segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Baal - O Mito da Carne tem sessões extras dias 5/10 e 14 e 15/11 no Teatro do Incêndio

Primeira montagem da Companhia, em 1996, volta em releitura dialética para os dias correntes com direção de Marcelo Marcus Fonseca.

Em cartaz no
Teatro do Incêndio até o dia 4 de outubro, aos sábados e domingos, o espetáculo Baal - O Mito da Carne, texto de Bertolt Brecht, terá três sessões extras, após final da temporada: nos dias 5/10, segunda, e 14 e 15/11, quarta e quinta, às 20h. Com direção de Marcelo Marcus Fonseca, a peça foi a primeira montagem da companhia. A atual releitura comemora os 30 anos do Teatro do Incêndio, sendo produzida com apoio da sociedade civil, sem verba institucional, e apoiada em sua bilheteria.

A primeira produção foi um dos maiores sucessos do grupo, permanecendo por dois anos em cartaz com temporadas no Teatro Oficina e apresentações em 10 unidades do Sesc São Paulo - interior e Vila Mariana. A montagem atual se deu pela recusa do Teatro do Incêndio em fechar suas portas para o público diante da falta de subsídio. “Não aceitamos a paralização, essa situação imposta pela precariedade das políticas públicas para a Cultura em São Paulo”, diz Marcelo Marcus Fonseca, 55, diretor artístico do grupo. “É uma questão urgente, que precisa ser enfrentada, e a montagem tem como objetivo manter o Teatro do Incêndio em atividade, reabri-lo exercendo sua vocação: fazer Teatro, Anarquia e Repertório”, conclui.

Baal é inspirado no deus fenício da fertilidade e fecundação. Na peça, ele representa o retorno do homem à sua essência mais primitiva e selvagem. Rejeitando as regras da sociedade, Baal explora seus desejos sem culpa, cruzando limites entre o encantamento e a destruição, amoral, mas em um mundo amoral. Baal - O Mito da Carne conta a história do amor dilacerado entre Baal (Fonseca) e Ekart (Daniel Ortega), com referências ao tórrido romance vivido entre Rimbaud e Verlaine. Juntos, eles caminham pelo mundo deixando corpos e poesias por onde passam, ao mesmo tempo em que são consumidos por esse mundo. Formando um triângulo amoroso com Sophie (Stella Rocha), estendem ao público uma conturbada discussão dialética sobre empatia. “Baal e Ekart não se encaixam em nenhuma definição de gênero e para eles pouco importa. Isso quer dizer que não é possível rotula-los, defini-los”, comenta o diretor. O espetáculo sugere que, numa sociedade controlada pelo capital, onde as atitudes se tornam mecânicas e insossas, só uma força transgressora pode despertar as pessoas para a vida.

A montagem coloca em discussão temas como a misoginia, falsa moralidade, a imposição religiosa, a castração sexual e a valorização do dinheiro acima da vida. Encenada com toques surrealistas, característica do Teatro do Incêndio, em cena pode-se ver uma fusão de linguagens diversas de outras vanguardas históricas como expressionismo e realismo. Dessa obra primeira de Brecht, escrita pelo autor em sua juventude, e reescrita mais tarde, cinco vezes, o Incêndio cria uma dramaturgia composta entre todas as versões, sem perder a espinha dorsal proposta pelo autor.

Em cena, 12 artistas com música ao vivo traduzem o humor cínico e niilista de Brecht (em consonância com os dias atuais) em clima de cabaret ou em cenas grotescas também humoradas, perante o horror.

Esquenta Baal - Aos domingos acontece o Esquenta Baal, a partir das 18h, para quem tiver ingresso comprado. Esse público é convidado a entrar antes no teatro, levar seu vinho e beber em convívio com o elenco na preparação para a sessão.

FICHA TÉCNICA - Texto: Bertolt Brecht. Dramaturgia e direção geral: Marcelo Marcus Fonseca. Direção musical: Dedéco. Elenco: Daniel Ortega, Marcelo Marcus Fonseca, Josemir Kowalick, Anna Bia Viana, Stella Rocha, Cristiano Sales, Isabella Imparato, Lucas Costa, Rafaella Thomé e Leonardo Chagas. Assistência de direção: Stella Rocha. Iluminação: Rodrigo Sawl e Isabella Imparato. Música ao vivo: Dedéco e Xantilee Jesus. Trilha mecânica: Marcelo Marcus Fonseca e Dedéco (edições). Versão das músicas: Wanderley Martins. Versão das canções “A Moça Afogada” e “Canção da Privada”: Marcelo Marcus Fonseca. Figurinos e adereços: Olivia Albergaria e Stella Rocha. Costureira: Tereza Valério. Fotos: Kym Kobayashi. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Produção: Vanda Dantas e Marcelo Marcus Fonseca. Realização: Teatro do Incêndio.

