sexta-feira, 8 de maio de 2026

Cia de Teatro Heliópolis abre inscrições para residência artística em sua sede

A Companhia de Teatro Heliópolis está com inscrições abertas para grupos teatrais interessados em realizar Residência Artística em sua sede, na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, localizada no bairro Ipiranga. Os interessados devem se inscrever, até o dia 22 de maio de 2026, por meio de link disponível na Bio da página da companhia no Instagram - @ciadeteatroheliópolis.

Esta ação prevê a residência de dois grupos por um período de quatro meses cada, que resultará em abertura de processo criativo aberto ao público em duas apresentações gratuitas. Para tanto, ambos receberão ajuda de custo no valor de R$ 4.000,00 pelo período. Os nomes dos selecionados serão divulgados no dia 26 de maio pelas redes sociais da companhia.

A ocupação dos grupos residentes será efetivada da seguinte forma: Grupo 1 - de 03 de junho a 30 de setembro, às quartas-feiras, das 14h às 17h, com apresentação nos dias 29 e 30 de setembro; e Grupo 2 - de 08 de junho a 28 de setembro, às segundas-feiras, das 14h às 17h, com apresentação nos dias 27 e 28 de setembro.

“Como fazedores de teatro, sabemos da dificuldade de encontrar um espaço adequado para realizar nossos estudos teóricos/práticos na cidade de São Paulo. Sabemos da importância de se ter um espaço adequado para desenvolver pesquisas e apresentar nossos trabalhos, por isso, compartilhamos o espaço da nossa sede com outros coletivos”, comenta Miguel Rocha, diretor da Companhia de Teatro Heliópolis.

Esta iniciativa integra as ações do projeto Manutenção e Modernização Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho - Sede da Companhia de Teatro Heliópolis, Contemplado no Edital Nº 38/2024 Fomento CULTSP PNAB Módulo I, Nº de Inscrição: 38/2024-1725.0501.7433, cujo objetivo é a manutenção das atividades do espaço pelo período de 18 meses.

Serviço 

Residência Artística – Inscrições abertas
Até 22 de maio: https://www.instagram.com/ciadeteatroheliopolis/
Resultado dos selecionados: 26 de maio
Período de ocupação: 03 de junho a 30 de setembro 

Companhia de Teatro Heliópolis
Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533 - Ipiranga. São Paulo/SP.
Transporte público: Metrô e Terminal de Ônibus Sacomã.
IG: @ciadeteatroheliopolis | FB: @companhiadeteatro.heliopolis

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

Conservatório de Tatuí recebe show do Banduo lançando Dobras, concebido para dois bandolins

Rafael e Esteves Maik Oliveira (foto de Rebeca Figueiredo)
Álbum de Maik Oliveira e Rafael Esteves apresenta as possibilidades sonoras do bandolim, um dos instrumentos mais emblemáticos da música brasileira, mesclando choro com música instrumental e de câmera.

No dia 15 de maio, sexta, às 18h, o Conservatório de Tatuí, recebe o show de lançamento do álbum Dobras do Banduo, duo formado pelos bandolinistas Maik Oliveira e Rafael Esteves. A apresentação, gratuita, ocorre no Grande Salão Villa-Lobos e conta com participação especial de Victor Guedes (violão tenor). A apresentação oferece acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescrição, espaços reservados e mediação para o acolhimento de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos.

Esse trabalho integra o projeto Banduo - O Bandolim e Suas Texturas, lançado pelo duo, em 2025, no qual exploram as possibilidades sonoras do bandolim. Com direção musical de Alisson Amador, o álbum apresenta 10 faixas inéditas, entre composições próprias e de outros autores, feitas especialmente para o Banduo. Os arranjos trazem assinaturas de quatro instrumentistas, referências na cena contemporânea - Edmilson Capelupi, Milton Mori, Marcílio Lopes e Alisson Amador, além do próprio Rafael Esteves.

Nesse dueto, o virtuosismo de Maik Oliveira e Rafael Esteves é aplicado às possibilidades do bandolim, mesclando influências do choro com o instrumental brasileiro e a música de câmara (com destaque para J.S. Bach) em busca de sonoridades inovadoras e potentes. O flerte com a música camerística traz uma singularidade muito em virtude da formação inusitada de dois bandolins. Os músicos ressaltam a importância desse encontro sonoro de dois instrumentistas que começaram tocando samba e pagode na periferia de São Paulo - Maik em São Bernardo do Campo e Rafael em Guarulhos - até iniciarem no universo do choro. E agora, o encontro com Alisson Amador, músico de formação clássica, natural de Heliópolis, que chegou para contribuir, inicialmente como professor de rítmica, chegando à direção musical pela sintonia identitária com os artistas e com o trabalho do Banduo.

