quarta-feira, 7 de junho de 2023

Companhia de Danças de Diadema apresenta EU por detrás de MIM no Teatro Clara Nunes

Espetáculo - por sua criadora Ana Bottosso - ganhou o Prêmio APCA 2017 (Melhor Criação Coreográfica) e Prêmio Governador do Estado de São Paulo para a Cultura 2018 (Modalidade Dança / Coreografia).

Foto de Silvia Machado 

A Companhia de Danças de Diadema apresenta o espetáculo EU por detrás de MIM nos dias 16 e 17 de junho (sexta e sábado), no Teatro Clara Nunes – Centro Cultural Diadema, às 20h, com ingressos gratuitos, que podem ser trocados por 1kg de alimento não perecível. A montagem - que tem direção e coreografia assinadas por Ana Bottosso - foi inspirada em obras do artista visual dinamarquês Olafur Eliasson e no conto O Espelho, de Guimarães Rosa.

Transitando pelos meandros dos reflexos e das reflexões, Ana Bottosso imaginou um universo por detrás dos espelhos, um mundo além do que conhecemos, para conceber a coreografia de EU por detrás de MIM. Seria este mundo mais - ou menos - real? Esta, e outras questões, surgiram durante o processo de criação, norteando a pesquisa cênica que foi construída em conjunto com o elenco da Companhia de Danças de Diadema. E a trilha sonora foi especialmente criada por Fábio Cardia, fazendo uma analogia aos reflexos sonoros.

Desde o primeiro contato com Olafur Eliasson na exposição Seu Corpo da Obra, na Pinacoteca de São Paulo, em 2012, Ana Bottosso se sentiu estimulada a criar algo que tratasse dos espelhos e seus reflexos. Na exposição, espelhos posicionados em locais inusitados se revelavam de forma inesperada, aguçando a sensibilidade da coreógrafa que iniciou uma pesquisa sobre o assunto. “As situações espaciais provocadas pelos espelhos eram de profunda ambiguidade sobre o dentro e o fora. E esta ambiguidade foi trazida para o corpo, traduzida pela dança”, comenta a coreógrafa.

O espetáculo também recebeu influências do poético conto O Espelho, de Guimarães Rosa, que apresenta uma inquieta personagem e a descoberta de sua essência. “Encontrar ou pelo menos ter ciência da existência de outro(s) eu(s) que possa(m) coexistir com o nosso EU comum é o desafio do espetáculo, que também convida o expectador a uma reflexão”, argumenta Ana Bottosso. 

Estas apresentações integram a programação do projeto MOVIMENTO 28, da Companhia de Danças de Diadema, contemplado pelo Prêmio Funarte Circulação e Difusão da Dança - 2022, que compreende apresentações de dança contemporânea para público adulto e infantil, além de ações formativas como bate-papos, oficinas práticas e workshops. A circulação contempla os estados de São Paulo e Ceará, buscando o rompimento de fronteiras entre linguagens artísticas. O título do projeto vem da junção dos algarismos 2 + 8, que somam 10 apresentações, e também destaca o 28º aniversário da Companhia de Danças de Diadema, comemorado em 2023. Na circulação estão as seguintes obras: EU por detrás de MIM, Força FluidaSCinestesia, Nas Águas do Imaginar e Crocodilo Embaixo da Cama.

FICHA TÉCNICA - Direção geral: Ana Bottosso. Coreografia: Ana Bottosso. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical: Fábio Cardia. Desenho de luz: Silviane Ticher. Confecção de figurinos: Cleide Aniwa. Assistência de produção e sonoplastia: Jehn Sales. Operação de luz: Rossana Boccia. Professores de dança clássica: Márcio Rongetti e Paulo Vinícius. Professor de pilates: Wil Helvécio. Professores de dança contemporânea: Ana Bottosso, Ton Carbones. Professor de view points: Bruno de Oliveira. Professora convidada / improvisação: Daniela Moraes. Orientação de Yoga: Daniele Santos. Condicionamento físico: Carolini Piovani. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Assistência de comunicação: Cristina Ávila.

Intérpretes colaboradores: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Felipe Julio, Flávia Rodrigues, Guilherme Nunes, Leonardo Carvajal, Noemi Esteves, Thaís Lima e Ton Carbones.

Serviço

Espetáculo/dança: EU por detrás de MIM
Com: Companhia de Danças de Diadema
Datas: 16 e 17 de junho de 2023 – sexta e sábado, às 20h
Ingressos: Gratuitos (retirar 1h antes no local)
Sugestão: trocar ingresso por 1kg de alimento não perecível.
Duração: 50 min. Classificação: 12 anos.

Teatro Clara Nunes - Centro Cultural Diadema
Rua Graciosa, 300 – Centro. Diadema/SP.
Tel: (11) 4056-3366. 377 lugares. 

