segunda-feira, 13 de maio de 2019

Darson Ribeiro leva seu divã para o Clube Hebraica em duas únicas apresentações


Marília Gabriela faz participação especial dando voz (em off) à psicanalista Dra. Maczka.

Nos dias 8 e 9 de junho, sábado (às 20h) e domingo (às 19h), a comédia Homens no Divã, dirigida por Darson Ribeiro, faz duas únicas apresentaçãoes no Teatro Anne Frank do clube Hebraica.

Além de dirigir e assinar figurino, luz e cenografia, Darson também atua no espetáculo, ao lado de Olivetti Herrera e Guilherme Chelucci. Com texto leve e recheado de situações engraçadas do cotidiano, o espetáculo está em cartaz, há quatro anos, em temporada ininterrupta de sucesso.

No enredo, o encontro inesperado de três homens na sala de espera do consultório de uma psicanalista (voz em off de Marília Gabriela) é o ponto de partida para mudanças radicais na vida de um bombeiro (Chelucci), de um ginecologista (Herrera) e de um gerente executivo da Eletropaulo (Ribeiro). Para tratar suas dificuldades de relacionamento com as mulheres e do cotidiano masculino, Renatão, Cadu e Fred precisam de muita força de vontade. A instigante amizade, desenvolvida em conversas e fatos que servem de complemento ao divã, vai, gradativamente, no espaço de um ano, impulsionando-os a se reinventarem. A comédia é uma homenagem às mulheres.

Darson Ribeiro concebeu uma direção ágil para brincar com assuntos bem-humorados, sem deixar de ir ao encontro de fetiches femininos. Assim, vai além da exploração dos estereótipos das personagens - o executivo, o bombeiro e o médico - e apresenta uma comédia elegante e inteligente que sai do lugar-comum.

À beira do desespero em suas crises amorosas, os três protagonizam situações hilárias em busca do equilíbrio, diante de tantas idiossincrasias masculinas como amor e sexo ou sexo e amor. E, assim, conquistam de cara o público que vai acompanhando as revelações e transformações de personalidades e temperamentos distintos.

“Com o cuidado de não resvalar em falsos moralismos, a intenção é amenizar a fama de que os homens não gostam de falar sobre si. Assim, revela fraquezas e dúvidas do sexo masculino em um divã freudiano”, salienta Darson Ribeiro.

Darson Ribeiro vive o executivo Frederico Freitas Fernandes, que está diante de uma tragédia no seu casamento de 18 anos. Perturbado e deslocado na nova condição de solteiro-solitário-traído, busca a identidade perdida durante o período em que foi manipulado pela esposa. Os amigos têm papel decisivo em sua metamorfose, desde uma mudança radical na forma de se vestir, até a ida em lugares inusitados vivendo situações inusitadas.

Guilherme Chelucci interpreta o sedutor Renato Paes de Barros Seabra, oficial do Corpo de Bombeiros, rústico e machista. Foi parar no divã apenas como truque para convencer a namorada de que não pretende apenas levá-la para a cama, mas desposá-la. Percebendo que sua conduta é fora de moda, vai ouvindo os amigos e abandonando seu lema de que “sexo é sexo, amor é amor”.

Olivetti Herrera faz o papel do ginecologista Carlos Eduardo Carrara Travertino, um narcisista inveterado, o que o impede de perceber o mundo feminino à sua volta; nem o da mulher que é apaixonada por ele. Não consegue lembrar nem a cor dos olhos dela. A conversa entre os três o faz entrar em contato com sentimentos e emoções jamais explorados.

“A partir de pequenos solilóquios com a psicanalista (de quem só se ouve a voz) e o tête-à-tête, os três acabam instituindo um divã próprio. Inconsciente e espontaneamente vão desconstruindo suas personalidades e misturando-as numa completude que vai agradar, e muito, as mulheres. O resultado é uma comédia cheia de reviravoltas e quiproquós”, revela o diretor.

A produção bem cuidada resulta dos desenhos criados por Darson Ribeiro para cenário e figurinos, como a inspiração para um divã na trompa de falópio, vermelho, concebido de forma elegante e instigante na intenção de situar os três homenzarrões dentro do órgão sexual feminino. Dez persianas de madeira foram construídas especialmente para a cenografia.

O divã rompe as quatro paredes e as mudanças de luz ajudam a criar os vários ambientes – academia, balada, sauna, apartamento e consultório. O ritmo dinâmico da direção concebeu mais de uma dezena de trocas de roupa em 1h30 de ação, que já ultrapassou a casa de 150 mil espectadores.

Ficha técnica

Espetáculo Homens no Divã. Texto: Miriam Palma (título original: Desesperados). Direção geral: Darson Ribeiro. Elenco Olivetti Herrera, Guilherme Chelucci e Darson Ribeiro. Voz da psicanalista: Marília Gabriela. Voz da secretária: Cecilia Arienti. Cenografia, trilha, luz e figurino: Darson Ribeiro. Fotografia Eliana Souza. Design: Ricardo Gonçalves. Diagramação: Torino Comunicação. Plotage: Raio X Empresarial.  Coordenação de montagem: Rodrigo Souza. Montagem e operação de luz e de som: João Marcos Costa. Iluminotécnica: LPL Lighting Productions. Administração e assistência de produção: Marco Alvarenga. Transportadora oficial e logística: Personnalite Transportes & Mudanças. Tapete especialmente confeccionado: By Kamy. Persianas especialmente confeccionadas: Hunter Douglas/Casa Mineira Realização: Dr Darson Ribeiro Produções Ltda.

Sinopse: Comédia onde os dilemas masculinos são enfrentados no divã freudiano com muita interatividade com a plateia, que está no quarto ano de temporada ininterrupta. Texto Miriam Palma (título original ‘Desesperados’). Com Olivetti Herrera, Guilherme Chelucci e Darson Ribeiro, que também dirige a montagem.

