quinta-feira, 4 de abril de 2024

Cia. Palhadiaço comemora 10 anos com circulação de Espetáculo Espetacular na ZL

Foto /Lado Sujo da Frequência

Comemorando 10 anos de atuação na Zona Leste de São Paulo, a Cia. Palhadiaço realiza circulação do Espetáculo Espetacular por vários locais da região, durante os meses de maio e junho de 2024, com sessões gratuitas. As apresentações integram o projeto Circulação Espetacular - 10 Anos de Palhaçaria Marginal, contemplado pela 20ª Edição do VAI - Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais de São Paulo.

A temporada tem início no dia 4/5 (sábado), na Praça Pão com Ovo (Praça Osvaldo Luiz da Silveira, no Parque São Rafael), às 15h30, No dia 5/5 (domingo), a trupe segue para o Parque Ecológico Chico Mendes (vila Curuçá), às 11h, e para a Rua do Lazer (São Miguel Paulista), às 15h30. As demais apresentações são no dia 24/5 (sexta), na Casa de Cultura Municipal Itaim Paulista, às 16h; no dia 25/5 (sábado), no centro de cultura São Mateus em Movimento, às 11h, e Espaço Pião Produções Artísticas (Sapopemba), às 15h30; e no dia 26/5 (domingo), na Praça do Forró (São Miguel Paulista), às 15h30.

A Cia. Palhadiaço - formada atualmente por Kauan Scaldelai, Mariana Sibinel, Priscyla Kariny e Rogério Nascimento - escolheu a dedo os locais para celebrar seus 10 anos de palhaçaria na zona leste: todos os espaços/lugares fazem parte da história afetiva da trupe, seja por apresentações, atividades, ensaios ou ocupação.

Espetáculo Espetacular é a produção mais antiga da companhia; une a palhaçaria clássica da lona de circo com a contemporaneidade individual de cada artista. Números de bambolês, pernas-de-pau ou claves são amarrados por uma dramaturgia que traduz que artistas eles são: mambembes, transitórios/as, marginais, efêmeros/as; palhaçes contemporâneos/as que nos remetem à commedia dell'arte. O esquete “Não Pode Tocar Aqui” fecha o espetáculo em uma cena carregada de graça e interatividade, no qual a palhaçe Pipeta acredita que já está na hora de acabar, mas as outras pessoas (artistas/público) não querem que a apresentação termine.

A música ao vivo (acústica e autoral) é outro artifício para divertir, impressionar e fazer o público rir. Sax, sanfona, zabumba, triângulo, caixas e cacarecos fazem os ritmos latentes na Zona Leste, como a lambada, o funk, a cúmbia, o forró e o xote. Nos figurinos, os palhaçes da Palhadiaço trazem a composição do clássico com o contemporâneo, adornados pela estética marginal.

Desde a sua fundação, em 2013, a companhia trabalha no aprimoramento de sua palhaçaria marginal, pelo estudo e desenvolvimento das práticas de habilidades circenses, musicais e cênicas, colocando-as a serviço do palhaço e do jogo cênico. “Um passo de cada vez, nos equilibrando em um só pé para dar o segundo passo. E, de passo a passo, andamos por muitos caminhos. Pisamos com nossas chalupas nos faróis de trânsito, feiras-livres, vagões de metrô e de trem, praças e parques públicos, casas de cultura, picadeiros de circo, assoalhos de teatros, ruas e muitas salas de ensaio. Foram quilômetros percorridos com nossa arte por essa metrópole nesses 10 anos de vida”, declaram os/as integrantes sobre sua jornada de uma década.

FICHA TÉCNICA - Texto: Cia. Palhadiaço. Elenco: Kauan Scaldelai, Mariana Sibinel, Priscyla Kariny e Rogério Nascimento. Direção cênica: Ronaldo Aguiar. Figurinos: Clara Prates e Cia. Palhadiaço. Direção musical: Danielle Siqueira. Cenografia: Rafael Jardim. Arte gráfica: Renan Preto. Produção geral: Priscyla Kariny. Produção artística: Rogério Nascimento. Produção executiva e administrativa: Pião Produções Artísticas. Fotos: Lado Sujo da Frequência. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Agradecimentos: Moradoras/es da Zona Leste e ao Grupo Rosas Periféricas. Idealização: Cia. Palhadiaço. Apoio: 20ª Edição do VAI - Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Sinopse: O Espetáculo Espetacular é uma montagem com números de habilidades e estudo da palhaçaria clássica subvertendo a linguagem, além de trabalhar o improviso de acordo com os estímulos da plateia. A companhia encena esquetes clássicas que sobreviveram por meio da tradição oral e de poucos registros, reinventando-as sob nova perspectiva. Com base em estudos na área teatral e circense, a Cia. Palhadiaço leva o público a vivenciar a essência do palhaço em sua forma mais pura, além de trazer números autorais e técnicas circenses.

SERVIÇO

Espetáculo circense: Espetáculo Espetacular
Com: Cia. Palhadiaço
Duração: 45 minutos. Classificação: Livre. Gênero: Circo 

04 de maio - Sábado
15h30 - Praça Pão com Ovo
Praça Osvaldo Luiz da Silveira - Parque São Rafael. SP/SP.

05 de maio - Domingo
11h - Parque Ecológico Chico Mendes
Rua Cembira, 1201 - Vila Nova Curuçá. São Paulo/SP.
15h30 - Rua de Lazer
Rua Ida Vanucci Puntel, 254 - Cidade Nova. São Miguel Paulista/SP. 

