sexta-feira, 10 de novembro de 2023

Sesc Rio Preto apresenta espetáculos para adultos e crianças com a Companhia de Danças de Diadema

  
Fotos: Sílvia Machado | Paulo César Lima

A Companhia de Danças de Diadema chega a Rio Preto, SP, com dois espetáculos e uma oficina de dança, que acontecem no Sesc Rio Preto.  No dia 17 de novembro, sexta-feira, às 21h, apresenta o espetáculo adulto Força Fluida, com coreografia assinada por JaeDuk Kim.

Para o público infantil e seus familiares, duas atividades estão programadas: a oficina Bailando em Família, no dia 18 de novembro, sábado, das 10h às 12h; e o espetáculo Nas Águas do Imaginar, com coreografia de Ton Carbones e elenco, no dia 19 de novembro, domingo, às 16h.

A Companhia de Danças de Diadema conta com apoio da Prefeitura do Município de Diadema, Secretaria de Cultura de Diadema e Associação Projeto Brasileiro de Dança.

Espetáculo: Força Fluida

Com direção geral de Ana Bottosso, Força Fluida é uma obra criada pelo coreógrafo sul-coreano JaeDuk Kim, especialmente para a Companhia de Danças de Diadema. No espetáculo, JaeDuk Kim transita pelo minimalismo dos movimentos que dialogam com a trilha sonora, ora se expressando com a força de um guerreiro ora com a delicadeza de uma folha caindo no outono. Estes e outros elementos da ancestral cultura oriental se concentram na obra, traduzidos pelo olhar contemporâneo deste sensível artista e dos intérpretes da Companhia que atuam em Força Fluida.

FICHA TÉCNICA | Força Fluida - Coreografia: JaeDuk Kim (Coreia do Sul). Direção geral: Ana Bottosso. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical e figurino: JaeDuk Kim. Operação de luz: Ana Bottosso. Assistência de produção e sonoplastia: Jehn Sales. Elenco: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Felipe Julio, Flávia Rodrigues, Guilherme Nunes, Leonardo Carvajal, Noemi Esteves, Thaís Lima e Ton Carbones.

Oficina: Bailando em Família

O Bailando em Família é uma ação que promove interação entre as crianças e seus familiares de diferentes gerações por meio de uma vivência em dança, uma espécie de “dança coral”. Juntos, desenvolvem e experimentam o fazer da dança em vivências práticas, com exercícios corporais para a descoberta de novas possibilidades de movimentos e de novas sensações. Após a prática de exercícios corporais como aquecimento dos músculos e articulações, guiados pelos artistas orientadores da Companhia de Danças de Diadema, as crianças e os seus responsáveis desenvolvem jogos lúdicos e de teor colaborativo. Trata-se de uma grande vivência em dança, onde os laços familiares são estimulados pelo movimento.

Espetáculo infantil: Nas Águas do Imaginar

No enredo de Nas Águas do Imaginar - coreografia de Ton Carbones e elenco - uma criança é surpreendida, na hora de dormir, por seres fantásticos que surgem no quarto, instigando sua imaginação. Ávida pela diversão, ela se arma de coragem e muita criatividade para embarcar em uma viagem ao mundo do imaginar. No início da viagem, as roupas jogadas pelo quarto vão ganhando vida, dançando e se organizando. Como se estivesse sonhando ela sai da cama, os objetos do quarto se transformam e a aventura começa. Surgem Piratas engraçados e atrapalhados; uma Polvo aparece junto com agitadas criaturas Siamesas; um Caçador e uma Sapa planejam roubar a imaginação da criança, ajudados por seres misteriosos, deslizantes e muito suspeitos; no fundo do mar, um navio é comandado pela capitã Polvo e seus Piratas. Enquanto a criança se diverte com brinquedos que ganham vida, transformações mágicas, amigos imaginários e personagens que emitem sons curiosos, o caçador coloca em prática o plano de roubar sua imaginação, mas ele não contava com a astúcia das Siamesas que mostram que a imaginação não pode ser roubada.

FICHA TÉCNICA | Nas Águas do Imaginar - Direção geral: Ana Bottosso. Coreografia: Ton Carbones e elenco. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical: Luciano Sallun. Concepção figurino: Salomé Abdala. Cenografia e adereços: Ateliárea - Daniel Sapiência e Paula Martins. Desenho de luz: André Prado, Ton Carbones, Ana Bottosso. Operação de luz: Ana Bottosso. Assistência de produção e sonoplastia: Jehn Sales. Intérpretes criadores: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Felipe Julio, Flávia Rodrigues, Guilherme Nunes, Leonardo Carvajal, Noemi Esteves, Thaís Lima e Ton Carbones.

Serviço

Espetáculo adulto: Força Fluida
Com: Companhia de Danças de Diadema
Dia 17 de novembro. Sexta, às 21h
Ingressos: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia) e R$ 12,00 (Credencial Plena)
Vendas: site sescsp.org.br/riopreto, Aplicativo Credencial Sesc SP ou presencialmente nas bilheterias das unidades do Sesc SP.
Local: Teatro (240 lugares). Classificação: Livre. Duração: 44 min.