Serviço

Comédia: Homens no Divã
Dias 8 e 9 de junho. Sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Duração: 90 min. Não recomendado p/ menores de 12. Capacidade: 260 lugares.
Ingresso: R$ 80,00 (meia-entrada: R$ 40,00)
Bilheteria: 1h antes das sessões. Aceita cheque, dinheiro e cartões.

A Hebraica - Teatro Anne Frank
Rua Hungria, 1000 – Jd. Paulistano, São Paulo/SP.
Tel: (11) 3818-8888. Acesso PCD. Ar condicionado.
Estacionamento: Valet Garage Inn – R$ 35,00

Assessoria de imprensa - VERBENA COMUNICAÇÃO
Eliane Verbena / João Pedro
Tel: (11) 2738-3209 / 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

Somos Tão Jovens volta em terceira temporada no mês do Orgulho LGBT, integrando mostra no Décio de Almeida Prado


Espetáculo de Vinícius de Oliveira com direção de Ricardo Grasson está indicado ao Prêmio Aplauso Brasil na categoria Voto Popular, sendo ainda finalista como Melhor Espetáculo para o Público Infantojuvenil, em produções do ano de 2018.

Depois de temporadas no Teatro Nair Belo e Teatro Augusta, em 2018, o espetáculo Somos Tão Jovens reestreia no dia 1º de junho (sábado, às 21h), no Teatro Décio de Almeida Prado, onde permanece somente até o dia 23 de junho. Com texto de Vinícius de Oliveira e direção de Ricardo Grasson, o espetáculo traz a história de adolescentes que vivem a intensidade de sentimentos, característica da idade.

Somos Tão Jovens integra a Mostra Décio que ocorre junho, mês dedicado ao Orgulho LGBT, reunindo dois espetáculos que abordam a temática da diversidade sexual (o outro é Eu Sei Exatamente Como Você Se Sente, do Núcleo Experimental com direção de Zé Henrique de Paula), além do infantil O Inimigo, da República Ativa de Teatro.

Em cena, seis jovens sentem-se livres para expressar e compartilhar tudo que estão sentindo e vivendo, sem filtros nem meias palavras. Suas dúvidas, seus medos e suas angústias se alternam com as alegrias, erros e acertos das personagens vividas por Júlio Oliveira (Théo), Gabriel Moura (Renato), Fernando Burack (Daniel), Danillo Branco (Guilherme), Luís Fernando Delalibera (Plínio) e Marcos Oli (Beto).

A trilha sonora proporciona um clima intenso e vibrante à encenação, conduzindo a temática jovem, colorindo as cenas com canções que embalaram a juventude nas décadas de 1980 a 2000. A música Tempo Perdido, da banda Legião Urbana, por exemplo, garante um dos momentos mais nostálgicos para o público.

O diretor Ricardo Grasson comenta que Somos Tão Jovens está em plena sintonia com os dias atuais, onde os diálogos são cada vez mais difíceis. Ele explica que a aposta da direção na simplicidade e na mensagem direta para o jovem confere dinamismo e fluidez à encenação. “O teatro tem a característica de mostrar a vida como ela realmente é para, assim, propor questionamentos. Não importa se é clássico ou contemporâneo, o bom do teatro é a possibilidade de falar do ser humano com todas as camadas que o envolve”.

Ambientado em cenários lúdicos de uma metrópole - um barzinho, um apartamento, um terraço. Os temas abordados são tão diversos quanto as questões que sempre povoaram a vida dos jovens na fase de amadurecimento. O espectador é conduzido por um universo surreal, recheado de medos, incertezas, sonhos, alegrias, angústias, paixões, rebeldias e devaneios. No decorrer da trama, afloram questões ligadas a preconceitos, uso de drogas, relacionamentos afetivos e sexualidade.

O autor Vinícius de Oliveira revela que se inspirou no espetáculo Garotos, de Leandro Goulart, no filme Hoje Eu Quero Voltar Sozinho, de Daniel Ribeiro, e no livro As Meninas, de Lygia Fagundes Telles, para escrever o texto e elaborar a dramaturgia. “Essas obras impulsionaram e ajudaram a costurar a trama. Histórias que aconteceram comigo e com pessoas próximas também serviram como propulsores”. E completa dizendo que “Somos Tão Jovens é um espetáculo que cativa não só os jovens, que vivem essas cenas cotidianamente, como as pessoas adultas, que passaram por esses momentos em algum ponto da vida”.

A temporada no Teatro Décio de Almeida Prado promete participação de convidados especiais, que atuarão em uma das cenas. Os nomes serão divulgados oportunamente.

Ficha técnica

Dramaturgia: Vinicius de Oliveira. Direção: Ricardo Grasson. Assistência de direção: Heitor Garcia. Elenco: Júlio Oliveira, Gabriel Moura, Fernando Burack, Danillo Branco, Luís Fernando Delalibera e Marcos Oli. Figurino e adereços: Rosângela Ribeiro. Desenho e operação de luz: Pati Morim Lobato. Trilha sonora: Kelly Martins. Operação de som: Tomé de Souza. Direção de produção: Ricardo Grasson e Heitor Garcia. Produção executiva: Gabriela Gama. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Realização e produção: NOSSO Cultural. 

Siga: Instagram - @somostaojovensapeca

Serviço

Espetáculo: Somos Tão Jovens
Reestreia: 1º de junho – sábado, às 21h
Temporada: de 1º a 23 de junho
Horários: sábados (às 21h) e domingos (às 19h)
Ingressos: R$ 30,00 (meia-entrada: R$ 15,00)
Bilheteria: 1h antes das sessões - Aceita dinheiro e cartão de débito.
Duração: 70 min. Gênero: Jovem / LGBTQ+. Indicação: 14 anos.