24 de maio - Sexta-feira
16h - Casa de Cultura Municipal Itaim Paulista
Rua Monte Camberela, 490 - Vila Silva Teles - São Paulo/SP. 

25 de maio - Sábado
11h - São Mateus em Movimento (centro de cultura)
Rua Cônego José Maria Fernandes, 127c - Vila Flávia - São Paulo/SP.
15h30 - Espaço Pião Produções Artísticas
Av. Sapopemba, 9335 - sala 2 – Jardim Adutora – São Paulo/SP – CEP: 03988-010 

26 de maio - Domingo
15h30 - Praça do Forró
Praça Padre Aleixo Monteiro, 26 - São Miguel Paulista. São Paulo/SP. 

Junho - A programação de junho será divulgada oportunamente. 

A Cia. Palhadiaço

A Companhia Palhadiaço iniciou, em 2013, sua pesquisa sobre fazer teatro a partir de estudos e pesquisas na arte do ator e da atriz. Em 2014, apresentou seu primeiro trabalho no Festival de Cenas Curtas - O Retrato Oval, de Edgar Allan Poe. No mesmo ano, produziu Que Isso Fique Entre Nós, texto autoral, e no segundo semestre começou o estudo de palhaçe. O Espetáculo Espetacular estreou, em 2014, com apresentações em Iracemápolis/SP e em Limeira/SP. Em 2015, participou do Sarau Pé de Cana, em Iracemápolis, e do Sarau MERAKI, em Cosmópolis/SP; também apresentou o espetáculo no espaço CEAC (Centro de Educação de Arte e Cultura), em Iracemápolis, Piracicaba e Limeira. Em 2016, dois integrantes foram selecionados para o Programa de Formação para Jovens do Doutores da Alegria. Em 2017, ocorreu a reestreia de Espetáculo Espetacular no Sarau do Povo, em São Miguel Paulista, com novos integrantes e novos números. No mesmo ano, a companhia realizou seu primeiro Cabaré Palhadiaço, no Parque São Rafael (ZL), na sede do Grupo Rosas Periféricas, e iniciou o projeto Banda Palhadiaço, cujo repertório traz músicas circenses, ritmos brasileiros e composições próprias. Em 2018, a Cia. estreou Presepadas, que conta com habilidades circenses e pesquisa junto ao público infantil, e, em 2019, Podia ser Pior, que investiga a palhaçaria periférica. Ainda em 2019, a Cia Palhadiaço foi contemplada pelo Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais - VAI 1 com o projeto Palhaço Marginal - A Lógica do Ilógico, que resultou no espetáculo Depósito, um estudo sobre palhaçe que está na borda e que não se adequa a um padrão. Após realizar pesquisas com moradories dos bairros Itaim Paulista e São Miguel Paulista, a trupe trouxe a questão: Qual o lugar desses artistas na sociedade? A obra foi apresentada na Praça do Forró e Ocupação dos Coroinhas, sendo logo adaptada para o formato virtual, devido à pandemia do coronavírus, para seguir a circulação pela ZL (Casa de Cultura Itaim Paulista e Casa de Cultura São Rafael), incluindo oficinas online e bate-papos sobre produção, dramaturgia e música. Em 2020, o coletivo foi contemplado novamente pelo VAI 1 com o projeto Palhaço Marginal - Pandemia Artística. Ainda sob restrições da pandemia, o espetáculo ocorreu de forma online em espaços da zona leste - São Mateus, Tiradentes, Guaianazes, São Miguel Paulista e Itaim Paulista. Em 2021, a pesquisa do audiovisual se tornou presente tanto pelo momento vivido quanto como alternativa para continuar trabalhando em tempos pandêmicos. Em 2022, a Cia estreou o espetáculo O C.O.R.R.E. (projeto Repi - A Entrega do Riso), contemplado pelo Edital ProAC 10/2020, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, que aborda a desassistência aos trabalhadores e trabalhadoras de entregas por aplicativos, subvertendo para lógica do palhaço, utilizando habilidades como patins, patinete e perna-de-pau. O espetáculo circulou por Casa de Cultura, praças e escolas. Em 2023, ao completar 10 anos de trajetória, o coletivo foi contemplado pelo Programa VAI II com o projeto Circulação Espetacular - 10 anos de Palhaçaria Marginal, que revisita seu primeiro trabalho, o Espetáculo Espetacular, com o intuito de aprimorar e circular pela Zona Leste.

 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
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quarta-feira, 3 de abril de 2024

Sesc Belenzinho apresenta show com o mineiro Zé Geraldo no projeto Estação Brasileira

O cantor e compositor Zé Geraldo se apresenta na Comedoria do Sesc Belenzinho, no dia 6 de abril, sábado, às 20h30, como atração do projeto Estação Brasileira. O artista entra em cena acompanhado de Jean Trad (guitarra), Carneiro Sândalo (bateria) e Carlito Rodrigues (baixo).

Zé Geraldo, aos 79 anos, interpreta sucessos de sua carreira, iniciada em 1967, a exemplo das canções “Milho aos Pombos”, “Rio Doce”, “Como Diria Dylan” e “Cidadão”, entre outras.