Oficina: Bailando em Família
Com: Integrantes da Companhia de Danças de Diadema
Dia 18 de novembro. Sábado, das 10h às 12h
Gratuita. Inscrições no Local. Vagas limitadas. Para crianças e seus familiares.
Local: Ginásio de Esportes.

Espetáculo infantil: Nas Águas do Imaginar
Com: Companhia de Danças de Diadema
Dia 19 de novembro. Domingo, às 16h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia), R$ 10,00 (Credencial Plena) e Grátis para crianças até 12 anos.
Vendas: site sescsp.org.br/riopreto, Aplicativo Credencial Sesc SP ou presencialmente nas bilheterias das unidades do Sesc SP.
Local: Teatro (240 lugares). Classificação: Livre. Duração: 60 min. 

Sesc Rio Preto
Av. Francisco das Chagas Oliveira, 1333 - Chácara Municipal. São José do Rio Preto/SP.
Telefone: (17) 3216-9300. Acessibilidade: Sim.
sescsp.org.br | Na rede: @sescriopreto.

Para credenciamento, encaminhe pedidos para imprensa.riopreto@sescsp.org.br.

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INFORMAÇÕES À IMPRENSA

Assessoria de Imprensa | Sesc Rio Preto
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(17) 3216-9356 | imprensa.riopreto@sescsp.org.br

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Verbena Assessoria | Eliane Verbena
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quarta-feira, 1 de novembro de 2023

Companhia de Teatro Heliópolis apresenta espetáculo premiado, gratuito, no Teatro Conchita de Moras em Santo André

Foto de Weslei Barba

O Teatro Conchita de Moraes será palco de única apresentação do espetáculo CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos, com a Companhia de Teatro Heliópolis, em Santo André, SP. A sessão é gratuita e ocorre no dia 11 de novembro, sábado, às 20 horas.

No dia anterior, 10/11, sexta-feira, os integrantes da Companhia ministram uma Oficina de Teatro gratuita, das 15h às 17h, para maiores de 16 anos. A atividade será no complexo da ELT - Escola Livre de Teatro de Santo André, onde se localiza o teatro.

CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos foi agraciado com os prêmios: APCA 2022 na categoria Dramaturgia, indicado também em Direção; Prêmio SHELL de Teatro 2022 nas categorias Dramaturgia e Música, indicado também em Direção; VI Prêmio Leda Maria Martins na categoria Ancestralidade; e ainda indicado pela Folha de S.Paulo como um dos Melhores Espetáculos de 2022.

Com encenação de Miguel Rocha e texto de Dione Carlos, a montagem aborda a forte presença feminina no contexto do cárcere. O enredo parte da história de duas irmãs gêmeas - Maria dos Prazeres e Maria das Dores - com vidas marcadas pelo encarceramento dos homens da família para apresentar as estratégias de sobrevivência, sobretudo, das mulheres em suas comunidades. Quanto ao título, a dramaturga explica que “faz referência às mulheres que transmutam as energias de violência e morte e reinventam realidades”.

A encenação de Miguel Rocha tem as mulheres - mães, esposas, companheiras, irmãs - no centro da abordagem. “São elas que carregam o fardo, que são acometidas pelos desdobramentos do encarceramento de seus parceiros ou familiares, tendo a vida emocional, a segurança física e a situação financeira abalada. A mulher se torna a força e o sustentáculo da família, e também daquele que está em situação de cárcere”, argumenta o encenador.

A história das duas irmãs é um disparador no enredo de CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos para revelar o quão difícil é se desvincular de uma estrutura tão complexa quanto o encarceramento. Enquanto a mãe enfrenta o sistema jurídico na tentativa de libertar o filho preso injustamente, lutando pela subsistência da família e do filho, sua irmã é refém do ex-companheiro, também encarcerado, a quem deve garantir suporte no presídio, sem direito a uma nova vida conjugal pelo risco de perder a própria vida. Presas a um histórico circular, pois também tiveram o pai preso, elas lutam para quebrar o ciclo em um percurso espinhoso.

A ancestralidade está presente na dramaturgia e permeia a encenação de forma arquetípica. O coro aparece tanto como uma representação da coletividade quanto um exercício da voz ancestral, cujos saberes resistiram à barbárie e atravessaram séculos nos corpos, nas memórias e nas crenças do(a)s africano(a)s que, escravizado(a)s, fizeram a travessia do Atlântico. Vale ressaltar que a maioria dos encarcerados é de ascendência negra, além de pobres e periféricos. “Nosso propósito é apresentar uma obra que trace o percurso dessas mulheres, pretas e pobres, cujo destino é atrelado ao cárcere, e refletir sobre a situação limite em que o condenado se insere, além de mostrar que o modelo prisional vigente é cruel, discriminatório e não presta à ressocialização”, argumenta o encenador.

