terça-feira, 14 de abril de 2026

Evento gratuito Saia Sambando leva oficina de canto e rodas de samba para mulheres ao CEU Alvarenga

Dada Samba e Raquel Tobias
As atividades têm participação da percussionista Dadá Samba e da cantora Raquel Tobias.

No dia 18 de abril de 2026, sábado, o CEU Alvarenga, na zona sul de São Paulo, recebe o último evento do projeto Saia Sambando: Celebração de Vozes Femininas nas Ruas de São Paulo, das 14h às 17h30, com entrada gratuita. O evento celebra a presença e a força das mulheres no samba por meio de uma Oficina de Percussão com a percussionista Dadá Samba e duas rodas de samba conduzidas pelo coletivo Saia Sambando e participação da cantora Raquel Tobias em uma delas.

A Oficina de Percussão com Kelly Silva acontece às 14h, sendo aberta para o público feminino, com 14 anos ou mais. A atividade é destinada àquelas que tenham interesse em ter as primeiras noções de ritmo e aprendizado prático de instrumentos como surdo, pandeiro, e tamborim. As inscrições devem ser feitas no dia e local.

Às 15h30, ocorre a Roda de Samba e Bate-papo com Raquel Tobias, tendo o Saia Sambando na condução. A convidada especial intercala música e bate-papo, dividindo com o público um pouco da sua trajetória, sua história de vida e sobre os desafios enfrentados pelas mulheres no universo do samba.

Também conduzida pelo coletivo Saia Sambando, a Roda de Samba com Microfone Aberto às Vozes Femininas acontece às 16h30. Nesta atividade, o microfone fica aberto às mulheres - em toda a sua diversidade - para que possam cantar, experimentar o canto e descobrir sua voz. Com o suporte musical e afetivo do grupo, as participantes são incentivadas a interpretar canções consagradas do repertório do samba, fortalecendo a relação com o gênero e promovendo um espaço de troca e aprendizado e gerando autoconfiança.

O projeto

A programação do Saia Sambando: Celebração de Vozes Femininas nas Ruas de São Paulo passou pelos CEUs Heliópolis, Sapopemba, Tremembé e Alvarenga, além da Biblioteca Mário de Andrade, espaços de diferentes regiões de São Paulo, com o objetivo de incentivar mulheres a experimentarem o canto. As ações, iniciadas entre outubro de 2025, seguem terminam em abril de 2026, em equipamentos culturais públicos da capital, sempre com uma oficina de canto ou de percussão e rodas de samba abertas, realizadas em um mesmo dia, com entrada gratuita. As atividades contam com participação das integrantes atuais do Saia Sambando e de ex-integrantes do coletivo. O projeto foi contemplado pela 2ª Edição de Fomento às Comunidades de Samba e Fomento ao Samba da Cidade de São Paulo para a Cidade de São Paulo - da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa.

FICHA TÉCNICA Oficineira: Dadá Samba. Cantora convidada: Raquel Tobias. Coletivo Saia Sambando: Vozes - Marta Guerreiro, Nicole Costa, Nilce Reis, Renata Bruggemman, Tati Barile e Nani Geissler. Banda: Claudio Temóteo (violão), Edilene Ferreira dos Santos (cavaco), Jessica Souza, Luciana Fernandes e Moema Souza (percussão). Som: CM2 Sonorização. Designer gráfico e fotos: Ema Soluções Criativas / Amanda Sangali. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Concepção do projeto: Tati Barile e Nathalia Meyer. Produção: Leonardo Escobar e Nathalia Meyer.

Serviço

Saia Sambando: Celebração de Vozes Femininas nas Ruas de São Paulo
Dia 18 de abril de 2026 - Sábado, das 14h às 17h30
Entrada gratuita.
Local: CEU Alvarenga
Estr. do Alvarenga, 3752 - Balneário São Francisco. São Paulo/SP. 04474-340. 

14h - Oficina de Percussão
Ministrante: Dadá Samba
Indicação: Mulheres acima de 14 anos. 20 vagas. Inscrições no dia e local do evento.
15h30 - Roda de Samba e Bate-papo
Com: Coletivo Saia Sambando & Raquel Tobias
Duração: 60 min. Classificação: Livre.
16h30 - Roda de Samba com Microfone Aberto às Vozes Femininas
Com: Coletivo Saia Sambando.
Duração: 60 min. Classificação: Livre. 

Sobre as artistas participantes

Dadá Samba - Dada é percussionista, técnica de som e produtora cultural com trajetória marcada pela valorização do protagonismo feminino na música. Iniciou a carreira na década de 1990, formando seu primeiro grupo feminino, Kalimba, em 1991, contribuindo para a afirmação das mulheres no samba. Em 2015, idealizou o projeto Resgatando Raízes, voltado à valorização de mulheres e seus trabalhos autorais, ampliando sua atuação como técnica de som e oficineira percussiva. A partir do projeto, no Estúdio Poesia, do Instituto Favela da Paz, especializou-se em gravação e mixagem, e gravou e mixou o álbum O Samba é a Minha Verdade, de Bernadete, e mixou Samba Revolução, do grupo Dona da Rua. Como percussionista, integra diversos coletivos femininos e compõe a banda de Raquel Tobias, no projeto Mulheres no Sincopado. Como técnica de som e percussionista, atua nos projetos do Massembas de Ialodês, grupo que valoriza culturas de matriz africana e vozes femininas negras. Colabora com Roberta Oliveira e o Bando de Lá, Luana Bayo, Samburbano, Grupo Dona da Rua e Samba da Elis. Está em turnê com Renata Jambeiro com Mestiça - Celebrando Clara Nunes, que celebra a intérprete e reverência à força das mulheres no samba.

Raquel Tobias - Raquel Tobias é uma compositora, cantora e intérprete paulista com vasto repertório com referências no samba raiz, samba contemporâneo, samba rock, soul e MPB. Intérprete de timbre personalíssimo, identidade forte, maestria e autenticidade no palco. Atualmente, Raquel é intérprete das escolas de samba Morro da Casa Verde e Estrela do Terceiro Milênio, a última pertencente ao grupo especial das escolas de samba paulistas. Já dividiu o palco com as artistas Teresa Cristina, Fabiana Cozza, Elen Oleria, Ana Canas, Geovana, Samantha Santos, Bernadete do Peruche e com o cantor Sombrinha.