Site: ciadedancas.apbd.org.br | YouTube: @CiadeDancasdeDiadema
Facebook: @companhiadedancas | Instagram: @ciadedancasdiadema
WhatsApp: (11) 99992-7799 e (11) 99883-8276.
 

Assessoria de imprensa: VERBENA COMUNICAÇÃO
Eliane Verbena
Tel: (11) 99373-0181- verbena@verbena.com.brShare Button

Fala das Profundezas com o Núcleo Negro de Pesquisa e Criação circula por espaços da Zona Leste e do Centro de SP

 Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, Teatro Flávio Império, Oficina
Cultural Oswald Andrade e Funarte são palcos das apresentações, em julho.

Ellen de Paula (foto de Thais Alves)

O Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC) apresenta a peça Fala das Profundezas em vários espaço da capital paulista, em julho, com ingressos gratuitos e interpretação em Libras.

Com dramaturgia e direção de Gabriel Cândido, o enredo da montagem traz uma realidade pautada pela exploração da força de trabalho em troca do básico para sobrevivência. A peça mostra a insurgência de um povo contra uma engrenagem que precariza a vida para acumular poder. As contradições deste povo despontam junto aos seus anseios, sonhos e prazeres no território em que vivem tendo como pano de fundo a iminência de uma combustão social

As apresentações do mês de julho acontecem no Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes (Zona Leste - 01 e 02/07, sábado, às 19h, e domingo, às 17h), Teatro Flávio Império (Zona Leste - 08 e 09/07, sábado, às 20h, e domingo, às 18h), Oficina Cultural Oswald Andrade (Bom Retiro - 13, 14 e 15/07, quinta e sexta, às 19h30, e sábado, às 18h) e Complexo Cultural Funarte (Campos Elísios - 28, 29 e 30/07, sexta, às 20h, sábado e domingo, às 19h).

Após as sessões dos dia 09/07 (Teatro Flávio Império) e 30/07 (Funarte), acontece o bate-papo – Outros Olhares com participação, respectivamente, de Christian Moura (doutor em Artes e pesquisador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas - Neabi, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - IFSP) e de Soraya Martins (atriz, pesquisadora, crítica teatral e curadora de teatros).

Fala das Profundezas busca ativar imaginários de mobilização coletiva, no sentido de fazer crer que, mesmo em um contexto de exceção, repleto de contradições e de escassez, é possível criar movimentos em prol de melhores formas de viver. “Este ‘possível’, na peça, é apresentado, ao longo da narrativa, como uma espécie de centelha que vai se desdobrando em mais centelhas e, assim, animando essas personagens que, apesar de tudo, sonham, festejam e confabulam como um ato contra o marasmo do sistema capitalista”, comenta o autor e diretor Gabriel Cândido. 

A encenação do NNPC acontece em formato de arena, no qual as atrizes e os atores propõem um jogo cênico de aproximação e distanciamento com o público durante toda a narrativa, assumindo-o como parte do acontecimento teatral. O diretor comenta: “Um teatro negro que não está pautado pelo racismo gera estranhamento, pois é o que sempre esperam de nós. Penso que Fala das Profundezas não corresponde a essas expectativas porque buscamos o exercício da alteridade radical, quando debatemos questões presentes em toda a sociedade brasileira, desde relações afetivas até as relações de terra, trabalho e capital”. 

O enredo é conduzido por um coro heterogêneo denominado Outras-Pessoas, que por sua vez representam o povo, e por cinco personagens que emergem deste coro: Dafina (Maria Gabi) e Anele (Tásia d'Paula) são duas mulheres que tentam lidar com uma relação de amor mal resolvida enquanto confabulam sonhos perigosos; Thato (Deni Marquez) se torna uma das exceções ao conquistar o básico, mas suas atitudes geram revolta e perseguição do povo ao qual ele se recusa a pertencer; Luísa e Frantz (Ellen de Paula e Fábio Lopes) que, ao confidenciarem as situações absurdas que ocorrem nas Profundezas, ativam em Luísa a motivação necessária para sair em busca de mobilização coletiva para lutar contra aqueles que detêm o poder. As histórias acontecem em tempos plurais, numa dinâmica de encontros e desencontros, permeados por ideias e desejos de uma revolta popular que se espalha de um a um, até se concretizar em uma ação coletiva.

Estas apresentações integram o projeto Escombros - Parte I: Fala das Profundezas, contemplado pela 16º edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a Cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura. A circulação de Fala das Profundezas - iniciada em junho, no Centro Cultural Grajaú - prevê 20 apresentações gratuitas, com intérpretes de Libras, em diversas regiões da capital. Atividades como bate-papos (Outros Olhares) com convidados, após cinco apresentações, e sessões para sete grupos de escolas públicas, instituições e projetos de formação e movimentos sociais integram a programação.