Zé Geraldo nasceu em Rodeiro, em Minas Gerais, e iniciou sua trajetória na música após um acidente automobilístico que interrompeu seu sonho de jogar futebol profissionalmente. Passou a participar de festivais de música e, assim, foi ganhando notoriedade. Influenciado por grandes artistas como Raul Seixas e Bob Dylan, há quase 60 anos ele vem ocupando palcos em todo Brasil, com seus versos sendo cantados em uníssono pelo público.

Com 17 álbuns e três DVDs lançados, o músico já se apresentou nos Estados Unidos e Canadá, além de participar de diversos trabalhos de outros artistas. Seus lançamentos mais recentes são: Canções e Versos (DVD, 2016), ao lado do violeiro Francis Rosa, e Hey Zé! (CD, 2019), com participação de Chico Teixeira, João Carteiro e Banda Mirim.

O projeto Estação Brasileira do Sesc Belenzinho contempla nomes consagrados e artistas da nova geração privilegiando a música popular feita no Brasil.

Serviço 

Show: Zé Geraldo e Banda
Projeto Estação Brasileira
Dia 6 de abril. Sábado, às 20h30.
Ingressos: R$ 50,00 (inteira), R$ 25,00 (meia) e R$ 15,00 (credencial plena).
Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc.

Limite de 2 ingressos por pessoa.
Local: Comedoria (500 lugares). Classificação: 14 anos. Duração: 90 minutos. 

SESC BELENZINHO
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.
Belenzinho – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 2076-9700 
sescsp.org.br/Belenzinho  

Estacionamento  
De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.  
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 8,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 17,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional.   

Transporte Público  
Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)   

Sesc Belenzinho nas redes  
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INFORMAÇÕES À IMPRENSA

Verbena Assessoria | Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 verbena@verbena.com.br 

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Tel.: (11) 2076-9762 | imprensa.belenzinho@sescsp.org.br

A Extraordinária Viagem ao Reino das Asas, infantil com as Rainhas do Radiador, faz temporada no Sesc Belenzinho

Foto de Camila Fontenele

O espetáculo infantil circense A Extraordinária Viagem ao Reino das Asas, com o coletivo Rainhas do Radiador, faz temporada no Sesc Belenzinho entre os dias 13 de abril e 1º de maio de 2024, aos sábados, domingos e no feriado (1/5), às 12h. A temporada faz parte do projeto CO_ME_ÇA desenvolvido pela unidade.

No enredo, durante um voo em balão de ar, duas palhaças caem em meio a uma floresta. Perdidas e sem saber como resolver a situação, elas encontram uma coruja embaixo de uma pilha de lixo e acabam descobrindo a história da Arara de Sete Cores, um pássaro que tem a solução de todos os problemas do mundo.

Na busca por encontrar essa fabulosa Arara, as palhaças se jogam numa instigante aventura que as leva a descobrir outros pássaros raros, como a Gaviola Real e a Ema refugiada que sonha em poder voar, entre outros. Após muitas dificuldades, as palhaças começam a perceber que somente abrindo o coração é que poderão voltar a voar.

Fundado em 2017, Rainhas do Radiador é um coletivo formado por mulheres palhaças que pesquisa a comicidade física feminina e a trajetória de tantas mulheres na história do circo. O grupo explora e pesquisa não só a potência desses corpos e desse humor na relação com todos os tipos de públicos, mas também busca inspirar importantes reflexões sobre a desigualdade de gênero e o tratamento dado às mulheres dentro do universo da comicidade e da cena circense.

Por meio de esquetes, acrobacias, cenas clássicas e autorais, transitando por diferentes linguagens, as artistas usam de suas excentricidades e irreverência, não apenas para colocar mulheres em foco, mas também para questionar a ausência e até o apagamento histórico de personagens femininas.

O projeto CO_ME_ÇA do Sesc Belenzinho contempla apresentações voltadas para o público infantil com diversas linguagens artísticas e temas variados. 

FICHA TÉCNICA - Direção: Heraldo Firmino. Dramaturgia: Ana Pessoa. Direção musical: Tetê Purezempla. Elenco: Aline Hernandes, Aline Machado, Ana Pessoa e Jussara Freitas. Cenografia e figurino: Maria Zuquim. Iluminação: Serafim Mariano. Composições musicais: Aline Machado, Jussara Freitas e Heraldo Firmino. Confecção de bonecos: Endira Drumond. Treinamento acrobático: Isadora Faro. Design gráfico: Auá Mendes. Produção: Lidia Sant’Anna.

Serviço 

Espetáculo: A Extraordinária Viagem ao Reino das Asas 
Com: Rainhas do Radiador
De 13 de abril a 1º de maio
Sábados, domingos e quarta-feira (feriado), às 12h.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia-entrada); R$ 10,00 (Credencial Plena); Crianças até 12 anos não pagam ingresso. 
Vendas no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc (a partir de 13/04, às 17h).
Local: Teatro (374 lugares). Duração: 60 min. Classificação: Livre. 

SESC BELENZINHO
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.
Belenzinho – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 2076-9700
sescsp.org.br/Belenzinho  

Estacionamento  - De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h. 
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 8,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 17,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional.   

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segunda-feira, 1 de abril de 2024

Terreiros Nômades promove encontros com Giselda Perê, Antoniella Vieira e Mestre Pedro Peu em escolas municipais

Terreiros Nômades - Macamba Faz Mandinga - Saberes Afrodiaspóricos nas Corporeidades da Cena é um projeto desenvolvido pela N’Kinpa - Núcleo de Culturas Negras e Periféricas.

