acumula distinções como o Prêmio Anastácia (1º lugar, Dança) e Prêmio SP Forró). Pioneiro no ensino do Forró Dança no exterior, realizou mais de 10 turnês internacionais (2010 a 2019), ministrando aulas, oficinas e apresentações em mais de 12 países como Alemanha, Portugal, França, Suíça, Japão, Irlanda, Reino Unido, EUA e Argentina. Integrou vários line-ups: Forró de Domingo (Alemanha), Forró Fest UK, Forró de Lisboa, Andanças, Forró VemVem (Suíça), Pisa na Fulô (Espanha), Forrobodó Festival (EUA) e muitos outros. É criador do Método Forró Urbano que forma dançarinas/os e professoras/es, desde 1994. Em São Paulo, coordenou por 19 anos a equipe de professores do Remelexo Brasil, além de atuar no Canto da Ema e no Remelexo Lapa. Seu trabalho combina técnica, consciência corporal e a vivência das danças populares. Com sólida trajetória -incluindo apresentações em programas de TV e palcos ao lado de nomes como Falamansa, Trio Virgulino e Nando Cordel - Evandro é um dos pilares do ensino do Forró Dança, reconhecido pela excelência técnica, pela formação de múltiplas gerações e pelo compromisso com a memória e a evolução do forró no Brasil e no mundo.

iris De franco (Forró Urbano e Forró Dança) - Iris é artevista, diretora artística, coreógrafa, dançarina, professora e pesquisadora de Forró Dança e Forró Urbano. Formada em Artes Plásticas pela USP e pós-graduanda em Moda e Criação pela FASM, atua de forma transversal entre dança, artes visuais, educação e pesquisa cultural, entendendo o Forró como arte, cultura e ferramenta político-terapêutica de transformação individual e social. Na criação e direção de espetáculos multilinguagem como dançarina, preparadora corporal, coreógrafa, figurinista e diretora artística, destacam-se: Elo (Cia Tangará), Forró Terreiro de Mulher (Mulheres que Conduzem), Forró For All, Ciranda do Mar, Entreaspas e À Flor da Pele. Iris é idealizadora e gestora do projeto Mulheres que Conduzem (também diretora artística e coreógrafa), que fomenta a equidade de gênero no forró e amplia debates sobre corpo, condução, gênero e sexualidade, e uma das idealizadoras do Método Forró Urbano, que forma dançarinas/nos e docentes com práticas pedagógicas contemporâneas, feministas, decoloniais e desierarquizantes. Sua formação corporal inclui dança contemporânea, contato improvisação, balé clássico, flamenco, danças a dois, educação somática e teatro, além de ter sido ginasta por sete anos. Ministrou cursos, oficinas, formações, mediou rodas de conversa e se apresentou em festivais, escolas e instituições no Brasil e exterior: Festival de Forró de Frankfurt, Pisa na Fulô Barcelona Forró Fest, Forró Miudinho (Berlim), Forró Meeting Kalamata (Grécia), Sudamericano de Forró (Argentina), Forró de Basel e Forró de Berna (Suíça), Forró Montevideo (Uruguai), além de unidades do Sesc, Fábricas de Cultura, Rootstock Brasil, Nata Forrozeira e Café Brasil Itaúnas. Foi contemplada com o Prêmio Anastácia de Forró, o 2º Edital da Lei de Fomento ao Forró de São Paulo e o Prêmio SP Forró. Atua no fortalecimento institucional do forró como patrimônio cultural, colaborando com o movimento Forró Patrimônio, participando de mesas no Fórum de Forró de Raiz e contribuindo para o plano de salvaguarda do Forró como Patrimônio Histórico, junto ao IPHAN e ao CONDEPHAAT.

 

Mulheres que Conduzem (Forró Dança) - Mulheres que Conduzem é um coletivo feminista, criado em 2014, que fortalece a presença, a autonomia e o protagonismo das mulheres na dança a dois e na sociedade. Dirigido por iris De franco, é pioneiro na cena do forró urbano, o projeto oferece aulas exclusivas para mulheres, cursos de formação de professoras, rodas de conversa, grupos de estudos feministas, conteúdos educativos (textos e vídeo-aulas) e eventos de forró comprometidos com a equidade de gênero. A iniciativa também impulsionou práticas inovadoras como a condução alternada e os bailes livres de gênero, ampliando a participação de mulheres e acolhendo o público LGBTQIAPN+. Sua atuação tem inspirado novas gerações de forrozeiras a ocupar espaços de destaque na cena cultural, além de fomentar debates e ações contra a violência de gênero. Com mais de uma década de trabalho contínuo, Mulheres que Conduzem se consolidou como referência na luta por espaços mais plurais, seguros e feministas dentro do Forró.