Serviço

Espetáculo: Baal - O Mito da Carne
Temporada: 29 de agosto a 4 de outubro - Sábados e domingos, às 20h
Sessões extras: 5 de outubro (segunda) e 14 e 14 de novembro (quarta e quinta), às 20h
Ingressos: R$ 60,00 e R$ 30,00 (meia-entrada).
Vendas online: www.sympla.com.br/produtor/teatrodoincendioteatroaostragos
Bilheteria: 1h antes das sessões.
Esquenta Baal: Somente para quem adquirir ingressos antecipados pela plataforma.
Acessibilidade: sim. Ar condicionado: sim
Local: Teatro do Incêndio
Rua Treze de Maio, 48 - Bela Vista/Bixiga. São Paulo/SP.
Contato: (11) 97592-4743 (Vanda Dantas)
Instagram: @teatrodoincendiooficial
Estacionamento conveniado com desconto: Rua Treze de Maio, 113. 

FOTOS – Baal O Mito da Carne: https://drive.google.com/drive/folders/1q4pV-9G0GjxHTt2BfY75hfK-TlkUKvre

 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br
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quarta-feira, 23 de setembro de 2026

Catedral da Sé de São Paulo recebe trilogia teatral itinerante sobre três ícones carmelitas

Com direção de Helder Mariani, a Trilogia da Noite Escura da Alma trata dos embates da alma humana na fé e na razão pelas histórias: Edith Stein, João da Cruz e Theresinha.

No dia 6 de outubro, terça-feira, estreia a Trilogia da Noite Escura da Alma, às 19h, com dramaturgia e direção de Helder Mariani. Trata-se de um caminho a ser percorrido, dentro da Catedral da Sé de São Paulo, para o encontro com três santos carmelitas que viveram profundamente “a noite escura da alma” em suas histórias pessoais. O encontro acontece a partir de três espetáculos teatrais distintos, reunidos e adaptados para esse trajeto em diferentes espaços da Catedral: Salão Superior, Cripta e Coro, finalizando no Altar-Mor. Serão somente cinco apresentações: 6, 20 e 27/10 e 3 e 10/11, sempre às terças, às 19h.

São três monólogos que possuem pontos em comum. O mesmo tema - “a noite escura da alma” - perpassa as dramaturgias que contam as histórias de duas santas e um santo, ícones carmelitas venerados na fé católica: Santa Benedita Tereza da Cruz (1891-1942) - Edith Stein, a Estrela e a Cruz, vivida em cena por Daniela Schitini; São João da Cruz (1542-1591) - João da Cruz, interpretado por Helder Mariani; e Santa Theresinha do Menino Jesus (1873-1897) -  Theresinha, interpretada por Gabriela Cerqueira. Outras atrizes e um ator - Katia Naiane, Nicoli Rizzoli e Carlo Aloise - atuam no espetáculo performando e conduzindo o público pela Catedral da Sé para o encontro com os três santos e “a noite escura da alma”.

As histórias ultrapassam os limites do campo religioso ao discutirem os conflitos existenciais humanos, numa perspectiva contemporânea, dialogando com os desafios éticos atuais, tão vivenciados, principalmente, pelos cidadãos das grandes capitais onde o excesso de trabalhos e informações, os medos e a solidão, aprisionam e adoecem os seres humanos.

Produzidos pela Cia. da Palavra, os solos da Trilogia da Noite Escura da Alma foram escritos por Helder Mariani, a partir dos textos autobiográficos das três personagens, tendo uma mesma concepção cênica: a presença simples e forte do ator em cena, numa comunicação direta com a plateia, como um ator-narrador, um rapsodo do teatro contemporâneo. Duas atrizes e um ator que trazem as histórias dos religiosos carmelitas descalços, três santos da Igreja Católica - dois deles, João da Cruz e Thérèse de Lisieux, declarados Doutores da Igreja, e Edith Stein, em processo de declaração. Os três viveram em momentos históricos distintos, mas de uma mesma forma radical e transformadora viveram “a noite escura da alma”, tradição espiritual carmelita que tem lugar importante na espiritualidade cristã, e nos remete ao deserto existencial, à solidão humana, ao embate entre a fé e a razão, ao silêncio de Deus.

Segundo o diretor Helder Mariani, “em especial nas grandes capitais, como São Paulo, onde cada cidadão vive fechado em si mesmo, onde o ser humano se embrutece cada vez mais na luta urbana pela sobrevivência, essa imersão teatral na Catedral da Sé,  busca iluminar lugares recônditos do ser humano, como o de sua dimensão espiritual, em tempos tecnológicos onde se constata que a Ciência e o Racionalismo não deram conta de responder à complexidade e ao mistério que é o ser humano, em sua essencialidade e suas pluralidades. Bom lembrar que Teatro e Espiritualidade sempre caminharam juntos na História, desde suas origens”. As encenações apontam um olhar sobre esse lugar muito íntimo do ser humano, onde se misturam sentimentos e paixões, dúvidas e certezas, fé e razão; e tratam de histórias de santos, mas humanizando essas figuras divinizadas, mostrando o quanto “a noite escura da alma” de cada um deles é também a de cada um de nós. “A quem percorrer esse caminho da Catedral da Sé, há de se iluminar um olhar mais crítico e mais compassivo, para si mesmo e para o outro”, finaliza Helder Mariani.

