segunda-feira, 15 de abril de 2024

Mundo Suassuna viaja pelo sertão encantado do grande escritor brasileiro

Inspirado na obra de Ariano Suassuna, a encenação tem Marcelo Romagnoli na direção e dramaturgia. Em cena, os atores Fabio Espósito, Guryva Portela e Henrique Stroeter. 

Fabio, Guryva e Henrique / Foto de Erik Almeida 

Em uma cruzada cheia de desatinos, reviravoltas e encontros extraordinários, um cavaleiro errante enfrenta enigmas, caveiras e uma onça malhada pelas estradas pedregosas do Império Consagrado do Sertão, em busca de uma coroa perdida.

Este é o mote do espetáculo para todas as idades Mundo Suassuna, que estreia no Teatro Arthur Azevedo, em São Paulo, onde faz duas apresentações, nos dias 27 e 28 de abril. Na sequência, ocupa o palco do Teatro Flávio Império, nos dias 4 e 5 de maio. As sessões são aos sábados e domingos, às16h, com ingressos gratuitos.

Inspirado no universo literário do mestre das letras Ariano Suassuna (1927-2014), a montagem tem direção e dramaturgia assinadas por Marcelo Romagnoli e interpretação dos atores Fabio Espósito, Guryva Portela e Henrique Stroeter. A ficha técnica traz ainda o filho do escritor, Manuel Dantas Suassuna (criação de arte e pinturas exclusivas), a cantora e rabequeira Renata Rosa (trilha sonora original e voz em off), Silvana Marcondes (figurinos), Zé Valdir (cenografia) e Rodrigo Bella Dona (iluminação).

Mundo Suassuna é a primeira montagem destinada ao público infanto-juvenil com aprovação da Família Suassuna. O texto, inédito, reúne motivações, imagens e personagens da obra do renomado escritor paraibano. Estão presentes referências e temas fundamentais da criação de Suassuna: o Romance da Pedra do Reino, o impacto do circo, a guiança divina, os aspectos armoriais, as influências ibéricas e, principalmente, as inspirações de seu último romance, o monumental Dom Pantero.

A encenação explora a linguagem circense para trazer o humor, a poesia popular e o imaginário épico de Suassuna para as novas gerações por meio de uma aventura de cavalaria. São doze personagens interpretados pelos três atores que revelam-se em pícaros, trovadores, galhofeiros, figuras do mamulengo e palhaços, com a total liberdade poética para acessar a espetacularidade da fantasia e da magia sertaneja do nosso povo tapuio-ibérico e reverenciar a obra genial de Ariano.

Mundo Suassuna oferece um tabuleiro de histórias no qual a mítica do sertão nordestino é o fio condutor, celebrando a força encantada do Brasil profundo. Montado em seu cavalo Pantero (referência ao Cavalo Marinho, brincadeira nordestina com origens ibéricas), esse príncipe sem rei (um Suassuna órfão de pai), carrega seu caderno e anota a vida, representando o viajante imaginário que precisa reencontrar a cultura popular. Em sua jornada o Cavaleiro atravessa a Cidade e o Sertão, enfrenta a Morte, decifra enigmas e é guiado pela Santa Compadecida. Sua aventura é escrita e documentada e o livro é sua obra, que será coroada na Festa do Meio-Dia.

Nesse passeio pelo universo de Suassuna, reverenciando seu “castelo” (obra), a encenação é repleta de signos e referências, como as figuras do mamulengo, bonecos e outros elementos da cultura popular, além de desenhos e gravuras que aparecem no cenário e no figurino. A música também vibra na estética da cultura ibérica-nordestina aos sons da rabeca, da viola e das percussões. O texto assemelha-se à literatura de cordel - com seu humor, suas rimas, seus versos dodecassílabos - para trazer o poeta, o palhaço e o profeta que vivem no “herói” Suassuna.

Ariano Suassuna e suas personagens farsescas são fundamentais à compreensão dos tributos fundantes do povo brasileiro, da gente real e do imaginário nacional. Paraibano, é um dos mais importantes escritores brasileiros e dono de uma escrita única. Autor de obras monumentais como Romance d'a Pedra do Reino e Auto da Compadecida, foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Em 1970, criou e dirigiu o Movimento Armorial, com o objetivo de valorizar os aspectos da cultura do Nordeste brasileiro, como a literatura de cordel, a música, a dança e o teatro, entre outros.

