sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Os Três Mosqueteiros - Um por Todos e Todos por Um

Uma hilariante aventura de capa e espada, da obra Alexandre
 Dumas, em versão infantil por Flavio de Souza e Pamela Duncan.

Foto de Jefferson Pancieri

A Peste – Cia. Urbana de Teatro estreia o espetáculo infantil
Os três Mosqueteiros – Um por Todos, Todos por Um no dia 12 de outubro, Dia das Crianças, com duas sessões online, às 11h e às 16h, pelo canal da Unibes Cultural no YouTube, com acesso grátis.

A montagem – inspirada na obra de
Alexandre Dumas - é uma divertida aventura de capa e espada, adaptada por Pamela Duncan, que também assina a direção, e por Flavio de Souza, notável criador das séries Castelo Rá-Tim-Bum e Mundo da Lua.

A temporada segue por todo o mês. Na primeira semana, vai de 12 a 17/10, de terça a domingo. Nas demais, as sessões são aos finais de semana, de 22 a 24/10 e de 29 a 31/10. As exibições são às 11h, durante a semana, e às 16h, aos sábados e domingos.

No enredo de
Os Três Mosqueteiros, três jovens humildes - Musse (sapateiro), Champignon (poeta) e Garçom (faxineiro) - sonham em se tornarem mosqueteiros do reino. Eles são alegres, bastante atrapalhados e até ingênuos. Descobertos por Bafo, o ajudante fiel do vilão Roquefor, eles são nomeados mosqueteiros com a missão de proteger a princesa Chantili e o reino da França, mas tudo não passa de um plano mirabolante. Percebendo que Roquefor pretende raptar a princesa, obrigá-la a se casar com Bafo e se apossar da fortuna do reino, os três mosqueteiros trapalhões lutam com suas espadas para salvar a princesa e expulsar o traidor. A trama é conduzida pelo papagaio narrador, o Petigatô, um boneco que permanece na área de encenação e tudo observa e tudo sabe.

Na história, os três jovens comuns e sonhadores vivem aventuras, permeadas de humor, em cenas dinâmicas que exaltam os valores humanistas e a ética. A Princesa – que surge como uma menina mimada - transforma-se em uma jovem consciente e se torna mosqueteira, assumindo o lugar do ‘quarto’ integrante da história original. “Para compor o perfil da Princesa
como símbolo do empoderamento feminino, inspiramo-nos na pintora barroca italiana Artemisia Gentileschi, que foi proibida de entrar na academia de artes e seu talento não era reconhecido”, revela a diretora.

“Queremos mostrar com este espetáculo que todos podemos ser heróis, que pessoas comuns também são capazes de atos heroicos. E mostrar que a união e os valores morais nos tornam mais humanos e nos ajudam a viver em comunidade. A base da nossa construção dramática foi a solidariedade, a amizade e a força do feminino”, comenta Pamela Duncan. “O espetáculo é poético, alegre e divertido. As crianças e os adultos vão refletir sobre a importância de união para uma vida mais feliz e digna”, completa a diretora.

A direção de Pamela Duncan é inspirada nos desenhos animados e na filmografia de
Os Três Mosqueteiros (Alexandre Dumas, 1840-1844), amparada por uma intensa pesquisa bibliográfica sobre o autor e a obra, que incluiu ainda todos os filmes produzidos, as lutas de capa e espada e a estética da época junto aos movimentos artísticos de literatura e artes plásticas. A montagem para o público infantil ganha contornos clownesco. Pamela Duncan também visitou o clássico Os Três Patetas para desenvolver a estética do clown junto ao teatro físico para compor os mosqueteiros palhaços e anti-heróis. No texto, Flavio de Souza não economizou na criatividade e imaginação dando nomes divertidos aos heróis (Champignon, Musse e Garçom), bem como aos demais personagens (Roquefor, Bafo, a ama Brioche e o papagaio Petigatô), que prometem boas gargalhadas e encantar a garotada.


Os atores fizeram aulas de dança e de esgrima para desempenhar com presteza as cenas coreografadas de luta, e também laboratórios com filmes onde a espada, os movimentos e a postura dão o tom às cenas. A trilha sonora tem um papel fundamental para marcar de dar ritmo às cenas. Em sintonia com a época, os temas passam pelo Barroco e Renascimento, mas aporta no contemporâneo fazendo a ponte com os dias atuais. O figurino e a maquiagem trazem a beleza e poesia da commedia dell'arte com a alegria das cores e babados, estimulando a fantasia e transportando o espectador para a história. O cenário é virtual com projeções ambientes do passado, complementado por poucos elementos.