Saia Sambando - Fundado em 2018, o coletivo Saia Sambando é composto por cantoras, cujo objetivo é possibilitar a inserção de mulheres no samba como uma forma de acolhimento para que elas possam cantar. O grupo é fruto do esforço de mulheres de diferentes origens e profissões que encontraram no canto e no samba esse lugar de acolhimento, afeto e desenvolvimento pessoal. As mulheres são parte fundamental da história do samba, ocupando um papel cada vez mais relevante na sua preservação e disseminação. O projeto busca aproximar as mulheres do universo do samba com o intuito de ampliar suas potencialidades, fortalecendo suas vozes e presenças.

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181- verbena@verbena.com.br

sexta-feira, 10 de abril de 2026

Estão abertas inscrições para o curso Imersivo do Ator ministrado por Pamela Duncan


Estão abertas as inscrições para o curso Imersivo do Ator - Corpo - Interpretação - Sentimento, ministrado pela diretora e dramaturga Pamela Duncan, que ocorrerá no período de 7 de maio a 25 de junho, às quintas-feiras, na Casa Farofa, das 19h às 21h. Com carga horária de 16 horas, duas horas por aula, o curso é indicado para atores, estudantes e professores de artes cênicas, maiores de 17 anos.

O curso intensivo Imersão do Ator tem caráter de sensibilização corporal - de interpretação e sentimento. A união corpo-emoções-pensamento é um grande dilema para as pessoas que desejam se expressar. Com essa metodologia, partindo da prontidão física-pensamento-emoções, o método da diretora cria uma base sólida para que o corpo interpretativo do ator que, participar do curso, seja pleno e verdadeiro em cena. “Ser um bom ator ou interpretar requer plenitude, verdade cênica e um pensamento livre na sua performance, com a palavra única na concepção da personagem. Para isso, provocaremos o ator a estar nu em cena, e assim poder incorporar a moral o corpo e os sentimentos da personagem”, afirma a diretora.

A partir dos mestres da encenação, o curso apresenta uma metodologia de condução da partitura corporal e verbal para um processo visceral e orgânico, dando ao ator o suporte necessário para uma interpretação ímpar e plena. “Não podemos nos esquecer da sabedoria dos mestres que nos ensinaram como trabalhar a interpretação no teatro - Stanislavski, Grotowski, Artaud e Meyerhold -, já que todos tiveram a mesmo finalidade, ter em cena um ator com verdade no corpo e na palavra”, comenta Pamela Duncan.

Cronograma dos encontros

1 - Dinâmica: Introdução ao gesto orgânico; Equilíbrio - desequilíbrio tônus; Relaxamento -técnica do Actor Studios; Técnica Vocal - idiomas lúdicos.

2 - Analise de texto: Teatro instantâneo; Jogos de expressão; Improvisação a partir de quadros pictóricos; Partitura corporal - corpo, fala e voz; A voz, expressão e projeção - tocar o público – dicção.

3 - Analise de texto: Interpretação - A partir de textos teatrais, voz, emoção e corpo do ator. Para subir ao espaço mágico do palco será escolhido um texto de Garcia lorca, A Casa de Bernarda Alba, ou de Shakespeare, Romeu e Julieta (a análise e leitura dos textos é obrigatória para o participante). Os participantes irão analisar e decorar uma parte do texto - uma cena, em duplas ou solo – e, posteriormente, terão que apresentá-lo aos demais participantes do final encontro.

Pâmela Duncan - Diretora e fundadora do grupo de teatro físico A Peste, Cia Urbana de Teatro, Pamela é diretora, figurinista, cenógrafa e professora de teatro. Nascida em Recife, PE, morou em diferentes países de América. Formou-se em Artes Cênicas, em Buenos Aires, completando seus estudos no Exterior e outras partes do Brasil. Seus principais professores: Antoinete de São Martin, Nola Rae (Inglaterra) Florent Pelayo (França) e o mestre Augusto Fernandez; fez dança no Ballet Stagium e mímica com o Angel Elizondo. Foi curadora e produtora de eventos em São Paulo como o internacional Art Futura (Itaú Cultural), 30 anos do Colégio Pentágono (Ginásio Ibirapuera) e Vitória da Paz (Espírito Santo). Fez cenário e figurinos para óperas do Coralusp e para o Coral Paulistano do Teatro Municipal. Dirigiu performances teatrais e shows de Moisés Santana, Claudio Goldman, Maria Alcina e Ney Matogrosso. Mantém uma forte ligação com a pesquisa teatral na linha do teatro físico-visual. Pela companhia A Peste, Cia Urbana de Teatro, destaque para os espetáculos: A Menina que Descobriu a Noite; Sonhei com Charles Chaplin; Eternos Vagabundos; Nelson Visceral; As Incríveis histórias de Mariazinha e Seu Amigo Sol; O Processo (de Kafka); Nossa História é Assim (Raul Bopp); A Fantástica Trupe em... A Princesa Engasgada; A Famylia Monstro (Teatro Vivo); Pinocchio (Teatro Eva Herz); Pour Elise; O Tambor Africano (Unibes Cultural); Frankenstein (teatro de rua); Inventor de Sonhos (sobre Leonardo da Vinci); Os Três Mosqueteiros (Unibes Cultural e Teatro UOL); e A Última Gravação de K. Foi palestrante e oficineira do XX Festival Internacional de Havana e do Festival Uruguaio de Teatro. Recentemente, diirigiu a performance As Medeias (Oficina cultural Oswald de Andrade) e o espetáculo Palavras. Atua como mediadora de festivais de teatro em todo o Brasil, também como jurada em festivais nacionais e Internacionais, sendo o mais recente Outono Azul, na Argentina. Trabalha no sistema coorporativo, montando peças para as empresas Klabin e Serasa Experian; também ministrou cursos para executivos na Fundação Getúlio Vargas (SP). Ministra oficinas e cursos de teatro físico e interpretação no Brasil e em países de América Latina. Livros fazem parte da história da artista - A menina que Descobriu a Noite (infantil) e Roteiro Para o Professor de Teatro Educação (publicado pela Secretaria Estadual de Ensino de São Paulo).