Como é característico nas encenações da Companhia, o espetáculo explora as ações físicas para construir um discurso poético e expressionista das relações de poder e da situação de cárcere. A música ao vivo (violino, viola, cello e percussão) potencializa esse discurso nas cenas coreografadas que denunciam e evidenciam o cotidiano em questão. O futebol, a comida, as humilhações, a disciplina imposta são passagens que elucidam a ambiguidade da proposta do sistema para a reabilitação daquele que, supostamente, infringiu as regras da sociedade. O encenador explica que “a música e a coreografia têm a força de expor a concretude, a precariedade e a desestrutura do espaço onde o enredo se desenvolve”. O espaço cênico é neutro (predominando o cinza). Apenas alguns elementos cenográficos são contextualizados de forma poética, a exemplo das gaiolas que representam a prisão emocional e psicológica da mulher que sofre indiretamente as consequências do cárcere.

Tanto as apresentações quanto as oficinas, que a Companhia vem apresentando em cidades paulistas, integram o projeto CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos – Circulação, contemplado pelo Edital nº 02/2022 do ProAC - Programa de Ação Cultural, da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.

Essa montagem estreou em 12/3/2022, resultado do projeto CÁRCERE - Aprisionamento em Massa e Seus Desdobramentos, que comemorou os 20 anos da Companhia de Teatro Heliópolis (completados em 2020), viabilizado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. As temporadas ocorreram na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho e no Sesc Belenzinho, além de participação em vários festivais, entre eles o Festival de Teatro de Curitiba.

FICHA TÉCNICA - Encenação: Miguel Rocha. Assistência de direção: Davi Guimarães. Texto: Dione Carlos. Elenco: Antônio Valdevino, Dalma Régia, Danyel Freitas, Davi Guimarães, Jefferson Matias, Jucimara Canteiro, Priscila Modesto e Walmir Bess. Direção musical: Renato Navarro. Assistência de direção musical: César Martini. Musicistas: Alisson Amador (percussão), Amanda Abá (violoncelo), Denise Oliveira (violino) e Jennifer Cardoso (viola). Cenografia: Eliseu Weide. Iluminação: Miguel Rocha e Toninho Rodrigues. Figurino: Samara Costa. Assistência de figurino: Clara Njambela. Costureira: Yaisa Bispo. Operação de som: Lucas Bressanin. Operação de luz: Nicholas Matheus. Cenotecnia: Wanderley Silva. Provocação vocal, arranjos e composição da música do ‘manifesto das mulheres’: Bel Borges. Provocação vocal, orientação em atuação-musicalidade e arranjos - percussão ‘chamado de Iansã’: Luciano Mendes de Jesus. Estudo da prática corporal e direção de movimento: Érika Moura. Provocação cênica: Bernadeth Alves, Carminda Mendes André e Maria Fernanda Vomero.  Comentadores: Bruno Paes Manso e Salloma Salomão. Mesas de debates: Juliana Borges, Preta Ferreira, Roberto da Silva e Salloma Salomão - mediação de Maria Fernanda Vomero. Orientação de dança afro: Janete Santiago. Direção de produção: Dalma Régia. Fotos: Rick Barneschi, Tiggaz e Weslei Barba.  Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Idealização e produção: Companhia de Teatro Heliópolis.

Serviço

Espetáculo: CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos
Com: Companhia de Teatro Heliópolis
Data: 11 de novembro - Sábado, às 20h
Duração: 120 min. Classificação: 12 anos. Gênero: Experimental.

Ingressos: Gratuitos – Retirar 1h antes no local. 

Oficina: Oficina de Teatro com a Companhia de Teatro Heliópolis

Data: 10 de novembro - Sexta, das 15h às 17h
Inscrições: Gratuitas -  Público: maiores de 16 anos.
Local: ELT - Escola Livre de Teatro de Santo André 

Local: Teatro Conchita de Moraes
Complexo da ELT - Escola Livre de Teatro de Santo André

Praça Rui Barbosa, 12 - Santa Teresinha. Santo André/SP.
Tel.: (11) 4979-4370. Capacidade: 220 lugares.
Acessibilidade: Sim - elevador adaptado, rampa de acesso, sanitário adaptado

Facebook - @companhiadeteatro.heliopolis | Instagram - @ciadeteatroheliopolis

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br


Companhia de Teatro Heliópolis apresenta CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos no Teatro Municipal de Osasco

Foto de Weslei Barba

No dia 9 de novembro, quinta-feira, a Companhia de Teatro Heliópolis apresenta o espetáculo CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos no Teatro Municipal Glória Maria Garcia Giglio, em Osasco, às 20h.

Uma Oficina de Teatro gratuita com os integrantes da Companhia está programada para ocorrer na mesma semana. Os interessados, maiores de 16 anos, devem acompanhar as redes sociais do grupo para conferir dia, horário e local onde será realizada.

CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos, foi agraciado com os prêmios: APCA 2022 na categoria Dramaturgia, indicado também em Direção; Prêmio SHELL de Teatro 2022 nas categorias Dramaturgia e Música, indicado também em Direção; VI Prêmio Leda Maria Martins na categoria Ancestralidade; e ainda indicado pela Folha de S.Paulo como um dos Melhores Espetáculos de 2022.