Teatro Décio de Almeida Prado 
Rua Lopes Neto, 206 - Itaim Bibi - São Paulo/SP
Telefone: (11) 3079-3438. Capacidade: 186 lugares.

Perfis

Ricardo Grasson (diretor) – É formado em Cinema com especialização em Artes Cênicas pela NUCT - Nuova Università dell Cinemaedella e Televisione (Roma, Itália). Ator, diretor, produtor teatral, Ricardo é dono da Nosso Cultural, produtora que, nos últimos seis anos, esteve à frente de 40 espetáculos ao lado de diretores como Roberto Alvim, Eric Lenate, Marco Antônio Rodrigues, Marco Antônio Pamio, Michele Ferreira, Wolf Maya, José Possi Neto e outros. Durante cinco anos, ele integrou a Cia. Club Noir, participando de vários projetos de artes cênicas. Como ator participou das montagens Pirandello per Sempre, de Carlotta Corradi, direção de Thomas Otto Zinzi, e Il Suo Segreto, de Dino Buzzatti, direção de Thomas Otto Zinzi, ambas em Roma. No CPT - Centro de Pesquisa Teatral - participou do processo de criação dos espetáculos Medèia, O Canto de Gregório e O Jardim das Cerejeiras, dirigidas por Antunes Filho. Também atuou em O Jardim das Cerejeiras, ao lado de Tônia Carrero, Renato Borghi, Dirce Migliaccio e Beth Goulart com direção de Elcio Nogueira, e Fim de Partida, de Samuel Beckett, com direção de Eric Lenate.

Vinicius de Oliveira (autor) – Paulistano radicado no Rio de Janeiro, Vinicius de Oliveira é advogado de formação, estudou roteiro e dramaturgia na Academia Internacional de Cinema, no Espaço Telezoom. Fez pós-graduação em roteiro audiovisual na FACHA. Em 2017, organizou o texto da nova edição do manual de roteiro O Poder do Clímax, de Luiz Carlos Maciel. Atualmente, dedica-se ao ofício de escrever peças de teatro e roteiros para cinema e televisão.

Gabriel Moura (ator) – O ator, de 20 anos, começou a carreira na infância, aos 3 anos com anúncios publicitários. Em 2004, ingressou na Companhia Art. Grimberg, fazendo diversos espetáculos até sua participação na novela O Profeta, em 2006. Na sequência vieram Sete pecados (2007), Chamas da Vida (2009) e a minissérie Dalva e Herivelto (2010), além de participação nas novelas Araguaia (2011) e Vidas em Jogo (2012). Mais recentemente, atuou em Cumplices de um Resgate (2015 e 2016) e fez participação nos humorísticos Meu Passado Me Condena e Dra. Darci, ambos do Multishow. Atualmente, integra o elenco da macrossérie da Jezabel (Record). Em 2018, participou de Malhação: Vidas Brasileiras (Rede Globo), interpretando Julinho. No cinema, participou do longa O Guerreiro Didi e a Ninja Lili. Em suas atuações no teatro, destaque para Stuart: o Musical, Pintando o Sete e Somos Tão Jovens.

Júlio Oliveira (ator) – Júlio possui 40 espetáculos teatrais, quatro novelas, dois longas-metragens, várias minisséries no currículo, além de atuações em publicidade. Entre os seus principais trabalhos estão: O Rei e Eu (musical da Broadway), A Bala na Agulha, Píramo, Tisbe (indicado como Melhor Ator - Prêmio FEMSA Coca-Cola), O Aprendiz de Feiticeiro (de Antônio Calmon, indicado ao FEMSA - Melhor Ator Coadjuvante), além do musical Dias de Luta, Dias de Glória e de Fortes Batidas (de Pedro Granato). É também autor produtor do espetáculo Eu Nunca (destaque entre os 10 melhores textos de 2016). Na Rede Globo, atuou nas novelas Ti-ti-ti e Sangue Bom. Na Record, protagonizou a série Milagres de Jesus e atuou em Os Dez Mandamentos (duas temporadas) e no filme de mesmo título. No SBT, integrou a novela Carinha de Anjo e a série A Garota da Moto. Protagonizou a série Gamebros (Netflix) e atuou em Hard (HBO com estreia prevista na Rede Globo, em 2019).

Fernando Burack (ator) – O ator (28 anos) iniciou seus estudos de teatro no estado do Paraná, aos 10 anos, onde era integrante de um grupo de teatro e danças ucranianas. Já vivendo na cidade de São Paulo, Fernando participou de espetáculos e projetos audiovisuais de vários segmentos. No teatro, integrou o elenco dos espetáculos Ecoman e a Princesa Cacareco (infantil) e O Prazer É Todo Meu. Também já posou como modelo para diversas campanhas e marcas.

Danilo Branco (ator) - Iniciou os estudos no Teatro Escola Macunaíma, passando também pelo curso de Artes Dramáticas do Senac, Interpretação para TV e Cinema na Sagarana e Escola de Atores Wolf Maya. Atuou em diversas peças teatrais com destaque para Vidas Secas (vivendo Fabiano), além de O Despertar da Primavera e da comédia O Nome Dela É Valdemar. Também participou de várias campanhas publicitárias e curtas-metragens. Graduado em audiovisual, Danilo é o criador da websérie Geração Z, vencedora do Prêmio Jovem Brasileiro na categoria Internet, na qual ele também roteiriza, dirige e atua nas duas temporadas.