Serviço

Curso: Imersivo do Ator - Corpo - Interpretação - Sentimento
Ministrante: Pamela Duncan
Período em que ocorre: 7 de maio a 25 de junho de 2026
Dias/horários: Quintas-feiras, das 19h às 21h
Duração total: 2 meses / 8 encontros / 16 horas
Público-alvo: Atores, estudantes e professores de artes cênicas, maiores de 17 anos.
Inscrições: Até 6 de maio - 30 vagas
Como se inscrever: https://www.sympla.com.br/evento/curso-imersivo-do-ator-corpo-interpretacao--sentimento/3375854 | WhatsApp - (11) 99824-4254 | E-mail pameladuncandiretora@gmail.com
Investimento: R$ 450,00 (pagamento em duas parcelas)
Local:  Casa Farofa (Rua Treze de Maio, 240 - Bela Vista. SP/SP). 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181- verbena@verbena.com.br

terça-feira, 7 de abril de 2026

No mês das mães, espetáculo inspirado em Aparecida retorna à Funarte e transforma fé em cultura popular

Grupo Trapo celebra 26 anos com nova temporada de O Auto de Aparecida - Onde as águas contam histórias.

Após uma estreia bem sucedida em 2025, o espetáculo O Auto de Aparecida - Onde as águas contam histórias retorna ao Complexo Cultural Funarte São Paulo em nova temporada ao longo do mês de maio, período simbólico dedicado às mães, reafirmando sua força como uma celebração da cultura popular brasileira. As apresentações ocorrem entre os dias 9 e 31 de maio, aos sábado e domingos, às 18h.

 

Criado pelo Grupo Trapo, que completa 26 anos de trajetória em 2026, o espetáculo mergulha no universo simbólico das águas e nas narrativas que atravessam gerações, partindo do imaginário em torno de Nossa Senhora Aparecida como ícone cultural do país.

 

Mais do que uma abordagem religiosa, a encenação propõe um olhar sobre a religiosidade popular como manifestação artística, coletiva e afetiva. Em cena, fé, mito, festa, música e memória se entrelaçam para construir uma experiência que dialoga diretamente com o público brasileiro. Inspirado pelas águas do rio Paraíba do Sul - local de origem da devoção à santa -, o espetáculo cria um território cênico onde o sagrado e o cotidiano convivem, revelando um Brasil profundo, sensível e pulsante.

 

Com influências dos autos populares, a obra estabelece um diálogo com O Auto da Compadecida (Ariano Suassuna), mas segue um caminho próprio. O Grupo Trapo investe na reinvenção da tradição, criando uma narrativa original que reúne personagens cômicos, devocionais e humanos em histórias que refletem as contradições e riquezas da cultura brasileira.

 

“O nosso desejo foi criar um espetáculo que já habita o imaginário do nosso povo: as festas de rua, as histórias contadas às margens dos rios, o riso fácil, mas também a dor e a resistência que nos formam como sociedade. O Auto de Aparecida é, antes de tudo, um rito de celebração da cultura popular”, afirma o diretor Muriel Vitória.

 

Na montagem, os atores permanecem em cena como em um ritual contínuo, transitando entre personagens, imagens e situações. Entre altares, cantos e jogos cênicos, o espetáculo convida o público a uma experiência sensorial e coletiva, onde o teatro se torna espaço de encontro, memória e partilha.

 

Neste retorno, O Auto de Aparecida reafirma sua potência como obra que ultrapassa o campo da fé para se inscrever no território da cultura - celebrando, no mês das mães, a figura de Aparecida como símbolo de origem, cuidado e pertencimento.

Sinopse - Nas margens de um rio, uma trupe de artistas conta histórias que brotam das águas. Entre narrativas sagradas e profanas, personagens populares e figuras míticas, surge um teatro de festa e devoção, onde se cruzam fé, riso e memória. O Auto de Aparecida é a celebração de um Brasil que guarda em si a força da cultura popular e o mistério das águas que contam e recontam histórias.

FICHA TÉCNICA - Direção e concepção: Muriel Vittorea. Elenco:  Ismael Joaquim, Kalil Zarif, Marcio Lima, Nalu Oliveira, Nicolas Miranda, Pedro Henrique Meeta, Suellen Santos, Well Nascimento e Zé Carlos de Oliveira. Participação especial: Priscilla Rosa. Figurinos e adereços: Bruno Bertolli, Lis Nunes e Muriel Vittorea. Cenário: Muriel Vitória. Iluminação: Jottape Silva e Muriel Vittorea. Produção: Grupo Trapo. Produção artística: Diego Brito. Social media: Pedro Henrique Meeta. Fotos: Thaina Piauilino e Pedro Henrique Meeta. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Realização: Grupo Trapo.

Serviço

Espetáculo: O Auto de Aparecida - Onde as águas contam histórias
Temporada: 09 e 10, 16 e 17, 23 e 24, 30 e 31 maio de 2026
Horário: sábados e domingos, às 18h
Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia-entrada).
Venda online: www.sympla.com.br (link no Instagram - @grupotrapo).
Bilheteria: 1 hora antes das sessões.
Duração: 100 min. Classificação: 14 anos. Gênero: Auto popular. 

Complexo Cultural Funarte São Paulo
Alameda Nothmann, 1058 - Campos Elíseos. São Paulo/SP.
Sala Carlos Miranda (60 lugares). Acessibilidade: Sim.
Tel.: (11) 95078-3004. Metrô Santa Cecília. 