FICHA TÉCNICA | Trilogia - Dramaturgia e direção: Helder Mariani. Elenco: Daniela Schitini (Edith Stein), Helder Mariani (João da Cruz) e Gabriela Cerqueira (Theresinha). Elenco condutor: Katia Naiane, Nicoli Rizzoli e Carlo Aloise. Coordenação de operação de luz e som: Sylvie Laila. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Idealização e produção: Cia. da Palavra.

Serviço

Espetáculo: Trilogia da Noite Escura da Alma
Solos: Edith Stein, a Estrela e a Cruz | João da Cruz | Theresinha

Apresentações: 6, 20 e 27 de outubro, 3 e 10 de novembro de 2026

Dias/horários: Terças-feiras, às 19h
Duração total: 140 min. Classificação: 14 anos. Gênero: Drama. Capacidade: 100 pessoas.
Ingressos: R$ 80,00 e R$ 40,00 (meia-entrada).
Bilheteria: 1h antes das sessões. Vendas online: Sympla.
Locais de encenação: Salão Superior, Cripta, Coro e Altar-Mor
Acessibilidade: Somente para Coro e Salão Superior. Não há acessibilidade para a Cripta.
Informações na rede: @anoiteescuradalama

Local: Catedral da Sé
Catedral Metropolitana Nossa Senhora da Assunção
Praça da Sé - Sé. São Paulo/SP. 01001-000.
Na rede: @catedraldasesp 

FOTOS/espetáculos: https://drive.google.com/drive/folders/11y8VzeWVKbrcGH-ctJple-mgZ-TNJU91

Sobre os monólogos

Edith Stein, a Estrela e a Cruz

Dia 2 de agosto de 1942, 17 horas. Dois oficiais da SS, organização paramilitar nazista, entram no Mosteiro das Carmelitas Descalças de Echt, Holanda, e exigem imediatamente a saída da Monja Teresa Benedita da Cruz, ou como era conhecida nos meios intelectuais alemães, Professora Doutora Edith Stein, filósofa de grande importância na Fenomenologia.

O monólogo teatral é baseado nos escritos de Edith Stein, mulher e intelectual judia que se converteu ao cristianismo católico. A ação se passa no momento em que ela vai até sua cela monástica arrumar as poucas coisas que lhe foram autorizadas a levar consigo para a prisão. Naqueles breves minutos, toda a história de sua vida passa pelo seu pensamento, como numa retrospectiva, desde a família judia até a entrada na Ordem Religiosa das Carmelitas Descalças. Segundo informações oficiais, Edith Stein morreu na câmara de gás de Auschwitz, em 9 de agosto daquele ano. O espetáculo estreou em julho de 2023, no Teatro das Paulinas, em São Paulo. Teve uma pré-estreia no Encontro Nacional da PASCOM - CNBB, em Itaici.

Ficha técnica - Atriz: Daniela Schitini. Dramaturgia e encenação: Helder Mariani. Voz em off: Denise Weinberg. Trilha sonora: Dagoberto Feliz. Direção de arte: Helder Mariani e Daniela Schitini. Produção e realização: Cia. da Palavra. Duração: 30 minutos.

João da Cruz

Monólogo teatral inspirado nos escritos de São João da Cruz, poeta e místico espanhol do século XVI. A ação se passa durante nove meses (de meados de dezembro de 1576 a agosto de 1577) em que o Frei João da Cruz foi prisioneiro dos Carmelitas Calçados, seus próprios confrades, numa cela minúscula, uma cavidade na parede que servia de latrina na hospedaria do Convento, em Toledo. Sem condições de higiene, com parca comida, recebendo torturas físicas e psicológicas, a única ideia que lhe vinha à cabeça, obsessivamente, como uma inspiração divina, era a de fugir. Com uma poesia e uma mística que ultrapassaram os limites do discurso religioso, a obra escrita de Frei João Cruz faz parte da literatura clássica espanhola. O monólogo retrata a obra literária do santo com suas ideias radicais, expressas pela palavra escrita e pela sua prática de vida, traz um João da Cruz consumido pelos tempos de prisão, solitário e humilhado, sofrendo altos e baixos emocionais. Ele, “santo”, também carregou contradições existenciais que, depois da Idade Moderna, se tornaram cada vez maiores. Consumido por uma sede de Infinito, de Deus; vivendo numa “noite escura” espiritual, o poeta carmelita se recusa a abrir mão da luta para renovar/evangelizar a sua ordem religiosa e a própria Igreja do seu tempo.