FICHA TÉCNICA - Direção e dramaturgia: Marcelo Romagnoli. Elenco: Fabio Espósito, Guryva Portela e Henrique Stroeter. Criação de arte e pinturas: Manuel Dantas Suassuna. Música original e voz em off: Renata Rosa. Figurinos: Silvana Marcondes. Costureiras: Celma Souza Aguiar, Dany Day e Roxana Jimenez. Adereços: Vinícios Debs e Silvana Marcondes. Produção cenográfica e adereços: Zé Valdir Albuquerque. Desenho de luz e operação: Rodrigo Bella Dona. Direção de arte: Equipe do Projeto. Ilustrações do kamishibai: André Kitagawa. Programação visual: Andrea Pedro. Assistência de produção: Madu Arakaki e Gabriela de Sá. Fotos: Erik Almeida. Design gráfico: Andrea Pedro. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Produção: Beijo Produções Artísticas. Projeto: Mundo Suassuna - Contemplado pelo Edital nº 06/2023, do ProAC Expresso, Programa de Ação Cultural, da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.

Serviço 

Espetáculo: Mundo Suassuna
Ingressos: Gratuitos – Retirada 1h antes das sessões.
Duração: 60 min. Classificação: Livre (indicado para crianças a partir de 5 anos).

Dias 27 e 28 de abril – Sábado e domingo, às 16h
Teatro Arthur Azevedo
Av. Paes de Barros, 955 - Alto da Mooca. São Paulo/SP.
Telefone: (11) 2604-5558. Acessibilidade: Sim.
Capacidade: 349 lugares. Na rede: @teatroarthurazevedosp. 

Dias 4 e 5 de maio – Sábado e domingo, às16h

Teatro Flávio Império
Rua Professor Alves Pedroso, 600, Cangaíba - São Paulo/SP
A 300 m da estação Eng Goulart da CPTM.
Telefone: (11) 2621-2719. Acessibilidade: Sim.
Capacidade: 206 lugares. Na rede: @teatroflavioimperio. 

Sinopse: Espetáculo inédito inspirado no universo literário do escritor Ariano Suassuna, que mostra os desatinos de um príncipe em seu cavalo, durante uma viagem pelas estradas pedregosas do Sertão, em busca de um reino perdido. Por meio do humor, da linguagem circense e da poesia popular, o imaginário épico do escritor paraibano é apresentado às novas gerações numa aventura de cavalaria cheia de mistérios, reviravoltas e encontros notáveis.

 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 |
verbena@verbena.com.br

sexta-feira, 12 de abril de 2024

Sesc Belenzinho apresenta o som preto dançante do Melanina Jazz que convida Bia Doxum

Divulgação

O Sesc Belenzinho recebe, no dia 20 de abril, sábado, o show IKÈ - Melanina Jazz Convida Bia Doxum, às 21h. Melanina Jazz é um projeto musical itinerante que proporciona uma experiência de jazz dançante e ambiente acolhedor, cujo foco principal é a música preta como forma de resistência; arte e muito jazz para pessoas de diversas idades e gêneros.

Em IKÈ - Melanina Jazz, de repertório quase totalmente autoral, Allan Abbadia e Thiago Sonho apresentam um show de trombone, bateria, percussão, samplers, synts, vocalises, improvisos jazzísticos. A apresentação conta com a produção artística e técnica de Flávio Benatti, idealizador do projeto Melanina Jazz, e participação da cantora e compositora Bia Doxum.

O projeto IKÈ é uma corrente de pensamentos que tem a música autoral como primeira expressão da banda. Conscientes do papel da música preta no enfrentamento ao racismo, os artistas Abbadia e Sonho, e o produtor Benatti, levantam reflexões sobre o apagamento sistêmico de pessoas negras na cena musical. IKÈ, a banda, é residente e organiza a festa Melanina Jazz, que reúne diversas vertentes da música negra e diversos artistas da cena preta musical. Em 2023, o IKÈ - Melanina Jazz lançou o single Mo Ni Fere Preta (selo Atlântico Sul): mo ni fere, significa ‘eu te amo” em ioruba. “A faixa vem com groove pesado e carregado de amor preto, uma declaração de amor em cada nota e batida. A capa mostra um pouco do que somos, fruto de nossa ancestralidade, e do que queremos para um futuro preto”, declara Flávio Benatti.

Allan Abbadia é músico, trombonista, compositor e arranjador; bacharel em Música pela Faculdade Souza Lima Berklee, com especialização em Composição e Arranjo, e mestre em Música pela Unicamp. Thiago Sonho é baterista e percussionista de formação; também atua como produtor e diretor musical, inclusive nas áreas da dança e do teatro.