 

Em abril, a N’Kinpa - Núcleo de Culturas Negras e Periféricas promove encontros/vivências com mestres e pensadores da cultura negra duas escolas municipais da Zona Sul de São Paulo. Alunos e professores da EMEF Ana Maria Alves Benetti e EMEI Cruz e Souza participam das atividades, constituídas por bate-papo, seguido por uma vivência prática.

No dia 02/4, a arte-educadora Giselda Perê é a convidada do projeto para falar sobre Oralidade - Fundamento das Culturas Pretas, na EMEF Ana Maria Alves Benetti, às 9h30 e às 13h30. Giselda é artista e educadora, há 20 anos, Mestra em Arte/Educação pelo Instituto de Artes da Unesp e fundadora do Agbalá Conta, núcleo de pesquisa e narração de histórias das culturas negras.

No dia 9/4, a EMEI Cruz e Souza recebe a psicóloga Antoniella Vieira que vai abordar o tema A Criação do Imaginário nas Infâncias Negras, às 9h30 e às 13h30. Antoniella é trabalhadora do SUS, ativista da Luta Antimanicomial e também das lutas pela Redução de Danos e Economia Solidária.

E Mestre Pedro Peu comanda o encontro Capoeira - Ginga Resistência e Ancestralidade nos dias 16/4, na EMEF Ana Maria Alves Benetti, e 23/4, na EMEI Cruz e Souza, ambas em dois horários, às 9h30 e às 13h30. Pedro Peu é coordenador do Grupo Batakerê e do Centro de Capoeira Angola, preparador corporal, percussionista, pesquisador, arte-educador, professor, dançarino, cantor e compositor. Sempre atuante na periferia da zona leste de São Paulo levando a arte e cultura para a comunidade.

Os Encontros integram o projeto TERREIROS NÔMADES - Macamba Faz Mandinga - Saberes Afrodiaspóricos nas Corporeidades da Cena que visa valorizar as culturas africanas, afrodiaspóricas e originárias colaborando para a aplicação efetiva, por meio da linguagem artístico-pedagógica, das Leis Federais nº 10.639/03 e nº 11.645/08; elas estabelecem a obrigatoriedade do ensino de história e de culturas afro-brasileira e indígena nas grades curriculares do ensino fundamental e médio. As duas escolas envolvidas foram contempladas no projeto por serem instituições onde essas leis são aplicadas levando a educação antirracista para além do material didático.

Ao longo de 2024, o projeto - contemplado na 41ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo - reúne várias atividades e estudos em ambas escolas. Trata-se das ações da coletiva N’kinpa em parceria com coletivos do entorno, vivências com mestres da cultura afrodiaspóricas, palestras e bate-papos com pensadores da cultura negra e indígena, encontros com pais, alunos e comunidade, programas de Podcast (A Cor da Nossa Cultura em Encontros e Redes) e criação de um espetáculo de teatro performático, concebido a partir de todo esse percurso, cuja estreia está prevista para novembro. Os temas abordados não serão restritos aos dias em que ocorrem as atividades. Nas semanas seguintes às ações, as escolas irão abordá-los e estudá-los junto aos alunos, expandindo as possibilidades de entendimento.

Segundo Joice Jane Teixeira, idealizadora e proponente do projeto Terreiros Nômades e coordenadora da coletiva N’kinpa, “a escolha da EMEF Ana Maria Alves Benetti e da EMEI Cruz e Sousa, além de serem escolas cujos projetos políticos-pedagógicos se pautam na implementação das Leis 10.639/03 e 11.645/08, deve-se ao fato de estarem localizadas no bairro do Jabaquara, na região sul da cidade, um dos territórios de grande relevância histórica para o povo negro”. E completa: “buscamos com estas ações, conteúdos e vivências estabelecer, além de um diálogo com crianças, jovens e adultos alargando o acesso às artes, devolver o que lhes foi negado, ou seja, as histórias e os saberes de povos que por conta do racismo estrutural histórico foram e ainda são invisibilizados. Acreditamos que a partir disso ampliaremos as reflexões políticas, culturais e sociais/econômicas, além de fomentar e formar um público ativo na luta pelos os direitos, propositivo e participativo da vida de sua comunidade”.

Joice ainda declara: “Terreiros Nômades busca formas e meios de erradicar as violências e os genocídios cometidos aos corpos racializados. Quer bulir sobre o nosso propósito no fazer artístico e cultural, na educação, expondo as dores e os cacos, mas também as dádivas, as estratégias e rotas que nos fizeram permanecer. Não há como não trazer a ética Ubuntu, a ética da matrilinearidade, as práticas e estratégias organizacionais dos diversos terreiros, pois os saberes africanos, por inúmeros processos de cognição, asserção e metamorfose, criaram e performaram as suas presenças nas Américas”.

Terreiros Nômades traz os pontos riscados das filosofias do povo negro, tão apagada, usurpada e violentada na colonialidade. “Evidencia nossa própria memória como um elemento recuperador e mantenedor de quem somos, de onde viemos e onde queremos chegar. É preciso retirar os corpos negros das ilusões e falácias de pertencer a um sistema racista colonial que nunca nos quis e nunca nos viu como seres humanos”, finaliza Joice Jane Teixeira. 