O bandolim - instrumento emblemático da música brasileira, ligado a nomes como Jacob do Bandolim, Luperce Miranda, Isaías Bueno e Déo Rian - ganhou um novo olhar nesse projeto pelo diálogo entre o choro e a música de câmara, ampliado por uma abordagem contemporânea capaz de atrair os ouvintes mais diversos.

Maik Oliveira é bandolinista com mais de 20 anos de trajetória. Tocou com nomes como Inezita Barroso, Paulinho da Viola, Elton Medeiros, Nilze Carvalho, Eduardo Gudin, Sérgio Reis e Rolando Boldrin. Foi aluno de Jane do Bandolim, Edmilson Capelupi, Silvia Góes e Luizinho 7 Cordas. Atualmente tem seu trabalho solo, Maik Oliveira e Regional, e integra os grupos de Marina de la Riva e Paula Sanches.

Rafael Esteves é bandolinista, educador, compositor e arranjador. Venceu o Festival Jorge Assad com o Quarteto Pizindim, com o qual se apresenta em unidades do Sesc e outros circuitos culturais. Como solista, já atuou com a OCAM-USP e com grandes nomes da música brasileira como Dona Ivone Lara, Monarco, Almir Guineto e Péricles.

O projeto Banduo - O Banduo - O Bandolim e Suas Texturas é um projeto realizado com recursos do edital PNAB 24/2024 de Gravação e Lançamento de Álbum Musical Inédito, com apoio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB); do Programa de Ação Cultural - ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo; e do Ministério da Cultura e do Governo Federal. Além da gravação do álbum, o Banduo realizou circulação com sete apresentações: dois concertos didáticos e cinco shows (pré-lançamento e lançamento). Nos concertos didáticos, realizados em polos do Projeto Guri, o duo compartilhou com os alunos o processo criativo, a preparação do disco, a criação dos arranjos e a construção do repertório, além de abordar o bandolim e sua história.

Ficha técnica - Banduo: Rafael Esteves e Maik Oliveira (bandolins). Músico convidado: Victor Guedes (violão tenor). Técnico de som: Mauricio Takao. Intérprete de Libras: Elaine Sampaio. Audiodescrição: Ver Com Palavras. Mediação: Maytê Amarante. Assessoria em acessibilidade: Manoel Negraes (Vias Abertas - Comunicação, Cultura e Inclusão). Fotos: Rebeca Figueiredo. Designer gráfico e identidade visual: Bruno Conde. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Concepção do projeto: Rafael Esteves e Maik Oliveira. Produção: Leonardo Escobar (PiÔ - Produção e Projetos). Data de lançamento do álbum: 27/02/2026.

Serviço
Show/lançamento: Banduo - Dobras
Data: 15 de maio de 2026 - Sexta, às 18h
Ingressos: Gratuitos – Sem distribuição de ingressos.
Duração: 60 min. Classificação: Livre.
Local: Conservatório de Tatuí - Grande Salão Villa Lobos
Rua São Bento, 415 – Centro. Tatuí/SP. Tel.: (15) 3205-8445 

Banduo na rede: https://www.instagram.com/obanduo/
Linktree: https://linktr.ee/obanduo
Ouça o disco: https://linktr.ee/obanduo

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

quinta-feira, 7 de maio de 2026

Sanfona Paulista acontece dia 28 de maio no Teatro Paulo Eiró reunindo 15 acordeonistas

No dia 28 de maio, quinta-feira, acontece o Sanfona Paulista no Teatro Paulo Eiró, às 20h, com entrada gratuita. Trata-se de um grande encontro de sanfoneiros e sanfoneiras para deleite do público da cidade de São Paulo. São 15 instrumentistas se revezando no palco, celebrando a sanfona como um dos instrumentos mais versáteis, potentes e simbólicos da música brasileira.

Os artistas participantes são: Toninho Ferragutti, Gabriel Levy, Paola Gibram, Luan dos 8 Baixos, Eliomar Landim, Cicinho Silva, Pablo Moura, Nanda Guedes, Luiz Santos, Cimara Fróis, Olivinho do Acordeon, Aline Reis, Jair do Acordeon, Claudinei do Acordeon e Henrique José.

Cada sanfoneiro apresenta dois números musicais, podendo ser acompanhado pela banda de apoio, formada por Neide Nazaré (triângulo), Ivan Rodrigo (zabumba) e Antonio Batista (guitarra e violão). Além das apresentações, três ícones da sanfona serão homenageados pelo Sanfona Paulista: Lauro Valério e Roberto Bueno, octogenários fundadores da Associação dos Acordeonistas do Brasil, e Renata Sbrig, fundadora de Orquestra Sanfônica de São Paulo, há 38 anos.

