segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Refúgios Musicais do Sesc Belenzinho apresenta banda de haitianos Surprise


A banda Surprise, composta por 11 imigrantes haitianos que vivem em São Paulo, apresenta-se no Sesc Belezinho, no dia 22 de novembro, quinta, na Comedoria da unidade, às 20 horas.

O show integra o Refúgios Musicais, projeto que promove apresentações com artistas refugiados e imigrantes que se instalaram no Brasil e aqui desenvolvem seu trabalho e sua arte.

Os músicos da Surprise tocam seu set de compas, estilo tradicional e popular do Haiti, difundido nos anos de 1950 pelo compositor Nemours Jean-Baptiste. Junto ao compas aparecem elementos de zouk, rumba congolesa e reggae. Com uma contagiante percussão, o show é marcado por ritmos dançantes que convidam a plateia a se movimentar.

A banda, formada em 2014, toca no Sesc Belenzinho com a seguinte formação: Jeans Marc Regulas (teclado), Jovial Cherbin (guitarra 1), Luco Mustiva (guitarra 2), Jutho Antoine (baixo), Hoba Charles Bahome (bateria), Jemil Joseph (surdo), Tervilus Tigrimo (percussão), Alain Pierre (cantor 1), Chober Justinien (cantor 2) e Kifni Andre (cantor 3).

Os integrantes da Surprise se conheceram no Brasil por meio da Missão Paz (organização localizada no bairro Glicério, cuja ação é voltada para a inclusão de pessoas em situação de refúgio). Foi nesse local que surgiu a ideia de formar uma banda de compas. O grupo já se apresentou em eventos da cena cultural haitiana e em bares de São Paulo, reunindo sempre a população do Haiti que reside na capital. 


Show: Surprise
Data: 22 de novembro. Quinta, às 20h
Local: Comedoria (500 lugares).
Grátis. Duração: 1h30. Livre.

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP). Telefone: (11) 2076-9700


sexta-feira, 16 de novembro de 2018

AVESSO aborda conflito de gerações em musical jovem de fortes emoções


Trilha de Thiago Gimenez com pegada de rap e rock, cenas de ação coreografadas por Cristiano Fortes, áudio de cinema, efeitos especiais e projeção mapeada são elementos da encenação.

Com texto forte e conflituoso, o espetáculo Avesso - O Musical segue em temporada no Teatro Nair Bello, em São Paulo, até o dia 25 de novembro. Idealizado e dirigido por Hudson Glauber, o musical tem texto assinado por Daniel Torrieri Baldi e Maria Elisa Berredo com colaboração de Gustavo Amaral.

A encenação, de caráter ousado, desconstrói o clássico formato para apresentar uma montagem jovem, densa e dinâmica. O enredo expõe os conflitos entre as gerações de um ponto de vista contemporâneo, a partir das reivindicações de um grupo de universitários, que sequestram um professor em busca de diálogo com o novo reitor.

Eles exigem melhores condições de ensino. Em princípio, as várias ideias, os debates e pontos de vista são colocados em cena, mas os jovens acabam perdendo o controle da situação, seus ideais vão se confundindo com radicalismo e o sequestro toma rumos surpreendentes, atingindo proporções muito além do que eles poderiam imaginar. 

No elenco, destaque para a volta do ator e diretor Jair Assumpção, interpretando o antiquado professor Juca, ao lado de Vanessa Goulartt, André Pottes, Gabriel Vaccaro, Guh Rezende, Leticia Spanghero e Ricardo Manga.

A encenação

Enquanto tentam manter o plano do sequestro, os alunos acabam se envolvendo em discussões e embates que colocam em cheque os seus próprios princípios; dúvidas vão surgindo, difíceis de serem contornadas. As discussões também colocam na berlinda o ponto de vista do professor, conhecido por suas ideias rígidas e até antiquadas. “Estamos em um mundo onde ninguém mais entende ninguém, onde não se pratica a empatia, e as confusões se tornam grandes torres de babel. Juca, meu personagem, traz isso, ele não consegue sair do conflito, nem tão pouco apaziguar as coisas”, explica o ator Jair Assumpção.