Paulistana da Zona Leste, Bia Doxum lançou seu primeiro EP, Boletim de Omissão, aos 15 anos, seguido pelo álbum, Máquina Que Gira.  Em 2019, apresentou sua nova faceta musical com o disco Àtúnwa, que recebeu o Prêmio Arcanjo, em 2022, na categoria Música, além de figurar na lista dos indicados ao Prêmio APCA com um dos melhores álbuns do ano. Sua música transita pelo vasto universo da música negra, do hip-hop ao ijexá, do samba ao soul, abrangendo temas como intolerância religiosa, ancestralidade e a força da mulher negra no cenário urbano contemporâneo.

Serviço

Show: Melanina Jazz e Bia Doxum
Dia 20 de abril de 2024. Sábado, às 21h.
Ingressos: R$ 50,00 (inteira), R$ 25,00 (meia-entrada), R$ 15,00 (Credencial Sesc).
Vendas no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc.
Limite de 2 ingressos por pessoa.
Local: Teatro (374 lugares). Classificação: 12 anos. Duração: 90 minutos.
 

SESC BELENZINHO

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.

Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700 

sescsp.org.br/Belenzinho  

Estacionamento 

De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.  

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 8,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 17,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional.  

 

Transporte Público 

Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)  

 

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INFORMAÇÕES À IMPRENSA

Verbena Assessoria | Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 verbena@verbena.com.br

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Tel.: (11) 2076-9762 | imprensa.belenzinho@sescsp.org.br

terça-feira, 9 de abril de 2024

SESI São José dos Campos apresenta a exposição J. BORGES - O Mestre da Xilogravura

A mostra reúne suas xilogravuras mais importantes e oito inéditas com matrizes, além de abrigar literatura de cordel, uma cinebiografia e obras de seus filhos aprendizes.

Xilogravura 'Forró Nordestino' / Divulgação

O SESI São José dos Campos apresenta a exposição J. Borges - O Mestre da Xilogravura, a partir do dia 26 de abril de 2024, com visitação gratuita. O evento de abertura acontece na noite anterior, dia 25/04, terça, às 19h. O imaginário popular do Nordeste está presente em símbolos e figuras talhadas pelo artista, que completa 88 anos em dezembro.

Com curadoria de Ângelo Filizola, a exposição traz uma coletânea de 44 xilogravuras, sendo oito delas até então inéditas (com suas respectivas matrizes), junto às 28 obras mais importantes da carreira de J. Borges. Os temas retratados simbolizam a trajetória de vida do artista, considerado pelo dramaturgo Ariano Suassuna como o “melhor gravador popular do Brasil”.

Os visitantes podem apreciar obras de diversas fases de sua história, identificadas pelos temas:  Viagem a Trabalho e Negócios, Serviços do Campo, Plantio de Algodão, Forró Nordestino, Plantio de Cana, Feira de Caruaru, Carnaval em Pernambuco e Festa dos Apaixonados. A poesia popular também tem lugar na exposição: um espaço dedicado especialmente à literatura de cordel. Cordelista há mais de 50 anos, os versos de J. Borges tratam do cotidiano do agreste, de acontecimentos políticos, de fatos lendários, de folclóricos e pitorescos da vida.

"Estou muito felizl com essa exposição sobre meu trabalho na xilogravura. E eu ainda quero viver bastante, e o que me inspira é a vida, é a continuação, é o movimento. Minha obra é aquilo que eu vejo, aquilo que eu sinto", comenta J. Borges, que é patrimônio Vivo de Pernambuco, título concedido pelo Estado. Borges já expôs na França, Alemanha, Suíça, Itália, EUA, Venezuela e Cuba, deu aulas na França e nos EUA, ilustrou livros em vários países e foi destaque no The New York Times.

A exposição J. Borges - O Mestre da Xilogravura traz ainda duas obras assinadas por Pablo Borges e Bacaro Borges, filhos e aprendizes do artista, além da exibição de uma cinebiografia sobre vida e obra de Borges, assinada pelo jornalista Eduardo Homem.

J. Borges desenha direto na madeira, equilibrando cheios e vazios com maestria, sem a produção de esboços, estudos ou rascunhos. O título é o mote para criar o desenho, onde as narrativas próprias do cordel têm espaço na expressiva imagem da gravura. O fundo da matriz é talhado ao redor da figura que recebe aplicação de tinta, tendo como resultado um fundo branco e a imagem impressa em cor. As xilogravuras não apresentam uma preocupação rigorosa com perspectiva ou proporção.

A originalidade, irreverência e personagens imaginários são notáveis nas suas obras. Os temas mais recorrentes em seu repertório são o cotidiano da vida simples do campo, o cangaço, o amor, os castigos do céu, os mistérios, os milagres, crimes e corrupção, os folguedos, a religiosidade, a picardia, enfim todo o rico universo cultural do povo nordestino.

