terça-feira, 11 de abril de 2023

Sesc Rio Preto apresenta Filó Machado Sexteto em show que celebra 60 anos de música

Foto de Letícia Aoki

O Sesc Rio Preto apresenta Filó Machado Sexteto e Convidados no dia 22 de abril (sábado, às 20h) com o show 60 Anos de Música, que integra as comemorações dos 60 anos de carreira que o multi-instrumentista completou em fevereiro de 2021. O o espetáculo tem participação especial de sua filha, a cantora Isabela Mestriner Machado, e de seu sobrinho, o cantor e violonista Alessandro Machado.

O Filó Machado Sexteto, além do próprio Filó (arranjos, violão e voz), é formado por músicos que o acompanham há vários anos: Felipe Machado (violão e voz), Carlinhos Noronha (baixo), Vitor Cabral (bateria), Raphael Ferreira (sax e flauta) e Fábio Leandro (piano e teclados).

A harmonia entre Filó e sua música é nítida. Sua poesia e expressão, numa estética ímpar, trazem músicas carregadas de sensações, ritmos e sons dos “diversos brasis” em total sintonia com a “música do mundo”. O repertório do show pontua sua trajetória em busca da originalidade, com acordes inspirados e uma liberdade despretensiosa na qual as linhas melódicas são elementos de ligação entre as perspectivas e as influências recebidas. O espetáculo traz ainda uma sessão dedicada às músicas de baile, relembrando o período da carreira do artista em que atuou em bandas de baile.


Filo Machado é cantor, compositor, multi-instrumentista, arranjador e produtor. Com mais de 60 anos de carreira, 13 discos gravados,
premiado como Melhor Autor/Compositor no Prêmio Profissionais da Música 2017 e com uma indicação ao Grammy Latin Jazz, recebe o merecido título de "mestre da música". Entre discos e palcos, realizou trabalhos com nomes como: Michel Legrand, Jon Hendricks, Silvain Luc, Dory Caymmi, Gal Costa, João Donato, Raul de Souza, Kenny Barron, Joyce Moreno, Arismar do Espírito Santo, Leny Andrade, Os Cariocas, Tetsuo Sakurai, Hermeto Paschoal, Andreas Oberg, John Patitucci, Cesar Camargo Mariano, Djavan, Jorge Vercillo, Rosa Passos, SWR Big Band Stuttgard, Warvey Waynapel e outros.

Apresentou-se em teatros e festivais (entre 2000 e 2019): Teatre de Bercy (Paris) Carnegie Hall (New York), Massey Hall (Toronto), Motion Club (Yokohama), Java Jazz Festival (Jackarta), Teatre Flagey (Bruxelles), Teatro Nacional Sucre (Quito), Teatro de Kiev (Kiev), D'izzys Club Coca-Cola (New York), The Triple Door (Seattle), Pescara Jazz (Ilhas Canárias), Barquisimeto Jazz (Venezuela), Brazilian Day in Stolcom, HUA HIN Jazz Festival, na Tailândia, Toronto Jazz Festival (Canadá) e, no Brasil: Lençóis Jazz & Blues, Choro Jazz, Ibitipoca Jazz, POA Jazz Festival, Santos Jazz, Natal Fest Bossa & Jazz), Fundinho Jazz Festival, Nhundiaquara Jazz Festival, Brasil Summit, Curitiba Jazz Festival. Ministrou workshop na Berklee of College em Boston, na Russia e Bielorrussia. Em 2020 e 2021, realizou diversas atividades: 40 anos do Teatro Sergio Cardoso, Filó Machado - 60 Anos de Música pelo ProAC e Lei Aldir Blanc, Filó Machado Sexteto pelo ProAC e #culturaemcasa, shows em unidades do SESI SP e alguns festivais: Quintal da Musica, Festival Transforma, Clube da Bossa Nova, Festival SP Choro in Jazz, e outros. Em 2022, seguiu comemorando 60 anos de carreira com shows - Centro Cultural Fiesp - aniversário de 468 anos de São Paulo, unidades dos CEUs e festivais (Bento Wine Jazz Festival, Tapa Jazz, o Lençóis Choro Jazz), além de turnê pela Noruega e Alemanha e encerramento do Stokolm Brazilian Day 2022. Em 2023, apresentou-se no Sesc Pompeia e Teatro B32 como convidado da Brasil Jazz Sinfônica, ainda pela comemoração de seis décadas de música.

Serviço
Show: Filó Machado Sexteto e Convidados
Data: 22 de abril de 2023 - Sábado, às 20h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), 15,00 (meia-entrada) e R$ 10,00 (Credencial Plena do Sesc)
Vendas online: a partir das 12h do dia 11/4 | Bilheterias físicas: a partir das 17h do dia 12/4.
Duração: 60 minutos. Classificação: Livre. Local: Comedoria. 
www.filomachado.com - @filomachadomusico

Sesc Rio Preto
Av. Francisco das Chagas Oliveira, 1333 - Chácara Municipal. São José do Rio Preto/SP.
Telefone. (17) 3216-9300 | sescsp.org.br | Na rede: @sescriopreto.
Para credenciamento, encaminhe pedidos para imprensa.riopreto@sescsp.org.br.