Ficha técnica - Dramaturgia, encenação e atuação: Helder Mariani. Voz em off: Denise Weinberg. Trilha sonora: Dagoberto Feliz. Direção de arte: Pedro Faraldo. Produção e realização: Cia. da Palavra. Duração: 30 minutos.

Theresinha

Monólogo teatral criado a partir de uma adaptação dos escritos autobiográficos da jovem francesa Thérèse de Lisieux, canonizada em tempo recorde pela igreja católica, perpetuando-se como Santa Theresa do Menino Jesus; no Brasil popularmente conhecida como Santa Theresinha, a “santinha das rosas”. Traçando uma linha contínua e cronológica de suas memórias, privilegiando o aspecto humano - não por isso menos místico da Santa - a encenação traz a força intrigante presente na ambiguidade de seus pensamentos, que já no século XIX antecipariam reflexões indagativas que marcariam a humanidade na “pós-modernidade”: a procura pelo sentido da existência humana, as angústias e os desconsolos intrínsecos no embate entre a fé e a razão.  Theresinha estreou em 2014, em São Paulo, na Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura - Secretaria de Estado da Cultura, onde cumpriu três temporadas. Fez temporada também no parlatório das Irmãs Salesianas, no Colégio Santa Inês, e no teatro do Mosteiro de São Bento, além de muitas outras apresentações: altares de Igrejas de São Paulo; várias cidades paulistas; Mosteiro da Luz; Museu de Arte Sacra do Estado de São Paulo; e nas capitais Curitiba, Belo Horizonte, Vitória e Rio de Janeiro, entre várias outras.

Ficha técnica - Atriz: Gabriela Cerqueira. Dramaturgia e encenação: Helder Mariani. Orientação artística e preparação da atriz: Denise Weinberg. Pesquisa: Thiago Brito. Trilha sonora: Dagoberto Feliz. Cenografia: Flávio Tolezani. Adereços: Marcela Donatto. Figurino: Marcela Donatto em parceria com Gabriela Cerqueira. Produção e realização: Cia. da Palavra em parceria com a Pulo do Gato Produções Artísticas e Culturais. Duração: 30 minutos.


Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Cia de Teatro Heliópolis abre inscrições para Oficina de Produção Teatral com Daniel Gaggini

Daniel Gaggini / Divulgação

A Companhia de Teatro Heliópolis está com inscrições abertas para a Oficina de Produção Teatral, ministrada por Daniel Gaggini. Os interessados, maiores de 18 anos, podem se inscrever gratuitamente - até o dia 30 de setembro - pelo formulário disponível no Instagram - @ciadetetroheliopolis.

As aulas ocorrem na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, sede da Companhia de Teatro Heliópolis, localizada no Ipiranga, em São Paulo, entre os dias 01 e 09 de outubro, às quintas e sextas-feiras, das 14h às 19h.

A oficina aborda, de modo prático e dinâmico, todas as etapas que compõem a criação de uma obra teatral - da ideia à estreia, além de aspectos relacionados a divulgação e promoção. O objetivo é oferecer ferramentas e capacitação para que artistas independentes tenham acesso a todo o processo da montagem de um espetáculo, seus meios de financiamento e promoção.

Daniel Gaggini é produtor cultural, audiovisual e teatral, com mais de duas décadas de experiência na criação, produção e gestão de projetos culturais. É fundador e diretor da MUK, empresa que desde 2011 atua nas áreas de cinema, teatro, formação e difusão cultural, com projetos realizados especialmente em territórios periféricos. Está à frente de iniciativas como Festival Cine Inclusão - 60+ Em Foco e a Mostra de Teatro de Heliópolis, além de trabalhar na produção de obras audiovisuais e em projetos culturais. Seu atuação reúne produção executiva, elaboração e gestão de projetos, formação de equipes e articulação cultural, com foco na democratização do acesso à cultura e no fortalecimento da produção artística periférica.

Esta ação integra o projeto Manutenção e Modernização Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho - Sede da Companhia de Teatro Heliópolis, Contemplado no Edital Nº 38/2024 Fomento CULTSP PNAB Módulo I, Nº de Inscrição: 38/2024-1725.0501.7433, cujo objetivo é a manutenção das atividades do espaço pelo período de 18 meses.