Outro viés interessante da trama é o destaque para o poder feminino, tendo uma mulher radical como líder da ação, interpretada por Vanessa Goulartt. “Ela não só lidera como tem um grande poder de persuasão. O problema é que está voltada para os seus próprios interesses”, comenta a atriz. Cada personagem surge com um ideal revolucionário, mas, no decorrer da trama, ficam perceptíveis os interesses individuais - de todos. Avesso retrata a nossa atual sociedade, onde as pessoas estão sempre lutando por algo, seja o bem comum ou individual”, pontua o diretor Hudson Glauber.

Avesso tem trilha sonora original, com músicas e letras criadas por Thiago Gimenez que compôs um clima musical jovem e contemporâneo, no qual são destaques ritmos como o rap e o rock, além de estilos como MPB e até valsa. A montagem também traz para o teatro a sofisticação do som de cinema, sendo realizado com áudio 5.1. As cenas de luta e ação foram coreografadas pelo dublê profissional Cristiano Fortes; e a preparação corporal é de André Capuano. A encenação conta ainda com efeitos especiais e projeção mapeada em todo o palco que amarram as cenas, ilustrando acontecimentos externos, paralelos ao sequestro, que influenciam na mudança dos rumos da história encenada.

FICHA TÉCNICA – Idealização e direção: Hudson Glauber. Texto: Daniel Torrieri Baldi e Maria Elisa Berredo; colaboração de Gustavo Amaral. Direção musical / letras e músicas: Thiago Gimenes. Direção de movimento: André Capuano. Elenco: Jair Assumpção, Vanessa Goulartt, André Pottes, Gabriel Vaccaro, Guh Rezende, Letícia Spanghero e Ricarddo Manga. Cenário: Chico Spinosa e Kimiko Kashiwaya. Figurino e visagismo: Lígia Breternitz. Design de luz: Rodrigo Alves ‘Salsicha’. Design de som: Eric Ribeiro Christani. Engenheiro e operação de som: Alessandro Aoyama. Técnico/projeção mapeada: Clézio Campos. Coreografias de ação: Cristiano Fortes. Percussão: Beto Sodré. Trilha original e sonoplastia: Fábio Sá. Captação/edição de imagens: Vinícius de Araújo. Captação de áudio: Daniel de Castro Lopes. Edição/áudio: Matheus Gonçalves. Músicos: Tiago Saul e Jhonny Mantelato. Assistência de direção musical: Daniel Medeiros. Direção de palco: Beto Martins. Assistência de direção: Felipe Caiafa, Sávio Gabriel e Vitória Mori. Assistência de palco: Isadora de Almeida e Thais do Nascimento. Pichação: Mico, LDP e Cegos. Cenotécnica: Armazém Cenográfico. Montagem cênica: Tiago Nunes. Elenco / vídeos: Juçara Moraes, Leandro Tadeu, Lígia Breternitz, Angélica Prieto, Eduardo Carrilho, Vitória Mori e Sávio Gabriel. Administração: Fernando Rossilho. Auxiliares de administração: Renata Miranda e Márcia Okimura. Compras: Fábio Brazão. Técnico TI: Michael Banzatto. Design gráfico e fotografia: Francisco Júnior. Assessoria de imprensa: Alene Castilho, Heloísa Corrêa e Verbena Comunicação. Direção de produção: Daniel Torrieri Baldi. Produção executiva: Maristela Bueno e Rodrigo Trevisan. Assistência de produção: Renato Campagnoli.