 

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segunda-feira, 10 de abril de 2023

Pano de Boca - Um Conserto de Theatro

Companhia Teatro do Incêndio atualiza discurso
de Fauzi Arap sobre os equívocos entre vida e teatro

Foto de Camila Rios
A Cia. Teatro do Incêndio estreia o espetáculo Pano de Boca - Um Conserto de Theatro no dia 29 de abril, sábado, com direção de Marcelo Marcus FonsecaA temporada acontece na sede da companhia, até o dia 28 de maio, aos sábados (às 20h) e domingos (às 19h). Esta é uma leitura contemporânea do espetáculo Pano de Boca, obra emblemática de Fauzi Arap (1938-2013), escrita em 1975, que o Teatro do Incêndio montou em 2015.

A peça retrata a implosão de um grupo de teatro após seus integrantes ultrapassarem todos os limites entre arte e vida. Refletindo sobre a banalização do ofício e a superficialidade em figuras alçadas à categoria de artista, da noite para o dia. A remontagem elucida perguntas sobre o que sobrou do ritual ao vivo da cena. “Hoje, a palavra ‘Teatro’ foi sequestrada em seu sentido, sendo usada em vão para definir toda e qualquer mentira da representação social”, diz o encenador. “Teatro é verdade, uma atividade espiritual, não pode ser confundido com o cotidiano que o banaliza”, completa.

Pano de Boca - Um Conserto de Theatro entra em cartaz pretendendo ser a primeira de uma série de ações do grupo em homenagem a Fauzi Arap, em razão dos 10 anos de sua morte.  A montagem surge no momento em que o teatro discute limites impostos por recortes sociais atuais, levando para cena um questionamento do autor: “Quem é o ator? Quem é a atriz?”. Se a atuação deixa de ser entendida como metáfora social, se o teatro passa a ser um lugar com tabus impostos, ele não perderia seu fundamento e princípio? O ator, a atriz, não é quem tem espaço para transitar em todo e qualquer retrato ou recorte do mundo? Não deixaria de ser provocação e reflexão para se tornar imitação iníqua da realidade?

Pano de Boca teve sua encenação histórica dirigida pelo autor, em 1976, e a atual encenação também faz menção ao cenário criado por Flávio Império (1935-1985) para a montagem original, homenageando duas das maiores personalidades do teatro brasileiro, cuja parceria criativa é considerada inigualável nas artes cênicas. Fonseca explica que a peça questiona o que é o Teatro e qual é a sua essência, tanto do ponto vista real quanto da personagem. O debate gerado sobre a criação humana, a relação entre divino e terreno, trata da difícil tarefa de manter o equilíbrio em um mundo dominado por valores distorcidos. Em um plano não realista, trabalha com a questão do conceito de criação e, mesmo em seu plano realista, ela depende do metafísico para ser entendida. O texto de Fauzi Arap quer aproximar o público da cabeça do autor no momento da criação. Ele, portanto, trata o Teatro como alquimia: Pano de Boca - Um Conserto de Theatro é bem mais uma experiência do que simplesmente uma história.

O enredo

O texto é estruturado em três planos. No primeiro, dois personagens indefinidos, palhaços inacabados - Pagão (Francisco Silva) e Segundo (Laura Nobrega) -, reclamam vida dentro da cabeça de um autor em crise. No segundo, uma atriz (Camila Rios) dialoga com alguém que não se vê sobre os acontecimentos que motivaram a desintegração de um grupo. E no terceiro, o próprio grupo tenta reabrir o teatro abandonado em uma reunião convocada por alguém não identificado. A peça se funde em uma discussão sobre a criação, a exclusão e o sagrado no teatro. Os atores transitam por linguagens diferentes como o realismo, o circo e um quase surrealismo, diferenciando os três planos aparentemente distintos do texto, que fluem para um caminho único.

Os palhaços são como duas forças lutando para existir como personagem, que discutem com o autor. “Eis a metáfora: a crise do autor na criação e a discussão com Deus, com o poder criativo. O autor, que nunca aparece em cena, tenta reconstruir algo enquanto todos as personagens da peça estão diante de uma esfinge, que pode ser um mistério maior do teatro, da vida. Ela pode simbolizar o medo, que pode ser o mero medo de existir”, argumenta o diretor. Os palhaços, representando o poder e a fragilidade da criação, fazem o contraponto com realidade da arte na vida do ator. Palhaço canastrão, Pagão é matéria quase bruta; ele emana uma energia mais violenta, mostra-se com pouca sensibilidade, mas ganha contornos humanos na “vida”.  Já o palhaço Segundo tem trejeitos miúdos, é sensível, e sua sensibilidade é atacada e violentada o tempo todo, colocando sua existência em risco. Ele propõe uma reflexão sobre como a personagem pode se afirmar, revidar nos embates para sobreviver, pois pode se perder completamente se for exposto ainda inacabado.