A Gerente de Cultura do Sesi-SP, Debora Viana, reforça a importância desta exposição integrar o circuito das mostras itinerantes nos Espaços Galerias. “Com a iniciativa, que começou em Campinas, reforçamos o compromisso que a instituição possui de fomentar o cenário cultural e artístico por meio do acesso do público a obras, ao processo criativo de artistas nacionais e internacionais, à reflexão e à experimentação. Para o Sesi-SP, é de extrema importância a formação de novos públicos em artes, a difusão e o acesso à cultura de forma gratuita. É por isso que desenvolvemos e realizamos projetos das mais diversas áreas e convidamos o público a entrar de cabeça no universo do conhecimento e da arte”

Com produção e idealização da Cactus Promoções e Produções, a exposição J. Borges - O Mestre da Xilogravura já foi apresentada no Centro Cultural FIESP e nas unidades do SESI em Campinas, São José do Rio Preto e Itapetininga.

Serviço

Exposição: J. Borges - O Mestre da Xilogravura
Abertura: 25 de abril – Terça, às 19h
Temporada: 26 de abril a 30 de setembro de 2024
Horário/visitação: Quarta a domingo, das 10h às 20h
Entrada gratuita. Classificação: Livre.
Acessibilidade: obras com audiodescrição.
Agendamento de grupos e escolas: culturasesisjc@sesisp.org.br 

SESI São José dos Campos
Espaço Galeria

Av. Cidade Jardim, 4389 - Bosque dos Eucaliptos. São José dos Campos/SP.
saojosedoscampos.sesisp.org.br
Instagram: @sesi_sjc | Facebook - @ sesisjcampos 

Fotos da exposição e do artista (acesse o link) - J. Borges – O Mestre da Xilogravura AQUI ! 

J. Borges (biografia)

J. Borges (José Francisco Borges, 1935, em Bezerros/PE) é um dos mestres do cordel, um dos artistas folclóricos mais celebrados da América Latina e o xilogravurista brasileiro mais reconhecido no mundo. Criou figuras a partir das histórias e lendas populares, que impregnam o espírito do mestiço nordestino. Começou aos 20 anos na escrita do cordel com O Encontro de Dois Vaqueiros no Sertão de Petrolina. Mestre Dila, de Caruaru, ilustrou. Vendeu mais de cinco mil exemplares em dois meses e decidiu produzir as próprias gravuras para o segundo cordel: O Verdadeiro Aviso de Frei Damião. Na capa, uma igrejinha (talhou em um pedaço de madeira a primeira gravura). Amigos passaram a encomendar ilustrações e matrizes. Autodidata, Borges ilustrou mais de 200 cordéis ao longo da vida. Vendia as gravuras na feira de Caruaru, quando um grupo de turistas comentou que ‘adorava xilogravuras’, foi investigar o termo e descobriu-se um xilogravurista. Foi descoberto por colecionadores e marchands, que proporcionaram seu encontro com Ariano Suassuna que afirmava ser Borges o melhor do mundo. Ganhou notoriedade e foi levado aos meios acadêmicos. O artista aumentou o tamanho das gravuras, e o que inicialmente produzia apenas em preto, passou a colorir com uma técnica que ele próprio inventou. Entre todas suas xilogravuras, a sua preferida é A Chegada da Prostituta no Céu (1976).

Participou de exposições na França, Alemanha, Suíça, Itália, Venezuela e Cuba. Desembarcou em mais de 10 países, deu aulas na França e nos EUA. Ilustrou livros no Brasil, na França, em Portugal, na Suíça e nos Estados Unidos. Tem várias obras publicadas, muitos prêmios e distinções: Fundação Pró-Memória (Brasília, 1984), Fundação Joaquim Nabuco (Recife, 1990), V Bienal Internacional Salvador Valero (Trujilo/Venezuela, 1995), Ordem do Mérito Cultural (Ministério da Cultura, 1999) e Prêmio Unesco - Ação Educativa/Cultural. Em 2002, foi um dos 13 artistas escolhidos para ilustrar o calendário anual das Nações Unidas, com a xilogravura A Vida na Floresta. Em 1992, expôs na Galeria Stähli, em Zurique, Suíça, e no Museu de Arte Popular de Santa Fé, Novo México. Em 2006, foi tema de reportagem no The New York Times e recebeu o título de Patrimônio Vivo de Pernambuco, que garante apoio vitalício para salvaguardar e transmitir sua arte. Entre todas suas xilogravuras, a sua preferida é A Chegada da Prostituta no Céu (1976). 