Com encenação de Miguel Rocha e texto de Dione Carlos, a montagem aborda a forte presença feminina no contexto do cárcere. O enredo parte da história de duas irmãs gêmeas - Maria dos Prazeres e Maria das Dores - com vidas marcadas pelo encarceramento dos homens da família para apresentar as estratégias de sobrevivência, sobretudo, das mulheres em suas comunidades. Quanto ao título, a dramaturga explica que “faz referência às mulheres que transmutam as energias de violência e morte e reinventam realidades”.

A encenação de Miguel Rocha tem as mulheres - mães, esposas, companheiras, irmãs - no centro da abordagem. “São elas que carregam o fardo, que são acometidas pelos desdobramentos do encarceramento de seus parceiros ou familiares, tendo a vida emocional, a segurança física e a situação financeira abalada. A mulher se torna a força e o sustentáculo da família, e também daquele que está em situação de cárcere”, argumenta o encenador.

A história das duas irmãs é um disparador no enredo de CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos para revelar o quão difícil é se desvincular de uma estrutura tão complexa quanto o encarceramento. Enquanto a mãe enfrenta o sistema jurídico na tentativa de libertar o filho preso injustamente, lutando pela subsistência da família e do filho, sua irmã é refém do ex-companheiro, também encarcerado, a quem deve garantir suporte no presídio, sem direito a uma nova vida conjugal pelo risco de perder a própria vida. Presas a um histórico circular, pois também tiveram o pai preso, elas lutam para quebrar o ciclo em um percurso espinhoso.

A ancestralidade está presente na dramaturgia e permeia a encenação de forma arquetípica. O coro aparece tanto como uma representação da coletividade quanto um exercício da voz ancestral, cujos saberes resistiram à barbárie e atravessaram séculos nos corpos, nas memórias e nas crenças do(a)s africano(a)s que, escravizado(a)s, fizeram a travessia do Atlântico. Vale ressaltar que a maioria dos encarcerados é de ascendência negra, além de pobres e periféricos. “Nosso propósito é apresentar uma obra que trace o percurso dessas mulheres, pretas e pobres, cujo destino é atrelado ao cárcere, e refletir sobre a situação limite em que o condenado se insere, além de mostrar que o modelo prisional vigente é cruel, discriminatório e não presta à ressocialização”, argumenta o encenador.

Como é característico nas encenações da Companhia, o espetáculo explora as ações físicas para construir um discurso poético e expressionista das relações de poder e da situação de cárcere. A música ao vivo (violino, viola, cello e percussão) potencializa esse discurso nas cenas coreografadas que denunciam e evidenciam o cotidiano em questão. O futebol, a comida, as humilhações, a disciplina imposta são passagens que elucidam a ambiguidade da proposta do sistema para a reabilitação daquele que, supostamente, infringiu as regras da sociedade. O encenador explica que “a música e a coreografia têm a força de expor a concretude, a precariedade e a desestrutura do espaço onde o enredo se desenvolve”. O espaço cênico é neutro (predominando o cinza). Apenas alguns elementos cenográficos são contextualizados de forma poética, a exemplo das gaiolas que representam a prisão emocional e psicológica da mulher que sofre indiretamente as consequências do cárcere.

Tanto as apresentações quanto as oficinas, que a Companhia vem apresentando em cidades paulistas, integram o projeto CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos – Circulação, contemplado pelo Edital nº 02/2022 do ProAC - Programa de Ação Cultural, da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.

Essa montagem estreou em 12/3/2022, resultado do projeto CÁRCERE - Aprisionamento em Massa e Seus Desdobramentos, que comemorou os 20 anos da Companhia de Teatro Heliópolis (completados em 2020), viabilizado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo. As temporadas ocorreram na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho e no Sesc Belenzinho, além de participação em vários festivais, entre eles o Festival de Teatro de Curitiba.

FICHA TÉCNICA - Encenação: Miguel Rocha. Assistência de direção: Davi Guimarães. Texto: Dione Carlos. Elenco: Antônio Valdevino, Dalma Régia, Danyel Freitas, Davi Guimarães, Jefferson Matias, Jucimara Canteiro, Priscila Modesto e Walmir Bess. Direção musical: Renato Navarro. Assistência de direção musical: César Martini. Musicistas: Alisson Amador (percussão), Amanda Abá (violoncelo), Denise Oliveira (violino) e Jennifer Cardoso (viola). Cenografia: Eliseu Weide. Iluminação: Miguel Rocha e Toninho Rodrigues. Figurino: Samara Costa. Assistência de figurino: Clara Njambela. Costureira: Yaisa Bispo. Operação de som: Lucas Bressanin. Operação de luz: Nicholas Matheus. Cenotecnia: Wanderley Silva. Provocação vocal, arranjos e composição da música do ‘manifesto das mulheres’: Bel Borges. Provocação vocal, orientação em atuação-musicalidade e arranjos - percussão ‘chamado de Iansã’: Luciano Mendes de Jesus. Estudo da prática corporal e direção de movimento: Érika Moura. Provocação cênica: Bernadeth Alves, Carminda Mendes André e Maria Fernanda Vomero.  Comentadores: Bruno Paes Manso e Salloma Salomão. Mesas de debates: Juliana Borges, Preta Ferreira, Roberto da Silva e Salloma Salomão - mediação de Maria Fernanda Vomero. Orientação de dança afro: Janete Santiago. Direção de produção: Dalma Régia. Fotos: Rick Barneschi, Tiggaz e Weslei Barba.  Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Idealização e produção: Companhia de Teatro Heliópolis.