Serviço

Oficina de Produção Teatral
Com: Daniel Gaggini
Inscrições gratuitas: Até 30/09/2026.
Formulário: instagram.com/ciadeteatroheliopolis/
Indicação: interessados em produção teatral, maiores de 18 anos.
Quando ocorre: 01 a 09 de outubro - Quintas e sextas, das 14h às 19h
Onde ocorre: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533 - Ipiranga. São Paulo/SP.Telefone: (11) 2060-0318 (WhatsApp).
Transporte público - Metrô e Terminal de Ônibus Sacomã.
Instagram: @ciadeteatroheliopolis | Facebook: @companhiadeteatro.heliopolis 

Informações à imprensa - VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 – verbena@verbena.com.br

Cia de Teatro Heliópolis apresenta abertura de processo do Coletivo Ciata e Bará Coletivo



Após abrir sua sede, a Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, para residência artística de dois grupos teatrais, durante quatro meses, Companhia de Teatro Heliópolis apresenta a Abertura de Processo resultante desta residência. Cada coletivo realiza duas apresentações, e as sessões serão abertas ao público, com entrada gratuita.

Nos dias 27 e 28 de setembro, domingo, às 18h, e segunda, às 20h, o Coletivo Ciata entra em cena com o processo de Desenlear Nós, com dramaturgia de Lua Leal e direção de arte de Karen Samyra, que também atuam na encenação. A ficha técnica traz ainda Natalia Rodrigues (luz), Gabi Marques (sopros) Naví Henrique (cordas), Naaya Lelis (percussão) e Jennifer Carmo (percussão).

E nos dias 29 e 30 de setembro, terça e quarta, às 20h, o Bará Coletivo apresenta o resultado de sua residência, Dívida, com dramaturgia de Vinicius Bernardo (também na atuação) e Tenca Silva, que também assina a direção. E Breno Rosa Gomes é responsável pelo dramaturgismo do processo.

Os eventos integram as ações do projeto Manutenção e Modernização Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho - Sede da Companhia de Teatro Heliópolis, Contemplado no Edital Nº 38/2024 Fomento CULTSP PNAB Módulo I, Nº de Inscrição: 38/2024-1725.0501.7433, cujo objetivo é a manutenção das atividades do espaço pelo período de 18 meses.

Serviço

Residência Artística - Abertura de Processo

Desenlear Nós - com Coletivo Ciata:  27 e 28 de setembro
Domingo, às 18h, e segunda, às 20h.
Dívida - com Bará Coletivo: 29 e 30 de setembro
Terça e quarta, às 20h. 
Ingressos: Gratuitos - Retirar uma hora antes na bilheteria.
Classificação: 12 anos

Local: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533 - Ipiranga. São Paulo/SP.
Transporte público: Metrô e Terminal de Ônibus Sacomã.
 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.:(11) 99373-0181 -
verbena@verbena.com.br

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Gira Perifa, projeto sobre cultura nordestina, leva o Forró Didático a escola municipal no Grajaú

Fiona da Rabeca / Divulgação
Evento tem participação de Fatel Barbosa, Fiona da Rabeca e Caio Coiote.

No dia 15 de setembro, terça-feira, a EMEF Cleane Cavalcante Gomes, no Jardim Sipramar (Grajaú), recebe o Forró Didático, sétima ação do projeto Gira Perifa em escolas, contemplando alunos do Ensino Fundamental 1 e 2.

O Gira Perifa vem promovendo ações e eventos em territórios no Grajaú e Parelheiros para celebrar e fortalecer expressões culturais populares (algumas reconhecidas como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil) que moldaram a identidade dessas periferias da Zona Sul de São Paulo.

A atividade - com show da cantora Fatel Barbosa e da instrumentista Fiona da Rabeca - promove uma imersão no universo da música nordestina pelas interpretações e releituras de clássicos do forró pé de serra, valorizando repertórios que expressam histórias, vivências e afetos. Além de roda de conversa, o evento conta com intervenção de dança com Caio Coiote e sua boneca de pano Carmelita.

Os artistas apresentam os principais ritmos e instrumentos do forró e compartilham curiosidades sobre artistas e contextos históricos das músicas interpretadas. O formato dialogado convida os(as) alunos(as) à participação ativa, estimulando momentos de interação, escuta e experimentação, tornando a experiência educativa e lúdica. Esta iniciativa busca aproximar as crianças dessa tradição cultural, estimulando conexões com suas próprias origens familiares, muitas vezes ligadas ao Nordeste e aos sertões brasileiros.

Realizado pela Associação Construindo Consciência, em parceria com o Instituto Cordel Sem Fronteiras e o coletivo Sertão Perifa, o projeto integra formação, arte, memória e pertencimento ao longo de 10 meses de ações. Este projeto foi realizado com recursos do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural.

Fatel Barbosa - Maria de Fátima, a Fatel Barbosa, é cantora e produtora cultural radicada em São Paulo desde 1989. Ganhou destaque nos anos 1990 com os álbuns Forró PlicPlá e Pra Fazer Chamego, produzidos por Téo Azevedo, e integrou o projeto Asa Branca, coordenado por Dominguinhos. Com trajetória marcada pela valorização da cultura nordestina, já dividiu momentos importantes com nomes como Luiz Gonzaga e participou do álbum Gonzagão 100 Anos (Grammy Latino em 2012). Segue atuando na difusão da música popular como produtora e colaboradora de iniciativas culturais. 