“Nosso grupo, em mais de 16 anos de trajetória, sempre teve compromisso com a não violência das relações. Defendemos que isto deva ser trabalhado por meio da cultura e educação. Todos os nossos espetáculos têm a premissa de elevar a cultura e a educação, entregando o melhor que temos a oferecer: pensamento, qualidade e cultura pela paz. Em
Os Três Mosqueteiros também falamos de nós e de nossos comportamentos, de acordo com esta filosofia”, finaliza Pamela Duncan.

FICHA TÉCNICA - Direção e concepção: Pamela Duncan. Dramaturgia: Flavio de Souza e Pamela Duncan.
Assistência de direção: Pedro Guida. Elenco: Fabio Brasile, Ricardo Koch Mancini, Sol Leão, Edson Thiago Rossi, Julio Fuska, Jeferson Kucioyada e Sérvulo Augusto (voz do Petigatô). Figurinos: Pamela Duncan. Costureira: Judite de Lima. Cenografia: Pamela Duncan e Heron Medeiros. Cenotecnia: Rafael Boese. Video-cenário: Giuliano Scanduzzi. Adreços: Ivaldo de Mello. Trilha sonora: Servulo Augusto. Iluminação e operação de luz: Rodrigo Pivetti. Assistência de palco: Angelo Favero. Preparação de esgrima: Francesco Magnani. Operação de som: Pedro Guida. Desing gráfico: Thais Capéto. Mídias socias: Mariana Marques - Agência Artprint. Leis de incentivo: Sodila Projetos Culturais. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Contabilidade: Beltrame – Tiago. Fotografias: Jeffersson Pancieri. Produção e produção executiva: Jorge Alves e Pamela Duncan. Produção e administração: Marcos Thadeu. Idealização e produção: A Peste – Cia. Urbana de Teatro e Pamela G Stipanicic. Patrocínio: Unibes Cultural. Realização: Projeto contemplado pelo ProAC ICMS da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo. 

Serviço

Espetáculo infantil: Os Três Mosqueteiros – Um por Todos e Todos por Um

Com A Peste – Cia. Urbana de Teatro
Onde: Unibes Cultural
Exibição online: YouTube / Unibes Cultural
https://www.youtube.com/UnibesCulturalSP
Estreia: 12 de outubro. Terça, às 11h e às 16h
Grátis. Informações: unibescultural.org.br | Tel:  (11) 3065-4333
Duração: 50 minutos. Classificação: Livre (indicado para crianças a partir de 3 anos) 

Temporada
13/10 a 17 10 - Quarta, quinta e sexta, às 11h. Sábado e domingo, às 16h
22/10 a 24/10 - Sexta, às 11h. Sábado e domingo, às 16h
29/10 a 31/10 - Sexta, às 11h. Sábado e domingo, às 16h

Alexandre Dumas

O francês Alexandre Dumas (1802-1870) foi um escritor incansável romancista e dramaturgo. Autor do clássico da literatura Os Três Mosqueteiros, suas histórias foram traduzidas em diversos países e produziram vários filmes. Em 2002, seus restos mortais foram levados para o Parthenon, em Paris, já que anteriormente, por ser descendente de negro, não podia fazer parte dos ilustres mortos. Alexandre Dumas nasceu em Villersp Cotterets, filho de um general nobre e de uma escrava negra. Escreveu mais de 300 obras, entre elas 91 peças de teatro, romances e poemas. O livro Os Três Mosqueteiros foi escrito em 1844 e publicado durante cinco meses no jornal Le Siècle. No mesmo ano, Dumas lançou O conde de Monte Cristo e A Rainha Margot, que estão entre suas obras mais conhecidas.