Luis Fernando Delalibera (ator) – O ator começou a carreira profissional, aos 18 anos, na Cia. de Teatro Sia Santa, com a qual participou de mais de 10 espetáculos e viajou pelo Brasil e pela América Latina. Em 2009, entrou na Escola de Atores Wolf Maya onde se formou e foi protagonista do espetáculo O Despertar da Primavera, com direção de Jair Assumpção. Também participou da peça Nossa Cidade, com direção de Zé Henrique de Paula, e, em 2013, entrou no CPT - Centro de Pesquisa Teatral, de Antunes Filho, onde permaneceu por quatro anos e atuou nas montagens Nossa Cidade e Blanche. Seu currículo traz ainda atuações em curtas-metragens, no programa infantil Click, do canal Gloob, e, recentemente, fez uma participação especial na série Gamebros, da Netflix.

Marcos Oli (ator) – Marcos é ator, bailarino e cantor, Atualmente, cursa Licenciatura em Teatro na Faculdade Paulista de Artes e Teatro Musical (Sesi – SP). Na televisão, apresentou Plantão do Tas, no Cartoon Network, ao ladode Marcelo Tas, entre 2009 e 2013. Participou da novela global Malhação - Viva à Diferença e integrou a oficina de atores da TV Globo, em 2016, dirigida por Lázaro Ramos. No cinema, atuou no longa Meninos de Kichute e protagonizou o filme Preto no Branco (que circulou por festivais de cinema em Toronto, Montréal, Índia, Berlim e Rio de Janeiro). No Teatro atuou nos seguintes musicais: #Brasil o Musical, A Noite do Sapateado e Musical Fame (Cia. Instável).

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sexta-feira, 10 de maio de 2019

Comédia dirigida por Darson Ribeiro, Homens no Divã faz curta temporada no Teatro Alfredo Mesquita


Marília Gabriela faz participação especial com seu timbre na voz (em off)  da psicanalista Dra. Maczka. No palco, os atores Olivetti Herrera, Guilherme Chelucci e Darson Ribeiro.

Com texto leve e recheado de situações engraçadas do cotidiano, a comédia Homens no Divã, dirigida por Darson Ribeiro, comemora o quarto ano consecutivo de sucesso.

O espetáculo reestreia no dia 15 de junho, sábado, às 21h, no Teatro Alfredo Mesquita, na zona norte paulistana. Além de dirigir e assinar figurino, luz e cenografia, Darson também atua no espetáculo, ao lado de Olivetti Herrera e Guilherme Chelucci.

No enredo, o encontro inesperado de três homens na sala de espera do consultório de uma psicanalista (voz em off de Marília Gabriela) é o ponto de partida para mudanças radicais na vida de um bombeiro (Chelucci), de um ginecologista (Herrera) e de um gerente executivo da Eletropaulo (Ribeiro). Para tratar suas dificuldades de relacionamento com as mulheres e do cotidiano masculino, Renatão, Cadu e Fred precisam de muita força de vontade. A instigante amizade, desenvolvida em conversas e fatos que servem de complemento ao divã, vai, gradativamente, no espaço de um ano, impulsionando-os a se reinventarem. A comédia é uma homenagem às mulheres.

Darson Ribeiro concebeu uma direção ágil para brincar com assuntos bem-humorados, sem deixar de ir ao encontro de fetiches femininos. Assim, vai além da exploração dos estereótipos das personagens - o executivo, o bombeiro e o médico - e apresenta uma comédia elegante e inteligente que sai do lugar-comum.

À beira do desespero em suas crises amorosas, os três protagonizam situações hilárias em busca do equilíbrio, diante de tantas idiossincrasias masculinas como amor e sexo ou sexo e amor. E, assim, conquistam de cara o público que vai acompanhando as revelações e transformações de personalidades e temperamentos distintos.

“Com o cuidado de não resvalar em falsos moralismos, a intenção é amenizar a fama de que os homens não gostam de falar sobre si. Assim, revela fraquezas e dúvidas do sexo masculino em um divã freudiano”, salienta Darson Ribeiro.

Darson Ribeiro vive o executivo Frederico Freitas Fernandes, que está diante de uma tragédia no seu casamento de 18 anos. Perturbado e deslocado na nova condição de solteiro-solitário-traído, busca a identidade perdida durante o período em que foi manipulado pela esposa. Os amigos têm papel decisivo em sua metamorfose, desde uma mudança radical na forma de se vestir, até a ida em lugares inusitados vivendo situações inusitadas.

Guilherme Chelucci interpreta o sedutor Renato Paes de Barros Seabra, oficial do Corpo de Bombeiros, rústico e machista. Foi parar no divã apenas como truque para convencer a namorada de que não pretende apenas levá-la para a cama, mas desposá-la. Percebendo que sua conduta é fora de moda, vai ouvindo os amigos e abandonando seu lema de que “sexo é sexo, amor é amor”.

Olivetti Herrera faz o papel do ginecologista Carlos Eduardo Carrara Travertino, um narcisista inveterado, o que o impede de perceber o mundo feminino à sua volta; nem o da mulher que é apaixonada por ele. Não consegue lembrar nem a cor dos olhos dela. A conversa entre os três o faz entrar em contato com sentimentos e emoções jamais explorados.

“A partir de pequenos solilóquios com a psicanalista (de quem só se ouve a voz) e o tête-à-tête, os três acabam instituindo um divã próprio. Inconsciente e espontaneamente vão desconstruindo suas personalidades e misturando-as numa completude que vai agradar, e muito, as mulheres. O resultado é uma comédia cheia de reviravoltas e quiproquós”, revela o diretor.

A produção bem cuidada resulta dos desenhos criados por Darson Ribeiro para cenário e figurinos, como a inspiração para um divã na trompa de falópio, vermelho, concebido de forma elegante e instigante na intenção de situar os três homenzarrões dentro do órgão sexual feminino. Dez persianas de madeira foram construídas especialmente para a cenografia.