Fiona da Rabeca - Fiona é artista multi-instrumentista, produtora cultural e musical, além de arquiteta e urbanista. Desde criança, teve uma vivência musical intensa e diversa que contribuiu para sua sensibilidade e visão ampla sobre arte, cultura e música. Criada em um bairro periférico e rural de São Paulo, teve vivências próximas com famílias nordestinas e sempre foi apreciadora da cultura tradicional popular brasileira. Em 2019, mergulhou na pesquisa de culturas tradicionais e passou a tocar instrumentos como a rabeca, o pífano e o pandeiro. Atualmente, é uma artista pesquisadora que desponta no cenário do forró com seu trabalho autoral focado na rabeca, atuando em São Paulo. É idealizadora e produtora do evento Forró de Rabecas SP.

Caio Coiote e Boneca Carmelita - Caio Coiote, natural de Limoeiro na zona da mata norte pernambucana, é artesão poeta e brincante. Integra agremiações como o Boi Carinhoso e o Urso da Última Hora, folguedos populares de sua cidade natal. É poeta andarilho e artesão, tendo como inspiração as andanças pelo sul e norte do Brasil com seus artesanatos, poesias e canções pelas cidades e aldeias por onde passa. Foi o idealizador do Sarau de Cordas, projeto que abordava temáticas da cultura nordestina nas margens da cidade de São Paulo. No universo da cultura popular, interpreta a Lá Ursa, um folguedo pernambucano.

Serviço

Projeto: Gira Perifa - Forró Didático
Dia 15 de setembro - Terça, a partir da 8h30
Atividade: Shows, intervenção de dança e roda de conversa
Artistas: Fatel Barbosa, Fiona da Rabeca e Caio Coiote & Carmelita
Onde ocorre: EMEF Cleane Cavalcante Gomes
Rua Júlio Gadda, 157 - Jardim Sipramar. São Paulo/SP. 04851-360.
Evento restrito à escola.
Gira Perifa na rede: @gira.perifa 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

quinta-feira, 3 de setembro de 2026

V Festival SP Choro in Jazz reúne instrumentistas em concertos, masterclass e sound talks

Quinta edição ocorre em programação presencial e online, dedicada a encontros entre choro, jazz e música instrumental com participação do quarteto gaucho Yangos e do francês Jean-Luc Thomas.

Entre os dias 26 e 30 de setembro de 2026, acontece o V Festival SP Choro in Jazz, iniciativa que promove encontros entre o choro, o jazz e diferentes vertentes da música instrumental brasileira. A programação será realizada em formato presencial e online, sob o conceito Choro. Jazz. Encontros. Novos Diálogos.

No 26 de setembro (sábado), as atividades presenciais acontecem em dois espaços de São Paulo. A Escola de Choro de São Paulo recebe, às 14h, a masterclass Pulso e Ritmo nos Gêneros Musicais Sul-Americanos, conduzida por Tomás Savaris. Os interessados devem se inscrever gratuitamente por meio de formulário disponível na página do Festival no Instagram - @festivalspchoroinjazz.

Já o Estúdio Gugastro, no Alto de Pinheiros e que tem capacidade para 60 pessoas apenas, recebe duas atrações. O concerto Reencontro, às 19h, o reúne o harmonicista Vitor Lopes e o violonista Daniel Murray, com participação especial do flautista francês Jean-Luc Thomas e da pandeirista Roberta Valente. Harmônica, violão, flauta e pandeiro se encontram em uma apresentação que celebra a amizade, a criação e o diálogo entre diferentes universos musicais. Referência da música instrumental sul-brasileira, o quarteto YANGOS - formado por César Casara, Rafael Scopel, Tomás Savaris e Cristiano Klein - sobe ao palco às 20h30. O YANGOS combina elementos da música de raiz latino-americana com influências jazzísticas, e chega ao Festival no ano em que prepara o lançamento de seu novo álbum, VIDA.

De 27 a 30 de setembro, a programação continua de forma online com os Sound Talks, transmitidos pelo canal @FestivalSPChoroinJazz no YouTube, tendo como convidados César Casara, Rafael Scopel, Tomás Savaris e Cristiano Klein, respectivamente. Os músicos, integrantes do YANGOS, abordarão seus instrumentos e experiências no universo da música instrumental.