Guegué Medeiros
(Zabumba) - Formado em licenciatura em música pela Faculdade Paulista de Artes (FPA), Guegué começou o estudos por influência do tio João Linhares, que lhe deu seu primeiro instrumento e lhe ensinou as primeiras lições. Em sua trajetória já tocou com Chico Cesar, Xangai, Lucy Alves, Ana Canas, Marcia Castro, Maria Alcina, Quinteto da Paraíba, João Linhares, Arthur Maia, Toninho Ferragutti, Michi Ruzitschka Trio, Jaguaribe Carne, Zé Pitoco, Shut Up And Dance, Beatles Cordel, Mestre Fuba e muitos outros, além de dividir o palco e gravações com outros grandes artistas como: Moacir Santos, Gilberto Gil, Dominguinhos, Sivuca, Elomar, Ney Matogrosso, Arnaldo Antunes, Luiz Melodia, Lenine, Zeca Baleiro, Seu Jorge, Anastácia, Martinália, Sandra de Sá, Elba Ramalho, Nelson Ayres e Proveta, entre outros. Participou de festivais como Montreaux Jazz Festival (Suíça), Womad Singapura (Singapura), Brazil Day Festival (USA), Jazz à Vienne (França), Festival internacional de Musique Universitaire (França), Incontra Il Mundo, Notturni in Villa e Weve Love Festival (Itália) Festival de Cinema de Toronto (Canadá), Poesiefestival e Afro Brasil (Alemanha). Nos últimos 10 anos, também atuou como produtor e diretor musical em espetáculos e musicais. Lançou os álbuns Catabi e Aos Meus.

Fran Nóbrega (Triângulo) - Cantora e instrumentista, aos 17 anos Fran ingressou no Conservatório de Tatuí, onde se aprofundou no canto e na bateria, com foco na MPB e no jazz. Mais tarde, na EMESP Tom Jobim se consolidou como uma intérprete versátil e ímpar. Em 2021, lançou o primeiro álbum autoral - A Flor e o Tempo, produzido por Michael Pipoquinha, com repertório de samba-jazz moderno. Natural de Penápolis e radicada em São Paulo, Fran integrou o elenco do musical Elza como baterista. Com raízes firmes na tradição do forró, Fran é um dos destaque da casa de shows Canto da Ema, onde apresenta seu show de forró, que combina os clássicos do forró pé de serra com pautas sociais importantes, como o combate à violência contra a mulher, feminismo e maternidade. Sua versatilidade aparece em projetos/shows como: Trio Naturalmente (com Cosme Vieira e Feeh Silva), Tributo a Elis Regina, Nosso Baile, Duo Fran Nóbrega e Abner Phelipe e Projeto Forró-Jazz. Também acompanhou artistas como Mestrinho, Elba Ramalho e Mariana Aydar.

Tanaka do Pife (Pífano) - Paulistano, Tanaka é tocador de pífano, cantor, compositor, pesquisador e luthier. Discípulo de Edmilson do Pífano, vem se destacando como uma das principais revelações do pífano da nova geração. Tanaka atuou com a Banda de Pífanos de Caruaru, Banda Zé do Estado, Chau do Pife e dividiu palco com grandes nomes do forró e da música instrumental brasileira - Nicolas Krassik, Gabriel Grossi, Trio Sabiá, Nando Nogueira, Ó do Forró, Sexteto Sucupira, Xaxado Novo e outros. Participou de importantes festivais de forró: Itaunás FENFIT (ES), Festival de Forró do Rosa (SC), Festival de Forró Praia do Sono (RJ), Deck16 (ES) e Encontro de Culturas Tradicionais (GO). Em 2022, lançou seu primeiro single autoral e videoclipe Forró para Chau, junto o Sexteto Sucupira. Também gravou com as bandas Fios de Choro, Clarianas e Xaxado Novo. No período de 2020 a 2023, confeccionou e vendeu mais de 400 pífanos para todo o Brasil e outros países, tornando-se uma das principais referências do instrumento em São Paulo. É professor do instrumento no Bloco de Pífanos de São Paulo e participa de projetos de música regional nordestina, confeccionando e comercializando pífanos construídos artesanalmente utilizando bambu como matéria prima.