O divã rompe as quatro paredes e as mudanças de luz ajudam a criar os vários ambientes – academia, balada, sauna, apartamento e consultório. O ritmo dinâmico da direção concebeu mais de uma dezena de trocas de roupa em 1h30 de ação, que já ultrapassou a casa de 150 mil espectadores.

Ficha técnica - Espetáculo: Homens no Divã. Texto: Miriam Palma (título original: Desesperados). Direção geral: Darson Ribeiro. Elenco: Olivetti Herrera, Guilherme Chelucci e Darson Ribeiro. Voz da psicanalista: Marília Gabriela. Voz da secretária: Cecilia Arienti. Cenografia, trilha, luz e figurino: Darson Ribeiro. Fotografia: Eliana Souza. Design: Ricardo Gonçalves. Diagramação: Torino Comunicação. Plotagem: Raio X Empresarial.  Coordenação de montagem: Rodrigo Souza. Montagem e operação de luz e de som: João Marcos Costa. Iluminotécnica: LPL Lighting Productions. Administração e assistência de produção: Marco Alvarenga. Transportadora oficial e logística: Personnalite Transportes & Mudanças. Tapete especialmente confeccionado: By Kamy. Persianas especialmente confeccionadas: Hunter Douglas/Casa Mineira. Realização: Dr Darson Ribeiro Produções Ltda.

Sinopse: Comédia onde os dilemas masculinos são enfrentados no divã freudiano com muita interatividade com a plateia, que está no quarto ano de temporada ininterrupta. Texto Miriam Palma (título original ‘Desesperados’). Com Olivetti Herrera, Guilherme Chelucci e Darson Ribeiro, que também dirige a montagem.

Serviço

Comédia: Homens no Divã
Temporada: 15 de junho a 14 de julho/2019
Dias e horários: sábados, às 21h, e domingos, às 19h
Ingresso: R$ 30,00 (meia-entrada: R$ 15,00)
Duração: 90 min. Não recomendado para menores de 12 anos. Capacidade: 198 lugares.
Bilheteria: 1h antes das sessões.
Reservas: (11) 98305-6417 - retirada e pagamento em dinheiro até 40 minutos antes das sessões. Ingressos online: www.sampaingressos.com.br.

Teatro Alfredo Mesquita
Av. Santos Dumont, 1770, Santana – SP/SP.  Metro Tietê
Tel: (11) 2221-3657 - Acesso PNE. Ar condicionado.
Estacionamento grátis com segurança no local. Segurança 24h.


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quarta-feira, 8 de maio de 2019

Companhia de Danças de Diadema leva projeto de dança a crianças de escolas públicas da cidade


Nos dias 13 e 27 de maio, segundas-feiras, a partir das 10h30, a Companhia de Danças de Diadema leva o projeto Bailando nas Escolas para a EMEB Florestan Fernandes e EMEB José Rodrigues, respectivamente. O evento contempla crianças de idades entre 6 e 9 anos.

Bailando nas Escolas é uma caravana de dança que envolve formação e difusão, sendo realizada nos pátios das escolas públicas da cidade, numa parceria com a Secretaria de Educação de Diadema.

Os artistas orientadores da Companhia de Danças de Diadema desenvolvem vivências em dança e em movimento junto aos estudantes, desde crianças da pré-escola até adolescentes. Em seguida, acontece uma apresentação artística da Companhia. Alunos e professores das escolas fazem parte do público que prestigiam e participam dessa atividade.

Para o mês de junho, o Bailando nas Escolas tem previsão de passar pela EMEB Zilda Gomes (3/6), EMEB Sagrado Coração (17/6) e EMEB Portinari (24/6), com participação de crianças de 4 a 10 anos.


O Bailando nas Escolas integra o projeto Bailando em Cirandas que compreende também duas outras ações, o Bailando na Cidade e Bailando em Família, cuja realização conta com o apoio do ProAC ICMS - Programa de Ação Cultural da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Bailando na Cidade realiza uma caravana de dança pelos espaços públicos e culturais da cidade, onde crianças, jovens e adultos podem prestigiar espetáculos apresentados pela Companhia de Danças de Diadema e pelos alunos das oficinas. Com isso, pretende-se fomentar a aproximação de plateia, a ocupação de espaços alternativos para o fazer artístico e incentivar crianças e jovens a se tornarem apreciadores das artes. E o Bailando em Família oferece atividades que promovem interações por meio da linguagem do movimento. O evento reúne os integrantes das oficinas, junto com seus familiares e amigos, em um grande encontro (workshop) realizado nos Centros Culturais de Diadema.

Ficha técnica - Coordenação Geral: Ana Bottosso. Produção Administrativa: Ton Carbones. Assistente de Produção: Daniela Garcia, Jeh Salles. Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação. Concepção Gráfica: Clayton Santos Guimarães. Artistas Orientadores: Ana Bottosso, Carolini Piovani, Carlos Veloso, Daniele Santos, Danielle Rodrigues, Elton de Souza, Guilherme Nunes, Júlia Brandão, Leonardo Carvajal, Thais Lima, Ton Carbones e Zezinho Alves. Realização: Prefeitura do Município de Diadema, Secretaria de Cultura de Diadema e Associação Projeto Brasileiro de Dança.