No plano da realidade, os integrantes do grupo de teatro têm um encontro marcado, que se emenda com o plano - real e espiritual - da mulher. Essa mulher conversa com alguém, que pode ser qualquer pessoa. Seu espaço é indefinido, sua alma está em descoberta, sua narrativa conduz ao entendimento sem ser conclusiva: ela tenta compreender suas questões e, ao mesmo tempo, não consegue as respostas que procura.

No grupo de teatro houve afastamento; um desregramento que ultrapassou qualquer contorno pessoal. Os integrantes não conseguem se comunicar. Chamados para uma reunião no antigo espaço da companhia, eles se veem trancados e cercados por um clima de mistério. Sem fazer de conta que nada aconteceu eles são obrigados a encarar o passado para seguir em frente e descobrem que não há como negar o outro, pois a saída é de todos. Na metáfora de Fauzi Arap está dificuldade de reconstruir o que se quedou. Inclusive, uma das personagens, Pedro, foi inspirado na história verídica de Samuca, jovem ator do Grupo Oficina, nos anos 70, que enlouqueceu e parou de falar em consequência do uso abusivo de drogas. A recusa da palavra (recurso mais expressivo do ator) foi usada pelo autor de forma ambígua, também como alegoria da situação do teatro diante da censura política que existia na época.

FICHA TÉCNICA - Texto: Fauzi Arap. Direção: Marcelo Marcus Fonseca. Elenco / personagens: Francisco Silva (Pagão), Daniel Ortega (Paulo), Camila Rios (Magra), Lui Seixas (Zeca), Almir Rosa (Marco), Laura Nobrega (Segundo), Yana Piva (Ana), Vic Bense (Pedro) e Marcelo Marcus Fonseca (Tarso). Direção de produção: Gabriela Morato. Assistência de direção: Valcrez Siqueira. Cenário: Marcelo Marcus Fonseca e Valcrez Siqueira (a partir de conceito de Flávio império). Figurinos e adereços: O grupo. Música ao vivo: Xantilee Jesus. Iluminação: Rodrigo Alves “Salsicha”. Operação de luz e som: Valcrez Siqueira. Fotos: Camila Rios. Arte gráfica: Gustavo Oliveira. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Realização e produção: Cia. Teatro do Incêndio.

Serviço

Espetáculo: Pano de Boca - Um Conserto de Theatro
Estreia: 29 de abril de 2023 - sábado, às 20h
Temporada: Sábado, às 20h | Domingo, às 19h - Até 28/05/23
Ingressos: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia) e Grátis
Bilheteria: 2 horas antes das sessões.
Vendas online: https://www.sympla.com.br/produtor/ciateatrodoincendio
Duração: 110 min. Classificação: 14 anos. Gênero: Drama. 

Teatro do Incêndio
Rua Treze de Maio, 48 - Bela Vista / Bixiga. SP/SP.
Espaço com acessibilidade. Capacidade: 40 lugares.
www.teatrodoincendio.com | YouTube: @teatrodoincendio
Na rede: @teatrodoincendio | Contato: (11) 99328-6358 e (11) 2609-3730
E-mail: producao.teatrodoincendio@hotmail.com

 

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VERBENA Assessoria

Eliane Verbena
(11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

quinta-feira, 6 de abril de 2023

Sesc Campinas apresenta concerto com Fabio Bergamini que lança primeiro álbum solo

Crédito: Dani Sandrini

No dia 20 de abril, quinta-feira, o Sesc Campinas, apresenta Fabio Bergamini Ensemble com o concerto Yatra, às 20 horas, que marca o lançamento de Nandri (Belic Music), primeiro álbum do músico e compositor. No espetáculo, formado por músicas do disco e outras composições, o público passa por uma saga sinestésica propiciada por instrumentos étnicos, músicas meditativas, projeções em vídeo e "paisagens sonoras".

Yatra, em sânscrito, significa “jornada de transformação”, e Bergamini explica que “o concerto, portanto, foi concebido para promover uma experiência que parte do nosso nascimento, segue pelos ritos de passagem e vai até a velhice, passando por contrastantes momentos que simbolizam nossa própria vida”. O espetáculo vai além da execução dos instrumentos para apresentar as composições e seus arranjos. Um minucioso roteiro criado pelo artista conduz a plateia por essa jornada sensorial recheada de música, sons, instrumentos tradicionais e étnicos; um concerto que sintoniza a pulsação da vida com a pulsação da música em suas variáveis possibilidades sonoras.

O Fabio Bergamini Ensemble é formado por Bergamini nas percussões e na bateria, Fábio Oliva no trombone, Reynaldo Izeppi no trompete, Rosa Garbin na voz, Ricardo Zoyo no baixo acústico e alaúde, Sidney Ferraz no piano e Marcus Simon na percussão.

