quarta-feira, 22 de agosto de 2018

Mariana Lima encena Cérebro_Coração no Sesc Belenzinho com direção de Enrique Diaz e Renato Linhares


Dirigido por Enrique Diaz e Renato Linhares, primeiro texto teatral de
Mariana concorre ao Prêmio Shell nas categorias melhor dramaturgia e atriz.
Foto de Leo Aversa
A aula-performance Cérebro_Coração - resultado de um longo processo criativo que Mariana Lima experimentou nos últimos sete anos – estreia temporada no Sesc Belenzinho, no dia 24 de agosto, sexta, às 21h30. O espetáculo fica em cartaz na unidade até o dia 23 de setembro: sextas e sábados, às 21h30, e domingos e feriados, às 18h30.

Motivada pela leitura de Em Busca do Tempo Perdido, de M.Proust, e por uma série de acontecimentos pessoais, ela começou a pesquisar, improvisar e escrever sobre memória, linguagem e neurociência. A versão final do texto foi construída no período de ensaios, com a colaboração de Enrique Diaz e Renato Linhares, também diretores do espetáculo. No palco, a atriz encena o que definiu como ‘aula-performance’, ao borrar a fronteira entre o teatro e a sala de aula.

“Eu sempre escrevi muito, mas em cadernos que só eu acessava. Tentei compensar de algum modo minha lacuna de não ter feito universidade com o autodidatismo, lendo e participando de aulas como ouvinte. Algumas delas me transformaram profundamente. Aquilo me despertou um interesse novo e muito pulsante na performance de um professor na sala de aula, tensionando o mundo das ideias com a presença dele e a dos alunos, despertando interesses e provocando erupções inesperadas. Fiquei com vontade de experimentar o que seria fazer uma aula como um espetáculo e fui juntando tudo neste formato”, conta Mariana.

Não à toa, durante o período de ensaios, o espetáculo foi apresentado para alunos do Ensino Médio em algumas escolas da Rede Estadual do Rio de Janeiro (São João de Meriti e Nova Iguaçu). O texto foi mostrado, ainda em processo, em salas de aula, sem nenhuma maquiagem cênica, contando apenas com a força da palavra. As muitas conversas com estudantes e professores também foram fundamentais para a versão final da peça. Ao longo da temporada, os encontros pelos colégios vão continuar.

“Em alguns casos, os alunos acharam que era uma aula de verdade, foi muito bonito. Viram ali uma cientista falando de cérebro, de neurologia. Só acharam que era uma aula diferente, onde estavam sendo convidados para fechar os olhos e olhar para dentro”, relembra Mariana, cujo desejo de levar teatro para as salas de aula vem ao encontro de furar uma certa bolha que separa o teatro da juventude e de uma massa muito carente de cultura no País. “Não me interessa fazer espetáculo para uma bolha de gente, feita de pares e algoritmos. Como fazer para que a massa fora da bolha vá ao teatro e se interesse? Penso que ir até eles pode ajudar a responder essa pergunta”, analisa.

Perguntas não faltam no texto de Mariana. A partir de algumas informações científicas, ela compartilha uma série de questionamentos, expõe pensamentos, fragilidades e verdades ambíguas. Para ela, tanto o teatro como a sala de aula são lugares de transformação e de troca, onde você nunca sai da mesma forma que entrou. 

“Não tenho desejos e inclinações messiânicas, de querer expor a minha verdade. O espetáculo é mais um compartilhamento de perguntas do que de respostas.  Tem mais a ver com expor a falha do que expor certezas e pensamentos bem acabados”, sugere.

Entre as referências usadas na concepção do espetáculo, está a obra de Leonilson (José Leonilson Bezerra Dias (1957-1993), artista visual cujo trabalho é, predominantemente, autobiográfico e movido pela necessidade de registrar sua subjetividade. ‘É bom lembrar de olhar para você mesmo, não o você que se expõe midiaticamente o tempo todo. É poder olhar para o que você seria bem lá dentro, do jeito que o Proust, a Clarice, o Leonilson e a Hilda Hilst olharam’, conclui Mariana.