Idealizado e dirigido por Adriana Belic, o Festival SP Choro in Jazz tem direção musical de Fabio Bergamini, direção artística de Guga Stroeter e curadoria para o choro de Roberta Valente. A inciativa busca evidenciar criações da música instrumental brasileira, do choro e do jazz, promovendo aproximações entre artistas, repertórios, gerações e diferentes linguagens musicais - proposta que acompanha o Festival desde suas edições anteriores. Em 2026, essa proposta é ampliada sob o conceito Choro. Jazz. Encontros. Novos Diálogos, fortalecendo o Festival como espaço de conexão entre tradição e contemporaneidade, criação brasileira e intercâmbio internacional. A participação do quarteto YANGOS foi viabilizada pelo Fundo de Apoio à Cultura - FAC/RS, da Secretaria de Estado da Cultura e do Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

Serviço

V Festival SP Choro in Jazz
Quando: 26 a 30 de setembro de 2026 - Presencial e online
Informações e programação na rede: @festivalspchoroinjazz 

FORMAÇÃO
26/09 - Sábado, às 14h
Masterclass: Pulso e Ritmo nos Gêneros Musicais Sul-Americanos, com Tomás Savaris
Público-alvo: músicos, estudantes de música e interessados em música sul-americana.
Duração: 1 hora. Vagas: 30 pessoas.
Inscrições gratuitas: formulário disponível no Linktree do Instagram/festivalspchoroinjazz.
Local: Escola de Choro de São Paulo (R. Belmiro Braga, 164 - Pinheiros. SP/SP. 05432-020). 

CONCERTOS
26/09 - Sábado
19h: Duo Vitor Lopes e Daniel Murray - Convidados: Jean-Luc Thomas e Roberta Valente
20h30: YANGOS - César Casara, Rafael Scopel, Tomás Savaris e Cristiano Klein
Ingressos: R$ 50,00 (para os dois shows).
Vendas: Sympla, exclusivamente - https://www.sympla.com.br/evento/5-festival-sp-choro-in-jazz/3561011
Capacidade: 60 lugres. Classificação: Livre. Duração:  60 minutos cada.
Local: Estúdio Gugastro (após conclusão da compra, será enviado um e-mail de confirmação com o endereço). 

SOUND TALKS / ONLINE
27 a 30/09 - Domingo a quarta, às 19h
27/09: Teclas - com César Casara
28/09: Fole - com Rafael Scopel
29/09: Cordas - com Tomás Savaris
30/09: Pulso - com Cristiano Klein
Onde: Youtube.com/@FestivalSPChoroinJazz
Acesso gratuito.

Sobre as atrações

Masterclass (26/09, 14h): Pulso e Ritmo nos Gêneros Musicais Sul-Americanos
Com Tomás Savaris
Formato: exposição, demonstração e prática coletiva.

A atividade, conduzida pelo violonista Tomás Savaris, apresenta as principais características de pulso, subdivisão rítmica, acentuação e padrões de acompanhamento, presentes em quatro importantes gêneros da música sul-americana: milonga, chamamé, zamba e chacarera. Com caráter essencialmente prático, a masterclass busca desenvolver não apenas a compreensão dos padrões rítmicos, mas principalmente sua percepção e execução corporal e instrumental.

Concerto (26/09, 19h): Duo Vitor Lopes e Daniel Murray
Participação especial: Jean-Luc Thomas e Roberta Valente 

Harmônica, violão, flauta e pandeiro se encontram em um concerto que celebra a amizade, a criação e o diálogo entre diferentes universos musicais. O espetáculo Reencontro reúne o harmonicista Vitor Lopes e o violonista Daniel Murray com os convidados especiais Jean-Luc Thomas, flautista francês, e a pandeirista Roberta Valente em uma apresentação marcada pela liberdade da improvisação, pela riqueza da música brasileira e pelo diálogo entre diferentes tradições musicais. Os quatro músicos possuem uma trajetória de encontros e colaborações que atravessa diferentes projetos e experiências musicais. Agora, retornam ao palco juntos para revisitar essa parceria e explorar novas possibilidades a partir de seus instrumentos e de suas linguagens particulares. O repertório reúne composições autorais e obras de importantes nomes da música brasileira, como Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Egberto Gismonti e Victor Assis Brasil, entre outras referências que fazem parte do universo musical dos intérpretes. A formação - harmônica, violão, flauta e pandeiro - cria uma sonoridade ao mesmo tempo delicada, vibrante e aberta à improvisação. Entre melodias, ritmos, contrapontos e momentos de criação espontânea, o concerto transita por diferentes vertentes da música brasileira e por influências que aproximam o Brasil de outras tradições musicais. Mais do que uma reunião de músicos, Reencontro é a celebração de uma história construída através da música e da amizade, agora em um novo momento, com espaço para o inesperado e para a criação compartilhada. Formação: Vitor Lopes (harmônica), Daniel Murray (violão), Jean-Luc Thomas ( flauta) e Roberta Valente (pandeiro).

Concerto (26/09, 20h30): YANGOS
Formação: César Casara (piano/teclados), Rafael Scopel (acordeom), Tomás Savaris (violão) e Cristiano Klein (percussão). 