O programa de Yatra é dividido em quatro movimentos:
Movimento 1 - Infância: Abertura + “Swarnabhoomi” (Fabio Bergamini e Pablo Lapidusas), “Camelo” (Fabio Bergamini e Pedro Carneiro Silva), “Kalimba” (Egberto Gismonti) e “Guerra Sem Batalha” (Rui Barossi);
Movimento 2 - A jornada: “Guerra Sem Batalha” (Rui Barossi), “O Pastor” (Madredeus), “Nandri” (Fabio Bergamini e Pablo Lapidusas) e “OMNI” (Fabio Bergamini);
Movimento 3 - Celebração: “Rasikapriya” (Ghatam Karthick), “Timbila” (Fabio Bergamini), “Milagre dos Peixes” (Milton Nascimento);
Movimento 4 - Partida: “Bel” (Pedro Carneiro Silva). 

Sobre Nandri – O álbum Nandri (2022 / Belic Music) é formado por oito composições instrumentais - “Rasikapriya”, “Swarnabhoomi”, “Camelo”, “Timbila”, “Nandri”, “Guerra Sem Batalha”, “Omni” e “Bel” - que primam pela sonoridade e por arranjos que conduzem o ouvinte a paisagens sonoras e visuais, amparadas pela sonoridade da world music em plena harmonia com a complexidade dos improvisos do jazz. Com 30 anos de carreira, tocando e viajando o mundo com o grupo Madredeus e acompanhando artistas de renome, Fabio Bergamini se apresenta como criador nesse álbum jazzístico norteado pela música étnica e pela inserção de instrumentos ‘exóticos’ dos mais diversos cantos do mundo. E chega com um trabalho original brasileiro, universal, sem fronteiras. Com características de "trilhas sonoras", as composições foram inspiradas em paisagens, viagens ou histórias vividas pelo músico, que assina quase a totalidade das composições. A fusão de linguagens é evidente na diversidade de timbres, ritmos, cores e sonoridades, trazidos pela música de outros cantos em conversa com o jazz europeu. Todas essas possibilidades foram catalisadas pelo encontro de músicos internacionais presentes no disco.

Sobre Fábio Bergamini - Fabio Bergamini é bacharel e Mestre em música pela Unicamp (Campinas/SP), complementou seus estudos nos Estados Unidos (Berklee e Calarts). Cursou a especialização em etnomusicologia na Universidade Nova de Lisboa, em Portugal, onde foi por dois anos integrante do Grupo Madredeus. Tem atuado como professor universitário no Souza Lima, Instituto Vera Cruz, Unimep, Unisant’Anna e IBFE. Já trabalhou em escolas e projetos sociais como Bate Lata, Projeto Guri, EMT, Colégio Notre Dame e Escola de Música de Cascais em Portugal. Trabalhou por dois anos no projeto Brincadeiras Musicais da Palavra Cantada. É autor dos livros didáticos de bateria do Projeto Guri. Tem tocado como músico convidado das orquestras Sinfônica de Campinas (OSMC), da Unicamp (OSU) e Orquestra Rock, ao lado de nomes como Ivan Lins, Frejat, Zeca Baleiro, Skank, Banda Blitz, Melim e Jota Quest. Já tocou com Flávia Bittencourt, Luiz Melodia, Elba Ramalho, Geraldo Azevedo, Alceu Valença, Nando Cordel, Ivan Lins, Sofia Vitória e grupos instrumentais - Magnífica Orquestra Paulistana de Músicas do Mundo, Mondjaz, Choro Pro Santo, Banda Urbana, Comboio, Michel Freidenson Trio, Albano Sales, Marcelo Onofri, Rubinho Antunes e outros. Em 2016, foi convidado para ser professor da Swarnabhoomi Academy of Music em Chennai - Índia.  Atualmente é professor da St. Nicholas School, do Instituto Vera Cruz, do IBFE, e da pós em Música Popular na Faculdade Souza Lima.  Também desenvolve seu próprio trabalho como compositor e instrumentista, além de atuar como terapeuta do som na Escola dos 7 Portões, onde também é curador de eventos culturais e artísticos. É organizador e maestro da Orquestra Viramundo, em Carapicuíba (projeto social de música com crianças de abrigo que, em 2022, teve apoio do ProAC Editais 2021). Em dezembro de 2022, lançou seu primeiro disco solo, Nandri.

Onde ouvir o álbum Nandri: Amazon Music, iTunes / Apple, Spotify e Deezer.
Canais do artista: Instagram: @fabiobergaminimusic | YouTube: @FabioBergaminiMusic

Serviço

Concerto: Fabio Bergamini Ensemble
Em: Yatra
Data: 20 de abril – Quinta, às 20h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) | R$ 15,00 (meia) | R$ 10,00 (Credencial Plena)
Vendas: bilheterias físicas do Sesc, a partir das 12h do dia 11/4.
Vendas online: a partir das 17h do dia 12/4.
Local: Teatro. Duração: 90 minutos. Classificação 10 anos.
Sesc Campinas
Rua Dom José I, 270 – Bonfim. Campinas/SP.
Tel.: 3737-1500 | sescsp.org.br | Na rede: FB - @sescampinas e IG - @sesspcampinas

 

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No último sábado de abril tem Sarau na sede do Rosas Periféricas

Rosas Periféricas / em Fêmea (foto de Andressa Santos)

No dia 29 de abril, sábado, o Grupo Rosas Periféricas realiza mais uma sessão do Sarau da Antiga 28, às 19h30. O evento acontece ao ar livre, em frente à sede do grupo, na Rua Redução de Guarambaré, 39, que fica no Parque São Rafael, na Zona Leste paulistana.