O grupo

O Grupo Trapo foi criado no ano 2000 pelo ator e diretor Muriel Vitória, em São Paulo. Desenvolve trabalhos baseados em comportamentos humanos e na cultura popular utilizando como expressão e estética os elementos corporais pautados no ‘teatro de investigação corporal’. Suas montagens teatrais são apresentadas em espaços populares buscando contemplar todos os públicos e fomentar temas pertinentes à sociedade atual, mediadas principalmente por questões que afetam a todos direta ou indiretamente, seja nos conceitos, nas relações pessoais ou mesmo na própria arte, na crença, na cultura popular. Atua diretamente na região central da cidade, no bairro da Consolação, em seu teatro-sede - Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura. Apoia iniciativas e resiste, há 25 anos, com ações que visam o estreitamento de laços entre arte e sociedade.

Repertório / espetáculos: Tanto Frida Quanto Eu (2026), O Auto de Aparecida - Onde as águas contam histórias  (2025 e 2026), O Banquete no Éden (2024, remontagem), Jorge - Uma Ode ao Cavaleiro dos Dois Mundos (2023), Sobrevidas (2022); Savoir - Faire Éden (2020), As Desventuras de Pinóquio (2020), O Banquete no Éden (2019 e 2026), Escola de Mulheres 2000 D/C (2019), As Desmemorias da Emília - A Marquesa de Rabicó (2019), Abelha Rainha (2017), O Quintal da Casa de Doroty, inspirado na obra de L. Frank Baum (2015), Levi (2015), O Planeta Fantástico do Principezinho, inspirado na obra de Antoine de Sant- Exupéry (2014); O Sorriso do Gato de Alice, inspirado na obra de Lewis Carrol (2014), Senhora Sertão, Menina, de Muriel Vitória (2015); Salve Rainha, de Muriel Vitória (2015), Pane no Circo, de Muriel Vitória (2009), O Sítio e Alice, baseado na obra de Monteiro Lobato, direção e adaptação de Muriel Vitória (2005), e Chega de Estresse, de Muriel Vitória (2000).

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181- verbena@verbena.com.br

Teatro Padre Bento de Guarulhos recebe show do Banduo lançando Dobras, concebido para dois bandolins

Álbum de Maik Oliveira e Rafael Esteves apresenta as possibilidades sonoras do bandolim, um dos instrumentos mais emblemáticos da música brasileira, mesclando choro com música instrumental e de câmera.

Rafael Esteves e Maik Oliveira (foto de Rebeca Figueiredo)

No dia 18 de abril, sábado, às 19h30, o Teatro Padre Bento, em Guarulhos (SP), recebe o show de lançamento do álbum Dobras do Banduo, duo formado pelos bandolinistas Maik Oliveira e Rafael Esteves. A apresentação, gratuita, conta com participação especial de Victor Guedes (violão tenor).

O concerto oferece acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescrição, espaços reservados e mediação para o acolhimento de pessoas com deficiência, mobilidade reduzida e idosos.

Esse trabalho integra o projeto Banduo - O Bandolim e Suas Texturas, lançado pelo duo, em 2025, no qual exploram as possibilidades sonoras do bandolim. Com direção musical de Alisson Amador, o álbum apresenta 10 faixas inéditas, entre composições próprias e de outros autores, feitas especialmente para o Banduo. Os arranjos trazem assinaturas de quatro instrumentistas, referências na cena contemporânea - Edmilson Capelupi, Milton Mori, Marcílio Lopes e Alisson Amador, além do próprio Rafael Esteves.

Nesse dueto, o virtuosismo de Maik Oliveira e Rafael Esteves é aplicado às possibilidades do bandolim, mesclando influências do choro com o instrumental brasileiro e a música de câmara (com destaque para J.S. Bach) em busca de sonoridades inovadoras e potentes. O flerte com a música camerística traz uma singularidade muito em virtude da formação inusitada de dois bandolins. Os músicos ressaltam a importância desse encontro sonoro de dois instrumentistas que começaram tocando samba e pagode na periferia de São Paulo - Maik em São Bernardo do Campo e Rafael em Guarulhos - até iniciarem no universo do choro. E agora, o encontro com Alisson Amador, músico de formação clássica, natural de Heliópolis, que chegou para contribuir, inicialmente como professor de rítmica, chegando à direção musical pela sintonia identitária com os artistas e com o trabalho do Banduo.

Abrindo o álbum, Estudo em G Menor” (Rafael Esteves) tem arranjo do autor e de Milton Mori. Nasceu como um estudo de técnica e ganhou uma segunda voz de bandolim no arranjo de Mori. Uma surpresa no meio do caminho, referindo-se à tonalidade, dá uma bela prévia do que vem pela frente. A segunda faixa, “Manu” (Edmilson Capelupi), com arranjo do autor, foi composta especialmente para o Banduo; uma “polca saltitante” em homenagem à Manu, filha de Maik. A faixa evidencia a beleza do instrumento em três partes com funções muito bem definidas: Maik no acompanhamento e Rafael no solo para finalizar em equilíbrio e harmonia entre os dois bandolins.

As próximas composições - Suíte Banduo (Rafael Esteves) - traz os três movimentos tradicionais da música de câmara. Criação do autor e arranjador para esse trabalho, a primeira, “Suite Banduo: I. Joropo”, é uma valsa em referência ao homônimo gênero tradicional venezuelano, de ritmo alegre e dançante. “Suíte Banduo: II. Valsa Evocativa”, como o próprio nome sugere, é mais lenta, melancólica; uma valsa-choro na qual a mistura incomum do erudito com o choro popular se converge na beleza nesse arranjo. No terceiro movimento, “Suíte Banduo: III. Choro”, o arranjo retoma o tom alegre, vibrante, como o bandolim tradicional tocando choro.

A sexta faixa, “Portal Favela” (Alisson Amador), tem significado amplo em Dobras - com arranjo do autor. A composição foi inspirada no encontro entre os três músicos. O tema narra a história desses artistas que atravessaram o ‘portal periférico’ e celebram juntos na música, no ritmo, na arte desse trabalho. Seguindo, vem “Leonor” (Maik Oliveira e Rafael Esteves), cuja primeira parte havia sido composta por Rafael, há tempos. Maik entrou com seu talento na criação da segunda parte e Rafael fechou a obra. A faixa, muito representativa desse projeto dos bandolinistas, conta com arranjo assinado por Marcilio Lopes, que ressalta as características do regional de choro, e tem participação especial de Milton Mori no violão tenor. Marcílio e Mori também estão presentes em Brandura de Gênio” (Rafael Esteves) que, assim como a música anterior, tem destaque na sonoridade do regional de choro. A composição de Rafael é uma homenagem ao amigo Beto Casemiro, bandolinista do ABC falecido em 2020.