N’KINPA -  Núcleo de Culturas Negras e Periféricas é uma coletiva formada do encontro entre artistas-educadoras/es e agentes culturais negros e negras, dispostos/as e politicamente comprometidos/as a bulir, criar e propor ações contra coloniais para crianças, adolescentes e jovens a partir das cosmovisões africanas, afrodiaspóricas e originárias, visando a implementação das leis federais 10.639/03 e a 11.645/08.

Serviço
Projeto: TERREIROS NÔMADES - Macamba Faz Mandinga
Eventos restritos às escolas. 

Encontro/vivência: Oralidade - Fundamento das Culturas Pretas
2/4 (terça) - EMEF Ana Maria Benetti
Horários: 9h30 e 13h30 – Duração: 2h. 

Encontro/vivência: A Criação do Imaginário nas Infâncias Negras
Com Antoniella Vieira
9/4 (terça) - EMEI Cruz e Souza
Horários: 9h30 e 13h30 – Duração: 2h. 

Encontro/vivência: Capoeira - Ginga Resistência e Ancestralidades
Com Mestre Pedro Peu
16/4 (terça) - EMEF Ana Maria Alves Benetti
23/4 (terça) - EMEI Cruz e Souza
Horários: 9h30 e 13h30 – Duração: 2h. 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 -
verbena@verbena.com.br

segunda-feira, 25 de março de 2024

Sesc Belenzinho apresenta Tiganá Santana no feriado de Páscoa com participação de Conceição Evaristo

Shows integram a mostra Verso Livre e celebram 50 anos de Milagre dos Peixes, de Milton Nascimento.

Dando sequência à programação mostra da Verso Livre, o Sesc Belenzinho apresenta o baiano Tiganá Santana em dose dupla no feriado de Páscoa.

O cantor, compositor, poeta, filósofo e instrumentista baiano apresenta-se nos 30 e 31 de março de 2024, sábado, às 21h, e domingo, às 18h, com participação especial da escritora e poeta mineira Conceição Evaristo, que faz intervenções literárias ao longo da apresentação.

No concerto Milagres, Tiganá ao lado dos parceiros musicais Sebastian Notini e Ldson Galter, tendo ainda a presença dos músicos Cauê Silva, Marcelo Galter e Juninho Costa, rende homenagens aos 50 anos de lançamento do álbum Milagre dos Peixes, de Milton Nascimento. O trabalho de Milton, na ocasião do seu lançamento (1973), teve as letras de três canções (“Os Escravos de Jó”, “Cadê”, e “Hoje É Dia de Del Rey”) censuradas pela Ditadura Militar; e, até os dias de hoje, o artista é um dos símbolos da luta pela liberdade de expressão no país.

Nascido em Salvador, Bahia, Tiganá Santana é compositor, cantor, instrumentista, poeta, produtor musical, diretor artístico, curador, pesquisador, professor e tradutor. Depois de lançar três álbuns com produções, pesquisas e conceitos distintos, além de viagens e residências, Tiganá consolida uma personalidade musical e é eleito um dos dez músicos fundamentais da música atual brasileira pela revista inglesa Songlines. Com um timbre de voz inconfundível, ele lançou, em 2020, os álbuns Vida-Código e Milagres”, que revisita o disco Milagre dos Peixes, de Milton Nascimento, sob encomenda da gravadora alemã Martin Hossbach.

A primeira edição da mostra Verso Livre, segue até abril com programação que reúne shows de diferentes vertentes musicais e com formatos plurais, que têm em comum a transversalidade com a literatura, além de bate-papos e uma oficina com os artistas participantes. Os shows da série foram concebidos pelos artistas a partir da pesquisa de obras de poetas, poetisas, escritores e escritoras nacionais e internacionais ou, ainda, literatos. Cantores, compositores e escritores/poetas realizam os espetáculos juntos, unindo as duas linguagens, palavra e canção, de maneira pungente e inédita no palco.

Em abril, Marina Lima (05 a 07/4, sexta e sábado, às 21h, domingo, às 18h) chega com Uma Noite com Marina, e promete contar as histórias de algumas de suas composições. O gaúcho Vitor Ramil (13/04, sábado, às 21h) apresenta Avenida Angélica, trabalho dedicado à poesia de sua conterrânea Angélica Freitas. E Bruna Lucchesi (21/04, domingo, às 18h) finaliza a série com a estreia do show Berros e Poesia, inspirado no universo da poesia musicada.  

Bruna Lucchesi também ministra a oficina Leminski Também é Música (17/4, quarta, às 19h), concebida como um encontro para ouvir, contextualizar e analisar a obra musical do poeta e compositor curitibano, seu conterrâneo, Paulo Leminski.

Serviço

Mostra VERSO LIVRE | Março e abril de 2024
Informações/ingressos: www.sescsp.org.br/sesc-belenzinho-apresenta-a-mostra-verso-livre/ 

Show: Tiganá Santana – em Milagres
Participação especial: Conceição Evaristo
30 e 31 de março. Sábado, às 21h, e domingo, às 18h
Ingressos: R$ 50,00 (inteira), R$ 25,00 (meia) e R$15 (credencial plena).
Local: Teatro (374 lugares). Classificação: 12 anos. Duração: 90 minutos.