Informações à imprensa: VERBENA Comunicação
Eliane Verbena
verbena@verbena.com.br | (11) 99373-0181

Comunicação SESI São José dos Campos
Victor Hugo
victor.rupolo@sesisp.org.br
Tel.: (12) 3919-2000 | WhatsApp (12) 98148-2093

Sesc Belenzinho apresenta Mercúrio, espetáculo com coreografia de Henrique Rodovalho

Foto de João Pacca 

O Sesc Belenzinho apresenta o espetáculo de dança Mercúrio nos dias 12, 13 e 14 de abril, sexta e sábado, às 19h, e domingo, às 17h, integrando o projeto Intersecções e Interconexões Literárias. Com coreografia assinada pelo goiano Henrique Rodovalho (diretor artístico da Quasar Cia. de Dança), a montagem tem interpretação dos bailarinos
Luiz Oliveira e Irupé Sarmiento.

O poema Fevereiro, escrito e declamado pela poetisa portuguesa Matilde Campilho, é o ponto de partida e a inspiração para o espetáculo Mercúrio, criação idealizada por Luiz Oliveira. A voz da autora declamando o poema percorre a coreografia em diferentes momentos.

A obra em cena é uma dança que revela intenções múltiplas sobre uma relação de amor, com suas inúmeras possibilidades. Na apresentação, intérpretes, espectadores e a poetisa são envolvidos em uma coreografia que conecta a poesia com a dança contemporânea.

Intersecções e Interconexões Literárias é um projeto do Sesc Belenzinho que contempla apresentações artísticas, em multilinguagens (artes visuais, cinema, circo, dança, música, teatro, tecnologia e artes e outros) que tenham obras literárias como referência ou inspiração.

Irupé Sarmiento - Bailarina, professora e assistente de direção, Irupé atuou em companhias como São Paulo Companhia de Dança, Balé da Cidade de São Paulo e Staatstheater Augsburg, na Alemanha. Na Argentina, dançou no Ballet Taller Juvenil da Província de Salta e foi solista no Ballet Contemporáneo do Teatro General San Martín, em Buenos Aires. Como freelancer, dançou com Alex Soares, Luis Arrieta e Samuel Kavalerski.

Luiz Oliveira - É bailarino e coreógrafo. Em 2014, entrou para o elenco do Balé da Cidade de São Paulo, sob direção de Iracity Cardoso, onde ainda atua dançando obras de grandes coreógrafos nacionais e internacionais. Fez parte do elenco do Deanima Jovem, no Rio de Janeiro, sob a direção de Richard Gragun. De 2011 a 2013, dançou no Projeto Mov_ola, de Alex Soares. Luiz iniciou os estudos em dança em Ribeirão Preto, SP, sua cidade natal.

Henrique Rodovalho - Coreógrafo e diretor artístico da Quasar Cia de Dança, Rodovalho é ganhador de prêmios nacionais e internacionais como o Prêmio Mambembe e o XXI Prêmio de Composição Coreográfica (México). Como coreógrafo trabalhou para grandes companhias e profissionais de dança do Brasil e de várias partes do mundo, a exemplo do Balé da Cidade de São Paulo, São Paulo Companhia de Dança, Balé do Teatro Guaíra, Cia. Sociedade Masculina, Discípulos do Ritmo, Cia. de Dança Roda Viva, Rui Moreira, Flávia Tápias, Cia. de Dança de Minas Gerais, o extinto Ballet da Fundação Gulbenkian (Portugal) e Ballet Teatro del Spacio (México), além Nederlands Dans Theater, um dos principais representantes da dança contemporânea mundial, em 2006.

Matilde Campilho - Poeta portuguesa, Matilde nasceu em Lisboa, em 1982. Em 2014, publicou Jóquei, em Portugal, um livro de poemas que foi editado no Brasil, um ano mais tarde, pela Editora 34, pela qual também publicou o livro Flecha, de pequenas estórias, em 2022. Escreve para várias publicações portuguesas e internacionais. É coautora e locutora de um programa de rádio semanal, o Pingue Pongue. Matilde Campilho vive em Lisboa.

FICHA TÉCNICA - Concepção: Luiz Oliveira. Coreógrafo: Henrique Rodovalho. Intérpretes criadores: Luiz Oliveira e Irupé Sarmiento. Luz e trilha sonora: Henrique Rodovalho. Operação de luz: Rossana Boccia. Figurino: Bruna Fernandes. Arte visual: João Pacca. Produção executiva: Caroline Zitto.

Serviço

Espetáculo/dança: Mercúrio
Projeto: Intersecções e Interconexões Literárias
Dias 12, 13 e 14 de abril. Sexta e sábado, às 19h. Domingo, às 17h.

Ingressos: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia-entrada), R$ 12,00 (Credencial Sesc).
Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc.
Limite de 2 ingressos por pessoa.
Local: Sala de Espetáculos 1 (120 lugares). Classificação: 14 anos. Duração: 45 min.