 

Chegando no final vem o belo choro “Conversa de Bandolins” (Milton Mori), composto especialmente para Dobras. A música marcou o início dos estudos de Maik Oliveira e Rafael Esteves para o álbum, sendo um deleite para o duo ao possibilitar o trânsito pelas nuances rítmicas e harmônicas do bandolim. Também arranjador da faixa, Mori a compôs pensando unicamente no instrumento em questão. O choro ritmado “Não Foi Dessa Vez!” (Maik Oliveira) fecha o álbum em arranjo primoroso de Edmilson Capelupi, que explora a densidade rítmica e harmônica do instrumento com nuances provocativas, deixando a parte final para o improviso livre dos bandolinistas. Maik compôs a música para um festival, estimulado por seu amigo e professor Renan Bragatto, mas não a tempo de se inscrever, permanecendo inédita até o momento.

O bandolim - instrumento emblemático da música brasileira, ligado a nomes como Jacob do Bandolim, Luperce Miranda, Isaías Bueno e Déo Rian - ganhou um novo olhar nesse projeto pelo diálogo entre o choro e a música de câmara, ampliado por uma abordagem contemporânea capaz de atrair os ouvintes mais diversos.

Maik Oliveira é bandolinista com mais de 20 anos de trajetória. Tocou com nomes como Inezita Barroso, Paulinho da Viola, Elton Medeiros, Nilze Carvalho, Eduardo Gudin, Sérgio Reis e Rolando Boldrin. Foi aluno de Jane do Bandolim, Edmilson Capelupi, Silvia Góes e Luizinho 7 Cordas. Atualmente tem seu trabalho solo, Maik Oliveira e Regional, e integra os grupos de Marina de la Riva e Paula Sanches.

Rafael Esteves é bandolinista, educador, compositor e arranjador. Venceu o Festival Jorge Assad com o Quarteto Pizindim, com o qual se apresenta em unidades do Sesc e outros circuitos culturais. Como solista, já atuou com a OCAM-USP e com grandes nomes da música brasileira como Dona Ivone Lara, Monarco, Almir Guineto e Péricles.

O projeto Banduo

O Banduo - O Bandolim e Suas Texturas é um projeto realizado com recursos do edital PNAB 24/2024 de Gravação e Lançamento de Álbum Musical Inédito, com apoio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB); do Programa de Ação Cultural - ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo; e do Ministério da Cultura e do Governo Federal. Além da gravação do álbum, o Banduo vem realizando circulação com sete apresentações: dois concertos didáticos e cinco shows (pré-lançamento e lançamento). Os concertos didáticos, realizados em polos do Projeto Guri, têm o objetivo de compartilhar com os alunos o processo criativo, a preparação do disco, a criação dos arranjos e a construção do repertório, além de abordar o bandolim e sua história.

Ficha técnica - Banduo: Rafael Esteves e Maik Oliveira (bandolins). Músico convidado: Victor Guedes (violão tenor). Técnico de som: Claudio Moraes. Luz: Igor Sully Intérprete de Libras: Elaine Sampaio. Audiodescrição: Ver Com Palavras. Mediação: Maytê Amarante. Assessoria em acessibilidade: Manoel Negraes (Vias Abertas - Comunicação, Cultura e Inclusão). Fotos: Rebeca Figueiredo. Designer gráfico e identidade visual: Bruno Conde. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Concepção do projeto: Rafael Esteves e Maik Oliveira. Produção: Leonardo Escobar (PiÔ - Produção e Projetos). Data de lançamento do álbum: 27/02/2026.

Serviço

Show/lançamento: Banduo - Dobras
Dia 18 de abril de 2026 - Sábado, às 19h30
Acesso Gratuito - Sem distribuição de ingressos.
Duração: 60 min. Classificação: Livre.
Banduo na rede: https://www.instagram.com/obanduo/ 

Teatro Padre Bento
Rua Francisco Foot, 03 - Jardim Tranquilidade. Guarulhos/SP.
Tel.: (11) 2229-5043. Capacidade: 350 lugares. 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br 

Aos 83 anos, Dino Galvão Bueno lança álbum autoral que celebra parceiros, convidados e a própria história

Falando de Amigos tem participação especial de Nelson Ayres e parcerias com Theo de Barros, Daltony Nóbrega, Cau Pimentel, Sergio Lima, Edgard Poças, Sergio Augusto, Adylson Godoy e J. Petrolino.

Foto de Bruno Conrado 
O violonista, compositor e letrista Dino Galvão Bueno, um dos pilares da Bossa Nova paulista, lança o álbum autoral Falando de Amigos nas plataformas digitais de música, no dia 10 de abril de 2026. Aos 83 anos, o artista celebra seis décadas de trajetória com canções compostas ao longo da carreira. O show de lançamento acontece no dia 22 de abril, quarta, no Teatro Alfredo Mesquita, em São Paulo, às 20h, com ingressos gratuitos.

Com direção musical e arranjos de Ricardo Barros e direção artística de Anita Galvão Bueno, Falando de Amigos faz uma travessia musical pela memória afetiva e artística de Dino Galvão Bueno, testemunha viva da história e das transformações culturais do nosso país. O repertório totalmente autoral - que transita por estilos como samba-canção, bolero, valsa, bossa e frevo-canção - traz parcerias com Theo de Barros, Daltony Nóbrega, Cau Pimentel, Sergio Lima, Edgard Poças, Sergio Augusto, Adylson Godoy e J. Petrolino, amigos e importantes artistas da cena paulistana e brasileira.