 

SESC BELENZINHO
Rua Padre Adelino, 1000. Belenzinho - São Paulo (SP).
Tel.: (11) 2076-9700 | www.sescsp.org.br | @sescbelenzinho

Estacionamento
De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h. Valores/março: Credenciados plenos do Sesc: R$ 5,50 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R 12,00 a primeira hora e R 3,00 por hora adicional.

Transporte público - Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)

 


INFORMAÇÕES À IMPRENSA

Verbena Assessoria | Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 verbena@verbena.com.br

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Monarckas realiza A Quebrada É Boa em Sapopemba que fomenta arte e lazer a partir da cultura hip-hop

Evento gera grande mobilização na Zona Leste com DJ’s, MC’s, breaking, grafite e oficinas abertas à comunidade sob comando do grupo Monarckas - Ronne Cuz, Dablyo e léo.malik.

O grupo Monarckas - atuante em Sapopemba, Zona Leste paulistana, há 20 anos - realiza no dia 07 de abril de 2024, o evento A Quebrada É Boa, a partir das 17 horas. Com atividades que contemplam os elementos do hip-hop - MC’s, DJ’s, Breaking e Grafite - o evento acontece na Av. Sapopemba, 13.525, sendo aberto à toda a comunidade.

Além dos integrantes do Monarckas, Ronne, léo.malik e DJ Dablyo, soma-se ao evento a rapper Freeda, revelação 2024 no papel de MC residente. Nesta edição, o evento traz atrações convidadas - Jhayan e a selecta Juta Posse -  e conta com participação de B-boys e B-girls do Future K e da grafiteira Kari. O público também vai desfrutar de vivências e oficinas ministradas pelos integrantes do Monarckas, por Kari e pelo Future K.

Este é o primeiro de uma série de cinco encontros. Os próximos estão previstos para os dias 19/04 (às 18h, Terminal Sapopemba), 15/05 (às 19h, Quadra Moleque Travesso), 23/06 (às 17h, Quadra da 70) e 14/07 (às 18h, Praça do Botafogo). A realização de A Quebrada é Boa, em 2024, pelo grupo Monarckas foi viabilizada pela 20ª Edição / 2023 do Programa VAI - Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Movimento que alia arte e resistência, A Quebrada É Boa pretende reunir a comunidade e celebrar a arte periférica, onde cada um contribui com o a ferramenta que tem, para mostrar que coisas boas estão também na quebrada. “Queremos desmistificar a nossa região como um lugar lembrado só pela violência. As pessoas que vivem em Sapopemba, ou em qualquer outra periferia, merecem respeito, e arte, e cultura, porque existe efervescência cultural e muita gente que faz de Sapopemba um lugar que vibra na arte”, declara o DJ Dablyo. O lema do Monarckas está na letra da música do grupo “Pense em Si”: “Não fique parado esperando acontecer, seja a mudança que deseja ver”. O Ronne Cruz declara: “A Quebrada é Boa traduz a mudança que desejamos ver na nossa quebrada”.

A Quebrada é Boa teve início no ano de 2013, quando os integrantes, todos de Sapopemba, notaram a urgência de ir além do fazer artístico, de realizar shows. “Era preciso introduzir na comunidade ações afirmativas cotidianas para ocupar a lacuna deixada pela falta de acesso aos bens culturais permanentes em nosso território. Para isso, lançamos mão da ferramenta que transformou nossas vidas: o movimento hip-hop”, comenta Ronne Cruz.

Periodicamente, o Monarckas passou a realizar shows itinerantes com vivências e oficinas de MC, DJ, grafite e dança, além de deixar o microfone aberto para quem desejasse recitar poemas ou mostrar músicas em pontos de difícil acesso das ruas, becos e vielas do região. O melhor resultado deste período de iniciativa foi atribuir o verbo esperançar na comunidade e ver o riso da criança mais triste e carente’, como diz a letra do Racionais MC’s”, comentam. 

A objetivo do projeto é ser um elemento transformador; propiciar o desenvolvimento pessoal e comunitário, construindo pontes entre o conhecimento e o bem viver de crianças, jovens, adultos(as) e idosos(as) do Sapopemba, além de estimular a prática da cidadania e uma nova abordagem das narrativas, tirando-as do círculo vicioso da sociedade que transborda desigualdades sociais nas periferias.

“Nos meus primeiros passos no hip-hop, no início dos anos 90, aprendi através da oralidade e de vivências o poder transformador dessa cultura. Cada elemento do hip-hop respeita a individualidade. No meu caso, sempre apreciei a luta nos bastidores, e neste universo escolhi ser DJ, mal sabia eu do poder dessa função na vida das pessoas. Amo o que faço e o nosso projeto A Quebrada É Boa me dá a oportunidade de aprender e ensinar ao mesmo tempo”, declara DJ Dablyo. E o MC léo.malik completa: “Com A Quebrada é Boa eu consigo notar uma gama de saberes na territorialidade ‘minha quebrada’, que explora o melhor do seu viés artístico-cultural, onde os residentes tem muito a oferecer”.