Mais do que um show, o Sanfona Paulista se configura como um espaço de encontro entre gerações, estilos, trajetórias e identidades, tendo o fole da sanfona como elemento central e condutor dessa experiência. O evento reafirma a sanfona como um instrumento plural, capaz de transitar entre diferentes gêneros - forró, chorinho, jazz, bossa nova, rock e outras brasilidades - conectando o popular ao erudito, o regional ao urbano, a tradição à contemporaneidade.

A concepção também se ancora na memória e na ancestralidade da música brasileira, valorizando os mestres que dedicaram e dedicam suas vidas ao instrumento, ao mesmo tempo em que cria espaço para narrativas atuais e para a renovação da cena instrumental. Durante o encontro, os próprios artistas compartilham essas memórias, criando uma ponte afetiva entre passado, presente e futuro. Um ponto fundamental do evento é a representatividade e a inclusão, com atenção especial à questão de gênero na música instrumental. Historicamente, encontros de sanfoneiros são majoritariamente ocupados por homens. O Sanfona Paulista propõe um deslocamento consciente desse cenário ao incluir na programação mulheres sanfoneiras. O projeto também abraça a diversidade racial, social e de identidades, reunindo artistas afrodescendentes e integrantes da comunidade LGBTQIA+.

Idealizado pelo sanfoneiro Cicinho Silva e pela produtora Elielma Carvalho, o Sanfona Paulista é uma realização da Associação Construindo Consciência. "Este projeto foi contemplado pela 8ª Edição do Edital de Apoio à Música para a cidade de São Paulo - Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa". O evento conta com recursos de acessibilidade (intérprete de Libras, audiodescrição e abafadores de ruído).

FICHA TÉCNICA | Sanfona Paulista - Realização: Associação Construindo Consciência. Idealização: Cicinho Silva e Elielma Carvalho. Direção artística: Cicinho Silva. Produção geral: Elielma Carvalho. Assistência de produção: Edivânia Carvalho. Identidade visual: Lucélia Borges. Social media: Felipe Teixeira. Design gráfico: Juliana Nakaharada. Videomaker e edição: Cauê Colodro. Acessibilidade: AcessaHabilidade.  Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Projeto contemplado: 8ª Edital de Apoio à Música para a Cidade de São Paulo, nº 23/2024/SMC/CFOC/SFA, da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.

Serviço

Show: Sanfona Paulista
Dia 28 de maio - Quinta, às 20h
Entrada gratuita - Bilheteria: 1h antes.
Ingressos online: www.sympla.com.br/evento/sanfona-paulista-encontro-de-sanfoneiros/3380660
Classificação: Livre. Duração: 120 min.
Acessibilidade: Interprete de Libras, audiodescrição e abafadores de ruído. 
Local: Teatro Paulo Eiró
Av. Adolfo Pinheiro, 765 - Santo Amaro. São Paulo/SP - 04733-100.
Metrô Adolfo Pinheiro. Capacidade: 467 lugares. Acessibilidade.
Sanfona Paulista na rede: @sanfona.paulista

Os sanfoneiros

Toninho Ferragutti - É acordeonista, compositor, arranjador e educador, nascido em Socorro, SP. Foi incentivado na música pelo pai, Pedro Ferragutti, saxofonista e compositor de valsas, choros, dobrados e marchas. Participou de centenas de álbuns e shows de artistas no Brasil e exterior, como Gilberto Gil, Maria Bethânia, Chico César, Lenine, Mônica Salmaso e Nailor Proveta, entre tantos, e com orquestras como Maria Schneider Orchestra, Jazz Sinfônica, OSESP, OSUSP, OCAM, Orquestra Jovem Tom Jobim e orquestras de vários estados brasileiros, sob regências de Claudio Cruz, Nelson Ayres, Osman Gioga, Gil Jardim, Carlos Anísio e outros. Sua discografia soma 15 álbuns solo e em parceria, com 3 indicações ao Grammy Latino e várias indicações a outros prêmios - Prêmio Tim, Prêmio Governador do Estado de São Paulo e Prêmio da Música Brasileira. Foi premiado como Melhor Solista no 28º Prêmio da Música Brasileira por seu trabalho autoral A Gata Café. Entre seus lançamentos recentes, De Sol a Sol, Valsas de Garoto e QuarenteMas.