Essa atividade vem de encontro à proposta de formação de público na região, desenvolvida pelo Rosas Periféricas, que busca aproximar as pessoas da comunidade do fazer artístico e teatral. No Sarau elas podem participar efetivamente, expressando-se artisticamente, seja pela música, poesia ou literatura. O microfone fica aberto para quem quiser participar e mostrar seu talento (desde idosos/as até crianças). O grupo ainda faz sorteio de livros para incentivar a leitura.

“Realizar o Sarau da Antiga 28 é muito gratificante para nós. Ele é um território livre, em movimento, um espaço de coragem cuja dinâmica é bem diferente da nossa prática cotidiana no teatro. Há muita beleza e aprendizado nessa troca com tantas pessoas diferentes, oferecendo a elas a possibilidade de vivenciar algo novo”, comenta Gabriela Cerqueira, integrante do grupo. “A presença de crianças é muito expressiva. Algumas, inclusive, com dificuldades de leitura. Com estas, fazemos uma mediação, um pouco antes do evento, oferecendo apoio para que compreendam as palavras e consigam ler os poemas”, completa.

Iniciada em fevereiro de 2023, a atual temporada integra o projeto Teatro Maloqueiro: Memória e Acervo, contemplado pelo ProAC - Programa de Ação Cultural, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, no Edital 50/2022 - Espaços Culturais / Apoio à Manutenção, Reforma, Ampliação ou Modernização. O projeto prevê a revitalização da sede do Grupo Rosas Periféricas, a organização e manutenção de seu acervo de cenários e figurinos, além da realização de cinco encontros do Sarau da Antiga 28.

O Sarau da Antiga 28 foi criado pelo Grupo Rosas Periféricas, em 2016, propondo discussões e reflexões sobre temas relacionados à política, às mulheres, ao racismo, à diáspora negra e outros, tudo regado por muita poesia lida, recitada ou inventada, numa dinâmica que enfatiza a importância da cultura, da arte e da educação na vida das pessoas. Nomes como Marta Baião, Germano Gonçalves, Walner Danziger e Juliana Morelli já passaram pelo Sarau da Antiga 28, além do Coletivo Via e das bandas ArmaMentes, Fuga Operária e ManaTiana. Durante o ano de 2021, o Rosas Periféricas realizou encontros com saraus tradicionais da periferia de São Paulo para conhecer suas histórias e dinâmicas. Esta ação fez parte do projeto Rosas Faz 10 Anos - Memórias de Um Teatro Maloqueiro (contemplado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo). Foram eles: Sarau da Cooperifa, Urbanista Concerto, Elo da Corrente, Comungar, Sarau no Kintal, Sarau do Binho, Sarau das Pretas, Sarau do Vale, Sarau da Brasa, Tem Coragem!?, Segunda Negra e Slam da Guilhermina. A vivência permitiu ao grupo aprofundar na pesquisa de linguagens para reestruturar e aprimorar o Sarau da Antiga 28. O nome vem do endereço de sua primeira sede, cuja Rua Martin Lumbria era conhecida como “antiga Rua 28”, no Parque São Rafael.

Sarau da Antiga 28
Com Gabriela Cerqueira, Michele Araújo, Monica Soares, Paulo Reis e Rogério Nascimento.
Data: 29 de abril - Sábado, às 19h30
Local: Sede do Grupo Rosas Periféricas
Rua Redução de Guarambaré, 39 - Parque São Rafael (ZL). SP/SP.
Grátis. Duração: 1h. Livre.
Mais informações:
Instagram/rosasperifericas | Facebook/rosas.perifericas | YouTube/RosasPeriféricas

Próximas datas
: 27 de maio | 24 de junho.

 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
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Praça de Serra Negra recebe Consuelo de Paula e o show Maryákoré

Crédito: @f.cabral.fotografia

A cantora e compositora mineira Consuelo de Paula dá sequência à série de apresentações gratuitas por cidades paulistas com o show Maryákoré, nome de seu sétimo álbum solo, lançado no final de 2019.

No dia 22 de abril, sábado, tem apresentação gratuita na Praça Prefeito João Zelante, na cidade de Serra Negra, às 18 horas. O espetáculo tem Consuelo de Paula (voz, violão e percussão) acompanhada pela percussionista Priscila Brigante.