Informações:
Tel: (11) 99992-7799 / 94029-9469 / 94024-0496
facebook.com/companhiadedancas
twitter.com/ciadiadema
youtube.com/ciadedancasdiadema
instagram.com/ciadediadema

Programação – maio e junho

13 de maio
EMEB Florestan Fernandes
Av. Afrânio Peixoto, 599 – Eldorado. Diadema/SP
Idade: 6 a 10 anos

27 de maio
EMEB José Rodrigues
Rua Sebastião Fernandes Tourinho, 60 - Vila Nogueira. Diadema/SP
Idade: 6 a 9 anos

03 de junho
EMEB Zilda Gomes
Rua Maria Amélia, 100 - Jd Bela Vista. Diadema/SP
Idade: 6 a 8 anos

17 de junho
EMEB Sagrado Coração
Av. Fundibem, 670 - Jd Alba. Diadema/SP
Idade: 6 a 10 anos

24 de junho
EMEB Portinari
Rua Candido Portinari, 7 - Jardim Portinari. Diadema/SP
Idade: 4 a 6 anos

Cia. de Teatro Heliópolis encerra temporada da montagem (IN)JUSTIÇA no dia 19 de maio

Foto de Caroline Ferreira

Termina no dia 19 de maio a temporada da montagem (IN)JUSTIÇA da Cia. de Teatro Heliópolis

O espetáculo está em cartaz na Casa de Teatro Maria José de Carvalho (sede do grupo), no bairro Ipiranga, às sextas e sábados (às 20h) e domingos (às 19 horas), com ingressos no sistema ‘pague quanto puder’. A direção é de Miguel Rocha e a dramaturgia é assinada por Evill Rebouças em processo colaborativo com os integrantes da Companhia.

(IN)JUSTIÇA é um ensaio cênico, guiado pela indagação ‘o que os veredictos não revelam?’, que reflete sobre aspectos do sistema jurídico brasileiro. Para tanto, conta a história do jovem Cerol que, involuntariamente, pratica um crime. A partir daí, surgem diversas concepções sobre o que é justiça, seja a praticada pelo judiciário ou aquela sentenciada pela sociedade.

Permeado por imagens-sínteses (característica da Cia. de Teatro Heliópolis) e explorando a performance corporal, o espetáculo coloca em cena a complexidade da justiça no país, deixando a plateia na posição de júri em um tribunal. O embate entre os dois lados da justiça - da vítima e do criminoso - se estabelece em um jogo contundente que expõe com originalidade a crua realidade dos jovens pobres e negros. A música ao vivo confere ainda mais densidade poética ao ‘relato’, que foge de qualquer abordagem clichê.

A história de Cerol é contada de forma não linear. Exímio empinador de pipas, ele vive com sua avó, pois a mãe morreu no parto e o pai, assassinado. Depois de uma briga por conta do alto volume da música na vizinhança, Cerol foge e acaba disparando involuntariamente um tiro em uma mulher, que morre em seguida. Ele acaba preso e é submetido ao julgamento da lei e da sociedade.

Com base nesse argumento, a Companhia de Teatro Heliópolis discute direitos humanos à luz da Constituição Nacional. A encenação recupera também a ancestralidade brasileira em passagens ritualísticas. “Queremos pensar o homem negro e a justiça, desde a nossa origem até os dias de hoje”, afirma o diretor Miguel Rocha.

Cenas impactantes e desconcertantes surpreendem todo o tempo. A encenação de Miguel Rocha, alinhavada pela dramaturgia de Evill Rebouças, mostra como a democracia pode ser manipulada. O crime versus a vítima ou o criminoso versus a justiça aparecem de forma não superficial nem previsível. A abordagem de (IN)JUSTIÇA parte do ponto de vista mais íntimo para aquele mais coletivo: da comunidade para a sociedade, da moral pessoal às convenções sociais. Isso permite, igualmente, as leituras de um mesmo caso jurídico, como no julgamento - defesa e promotoria -, onde ambos os discursos são tão contundentes quanto convincentes. “Para falar de justiça, temos que falar das relações humanas contraditórias, pois a justiça se apresenta pelas contradições”, reflete o diretor.

Permeado por emoções e sensações que fogem da obviedade, o espetáculo tem quadros coreografados que trazem o respiro necessário à dinâmica da encenação: cidadãos urbanos, policiais, advogados com suas togas desfilam pela área cênica e hipnotizam o espectador. Os depoimentos inseridos nas cenas humanizam e tornam crível a proposta da montagem, sejam eles densos, desconcertantes, ou mesmo lúdicos. Segundo o diretor, os três pontos de vista sobre justiça – “o pessoal, o divina e o do homem” – são considerados na concepção de (IN)JUSTIÇA, bem como a máxima que diz “só quem passou por uma injustiça sabe o que é justiça”.

O cenário (Marcelo Denny) situa a força da ancestralidade, presente na terra e no terreiro, na força fria do zinco, na estética religiosa que foge dos estereótipos. Traz também o símbolo da lentidão da justiça com toda sua burocracia em pilhas e pilhas de papéis e processos. Elementos como areia, terra, projéteis de bala e pipas compõem a área de encenação, onde predomina a cor cinza. A trilha (de Meno Del Picchia) e os efeitos sonoros são executados em sincronismo com as cenas. Os atores interpretam cantos de tradição que reforçam a busca pela humanização e pela ancestralidade propostas pelo espetáculo.

O espetáculo integra o projeto Justiça - O que os Vereditos Não Revelam, contemplado pela 31ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Ficha técnica