A Quebrada é Boa, pelo Monarckas

“Nas ruas de Sapopemba, onde o sol acaricia o asfalto e os sonhos dançam ao vento, nasce A Quebrada é Boa, um projeto em movimento, tecido pelas mãos do grupo Monarckas. Neste palco de concreto, o Hip Hop se torna o fio condutor de uma jornada onde os quatro elementos dançam em harmonia. O microfone ecoa como um trovão, as rimas fluem como água cristalina, os passos de dança são como folhas ao vento, e os grafites são as cores que pintam os sonhos nas paredes cinzentas. A Quebrada é Boa é mais do que um evento, é um altar onde a comunidade se reúne para celebrar a vida, a arte e a resistência. Cada batida é um coração pulsante, cada verso uma história contada, cada passo uma dança de liberdade. É um convite para todos, das crianças aos mais velhos, para se juntarem e serem parte desse espetáculo de amor e união. A Quebrada é Boa seja sempre o eco dos sonhos que voam alto, das vozes que se levantam e das mãos que se unem, erguendo-se como um hino de esperança nas ruas de Sapopemba”.

Grupo Monarckas - Fundado em 2003, o nome do Monarcas foi inspirado pelo verso “Não faz mal que seja pouco, o que importa é que o avanço de hoje seja maior que os de ontem e que nossos passos de amanhã sejam mais largos que os de hoje”, do poema Brasil, Seja Monarca do Mundo, de Daisaku Ikeda. A história começou com Ronne e Dablyo, que se conheciam por grupos que integraram. Posteriormente, juntaram-se com Audiocombo, Diazz e Cello, um importante período de diversidade musical do Monarckas com lançamento de um disco, shows e programas de TV. Após esse período, os três seguiram com seus projetos, e a dupla de fundadores manteve o Monarckas relevante na cena até a chegada de léo.malik trazendo lirismo e conteúdo, resultando em muitas músicas, videoclipe e rádio com a música Lado Lost que mostrou o Monarckas para o Brasil, em 2022. O Monarckas já dividiu palco com Arnaldo Antunes, Emicida, Otto, Nação Zumbi, Criolo, Doctor MC’s, Rappin’ Hood, Rael, MC Marechal, Sampa Crew, Edi Rock e DJ Kl Jay (Racionais MC’s), SNJ e MV Bill, entre outros. Lançamentos: coletânea Singela Homenagem (2010); EP Tocadiscos e Microfones (2013); singles: A Febre (part. Doctors MC's, 2015); Leste É o Lado (2016), Lado Lost (2017), Minha Brisa (part. Bocato e Priscila, 2018), 011 Capital (2019), Minha Brisa (2022) e Sapopemba É o Lugar (2022). O grupo também desenvolve trabalho social e cultural contínuo na região do Sapopemba: palestras nas escolas públicas sobre como se tornar um valor na sociedade a partir do lugar que se encontra; oficinas de poesias gratuitas nas escolas. A particularidade de sua atuação está em aliar os elementos da música rap com criatividade e ousadia: riscos, instrumentais de peso, trechos musicais garimpados com atenção, boa vibração e temas variados fazem de sua estética uma arte singular.

Serviço

Evento: A Quebrada É Boa
Data: 07 de abril de 2024 – Domingo, às 17h
Local: Av. Sapopemba, 13.525 - Jardim Adutora. São Paulo/SP.
Próximo à Estação São Mateus - Monotrilho
Gratuito - evento ao ar livre. Duração: 4h. Classificação: Livre.
Intérprete de Libras (apresentações do grupo Monarckas). 

Apresentações
MC’s: Ronne Cruz, léo.malik e Freeda
DJ residente: DJ Dablyo
Atrações convidadas: Jhayan e Juta Posse (dancehall)
Grafiteira: Kari
B-boys e B-girls: Future K
Oficineiros/as: grupo Monarckas, Kari e Future K

EQUIPE - Fotografia: Mateus Silva. Vídeos: Lucas Clarity. Arte gráfica: Mattenie. Rodie: Beto Premier. Técnico de som: Flavio FL. Produção artística: léo.malik e Dablyo. Produção executiva e administrativa: Pião Produções Artísticas. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Realização: Monarckas.

Próximas apresentações

19 de abril – Sexta-feira, às 18h
Local: Terminal Sapopemba
Av. Arquiteto Vilanova Artigas, S/N - Sapopemba. São Paulo/SP. 

15 de maio – Quarta-feira, às 19h
Local: Quadra Moleque Travesso
Rua Raia, 94 - Jd. Planalto (Praça Moleque Travesso). São Paulo/SP. 

23 de junho – Domingo, às 17h
Local: Quadra da 70
Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello, S/N - Sapopemba. São Paulo/SP. 

14 de julho – Domingo, às 18h
Local: Praça do Botafogo (Praça Noemia Campos Sica)
Rua Ana Popovici, S/N - Sapopemba. São Paulo/SP. 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

Sábado de Aleluia tem show Filó Machado 60 Anos de Música em São Luiz do Paraitinga

Foto Marco Aurélio Olímpio 

No dia 30 de março (Sábado de Aleluia), a cidade de São Luiz do Paraitinga, SP, recebe o show Filó Machado 60 Anos de Música, que acontece no Coreto Elpídio dos Santos - Praça Dr. Oswaldo Cruz, às 20h.

No palco, Filó (voz e violão) apresenta-se acompanhado por Felipe Machado (violão e voz) e Fábio Leandro (teclados). O show dá continuidade às comemorações dos 60 anos de carreira do multi-instrumentista, iniciadas em 2021.