Pamela Duncan & A Peste – Cia. Urbana de Teatro

Fundada pela diretora Pamela Duncam, em 2004, A Peste – Cia. Urbana de Teatro nasceu com a proposta de pesquisar a linguagem do teatro físico visual. Seu primeiro espetáculo foi A Menina que Descobriu a Noite, premiado em 2004 como melhor espetáculo do ano, em Santos, SP.  A peça fez carreira passando pela Bienal Internacional de Artes de Santos, 1ª Mostra de Teatro Infantil do Sesi e por 12 cidades do estado de São Paulo, além de apresentações na Funarte SP, em todas as unidades do Sesc SP e em 15 CEUs da capital. O grupo segue no caminho da reflexão sobre o gesto, a palavra e o sentimento em uma nova montagem, Sonhei com Charles Chaplin (2004), tendo sucesso de crítica e sendo indicada para prêmios, com temporada no Teatro Alfa e Teatro Folha, além de integrar a IV Mostra de Teatro Infantil do Sesi SP, o Projeto Mosaico por todo o Estado e temporadas nos CEUs e unidades do Sesc. Em 2007, partiu para a pesquisa do Teatro do Absurdo de Samuel Beckett e o existencialismo, estudando ainda o cinema mudo e a introdução da fala no cinema, quando nasceu Eternos Vagabundos (Rumos do Teatro - Sesc Santos, Sesc Santo André, Sesi, Teatro João Caetano e festivais em Sertãozinho, Araraquara e Blumenau). Em 2009, o grupo montou Nelson, Visceral, baseado na obra de Nelson Rodrigues e sua relação com o universo feminino. Em 2012, estreou As Incríveis Historias de Mariazinha e Seu Amigo Sol no Sesc Pinheiros, que seguiu longa carreira, semelhante às montagens anteriores. Na sequência, a companhia retomou projetos baseados em grandes seriados de terror com A Famílya Monstro e Frankenstein. Suas montagens mais recentes, todas com direção de Pamela Duncan, são: O Tambor Africano (Sesc Campo Limpo) Pinocchio (Teatro Eva Herz), na qual ela assina também o figurino e a cenografia; e O Inventor de Sonhos (Teatro Folha). Pamela, que tem atuação frequente na cena teatral paulista, assinou também como diretora e figurinista convidada do espetáculo Pour Elise (Teatro Folha). Atualmente, A Peste está em cartaz com Os Três Mosqueteiros e já prepara a próxima produção, Anne e sua Amiga Kitty, inspirado no Diário de Anne Frank. 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena / João Pedro
(11) 2548-38409 / 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

 

quinta-feira, 9 de setembro de 2021

Dinah Perry lança série de curta-metragem inspirada em Dostoiévski em nove cenas

 

Rogério Maia em Dostoievski / foto de Arnaldo J.G. Torres 

A coreógrafa e bailarina Dinah Perry apresenta um novo olhar para a arte e lança a série audiovisual Dostoiévski – em 9 cenas, pelo YouTube. São curtas-metragens com duração de pouco mais de um minuto cada, que serão lançados mensalmente, até maio de 2022.

A partir de 10 de setembro, a primeira cena pode ser conferida
com acesso grátis (aqui) Youtube/ThiagoSampaio
. Os demais episódios serão disponibilizados no dia 10 de cada mês. O intérprete das cenas é o bailarino Rogério Maia, também coreógrafo e maitre de dança clássica e contemporânea.

Inspirados na obra de filósofo russo Fiódor M. Dostoiévski, os curtas produzidos por Dinah Perry abordam a dança com uma concepção diferente de seus demais trabalhos. “Em Dostoiévski a dança submerge no corpo, praticamente em repouso; a cena captada é o que mais se move pelos ângulos e movimentos de câmera, em um jogo que alterna sensações do impressionismo e do expressionismo”, explica a artista.

Com trilha sonora de Igor Stravinsky (“Orpheus”),
Dostoiévski reflete sobre o desamor, o amor e a solidão no mundo contemporâneo. Segundo Dinah, a ideia surgiu para cumprir sua trajetória de criações e fundamentar sua estética, registrada no livro (digital) Fórmula de Técnica Autoral em Dança, na qual defende o processo de construção e desconstrução da arte cênica. “Eu quis aproveitar o momento de turbulências que vimemos no Brasil e no mundo para mostrar delicadezas, amor e sensibilidade pela ótica do cinema”, finaliza Dinah Perry. 

FICHA TÉCNICA / Dostoiévski - Concepção, roteiro e direção: Dinah Perry. Intérprete: Rogério Maia. Assistência de imagem: William Mazzar e Thiago Sampaio. Fotografia: Arnaldo J.G. Torres. Edição: Thiago Sampaio. Diagramação: Patrícia C.A. Alessandri. Correção: Ricardo Liberal. Apoio cultural: Caixote Bar. Produção e realização: Dinah Perry. Duração total das 9 cenas: 15 minutos. Classificação: livre.