Encenação: Miguel Rocha. Texto: Evill Rebouças (criação em processo colaborativo com a Cia de Teatro Heliópolis). Elenco: Alex Mendes, Cícero Junior, Dalma Régia, Danyel Freitas, David Guimarães, Gustavo Rocha, Karlla Queiroz e Walmir Bess. Cenografia/instalação: Marcelo Denny. Assistência de cenografia: Denise Fujimoto. Figurino: Samara Costa. Iluminação: Fagner Lourenço e Miguel Rocha. Direção musical: Meno Del Picchia. Oficina de voz: Bel Borges. Oficina de canto: Luciano Mendes de Jesus. Músicos: Amanda Abá (violoncelo e violino), Bel Borges (violão e percussão) e Fernanda Broggi (percussão). Provocação teórica e prática: Maria Fernanda Vomero. Provocação / teatro épico: Alexandre Mate. Provocação / teatro performático: Marcelo Denny. Direção de movimento: Lúcia Kakazu e Miguel Rocha. Preparação corporal: Lúcia Kakazu. Coreografia: Camila Bronizeski, Lucia Kakazu e Miguel Rocha. Oficina de dança: Camila Bronizeski. Oficina de mímica: Thiago Cuimar. Operação de luz: Fagner Lourenço e Viviane Santos. Operação de som e sonoplastia: Giovani Bressanin. Mesas de debates: Viviane Mosé, Gustavo Roberto Costa, Ana Lúcia Pastore e Cristiano Burlan. Mediadora/debates: Maria Fernanda Vomero. Comentador convidado: Bruno Paes Manso. Organização de textos do programa: Maria Fernanda Vomero. Direção de produção: Dalma Régia. Produção executiva: Elaine Vital Marciano. Fotos: Caroline Ferreira e Donizete Bomfim. Design gráfico: Camila Teixeira. Assessoria de imprensa: Eliane Verbena. Realização: Companhia de Teatro Heliópolis. Apoio: 31ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Serviço

Espetáculo: (IN)JUSTIÇA
Temporada: 25 de janeiro a 19 de maio
Horários: sextas e sábados (às 20h) e domingos (às 19 horas)
Ingressos: Pague quanto puder (bilheteria: 1h antes das sessões)                 
Duração: 90 minutos. Gênero: Experimental / Ensaio cênico. Classificação: 14 anos

Casa de Teatro Maria José de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533. Ipiranga/SP. Tel: (11) 2060-0318
Capacidade: 60 lugares. Não possui acessibilidade. Não possui estacionamento.

Adaptação de O Pequeno Príncipe integra trabalho de ator e manipulação de bonecos no Teatro Folha


Adaptada e dirigida por Ian Soffredini, montagem com bonecos e técnica de luz negra encanta crianças e adultos.

Segue em cartaz no Teatro Folha, até o dia 25 de agosto, o espetáculo infantil O Pequeno Príncipe, que tem adaptação e direção de Ian SoffrediniA encenação, que integra o trabalho de ator com manipulação de bonecos e técnicas de teatro com luz negra, tem sessões aos sábados, domingos e feriados, às 16h.

O Pequeno Príncipe é uma adaptação da obra homônima escrita pelo aviador francês Antoine de Saint-Exupéry, publicada em 1943. O livro se tornou um clássico da literatura universal, traduzido em mais de 220 idiomas e dialetos.

O Pequeno Príncipe mora no asteroide B-612 com uma rosa, baobás e três vulcões. Um dia ele pega carona numa revoada de pássaros e vai conhecer novos mundos e pessoas. Depois de passar por diversos planetas e conhecer inusitados personagens - como o Rei, o Homem de Negócios e o Vaidoso - acaba caindo no planeta Terra, em pleno deserto do Saara. Na Terra conhece o narrador, que coincidentemente sofreu uma queda de avião no mesmo local.

O diretor Ian Soffredini conta que, ao adaptar a obra literária, preservou ao máximo as imagens poéticas sugeridas pelo autor e concentrou o foco em criar uma ação dramática fortalecendo, assim, a narrativa da peça. “O livro começa contando a história do aviador e depois conta a história do Pequeno Príncipe. Eu fui direto à história do Pequeno Príncipe, destacando a ação e o que acontece com ele. O primeiro ato mostra a viagem do personagem pelos planetas e o segundo, as experiências dele na Terra”, explica o diretor.

A equipe encena o texto destacando a sensibilidade e a visão poética sobre a vida e as relações, que é um dos pontos fortes da obra de Saint-Exupéry. A montagem leva o conteúdo da obra para um mundo de sonho e fantasia por meio de uma estética visual rica, colorida, capaz de despertar a imaginação das crianças e emocionar aos adultos. Assim como a obra literária, a peça se comunica com o público de todas as idades.

Ian Soffredini conta que a mistura de linguagens – interpretação, manipulação de bonecos, objetos e formas inanimadas e luz negra - foi experimentada de maneira a reforçar o significado de cada cena e ressaltar a função de cada personagem da peça.

Ficha técnica - Dramaturgia e direção: Ian Soffredini (baseado no livro de Antoine de Saint-Exupéry). Elenco: Enrico Verta, Luiza Arruda, Mari Williams, Nathalia Kwast, Patrick Aguiar, Rafael Rilo e Tita Azevedo. Direção de arte: Sidnei Caria. Cenografia, figurinos, bonecos e máscaras: Sidnei Caria, Silas Caria e Tete Ribeiro. Costureira: Cidinha André. Direção de manipulação de bonecos: Wanderley Piras. Música original: Ricardo Severo. Fotografia, produção executiva e administração: Will Siqueira. Desenho de luz: Diego Rocha. Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação. Coordenação de marketing: Emanoela Abrantes. Criação Gráfica: Marjorie costa. Mídias sociais: Pedro Tavares. Equipe técnica: Jardim Cabine. Realização: Dulion Participações e Serviços Teatrais LTDA.

Serviço

Espetáculo: O Pequeno Príncipe
Apresentações: sábados, domingos e feriados, às 16h.
Temporada: 9 de março a 25 de agosto. Sessões extras dias 20 e 21/06 (feriados).
Ingresso: R$ 40,00 (setor único).
Duração: 50 minutos. Classificação etária: 3 anos. Drama.