Além de apresentar seu disco recente, em composições como Maryákoré”, “Arvoredo”, “Os Movimentos do Amor” e “Saudação”  o roteiro traz ainda músicas fundamentais, gravadas ao longo de sua trajetória, entre as quais: “Rainha (Tema da Cachoeira)”, de Tambor e Flor; “Retina” e “Dança Para Um Poema”, de Dança das Rosas; “Caicó” (cantiga recolhida por Villa-Lobos) e Piedra y Camino” (Atahualpa Yupanqui), de seu DDV Negra; e “Adeus, Guacyra” (Hekel Tavares e Joracy Camargo), que ela gravou no disco Canta Inezita. Entre outras novidades, Consuelo também interpreta vários temas de congadeiros e moçambiqueiros de Minas Gerais (cultura que permeia toda sua obra).

Estas apresentações integram o projeto Maryákoré, de Consuelo de Paula, contemplado pelo ProAC, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, no Edital Nº 16/2022 - Música Popular / Circulação de Espetáculo.  O show já passou por Campinas e Jundiaí, em março, e a próxima parada será em São Bento do Sapucaí (28/4, às 20h), no Espaço Cultural Eugênia Sereno - Casarão da Memória. As demais datas da circulação serão divulgadas oportunamente.

O CD Maryákoré

Maryákoré é uma obra provocadora naquilo que tem de mais feminina, mais negra, mais indígena e mais reveladora de nós mesmos. O título pode ser entendido como uma nova assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é o primeiro nome de Consuelo), koré (flecha na língua paresi-haliti, família Aruak), oré (nós em tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano). Além de assinar todas as composições, Consuelo é responsável pela direção, pelos arranjos e violões e por algumas percussões. É nítida no disco a harmonia entre Consuelo e sua música, com sua poesia, expressão e estética apresentada. Ao interpretar letras carregadas de imagens e sensações, ao dedilhar os ritmos que passam por Minas Gerais e pelos sons dos diversos “brasis”, nota-se a artista imersa em sua história: vida e a arte integrada às canções. O violão, seu instrumento de composição, nesse trabalho revela-se também de maneira ousada e criativa, como parte de seu corpo; e como koré provoca as composições ao mesmo tempo em que comanda e orienta os ritmos que dão originalidade à obra. Consuelo gravou o violão e a voz juntos, ao vivo no estúdio, transpondo para o disco a naturalidade e a energia original das canções. Um desafio que pode ser conferido nas faixas: ora o violão silencia as cordas para servir de tambor, ora se ausenta para deixar fluir a voz à capela. Em outros momentos as cordas produzem somente um pizzicato para acompanhar o movimento da melodia e, às vezes, soa como percussão e instrumento harmônico.

Consuelo de Paula

Com oito discos gravados, Consuelo de Paula é cantora, compositora, poeta, diretora artística e produtora musical. Possui músicas gravadas por Maria Bethânia (“Sete Trovas” - CD Encanteria, também lançada em single, em 2021) e Alaíde Costa (“Bem-me-quer” - CD Porcelana, com Gonzaga Leal). Apresentou-se no Gran Rex, em Buenos Aires, foi destaque na capa do Guia Brasilian Music (Japão), que elegeu os 100 melhores discos da música brasileira, e gravou o programa Ensaio, de Fernando Faro (TV Cultura). Consuelo participa dos discos Divas do Brasil (em Portugal, que reúne Elis Regina, Maria Bethânia, Céline Imbert e outras), Senhor Brasil (ao lado de Rolando Boldrin), Prata da Casa (Sesc SP) e Cachaça Fina (Spirit of Brazil). Assina o roteiro de Velho Chico - Uma Viagem Musical, de Elson Fernandes, no qual interpreta “O Ciúme” (Caetano Veloso), considerada a “gravação definitiva” pelo crítico Mauro Dias (Estadão). Entre os projetos que participou, destaque para: Projeto Pixinguinha (Funarte); Elas em Cena, com Cátia de França e Déa Trancoso; Canta Inezita (show e CD); e livro Retratos da Música Brasileira (Pierre Yves Refalo / 50 anos da TV Cultura e 14 anos do programa Sr. Brasil). Sua discografia teve início com a trilogia Samba, Seresta e Baião (1988), Tambor e Flor (2002) e Dança das Rosas (2004), da qual foi lançada a coletânea Patchworck, no Japão. Em 2011, lançou o DVD Negra, seguido pelos CDs: Casa (2012), O Tempo e O Branco (2015), Maryákoré (2019) e Beira de Folha (2020, em parceria com o violeiro João Arruda). Consuelo também lançou o livro A Poesia dos Descuidos, com cartões de arte de Lúcia Arrais Morales.

Serviço

Show: Consuelo de Paula - em Maryákoré
Consuelo de Paula (voz, violão e percussão) e Priscila Brigante (percussão)
Duração: 60 minutos. Classificação: Livre.

Serra Negra
22 de abril. Sábado, às 18h.
Praça Prefeito João Zelante. Serra Negra/SP. 
Gratuito. Espetáculo ao ar livre.

Próxima apresentação: São Bento do Sapucaí
28 de abril. Sexta, às 20h
Espaço Cultural Eugênia Sereno - Casarão da Memória
Rua Professor Cortêz, 394, Lgo da Matriz, Centro Histórico.
Gratuito - Retirar na bilheteria, de segunda a sexta, a partir das 14h. 50 lugares.