 

Fala das Profundezas é a primeira peça da trilogia Escombros do Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC), assinada por Gabriel Cândido. O projeto tem como objetivo a elaboração cênica e dramatúrgica de peças de teatro que lancem mão de perspectivas ficcionais, poéticas, estéticas e políticas capazes de criar discussões acerca das questões da terra, da fome, do capitalismo e da identidade a partir da cultura, da ancestralidade e de saberes da população negra do Brasil. A dramaturgia Fala das Profundezas (Editora Javali, 2018) - estreou em junho de 2022, com temporada no Sesc Belenzinho (SP) e apresentação única no Sesc Sorocaba, em novembro. O segundo texto da trilogia, Nossa Conquista, foi lançado em livro pela editora Entremares, em fevereiro de 2023, ainda inédito nos palcos.

FICHA TÉCNICA - Dramaturgia e direção: Gabriel Cândido. Elenco: Deni Marquez, Ellen de Paula, Fábio Lopes, Maria Gabi e Tásia d’Paula. Produção executiva: Kauanda. Assistência de produção: Maria Gabi. Coordenação de produção: Gabriel Cândido. Trilha sonora original e operação de som: André Papi. Desenho de luz: Natália Peixoto. Operação de luz: Leonardo Carvalho. Preparação vocal: Maria Gabi. Preparação corporal: Lilian Martins. Orientação vocorporal: Luciano Mendes de Jesus. Figurinos: Carla Stela. Trançadeira: Paola Ferreira. Maquiagem: Rapha Cruz. Contrarregragem: Amanda de Jesus, Euzilene Ribeiro e James Christofher. Produção audiovisual: Jerê Nunes e Thais Namai. Intérpretes de Libras: Quilombo que Sinaliza. Participação especial / vozes off: Bruna Candido, Carla Stela, Dirce Thomaz, Diogo Guedes, Fabiana Neves, Fagner Lourenço, Jerê Nunes, Kauanda, Luís Antonio Candido, Natália Peixoto, Marcela Coelho, Paola Ferreira, Sueli Aparecida Costa, Sueli Candido e Vera Lúcia de Oliveira Lima. Social media: Anderson Vieira e Ayrá Ludovico - Teatro Já. Assistência de redes sociais: Deni Marquez. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Projeto gráfico: Wellingthon Tadeu. Catering: Cozinha Fermenta. Realização: Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC).

Serviço / Programação

Teatro: Fala das Profundezas

Com: Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC)

Duração: 1h40. Gênero: Drama. Classificação: 12 anos.
Ingressos: Gratuitos – 1h antes das sessões | Com interpretação em Libras.
NNPC nas redes: @nnpc.sp 

Sinopse - A exploração das Profundezas atingiu o limite e este território vive uma crise sem precedentes. Para não sucumbir ao caos iminente, emerge a mobilização coletiva para buscar tudo aquilo que tem sido sonhado há tanto tempo.

JULHO

01 e 02 de julho - Sábado (às 19h) e domingo (às 17h)
Local: Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes

Rua Inácio Monteiro, 6900 - Jardim São Paulo, Zona Leste. SP/SP.
Tel: (11) 2392-2010. 

08 e 09 de julho - Sábado (às 20h) e domingo (às 18h)
Domingo (09/07): Bate-papo com Christian Moura
Local: Teatro Flávio Império
Rua Prof. Alves Pedroso, 600 - Cangaíba, Zona Leste. SP/SP.
Tel: (11) 2621-2719.

13, 14 e 15 de julho – Quinta e Sexta (às 19h30) e Sábado (às 18h)
Local: Oficina Cultural Oswald Andrade

Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro, Centro. SP/SP.
Tel: (11) 3221-5558.

28, 29 e 30 de julho – Sexta (às 20h), sábado e domingo (às 19h)

Domingo (29/7): Bate-papo com Soraya Martins
Local: Complexo Cultural Funarte SP | Sala Renée Gumiel
Alameda Nothmann, 1058 - Campos Elíseos. SP/SP.
Tel: (11) 3662-5177.

AGOSTO
Teatro Paulo Eiró - 18, 19 e 20/08 – Sexta e sábado (às 21h) e domingo (às 19h).
SETEMBRO
Teatro Cacilda Becker - 15 a 17/09 – Sexta e sábado (às 21h) e Domingo (às 19h).

Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC

O Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC), fundado por Maria Gabi, Thais Alves, Deni Marquez, Gabriel Cândido e Jerê Nunes, existe desde 2016, em São Paulo. Em 2019, o NNPC estreou o curta-metragem Jardim Peri Alto em Cena na seleção oficial do 30º Festival Internacional de Curtas de São Paulo. Fala das Profundezas (2022) é a primeira montagem teatral do coletivo, que nos anos anteriores apresentou ao público leituras encenadas do texto (2018 e 2019), além de uma versão radiofônica da peça e um podcast sobre o processo de criação (2020). Em 2017, o núcleo fez a sua primeira apresentação pública na 18ª edição do Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto, em Belo Horizonte (MG), com a cena Boa Aparência, de criação coletiva.

 

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Eliane Verbena
Tel: (11) 99373-0181 | verbena@verbena.com.br

sexta-feira, 2 de junho de 2023

Zé Guilherme entrevista Consuelo de Paula, Rubens Oliveira, Dani Sandrini e Socorro Lira no EntreMeios

 

Zé Guilherme  / foto de Bruno Fragma

O EntreMeios - programa apresentado pelo cantor e compositor Zé Guilherme, veiculado pelo YouTube - @entremeioszg - divulga os nomes dos artistas entrevistados no mês de junho.

Trata-se de Consuelo de Paula (cantora, compositora, instrumentista e poeta), de Rubens Oliveira (bailarino e coreógrafo), de Dani Sandrini (artista visual e fotógrafa) e de Socorro Lira (cantora, compositora, instrumentista e poeta).

Os episódios serão veiculados semanalmente, respectivamente, nos dias 07, 14, 21 e 28 de junho, sempre às quartas-feiras, às 19 horas.

EntreMeios estreou em março de 2023, tendo como atrações, desde então, o ator Eucir de Souza, cantora Ana Luiza, o artista plástico Fábio Benetti, a curadora, parecerista e gestora cultural Adriana Belic e a atriz e diretora Creuza Borges, as cantoras e compositoras Marianna Ferrari e Thayana Barbosa, a atriz e produtora Michele Araújo e os cantores e compositores Daniel Conti e Fernando Grecco. O programa originou-se de um projeto de lives no Instagram, realizadas por Zé Guilherme, nos anos de 2020 e 2021, durante a pandemia; um encontro virtual que recebeu mais de 40 personalidades das mais diversas áreas de atuação. 

“Procuro manter no programa o mesmo clima informal e descontraído que marcaram as lives. Os entrevistados são profissionais do universo cultural e das artes, seja música, teatro, cinema, TV, artes visuais ou literatura, mas o leque é aberto, podendo abranger ciência, tecnologia e educação”, afirma o entrevistador. Segundo Zé Guilherme, “a prioridade é sempre a informação, o conhecimento, a troca de experiências, a novidade e, porque não, a diversão”.

Zé Guilherme - Cearense radicado em São Paulo, Zé Guilherme lançou o primeiro CD, Recipiente (Lua Discos), em 2000, com produção musical e arranjos de Swami Jr., apresentado no Teatro Crowne Plaza, Sesc’s Ipiranga, Vila Mariana e Pompeia (Prata da Casa), Centro Cultural São Paulo e outros. Em 2002, sua interpretação para Mosquito Elétrico, de Carlos Careqa, foi incluída na coletânea Brazil Lounge: New Electro-ambient Rhythms from Brazil, lançada pela gravadora portuguesa Música Alternativa. Em 2003, ele participou do disco homônimo do mineiro Cezinha Oliveira (faixa “Seca”). No ano seguinte, estreou o show Canto Geral, com canções de Recipiente e inéditas de compositores contemporâneos. Lançou, em 2006, o segundo CD, Tempo ao Tempo, com produção e arranjos de Serginho R., direção artística do próprio Zé Guilherme, que assina também a coprodução junto com Marcelo Quintanilha. Em 2007, cantou no CD ao vivo Com os Dentes - Poesias Musicadas, de Reynaldo Bessa. Em 2015, lançou o seu disco Abre a Janela – Zé Guilherme Canta Orlando Silva, releitura da obra do cantor Orlando Silva, em comemoração ao centenário de nascimento do Cantor das Multidões, que faria 100 anos em 2015. O CD Alumia veio em 2018, mostrando também seu lado autoral, no qual assina a maioria das canções. A faixa “Alumia” foi lançada em singles: o primeiro, antes do CD, e o segundo, um remix com produção de Waldo Squash. Em 2021, lançou as faixas autorais Meu Querer e Ao Vento (com letra de Edson Penha) que, junto a outras canções próprias, foram compilados em , seu primeiro EP, que chegou às plataformas em novembro do mesmo ano. Recentemente, lançou Clandestino (Zeca Baleiro) e (Cezinha Oliveira) e promete novo EP para julho de 2023.

Entrevistas / Junho de 2023: EntreMeios
Apresentador: Zé Guilherme
07/06 – Entrevistada: Consuelo de Paula
14/06 – Entrevistado: Rubens Oliveira
21/06 – Entrevistada: Dani Sandrini
28/06 – Entrevistada: Socorro Lira
Quartas-feiras, às 19 horas.
Onde assistir: https://youtube.com/@entremeioszg
Duração: 30 minutos. Classificação: Livre. 