Na foto acima, Dinah Perry em cena de 'Marylin em Branco e Preto' (crédito: Dicastanha).

quarta-feira, 8 de setembro de 2021

Companhia de Danças de Diadema leva os espetáculos SCinestesia e Crocodilo Embaixo da Cama à cidade de Salto

Foto de Carol Vidal
A cidade de Salto, SP, vai receber os dois novos espetáculos da Companhia de Danças de Diadema em sessões presenciais na Sala Palma de Ouro, do Centro de Educação e Cultura Anselmo Duarte, com ingressos gratuitos distribuídos por ordem de chegada.

No dia 10 de setembro (sexta), o grupo apresenta SCinestesia, às 20 horas. E no dia 11/9 (sábado), a diversão é para a garotada com o infantil Crocodilo Embaixo da Cama, às 16 horas. As sessões seguem os protocolos de distanciamento social.

No sábado (11/9), acontece ainda um Workshop de Dança Contemporânea, ministrado pelos integrantes da Companhia de Danças de Diadema, das 10h às 12h, na Sala Giuseppe Verdi.

SCinestesia

Concebido pela diretora e coreógrafa Ana Bottosso em colaboração com o elenco da Companhia, SCinestesia transita pelo universo do surrealismo, associado às possibilidades de integração entre dança contemporânea, teatro, música e artes visuais. No processo criativo, a Companhia de Danças de Diadema contou com a colaboração em dramaturgia cênica do ator e diretor teatral Matteo Bonfitto (Performa Teatro) e do músico e compositor Luciano Sallum (Grupo Pedra Branca).

No espetáculo, as possibilidades se multiplicam a cada repetição dos hábitos mais corriqueiros. Eles podem parecer, mas nunca são iguais. Como um processo de causa x efeito, ação x reação, tudo pode se modificar a partir de uma mínima desordem, da ocorrência do inesperado, do acaso da vida. Ao percebermos que as realidades são construções, uma pergunta inusitada surge: seriam elas – e nós mesmos – transformáveis? 

Crocodilo Embaixo da Cama

Foto de Fábio Vera Cruz
Com coreografia de Clébio Oliveira e direção geral de Ana Bottosso, Crocodilo Embaixo da Cama foi concebido durante a pandemia da covid-19. O espetáculo é uma viagem poética pela ótica infantil sobre o nosso tempo, sobre a pandemia, sobre nossos estados mentais que podem desencadear monstros - sejamos crianças ou adultos - diante de algo que desconhecemos. 

O enredo explora o imaginário infantil, repleto de bichos, fantasmas, monstros, que podem despertar medo a qualquer hora do dia, principalmente na hora de dormir. Medos e fobias fazem parte do desenvolvimento da criança, expressa a descoberta do mundo, o discernimento entre o que é real e o que é fantasia. Porém, o que acontece quando esse imaginário é afetado por uma pandemia assustadora? Como seria enxergar o mundo atual pela ótica infantil? Como o estado mental da criança fica frente a um momento pandêmico? Quais as reflexões, expressões e reações da criança ao se defrontar com algo desconhecido? Como encarar algo ameaçador e invisível? Como pôr-se em acordo com as emoções, os medos e os sentimentos ao serem afetados por uma pandemia mundial, tendo que encarar a imensidão extraordinária da realidade?

Fichas técnicas

SCinestesia - Direção geral e concepção coreográfica: Ana Bottosso. Dramaturgia cênica: Ana Bottosso e Matteo Bonfitto. Intérpretes colaboradores: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Danielle Rodrigues, Guilherme Nunes, Júlia Brandão, Leonardo Carvajal, Thaís Lima, Ton Carbones e Zezinho Alves. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical: Luciano Sallun. Desenho de luz: Alexandre Zullu e Ana Bottosso. Operação de luz: Alexandre Zullu. Sonoplastia: Jehn Sales. Cenografia e adereços cênicos: Júlio Dojcsar. Figurinos: Bruna Recchia. Confecção de figurinos: Zezé de Castro. Fotos: Silvia Machado. Assistência de produção e e-flyer: Jehn Sales. Realização: Projeto viabilizado pelo Edital 03.2019 - Produção e Temporada de Espetáculos Inéditos de Dança no Estado de São Paulo, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.