Filó Machado, 73 anos, é reconhecido não só pelo virtuosismo como multi-instrumentista ou pela originalidade e criatividade nas composições; sua interpretação encanta pelo timbre personalíssimo e pela força de seu canto. O roteiro ilustra sua rica e longa trajetória de parcerias em paralelo à sua busca pela originalidade: acordes inspirados no que aprisiona e na liberdade despretensiosa, usando as linhas melódicas como elementos de ligação entre as perspectivas e as influências recebidas. Filó Machado 60 Anos de Música é uma viagem que promete emocionar o público pelos acordes, pelas melodias e pelas canções.

No programa do show estão músicas autorais compostas ao longo da carreira, incluindo parcerias como a com Judith de Souza (“Retrato Antigo”) e as composições próprias “Vadeco”, “Plano de Voo”, “Wal”, “Momento Exato” e “Tarde de Novembro”.

 

O show Filó Machado 60 Anos de Música passará por seis cidades paulistas, incluindo a capital. O projeto, idealizado pela Belic Art.Cultura, foi contemplado pelo ProAC - Programa de Ação Cultural, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, no Edital 17-2023 Música Popular / Circulação de Espetáculo.

Filó Machado | www.filomachado.com 

 

Filo Machado, que começou a tocar aos 10 anos, é cantor, compositor, multi-instrumentista, arranjador e produtor. Com mais de 60 anos de carreira, 14 discos gravados, um Prêmio Profissionais da Música – Categoria Autor e uma indicação ao Grammy Latin Jazz, é considerado um "mestre da música". Entre discos e palcos, realizou trabalhos com nomes como: Michel Legrand, Jon Hendricks, Dory Caymmi, Gal Costa, João Donato, Raul de Souza, Arismar do Espírito Santo, Leny Andrade, Os Cariocas, Tetsuo Sakurai, Hermeto Paschoal, Andreas Oberg, John Patitucci, Djavan, Jorge Vercillo, Rosa Passos, SWR Big Band Stuttgard e Warvey Waynapel, entre outros.

 

Apresentou-se em teatros e festivais: Teatre de Bercy (Paris), Carnegie Hall (New York), Massey Hall (Toronto), Java Jazz Festival (Jackarta), Teatre Flagey (Bruxelles), Teatro Nacional Sucre (Quito), Teatro de Kiev (Kiev), D'izzys Club Coca-Cola (New York), The Triple Door (Seattle), Pescara Jazz (Ilhas Canárias), Barquisimeto Jazz (Venezuela), Brazilian Day in Stolcom e, no Brasil, Festival Sp Choro in Jazz, Lençois Jazz & Blues, POA Jazz Festival, Santos Jazz, Natal Fest Bossa & Jazz.

 

No ano de 2011, ministrou masterclass na Berklee College of Music, em Boston/EUA. Em 2015, participou do programa Ensaio com Fernando Faro. Em 2017, recebeu o prêmio de melhor autor/compositor pelo PPM; realizou turnê e workshop pela Ucrânia, Bielorrúsia, Inglaterra e França; participou do Toronto Jazz Festival, além de fazer shows e workshop em Montreal. Também participou do primeiro Fundinho Jazz Festival em Uberlândia, MG, e foi jurado do FENAE, na cidade de Curitiba. Em 2018, participou do Festival Jazz & Blues de Guaramiranga, realizou turnê com seu neto Felipe Machado, seu irmão Celso Machado e o baterista canadense Alan Hetherington pelo Canadá (Toronto, Vancouver, Sydney e Montreal), participou do Toronto Jazz Festival e realizou o show Gerações com seu filho, o baterista Sergio Machado, e o neto Felipe ao lado de Arismar do Espírito Santo e Thiago Espírito Santo, no Sesc Belenzinho, e participou do Curitiba Jazz Festival, no Paraná.

 

Em 2019, participou do Brasil Music Summit (SP, Brasil) e do HUA HIN Jazz Festival (Tailândia), do Brazilian Day (Estocolmo/Suécia), e do Choro Jazz 10 Anos (Jericoacoara). Em 2020, Filó Machado realizou um show online em comemoração aos 40 anos do Teatro Sergio Cardoso, além de outros virtuais com seus músicos em formações diversas: Brooklinfest pela AEMB, Dia da Consciência Negra pela Vila Itororó, Dia do Samba pela Casa de Cultura Hip Hop Sul, Dia da Bossa Nova pelo Clube da Bossa de Brasília e outros.

 

Em 2021, comemorou 70 anos de vida e 60 de carreira com shows virtuais; lançou o Filó Machado 60/70 Songbook para ser baixado gratuitamente; dirigiu show do neto Felipe Machado; participou do Festival SP Choro in Jazz, do qual também foi diretor musical, e apresentou-se em unidades do SESI São Paulo, entre outras atividades. Em 2023, apresentou-se no Sesc Rio Preto, no Sesc Pompeia e no Teatro B32, como convidado da Orquestra Brasil Jazz Sinfônica, e realizou a Eurotour, que passou por países como Lituânia, Alemanha, Espanha, Itália, Portugal e França. Em 2024, prepara o lançamento de dois novos álbuns e, em razão de ter sido selecionado pelo Prêmio Ibermusic, fará uma circulação do espetáculo atual por Portugal.

 

Serviço

Show: Filó Machado 60 Anos de Música
Data: 30 de março – Sábado, às 20h

Local: Coreto Elpídio dos Santos
Praça Dr. Oswaldo Cruz - Centro. São Luiz do Paraitinga/SP.
Gratuito. Duração: 60 minutos. Classificação: Livre. 

Filó Machado nas redes - @filomachadomusico.

 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br