Serviço

Espetáculo: Avesso – O Musical
Temporada: 12 de outubro a 25 de novembro
Horários: Sexta e sábado (às 21h) e domingo (às 19h)
Duração: 60 min. Classificação: 16 anos. Gênero: Drama musical
Ingressos: R$ 60,00 (meia: R$ 30,00)
Bilheteria: quarta a sábado (15h às 21h) e domingo (das 15h às 19h)

Temporada 2019
Reestreia: 11 de janeiro (sexta, às 21h) – Até 24/2 - Mesmos dias e horários.

Teatro Nair Bello
Rua Frei Caneca, 569 - 3° Piso, Shopping Frei Caneca. SP/SP.
Tel: (11) 3472-2442. Capacidade: 201 lugares.
Ar condicionado. Acessibilidade.

Assessoria de imprensa - VERBENA COMUNICAÇÃO
Eliane Verbena / João Pedro
Tel: (11) 2738-3209 / 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Dragão7 realiza última edição do Circuito de Teatro em Português


Em 2018, o grupo Dragão7 de Teatro celebra os 15 anos do festival de língua portuguesa que realiza em São Paulo, o Circuito de Teatro em Português, que, a partir de 2019, se transforma no Festival Internacional de Teatro - FIT Dragao7.

O Circuito fechará seu ciclo, visitando outros países de língua portuguesa: no próximo ano, com o nome original, será realizado em Portugal. 

O XII Circuito de Teatro em Português acontece entre os dias 16 e 25 de novembro com espetáculos no Teatro Sérgio Cardoso, em São Paulo, Teatro Popular Oscar Niemeyer, em Niterói /RJ, e Teatro Municipal de Araras, interior Paulista. As montagens fazem também circulação por várias unidades dos CEUs de São Paulo. São eles: Caminho do Mar, Vila Atlântica, Feitiço da Vila, Casa Blanca, Tiquatira, Alto Alegre, Formosa e Parelheiros.

Os espetáculos para adultos são com o Grupo de Dança Netos de Bandim (Fidjus di Guiné Cultural – Guiné Bissau) e Grupo Dragão7 (Deus lhe Dê em Dobro – São Paulo). Para o público infantil (crianças e bebês) tem o Circuitinho com espetáculos da Cia. Teatro para Bebês Liliana Rosa (A Florestinha da Pati – Rio de Janeiro), Cia. TeatroPlage (De Cá para Lá - Lisboa/PT) e Grupo Dragão7 (Pés na Estrada). Com exceção de A Florestinha da Pati, todos as apresentações são grátis.

Segundo Creuza, “esta última essa edição do Circuito é marcada pela resistência, pois acontece dentro do atual cenário brasileiro, sem qualquer estimulo à iniciativa de investimento na criação e realização cultural”. E completa: “portanto, realizaremos uma edição simbólica com recursos próprios e a colaboração dos artistas participantes”. 

O Circuito

O Circuito de Teatro em Português foi criado, em 2003, com o objetivo de promover o intercâmbio cultural entre os oito países de língua portuguesa: Brasil, Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Guiné Bissau e Timor Leste. “Por meio do teatro, depois abrangendo também a dança e as artes plásticas, buscamos nesses anos o estreitamento das relações artísticas e o reconhecimento de nossas diferenças e semelhanças culturais”, declara Creuza F. Borges, diretora do Dragão7 e do Circuito.

Nesses 15 anos de história, foram realizadas 445 apresentações, 54 oficinas e 17 seminários em 56 cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Bahia e Paraná, para um público aproximado de 84 mil pessoas.

O Circuito de Teatro em Português proporcionou a realização de coproduções entre companhias de Portugal e Moçambique, Portugal e São Tomé Príncipe, Brasil e Portugal; artistas brasileiros tiveram a oportunidade de se formar e trabalhar em Portugal, por meio das oficinas realizadas pelo festival. Assim como artistas portugueses fizeram residência artística e trabalharam com o Grupo Dragão7, durante um período de colaborações primordiais ao fortalecimento desse projeto.