Trajetória

A trajetória de Cérebro_Coração começou em São Paulo, há cerca de sete anos. Neste período, Mariana gravava uma série de improvisos em uma sala de ensaio e enviava para a atriz e dramaturga Isabel Teixeira, que transcrevia e retornava com outras propostas e estímulo de escrita. O resultado do trabalho gerou um texto chamado Câmera Escura, que foi apresentado para amigos em sessões íntimas. Além de o processo ser determinante para o desenvolvimento da sua personalidade como escritora, parte do material escrito foi levado para a peça atual.

Em paralelo, Mariana leu os sete volumes de Em Busca do Tempo Perdido, de Proust, e expandiu os seus horizontes no campo relacionado à memória e lembranças. A pesquisa foi atravessada por uma intensa crise pessoal: “Comecei a tomar remédios e a me interessar por esse desvio, essa falha no funcionamento da máquina que é a nossa cabeça. Era como se eu estivesse sendo comandada pelo meu coração. Como se ele estivesse na minha cabeça, um coração pulsante, machucado e sensível”, relembra a atriz.

O percurso chegou à etapa final com a chegada de Enrique Diaz e Renato Linhares, que assumiram a direção e a colaboração dramatúrgica. Já trabalhamos muito juntos. Por isso mesmo queríamos navegar em mares desconhecidos e estar em outro lugar agora, diferente e novo. Os dois foram muito ativos no processo de escrita, fui muito desafiada e estimulada por eles’, conta a atriz, que dividiu o palco com Renato em A Mulher que Matou os Peixes... E Outros Bichos (2009) e foi dirigida por Diaz em A Primeira Vista (2012), A Paixão Segundo G.H. (2002) e Gaivota – Tema para um Conto Curto (2006).

Ficha técnica

Atuação e dramaturgia: Mariana Lima
Direção e colaboração dramatúrgica: Renato Linhares e Enrique Diaz
Cenografia: Dina Salem Levy
Iluminação: Beto Bruel
Projeções: Mídias Organizadas | Paola Barreto, Lucas Canavarro, João Iglesias e Jonathan Nunes
Trilha sonora: Lucas Marcier
Assistência de direção: Luisa Espindula
Figurinos: Marina Franco
Preparação Corporal: Laura Samy
Consultoria em arte contemporânea: Luisa Duarte
Operação de som: Joana Guimarães
Operação de luz: Luana Della Crist
Operação de projeção: Lina Kaplan
Camareira: Conceição Telles
Captação de imagens em estúdio: Théo Tajes
Construção de cenografia: Camuflagem
Cenotécnico responsável: Wilker Barros
Visagismo: Brenno Santos
Arte gráfica: Cubículo | Fábio Arruda e Rodrigo Bleque
Assessoria de imprensa: Factoria Comunicação 
Realização: Sesc SP

Equipe Quintal Produções 
Produção e administração: Quintal Produções
Direção geral: Verônica Prates
Coordenação artística: Valencia Losada
Produção executiva: Thiago Miyamoto
Assistência de produção: Eduardo Alves
Direção de palco: Iuri Wander 

Serviço

Espetáculo: Cérebro_Coração
Temporada: 24 de agosto a 23 de setembro
Horários: Sextas e sábados, às 21h30. Domingos e feriados, às 18h30
Duração: 70 minutos. Classificação indicativa: 14 anos. Gênero: Drama
Local: Sala de Espetáculos (90 pessoas)
Não recomendado para menores de 12. Duração: 1h30.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira); 15,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$ 9,00 (credencial plena do Sesc: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes). Venda pelo Portal e unidades do Sesc.

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP). Telefone: (11) 2076-9700

Estacionamento: Para espetáculos com venda de ingressos após as 17h: R$ 15,00 (não matriculado); R$ 7,50 (credencial plena no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/ usuário).

Assessoria de imprensa – Período: 15/07 a 02/12/2018
VERBENA Comunicação
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Banda Mkamba lança EP Cresça e Apareça em show no Brazileria dia 25 de agosto


DJ Killa toca na abertura e fechamento da noite.

No dia 25 de agosto (sábado), a banda Mkamba faz show no Brazileria, espaço fundado por Zé Rodrix, em São Paulo, comemorando o lançamento de seu primeiro EP, Cresça e Apareça.

A noite promete muita energia, suingue e balanço. O espetáculo tem participação do DJ Killa que faz um prólogo, às 22h, e volta para encerrar a noite.

