segunda-feira, 11 de outubro de 2021

Marcela Brandão lança single Batedeira que reafirma sua pegada pop brasileira

A cantora e compositora Marcela Brandão entra em cena com novo single, Batedeira, música composta por Marcello Sonoro especialmente para ela. A faixa, que tem produção musical do pianista Bruno Piazza, entra nas plataformas e aplicativos de música no dia 15 de outubro, pelo Selim de Música.

Em Batedeira a artista segue na sonoridade eletro-brasileira, na qual o instrumental pop eletrônico se entrelaça com a brasilidade, marcada pela melodia, pelo gingado do samba e pela interpretação de Marcela Brandão.

Engajamento político-social e defesa da vida, da liberdade e da liberdade de expressão são bandeiras defendidas pela letra da canção. “A poesia de Marcello Sonoro faz uma analogia da vida política e privada no momento atual, podendo ser a batedeira que faz a massa do pão ou a batedeira da repressão. Na batedeira está a massa do pão, mas também a massa da população, a massa artística que busca resistir manter a arte em qualquer situação”, comenta Marcela.  

Este é o terceiro single que a cantora lança em 2021, precedido por Moxotó (produzido por Lan Lanh) e Menino Severino (com produção de Bruno Piazza), reafirmando sua estética musical contemporânea, sua pegada pop brasileira.

A letra | Batedeira 


Tão / Bate o coração / Como a batedeira bate na massa sem perdão / E o vão / Entre a oração / E a gritaria faz a borracha vir com mais pressão.

 

E a vontade de sair / Não é o mesmo que empurrar / Nem puxar o tapete de quem preferiu ficar / Não é / A razão vossa Excelência não é maior que a popular / Então tenha decência de deixar o seu povo sambar / Eu sei.

 

Que há poder na bateria / Diferente da besteira / Que essa velha batedeira faz querendo aparecer / E essa sova rotineira / Só irrita e não amansa / Nossa massa não descansa e não consegue crescer.

Ficha técnica / Serviço

Intérprete: Marcela Brandão. Composição: Marcello Sonoro. Arranjo e produção musical: Bruno Piazza. Músicos: Bruno Piazza (piano e teclados), Gabriel Alterio (bateria) e Igor Pimenta (baixo elétrico). Pro Tools, engenharia de som e mixagem: Thiago Baggio. Masterização: Mauricio Gargel. Estúdio/gravação: Everest Studio. Produção executiva: Marcela Brandão.  Designer/capaJeff Penna.

Lançamento/single: Batedeira
Intérprete: Marcela Brandão
Nas plataformas de música: 15 de outubro/2021
Selo/distribuição: Selim de Música - @selimdemusica
Ouça Marcela Brandão: https://open.spotify.com/artist/4YihvchpM0vU5a2ZoTdyak
Facebook: @eumarcelabrandao | Instagram: @marcelabrandaoo | Youtube/mamabrandao 

Marcela Brandão

Marcela Brandão, by Ale Saraiva
A paulistana Marcela Brandão (30 anos) é cantora de personalidade e estilo próprio, também violonista e compositora alinhada com seu tempo. Estudou música por 10 anos no CLAM, escola do Zimbo Trio, e faz preparação vocal com Bruna Caram. A carreira profissional começou, em 2010, tocando na noite paulistana e no circuito das Fábricas de Cultura. Cinco anos depois, deu um tempo ao violão para se dedicar à vida acadêmica. Formou-se Gastronomia e Letras, além de estudar Musicoterapia. De um início de carreira afiado com a música popular brasileira mais tradicional, sua estética já envereda por sonoridades contemporâneas, onde a tradição ganha nuance pop e sons experimentais. “Música é sensibilidade, mas é preciso ir além das notas e dos versos para estabelecer um trabalho concreto que vai além do ato de compor e conhecer a trajetória da música brasileira”, diz.