Contatos | Zé Guilherme
Site: zeguilherme.com.br | YouTube: Zé Guilherme Oficial | Twitter: @zeguilhermeofic
Facebook: @oficialzeguilherme | Instagram: @zeguilhermeoficial |
 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria

Eliane Verbena
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quarta-feira, 31 de maio de 2023

Sesc Sorocaba apresenta Nas Águas do Imaginar, infantil com a Companhia de Danças de Diadema

 Fabio de Vera Cruz 

No dia 4 de junho, domingo, o Sesc Sorocaba apresenta o espetáculo infantil Nas Águas do Imaginar com a Companhia de Danças de Diadema, às 16 horas. A montagem é uma viagem lúdica pela imaginação, concebida por Ton Carbones, que também assina a coreografia junto ao elenco da companhia. A direção geral é de Ana Bottosso.

 

No enredo, uma criança é surpreendida, na hora de dormir, por seres fantásticos que surgem no quarto, instigando sua imaginação. Ávida pela diversão, ela se arma de coragem e muita criatividade para embarcar em uma viagem ao mundo do imaginar. Segundo o bailarino e coreógrafo Ton Carbones, “criar um espetáculo de dança para o público infantil é sempre desafiador e, ao mesmo tempo, é estimulante conceber história, aventura e diversão por meio de uma linguagem tão abstrata como a dança”.

 

No prólogo da aventura, uma trupe de artistas aproxima-se da plateia cantando e brincando com as crianças, abrindo alas para Nas Águas do Imaginar. A viagem começa quando a criança se ajeita para dormir. As roupas jogadas pelo quarto vão ganhando vida, dançando e se organizando. Como se estivesse sonhando ela sai da cama, os objetos do quarto se transformam e a aventura começa. Surgem Piratas engraçados e atrapalhados; uma Polvo aparece junto com agitadas criaturas Siamesas; um Caçador e uma Sapa planejam roubar a imaginação da criança, ajudados por seres misteriosos, deslizantes e muito suspeitos; no fundo do mar, um navio é comandado pela capitã Polvo e seus Piratas. Enquanto a criança se diverte com brinquedos que ganham vida, transformações mágicas, amigos imaginários e personagens que emitem sons curiosos, o caçador coloca em prática o plano de roubar sua imaginação, mas ele não contava com a astúcia das Siamesas que mostram que a imaginação não pode ser roubada.

 

Inicialmente branco, o cenário de Nas Águas do Imaginar vai ganhando cores e vida à medida que se desenrola a divertida viagem. Almofadas transformam-se em estrelas e voam. A cama se desdobra (carrinho de mão, skates, bancos e coral no fundo do mar); o lençol traz a noite, vira mar, barco e qualquer outro lugar. Os figurinos têm cores vibrantes e combinações divertidas como se as personagens fossem de um desenho animado, explorando as possibilidades de imaginação dos pequenos. E dos grandinhos também.

 

FICHA TÉCNICA - Direção geral: Ana Bottosso. Coreografia: Ton Carbones e elenco. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Intérpretes colaboradores: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Felipe Julio, Flávia Rodrigues, Guilherme Nunes, Leonardo Carvajal, Noemi Esteves, Thaís Lima e Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical: Luciano Sallun. Concepção figurino: Salomé Abdala. Cenografia e adereços: Ateliárea – Daniel Sapiência e Paula Martins. Manutenção de figurinos: Dora Lima. Manutenção de adereços: Tetê Ribeiro. Desenho de luz: André Prado, Ton Carbones, Ana Bottosso. Assistência de produção e sonoplastia: Jehn Sales. Professores de dança clássica: Márcio Rongetti e Paulo Vinícius. Professor de pilates: Wil Helvécio. Professores de dança contemporânea: Ana Bottosso, Ton Carbones. Professor de view points: Bruno de Oliveira. Professora convidada / improvisação: Daniela Moraes. Orientação de Yoga: Daniele Santos. Condicionamento físico: Carolini Piovani. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Assistência de comunicação: Cristina Ávila.

 

Serviço

 

Espetáculo infantil: Nas Águas do Imaginar
Com a Companhia de Danças de Diadema
Dia 4 de junho de 2023. Domingo, às 16h
Ingressos
: R$ 25,00 (inteira), R$ 12,50 (meia-entrada) e R$ 8,00 (Credencial Sesc).

Grátis para crianças até 12 anos (necessário apresentar ingresso).

Vendas on-line: centralrelacionamento.sescsp.org.br ou aplicativo Credencial Sesc SP.
Local: Teatro. Duração: 60 min. Classificação: Livre.