“Esse intercâmbio valorizou a integração entre artistas e grupos de teatro dos países de língua portuguesa. A organização agradece a todos que participaram, pois foi uma caminhada longa e emocionante”, desabafa a diretora. O projeto também resultou na criação do Ciclo de Teatro Brasileiro, em Arcos de Valdevez, que possibilita a apresentação, em Portugal, das novas perspectivas das artes cênicas brasileiras, que este ano realizou sua 12ª edição.

PROGRAMAÇÃO / 16 a 25 de novembro de 2018

16 de novembro (sexta)

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer - Niterói /RJ.
16h - Circuitinho
Espetáculo para bebês: De Cá para Lá
Portugal/Lisboa: Cia. TeatroPlage
Indicação: a partir dos 6 meses. Duração: 35 min.

Local: Teatro Popular Oscar Niemeyer - Niterói /RJ.
18h - Circuito
Espetáculo: Fidjus di Guiné Cultural
África / Guine Bissau: Grupo de Dança Netos de Bandim
Grátis. Classificação: Livre. Duração: 60 min.

18 de novembro (domingo)

Local: Teatro Municipal de Araras - Av. Dona Renata, 4091- Vila Pastorello. Araras/SP.
11h - Circuitinho
Espetáculo para bebês: De Cá para Lá
Portugal/Lisboa: Cia. TeatroPlage
Indicação: a partir dos 6 meses. Duração:35 min.

19 de novembro (segunda)

Local: CEU Caminho do Mar - R. Eng. Armando de Arruda Pereira, 5241 - Jabaquara - SP.
14h - Circuito
Espetáculo: Fidjus di Guiné Cultural
África / Guine Bissau: Grupo de Dança Netos de Bandim
Grátis. Classificação: Livre. Duração: 60 min.

20 de novembro (terça)

Local: CEU Vila Atlântica - Rua Coronel José Venâncio Dias, 840 - Pirituba/SP.
16h - Circuito
Espetáculo: Fidjus di Guiné Cultural
África / Guine Bissau: Grupo de Dança Netos de Bandim
Grátis. Classificação: Livre. Duração: 60 min.

21 de novembro (quarta)

Local: CEU Feitiço da Vila – Rua Feitiço da Vila, 399 - Capão Redondo. SP/SP.
9h - Circuitinho
Espetáculo para bebês: De Cá para Lá
Portugal/Lisboa: Cia. TeatroPlage
Grátis. Indicação: a partir dos 6 meses. Duração: 35 min.

Local: CEU Casa Blanca – Rua João Damasceno, 85 - Campo Limpo. SP/SP.
14h - Circuitinho
Espetáculo para bebês: De Cá para Lá
Portugal/Lisboa: Cia. TeatroPlage
Grátis. Indicação: a partir dos 6 meses. Duração: 35 min.

Local: CEU Tiquatira - Av. Condessa Elisabeth de Robioano, s/n - Penha. SP/SP.
15h - Circuitinho
Espetáculo: Pés na Estrada
Brasil/São Paulo: Grupo Dragão7
Grátis. Classificação: Livre. Duração: 60 min.

22 de novembro (quinta)

Local: CEU Alto Alegre – Rua Bento Guelfi, 1802 - Iguatemi. SP/SP.
9h - Circuitinho
Espetáculo para bebês: De Cá para Lá
Portugal/Lisboa: Cia. TeatroPlage
Grátis. Indicação: a partir dos 6 meses. Duração: 35 min.

Local: CEU Formosa - R. Sgt. Claudiner Evaristo Dias, 10 - Vila Formosa. SP/SP.
10h - Circuitinho
Espetáculo: Pés na Estrada
Brasil/São Paulo: Grupo Dragão7
Grátis. Classificação: Livre. Duração: 60 min.