Consuelo de Paula na rede:
Facebook: @paginaconsuelodepaula | Instagram: @consuelodepaula

 

Informações à imprensa | VERBENA Comunicação
Eliane Verbena
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quarta-feira, 5 de abril de 2023

Sesc Rio Preto apresenta Filó Machado Sexteto em show que celebra 60 anos de música

Filó Machado -f oto de Eugenio Goulart

O Sesc Rio Preto apresenta Filó Machado Sexteto e Convidados no dia 22 de abril (sábado, às 20h) com o show 60 Anos de Música, que integra as comemorações dos 60 anos de carreira que o multi-instrumentista completou em fevereiro de 2021.

No Sesc Rio Preto, o espetáculo tem participação especial de sua filha, a cantora Isabela Mestriner Machado, e de seu sobrinho, o cantor e violonista Alessandro Machado.

O Filó Machado Sexteto, além do próprio Filó (arranjos, violão e voz), é formado por músicos que o acompanham há vários anos: Felipe Machado (violão e voz), Carlinhos Noronha (baixo), Vitor Cabral (bateria), Raphael Ferreira (sax e flauta) e Fábio Leandro (piano e teclados).

A harmonia entre Filó e sua música é nítida. Sua poesia e expressão, numa estética ímpar, trazem músicas carregadas de sensações, ritmos e sons dos “diversos brasis” em total sintonia com a “música do mundo”. O repertório do show pontua sua trajetória em busca da originalidade, com acordes inspirados e uma liberdade despretensiosa na qual as linhas melódicas são elementos de ligação entre as perspectivas e as influências recebidas. O espetáculo traz ainda uma sessão dedicada às músicas de baile, relembrando o período da carreira do artista em que atuou em bandas de baile.

Filó Machado | www.filomachado.com - @filomachadomusico

Filo Machado é cantor, compositor, multi-instrumentista, arranjador e produtor. Com mais de 60 anos de carreira, 13 discos gravados, premiado como Melhor Autor/Compositor no Prêmio Profissionais da Música 2017 e com uma indicação ao Grammy Latin Jazz, recebe o merecido título de "mestre da música". Entre discos e palcos, realizou trabalhos com nomes como: Michel Legrand, Jon Hendricks, Silvain Luc, Dory Caymmi, Gal Costa, João Donato, Raul de Souza, Kenny Barron, Joyce Moreno, Arismar do Espírito Santo, Leny Andrade, Os Cariocas, Tetsuo Sakurai, Hermeto Paschoal, Andreas Oberg, John Patitucci, Cesar Camargo Mariano, Djavan, Jorge Vercillo, Rosa Passos, SWR Big Band Stuttgard, Warvey Waynapel e outros.

Apresentou-se em teatros e festivais (entre 2000 e 2019): Teatre de Bercy (Paris) Carnegie Hall (New York), Massey Hall (Toronto), Motion Club (Yokohama), Java Jazz Festival (Jackarta), Teatre Flagey (Bruxelles), Teatro Nacional Sucre (Quito), Teatro de Kiev (Kiev), D'izzys Club Coca-Cola (New York), The Triple Door (Seattle), Pescara Jazz (Ilhas Canárias), Barquisimeto Jazz (Venezuela), Brazilian Day in Stolcom, HUA HIN Jazz Festival, na Tailândia, Toronto Jazz Festival (Canadá) e, no Brasil: Lençóis Jazz & Blues, Choro Jazz, Ibitipoca Jazz, POA Jazz Festival, Santos Jazz, Natal Fest Bossa & Jazz), Fundinho Jazz Festival, Nhundiaquara Jazz Festival, Brasil Summit, Curitiba Jazz Festival. Ministrou workshop na Berklee of College em Boston, na Russia e Bielorrussia. Em 2020 e 2021, realizou diversas atividades: 40 anos do Teatro Sergio Cardoso, Filó Machado - 60 Anos de Música pelo ProAC e Lei Aldir Blanc, Filó Machado Sexteto pelo ProAC e #culturaemcasa, shows em unidades do SESI SP e alguns festivais: Quintal da Musica, Festival Transforma, Clube da Bossa Nova, Festival SP Choro in Jazz, e outros. Em 2022, seguiu comemorando 60 anos de carreira com shows - Centro Cultural Fiesp - aniversário de 468 anos de São Paulo, unidades dos CEUs e festivais (Bento Wine Jazz Festival, Tapa Jazz, o Lençóis Choro Jazz), além de turnê pela Noruega e Alemanha e encerramento do Stokolm Brazilian Day 2022. Em 2023, apresentou-se no Sesc Pompeia e Teatro B32 como convidado da Brasil Jazz Sinfônica, ainda pela comemoração de seis décadas de música.

Serviço

Show: Filó Machado Sexteto e Convidados
Data: 22 de abril de 2023 - Sábado, às 20h
Ingressos: R$ 30,00 (inteira), 15,00 (meia-entrada) e R$ 10,00 (Credencial Plena do Sesc)
Vendas online: a partir das 12h do dia 11/4 | Bilheterias físicas: a partir das 17h do dia 12/4.
Duração: 60 minutos. Classificação: Livre. Local: Comedoria. 