Sesc Sorocaba
Rua Barão de Piratininga, 555 - Jardim Faculdade. Sorocaba/SP.
Tel.: (15) 3332-9933 | sescsp.org.br | @sescsorocaba

 

ciadedancas.apbd.org.br | YouTube: @CiadeDancasdeDiadema

Facebook: @companhiadedancas | Instagram: @ciadedancasdiadema

WhatsApp: (11) 99992-7799 e (11) 99883-8276.

 

 

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segunda-feira, 29 de maio de 2023

Teatro do Incêndio prorroga temporada de Pano de Boca - Um Conserto de Theatro

Foto de Camila Rios
A Cia. Teatro do Incêndio prorroga a temporada do espetáculo Pano de Boca - Um Conserto de Theatro até o dia 9 de julho, com sessões aos sábados (às 20h) e domingos (às 19h). Dirigida por Marcelo Marcus Fonseca, a montagem é uma leitura contemporânea do espetáculo Pano de Boca, obra emblemática de Fauzi Arap (1938-2013), escrita em 1975, que o Teatro do Incêndio montou em 2015.

A peça retrata a implosão de um grupo de teatro após seus integrantes ultrapassarem todos os limites entre arte e vida. Refletindo sobre a banalização do ofício e a superficialidade em figuras alçadas à categoria de artista, da noite para o dia. A remontagem elucida perguntas sobre o que sobrou do ritual ao vivo da cena. “Hoje, a palavra ‘Teatro’ foi sequestrada em seu sentido, sendo usada em vão para definir toda e qualquer mentira da representação social”, diz o encenador. “Teatro é verdade, uma atividade espiritual, não pode ser confundido com o cotidiano que o banaliza”, completa.

Pano de Boca - Um Conserto de Theatro entra em cartaz pretendendo ser a primeira de uma série de ações do grupo em homenagem a Fauzi Arap, em razão dos 10 anos de sua morte.  A montagem surge no momento em que o teatro discute limites impostos por recortes sociais atuais, levando para cena um questionamento do autor: “Quem é o ator? Quem é a atriz?”. Se a atuação deixa de ser entendida como metáfora social, se o teatro passa a ser um lugar com tabus impostos, ele não perderia seu fundamento e princípio? O ator, a atriz, não é quem tem espaço para transitar em todo e qualquer retrato ou recorte do mundo? Não deixaria de ser provocação e reflexão para se tornar imitação iníqua da realidade?

Pano de Boca teve sua encenação histórica dirigida pelo autor, em 1976, e a atual encenação também faz menção ao cenário criado por Flávio Império (1935-1985) para a montagem original, homenageando duas das maiores personalidades do teatro brasileiro, cuja parceria criativa é considerada inigualável nas artes cênicas. Fonseca explica que a peça questiona o que é o Teatro e qual é a sua essência, tanto do ponto vista real quanto da personagem. O debate gerado sobre a criação humana, a relação entre divino e terreno, trata da difícil tarefa de manter o equilíbrio em um mundo dominado por valores distorcidos. Em um plano não realista, trabalha com a questão do conceito de criação e, mesmo em seu plano realista, ela depende do metafísico para ser entendida. O texto de Fauzi Arap quer aproximar o público da cabeça do autor no momento da criação. Ele, portanto, trata o Teatro como alquimia: Pano de Boca - Um Conserto de Theatro é bem mais uma experiência do que simplesmente uma história.

O enredo

O texto é estruturado em três planos. No primeiro, dois personagens indefinidos, palhaços inacabados - Pagão (Francisco Silva) e Segundo (Laura Nobrega) -, reclamam vida dentro da cabeça de um autor em crise. No segundo, uma atriz (Camila Rios) dialoga com alguém que não se vê sobre os acontecimentos que motivaram a desintegração de um grupo. E no terceiro, o próprio grupo tenta reabrir o teatro abandonado em uma reunião convocada por alguém não identificado. A peça se funde em uma discussão sobre a criação, a exclusão e o sagrado no teatro. Os atores transitam por linguagens diferentes como o realismo, o circo e um quase surrealismo, diferenciando os três planos aparentemente distintos do texto, que fluem para um caminho único.

Os palhaços são como duas forças lutando para existir como personagem, que discutem com o autor. “Eis a metáfora: a crise do autor na criação e a discussão com Deus, com o poder criativo. O autor, que nunca aparece em cena, tenta reconstruir algo enquanto todos as personagens da peça estão diante de uma esfinge, que pode ser um mistério maior do teatro, da vida. Ela pode simbolizar o medo, que pode ser o mero medo de existir”, argumenta o diretor. Os palhaços, representando o poder e a fragilidade da criação, fazem o contraponto com realidade da arte na vida do ator. Palhaço canastrão, Pagão é matéria quase bruta; ele emana uma energia mais violenta, mostra-se com pouca sensibilidade, mas ganha contornos humanos na “vida”.  Já o palhaço Segundo tem trejeitos miúdos, é sensível, e sua sensibilidade é atacada e violentada o tempo todo, colocando sua existência em risco. Ele propõe uma reflexão sobre como a personagem pode se afirmar, revidar nos embates para sobreviver, pois pode se perder completamente se for exposto ainda inacabado.