Serviço

Espetáculo: CÁRCERE ou Porque as Mulheres Viram Búfalos
Com: Companhia de Teatro Heliópolis
Data: 9 de novembro – Quinta, às 20h
Duração: 120 min. Classificação: 12 anos. Gênero: Experimental.

Oficina: Oficina de Teatro com a Companhia de Teatro Heliópolis

Quando: Data, dia e horário serão divulgados, oportunamente, nas redes sociais da Cia.
Inscrições: Gratuitas - Público: maiores de 16 anos. 

Local: Teatro Municipal Glória Maria Garcia Giglio
Avenida dos Autonomistas, 1533 - Vila Campesina. Osasco/SP.

Ingressos: Gratuitos – Retirar 1h antes no local.

Facebook - @companhiadeteatro.heliopolis | Instagram - @ciadeteatroheliopolis 

 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

Festival Malungo leva sete shows aos CEUs de São Paulo no mês da Consciência Negra

Integrando as comemorações do Dia da Consciência Negra - festejado em 20 de novembro - o Festival Malungo - 2ª Edição, projeto que reverencia a cultura negra, realiza sete shows gratuitos com artistas e grupos representativos da cultura popular brasileira, que ressaltam nossa matriz africana em ritmos como samba, jongo, bumba meu boi, capoeira, samba de roda, afro, partido-alto, entre outros.

A programação circula pelos CEUs da cidade de São Paulo, cobrindo as zonas Sul, Leste e Oeste, entre os dias 8 e 23 de novembro, tendo como atrações: Clarianas, Tião Carvalho, Luana Bayô, Conjunto Picafumo e Convidados, Aloysio Letra, Kennya Macedo e Raquel Tobias.

O CEU Campo Limpo (08/11, quarta, às 15h) recebe o grupo de cantadeiras Clarianas com o show Quebra Quebranto. No CEU Heliópolis (09/11, quinta, às 15h) apresenta-se o Conjunto Picafumo e Convidados que faz homenagem a Toinho Melodia com o espetáculo Também Sou Madeira. No CEU Paraisópolis (11/11, sábado, às 15h) tem o cantor e compositor Aloysio Letra com Instantes, formado por composições autorais. O CEU Butantã (14/11, quinta, às 15h30) apresenta a cantora e compositora Luana Bayô com seu trabalho recente, Abebé. O CEU Inácio Monteiro (18/11, sábado, às 16h) traz Kennya Macedo que apresenta seu EP Caminhos. Fechando as apresentações do mês, o CEU Heliópolis recebe Raquel Tobias (22/11, quarta, às 20h) com o show dançante Recordações, e o maranhense Tião Carvalho (23/11, quinta, às 20h) que é cantor, compositor, músico, dançarino e brincante em performance ímpar que une o bumba meu boi com a canção brasileira de raiz.

Idealizado pelo Estúdio 185 Apodi, o Festival Malungo é uma mostra inédita de música que reúne atrações de vários nichos e estilos da música brasileira que reverenciam nossa origem africana. “Malungo significa amigo, companheiro, camarada, aquele que não deixa o parceiro no meio do caminho. O termo é prudente para nomear o projeto, considerando que um grande time de artistas se une para cantar e fortalecer a música que traz o som e a vibração de nossas raízes africanas”, comenta o produtor e diretor artístico Sérgio Mendonça.

O projeto - que foi contemplado pela 6ª Edição do Edital de Apoio à Música para a Cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura - chega à sua segunda edição com shows presenciais e online. A primeira foi totalmente online, em 2021, devido à pandemia. A programação virtual da atual edição vai ao ar entre os dias 21 e 28 de fevereiro de 2024, sempre a partir das 21h, no canal da Pôr do Som no YouTube - youtube.com/pordosomcultural - e será divulgada, oportunamente.

Programação: FESTIVAL MALUNGO - 2ª Edição
Quando: 8 a 22 de novembro de 2023
Ingressos: GratuitosSenhas 30 minutos antes de cada apresentação.
Classificação: Livre. Duração/shows: 60 minutos. Acessibilidade: SIM.
08/11 - Quarta, às 15h: Clarianas - CEU Campo Limpo (ZS)

09/11 - Quinta, às 15h: Conjunto Picafumo e Convidados - CEU Heliópolis (ZS)
11/11 - Sábado, às 15h: Aloysio Letra - CEU Paraisópolis (ZS)
14/11 - Quinta, às 15h30: Luana Bayô - CEU Butantã (ZO)
18/11 - Sábado, às 16h: Kennya Macedo - CEU Inácio Monteiro (ZL)
22/11 - Quarta, às 20h: Raquel Tobias - CEU Heliópolis (ZS)
23/11 - Quinta, às 20h: Tião Carvalho - CEU Heliópolis (ZS)
Mais formações: @pordosomcultural.
Shows online: youtube.com/pordosomcultural

08/11 - Quarta, às 15h
Show: Clarianas - em Quebra Quebranto
Local: CEU Campo Limpo
Avenida Carlos Lacerda, 678 - Pirajussara. SP/SP.