Seu primeiro EP Retorno de Saturno, lançado em 2020, traz cinco composições, sendo três autorais – “Dimensões”, “Eu Não Sei Fazer Rock’n’roll” e “Filosofia de Botequim” - e duas releituras - “Baioque” (Chico Buarque), com arranjo que transita entre o baião e o rock, e “Cuitelinho” (do folclore mato-grossense adaptada por Paulo Vanzolini), que ganhou ares mais alegres. Em novembro de 2020, Marcela lançou o single Sobre Maria (parceria com Zé Tedesco), uma composição suingada, cheia de sonoras brasilidades e ancestralidades, que fala sobre a mulher brasileira com sua força e delicadeza, sua fé na transformação. Em maio de 2021, a música ganhou um videoclipe em animação (assinada por Ale Saraiva e Caroline Eri Hirose), no qual a personagem Maria caminha, desfila e dança interagindo com situações sugeridas pela letra carregada de simbolismos. Em junho, lançou o single Moxotó, produzido pela percussionista, compositora e cantora Lan Lanh, seguido pore Menino Severino, em agosto foi a vez, com produção de Bruno Piazza, que também assina o mais recente, Batedeira (composição de Marcello Sonoro).

Contato/artista: SAGITTA Produções
(11) 99975-0680 | sagittaproducoes@terra.com.br


Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena | João Pedro
(11) 2548-8409 e 99373-0181 | verbena@verbena.com.br

 

Instituto Vox abre inscrições para a A Semana da Estupidez

O Instituto Vox de Pesquisa e Psicanálise realiza, entre os dias 18 e 22 de outubro, A Semana da Estupidez que promove o curso O Discurso da Estupidez, ministrado pelo psicanalista Mauro Mendes Dias, diretor do Instituto, e coordenado por Luiz Eduardo M Vasconcelos.

A Semana da Estupidez consiste na ênfase sobre o curso, de forma a trazer elementos que permitam introduzir e avançar os fundamentos expostos no livro O Discurso da Estupidez, lançado em 2021 pelo ministrante, e suas diferentes incidências: nas subjetividades, República democrática, música e outros. O curso busca tornar mais acessível o entendimento da forma de ação do ódio como política, assim como seus efeitos destruidores sobre o patrimônio estético, sensível e cultural.

A cada dia um tema diferente entra em pauta com exposição de Mauro Mendes Dias e participação de um debatedor convidado. Na conclusão do curso (22 de outubro), a partir do tema Entre baratas, rinocerontes e milicianos, será abordada a passagem do discurso da estupidez para a incorporação animal no humano, tema do livro Entre Baratas e Rinocerontes, de Mauro Mendes Dias, que será lançado na ocasião. O convidado para o debate de encerramento é Bruno Paes Manso (autor do livro A República das Milícias).

Os demais debatedores convidados d’A Semana da Estupidez são: Aldacy Coutinho, Jacinto Coutinho, Jorge Souto Maior e Celso Rodrigues. Ao final das explanações, em todos os dias do curso, o debate será aberto ao público.

A Semana da Estupidez
Curso: O discurso da estupidez
Ministrante: com Mauro Mendes Dias
Coordenação: Luiz Eduardo M Vasconcelos
De 18 a 22 de outubro/2021 - das 19h30 às 22h 

Programação
18/10 - O que é um discurso na Psicanálise?
Debatedor: Aldacy Coutinho (Univel)
19/10 - Escrita e funcionamento do discurso da estupidez
Debatedor: Jacinto Coutinho (Observatório da Mentalidade Inquisitória)
20/10 - Incidências do discurso da estupidez: no Direito, na República democrática, na música e nas subjetividades
Debatedor: Jorge Souto Maior (Resenha Trabalhista)
21/10 - Tratamentos possíveis do discurso da estupidez e o futuro do ódio
Debatedor: Celso Rodrigues (Instituto Pensar)
22/10 - Entre baratas, rinocerontes e milicianos
Lançamento do livro Entre Baratas e Rinocerontes (de Mauro Mende Dias)
Debatedor: Bruno Paes Manso (A República das Milícias)

Inscrições: https://voxinstituto.com.br/inscricao-para-eventos/
Link disponível também nas redes sociais do Instituto Vox:
Facebook - @voxinstitutopsicanalise | Instagram - @instituto.vox}
Taxa de inscrição: contribuição voluntária
O valor arrecadado será repassado para instituições de ajuda humanitária.
Realização: Instituto Vox de Pesquisa em Psicanálise

Informações à imprensa | VERBENA Assessoria
Eliane Verbena | João Pedro
(11) 2548-8409 / 99373-0181- verbena@verbena.com.br

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

3º Festival Cine Inclusão dá protagonismo aos idosos e faz homenagem à Ruth de Souza

Terceira idade é tema do Festival que, em 2021, acontece integralmente online.