Formado em 2005, YANGOS é um dos grupos de referência da música instrumental sul-brasileira. O quarteto toca ritmos latinos da América do Sul e desenvolveu uma linguagem própria dentro da música de raiz, reconhecida tanto por sua musicalidade quanto pela performance ao vivo. YANGOS faz da união de piano/teclados, percussão, acordeom e violão um encontro potente, adicionando elementos jazzísticos a milongas, chamamés e chacareras. Com origem na Serra Gaúcha, a banda soma seis álbuns e um DVD, uma premiação e três indicações ao Prêmio Açorianos de Música, uma premiação no Festival Audiovisual da Serra Gaúcha (2017) e uma nomeação ao Latin Grammy Awards® (2017). O grupo já se apresentou e conquistou público e crítica em diferentes regiões do Brasil e em mais de uma dezena de países nas Américas e na Euro-Ásia. Em 2026, prepara o lançamento de seu novo álbum, VIDA.

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 |
verbena@verbena.com.br

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Cordelteca Sebastião Marinho será inaugurada na Associação Construindo Consciência

No dia 5 de setembro de 2026, sábado, a partir das 15h, será inaugurada a Cordelteca Sebastião Marinho, na sede da Associação Construindo Consciência (ACC), na Zona Sul de São Paulo.

Integrando as ações do projeto Gira Perifa, esta é a segunda unidade instalada na cidade, dedicada à promoção e difusão da literatura de cordel, arte popular reconhecida pelo IPHAN como Patrimônio Cultural Imaterial Brasileiro. A primeira foi a Cordelteca Téo Azevedo, inaugurada em 21 de agosto, na Casa de Cultura de Parelheiros.

Após a cerimônia de inauguração (15h), várias atrações prometem agitar o espaço com poesia de cordel, forró, repente e embolada: tem sarau lítero-musical (16h) com participação da cantadeira Mari Ananias e dos poetas  Paulo Dantas e Costa Sena; apresentação da dupla Antônio Costa e Manoel Soares (17h30); show do Luarada Brasileira (18h30) com participação da cantora Fatel Barbosa; e show da dupla Caju & Castanha (19h30) encerrando o evento. A programação será conduzida pelo mestre de cerimônia Luiz Wilson, também cantor-compositor, locutor-animador e poeta popular.

Sob coordenação de implementação de Lucélia Borges, a Cordelteca Sebastião Marinho vai disponibilizar cerca de 1.000 folhetos de cordéis, entre tradicionais e contemporâneos, com temáticas variadas. No acervo das cordeltecas estão obras como Proezas de João Grilo, O Pavão Misterioso, A Donzela Teodora e João de Calais, entre os clássicos. E, reforçando a importância da diversidade, traz títulos de autores e autoras da atualidades, que englobam a literatura infantil, a cultura popular e o uso do cordel como suporte pedagógico. “Enfatizando nossa missão de valorizar todos os processos de produção dos folhetos, fizemos uma seleção criteriosa, contemplando apenas aqueles que não recorreram, em nenhuma etapa, à ‘inteligência’ artificial, reconhecendo o valor de cada artista, autor e ilustrador ou designer, e a importância do pleno respeito aos direitos autorais e intelectuais”, afirma o curador Marco Haurélio.

O homenageado Sebastião Marinho (1948-2024) - paraibano que radicou-se em São Paulo -  foi um importante artista com ampla atuação na cultura popular. Destacou-se como escritor, poeta cordelista, violeiro e repentista, tendo lançado mais de 10 discos. Na literatura de cordel criou títulos fundamentais, adaptando obras clássicas, entre elas Romeu e Julieta, de Willian Shakespeare. Foi presidente-fundador da UCRAN - União dos Cantadores, Repentistas e Apologistas do Nordeste.

Esta iniciativa - que integra o projeto Gira Perifa - foi idealizada e acolhida pela Associação Construindo Consciência (ACC) em parceria com o Instituto Cordel Sem Fronteiras - ICSF, apoiado pela Casa di Fatel. O Gira Perifa é realizado com recursos do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do Governo Federal.

Serviço

Inauguração: Cordelteca Sebastião Marinho
Data: 5 de setembro - Sábado, das 15h às 20h30
15h - Abertura e intervenções
16h - Sarau lítero-musical: Mari Ananias, Paulo Dantas e Costa Sena.
17h30 - Show: Antônio Costa e Manoel Soares
18h30 - Show: Luarada Brasileira & Fatel Barbosa
19h30 - Show: Caju & Castanha.
Mestre de cerimônia: Luiz Wilson.
Entrada gratuita. Classificação: Livre.
Evento conta com interprete de Libras.

Local: Associação Construindo Consciência (ACC)
Rua Professor Enéas de Siqueira Neto, 997 - Jardim das Imbuias.
Cidade Dutra. São Paulo/SP. 04829-300 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br
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