 

Clarianas é um grupo de cantadeiras urbanas que investiga a voz da mulher ancestral na música popular do Brasil. A voz é o fio condutor que revela um amplo universo sonoro, genuinamente brasileiro, que vai desde os cânticos indígenas aos aboios sertanejos, passando pelas brincantes do coco e ladainhas do catolicismo popular, além de sambas de roda, maracatus, xotes, rezas e tambores africanos. Em Quebra Quebranto, nome do álbum lançado em 2019, as Clarianas propõem a verticalização de uma linguagem que une a sonoridade da música regional com o discurso urbano pulsante nos guetos das grandes metrópoles. Suas novas canções aprofundam temas como empoderamento feminino, extermínio da população negra, herança indígena e religiosidade afro-brasileira, sempre envoltos às vozes das ‘lavadeiras’, dos tambores e das harmonias sertânicas. Formação - Cantadeiras/tocadeiras: Martinha Soares, Naloana Lima e Naruna Costa. Rabequeira: Carla Raiza. Violão, viola caipira: Giovani Di Ganza. Baixo, guitarra, violão: Sandro Lima. Percussão: Jackie Cunha. Na rede: @clarianasoficial.


09/11 - Quinta, às 15h
Show: Conjunto Picafumo e Convidados - em Também Sou Madeira
Local: CEU Heliópolis
Estrada das Lagrimas, 2385 - São João Clímaco. SP/SP. 

O Conjunto Picafumo reúne grandes nomes do samba paulista para homenagear Toinho Melodia com o show Também Sou Madeira. O grupo, que acompanhou Toinho por oito anos, gravou com o sambista seu primeiro e único disco, e agora reencontra a obra do mestre para apresentar canções inéditas e algumas das suas últimas composições. Sob liderança do compositor e cavaquinista Rodolfo Gomes, o Conjunto Picafumo reúne Chapinha da Vela, Geovana e Adriana Moreira para exaltar o compositor ‘paulibucano’, que foi reconhecido como um dos grandes sambistas da cidade. Contando ainda com participação das cantoras Roberta Oliveira e Raquel Tobias, o show traz a energia vibrante do homenageado em sua essência: belas melodias, crônica urbana, crítica social e uma boa dose de malemolência. Na rede: @toinhomelodia.

11/11 - Sábado, às 15h
Show: Aloysio Letra - em Instantes
Local: CEU Paraisópolis
Rua Dr. Jose Augusto de Souza e Silva, S/N – Jd. Parque Morumbi. SP/SP. 

Cantor e compositor da zona leste de São Paulo, Aloysio Letra é cria dos saraus das periferias. Compõe canções singulares e traz interpretações sensíveis das ancestralidades afro-brasileiras e afro-indígenas numa MPB sambada e temperada. No show Instantes, Aloysio convida o público para uma jornada emocional que dialoga com a rica herança da MPB das décadas de 1980 e 2000, misturando influências das tradições negras do candomblé, do pop e da requintada instrumentação de orquestra de câmara. A apresentação é intimista e incandescente com predominância de canções autorais. São instantes de interpretações de Aloysio Letra e elenco, sobre a ancestralidade e sobre a luta negro-indígena por sobrevivência e expressão na contemporaneidade. Cantos de origem, de inspiração e de afirmação das identidades e potências da negritude por novas manhãs, formam um show passional sobre afeto, memória e luto; uma carta de amor à vida. Na rede: @aloysioletra.

14/11 - Quinta, às 15h30
Show: Luana Bayô - em Abebé
Local: CEU Butantã
Avenida Eng. Heitor Antônio Eiras Garcia, 1870 - Jd. Esmeralda. SP/SP.

Luana Bayô é cantora, compositora e educadora paulistana. Dona de uma voz grave, potente e marcante, seu trabalho é fortemente marcado pela presença da música negra em diáspora. Realiza um significativo trabalho na cultura popular brasileira apresentando ritmos como vissungos, sambas, jongos e outras músicas que fizeram e fazem parte da sua trajetória. Inspirada nas simbologias de Oxum e Yemanjá, a artista apresenta seu mais novo trabalho, Abebé, que traz como tema central o ‘espelho’ e seus mistérios. O disco é um convite ao mergulho no feminino, à cabaça-útero ancestral, com músicas falando das diversas águas que nos habitam e das várias facetas do ser mulher, sobretudo, ser uma mulher negra. Para dar vida às composições, Bayô contou com nomes como Naruna Costa, Ma Devi Murti, Karina Costa, Jacke Severina, Bruna Black, Jonathan Silva, Matheus Crippa eMumu de Oliveira. Formação - Voz: Luana Bayô. Direção musical: Liw Ferreira. Direção artística: Luana Bayô. Violão: Helô Ferreira. Baixo: Liw Ferreira. Piano: Nichollas Maia. Bateria: Matheus Marinho. Percussão: Lucas Alakofá. Trombone: Heloísa Alvin. Na rede: @luana_bayo.