O som da Mkamba é uma vibrante mistura de reggae com pop rock e pitadas da música eletrônica. Os arranjos trazem a assinatura da banda, executados com precisão e virtuosimos por seus integrantes: Dudy Cardoso (vocais), Ordep Lemos (guitarra e backing vocal), Vicente Dias Jacomini (guitarra e backing vocal), James Santana (contrabaixo) e Dmitri Medeiros (bateria).

O EP Cresça e Apareça – que estará disponível na mesma data do show, 25/8, no Spotify, canal no YouTube e site oficial (bandamkamba.com.br) - registra sete composições autorais: “Cresça e Apareça” (Ordep Lemos), “Ficar de Love” (Ordep Lemos), “Fuma Flor” (Dudy, Ordep e Rodrigo Tuchê), “Hei de Vencer” (Dudy Cardoso), “Lá na Serra” (Ordep Lemos), “Ora Doutor” (Dudy Cardoso) e “Pés Descalços” (Ordep e Paulinho Rocha).

O setlist do show na Brazileria traz ainda composições inéditas como “Desapegue” e “Viajando Pelo Mundo” (ambas de Ordep e Dudy), além de releituras de canções de Bob Marley, The Doors e The Beatles.

A Mkamba foi fundada por Ordep Lemos e, em 2012, um encontro musical entre o cantor compositor Dudy Cardoso promoveu um novo momento à banda, mais produtivo, atuante e criativo. Atualmente, todos os integrantes são artistas experientes com extensa estrada musical. Em alguns dialetos africanos, o termo “mkamba” significa “de mãos dadas”, “estamos juntos” ou “amigos que se ajudam”.

SORTEIO: O público será brindado com sorteio de camisetas da Mkamba e de uma super tatuagem de Álvaro Medrado (tatuador conceituado na Bahia, recém-estabelecido na capital paulista).

Perfis

Ordep é multi-instrumentista, compositor e produtor musical. Figura importante da cena alternativa baiana, ele foi um dos fundadores do grupo Lampirônicos, no final dos anos 90, com o qual gravou dois discos. Tocou com vários artistas e lançou seu álbum solo Ordep, em 2014, pelo selo Comando S.

Dudy, cantor e compositor, assina a maioria das músicas, além de comandar o vocal do grupo. Foi indicado ao Grammy Latino, em 2013, com a canção "Roda Gigante", em coautoria com banda Biquini Cavadão.

Vicente também é multi-instrumentista e assume uma das guitarras do Mkamba, ao lado de Ordep. Paulistano, iniciou-se na música como baixista e integrou várias bandas da cena underground da capital. É também finalizador de áudio e produtor musical.

Baixista de “mão pesada”, James integrou as bandas Karne Krua, uma das mais antigas representantes do hard rock brasileiro, Máquina Blues e World Guerrilha Mauá. Também tocou por todo o Brasil com o grupo Alapada.

Natural de Natal (RN), Dmitri é batera atuante há mais de 10 anos na cena paulista, tocando com nomes expressivos como Kiko Zambianchi, O Surto e Alice Não Dorme, entre outros. Conhecido pela versatilidade, ele é fundamental no ritmo e no astral da Mkamba.

DJ Killa (23 anos) é paulistano da zona norte. Destaque da nova geração de DJs do Brasil, ele possui personalidade musical e feeling que sempre surpreendem a plateia. Killa leva no case um arsenal pesado de sons - do hip-hop à música brasileira, dos clássicos aos hits do momento, tocando em clubes e eventos como Festival Universo Paralello, Festival Tribal Tech, Clash Club, Lions Club, Purple Hills, Primavera Te Amo, Casa das Caldeiras e nas convenções de tatuagem Tatto Week SP e Convenção Internacional de Joinville, entre outros. Já dividiu o palco com Racionais MC’s, Marcelo D2, Chali 2NA, Natiruts, Almir Guineto, Thaíde, Onze20, Oriente, Falamansa, Soulja Boy, Maneva, Gabriel o Pensador, DJ Nuts e KL Jay.

Serviço

Show: Mkamba - Lançamento do EP Cresça e Apareça
Abertura e encerramento: DJ Killa
Dia 25 de agosto. Sábado, às 22h
Ingressos: R$ 15,00. Aceita dinheiro e todos os cartões.
Capacidade: 55 lugares. Duração: 2h30. Classificação: 18 anos.