Gabriel Levy - Acordeonista, arranjador, compositor, educador e produtor musical, Levy tem tocado ao lado de artistas do Brasil e do exterior nos mais diversos estilos. Atua em alguns dos mais destacados projetos de músicas do mundo, no Brasil, como Mawaca, Mutrib, Fortuna, Orquestra Mundana, Kerlaveo além de vários trabalhos juntos a comunidades de imigrantes. Criou do projeto artístico-pedagógico A Magnífica Orchestra Paulistana de Músicas do Mundo (vencedora de Melhor Orquestra Popular pelo PPM). É diretor musical de vários festivais multiculturais como Na Dança!,  Ethno Brazil e Encontro de Música e Danças do Mundo (BA). Foi indicado a prêmios como Melhor Produtor e Melhor Instrumentista. Seu CD Terra e Lua recebeu o Prêmio Catavento da Rádio Cultura na categoria Música Instrumental. Publicou livros e artigos voltados para a educação musical intercultural. Mestre em Processos de Criação Musical / Educação Musical (ECA-USP) e doutorando pela UNESP. Teve suas composições interpretadas por renomados artistas como Duo Assad, Orquestra Refugi, Yo-yo Ma, Paquito d’Rivera e outros.

Paola Gibram - É acordeonista, pianista, tecladista, percussionista, compositora, arranjadora, diretora musical e cantora com mais de 20 anos de trajetória. Iniciou na Academia de Música Lorenzo Fernandez, em Varginha (MG), onde estudou piano erudito. Participou de cursos e oficinas, tendo como professores Toninho Ferragutti, Alessandro Kramer, Délia Fischer, Itiberê Zwarg, Alessandro Penezzi, Mario Séve e Guilherme Ribeiro. Em 2004, mudou-se para Florianópolis (SC), onde integrou os grupos Sonido, Gente da Terra e Margem Esquerda (álbum Margem Esquerda e turnê pela Espanha), gravou o álbum Raízes Trançadas, de Felipe Coelho, a trilha do espetáculo A Besta e a Fera e participou da trilha do filme Muamba - Querido Papá. Em São Paulo, desde 2013, integra o coletivo Forró das Minas (sanfoneira principal e diretora musical de shows), os grupos Nó da Garoa, Forró do Assaré, Trio Calesita, Xelengodengo e compõe as bandas de Tião Carvalho, Bruna Alimonda e Ana Flor de Carvalho. Também vem se apresentando com Djuena Tikuna, Mawaca e Filarmônica de Pasárgada. Lançou 4 singles e, atualmente, prepara seu álbum de canções autorais. Possui doutorado em Antropologia pela USP.

Luan dos 8 Baixos - São Bernardense e filho de nordestinos, Luan é uma das referências na preservação e difusão da sanfona de oito baixos no Brasil. Iniciou os estudos na sanfona de piano aos 17 anos, passando pela Universidade Livre de Música, atual EMESP Tom Jobim. Posteriormente, migrou para o fole de oito baixos a partir de pesquisa autodidata e profunda imersão na cultura popular. Com atuação destacada na cena cultural desde 2005, já acompanhou artistas e grupos da cena contemporânea como Miltinho Edilberto, Banda Chimarruts, Luiz Wilson, Quarteto Nordeste e atuou como sanfoneiro do projeto Arte na Rua (Rede Globo). Atua como instrumentista e compositor com foco no repertório tradicional do forró pé de serra e na música instrumental brasileira. Ministra frequentemente oficinas e palestras em festivais, além de se apresentar em importantes festivais e palcos de música instrumental no Brasil.

Eliomar Landim - Eliomar é acordeonista, compositor, orquestrador e professor com atuação dedicada ao acordeon de concerto e à ampliação do repertório erudito para o instrumento, reconhecido pelo virtuosismo técnico. Iniciou os estudos aos sete anos e formou-se em Acordeon Erudito no Conservatório Musical Beethoven (SP). Estudou com Toninho Ferragutti, Emanuele Rastelli (Itália) e Gorka Hermosa (Espanha). Participou do programa Prelúdio (TV Cultura, regência de Júlio Medaglia), sendo o único acordeonista a chegar às fases finais da competição, interpretando o Moto Perpétuo (Niccolò Paganini). Como solista, seu repertório transita do barroco ao contemporâneo, além de composições autorais. É compositor do Concerto para Acordeon e Orquestra de Cordas com Tímpanos no 1 em Si Menor, do qual realizou a orquestração. Sua discografia inclui Eliomar Landim in Concert, Baroque Accordion (participação do violinista italiano Emmanuele Baldini) e 6 Preludes and Fugues (autoral). Apresentou-se com a Orquestra do Theatro São Pedro, Orquestra de São José dos Campos e com os regentes Simone Menezes, Júlio Medaglia e William Coelho, além de Emmanuele Baldini, Neymar Dias, Chico Oliveira e Yuri Popoff.