18/11 - Sábado, às 16h
Show: Kennya Macedo - em Caminhos
Local: CEU Inácio Monteiro
Rua Barão Barroso de Amazonas, S/N - Conj. Hab. Inácio Monteiro. SP/SP.

Kennya Macedo é uma cantora com mais de 30 anos de trajetória. A artista fez parte de diversos projetos singulares, entre eles a Orchestra Paulista de Soul; integrou vários corais como Coral Luther King e Coral do Estado Coral Canto Sospeso, com o qual e excursionou pela Itália. Também já dividiu o palco com importantes nomes como Graça Cunha, Maurício Pereira, Nando Reis, Skowa Santos, André Abujamra, Brasileirinhos e Sandra de Sá, entre outros. Evidenciando os batuques dos tambores, mesclados ao seu potente timbre vocal, Kennya Macedo apresenta seu EP de estreia, Caminhos, trabalho que marca sua nova fase artística. O disco pode ser considerado como um ‘retrato’ da artista em sua essência, que reporta à sua ancestralidade. Kennya se aprofunda em suas raízes e expõe nesse trabalho uma vasta pesquisa musical e sua influência sonora. Na rede: @kennya_macedo_10.

22/11 - Quarta, às 20h
Show: Raquel Tobias - em Recordações
Local: CEU Heliópolis
Estrada das Lagrimas, 2385 - São João Clímaco. SP/SP.

Raquel Tobias é cantora e compositora de samba. Paulistana da Zona Sul, ela vem conquistado espaço de relevância e reconhecimento no cenário musical. Compõe a ala musical da Escola de Samba Estrela do Terceiro Milênio e da Escola de Samba Morro da Casa Verde, agremiações paulistanas. Além de desenvolver projetos nas comunidades periféricas da capital, Raquel Tobias está presente nas principais rodas de samba da cidade como cantora solista. No Festival Malungo, a cantora apresenta um repertório afetivo, trazendo músicas que ouviu em sua infância e que fizeram parte de sua construção enquanto cantora. Raquel desenvolveu um repertório que relembra os bailes que ia junto com a mãe, as festas de família, os passinhos marcados e as batucadas com balde no quintal de casa. Recordações é um show para recordar e dançar. Na rede: @raqueltobiasoficial. 

23/11 - Quinta, às 20h
Show: Tião Carvalho
Local: CEU Heliópolis
Estrada das Lagrimas, 2385 - São João Clímaco. SP/SP. 

Tião Carvalho, maranhense radicado em São Paulo, é cantor, compositor, músico, dançarino, capoeirista, brincante e educador. Atua, há mais de 40 anos, difundindo a cultura tradicional brasileira no Brasil e no mundo em apresentações musicais e ministrando workshops. Fundador e diretor do Grupo Cupuaçu e com dois discos solos lançados, Tião é um dos pioneiros na inserção do forró no circuito de lazer de São Paulo com o trabalho das bandas Mafuá e Mexe com Tudo, nos anos 1980. É detentor de grande conhecimento sobre danças, cantigas, brincadeiras populares e festividades tradicionais. O repertório dessa apresentação traz sambas, forrós, bumba meu boi e outras manifestações da cultura do maranhão e da cultura popular brasileira. Em 2004, Tião Carvalho recebeu o título de Cidadão Paulistano. Em 2017 recebeu o Prêmio da Música, pelo Governo do Estado de São Paulo, é foi reconhecido Mestre de Capoeira Angola pelo grupo Nzinga. Em 2022, ganhou o prêmio de Personalidade da Dança pelo IX Prêmio Denilton Gomes de Dança, da Cooperativa de Dança da Cidade de São Paulo. Foi um dos homenageados no Grande Encontro da Educação 2022, pela Revista Educação. Na rede: @mestretiaocarvalho. 

FICHA TÉCNICA | Festival Malungo: Idealização: Estúdio 185 Apodi. Produção executiva: Sérgio Mendonça. Direção de produção: Leonardo Escobar. Produção: Jaqueline Rosa. Direção artística: Sérgio Mendonça. Curadoria: Pôr do Som. Projeto gráfico e comunicação: Patrick Karassawa. Direção audiovisual: Beto Mendonça. Direção de arte e cenografia: Nani Oliveiras. Gravação: Estúdio 185 Apodi. Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação. Transporte: Isa Vans. Realização: Projeto viabilizado pelo 6ª Edição do Edital de Apoio à Música para a Cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura. 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

Festival Curta Campos do Jordão divulga resultado da premiação de sua nona edição

  

Ocorrido entre os dias 23 e 28 de outubro de 2023, o 9º Festival Curta Campos do Jordão – FCCJ anuncia os nomes dos filmes premiados pelo júri oficial e também pelo voto popular.