Local: CEU Formosa - R. Sgt. Claudiner Evaristo Dias, 10 - Vila Formosa. SP/SP.
14h - Circuito
Espetáculo: Deus Lhe Dê em Dobro
Brasil/ São Paulo: Grupo Dragão7
Grátis. Duração: 60 min. Gênero: Tragicomédia. Indicação: 10 anos.

23 de novembro (sexta)

Local: CEU Parelheiros - Rua José Pedro de Borna, 20 - Capela do Socorro. SP/SP.
10h - Circuito
Espetáculo: Deus Lhe Dê em Dobro
Brasil/ São Paulo: Grupo Dragao7
Grátis. Duração: 60 min. Gênero: Tragicomédia. Indicação: 10 anos.

Local: CEU Parelheiros - Rua José Pedro de Borna, 20 - Capela do Socorro. SP/SP.
15h - Circuitinho
Espetáculo: Pés na Estrada
Brasil/São Paulo: Grupo Dragao7
Grátis. Classificação: Livre. Duração: 60 min.

24 e 25 de novembro (sábado e domingo)

Local: Teatro Sérgio Cardoso - Rua Rui Barbosa, 153 - Bela Vista. SP/SP.
15h - Circuitinho
Espetáculo para bebês: A Florestinha da Pati
Brasil/Rio de Janeiro - Cia Teatro para Bebês Liliana Rosa
Indicação: a partir dos 6 meses. Duração: 30 min.
Ingressos: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)

OS ESPETÁCULOS

Portugal/Lisboa: Cia. TeatroPlage
Espetáculo para bebês: De Cá para Lá

Sinopse - "A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de carácter, e pode ser seguramente afirmado que quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem" - A. Schopenhauer (1788-1860).  De Cá para Lá é parte de uma pesquisa que o diretor Paulo Lage desenvolve ao longo de 20 anos dedicados ao teatro para a infância, trabalhando em torno do respeito e amor pelos animais. “Cruzámos o teatro com a música, a dança e as artes visuais de forma lúdica e sensorial para construir um espetáculo de entretenimento que não desconsidere a importância das artes no desenvolvimento psicossocial na infância”, comenta o diretor. Este espetáculo é uma criação dos performers Paulo Lage, Cheila Lima, Christophe Santos e das bailarinas Carolina Branco e Sofia Loureiro. Ficha técnica – Direção: Paulo Lage. Criação coletiva: Paulo Lage, Cheila Lima, Chris Santos, Carolina Branco e Sofia Loureiro. Desenho de luz: Paulo Lage. Fotografia: Gonçalo Villaverde. Produção executiva: Tiago da Câmara Pereira.

África / Guine Bissau: Grupo de Dança Netos de Bandim
Espetáculo: Fidjus di Guiné Cultural

Sinopse - O espetáculo Fidjus di Guiné Cultural do Grupo de Dança Netos de Bandim traz ao Brasil toda a herança cultural, orgânica e percussiva das etnias da Guiné Bissau. Suas danças e ritmos derivam das 33 tribos que habitam aquela região do velho continente, há milhares de anos. Cada movimento é inspirado na rotina cotidiana dos povos primitivos e seus rituais, os quais abençoavam toda a comunidade. Ficha Técnica - Percussão: Augustinho Nganha, Rociano Có e Baltazar Baldé. Dançarinos: Adozai Gomes, Osvaldo Neto, Livigia Monteiro e Vladimira Cassamá. Coordenador: Ector Diógenes Cassamá. Produção executiva no Brasil: Beto Oliveira.