Pablo Moura - Cantor, sanfoneiro, arranjador e produtor musical de 29 anos que se destaca pela versatilidade e talento. Já acompanhou nomes importantes da música brasileira como Oswaldinho do Acordeon, Anastácia, Daniel Gonzaga, Zeca Baleiro, Antônio Nóbrega, Mariana Aydar, Falamansa e Bicho de Pé, transitando por diversos gêneros e estilos. Em 2025, Pablo teve todos os ingressos esgotados no show realizado na Casa de Francisca, prestigiado palco da cena musical paulistana. Seu show é considerado uma experiência imersiva na cultura brasileira e se consolida como um nome promissor na música instrumental e cantada. Sua performance conjuga virtuosismo e carisma, transformando a sanfona em protagonista absoluta, rompendo as fronteiras do regionalismo com uma sonoridade universal que dialoga com a tradição do forró e com a sofisticação do jazz e da world music.

Nanda Guedes - Cantora, compositora, sanfoneira, multi-instrumentista e arte-educadora, nascida em Iguatu (CE) e criada em São Paulo, Nanda Guedes esbanja criatividade e versatilidade. Com mais de 20 anos de carreira, dedica-se à cultura popular brasileira, ao forró e à formação musical em comunidades, articulando palco e território, tradição e contemporaneidade em um trabalho autoral marcado pela diversidade, ancestralidade e protagonismo feminino. Desde 2016, investe na carreira solo, aprofundando uma pesquisa musical que dialoga com diferentes linguagens e ritmos. Em 2021, lançou o primeiro álbum autoral, Me Leva que Eu Vou, projeto contemporâneo fundamentado em ritmos da cultura popular brasileira como maracatu, coco, ijexá, samba matuto, forró pé de serra e maculelê, uma mistura potente que une a sanfona à distorção da guitarra e ao swing da percussão. Além dos palcos, atua como educadora musical, desenvolvendo ações formativas voltadas ao fortalecimento do protagonismo feminino e à ampliação do acesso à cultura.

Cicinho Silva - Nascido na Zona Leste de São Paulo, Cicinho é acordeonista, arranjador, diretor musical e produtor cultural, trazendo na trajetória o legado do pai Luiz de Nazaré, nordestino fundador da tradicional Praça do Forró, em São Miguel Paulista. Iniciou na música aos 11 anos e, aos 14, dedicou-se ao acordeon. Formado pela Universidade Livre de Música (Centro Tom Jobim), estudou com os mestres Gabriel Levy, Toninho Ferragutti, Débora Gurgel e Oswaldinho do Acordeon, além de concluir formação em harmonia e improvisação pela UFRN. Como instrumentista, dividiu palco com Anastácia, Zeca Baleiro, Geraldo Azevedo, Quinteto Violado, Alaíde Costa, Rastapé e outros, além de realizar turnês e gravar com artistas da Europa e América do Sul. Como arranjador e diretor musical, assina trabalhos para inúmeros artistas brasileiros. Integra o Luarada Brasileira que lançou o EP Três É Demais, em 2024. Com mais de 13 anos como educador musical, lecionou no Conservatório Orestes Sinatra, Conservatório Lins de Vasconcelos e EMESP Tom Jobim. Na área da produção, assinou projetos premiados por editais culturais, como Eles e Elas - SerTão Diverso, Equidade Musical, Quarteto Domingando, De Choro a Choro e Laboratório de Forró. Recebeu o título de Embaixador Nordestino (2023), o Prêmio Gestor Cultural (2024) e o Prêmio Anastácia de Música Brasileira (2024).

Luiz Santos - Começou os estudos com 12 anos, com seu primeiro instrumento, o teclado, que estudou durante dois anos. Dedicou-se também a tocar instrumentos de percussão, mas sua paixão sempre foi acordeom. Estudou na Universidade Livre De Música, além de ter estudado com mestres sanfoneiros – Toninho Ferraguti, Oswaldinho do Acordeon, Cicinho Silva e Gabriel Levy. Desde que passou a tocar sanfona profissionalmente, já se apresentou com diversas bandas, trios, duplas sertanejas e cantores sertanejos - Forrueiros, Peixeletrico, Tato Falamansa, Anastácia, Edson Duarte, Bruno Araújo, Caio e Rafael, Amom e vários outros. Já tocou em várias casas conceituadas como Estância Alto da Serra, Canto da Ema, CTN Rádio Atual e outras. Já se apresentou em programas de TV com a cantora Anastácia.

Cimara Fróis - Nascida em Belo Horizonte, MG, a sanfoneira, cantora e compositora está completando 25 anos de sanfona no peito e pé no mundo. Artista múltipla, buscou no teatro de improviso, na palhaçaria e no canto coral as ferramentas para levar o seu fazer artístico além do musical. É reconhecidamente uma sanfoneira pioneira no circuito por ter co-fund
ado, em 2008, o Trio Mana Flor, destacado trio de forró formado exclusivamente por mulheres. Com seu trabalho solo, Cimara Fróis e a Banda Invisível, a artista está em circulação, desde 2022, em diferentes unidades do SESI e Sesc SP. Sua trajetória conta com oito turnês internacionais em países da Europa e América Latina, além de ter tocado ao lado de importantes artistas da MPB como Dominguinhos, Anastácia, Chico César, Leila Pinheiro, Ceumar, Zeca Baleiro, Fabiana Cozza, Antônio Nóbrega, Juliana Linhares e MãeAna.