SESC BELENZINHO

Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.

Belenzinho – São Paulo (SP)

Telefone: (11) 2076-9700 

sescsp.org.br/Belenzinho  

Estacionamento 

De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.  

Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 8,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional. Não credenciados no Sesc: R$ 17,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional.  

 

Transporte Público 

Metro Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)  

 

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Orquestra Paulista de Choro leva ao palco do Sesc Belenzinho releituras modernas do gênero brasileiro

O repertório do show traz músicas do álbum OCC Visita Laércio de Freitas.

Foto de Nina Pires

O Sesc Belenzinho apresenta a Orquestra Paulista de Choro no dia 12 de abril, sexta-feira, no às 21h. O show - que acontece no Teatro da unidade com ingressos a R$50 (inteira), R$25 (meia-entrada) ou R$15 (Credencial Sesc) - traz o repertório do álbum OCC Visita Laércio de Freitas junto a outras obras importantes do choro no Brasil. A apresentação está em consonância com as comemorações do Dia Nacional do Choro, 23/4, data também creditada como o dia do nascimento de Pixinguinha.

O disco de estreia do grupo foi gravado a partir de uma pesquisa sobre a obra do compositor Laércio de Freitas, nascido em Campinas e residente em São Paulo, e baseia-se no álbum Balanço do Choro, do próprio Laércio, que também participou dos arranjos e das gravações do trabalho em sua homenagem. O show traz canções como “Camondongas”, “Fandangoso” e “O Cabo da Pitanga”.

Ainda sob seu antigo nome (Orquestra de Choro Campineira), o grupo se propôs a gravar músicas que representassem a obra de Laércio de Freitas sob uma perspectiva singular, que combinasse novas sonoridades aos elementos clássicos do choro. Vale destacar que o músico campineiro atua há quase 70 anos e já trabalhou com grandes artistas, como Maria Bethânia, Wilson Simonal, Ângela Maria, Clara Nunes, Ivan Lins e Emílio Santiago, entre outros.

Agora, já sob a nova alcunha, a Orquestra Paulista de Choro leva ao palco as interpretações gravadas em 2017. Formada por musicistas e arranjadores residentes entre São Paulo e Campinas, o grupo se propõe a fazer releituras do choro que incorporem instrumentos como saxofone e trompete, além dos sons eletrificados do baixo e da guitarra.

A Orquestra Paulista de Choro é formada por Eduardo Pereira (cavaquinho e bandolim), Gustavo de Medeiros (guitarra, violão 7 e bandolim), João Casimiro (bateria), Klesley Brandão (pedhi pano, trompete e flugelhorn), Nath Magalhães (percussão), Pedro Assad (Piano), Ramon Del Pino (contrabaixo elétrico), Tahyná Oliveira (flauta transversal) e Vitor Alcântara (sax tenor).

Show: Orquestra Paulista de Choro
Data: 12 de abril. Sexta-feira, às 21h.
Ingressos: R$ 50,00 (inteira), R$ 25,00 (meia-entrada), R$ 15,00 (Credencial Sesc).
Ingressos à venda no portal sescsp.org.br e nas bilheterias das unidades Sesc.
Limite de 2 ingressos por pessoa.
Local: Teatro (374 lugares). Classificação: 12 anos. Duração: 90 min. 

SESC BELENZINHO
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000.
Belenzinho – São Paulo (SP)
Telefone: (11) 2076-9700 
sescsp.org.br/Belenzinho  

Estacionamento
De terça a sábado, das 9h às 21h. Domingos e feriados, das 9h às 18h.  
Valores: Credenciados plenos do Sesc: R$ 8,00 a primeira hora e R$ 3,00 por hora adicional.
Não credenciados no Sesc: R$ 17,00 a primeira hora e R$ 4,00 por hora adicional. 

Transporte Público
Metrô Belém (550m) | Estação Tatuapé (1400m)   

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quinta-feira, 4 de abril de 2024

Cia. Palhadiaço comemora 10 anos com circulação de Espetáculo Espetacular na ZL

Foto /Lado Sujo da Frequência

Comemorando 10 anos de atuação na Zona Leste de São Paulo, a Cia. Palhadiaço realiza circulação do Espetáculo Espetacular por vários locais da região, durante os meses de maio e junho de 2024, com sessões gratuitas. As apresentações integram o projeto Circulação Espetacular - 10 Anos de Palhaçaria Marginal, contemplado pela 20ª Edição do VAI - Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais de São Paulo.