Brazileria
R. Clélia, 285 - Lapa, SP/SP
Tel: (11) 2628-4211. Ar condicionado. Wi-fi.
Não possui acessibilidade (no espaço do show) nem estacionamento.



quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Blubell, Miranda Kassin e Hélio Flanders cantam em tributo a Bowie no Sesc Belenzinho


Dirigido por Natalia Mallo, o Tributo a David Bowie traz sucessos do artista britânico, bem como composições menos conhecidas do grande público em versões atualizadas e celebrativas.

O show – que acontece no dia 10 de agosto (sexta, às 21h), no Teatro do Sesc Belenzinho – tem participação especial de Blubell, Miranda Kassin e Helio Flanders.

O projeto nasceu com o intuito de contextualizar a obra de Bowie sob o seu ponto de vista musical, estético e comportamental em relação à produção musical contemporânea no Brasil, para resultar em um espetáculo contagiante e dançante.

A banda que toca no Tributo a David Bowie é formada por Natalia Mallo (violão e vocal), Ramiro Murillo (guitarra e vocal), Danilo Penteado (guitarra, teclados e vocal), Rui Barossi (contrabaixo) e Naná Rizzini (bateria).

Entre as canções do set list estão Changes e Rebel Rebel, na voz de Helio Flanders, Modern Love e Oh You Pretty Things, na interpretação de Blubell, e As the World Falls Down e You Feel so Lonely You Could Die, por Miranda Kassin.

O espetáculo já foi registrado em DVD e faz parte do acervo do MIS – Museu da Imagem e do Som.

Serviço

Show: Tributo a David Bowie
Com: Natalia Mallo, Ramiro Murillol, Danilo Penteado, Rui Barossie Naná Rizzini.
Participação: Blubell, Miranda Kassin e Helio Flanders.
10 de agosto. Sexta, às 21h
Local: Teatro (392 pessoas)
Não recomendado para menores de 12. Duração: 1h30.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$ 6,00 (credencial plena do Sesc: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes). Venda pelo Portal e unidades do Sesc.

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP). Telefone: (11) 2076-9700

Estacionamento: Para espetáculos com venda de ingressos após as 17h: R$ 15,00 (não matriculado); R$ 7,50 (credencial plena no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/ usuário).

Banda Mkamba toca dia 18/8 em esquenta para show de lançamento do primeiro EP


No dia 18 de agosto (sábado), a banda Mkamba toca no Bar do Gê, em Perdizes, às 17h30, com entrada franca. O show é um esquenta para o lançamento de Cresça e Apareça, primeiro EP do grupo, que ocorre ainda em agosto.

O som da Mkamba é uma vibrante mistura de reggae com pop rock e pitadas da música eletrônica. Os arranjos trazem a assinatura da banda, executados com precisão e virtuosimos por seus integrantes: Dudy Cardoso (vocais), Ordep Lemos (guitarra e backing vocal), Vicente Dias Jacomini (guitarra e backing vocal), James Santana (contrabaixo) e Dmitri Medeiros (bateria).

No setlist, composições inéditas como “Desapegue” e “Viajando Pelo Mundo” (ambas de Ordep e Dudy), além de releituras de canções de Bob Marley, The Doors e The Beatles e faixas do EP: “Hei de Vencer” (Dudy Cardoso), “Ficar de Love” (Ordep Lemos), “Pés Descalços” (Ordep e Paulinho Rocha), “Curte a Flor” (Dudy, Ordep e Rodrigo Tuchê) e outras.

A Mkamba foi fundada por Ordep Lemos e, em 2012, um encontro musical entre o cantor compositor Dudy Cardoso promoveu um novo momento à banda, mais produtivo, atuante e criativo. Atualmente, todos os integrantes são artistas experientes com extensa estrada musical. Em alguns dialetos africanos o termo “mkamba” significa “união” ou “amigos que se ajudam”.

Serviço

Show: Mkamba & DJ Killa
Dia 18 de agosto. Sábado, às 17h30
Grátis. Aceita dinheiro e cartões
Duração: 1h30. Classificação: 18 anos

Bar do Gê
Rua Caetés, 509 - Perdizes, São Paulo/SP
Telefone: (11) 2841-6447. Aceita cartões.