No plano da realidade, os integrantes do grupo de teatro têm um encontro marcado, que se emenda com o plano - real e espiritual - da mulher. Essa mulher conversa com alguém, que pode ser qualquer pessoa. Seu espaço é indefinido, sua alma está em descoberta, sua narrativa conduz ao entendimento sem ser conclusiva: ela tenta compreender suas questões e, ao mesmo tempo, não consegue as respostas que procura.

No grupo de teatro houve afastamento; um desregramento que ultrapassou qualquer contorno pessoal. Os integrantes não conseguem se comunicar. Chamados para uma reunião no antigo espaço da companhia, eles se veem trancados e cercados por um clima de mistério. Sem fazer de conta que nada aconteceu eles são obrigados a encarar o passado para seguir em frente e descobrem que não há como negar o outro, pois a saída é de todos. Na metáfora de Fauzi Arap está dificuldade de reconstruir o que se quedou. Inclusive, uma das personagens, Pedro, foi inspirado na história verídica de Samuca, jovem ator do Grupo Oficina, nos anos 70, que enlouqueceu e parou de falar em consequência do uso abusivo de drogas. A recusa da palavra (recurso mais expressivo do ator) foi usada pelo autor de forma ambígua, também como alegoria da situação do teatro diante da censura política que existia na época.

FICHA TÉCNICA - Texto: Fauzi Arap. Direção: Marcelo Marcus Fonseca. Elenco / personagens: Francisco Silva (Pagão), Daniel Ortega (Paulo), Camila Rios (Magra), Lui Seixas (Zeca), Almir Rosa (Marco), Laura Nobrega (Segundo), Yana Piva (Ana), Vic Bense (Pedro) e Marcelo Marcus Fonseca (Tarso). Direção de produção: Gabriela Morato. Assistência de direção: Valcrez Siqueira. Cenário: Marcelo Marcus Fonseca e Valcrez Siqueira (a partir de conceito de Flávio império). Figurinos e adereços: O grupo. Música ao vivo: Xantilee Jesus. Iluminação: Rodrigo Alves “Salsicha”. Operação de luz e som: Valcrez Siqueira. Fotos: Camila Rios. Arte gráfica: Gustavo Oliveira. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Realização e produção: Cia. Teatro do Incêndio.

Serviço

Espetáculo: Pano de Boca - Um Conserto de Theatro
Temporada: 29 de abril a 9 de julho de 2023
Horários: Sábado, às 20h | Domingo, às 19h.
Ingressos: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia) e Grátis
Bilheteria: 2 horas antes das sessões.
Vendas online: https://www.sympla.com.br/produtor/ciateatrodoincendio
Duração: 110 min. Classificação: 14 anos. Gênero: Drama.

Teatro do Incêndio
Rua Treze de Maio, 48 - Bela Vista / Bixiga. SP/SP.
Espaço com acessibilidade. Capacidade: 40 lugares.
www.teatrodoincendio.com | YouTube: @teatrodoincendio
Na rede: @teatrodoincendio | Contato: (11) 99328-6358 e (11) 2609-3730
E-mail: producao.teatrodoincendio@hotmail.com

 

INFORMAÇÕES À IMPRENSA
VERBENA Assessoria

Eliane Verbena
(11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

  

sexta-feira, 26 de maio de 2023

Companhia de Teatro Heliópolis abre inscrições para Vivência Artística no Processo de Criação


A Companhia de Teatro Heliópolis está com inscrições abertas para a Vivência Artística no Processo de Criação, que acontece entre os dias 5 e 10 de junho de 2023, na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, sede do grupo, que fica na Rua Silva Bueno, 1533, no Ipiranga, em São Paulo, SP. Os interessados devem preencher o formulário – disponível aqui!

Os participantes terão a oportunidade de vivenciar o processo criativo da Companhia, de forma prática e ativa, conduzidos pelo diretor Miguel Rocha.

A Vivência Artística no Processo de Criação integra as atividades do projeto Companhia de Teatro Heliópolis 20(+1) Anos de (Re)Existência, contemplado pelo ProAC – Programa de Ação Cultural, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo -  Edital Nº 33/2021 – Ações Locais / Favelas e Periferias - Produção / Difusão / Capacitação / Eventos / Manutenção de Corpos Artísticos.