Brasil/RJ - Cia Teatro para Bebês Liliana Rosa
Espetáculo para bebês: A Florestinha da Pati

Sinopse - Na encenação, a floresta é povoada por diversos bichinhos e espécies, da fauna e da flora. A bebezinha Pati interage com os bichinhos, que são dublados, trazendo realismo e ‘hipnotizando’ as crianCinhas, pois Liliana Rosa usa uma linguagem apropriada para os pequenos. O conceito de sustentabilidade, a responsabilidade e o carinho para com o meio ambiente aparecem de forma lúdica e divertida. Temas relacionados à maternidade e à família conduzem a encenação e alertam não só para a preservação ambiental, mas também para educação artística desde a primeira infância. A Florestinha da Pati é uma performance teatral poética. A história é contada por associações e analogias que vão do real ao imaginário, buscando uma identidade com os pequeninos e seus acompanhantes. O espetáculo mescla técnicas dos musicais com uma cuidadosa adaptação para os bebês. São canções autorais criadas especialmente para a peça em um cenário cheio de cores embasadas na cromoterapia e associadas à musicoterapia. No final, as crianças participam de uma vivência sensorial com seus pais (ou acompanhantes) com os objetos de cena e os atraentes bichinhos. Ficha técnica - Direção, texto e músicas: Alan de Oliveira. Pesquisa: Liliana Rosa e Alan de Oliveira. Elenco: Liliana Rosa. Produção musical, trilha sonora e designer gráfico: Alan de Oliveira - Mix Áudio & Vídeo Produções. Dublagem: Liliana Rosa, Alan de Oliveira e Paula Rego. Produção: Alan de Oliveira. Cenário e figurino: Clívia Cohen. Desenho de luz: Marianna Linhares e Alan de Oliveira.

Brasil/SP: Grupo Dragão7
Espetáculo: Pés na Estrada

Sinopse - No enredo, três palhaços estão com os pés na estrada: Casimira, Bob e Bu. Por onde passam, levam alegria e diversão. No meio da viagem, param para descansar. A partir daí, protagonizam muitas peripécias e se envolvem em confusões, pois cada um, com sua personalidade característica, tem um jeito próprio de fazer as coisas. No final da aventura eles descobrem que fazer as coisas juntos é muito mais gostoso e proveitoso. Usando objetos inusitados e muitas brincadeiras para promover um jogo interessante e divertido. Pés na Estrada instiga a imaginação do espectador e o convida a viajar por um mundo imaginário. Ficha técnica: Texto: Criação coletiva Dragão7. Direção: Creuza F Borgez. Atores: Ailton Rosa, Daniel Dheme e Leticia Bortoletto. Percussão: Daniel Dheme. Figurino: Marli Bortoletto. Fotos: Vanessa Dutra.

Brasil/SP: Grupo Dragão7
Espetáculo: Deus Lhe Dê em Dobro

Sinopse - Zonda (vivida por Leticia Bortoletto) é cega. Tiri (interpretado por Junior Lima) tem os braços amputados. Eles são mendigos. Vivem pelas ruas com a esperança de que um dia o milionário Drumond Galaska volte, como prometera, para buscá-los e tirá-los da miséria. Enquanto aguardam, Zonda e Tiri falam sobre suas condições de vida, inegavelmente ligadas a questões complicadas como a acessibilidade social e econômica, a crise financeira mundial e a má distribuição dos recursos. Em debate também está o preconceito e a discriminação ao terem de encarar a opinião daqueles que defendem ser a pobreza culpa deles próprios, pois “nascem aos montes, sem ter sequer migalhas de pão para comer”. A montagem é uma adaptação bem humorada da diretora Creuza F Borges para o texto A Cavaqueira do Poste, de Sérgio Mabombo (integrante do Grupo Lareira, de Maputo/Moçambique), resultado do intercâmbio que o Dragão7 desenvolve junto a países de língua portuguesa. Ficha técnica - Texto original: A Cavaqueira do Poste, de Sérgio Mabombo. Encenação e adaptação do texto para o título Deus Lhe De em Dobro: Creuza F Borges. Elenco: Letícia Bortoletto e Júnior Lima. Produção: Grupo Dragao7. Fotos: Vanessa Dutra.