Entre os dias
18 e 24 de outubro (de segunda a domingo), acontece o 3º Festival Cine Inclusão, que apresenta filmes realizados e/ou protagonizados por pessoas com mais de 60 anos e realiza uma oficina para a inclusão digital de idosos. O acesso a toda a programação é grátis pelo site do evento - www.cineinclusao.com.br.

O projeto – idealizado e dirigido por Daniel Gaggini, produzido pela MUK e viabilizado pelo ProAC LAB – consolida-se como o único festival de curta-metragem que se dedica exclusivamente a essa faixa etária. Segundo o idealizador, “esta é uma camada crescente da população que, em sua maior parte, continua ativa e produtiva, sendo fundamental um novo olhar sobre o envelhecimento e todas as questões que se relacionam a esse processo”.

 

Na abertura, o evento faz homenagem à atriz Ruth de Souza, primeira mulher negra a protagonizar uma novela, que completaria 100 anos em 2021, 74 dos quais dedicados ao teatro, ao cinema e à televisão. A reverência inclui exibição do curta-metragem A Mãe e o Filho da Mãe, de Luiz Antonio Pilar, e uma live com participação do diretor do filme e com o biógrafo da atriz, Ygor Kassab, para falar de sua carreira e luta pelo protagonismo negro.

O festival é composto por duas mostras. A Mostra Competitiva exibe 16 curtas-metragens, na qual o voto do público vai eleger os três melhores filmes, que receberão prêmios de R$ 3.000,00, R$ 2.000,00 e R$ 1.000,00, respectivamente. Todos os filmes trazem a temática da terceira idade e/ou têm pessoas idosas como protagonistas. Já a Mostra Melhor Idade exibe oito obras realizadas por diretores/diretoras com mais de 60 anos, traçando um panorama expressivo de artistas profissionais e amadores que se dedicam à produção audiovisual.

A curadoria desta edição é do cineasta Victor Fisch e da pesquisadora e curadora Luciana Rossi. A programação eleita abre um leque de temas e reflexões, entre os quais: solidão, sexo, amor, arte e esporte na velhice, memórias e abandono. O público vai desfrutar da diversidade de estilos (ficção, drama, documentário, animação, arte) e apreciar produções primorosas - algumas delas com nomes importantes das artes cênicas do Brasil - como Lima Duarte, Osmar Prado, Lilian Blanc, Walter Breda e Marcélia Cartaxo - e oriundas de Portugal.

Como atividade paralela, acontece a oficina online ‘Desmistificando as Redes Sociais para a Terceira Idade’, dedicada a pessoas com mais de 60 anos, ministrada pela professora Daniele Foltran. A finalidade é orientar os participantes sobre como otimizar o uso do celular e das redes sociais para buscar informações, fazer publicações e interagir com amigos e familiares. Os interessados devem se inscrever pelo site.

“Além de dar visibilidade a filmes dentro deste contexto, o objetivo da terceira edição do Festival Cine Inclusão é propor, por meio da arte, a interação e o intercâmbio de experiências e conhecimento e debater sobre a importância da arte na inclusão sociocultural do idoso”, finaliza Gaggini.

O Cine Inclusão

A iniciativa do projeto Cine Inclusão é de Daniel Gaggini, artista e produtor que vem se destacando na realização de projetos dedicados à difusão de iniciativas culturais produzidas em regiões periféricas do Brasil. Em seu currículo, consta a realização da Mostra de Teatro de Heliópolis, o projeto/espetáculo Vira-Latas de Aluguel, o Festival Popular de Cinema de Itapeva e o projeto de capacitação cinematográfica Cine Inclusão.

A primeira edição do Festival Cine Inclusão foi realizada em 2015, contemplando as comunidades de Capão Redondo e Cidade Tiradentes, além do Memorial da América Latina. O evento - que reuniu mais de 400 espectadores, exibiu 26 filmes em 14 sessões gratuitas - capacitou 46 jovens em oficinas de cinema e produziu duas obras audiovisuais. Promoveu ainda um debate com participação dos institutos Criar e Querô e dos projetos É Nóis na Fita e Kaminu Filmes (Colômbia). A segunda edição aconteceu em 2017 nas Comunidades de Heliópolis e Paraisópolis e na Unibes Cultural. Foram exibidos 24 filmes, e 60 idosos moradores dessas regiões participaram das oficinas, que resultaram em dois curtas-metragens produzidos pelos então alunos da terceira idade.