Sesc Belenzinho recebe instrumental do Renata Montanari Trio com participação do sax de Mané Silveira

Foto por Flávio Porto

O projeto Jazz Clube do Sesc Belenzinho apresenta, no dia 12 de agosto (domingo, às 18h) o show Renata Montanari Trio com participação do saxofonista e flautista Mané Silveira. Acompanhada por Rui Saleme no violão e Danilo Moura na percussão, a violonista mostra suavidade e brasilidade em um trabalho carregado de swing.

Renata Montanari interpreta composições autorais de seu primeiro CD solo, Entre o Som e o Silêncio, e arranjos para temas de grandes nomes da música brasileira como Milton Nascimento, Hermeto Pascoal e Filó Machado, além de músicas autorias inéditas.

O disco Entre o Som e o Silêncio é resultante do processo de criação e pesquisa da linguagem do violão brasileiro, desenvolvido por Renata. No repertório estão músicas próprias em arranjos originais de temas instrumentais para violão solo, duos, trios e quarteto, e composições como Ponta de Areia, de Milton Nascimento e Fernando Brant, e Forró Brasil, de Hermeto Pascoal. Seus arranjos trazem diferentes combinações de timbres, cria espaço para a improvisação e explora a riqueza rítmica e harmônica da nossa música. O álbum conta com participação de nomes da música instrumental como Sizão Machado (contrabaixo), Rui Saleme (guitarra) e Tico Delisa (bateria e percussão).

O projeto Jazz Clube do Sesc Belenzinho contempla o jazz em suas diversas ramificações e estilos, apresentado em trabalhos autorais e homenagens a nomes expressivos do gênero.

Foto por Flávio Porto
Renata Montanari - Violonista, guitarrista e compositora, Renata dedica-se à criação e divulgação da música instrumental brasileira, desde os primeiros estudos no Centro Livre de Aprendizagem Musical – CLAM, escola do Zimbo Trio. Estudou violão com Henrique Pinto e Paulo Porto Alegre e harmonia e arranjo com Cláudio Leal Ferreira e Nelson Ayres. Participou do Grupo Kali (formado só por mulheres), da Banda Altas Horas (programa de Serginho Groisman, na Rede Globo) e tem se apresentado e gravado ao lado de Oswaldinho do Acordeon, Léa Freire, Bocato, Nana Caymmi, Leila Pinheiro, Daniela Mercury, Diana King, Zélia Duncan, Rita Lee e Milton Nascimento, além de ter integrado a Avon Women Orchestra. É professora de violão e harmonia da EMESP (Escola de Música do Estado de São Paulo), desde 1992, onde coordenou o departamento de Cordas Dedilhadas, e diretora e professora do Solo Centro Musical. Também integra a Jazzmin’s Big Band e a atual formação do Trio D’Alma.

Rui Saleme - Guitarrista e violonista, rui integrou o Grupo D’Alma – importante trio de violões do cenário brasileiro da década de 80 - ganhador do Prêmio APCA de Melhor Disco de Música Instrumental, com o qual fez diversos shows pelo Brasil, destacando-se o Festival de Jazz de São Paulo, Festival de Jazz de Paris e turnês com Egberto Gismonti e Marlui Miranda. Fez shows acompanhando Milton Nascimento em turnês pelo Brasil e pelo Exterior. Tocou no Grupo Hot Club do Brasil. Ao longo de sua carreira tem se apresentado ao lado de Celso Machado, Nico Assumpção, Léa Freire, Sizão Machado, Nelson Ayres, Cesar Camargo Mariano, Pete Wooley, Teco Cardoso e outros. Lecionou na ULM Tom Jobim (Universidade Livre de Música) e, atualmente, dirige e ministra aulas no Solo Centro Musical.

Danilo Moura - Baterista e Percussionista, Danilo iniciou seus estudos musicais aos 13 anos, aperfeiçoou-se na Escola do Auditório do Ibirapuera e, atualmente, cursa o bacharelado de Bateria pela FIC – Faculdade Integrada Cantareira. Faz parte da OFA – Orquestra Furiosa do Auditório, sob a regência de Nailor Proveta, tocando ao lado e grandes intérpretes da música brasileira como Elza Soares, Banda Mantiqueira, Toninho Ferragutti e Dori Caymmi, além se apresentar com diversas bandas e cantores do cenário paulista. É integrante da banda As Bahias e a Cozinha.