O álbum também tem com participações músicos convidados, virtuoses como o maestro e pianista Nelson Ayres (que toca piano e assina o arranjo da canção “Estrela Guia”), o clarinetista israelense Oran Etkin, o trombonista Jaziel Gomes, o saxofonista Anderson Quevedo e o trompetista Diogo Duarte, além de Anita Galvão Bueno (filha de Dino, que canta em duas faixas) e a netinha Violeta Galvão Bueno (na faixa em sua homenagem). O time se completa com a banda base das gravações, formada por Ricardo Barros (violão 6 e 7 cordas), Paula Valente (flauta e sax soprano), Mauricio Orsolini (piano, fender rhodes, teclado, acordeom e glockenspiel), Daniel Amorin (baixos acústico, upright e elétrico) e André Kurchal (bateria, percussão e efeitos), que acompanha Dino desde 2024.

Cada canção acende uma lembrança. Cada história ilumina um pedaço do mapa sonoro da vivência, do trabalho e dos afetos de Dino. “À essa altura de minha vida, realizar esse trabalho considero algo divino. Registrar minhas composições com parceiros de vida e de música, sendo que muitos deles já partiram, em um álbum precioso, feito com talento e afeto pelo Ricardo Barros, e todas as participações e músicos que tocaram, é um momento de intensa celebração à vida e à arte”, confessa Dino Galvão Bueno.

Ricardo Barros, arranjador e diretor musical da obra, filho do violonista e compositor Theo de Barros, que também tocou no primeiro disco de Dino, Mestre Navegador (2003), comenta a importância do trabalho: “Estou imensamente feliz com o resultado que alcançamos nesse tradicional trabalho de canções brasileiras. E ainda bastante ansioso para ver o álbum sendo ouvido mundo afora. Dino é um artista autêntico, original, genuinamente brasileiro, temos que valorizar, manter viva a obra de nossos artistas.”

O choro-canção que dá nome ao álbum, “Falando de Amigos” (Dino Galvão Bueno e Daltony Nóbrega), abre o repertório com participação de Oran Etkin no quarteto de clarinetes e clarone. Dino a compôs essa bossa em homenagem ao amigo Carlos Lyra (1933-2023). Posteriormente ganhou letra de Daltony, estendendo essa homenagem aos demais amigos e parceiros do compositor. A valsa “Até Quando?” (Dino Galvão Bueno e Theo de Barros), segunda parceria entre Dino e Theo, gravada também no primeiro disco de Dino, Mestre Navegador, vem com a banda base completa no arranjo - violão, sopros, piano, baixo e bateria. Seguindo, “Todos os Cantos” (Dino Galvão Bueno e Daltony Nóbrega), é um samba cuja letra foi inspirada no cambacica, passarinho cuja figura também ilustra a capa do álbum. A faixa é interpretada por Anita Galvão Bueno, filha de Dino.

A quarta composição é o bolero “Pedaço Pior” (Dino Galvão Bueno), com letra carregada de sentimentos e dores de amores, também registrada no primeiro disco do autor. O arranjo potencializa o tema com solo de Paula Valente no sax soprano e a marcação cadenciada do bongô de Kurchal. Dino Galvão Bueno não esconde seu encanto por esse arranjo. Na sequência, “Versos de Amor” (Dino Galvão Bueno e Cau Pimentel) é uma canção romântica, cuja nostalgia ganha tons nas teclas do piano Orsolini. Um momento afetuoso do disco está no medley “Violeta” (Dino Galvão Bueno e Edgard Poças) e “Cantiga para Violeta” (Dino Galvão Bueno e Sergio Lima), composições que Dino fez para sua netinha Violeta Galvão Bueno, que também participa da faixa. A primeira é uma cantiga de ninar, em tom camerístico, que deságua na segunda, uma valsa-jazz com arranjo mais pesado, tendo toda a banda na execução.

A sétima composição é a bossa “Quando o Amor Chegar” (Dino Galvão Bueno e Sergio Augusto). O arranjo limpo, minimalista, tem destaque para a percussão de Kurchal e para o naipe de flautas de Paula Valente. Esta é a única faixa em que Dino Galvão Bueno toca violão, além de interpretar. “Estrela Guia” (Dino Galvão Bueno e Adylson Godoy) é uma composição de Dino, criada ao piano, para sua esposa Vera, que desejava ouvi-la um dia sendo tocada pelo pianista Nelson Ayres. A faixa concretiza o sonho de Vera, não somente com Ayres ao piano, mas ainda na criação do arranjo, que abre ao som de piano e baixo e traz o violão de Ricardo Barros como elemento surpresa no meio da composição. Esta é uma das três faixas não inéditas do trabalho, sendo já gravada no álbum Notas Brasileiras, que reuniu Adylson Godoy, Dino Galvão Bueno e Theo de Barros & Filhos, em 2023.

A penúltima faixa, “Sob a Luz do Neon” (Dino Galvão Bueno e Daltony Nóbrega), canta e poetiza o brilho da vida; é um envolvente bolero que, no final, faz referência ao chileno Lucho Gatica (O Rei do Bolero). O clima de cabaré tem contribuições do flugelhorn de Diogo Duarte, do piano de Mauricio Orsolini e do bongô de André Kurchal. Fechando Falando de Amigos, “Bloco de Tudo” (Dino Galvão Bueno e J. Petrolino) é um frevo-canção de melodia marcante no qual Dino divide a interpretação com Anita Galvão Bueno. O arranjo traz o clima autêntico do frevo pernambucano com performances brilhantes de Jaziel Gomes, Anderson Quevedo e Diogo Duarte nos sopros, músicos com quem o arranjador e violonista Ricardo Barros toca frequentemente nos carnavais, Destaque também para o sax de Paula Valente, fechando o naipe de metais em um quarteto. “Ricardo me surpreendeu com esse arranjo cheio de autenticidade. Sua versatilidade nos leva diretamente para o frevo pernambucano”, comenta Dino Galvão Bueno.