Ficha técnica – XII Circuito de Teatro em Português

Realizadores: Ailton Rosa, Creuza F Borges, Daniel Dhemes, Junior Lima, Leticia Bortiletto,
Marli Bortoletto, Humberto Fittipaldi, Marcos Barros e Sergio Portella.
Logo: Leandro Durand
Web designer: Denil Cezar
Criação gráfica: Flavio Carvalho
Registro em vídeo: Romana Flora
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terça-feira, 13 de novembro de 2018

Academia de Palhaços faz duas apresentações de Adeus Palhaços Mortos no Sesc Belenzinho

Foto por Victor Iemini

Nos dias 17 e 18 de novembro, sábado (às 20h) e domingo (às 17h), o Sesc Belenzinho será palco para apresentações do premiado espetáculo Adeus Palhaços Mortos, texto de Matei Visniec com direção e adaptação de José Roberto Jardim. A encenação é com a companhia Academia de Palhaços.

Três grandes artistas circenses do passado se reencontram, após muitos anos, na antessala de uma agência de empregos. Eles sabem que apenas um será escolhido para a vaga. Durante a espera, suas amizades, memórias, segredos, vilanias e digressões vão sendo expostos e criando uma ode ao ofício do ator e, ao mesmo tempo, fazendo uma reflexão sobre os fundamentos filosóficos que perpassam a carreira artística.

As três figuras confinadas nesse espaço revisitam suas escolhas éticas e estéticas, durante um exercício de reflexão sobre a resiliência do artista, a urgência da arte e a sacralidade do ofício. O desconforto, dessa imersão a três, inquieta a plateia e convida a pensar sobre suas próprias escolhas e percursos na vida profissional.

Fruto da parceria artística entre a Academia de Palhaços e o diretor José Roberto Jardim, o espetáculo recebeu os seguintes prêmios: Shell de Melhor Cenário, Aplauso Brasil de Melhor Espetáculo de Grupo e Melhor Direção e APTR de Melhor direção. Adeus Palhaços Mortos representou o Brasil no Festival World Stage Design 2017, em Taipei, Taiwan, e nos Festivais Internacionais de Trabzon e Antália, na Turquia.

Ficha técnica: Texto original: Matei Visniec. Direção e adaptação: José Roberto Jardim. Elenco: Laíza Dantas, Paula Hemsi e Maurício Schneider. Direção musical: Tiago de Mello. Músico: Murilo Gil. Cenografia e videoinstalação: BijaRi. Figurino: Lino Villaventura. Visagismo: Leopoldo Pacheco. Iluminação: Paula Hemsi e José Roberto Jardim. Direção de produção: Aline Olmos e Carol Vidotti. Fotografia: Lígia Jardim e Victor Iemini.

Serviço

Espetáculo: Adeus Palhaços Mortos
Dias: 17 e 18 de novembro
Horários: sábado, às 20h, e domingo, às 17h
Local: Sala de Espetáculos II (90 lugares).
Não recomendado para menores de 12. Gênero: Drama. Duração: 60 minutos.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira); 15,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$ 9,00 (credencial plena do Sesc - trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).

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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Sesc Belenzinho apresenta Vertin e seu novo álbum Pásssaro Só


Foto por Rodrigo Braga
O cantor e compositor pernambucano Vertin mostra, no Sesc Belenzinho, as canções do seu segundo disco Pássaro Só, lançado recentemente. O show acontece no dia 16 de novembro, sexta, no palco do Teatro da unidade, às 21 horas.

Acompanhado por Alex Nícolas (guitarra, teclado, violão e vocal), Robson Melo (contrabaixo) e Felipe Weinberg (bateria), o artista apresenta um show teatral, que se constrói pelo diálogo entre música, atuação e iluminação. O desenho de som é conduzido por Ricardo Bolognini (Bolinho) e a iluminação assinada por João Guilherme de Paula.