Produções audiovisuais de todas as regiões do Brasil concorreram ao Prêmio Araucária de Cinema. Foram 109 filmes, distribuídos nas categorias: Regional (11 filmes) e NacionalFicção (33 filmes), Documentário (32 filmes), Animação (21 filmes) e Experimental (12 filmes).

A programação presencial aconteceu no Espaço Cultural Dr. Além, em Campos do Jordão. Todas as sessões também foram exibidas virtualmente pelo site do Festival e canal do Cineclube Araucária no YouTube, bem como as cerimônias de abertura e encerramento, transmitidas ao vivo. O FCCJ comemora um expressivo alcance de expectadores, que somaram 8.667 pessoas de todo o Brasil.

Vale ressaltar outras inciativas desta edição do FCCJ: homenagem ao cineasta Jeferson De como Personalidade do Cinema 2023; Mostra de Curtas Convidados; Mostra Educação Ambiental; Oficinas - Animação Stop Motion e Vídeo de Bolso com Celular; e bate-papo com realizadores.

O FCCJ tem por objetivo abrir espaço para a difusão da produção audiovisual na Região da Mantiqueira, no estado de São Paulo e em todo o território nacional. A iniciativa busca estimular a criatividade e revelar talentos, por meio da produção independente de filmes e do contato direto entre realizadores de obras audiovisuais de todo o País com participantes dos programas de formação desenvolvidos pela Associação Cultural Cineclube Araucária juntamente com a Secretaria de Valorização da Cultura da Prefeitura de Campos do Jordão. O projeto visa novos horizontes profissionais, sobretudo entre os jovens artistas locais e da Região. Iniciado a partir de uma série de Oficinas de Cinema promovidas pelo Cineclube Araucária, em 2015, o Festival Curta Campos do Jordão cresce sensivelmente e amplia as suas fronteiras a cada edição.

Resultado 2023 | Premiação do 9º FCCJ

Júri Oficial

Melhor Roteiro de Curta-Metragem:
Por Trás dos Prédios, de João Mendonça. Maceió/AL. 2023. 17 min.

Melhor Direção de Curta-Metragem:
Carlos Segundo, por BIG BANG. Natal/RN. 2022. 14 min.

Melhor Curta Experimental Nacional:
Como Água que Sobre a Água Corresse, de Lúcia Bronstein. São Paulo/SP. 2023. 17 min.

Melhor Curta de Animação Nacional:
Ciranda Feiticeira, de Lula Gonzaga e Tiago Delácio. Olinda/PE. 2023. 8 min. 

Melhor Curta Documentário Nacional:
Deus Não Deixa, de Marçal Vianna. Nova Iguaçu/RJ. 2022. 20 min. 

Melhor Curta de Ficção Nacional:
O Jogo da Navalha, de Roberto Pereira. São Luís/MA. 2023. 16 min. 

Melhor Curta Regional:
Marta - Consertadora de Guarda-Chuva, de Dannyel Leite. Jacareí/SP. 2023. 11 min. 

Prêmio Centauro de Tradução e Legendagem:
O Orgulho Não É Junino, de Dimas Carvalho. Campina Grande/PB. 2023. 20 min. 

Júri Popular

Melhor Curta Regional:
Empathy, de Marcos Rangel. Paraibuna/SP. 2023. 11 min. 

Melhor Curta Nacional:
Um Lugar Chamado Zumbi, de Carolina de Cassia. Campos dos Goytacazes/RJ. 2023. 19 min. 

Contagem de público

Público presencial em toda a programação do 9º FCCJ: 1.805 pessoas.
Acessos às sessões competitivas através do site do Festival: 6.208 acessos.
Público virtual Cerimônia de Abertura: 332 pessoas.
Público virtual Cerimônia de Encerramento e Premiação: 322 pessoas.
Público total do 9º Festival Curta Campos do Jordão 2023: 8.667 pessoas. 

FICHA TÉCNICA - FCCJ - Direção Artística: Cervantes Sobrinho. Direção de produção: Paulo Gomes. Curadoria: Mateus Brito de Araújo, Cervantes Sobrinho e Paulo Gomes. Jurados: Clarissa Kuschnir, Di Moretti e Katia Mesel. Convidados Especiais: Jeferson De e Marcelo Ikeda. Oficinas - Stop Motion e Vídeo de Bolso: Ralph Friedericks e Marta Russo, Matiz Filmes e Produções. Art designer: Edgard Bittencourt. Edição de imagens: Sérgio Sachs. Produção: Pedro Bissoli. Making off: Márcio Branco. Apoio logístico: Jocelyne Aymon. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Transmissão online: Edigar Júnior. Site: WEBZ Comunicação Digital. Apoio / hospedagem e alimentação: Convention & Visitors Bureau de Campos do Jordão e Região. Realização: Associação Cultural Cineclube Araucária e Prefeitura de Campos do Jordão.

 

Informações à imprensa | VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel: (11) 99373-0181 | verbena@verbena.com.br