Repertório: 1- Falando de Amigos (Dino Galvão Bueno / Daltony Nóbrega); 2- Até Quando? (Dino Galvão Bueno / Theo de Barros); 3- Todos os Cantos (Dino Galvão Bueno / Daltony Nóbrega) - Feat Anita Galvão Bueno; 4- Pedaço Pior (Dino Galvão Bueno); 5- Versos de Amor (Dino Galvão Bueno / Cau Pimentel); 6- Medley: Violeta (Dino Galvão Bueno / Edgard Poças) e Cantiga para Violeta (Dino Galvão Bueno / Sergio Lima); 7- Quando o Amor Chegar (Dino Galvão Bueno / Sergio Augusto). 8- Estrela Guia (Dino Galvão Bueno / Adylson Godoy) - Feat Nelson Ayres; 9- Sob a Luz do Neon (Dino Galvão Bueno / Daltony Nóbrega); 10- Bloco de Tudo (Dino Galvão Bueno / J. Petrolino) - Feat Anita Galvão Bueno.

Ficha técnica | Falando de Amigos - Artista/intérprete e direção geral: Dino Galvão Bueno. Direção musical e arranjos: Ricardo Barros. Direção artística: Anita Galvão Bueno. Músicos: Dino Galvão Bueno (voz e violão); Anita Galvão Bueno (voz), Ricardo Barros (violão 6 e 7 cordas), Paula Valente (flauta e sax soprano), Mauricio Orsolini (piano, fender rhodes, teclado, acordeom e glockenspiel), Daniel Amorin (baixos acústico, upright e elétrico) e André Kurchal (bateria, percussão e efeitos). Músicos convidados: Nelson Ayres (piano e arranjo “Estrela Guia”), Oran Etkin (clarinete e clarone), Jaziel Gomes (trombone), Anderson Quevedo (sax tenor), Diogo Duarte (trompete e flugelhorn) e Violeta Galvão Bueno (voz). Técnicos de gravação e captação - Estúdio 185: Beto Mendonça e Bruno dos Reis. Técnico de gravação e captação - Estúdio da Associação Cultural Cachuera! (Pianos): Bruno dos Reis. Técnicos de gravação e captação - Estúdio Pau Brasil (“Estrela Guia”): Kim Stroeter e Rodolfo Stroeter. Edição e mixagem: Beto Mendonça. Masterização: Homero Lotito - Reference Mastering Studio. Distribuição digital: PiÔ - produção e projetos. Ilustrações: Tiago Marques. Projeto gráfico: Andrea Pedro. Fotos: Bruno Conrado. Assessoria em acessibilidade: Vias Abertas - Comunicação, Cultura e Inclusão. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Direção de produção e produção executiva: Leonardo Escobar e Nathalia Meyer. Concepção de projeto: Leonardo Escobar e Nathalia Meyer - Execução: PiÔ - produção e projetos.

O Projeto

Falando de Amigos, Novo Álbum de Dino Galvão Bueno é um projeto realizado com recursos do edital PNAB 20/2024 de Projetos Culturais para Pessoas 60+ na Indústria Criativa, com apoio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB); do Programa de Ação Cultural - ProAC, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo; e do Ministério da Cultura e do Governo Federal. Além da disponibilização digital do álbum e do show de lançamento, o projeto realizará uma roda de conversa como ação formativa, e uma série de entrevistas em vídeo com narração de Anita Galvão Bueno, e roteiro de Nathalia Meyer, que será lançada nos canais de Dino Galvão Bueno e da PiÔ - produção e projetos no YouTube, até o final de abril de 2026.

Ao longo de cinco episódios, parceiros, amigos e artistas que integram o disco refletem sobre a parceria - musical e afetiva - que atravessa a trajetória de Dino. Participam da série o próprio Dino, que revisita memórias e momentos decisivos de sua caminhada; Ricardo Barros, diretor musical do álbum, que aborda a convivência entre gerações; J. Petrolino, que mergulha na palavra e na canção, evidenciando a força das parcerias; Débora Nóbrega, filha de Daltony Nóbrega, em uma conversa emocionante que celebra a vida e a obra de seu pai; e Nelson Ayres, que retorna ao início da trajetória de Dino, revisitando um período em que a música brasileira atravessava um de seus momentos mais marcantes. O conteúdo digital do projeto será disponibilizado em https://linktr.ee/dinogalvaobueno.

Como medidas de acessibilidade, o projeto conta com intérprete de Libras nos shows, roda de conversa e vídeos, legendas nos vídeos, audiodescrição da capa e do encarte. 

Serviço

Lançamento/Álbum: Falando de Amigos
Artista: Dino Galvão Bueno
Data: 10 de abril de 2026
Nas plataformas digitais de música.
Pré-save: https://ditto.fm/falando-de-amigos 

Show de lançamento: 22 de abril de 2026 - Quarta, às 20h
Ingressos: Gratuitos - Bilheteria 1h antes
Local: Teatro Alfredo Mesquita
Avenida Santos Dumont, 1770 - Santana. São Paulo/SP.
Tel.: (11) 2221-3657. Capacidade: 198 lugares. 

Linktree: https://linktr.ee/dinogalvaobueno | https://linktr.ee/pio.producaoeprojetos
Instagram: @dinogalvaobueno.oficial | @pio.producaoeprojetos
Facebook: @dinogalvaobueno | @pio.producaoeprojetos
YouTube: @dinogalvaobueno | @pio.producaoeprojetos 

Perfis

Dino Galvão Bueno (compositor, intérprete e violonista) - Dino Galvão Bueno é um dos nomes que deram forma à Bossa Nova paulista. Violonista, compositor e letrista, iniciou sua trajetória nos anos 1960 ao lado de importantes artistas como Theo de Barros e Sérgio Augusto. Substituiu Chico Buarque na histórica montagem de Morte e Vida Severina, no TUCA, participou de festivais marcantes, integrou o movimento Música Nossa e compôs clássicos como “Monjolo”. Autor de mais de 100 canções e dono de uma poesia musical refinada, Dino é guardião de uma história que une música, teatro, boemia e amizade. Em Falando de Amigos, revisita sua caminhada com delicadeza e autenticidade, reunindo composições de grandes parceiros e traduzindo a sensibilidade paulistana.