Olivinho do Acordeon
- Olivinho, natural de Garanhuns (PE), é um legítimo representante da nova safra de grandes sanfoneiros do Brasil. Exímio instrumentista, ele trabalhou em palcos, teatros e estúdio com diversos artistas, entre eles Téo Azevedo, Ceumar, Cléber Albuquerque, Chico César, Elba Ramalho, Dominguinhos, Oswaldinho e Renato Borguetti, Bicho de Pé, entre outros. Foi responsável pelos arranjos do CD de 50 anos de carreira da cantora Anastácia, indicado ao Grammy latino. Trabalhou como diretor musical com a cantora Maria Alcina no show Asa Branca, em homenagem a Luiz Gonzaga. Atualmente, trabalha com o projeto Fuá do Guegué, a companhia de teatro infantil Banda Mirim e com o artista pernambucano Antônio Nóbrega.

Aline Reis - Formada em Sociologia na FESPSP - Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e Música na FMU - Faculdade Metropolitana Unidas. Artista de 40 anos, iniciou sua carreira aos 16, tocando acordeão. Desde então, interage com músicos, grupos e coletivos de arte compostos por artistas de várias gerações: Tião Carvalho, Renato Braz, Chitãozinho e Xororó e outros. A paulistana possui um estilo próprio de cantar e tocar violão, sua voz doce e sutil cativa à primeira escuta. O contraste entre a pujança de suas letras e a doçura da voz capta e intriga o ouvinte. Ao universo da canção popular, Aline Reis agrega arranjos que são releituras livres de ritmos tradicionais brasileiros, sonoridades modernas e poemas cantados. Jongo, samba, rock n’roll, funk, baião e pop são ingredientes de sua receita bem temperada. Suas letras expressam, com equilibrada simplicidade poética, a crítica aos estereótipos, às contradições e injustiças de nosso tempo.

Jair do Acordeon - Nascido em São Paulo, em 1987, Jair do Acordeon começou a estudar a sanfona, em 2012, na escola de música Symphony Music Center Ltda (SP). Também estudou com o professor Chiquinho de Camalaú e com o professor e diretor musical Cicinho Silva. Jair já tocou com Chico de Andrade, Paulo Andrade, Banda Severina, Forró Concreto, Banda Sem Vergonha, Ivan Silva, Cicinho Silva e Neide Nazaré, entre outros. O sanfoneiro apresentou-se em espaços como Remelexo Brasil, Canto da Ema, Remelexinho (Estádio do Morumbi), Projeto Forró da Garoa, Casa de Cultura Antônio Marcos, Casa de Cultura de Santo Amaro, Projeto Oh Saudade e Projeto Neide Gara-Pé (com direção musical Cicinho Silva).

Claudinei do Acordeon - Conhecido acordeonista do forró pé de serra ou forró tradicional, Claudinei é também cantor e compositor. Paulista nascido em Osasco/SP, ainda criança mudou-se para Bahia e, na adolescência, radicou-se para São Paulo onde deu os primeiros passos no mundo musical. Iniciou a carreira solo em 1996, adquirindo conhecimentos de instrumentos com o ato de estudar as músicas por si mesmo. A grande influência musical veio do pai e dos tios sanfoneiros. Iniciou ouvindo composições instrumentais dos membros da família e cantores como Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro, Dominguinhos, Falamansa e outros. Realizou ainda um Projeto de Teclado, instrumento que também domina, realizando uma séries apresentações. Apresenta-se em várias regiões do Brasil e, recentemente, participou dos programas É de Casa (Rede Globo) e Domingo Espetacular (Rede Record).

Henrique José – José Henrique é sanfoneiro, natural de Brasília, DF, radicado em São Paulo. Exímio instrumentista, há 10 anos, ele é declaradamente um apaixonado pelo instrumento, desde criança. Atualmente continua seus estudos com o maestro e padrinho Marcos Farias (um dos influenciadores em sua forma de tocar) e Cicinho Silva.  Henrique já se apresentou no Clube do Choro em Brasília, tocou com trios de forró, entre eles o Trio Mestre Lua, além de vários outros cantores de Brasília e de São Paulo. Possui um canal no YouTube onde posta seus estudos e pesquisas sobre o acordeon e as músicas que vem pesquisando e aprendendo ao longo da sua jornada no fole da sanfona.