O repertório de seu novo trabalho mescla canção brasileira, poesia popular e rock, e traz participação de Almério, Flaira Ferro e Juliano Holanda, entre outros. As composições são assinadas por Vertin, Helton Moura, Ricardo Cotrim, Juliano Holanda, Rafael Valadares, Hugo Schuler. São elas: Samba pra Resistir, Dança dos Passarinhos, Pássaro Só (ou Uma História de Amor e Fúria), Ouriço, Vaga-lume, Viva, Há Dois, Reverter, Qual É a Sua Cor, Vou Voltar, Domingos e Viveiros.

Músicas de seus trabalhos anteriores como À Que Morreu (gravada por Almério), Permutação (gravada por Lirinha), De Alma, Corpo, Mente e Coração (gravada por Marcelo Jeneci, nome do single de 2014), também estão no roteiro.

O trabalho de Vertin traz a coerência da produção artística de um músico compositor, cujo contexto sempre aponta para as suas próximas criações. No primeiro álbum, Filhosofia, o artista volta o seu olhar para os desdobramentos das grandes questões humanas, os conflitos gerados a partir do momento em que nos identificamos como sujeitos de um mundo em funcionamento, antes mesmo de nossa chegada. Essas questões são tratadas, nesse trabalho, sob a luz das principais correntes filosóficas ocidentais.

Em Pássaro Só, o Vertin mergulha nas suas questões. Os conflitos expostos nas novas composições fazem parte de um sujeito específico, partindo das suas próprias experiências para o relacionamento com o externo. Vertin canta o seu processo de cura, a cura como meio sem perspectiva de fim, mas acreditando estar no caminho do bem. O título do álbum não pretende sugerir o trabalho solitário. A solidão exaltada faz parte da consciência do coletivo mergulhando na individualidade, onde habita o caminho para o aprendizado e o cultivo das relações mais amplas, transformação de um mundo.

Vertin Moura iniciou a carreira no início dos anos 2000, participando da ocupação da Estação Ferroviária de Arcoverde (PE), onde nasceu, realizada por artistas locais que criaram o grupo de teatro A Gente Construindo. Lançou-se como músico compositor ao lado de um dos artistas da ocupação, seu irmão Helton Moura. Logo, formaram, junto com Alex Nicolas, a banda Helton Moura e o Cambaio que estreou com o álbum Maquete Sonora (2011). Com seu primeiro disco solo, o Filhosofia (2012), além do teatro da Estação da Cultura, circulou pelo estado de Pernambuco, integrando o movimento em que grupos contemporâneos como Cordel do Fogo Encantado, Samba de Coco Raízes, Cobaias do Sisal, Maria Joana, se encontravam. Em 2013, foi destacado pela imprensa de Pernambuco (Jornal do Comércio, Diário de Pernambuco e Revista Continente) como artista revelação do Festival de Inverno de Garanhuns. Logo iniciou parcerias com os músicos Lirinha, Almério, Flaira Ferro, Juliano Holanda, Marcelo Jeneci e outros. O artista é também ator, integrando elencos de peças de teatro, filmes e séries. No cinema, atuou em Big Jato (de Cláudio Assis), Sertânia (de Geraldo Sarno) e Marighella (de Wagner Moura). Em 2018, estreou no elenco da segunda temporada da série 3% (Netflix).

Serviço

Show: Vertin
Data: 16 de novembro. Sexta, às 21h
Local: Teatro (392 lugares).
Não recomendado para menores de 12. Duração: 1h30.
Ingressos: Ingressos: R$ 20,00 (inteira); 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$ 6,00 (credencial plena do Sesc - trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes).
Vendas pelo portal e unidades do Sesc. Limite de 4 ingressos por pessoa.

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP). Telefone: (11) 2076-9700

Estacionamento: Para espetáculos com venda de ingressos após as 17h: R$ 15,00 (não matriculado); R$ 7,50 (credencial plena no SESC - trabalhador no comércio de bens, serviços e turismo/ usuário).
  
Assessoria de imprensa - Período: 15/07 a 02/12/2018
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