Ricardo Barros (diretor musical, arranjador e violonista) - Ricardo é violonista, multi-instrumentista, arranjador e um dos principais herdeiros da tradição da música brasileira contemporânea. Filho de Theo de Barros, cresceu entre partituras, ensaios e histórias que compõem o imaginário da MPB. Com estilo elegante e profundo conhecimento harmônico, ele transita entre reverência e invenção, mantendo viva a linhagem que ajudou a construir a identidade musical do país. Em Falando de Amigos, assina direção musical, arranjos e interpretações, com grande conhecimento do universo poético de Dino.

Anita Galvão Bueno (direção artística e intérprete) - Anita carrega na voz a doçura e a força de quem cresceu acompanhando bastidores, ensaios e histórias que moldam a MPB paulista. Filha de Dino Galvão Bueno, integra o projeto como intérprete e colaboradora na construção estética e narrativa. Seu canto, ao mesmo tempo suave e firme, abre janelas para novas leituras da obra de Dino, unindo presença cênica, afeto e precisão musical. Em Falando de Amigos, Anita representa o elo entre passado e futuro: a continuidade viva de uma tradição que se renova através do encontro.

Nelson Ayres (pianista e arranjador convidado) - Nelson Ayres é pianista, compositor, arranjador e um dos nomes mais importantes da música brasileira contemporânea, com trajetória que passa pelo jazz, MPB e por formações históricas como o grupo Pau Brasil e a Orquestra Jazz Sinfônica. Parceiro de Dino desde os anos 1960, Nelson integra o álbum Falando de Amigos como participação especial, assinando o arranjo e interpretando uma das canções. Uma presença que ilumina o disco e realiza um sonho de Dino. 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br 

Cidades Invisíveis, uma farsa inspirada na obra de Italo Calvino, estreia no Teatro Arthur Azevedo

Espetáculo interpretado por Gúryva Portela e Claudio Carneiro tem dramaturgia e direção de Marcelo Romagnoli.

Foto de Ana Lu 
No dia 24 de abril, sexta, às 20h, o espetáculo Cidades Invisíveis estreia no Teatro Arthur Azevedo, às 20h, com ingressos gratuitos. Com direção e dramaturgia assinadas por Marcelo Romagnoli, trata-se de uma comédia farsesca, livremente inspirada na obra do escritor italiano e Prêmio Nobel, Italo Calvino (1926-1985).

O enredo mostra o encontro do famoso viajante Marco Polo (Gúryva Portela) - que na montagem é um ambulante que carrega um cinematógrafo com imagens das cidades por onde passou - com o antigo imperador da Mongólia, o poderoso Kublai Khan (Claudio Carneiro).

A encenação de Romagnoli faz uma ponte ente os desertos orientais com um Brasil profundo para recontar, metaforicamente, o livro de Calvino. Para tanto, a concepção de lança mão do metateatro, colocando a ação dentro de um espaço circense.

O tom da palhaçaria marca a encenação. Os atores investem na linguagem farsesca para criar um espetáculo acessível para o público de qualquer idade. Gúryva Portela é artista pernambucano com vasta experiência no teatro popular. Claudio Carneiro também tem larga vivência na palhaçaria, egresso do Cirque du Soleil onde atuou por 15 anos.

A música - criação original da compositora e rabequeira Renata Rosa - entrelaça o deserto tuaregue com a raiz do nordeste brasileiro. A cenografia de Zé Valdir Albuquerque, artista de forte veia popular, também se configura entre as duas estéticas: ao mesmo tempo que situa a história em um ambiente rústico das paisagens de areia, coloca os personagens em um picadeiro mambembe, envoltos na fantasia do circo-teatro.

As projeções em vídeo das Cidades Invisíveis, construídas por Um Cafofo (André Grynwask e Pri Argoud), remetem ao cinema mudo, mostrando as vilas fantásticas que Marco Polo presumivelmente visitou quando atravessou o mundo na Idade Média.

A peça equilibra humor e poesia, filosofia e brincadeira, mantendo a essência reflexiva da obra original, mas traduzida para uma experiência teatral viva e contemporânea. Em tempos de excesso de imagens prontas, a peça convida o espectador a construir cidades dentro de si. Porque talvez, como sugere Calvino, toda cidade seja feita menos de pedra e mais de olhar.

Segundo o diretor Marcelo Romagnoli, “Cidades Invisíveis é um espetáculo popular que amplia a potência da imaginação e que coloca diante de nós algumas chaves para viver em sociedade. O livro, publicado em 1972, surpreende porque as cidades não tratam de um conceito físico, mas de uma simbologia da experiência humana."

Esse projeto foi contemplado pelo Edital ProAC nº 22/2024 - Produção e Temporada de Espetáculo de Teatro Inédito, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.

FICHA TÉCNICA | Cidades Invisíveis - Livremente inspirado na obra de Italo Calvino - Direção e dramaturgia: Marcelo Romagnoli. Elenco: Claudio Carneiro e Gúryva Portela. Trilha sonora original: Renata Rosa. Figurino: Silvana Marcondes. Direção de imagem e videomapping: Um Cafofo (André Grynwask e Pri Argoud). Cenotecnia e objetos: Zé Valdir Albuquerque. Iluminação: Rodrigo Bella Dona. Produção e redes sociais: Madu Arakaki e Gabriela de Sá. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Fotos de divulgação: Ana Lu. Design gráfico: Mandy. Realização: Cia Vúrdon de Teatro Itinerante.

Serviço

Espetáculo: Cidades Invisíveis
Ensaio aberto: 23 de abril de 2026 - Quinta, às 20h
Temporada: 24 de abril a 10 de maio de 2026
Horários: Sextas e sábados, às 20h | Domingos, às 19h
Ingressos: Gratuitos - Bilheteria: 1 hora antes das sessões.
Duração: 60 min. Classificação: Livre (para todas as idades). Gênero: Comédia dramática 

Teatro Arthur Azevedo
Av. Paes de Barros, 955 - Alto da Mooca. São Paulo/SP.
Capacidade: 349 lugares. Acessibilidade: Sim.
Telefone: (11) 2604-5558. Na rede: @teatroarthurazevedosp. 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181- verbena@verbena.com.br