Serviço / Programação

3º Festival Cine Inclusão
Início: 18 de outubro. Segunda, às 18h
Encerramento: 24 de outubro. Domingo, às 18h
Exibição/mostras: 19 a 23/10 – em www.cineinclusao.com.br
Lives: Instagram - @cineinclusao
Programação completa: no site
Informações: cineinclusao@muk.nu / (11) 97605-8684 (WhatsApp)
Ingressos: Grátis. Classificação: livre. 

    18/10 – Segunda
18h - Exibição do curta-metragem A Mãe e o Filho da Mãe, de Luiz Antonio Pilar.
18h20 - Live de Abertura
Homenagem à atriz Ruth de Souza
Participantes: Ygor Kasab (biógrafo da atriz), Daniel Gaggini (idealizador do Festival Cine Inclusão) e Luiz Antonio Pilar (cineasta).
Onde: Instagram - @cineinclusao

    19/10 - Terça
18h - Início das exibições online: Mostra Competitiva e Mostra Melhor Idade.
Abertura da votação pelo Júri Popular.

    20/10 - Quarta
Exibição online dos curtas: Mostra Competitiva e Mostra Melhor Idade.

    21/10 - Quinta
Exibição online dos curtas: Mostra Competitiva e Mostra Melhor Idade.

    22/10 - Sexta
Exibição online dos curtas: Mostra Competitiva e Mostra Melhor Idade.
10 às 12h - Oficina: Desmistificando as Redes Sociais para a Terceira Idade.
Ministrante: Danielle Foltran.
Informações e ficha de inscrição (grátis): site do Cine Inclusão.
100 vagas. Público alvo: 60+. Plaraforma Zoom. 

    23/10 - Sábado
Até 18h - Exibição online dos curtas: Mostra Competitiva e Mostra Melhor Idade.
10 às 12h - Oficina: Desmistificando as Redes Sociais para a Terceira Idade.
2º dia da oficina. Informações e ficha de inscrição: site do Cine Inclusão.
18h - Encerramento da votação / Júri Popular - melhor filme / Mostra Competitiva.

    24/10 - Domingo
18h – Live de Encerramento e Premiação.
Onde: Instagram - @cineinclusao. 

Filmes - Mostra Competitiva
Classificação: Livre

Alternativas Felizes para Quando o Sol Não Vem
(Ficção. 2020. 06:10 min. São Paulo/SP). De: Juliana Santana. Elenco: Ivonete Santana.
Sinopse: Uma mulher idosa em tempos de medo sobre uma pandemia relata o que sente sobre a saudade e a dor da perda, fazendo reflexões sobre a vida e sua trajetória de luta, revendo memórias em fotografias arquivadas, fazendo tentativas de análise sobre seu luto. Traz o sentimento da perda relatado em imagens que remetem a lembranças, solidão e cansaço; relatos de tristeza e melancolia, porém sobre a importância da vida, com muita fé e esperança, para quando o sol não vem, para que possa se apegar as coisas boas e seguir.

A Volta Para Casa
(Ficção. 2019. 16:09 min. São Paulo/SP). De: Diego Freitas. Elenco: Lima Duarte e Guilherme Rodio.
Sinopse: No domingo de Páscoa, Plínio, um marceneiro aposentado, espera a visita da família que não aparece. Anselmo, o jardineiro da casa de repouso em que ele vive, oferece-se para levá-lo até sua antiga casa. No trajeto, Plínio revisita suas memórias do bairro de Santana, em São Paulo.

Recôncavo
(Ficção. 2019. 10 min Brasília/DF). De: Pedro Henrique Chaves. Elenco: Terezinha da Mata e Celso Gomes.
Sinopse: Conceição cuida do marido doente e trabalha para sustentar a casa. Essa não era a velhice que desejava.

Carne Sobre Tela
(Experimental. 2020. 03:22 min. Curitiba/PR). De: Grazi Labrazca. Elenco: Heloisa Reitenbach.
Sinopse: Vênus se olha no espelho e reconhece as marcas do tempo em seu corpo. Deleita-se com a beleza de sua figura, mas sua sabedoria é incompatível com o papel passivo de musa.