Esse projeto foi elaborado com o objetivo de manter seu corpo artístico e continuar sua pesquisa sobre os dilemas da sociedade contemporânea, a partir da sua realidade, tendo a violência como elemento disparador, não só a violência física como também aquelas subliminares e psicológicas e as pequenas violências naturalizadas no cotidiano. Ele também contempla a ampliação da programação de sua sede, a Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, ao longo de 12 meses, e as comemorações dos 20 anos de existência da Companhia de Teatro Heliópolis, cujos festejos seriam em 2020 e 2021, mas devido às restrições impostas pela pandemia, foram protelados.

Ao longo do projeto foram realizadas várias atividades que, além dos membros fixos do grupo -  Miguel Rocha, Dalma Régia, Alex Mendes, David Guimarães e Walmir Bess -, envolveu outros profissionais que fizeram parte da trajetória da Companhia de Teatro Heliópolis, como o professor e pesquisador Alexandre Mate, a performer e jornalista Maria Fernanda Vomero, a atriz, performer e diretora Graziele Sena e o produtor Daniel Gaggini.

A última atividade da série é uma Publicação Virtual, que será concluída nos próximos meses, reunindo registros textuais e imagéticos dos participantes do projeto – atores, provocadores, oficineiros e espectadores –, como uma espécie de diário de bordo coletivo. Sob responsabilidade de Maria Fernanda Vomero, a publicação será disponibilizada em PDF para download gratuito no site da Companhia de Teatro Heliópolis.

A Companhia de Teatro Heliópolis - Com 12 trabalhos no repertório, a Companhia de Teatro Heliópolis é um grupo de teatro atuante e reconhecido na cidade e no estado de São Paulo e no Brasil, por meio de um trabalho ininterrupto e consistente, desenvolvido desde o ano 2000, em Heliópolis, uma das maiores comunidade populares da capital paulistana. Em 2022, seu mais recente trabalho, o espetáculo CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos, foi agraciado com os prêmios: APCA 2022 na categoria Dramaturgia, indicado também em Direção; Prêmio SHELL de Teatro 2022 nas categorias Dramaturgia e Música, indicado também em Direção; VI Prêmio Leda Maria Martins na categoria Ancestralidade; e ainda foi indicado pela Folha de S.Paulo como um dos Melhores Espetáculos de 2022. O grupo, como artistas e também como moradores da região, têm estabelecido diálogo vivo e dinâmico com o local onde atua.

Demais atividades realizadas durante o projeto, que foram abertas ao público e oferecidas gratuitamente:

Rodas de Conversa com Provocadores da Companhia - Provocações a fim de compartilhar pensamentos estéticos e criativos sobre o processo de elaboração das obras da Companhia de Teatro Heliópolis, com Alexandre Mate e Maria Fernanda Vomero.

Oficina-Montagem - Workshop em 5 encontros focado na integração dinâmica da voz, do corpo e do movimento e os efeitos desse processo integrado na criação cênica, orientado por Graziele Sena, cujo trabalho resulta de treinamento no Open Program, dirigido por Mario Biagini, no Workcenter of Jerzy Grotowski and Thomas Richards, na Itália, fundado pelo diretor polonês Jerzy Grotowski.

Desmontagem Comentada da Peça [In]Justiça - Espetáculo que reflete sobre aspectos da justiça no Brasil por meio da história de um jovem que pratica um crime involuntariamente, expondo os pontos de vista sobre o que é justiça, seja a praticada pelo judiciário ou aquela sentenciada pela sociedade. A desmontagem cênica buscou desvendar o percurso criativo que originou a obra, expondo as provocações éticas e escolhas estéticas feitas no processo e o compartilhamento de práticas artísticas e inquietações coletivas que compõem [In]Justiça.

Exposição Fotográfica - Exposição fotográfica comemorativa dos 20 anos da Companhia de Teatro Heliópolis com fotos dos espetáculos de seu repertório, realizada na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, sede da Companhia de Teatro Heliópolis.

Manutenção do Núcleo Artístico - Visando o aprimoramento técnico e artístico do grupo, foram realizados encontros teóricos e práticos voltados para os membros do núcleo fixo com intuito de ampliar as potências individuais e coletivas.

Serviço

Atividade: Vivência Artística no Processo de Criação
Com: Companhia de Teatro Heliópolis
Quando: de 5 e 10 de junho de 2023
Local: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533 - Ipiranga. São Paulo/SP
Gratuito. Duração: 6 encontros de 4h. 15 vagas.
Público-alvo: interessados em geral, maiores de 16 anos.
Informações: WatsApp (11) 97844-5296.

Inscrições abertas:

Facebook - @companhiadeteatro.heliopolis | Instagram - @ciadeteatroheliopolis

 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br