A temporada tem início no dia 4/5 (sábado), na Praça Pão com Ovo (Praça Osvaldo Luiz da Silveira, no Parque São Rafael), às 15h30, No dia 5/5 (domingo), a trupe segue para o Parque Ecológico Chico Mendes (vila Curuçá), às 11h, e para a Rua do Lazer (São Miguel Paulista), às 15h30. As demais apresentações são no dia 24/5 (sexta), na Casa de Cultura Municipal Itaim Paulista, às 16h; no dia 25/5 (sábado), no centro de cultura São Mateus em Movimento, às 11h, e Espaço Pião Produções Artísticas (Sapopemba), às 15h30; e no dia 26/5 (domingo), na Praça do Forró (São Miguel Paulista), às 15h30.

A Cia. Palhadiaço - formada atualmente por Kauan Scaldelai, Mariana Sibinel, Priscyla Kariny e Rogério Nascimento - escolheu a dedo os locais para celebrar seus 10 anos de palhaçaria na zona leste: todos os espaços/lugares fazem parte da história afetiva da trupe, seja por apresentações, atividades, ensaios ou ocupação.

Espetáculo Espetacular é a produção mais antiga da companhia; une a palhaçaria clássica da lona de circo com a contemporaneidade individual de cada artista. Números de bambolês, pernas-de-pau ou claves são amarrados por uma dramaturgia que traduz que artistas eles são: mambembes, transitórios/as, marginais, efêmeros/as; palhaçes contemporâneos/as que nos remetem à commedia dell'arte. O esquete “Não Pode Tocar Aqui” fecha o espetáculo em uma cena carregada de graça e interatividade, no qual a palhaçe Pipeta acredita que já está na hora de acabar, mas as outras pessoas (artistas/público) não querem que a apresentação termine.

A música ao vivo (acústica e autoral) é outro artifício para divertir, impressionar e fazer o público rir. Sax, sanfona, zabumba, triângulo, caixas e cacarecos fazem os ritmos latentes na Zona Leste, como a lambada, o funk, a cúmbia, o forró e o xote. Nos figurinos, os palhaçes da Palhadiaço trazem a composição do clássico com o contemporâneo, adornados pela estética marginal.

Desde a sua fundação, em 2013, a companhia trabalha no aprimoramento de sua palhaçaria marginal, pelo estudo e desenvolvimento das práticas de habilidades circenses, musicais e cênicas, colocando-as a serviço do palhaço e do jogo cênico. “Um passo de cada vez, nos equilibrando em um só pé para dar o segundo passo. E, de passo a passo, andamos por muitos caminhos. Pisamos com nossas chalupas nos faróis de trânsito, feiras-livres, vagões de metrô e de trem, praças e parques públicos, casas de cultura, picadeiros de circo, assoalhos de teatros, ruas e muitas salas de ensaio. Foram quilômetros percorridos com nossa arte por essa metrópole nesses 10 anos de vida”, declaram os/as integrantes sobre sua jornada de uma década.

FICHA TÉCNICA - Texto: Cia. Palhadiaço. Elenco: Kauan Scaldelai, Mariana Sibinel, Priscyla Kariny e Rogério Nascimento. Direção cênica: Ronaldo Aguiar. Figurinos: Clara Prates e Cia. Palhadiaço. Direção musical: Danielle Siqueira. Cenografia: Rafael Jardim. Arte gráfica: Renan Preto. Produção geral: Priscyla Kariny. Produção artística: Rogério Nascimento. Produção executiva e administrativa: Pião Produções Artísticas. Fotos: Lado Sujo da Frequência. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Agradecimentos: Moradoras/es da Zona Leste e ao Grupo Rosas Periféricas. Idealização: Cia. Palhadiaço. Apoio: 20ª Edição do VAI - Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo.

Sinopse: O Espetáculo Espetacular é uma montagem com números de habilidades e estudo da palhaçaria clássica subvertendo a linguagem, além de trabalhar o improviso de acordo com os estímulos da plateia. A companhia encena esquetes clássicas que sobreviveram por meio da tradição oral e de poucos registros, reinventando-as sob nova perspectiva. Com base em estudos na área teatral e circense, a Cia. Palhadiaço leva o público a vivenciar a essência do palhaço em sua forma mais pura, além de trazer números autorais e técnicas circenses.

SERVIÇO

Espetáculo circense: Espetáculo Espetacular
Com: Cia. Palhadiaço
Duração: 45 minutos. Classificação: Livre. Gênero: Circo 

04 de maio - Sábado
15h30 - Praça Pão com Ovo
Praça Osvaldo Luiz da Silveira - Parque São Rafael. SP/SP.