Ela que Mora no Andar de Cima
(Ficção. 2020. 14 min. Curitiba/PR). De: Amarildo Martins. Elenco: Marcélia Cartaxo e Raquel Rizzo.
Sinopse: Luzia vira “cobaia” dos doces e quitutes da vizinha confeiteira, Carmem. A amizade evolui para uma paixão platônica que traz um novo sabor para os dias amargos de Luzia.

Adalgiza
(Drama. 2020. 13 min. São Paulo/SP). De: Karen Furbino. Elenco: Dirce Thomas e Marta Guerreiro.
Sinopse: Em uma sociedade organizada para o isolamento, Adalgiza ancora o tempo em seu apartamento, vive num mundo de quatro paredes, na calma ilusão de que o controla. No entanto, mais rápido que o soar da sua campainha, toda a bolha de calmaria em que está corre o risco de estourar. Ao abrir a porta, Adalgiza, sem perceber, já não teria tantos espaços vazios e até consegue sentir o começo do despertar de seu sonho ameno.

Posso Fazê Nada
(Doc. 2020. 20 min. Curitiba/PR). De: Welyton Crestani. Elenco: Edilson Gomes (Eddie Gralha), Welyton Crestani (Crestani), Ana Beatriz Albano (Anabeat), Enrico Costa (DOPE), Leomar Rodrigues (Lékinho), Eder Nichio (Edinho), Igor Leite (Dollynho), Lucas Francisco Maraba (Maraba), Gustavo de Lima Matos (Feeble).
Sinopse: Um convite para romper conceitos e mudar percepções. Pessoas mais vividas é o futuro; assim seremos se tivermos o privilégio de ter uma vida longa e ativa. Assim é o jovem senhor que representa a arte de rua, em Ourinhos, SP. Uma vida dedicada ao skate, à contracultura e àquela coisa toda de morango.

Os Porcos e a Reza
(Doc. 2020. 15:40 min. Jequié, Vitória da Conquista/BA). De: Rogério Luiz Oliveira e Filipe Gama. Elenco: Bau, Dona Ni e Seu Antônio Pinheiro.
Sinopse: O documentário registra uma criação de porcos e uma manifestação religiosa que tem como protagonistas os moradores e moradoras da região da Barragem de Pedras, no município de Jequié, no interior da Bahia.

Aula de Natação
(Ficção. 2017. 04:35 min. Cascais/Portugal). De: Pedro Pontes e Gonçalo Viana. Elenco: Joana Casado, Elizabete Espada, Justina Saraiva.
Sinopse: Em um rigoroso verão de uma pequena cidade do interior de Portugal, duas senhoras têm o sonho de aprender a nadar, mas a pacata cidade não dispõe de nenhuma piscina. Inesperadamente conhecem uma jovem professora de natação que resolve superar as limitações e lhes ensinar a nadar mesmo sem piscina.

Senhora Tentação
(Drama. 2012. 17:52 min. São Paulo/SP). De: Pablo Ferreira. Elenco: Lilian Blanc, Walter Breda, Dani Smith, Caco Pontes.
Sinopse: Laura é viúva, mãe de Rita e avó de duas crianças. Quando se apaixona por Nestor, o amolador de facas do bairro, ela se depara com a resistência da filha, que se recusa a apoiá-la nessa nova relação. O despertar do desejo e a aventura de um novo amor depois dos 60.

A Retirada para Um Coração Bruto
(Ficção. 2018. 15 min. Cordisburgo/MG). De: Marco Antonio Pereira.
Sinopse: Ozório é um senhor que vive sozinho onde o ‘Judas perdeu as botas’, na zona rural de Cordisburgo, MG. Passa seus dias ouvindo rock no rádio enquanto vive o luto da sua companheira, até que um movimento no céu quebra sua solidão.

Eu Vejo Névoas Coloridas
(Doc. 2020. 18 min./ São Paulo/SP). De: Pedro Jorge. Elenco: Gisele Marie Rocha.
Sinopse: Gisele Marie Rocha é muçulmana e guitarrista da banda de trash metal Eden Seed. Ela segue buscando seu reconhecimento no meio musical sem que sua religião seja uma questão, mas para isso ela precisa ver névoas coloridas.