Crocodilo Embaixo da Cama - Direção geral: Ana Bottosso. Criação coreográfica, pesquisa de material cênico: Clébio Oliveira. Bailarinos criadores: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Danielle Rodrigues, Guilherme Nunes, Júlia Brandão, Leonardo Carvajal, Thaís Lima, Ton Carbones e Zezinho Alves. Música original: Matresanch. Ligth designer: Mirella Brandi. Concepção e confecção de figurino: Salomé Abdala. Assistência de confecção de figurino: Felipe Lemos. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Aderecistas: Marcos Sanchez e Patrícia Lopes. Operação de luz: Alexandre Zullu. Fotografia: Fábio Vera Cruz, Zullu e Leonardo Acevedo. Assistência de produção e sonoplasta: Jehn Salles. Realização: Projeto viabilizado pelo Edital 06.2019 - Produção e Temporada de Espetáculos Inéditos para Público Infanto-juvenil, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.

A Companhia de Danças de Diadema tem apoio da Prefeitura do Município de Diadema, Secretaria de Cultura de Diadema e Associação Projeto Brasileiro de Dança.

Serviço

Espetáculos com a Companhia de Danças de Diadema
Sala Palma de Ouro
Centro de Educação e Cultura Anselmo Duarte
Rua Prudente de Moraes, 580, Centro. Salto/SP. Tel: (11) 4602-8693

10 de setembro. Sexta, às 20h
Espetáculo/dança: SCinestesia
Duração: 60 min. Indicação etária: 16 anos.
Grátis. Ingressos serão distribuídos 1h antes da sessão

11 de Setembro. Sábado, às 16h
Infantil: Crocodilo Embaixo da Cama
Duração: 37 minutos. Classificação: Livre.
Grátis. Ingressos serão distribuídos 1h antes da sessão

11 de Setembro. Sábado, das 10h às 12h
Workshop de Dança Contemporânea
Sala Giuseppe Verdi (Teatro Verdi)
Rua: José Galvão, 104 / 146, Centro. Salto/SP.
Informações: (11) 4029-3473. Indicação de idade: acima de 14 anos

Acompanhe a programação da Companhia de Danças de Diadema pelas redes sociais:
Facebook: @companhiadedancas | Instagram: @ciadancasdiadema | WhatsApp: (11) 94029-9469 

Informações à imprensa | VERBENA Comunicação
Eliane Verbena / João Pedro
 (11) 2548-8409 / 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

sexta-feira, 3 de setembro de 2021

Festival SP Roots Music presencial leva jazz, reggae, ska jazz à Praça do Teatro Paulo Eiró, em São Paulo


No domingo, dia 19 de setembro de 2021, acontece o inédito Festival SP Roots Music na Praça do Teatro Paulo Eiró, em São Paulo. O evento, que é presencial e gratuito, acontece das 10h às 15h, reunindo instrumentistas de destaque na cena paulista do jazz, do reggae e do ska jazz em apresentações cheias de suingue, vibração e arranjos dançantes.

A programação traz a Totó Brazz Band, tocando sucessos mundiais que marcaram época, o suingue jamaicano da Barone Ska Jazz, banda formada por instrumentistas mulheres, a RotoRoots, com seu reggae e com o maxixe & choro da virada século XIX para XX, e o jazz vibrante do Beba Trio e Convidados. Tem ainda a participação incidental do DJ Ale Portillo, discotecando nos intervalos para troca de palco.

Com idealização e curadoria de Adriana Belic e produção da Belic Arte.Cultura, o projeto é realizado pela Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo, Ministério do Turismo, Governo Federal, por meio da 1ª Edição do Prêmio Aldir Blanc de Apoio a Cultura da Cidade de São Paulo, Módulo I – Maria Alice Vergueiro/2020.

10h - Totó Brazz Band

Com formação instrumental inusitada - tuba, trombone, trompete e percussão – a banda apresenta repertório diversificado, sob o comando do baterista Fábio Bergamini. A Totó Brazz Band é formada por um time de peso. Além de Bergamini na percussão, os integrantes são Fábio Oliva (trombone), Rui Barossi (baixo elétrico e tuba) e Rubinho Antunes (trompete e flugel horn). Com arranjos que primam pela descontração, a Totó Brass Band realiza um espetáculo carregado de animação e emoção ao som de sucessos que marcaram época, tanto no Brasil quanto em outros lugares do mundo.