Sesc Rio Preto
Av. Francisco das Chagas Oliveira, 1333 - Chácara Municipal. São José do Rio Preto/SP.
Telefone. (17) 3216-9300 | sescsp.org.br | Na rede: @sescriopreto.
Para credenciamento, encaminhe pedidos para imprensa.riopreto@sescsp.org.br.
 

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sexta-feira, 31 de março de 2023

Zé Guilherme recebe Denise Mello, Fábio Benetti, Adriana Belic e Creuza Borges no programa EntreMeios

Zé Guilherme, Denise Mello e Fábio Benetti  - foto Bruno Fragma

Em abril, o programa EntreMeios, apresentado pelo cantor e compositor Zé Guilherme, recebe novos convidados para falar de música, artes visuais, teatro, gestão e produção cultural. A cada semana, uma nova entrevista é exibida pelo YouTube / EntreMeios – Zé Guilherme, sempre na quarta-feira, às 19 horas.

Os convidados do mês são: Denise Mello (5/4) que, além de cantora, é locutora e escritora; o artista plástico Fábio Benetti (12/4), dono de uma técnica peculiar e surpreendente; Adriana Belic (19/4), curadora artística, parecerista, consultora e gestora cultural, diretora da Belic Arte.Cultura e do selo Belic Music; e Creuza Borges (26/4), atriz, diretora e realizadora do Circuito de Teatro em Português.

O programa EntreMeios estreou em março de 2023, tendo o ator Eucir de Souza e a cantora Ana Luiza como atrações. Originou-se de um projeto de lives no Instagram, realizadas por Zé Guilherme, nos anos de 2020 e 2021, durante a pandemia; um encontro virtual que recebeu mais de 40 personalidades das mais diversas áreas de atuação.

“Procuro manter no programa o mesmo clima informal e descontraído que marcaram as lives. Os entrevistados são profissionais do universo cultural e das artes, seja música, teatro, cinema, TV, artes visuais ou literatura, mas o leque é aberto, podendo abranger ciência, tecnologia e educação”, afirma o entrevistador. Segundo Zé Guilherme, “a prioridade é sempre a informação, o conhecimento, a troca de experiências, a novidade e, porque não, a diversão”

 
Zé Guilherme | Adriana Belic e Creuza Borges

Zé Guilherme - Cearense radicado em São Paulo, Zé Guilherme lançou o primeiro CD, Recipiente (Lua Discos), em 2000, com produção musical e arranjos de Swami Jr., apresentado no Teatro Crowne Plaza, Sesc’s Ipiranga, Vila Mariana e Pompeia (Prata da Casa), Centro Cultural São Paulo e outros. Em 2002, sua interpretação para Mosquito Elétrico, de Carlos Careqa, foi incluída na coletânea Brazil Lounge: New Electro-ambient Rhythms from Brazil, lançada pela gravadora portuguesa Música Alternativa. Em 2003, ele participou do disco homônimo do mineiro Cezinha Oliveira (faixa “Seca”). No ano seguinte, estreou o show Canto Geral, com canções de Recipiente e inéditas de compositores contemporâneos. Lançou, em 2006, o segundo CD, Tempo ao Tempo, com produção e arranjos de Serginho R., direção artística do próprio Zé Guilherme, que assina também a coprodução junto com Marcelo Quintanilha. Em 2007, cantou no CD ao vivo Com os Dentes - Poesias Musicadas, de Reynaldo Bessa. Em 2015, lançou o seu disco Abre a Janela – Zé Guilherme Canta Orlando Silva, releitura da obra do cantor Orlando Silva, em comemoração ao centenário de nascimento do Cantor das Multidões, que faria 100 anos em 2015. O CD Alumia veio em 2018, mostrando também seu lado autoral, no qual assina a maioria das canções. A faixa “Alumia” foi lançada em formatos singles: o primeiro, antes do CD, e o segundo, um remix com produção de Waldo Squash. Em 2021, lançou as faixas autorais Meu Querer e Ao Vento (com letra de Edson Penha) que, junto a outras canções próprias, foram compilados em , seu primeiro EP, que chegou às plataformas em novembro do mesmo ano. Recentemente, lançou o single Clandestino (Zeca Baleiro) e já prepara um nova faixa para as plataformas e promete novo EP para julho de 2023.

Entrevistas / Abril de 2023: EntreMeios
Apresentador: Zé Guilherme
05/04 – Entrevistada: Denise Mello
12/04 – Entrevistado: Fábio Benetti
19/04 – Entrevistada: Adriana Belic
26/04 – Entrevistada: Creuza Borges
Quartas-feiras, às 19 horas.
Onde assistir: https://youtube.com/@entremeioszg
Duração: 30 minutos. Classificação: Livre. 

Contatos | Zé Guilherme
Site: zeguilherme.com.br | YouTube: Zé Guilherme Oficial | Twitter: @zeguilhermeofic
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