Acende a Luz
(Doc. 2020. 11:30 min. São Paulo/SP). De: Paula Sacchetta e Renan Flumian. Elenco: Isabel Dias e Antonio Caetano de Carvalho.
Sinopse: As pessoas vêm com prazo de validade? O tesão acaba? Acende a Luz, curta documental sobre sexo na terceira idade, convida o espectador a deitar na cama de Isabel, mas não para dormir.

Veraneio
(Ficção. 2020. 17 min./ Porto Alegre/RS). De: Nelson Diniz. Elenco: Sandra Dani, Clemente Viscaino, Liane Venturella, Maria Luíza Bufrem e Guilherme Carravetta de Carli.
Sinopse: Sob o guarda-sol de um quiosque na areia da praia, num momento íntimo familiar, um fato importante será revelado. Por um fragmento da existência desses personagens, podemos perceber seus afetos, suas fraquezas e suas relações com a vida. 

Nuvem Negra
(Ficção. 2018. 14:56 min. Petrolina/PE). De: Flávio Andrade. Elenco: Jean-Claude Bernardet.
Sinopse: "Era apenas o velho na mesa de jantar, sentado como se um cansaço glacial o tomasse por inteiro." Nuvem Negra é a história de um homem comum. Cercado por sua família, seus desejos, sua memória. Inspirado no conto O Instante da Nuvem Negra, do escritor petrolinense Bruno Liberal.

Memória Presença
(Experimental. 2021. 3 min. São Paulo/SP).  De: Gabriel Carneiro.
Sinopse: Vó ou as lembranças contaminam. 

Filmes - Mostra Melhor Idade
Classificação: Livre

Um Café e Quatro Segundos
(Drama. 2018. 15 min. RJ). De: Cristiano Requião. Elenco: Osmar Prado e Samir Murad.
Sinopse: Dois torturadores se encontram para tomar um café, depois de mais de 30 anos sem se verem, para acertarem contas daquela época.

O All Star e o Sax
(Experimental. 2015. 5:32 min. SP). De: Ruy Bento Vidal. Elenco: Rosa Freitas, Samira Lochter, Ana Cristina Damasceno, Henrique Mello, Thiago Cavalcante e Thiago Capella.
Sinopse: O All Star e o Sax é sobre ser urbano. Ser humano numa sociedade de signos e afirmações de status, no contraponto entre ter e ser. Somos e temos todas as idades, gêneros e etnias. Somos muitos em um. E todos em nós. Entrada ou saída? Não importa. Só os sentimentos intensos.

Milkshakespeare
(Drama. 2020. 8:25 min. SP) . De: Roberto Borenstein. Elenco: Roberto Borenstein.
Sinopse: Um velho ator tem como sonho poder um dia participar de uma peça de Shakespeare, o maior dramaturgo da língua inglesa. Na solidão de sua casa, em época de quarentena, resolve interpretar algo para ser assistido virtualmente.

Monólogos com a História
(Ficção. 2019. 18:40 min. Lisboa/Portugal). De: Sol de Carvalho.
Sinopse: Qual o destino de um líder combatente depois de conseguir o seu objetivo de uma mudança radical? Qual papel os antigos revolucionários reservam para si próprios na pós-revolução? E que papel eles reservam para seus próprios filhos? O de continuadores da revolução e/ou beneficiários das benesses?

Castro Alves Leituras&Visões
(Experimental. 2019. 2:44 min. SP).  De: Coelho de Moraes. Elenco: Thiffany Carvalho.
Sinopse: Thiffany Carvalho interpreta poema de Castro Alves no qual o condoreiro desabafa sua ira sobre o assunto escravidão.

Esculturas de Vera Lucchini
(Arte. 2020. 2:48 min. SP). De: Eduardo Carlos Pereira e Vera Lucchini.
Sinopse: Trata-se uma manifestação da artista Vera Lucchini, nascida em 1949, com roteiro de Eduardo Carlos Pereira, nascido em 1951, sobre a potente obra da artista na denúncia dos crimes e atrocidades contra mulheres.