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181-
verbena@verbena.com.br


Mostra de Teatro de Heliópolis recebe inscrições até 12 de junho para sua 7ª edição

A Mostra vai selecionar montagens produzidas por artistas e grupos que atuam em territórios periféricos do estado de São Paulo.

Entre os dias 12 de maio e 12 de junho de 2026, estarão abertas as inscrições para a 7ª Mostra de Teatro de Heliópolis, percussora e referência na difusão do teatro periférico brasileiro. Desde 2015, a Mostra tem o objetivo de promover um panorama teatral de grupos, coletivos e espetáculos cujas atividades sejam desenvolvidas em comunidades populares e regiões periféricas do Estado de São Paulo.

Os interessados, que se enquadrem no perfil do evento, podem se inscrever exclusivamente pela ficha de inscrição disponível no Instagram, na página da Mostra - mostraheliopolis e da Companhia de Teatro Heliópolis - ciadeteatroheliopolis, onde também estará disponível o regulamento. Os selecionados realizarão 01 (uma) apresentação e receberão cachê entre 10 mil e 15 mil reais.

A MTH - Mostra de Teatro de Heliópolis será realizado entre os dias 15 e 22 de agosto de 2026, em Heliópolis (São Paulo/SP), com ocupação de ruas e espaços públicos, e na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, sede da Companhia de Teatro Heliópolis (no Ipiranga), que abrigará o maior número de atividades. Todas a programação será gratuita, além do transporte entre a Estação Sacomã de Metrô até os locais onde as atividades serão realizadas.

A programação será dividida em nove dias e composta por: oito Sessões de Espetáculos (adultos, infantis e de rua), quatro Rodas de Conversas entre grupos/artistas e público presente mediadas por Alexandre Mate e, como nas edições anteriores, uma Feira Literária dedicada à difusão de autores periféricos brasileiros e a editoras cujo foco editorial seja artes cênicas e questões sociais. A programação também conta com: Olhar Crítico -  jornalistas e estudantes de jornalismo assistirão todos os espetáculos para emitir suas impressões em resenhas críticas, cujos textos serão publicados no site do evento; e Vivência Artística - um(a) profissional atuante e expoente do teatro periférico brasileiro será convidado(a) a compartilhar seu processo de trabalho com 25 jovens artistas moradores de territórios periféricos do Estado de São Paulo.

Realizada pela Companhia de Teatro Heliópolis e pela produtora MUK, a MTH tem curadoria coordenada por Alexandre Mate (doutor, professor e pesquisador do Núcleo Paulistano de Teatro de Grupo) e por Dalma Régia (atriz, produtora e fundadora da Cia. de Teatro Heliópolis). A direção artística é de Miguel Rocha, e Daniel Gaggini assina a direção de produção do evento. Esta edição da MTH - Mostra de Teatro de Heliópolis foi viabilizada por meio do Edital de Fomento à Cultura SP - ProAC nº 09/2025, Economia Criativa: Fomento à Mostras, Festivais e Evento, da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.

O desejo de realizar a 7ª Mostra de Teatro de Heliópolis vem ao encontro da urgência de dar continuidade a ações que gerem mecanismos para fortalecer, estimular e difundir a criação artística de grupos e artistas teatrais atuantes em territórios periféricos, bem como da necessidade de oferecer oportunidades e visibilidade à rica e pulsante cena teatral dessas localidades. 

Para o curador Alexandre Mate, "a Mostra de Teatro de Heliópolis é absolutamente relevante por que apresenta um painel de diferentes necessidades, experimentos estéticos teatrais, em uma perspectiva experimental, daquilo que de melhor vem sendo feito no mundo". Já o diretor artístico Miguel Rocha, argumenta: "Poder ver o outro, assistir, perceber, o modo de se ‘organizar’ dos grupos, vai sempre impactar o nosso trabalho (Cia de Teatro Heliópolis). A Mostra de Teatro de Heliópolis também traz a possibilidade de vermos como outros grupos desenvolvem seus trabalhos, suas pesquisas e seus processos. Vai se criando a prática a partir da troca, da percepção. Eu acho isso fundamental para o teatro e para quem faz teatro".