05 de maio - Domingo
11h - Parque Ecológico Chico Mendes
Rua Cembira, 1201 - Vila Nova Curuçá. São Paulo/SP.
15h30 - Rua de Lazer
Rua Ida Vanucci Puntel, 254 - Cidade Nova. São Miguel Paulista/SP. 

24 de maio - Sexta-feira
16h - Casa de Cultura Municipal Itaim Paulista
Rua Monte Camberela, 490 - Vila Silva Teles - São Paulo/SP. 

25 de maio - Sábado
11h - São Mateus em Movimento (centro de cultura)
Rua Cônego José Maria Fernandes, 127c - Vila Flávia - São Paulo/SP.
15h30 - Espaço Pião Produções Artísticas
Av. Sapopemba, 9335 - sala 2 – Jardim Adutora – São Paulo/SP – CEP: 03988-010 

26 de maio - Domingo
15h30 - Praça do Forró
Praça Padre Aleixo Monteiro, 26 - São Miguel Paulista. São Paulo/SP. 

Junho - A programação de junho será divulgada oportunamente. 

A Cia. Palhadiaço

A Companhia Palhadiaço iniciou, em 2013, sua pesquisa sobre fazer teatro a partir de estudos e pesquisas na arte do ator e da atriz. Em 2014, apresentou seu primeiro trabalho no Festival de Cenas Curtas - O Retrato Oval, de Edgar Allan Poe. No mesmo ano, produziu Que Isso Fique Entre Nós, texto autoral, e no segundo semestre começou o estudo de palhaçe. O Espetáculo Espetacular estreou, em 2014, com apresentações em Iracemápolis/SP e em Limeira/SP. Em 2015, participou do Sarau Pé de Cana, em Iracemápolis, e do Sarau MERAKI, em Cosmópolis/SP; também apresentou o espetáculo no espaço CEAC (Centro de Educação de Arte e Cultura), em Iracemápolis, Piracicaba e Limeira. Em 2016, dois integrantes foram selecionados para o Programa de Formação para Jovens do Doutores da Alegria. Em 2017, ocorreu a reestreia de Espetáculo Espetacular no Sarau do Povo, em São Miguel Paulista, com novos integrantes e novos números. No mesmo ano, a companhia realizou seu primeiro Cabaré Palhadiaço, no Parque São Rafael (ZL), na sede do Grupo Rosas Periféricas, e iniciou o projeto Banda Palhadiaço, cujo repertório traz músicas circenses, ritmos brasileiros e composições próprias. Em 2018, a Cia. estreou Presepadas, que conta com habilidades circenses e pesquisa junto ao público infantil, e, em 2019, Podia ser Pior, que investiga a palhaçaria periférica. Ainda em 2019, a Cia Palhadiaço foi contemplada pelo Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais - VAI 1 com o projeto Palhaço Marginal - A Lógica do Ilógico, que resultou no espetáculo Depósito, um estudo sobre palhaçe que está na borda e que não se adequa a um padrão. Após realizar pesquisas com moradories dos bairros Itaim Paulista e São Miguel Paulista, a trupe trouxe a questão: Qual o lugar desses artistas na sociedade? A obra foi apresentada na Praça do Forró e Ocupação dos Coroinhas, sendo logo adaptada para o formato virtual, devido à pandemia do coronavírus, para seguir a circulação pela ZL (Casa de Cultura Itaim Paulista e Casa de Cultura São Rafael), incluindo oficinas online e bate-papos sobre produção, dramaturgia e música. Em 2020, o coletivo foi contemplado novamente pelo VAI 1 com o projeto Palhaço Marginal - Pandemia Artística. Ainda sob restrições da pandemia, o espetáculo ocorreu de forma online em espaços da zona leste - São Mateus, Tiradentes, Guaianazes, São Miguel Paulista e Itaim Paulista. Em 2021, a pesquisa do audiovisual se tornou presente tanto pelo momento vivido quanto como alternativa para continuar trabalhando em tempos pandêmicos. Em 2022, a Cia estreou o espetáculo O C.O.R.R.E. (projeto Repi - A Entrega do Riso), contemplado pelo Edital ProAC 10/2020, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, que aborda a desassistência aos trabalhadores e trabalhadoras de entregas por aplicativos, subvertendo para lógica do palhaço, utilizando habilidades como patins, patinete e perna-de-pau. O espetáculo circulou por Casa de Cultura, praças e escolas. Em 2023, ao completar 10 anos de trajetória, o coletivo foi contemplado pelo Programa VAI II com o projeto Circulação Espetacular - 10 anos de Palhaçaria Marginal, que revisita seu primeiro trabalho, o Espetáculo Espetacular, com o intuito de aprimorar e circular pela Zona Leste.

 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
Tel: (11) 99373-0181 | verbena@verbena.com.brShare Button