Abelardooo, É Hora de Brincar!
(Animação. 2020. 8:40 min. SC). De: Maurício Roberto da Silva.
Sinopse: O escopo do curta-animação dá visibilidade à série de aquarelas produzidas por Abelardo da Hora, em 2002, as quais o artista dedicou às crianças das periferias de Recife, PE. Outro objetivo é levar o filme até escolas e movimentos sociais buscando reflexões sobre a importância da cultura lúdica popular, que é construída em espaços eivados de desigualdades sociais.

Você se Lembra?
(Documentário. 2020. 20 min. SC). De: Cris Fabi e Neusa Borges. Elenco: Cris Fabi e Neusa Borges.
Sinopse: Duas amigas se encontram virtualmente para contar suas histórias e memórias.


FICHA TÈCNICA - Idealização e direção geral: Daniel Gaggini. Curadoria: Luciana Rossi e Victor Fisch. Assistência de produção: Marcus Vinícius. Arte gráfica: Daniel Manzini. Site: Rafael Érnica. Vídeos: João V. Guimarães. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Produção: MUK. Realização: Governo Federal, Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura e Governo do Estado de São Paulo por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa - ProAC LAB 60 - Programa de Ação Cultural.

 

Informações à imprensa | VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena / João Pedro
Tel.: (11) 2548-38409 / (11) 99373-0181- verbena@verbena.com.br

segunda-feira, 27 de setembro de 2021

Mamãe, Tem Uma Drag Queen Contando Histórias!

Helena Black, a drag queen contadora de histórias, participa do circuito municipal Bibliotecas Online.

Helena Black (Paulo Reis), foto de Andressa Santos
O Bibliotecas Online 2021, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo apresenta Mamãe, Tem Uma Drag Queen Contando Histórias!, que integra o Projeto LGBTQIA+ dentro das Bibliotecas. Trata-se de uma temporada online de contação de histórias protagonizada por Helena Black, entre os dias 18 e 29 de outubro, de segunda a sexta, às 15h.

A transmissão ocorre nos canais do YouTube e Facebook de Paulo Reis, criador da drag queen contadora de histórias, com retransmissão nas redes sociais das respectivas bibliotecas públicas.

A cada dia uma história diferente para cada uma das 10 bibliotecas. São fábulas de Esopo (organizadas por Russel Ash e Bernard Higton) narradas por Helena Black que, com sabedoria e muito humor, instiga as crianças a refletirem sobre valores fundamentais nas relações humanas como respeito, amor e empatia.

Mamãe, Tem Uma Drag Queen Contando Histórias! mostra que as histórias são fundamentais para a formação do cidadão e para o convívio em sociedade. “As crianças nunca vão sozinhas aos lugares, sempre tem um adulto acompanhando. É aqui que reside a magia, pois é encantador ver essa relação de troca e respeito com que as crianças interagem com o lúdico. É urgente que esse convívio com a literatura e com a diversidade chegue à periferia, que haja estímulo à possibilidade de sonhar e de acreditar que é possível ocupar seu espaço por meio da leitura e do diálogo”, declara Helena Black.

E a contadora de histórias drag queem completa: “Ao contar uma história, é possível acessar o imagético, tanto de quem conta como de quem ouve. Quando a leitura e a imaginação são cultivadas desde a primeira infância, existe a possibilidade de transformação, tão essencial nesse momento de intolerância e agressividade com o diferente”.

As bibliotecas contempladas com o projeto são: Biblioteca Anne Frank (Itaim Bibi, ZO), Biblioteca Brito Broca (Pirituba, ZNO), Biblioteca Sylvia Orthof (Tucuruvi, ZN), Biblioteca Gilberto Freyre (Sapopemba, ZL), Biblioteca Cassiano Ricardo (Tatuapé, ZL), Biblioteca Aureliano Leite (Parque São Lucas, ZSE), Biblioteca Milton Santos (Aricanduva, ZL), Biblioteca Sérgio Buarque de Holanda (Itaquera, ZL), Biblioteca Vicente de Carvalho (Itaquera, ZL) e Biblioteca Raul Bopp (Aclimação, ZCO).

Esopo (620-564 - A.C.) foi um escritor grego a quem são atribuídas várias fábulas populares. Considerado pai da fábula como gênero literário, serviu de inspiração para outros escritores como Fedro e La Fontaine. Sua obra foi disseminada em várias línguas pela tradição oral. É comum em seus contos que os animais falem e tenham características humanas.