Serviço

Mostra de Teatro de Heliópolis
Período de inscrições: 12 de maio a 12 de junho de 2026
Regulamento e ficha de inscrição:
www.instagram.com/mostraheliopolis e www.instagram.com/ciadeteatroheliopolis
Os interessados devem acessar a página da MTH no Instagram, ler o regulamento e preencher a ficha até a data final de inscrição. Só serão aceitas inscrições de grupos, entidades, coletivos ou artistas que comprovem atuação em comunidades populares ou regiões periféricas.
Contato: producao.ctheliopolis@gmail.com
Na rede: @mostraheliopolis | @ciadeteatroheliopolis 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 | verbena@verbena.com.br

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Cia de Teatro Heliópolis recebe espetáculos convidados de grupos de territórios periféricos

A Companhia de Teatro Heliópolis segue com temporada gratuita de espetáculos convidados até o dia 24 de maio. Cada companhia realiza duas sessões, um workshop sobre seus processos criativos e roda de conversa após a primeira sessão. As apresentações ocorrem aos sábado, às 20h, e domingos, às 18h, com ingressos gratuitos, além de interpretação em Libras em uma sessão de cada espetáculo.

A companhia O Bonde apresenta Desfazenda - Me Enterrem Fora Desse Lugar, nos dias 9 e 10 de maio, e a Cia Os Crespos entra em cena com duas montagens: Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar sem Asas, dia 16 de maio, e A Solidão do Feio, dia 17 de maio. Já a Cia Dos Inventivos apresenta Maria Auxiliadora, nos dias 23 e 24 de maio, fechando a série de grupos convidados.

 

Sobre as rodas de conversa com o público, participam os seguintes artistas: Lucas Moura, dramaturgo, por O Bonde (9/5); Lucelia Sérgio, diretora (16/5) e Sidney Santiago Kuanza, diretor/dramaturgo/ator, e Gabi Costa, diretora (17/5), pela Cia Os Crespos; e Flávio Rodrigues, diretor, pela Cia Dos Inventivos (23/5).

Os workshops serão ministrados por integrantes das companhias: O Bonde - O Corpo Negro e o Teatro (10/5) e Cia Dos Inventivos - Oficina Inventiva (24/5), aos domingos, das 14h às 16h. Apenas a Cia Os Crespos - Teatros Negros em (P)erspectivas realiza a atividade na quinta-feira (14/5), das 19h às 21h. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas por meio do link disponível na Bio da Cia. de Teatro Heliópolis no Instagram - @ciadeteatroheliopolis.

Estas apresentações de grupos convidados integram a programação do projeto Manutenção e Modernização Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho - Sede da Companhia de Teatro Heliópolis, contemplado no Edital Nº 38/2024, Fomento CULTSP PNAB Módulo I, Nº de Inscrição: 38/2024-1725.0501.7433. Esta ação busca aprofundar a relação com coletivos que desenvolvem seus trabalhos nos territórios periféricos da cidade ou estado de São Paulo, por meio do intercâmbio artístico.

Serviço | Programação

 

Companhia de Teatro Heliópolis apresenta espetáculos convidados

Até 24 de maio de 2026

Ingressos: Gratuitos – Bilheteria 1 hora antes das sessões.

Reservas online: Sympla

Programação, informações e inscrições para workshops (20 vagas):

https://www.instagram.com/ciadeteatroheliopolis/
Local: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1.533 - Ipiranga. São Paulo/SP.
Tel.: (11) 2060-0318 (WhatsApp).
Transporte público: Metrô e Terminal de Ônibus Sacomã.
IG: @ciadeteatroheliopolis | FB: @companhiadeteatro.heliopolis

 

Espetáculo: Desfazenda - Me Enterrem Fora Desse Lugar

Grupo: O Bonde

Datas: 9 e 10 de maio - Sábado, às 20h, e domingo, às 18h

Roda de conversa: 9/5 - com Lucas Moura

Workshop - O Corpo Negro e o Teatro: 10/5 - das 14h às 16h - com O Grupo
Sessão com Libras: 10/5. Classificação: 16 anos | Workshop: 18 anos.

Espetáculo: Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar sem Asas

Grupo: Cia Os Crespos

Data: 16 de maio - Sábado, às 20h

Roda de conversa: Após apresentação - com Lucelia Sergio
Sessão com Libras. Classificação: 14 anos | Workshop: 18 anos.

Workshop - Teatros Negros em (P)erspectivas: 14/5 - das 19h às 21h - com O Grupo

 

Espetáculo: A Solidão do Feio

Grupo: Cia Os Crespos

Data: 17 de maio - Domingo, às 18h

Roda de conversa: Após apresentação - com Sidney Santiago e Gabi Costa
Sessão com Libras. Classificação: 14 anos | Workshop: 18 anos.

 

Espetáculo: Maria Auxiliadora

Grupo: Cia dOs Inventivos

Datas: 23 e 24 de maio - Sábado, às 20h, e domingo, às 18h

Roda de conversa: 23/5 - com Flávio Rodrigues.

Workshop - Oficina Inventiva: 24/5, das 14h às 16h - com O Grupo.
Sessão com Libras: 24/5. Classificação: 14 anos | Workshop: 18 anos.

 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br