Rubinho Antunes (trompete e flugel horn) já tocou com Banda Mantiqueira, Sound Scape Big Band, Blissamblaz, Toquinho, Mozar Terra Octeto, Rosa Passos, Leny Andrade e outros. Integrou a banda de Johnny Alf durante nove anos, tendo gravado no CD Mais Um Som. Em 2011, mudou-se para a França, onde atuou com grandes nomes do jazz europeu e da música brasileira e finalizou seu mestrado na Université Paris 8. Rui Barossi (contrabaixo, tuba) é músico, arranjador e compositor. Integra vários grupos musicais com os quais gravou CDs: Grupo Comboio (Sarado, Comboio e Narrativas de Sobrevivência), À Deriva (À Deriva I e II, Suíte do Náufrago, Móbile e De Senhores, Baronesas, Urubus, Cabritos e Ovelhas, este com Cau Karam), Gato Negro (Tango), Orquestra Mundana (Muvuca), Quarteto Original (Quarteto Original e Brazilian Theory) e Quarteto Solto (homônimo) e Mandu Sarará (Varal). Apresentou-se na França, Escócia, Inglaterra, Índia, Holanda, Alemanha e Japão. Fabio Bergamini (bateria e percussão) é bacharel e mestre em música pela Unicamp, complementou os estudos nos EUA (Berklee e Calarts) e fez especialização em etnomusicologia em Lisboa (PT), onde integrou o grupo Madredeus. Foi professor em várias faculdades de música e projetos sociais, inclusive lecionando na Swarnabhoomi Academy of Music, na India. É autor de livros didáticos de bateria e percussão do Projeto Guri e coordenador pedagógico da Editora Anacruse. Tem tocado como músico convidado das orquestras sinfônica de Campinas (OSMC) e da Unicamp (OSU). Fabio Oliva (trombone) integra os grupos instrumentais Noneto de Casa, André Marques Sexteto, Marcel Bottaro Quinteto, André Peloso Quarteto, Nelson Ayres Big Band, Rafael Piccolotto de Lima & Orquestra Urbana Big Band e Hermeto Pascoal Big Band. Tocou em shows de Elza Soares, Rosa Passos, Lenny Andrade, Toninho Ferraguti, Vinicius Dorin, Arismar do Espírito Santo, Cizão Machado, Laércio de Freitas, Miles Osland, Paulo Freire e outros.

11h15 - Barone Ska Jazz

Integrada por cinco instrumentistas mulheres e liderada pela baterista Bruna Barone, a Barone Ska Jazz traz um repertório de ska jazz (estilo genuinamente jamaicano) que mescla composições autorais com música brasileira e internacional. Misturando a harmonia e o ritmo do ska com a cadência do jazz. A banda é formada por Bruna Barone (bateria), Vanessa Ferreira (baixo), Juliana Rodrigues (piano), Gabi Suyama (guitarra) e Mayara Almeida (sax).

Bruna Barone formou-se em bateria no IP&T, tendo Giba Favery como mestre. Estudou também com Christiano Rocha, Vera Figueiredo, Pascoal Meirelles, Ramon Montagner e Kiko Freitas, além de piano com Debora Gurgel. Nos EUA participou de masterclasses no Drum Fantasy Camp, fez aulas no Berklee Percussion Festival e teve aulas particulares com John Riley, Dom Famularo, Jimmy Cobb, Larry Lelli e Mauricio Zottarelli. Apresentou-se no Batuka! Brasil International Drum Fest e Girls On Drums. Acompanhou importantes nomes do sapateado no Brasil Tap Festival e atuou por vários anos em grandes montagens de teatro musical. Além da carreira solo, é baterista do grupo vocal Soñe e líder do Barone Ska Jazz. Na área didática, é professora do IP&T - Giba Favery e ministra aulas particulares em seu estúdio. Já lecionou no Instituto de Bateria Vera Figueiredo, British College of Brazil e fez parte coluna de estudos da revista Modern Drummer Brasil.