Local: Teatro Folha - Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618, Terraço – Higienópolis, São Paulo/SP.
Tel.: (11) 3823-2323.
305 lugares. Acessibilidade. Arcondicionado.
Estacionamento: R$ 14 primeiras 2 horas.
Vendas por telefone: (11) 38232423 / 38232737 / 38232323. Por internet: www.teatrofolha.com.br.
Bilheteria: segunda e terça (14h às 16h), quarta e quinta (14h às 21h), sexta (14h às 21h30), sábado (12h às 23h59) e domingo (12h às 20h).
Aceita cartões Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex.
Clube Folha 50% desconto.
Venda para grupos e escolas: (11) 3661-5896 / 97628-4993.
Patrocínio do Teatro Folha: Folha de S.Paulo, Consigaz, Owens-llinois, EMS, Bain & Company, Grupo Pro Security, Previsul, Brasforma, NR Acampamentos, Nova Chevrolet.

Sobre a equipe criativa

Ian Soffredini (adaptação e direção) - Ator, diretor, dramaturgo e produtor teatral, Soffredini atua profissionalmente na área teatral desde 2006, participando, em sua trajetória, de mais de trinta produções teatrais. É diretor artístico do Teatro dos Arcos. Ian é credenciado pela City University London, pelos estudos concluídos na Academy of Creative Training, de Brighton, e na Arts Educational School London. Atuou nos espetáculos “A Minha Primeira Vez” e “Cinderela”,  com direção de Isser Korik; “A Bela Adormecida”, com direção de Paulo Henrique Jordão; “Cyrano de Bergerac”, com direção de João Fonseca; “Further then the furtherest thing” e “Gut girls”, interpretados em Londres; “Pequena reflexão cômica” – com texto, direção e atuação próprias; “Minha Nossa!”, de Carlos Alberto Soffredini; “Nunca Se Sábado”, de Mário Viana, Fábio Torres, Luiz Henrique Romagnolli, Laert Sarrumor e Isser Korik; e “Revistando 2006”, de Mário Viana e Fábio Torres. Em parceria com o Grupo XPTO, adaptou e interpretou “Romeu e Julieta”, apresentado no Festival Internacional de Teatro de Objetos, promovido pelo SESI. Mais recentemente idealizou e foi o curador dos projetos Berçário Teatral e Mostra Espontânea, realizados no Teatro dos Arcos.

Sidnei Caria (direção de arte) - Cursou Artes Cênicas pelo Conservatório Carlos Gomes de Campinas entre 1983 e 1985. Em São Paulo, conheceu o grupo XPTO do diretor Osvaldo Gabrieli, onde participou do desenvolvimento da linguagem do grupo como assistente técnico e ator entre 1986 e 2002. Neste período o grupo criou espetáculos reconhecidos pelo público e pela crítica: “Coquetel Clown”, “Babel Bum”, “O Pequeno Mago”, “Buster, o enigma do Minotauro”, ganhando mais de 30 dos mais importantes prêmios do Teatro Brasileiro e participando de diversos festivais no Brasil e em vários países da América Latina e da Europa. Em 1993 montou a Cia Teatro de Papel, em parceria com Anie Welter e Sergio Serrano, onde desenvolveu a linguagem própria de cenografia e figurinos, utilizando materiais recicláveis. Este trabalho lhe rendeu os prêmios APCA, Mambembe, Coca-Cola Panamco de melhor figurino, cenário e pesquisa de linguagem, além de outras indicações. Coordena o grupo Maracujá Laboratório de Artes desde 2005, realizando trabalhos na área de criação e confecção de adereços, bonecos, figurinos e cenários. O Grupo Maracujá tem em seu repertório os espetáculos “As Aventuras de Bambolina” (que lhe rendeu o Prêmio APCA de melhor ator e o Prêmio Coca-Cola Femsa de Direção, em pareceria com Beto Andretta), “Rabisco - um cachorro perfeito” (prêmio Coca Cola Femsa de Melhor Texto Adaptado), “O Buraco do Muro”, “Nerina, a ovelha Negra”, que ganhou o prêmio Aplauso Brasil de Melhor Espetáculo Infantil de 2017, entre outros.

Wanderley Piras (preparação de atores e manipulação de bonecos) - Ator e bonequeiro, diretor e arte-educador, especializado em cultura popular e manipulação de bonecos e objetos. Fundador e diretor artístico da Cia. da Tribo desde 1996, também trabalha com o grupo Pia Fraus como ator e diretor desde 2002. Dentre outros ganhou prêmios de Melhor Ator Infantil e Melhor Diretor Infantil. Também é diretor do projeto BuZum!

Sobre a Conteúdo Teatral

O grupo empresarial paulista Conteúdo Teatral atua há mais de quinze anos em duas vertentes: gestão de salas de espaços e produção de espetáculos. Como gestora, é responsável pela operação do Teatro Folha, no Shopping Pátio Higienópolis, com direção artística de Isser Korik, programando espetáculos para temporada em regime de coprodução. No período de atuação a empresa soma mais de 2 milhões de espectadores. Como produtora de espetáculos, viabilizou dezenas de peças, como “Gata Borralheira”, “O Grande Inimigo”, “Os Saltimbancos”, “A Pequena Sereia”, “Grandes Pequeninos”,  “Branca de Neve e os Sete Anões”, “A Cigarra e a Formiga”, “Cinderela” e “Chapeuzinho Vermelho” para as crianças. Para os adultos, foram realizadas, entre outras montagens, “A Minha Primeira Vez”, “Os Sete Gatinhos”, “O Estrangeiro”, “Senhoras e Senhores”, “O Dia que Raptaram o Papa”, “E o Vento Não Levou”, “Equus” a trilogia “Enquanto Isso...”, além de projetos de humor – como “Nunca Se Sábado...” e “IMPROVISORAMA” – Festival Nacional de Improvisação Teatral. Em parceria com Moeller e Botelho produziu os Musicais “Um Violinista no Telhado”, “Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos”, “Nine – Um Musical Felliniano” e “Beatles num Céu de Diamantes”.

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