Lucélia Borges (Xilogravura) - Lucélia é xilogravuradora, contadora de histórias e produtora cultural, cuja atuação integra cultura popular, literatura oral e artes visuais. Graduada em Letras/Inglês (UNEB-BA) e mestre em Estudos Culturais (USP), investiga e recria universos da tradição oral por meio da xilogravura, da ilustração e de narrativas do sertão. Em 2025, assumiu a presidência do Instituto Cordel sem Fronteiras, fortalecendo ações de valorização do cordel e das artes populares. Como artista visual, ilustrou com xilogravura livros de autores como Marco Haurélio e Stélio Torquato, incluindo A Jornada Heroica de Maria, Contos Encantados do Brasil e Moby Dick em Cordel. Foi curadora e xilogravuradora da mostra Vidas em Cordel (Museu da Pessoa, 2023–2024) com itinerância nacional. Conduz oficinas, mediações e projetos culturais em feiras literárias, museus e instituições no Brasil e no exterior, difundindo a estética do sertão e a força simbólica da cultura popular brasileira.

Pedro Ferreira Artesão (Arte em Argila) - Pedro Ferreira é múltiplo artista - mestre artesão, ceramista, artista plástico, escultor, dramaturgo, arte educador, eco artista, curador de artes, produtor cultural além de professor de arte em cerâmica, com foco em jardinagem, paisagismo e cenografia.  Natural de Caicó, RN, chegou à capital paulista em 1985, reside e atua na região do Alto Tietê em Biritiba Mirim, onde foi Diretor de Cultura (2012). Seu primeiro contato com o barro foi aos seis anos por incentivo da tia mãe, a artesã Dona Raimunda, e da avó Cícera. Seus trabalhos foram expostos em todo o Brasil e no exterior nas cenas das novelas Roque Santeiro e Avenida Brasil (Rede Globo). Assinou os cenários da mostra cultural Eles e Elas Que Decantam o Nordeste (Mogi das Cruzes) e O Nordeste É Aqui (Centro Cultural Olido e em unidades do Sesc RJ. Tem trabalhos em cerâmica no Ministério da Mulher voltados para inclusão de mulheres periféricas, realizou oficinas com mulheres no projeto Empreenda Mulher Periférica (Movimento Digno de Moradia – Guarapiranga) e na Riviera de São Lourenço e em outros locais do litoral paulista. É Conselheiro Estadual do Artesanato e associado à SUTACO (Subsecretaria de Trabalho Artesanal nas Comunidades) e PAB (Programa do Artesanato Brasileiro). Integra o GT do Forró, grupo de trabalho formado pelo IPHAN e o GT do CONDEFAT que, em conjunto com o Fórum Estadual do Forró, desenvolve ações no processo de elaboração de um plano de salvaguarda desse gênero musical.

EXPOSIÇÃO

Instituto Cordel Sem Fronteiras (ICSF) - Trata-se de uma iniciativa dedicada ao fortalecimento da literatura de cordel e de diversos outros patrimônios da cultura popular brasileira, entendendo-a como mola motriz que dá sentido e significado à vida. A instituição atua na promoção, fomento e realização de projetos de difusão e valorização do cordel - reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil - em diálogo com outras linguagens artísticas saberes tradicionais. O ICSF resultou da ampliação do Instituto Leandro Gomes de Barros (ILGB), fundado em 2011, que realizou a I Feira Nacional do Cordel - FENACORDEL, ocorrida em 2012 no Memorial da América Latina, além de diversas atividades voltadas à difusão do cordel e da cultura popular. O ICSF agrega artistas de múltiplas linguagens, poetas, artistas visuais, produtores culturais, divulgadores e leitores que dialogam com a literatura de cordel, ampliando seus campos de atuação e circulação. Com uma diretoria composta majoritariamente por mulheres (80%) com atuações de destaque na escrita, na ilustração e na produção cultural, o ICSF reafirma seu compromisso com práticas colaborativas, democráticas e transformadoras. Como parte de sua estratégia de fortalecimento institucional, firmou parceria com a editora Nova Alexandria, que passou a sediar o Instituto, consolidando uma aliança institucional em prol da cultura brasileira. O ICSF é uma instituição de caráter sociocultural, educacional e artístico, comprometida com a valorização dos patrimônios culturais imateriais do Brasil e com a construção de caminhos que mantenham o cordel vivo, pulsante e em diálogo com o presente. Diretoria atual: Lucélia Borges (presidenta), Nilza Dias (vice-presidenta) e Elielma Carvalho, Maria Celma e Paulo Dantas (diretoria).

