Grupo Trapo celebra 26 anos com nova temporada de O Auto de Aparecida - Onde as águas contam histórias.
Após uma estreia bem
sucedida em 2025, o espetáculo O Auto de Aparecida - Onde as águas
contam histórias retorna ao Complexo Cultural Funarte São Paulo em nova temporada ao longo do
mês de maio, período simbólico dedicado às mães, reafirmando sua força como uma
celebração da cultura popular brasileira. As apresentações ocorrem entre os dias 9 e 31 de maio, aos sábado e domingos, às 18h.
Criado pelo Grupo
Trapo, que completa 26 anos de trajetória em 2026, o espetáculo mergulha no
universo simbólico das águas e nas narrativas que atravessam gerações, partindo
do imaginário em torno de Nossa Senhora Aparecida como ícone cultural do país.
Mais do que uma
abordagem religiosa, a encenação propõe um olhar sobre a religiosidade popular
como manifestação artística, coletiva e afetiva. Em cena, fé, mito, festa,
música e memória se entrelaçam para construir uma experiência que dialoga
diretamente com o público brasileiro. Inspirado pelas águas do rio Paraíba do
Sul - local de origem da devoção à santa -, o espetáculo cria um território cênico
onde o sagrado e o cotidiano convivem, revelando um Brasil profundo, sensível e
pulsante.
Com influências dos
autos populares, a obra estabelece um diálogo com O Auto da Compadecida (Ariano Suassuna), mas segue um caminho próprio. O Grupo
Trapo investe na reinvenção da tradição, criando uma narrativa original que
reúne personagens cômicos, devocionais e humanos em histórias que refletem as
contradições e riquezas da cultura brasileira.
“O nosso desejo foi
criar um espetáculo que já habita o imaginário do nosso povo: as festas de rua,
as histórias contadas às margens dos rios, o riso fácil, mas também a dor e a
resistência que nos formam como sociedade. O
Auto de Aparecida é, antes de tudo, um rito de celebração da cultura
popular”, afirma o diretor Muriel Vitória.
Na montagem, os
atores permanecem em cena como em um ritual contínuo, transitando entre
personagens, imagens e situações. Entre altares, cantos e jogos cênicos, o
espetáculo convida o público a uma experiência sensorial e coletiva, onde o
teatro se torna espaço de encontro, memória e partilha.
Neste retorno, O Auto de Aparecida reafirma sua potência como obra que ultrapassa o campo da fé para se inscrever no território da cultura - celebrando, no mês das mães, a figura de Aparecida como símbolo de origem, cuidado e pertencimento.
Sinopse - Nas margens de um rio, uma trupe de artistas conta histórias que brotam das águas. Entre narrativas sagradas e profanas, personagens populares e figuras míticas, surge um teatro de festa e devoção, onde se cruzam fé, riso e memória. O Auto de Aparecida é a celebração de um Brasil que guarda em si a força da cultura popular e o mistério das águas que contam e recontam histórias.
FICHA TÉCNICA - Direção e concepção: Muriel Vittorea. Elenco: Ismael Joaquim, Kalil Zarif, Marcio Lima, Nalu Oliveira, Nicolas Miranda, Pedro Henrique Meeta, Suellen Santos, Well Nascimento e Zé Carlos de Oliveira. Participação especial: Priscilla Rosa. Figurinos e adereços: Bruno Bertolli, Lis Nunes e Muriel Vittorea. Cenário: Muriel Vitória. Iluminação: Jottape Silva e Muriel Vittorea. Produção: Grupo Trapo. Produção artística: Diego Brito. Social media: Pedro Henrique Meeta. Fotos: Thaina Piauilino e Pedro Henrique Meeta. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Realização: Grupo Trapo.
Serviço
Espetáculo: O Auto de Aparecida - Onde as águas contam
histórias
Temporada:
09 e 10, 16 e 17, 23 e 24, 30 e 31 maio de 2026
Horário:
sábados e domingos, às 18h
Ingressos:
R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia-entrada).
Venda
online: www.sympla.com.br
(link no Instagram - @grupotrapo).
Bilheteria:
1 hora antes das sessões.
Duração: 100
min. Classificação: 14 anos. Gênero: Auto popular.
Complexo
Cultural Funarte São Paulo
Alameda Nothmann, 1058 - Campos Elíseos. São Paulo/SP.
Sala Carlos Miranda (60 lugares).
Acessibilidade: Sim.
Tel.: (11) 95078-3004. Metrô Santa Cecília.
O grupo
O Grupo Trapo foi criado no ano 2000 pelo ator e diretor Muriel Vitória, em São Paulo. Desenvolve trabalhos baseados em comportamentos humanos e na cultura popular utilizando como expressão e estética os elementos corporais pautados no ‘teatro de investigação corporal’. Suas montagens teatrais são apresentadas em espaços populares buscando contemplar todos os públicos e fomentar temas pertinentes à sociedade atual, mediadas principalmente por questões que afetam a todos direta ou indiretamente, seja nos conceitos, nas relações pessoais ou mesmo na própria arte, na crença, na cultura popular. Atua diretamente na região central da cidade, no bairro da Consolação, em seu teatro-sede - Nosso Canto Espaço de Arte e Cultura. Apoia iniciativas e resiste, há 25 anos, com ações que visam o estreitamento de laços entre arte e sociedade.
Repertório / espetáculos: Tanto Frida Quanto Eu (2026), O Auto de Aparecida - Onde as águas contam histórias (2025 e 2026), O Banquete no Éden (2024, remontagem), Jorge - Uma Ode ao Cavaleiro dos Dois Mundos (2023), Sobrevidas (2022); Savoir - Faire Éden (2020), As Desventuras de Pinóquio (2020), O Banquete no Éden (2019 e 2026), Escola de Mulheres 2000 D/C (2019), As Desmemorias da Emília - A Marquesa de Rabicó (2019), Abelha Rainha (2017), O Quintal da Casa de Doroty, inspirado na obra de L. Frank Baum (2015), Levi (2015), O Planeta Fantástico do Principezinho, inspirado na obra de Antoine de Sant- Exupéry (2014); O Sorriso do Gato de Alice, inspirado na obra de Lewis Carrol (2014), Senhora Sertão, Menina, de Muriel Vitória (2015); Salve Rainha, de Muriel Vitória (2015), Pane no Circo, de Muriel Vitória (2009), O Sítio e Alice, baseado na obra de Monteiro Lobato, direção e adaptação de Muriel Vitória (2005), e Chega de Estresse, de Muriel Vitória (2000).
Informações à imprensa:
VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181- verbena@verbena.com.br

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