Paulo Reis é ator e produtor cultural, integrante do Grupo Rosas Periféricas e formado em Artes Cênicas pela Faculdade Paulista de Artes. Criou Helena Black, em 2010, como um presente de aniversário para sua avó paterna, que comemorava de 85 anos. Como arte-educador, trabalhou no Sesc 24 de Maio e Sesc Santo André, onde sua Helena Black foi convidada para contar histórias, em 2017, tornando-se então a primeira drag queen contadora de histórias do Brasil.

Programação: Mamãe, Tem Uma Drag Queen Contando Histórias!
Contação de histórias com Helena Black
Projeto: Bibliotecas Online 2021 - Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo
Datas: 18 a 29 de outubro (de segunda a sexta, às 15h)
Transmissão: Facebook - @paulo.reis.39395 | YouTube / Paulo REIS
Acesso grátis. Duração: 20 min. Classificação: Livre p/ todas as idades (indic: 4 anos)
Retransmissão pelas redes sociais das bibliotecas municipais programadas.
Helena Black no Instagran: @helenablackoficial


18 de outubro
(segunda, às 15h) - Biblioteca Anne Frank
História: A Gralha Vaidosa
Sinopse: Há muito séculos atrás, Júpiter, que era o rei das galáxias, determinou que deveria haver um rei ou uma rainha no reino dos pássaros. O João de Barro, o Papagaio e o Beija-Flor começam a se preparar. E a dona Gralha Vaidosa, o que será que ela irá aprontar?

19 de outubro (terça, às 15h) - Biblioteca Brito Broca
História: O Galo e a Raposa
Sinopse: Todos os dias a Raposa, esperta e perspicaz, atacava o galinheiro pela manhã, à tarde e à noite. As galinhas já não aguentavam mais. Quando, de repente, recebem uma visita que surge do meio da floresta: um galo forasteiro, cheio de planos e mirabolâncias. O que vai acontecer nesse encontro?


20 de outubro
(quarta, às 15h) - Biblioteca Sylvia Orthof
História: A Reunião Geral dos Ratos
Sinopse: Quando uma família de ratos se reúne para ter ideias, só podem surgir muitas traquitanas. O gato é o alvo desta vez! Qual será a solução para o problema dos ratinhos?

 

21 de outubro (quinta, às 15h) - Biblioteca Gilberto Freyre
História: O Lobo e a Cegonha
Sinopse: Um lobo aventureiro sai para desbravar o mundo e, para isso, precisa da ajuda de uma cegonha interesseira. Onde será que essa aventura vai nos levar?

22 de outubro (sexta, às 15h) - Biblioteca Cassiano Ricardo
História: O Sapo e o Boi
Sinopse: Em um brejo viviam vários sapos. Havia um que era o maior de todos e sempre queria ser o melhor. Mal sabia ele que o aparecimento de um belo e grande boi causaria uma reviravolta.

25 de outubro (segunda, às 15h) - Biblioteca Aureliano Leite
História: A Lebre e a Tartaruga
Sinopse: A lebre, sempre com muita pressa e agilidade, desafiou a tartaruga calma e serena para uma corrida. Quem será a vencedora desta competição?

26 de outubro (terça, às 15h) - Biblioteca Milton Santos
História: O Macaco e o Golfinho
Sinopse: Um macaco viajante é pego por uma tempestade e precisa da ajuda de um golfinho. Qual solução ele encontrará para receber essa ajuda?
 

27 de outubro (quarta, às 15h) - Biblioteca Sérgio Buarque de Holanda
História: O Burro que Vestiu a Pele de um Leão
Sinopse: Um burro simples e tranquilo encontra a pele de um leão e decide pregar peças em seus amigos. Será que vão descobrir sua fantasia?
 

28 de outubro (quinta, às 15h) - Biblioteca Vicente de Carvalho
História: O Homem, Seu Filho e o Burro
Sinopse: Um homem vai ao mercado com seu filho e com seu burro. Pelo caminho, eles ouvem conselhos. Como chegarão ao final do caminho?
 

29 de outubro (segunda, às 15h) - Biblioteca Raul Bopp
História: A Raposa e o Corvo
Sinopse: Para conseguir um pedaço de queijo, dona Raposa usa sua inteligência e perspicácia. Será que o Corvo cairá nessa?

 

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