IDEALIZADORES

Cicinho Silva (idealizador, acordeonista e diretor musical) - Nascido na Zona Leste de São Paulo e filho de nordestinos, Cicinho Silva é acordeonista, arranjador, diretor musical e produtor cultural, trazendo na trajetória o legado do pai, Luiz de Nazaré, fundador da tradicional Praça do Forró, em São Miguel Paulista. Iniciou na música aos 11 anos e, aos 14, dedicou-se ao acordeon. Formado pela Universidade Livre de Música (Centro Tom Jobim), estudou com mestres como Gabriel Levy, Toninho Ferragutti, Débora Gurgel e Oswaldinho do Acordeon, além de concluir formação em harmonia e improvisação pela UFRN.  Com mais de 13 anos como educador musical, lecionou em instituições como o Conservatório Orestes Sinatra, Conservatório Lins de Vasconcelos e EMESP Tom Jobim. Como instrumentista, já dividiu palco com Anastácia, Zeca Baleiro, Geraldo Azevedo, Quinteto Violado, Rastapé e outros nomes, além de realizar turnês por países da Europa e América do Sul. Na área da produção, assinou projetos premiados por editais culturais, como Equidade Musical, Quarteto Domingando, De Choro a Choro e Laboratório de Forró. Participou ainda de gravações com artistas nacionais e internacionais. Entre suas conquistas, recebeu o título de Embaixador Nordestino (2023), o Prêmio Gestor Cultural (2024) e o Prêmio Anastácia de Música Brasileira (2024).

Elielma Carvalho (idealizadora e produtora executiva) - Natural de Araripina (PE) e radicada em Mogi das Cruzes (SP), Elielma Carvalho é produtora cultural, gestora de projetos e cordelista com mais de uma década dedicada à valorização da cultura popular. Atua em iniciativas que fortalecem o forró, o cordel, o choro e a capoeira, com destaque para projetos realizados em parceria com a Associação Construindo Consciência e o Instituto Cordel Sem Fronteiras. Formada em Pedagogia e especializada em Gestão de Projetos Culturais, Contação de Histórias e Musicalização na Educação Infantil, ela também integrou o curso Avança Forró, aprofundando conhecimentos em gestão, comunicação e acessibilidade no campo cultural. Assina a produção executiva de projetos premiados por editais municipais, estaduais e federais, como Flores do Mandacaru - As Mulheres no Forró, Berimbauê Balancê, Quarteto Domingando e Eles e Elas que Decantam o Nordeste. Em 2025, idealiza e assina a produção executiva do Festival Eles e Elas - SerTão DiVerso, aprovado em 1º lugar no 8º Edital de Fomento à Música da SMC/SP, ampliando sua atuação na promoção da diversidade, da equidade e das expressões tradicionais nordestinas. Também integra coletivos e espaços de articulação cultural, como o GT do Forró do IPHAN/SP e o Sarau Bodega do Brasil.

REALIZADORA

Associação Construindo Consciência (ACC) - A Associação Construindo Consciência, fundada em 1978, é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, de caráter apartidário e inclusivo. A entidade atua na promoção do desenvolvimento humano integral, com foco nas áreas de educação, cultura, arte, assistência social, saúde, meio ambiente, empregabilidade, esporte e lazer. Sua missão é fortalecer a cidadania e os direitos humanos por meio de ações que respeitam e valorizam a diversidade étnica, cultural, de gênero, orientação sexual, faixa etária, convicções religiosas e políticas. A ACC orienta suas práticas pela promoção da equidade, da inclusão social e do acesso a direitos fundamentais. A associação atende pessoas em todas as fases da vida - da primeira infância à terceira idade - de forma individual ou coletiva, dedicando atenção especial a populações em situação de vulnerabilidade social. Atua na elaboração, gestão e execução de projetos sociais e culturais, desenvolvendo parcerias com órgãos públicos, entidades privadas, coletivos culturais e instituições acadêmicas. Por meio da formalização de convênios, termos de fomento e colaboração, acordos de cooperação, parcerias técnicas e contratações artísticas, a organização contribui para o fortalecimento das redes de proteção social e para a ampliação do acesso à cultura.

 

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