Foto por Gal Oppido
Mané Silveira - Saxofonista, flautista e compositor, Mané tem sua trajetória ligada a grandes nomes da música instrumental brasileira, além de participar ativamente de vários grupos ligados à criação musical: Pé anti Pé, Freelarmônica, Sax Sob as Árvores, Trio Bonsai e Orquestra Popular de Câmara. Como convidado, participou de vários projetos e grupos: Um Sopro de Brasil, Pau Brasil, Nelson Ayres Trio, Roberto Sion, Raul de Souza e Dr. Cipó, Chico Saraiva & Guinga, Swami Jr., Virada Cultural, Banda Brasil Instrumental (do festival do Conservatório de Tatuí), Gafieira Chic e outros. Em 2009, tocou com o pianista dinamarquês Thomas Clausen, apresentando-se na Dinamarca e Suécia. Em 2010, lançou um novo trabalho, Mané Silveira Quinteto, pelo selo Kalamata.

Serviço

Show: Renata Montanari Trio
Participação: Mané Silveira
Dia 12 de agosto. Domingo, às 18h
Local: Teatro (392 pessoas)
Não recomendado para menores de 12. Duração: 1h15.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$ 6,00 (credencial plena do Sesc: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes). Venda pelo Portal e unidades do Sesc.

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Encontro com Ana Lúcia Schritzmeyer discute justiça na Cia. de Teatro Heliópolis


No dia 17 de agosto (sexta), a Companhia de Teatro Heliópolis promove palestra com a professora e antropóloga Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer. O tema do encontro, público e com entrada franca, é Justiça.

O evento acontece às 16h, na Casa de Teatro Maria José de Carvalho - sede da companhia - com mediação do professor doutor de práticas performativas (USP) Marcelo Denny.
                                             
Esta atividade integra as ações do projeto Justiça - O que os Vereditos Não Revelam, contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, que resultará no próximo espetáculo do grupo.

Entre os assuntos abordados por Ana Lúcia Schritzmeyer estão: a própria experiência da antropóloga acompanhando sessões do Tribunal do Júri em São Paulo; narrativas sobre a sociedade, criadas no âmbito do tribunal; os limites entre teatro e não-teatro num Tribunal do Júri; e as "faces" da justiça - juízes, advogados e representantes do júri, quem são? Quem eles aparentam ser? Como agem?.

Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer é graduada em Ciências Sociais, Direito, Mestre e Doutora em Antropologia Social pela USP. Colaboradora do Núcleo de Estudos da Violência (NEV-USP), desde 1998. Professora do Departamento de Antropologia da USP, desde 2003. Coordenadora do Núcleo de Antropologia do Direito (NADIR-USP) e do Projeto Diálogos Antropológico-jurídicos Franco-brasileiros em parceria com o Laboratório de Antropologia Jurídica de Paris (LAJP), entre 2013 e 2016 (Programa USP-COFECUB). Presidente da Comissão de Direitos Humanos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (FFLCH).

O projeto

O projeto Justiça – O que os Vereditos Não Revelam tem como objetivo investigar, ao longo de 15 meses, os sentidos e as representações de justiça, tendo por base a realidade dos integrantes da Companhia de Teatro Heliópolis como moradores da comunidade. Para tanto, buscam traçar paralelos e confrontações entre a justiça ditada pelo crime organizado local e a justiça tida como oficial, aquela praticada pelo sistema legal brasileiro. O processo de investigação e criação aborda também o estudo dos aspectos teatrais e performativos do exercício concreto da justiça, que são os elementos e as funções que compõem os rituais de julgamento: tribunal, júri, juiz, advogados, testemunhas, a própria lei etc.

Serviço

Palestra/tema: Justiça
Dia 17 de agosto. Sexta, às 16h
Com Ana Lúcia Pastore Schritzmeyer
Mediação: Marcelo Denny
Entrada franca - não há necessidade de retirar ingresso
Duração: 120 minutos. Capacidade: 50 lugares
Realização: Companhia de Teatro Heliópolis

Casa de Teatro Maria José de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533, Ipiranga – SP/SP (próximo ao metrô Sacomã).
Tel.: (11) 2060-0318.
Não possui acessibilidade. Não possui estacionamento.



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