12h30 - RotoRoot

A RotoRoots é uma groove band - inspirada nas orquestras instrumentais de Ray Conniff e Paul Mauriat e no reggae instrumental de bandas como os Skatalites - formada por Paulo Bira (baixo), Edu Diegues (teclados), Marco Camarano (guitarra), Paulo Pascali (sax tenor), Roberto Gastaldi (trompete), Jopa Basile (trombone) e Gustavo Souza (bateria, substituindo Adriano Busko). No Festival SP Roots Music, apresenta show calcado em seu primeiro álbum, Cortando a Jaca, gravado em 2018, depois de mais de 10 anos de estrada, resultado de pesquisa sobre a música instrumental brasileira do final do século XIX e início do XX, em especial o maxixe e as origens do choro. São nove releituras (composições de Chiquinha Gonzaga, Ernesto Nazaré, Marcelo Tupinambá, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Bonfiglio de Oliveira, Costa Junior e J. Resende) e duas músicas originais do produtor Paulo Bira. A apresentação tem ainda os ‘sucessos de sempre’ em reggae e ska, de “What a Wonderful World” (Louis Armstrong) a “No Norte da Saudade” (Gilberto Gil), passando pelo bolero “Perfídia” (Alberto Dominguez), entre outras.

A RotRoots nasceu como um projeto de Paulo Bira (baixista, ex-integrante do Nomad e Mawaca) e Paulo Pixú (baterista e percussionista, ex-banda Mafuá) que, em 2005, se uniram para pesquisar e tocar os ritmos afro-americanos. A eles se juntaram o tecladista Edu Diegues (ex-Nomad) e o guitarrista bluesman Marco Camarano. Completaram a banda com o timbre jazzístico os músicos Paulo Pascali Jr. (sax), Jopa Basile (trombone) e Roberto Gastaldi (trompete). Em 2013, Adriano Busko assumiu a bateria da RotoRoots. O grupo já se apresentou no circuito alternativo de São Paulo (Hole Club, Casa Belfiore e Bleeker St., CCPC - Centro Cultural Popular da Consolação e Centro Cultural Rio Verde), na festa dos reggaeiros You and Me on a Jamboree, no 2º Festival de Ska de São Paulo (Sesc Pompéia), na Virada Cultural e na Quebrada Cultural da Prefeitura de São Paulo. O grupo acompanhou o cantor e produtor jamaicano Lee Perry, no festival Black na Cena (São Paulo), e o rei da soca de Barbados (Caribe), Red Plastic Bag.

13h45 - Beba Trio e Convidados

O Beba Trio atua com a formação típica dos trios de jazz e bossa nova: piano, contrabaixo e bateria. A proposta é fazer um som vibrante, descomplicado, com melodias e levadas que provocam empatia imediata do público. No Festival SP Roots Music, o trio recebe quatro instrumentistas convidados garantindo uma sonoridade ainda mais potente para músicas que são referências no cancioneiro paulistano. O repertório é cheio de samba, groove, suingue e alegria sonora, em composições autorais e músicas que são referências no universo do som instrumental da cidade de São Paulo. Formação: Beba Zanettini (piano/teclados), Victor Kutlak (contrabaixo), Gudino Miranda (bateria). Convidados: Erica Motta (guitarra), André Mitsuoka (trombone), Carol Oliveira (percussão) e Edu Ferreira (trompete).

Formado em 2019, o Beba Trio executa com originalidade a música instrumental brasileira, passando por influências rítmicas que vão da música latino-americana e caribenha ao jazz e pop. Seu currículo registra apresentações em diversos espaços culturais do país com destaque para o Brooklin Fest e Maifest, em São Paulo, Teatro da Funarte, em Brasília, durante a programação do Prêmio Profissionais da Música, e Festival SP Choro in Jazz. Em 2020, foi selecionado para a programação musical ONFITA, dentro do FITA - Festival Internacional de Teatro do Alentejo, que ocorre em Beja, Portugal. “Nossa música tem conexão com som dos trios de jazz e de bossa nova dos anos 60, mas também conversa com diferentes ‘idiomas’ musicais do Brasil e de diversas partes do planeta. É fundamental e contagiante esse diálogo que o instrumental brasileiro cria e recria com outras identidades musicais”, comenta Beba Zanettini.

Nos intervalos - DJ Ale Portillo

Com mais de 30 anos de experiência, sempre atento às novas tendências, o DJ Ale Portillo é conhecido pelo bom gosto e vasto repertório musical, deixando sua marca em grandes eventos na cidade de São Paulo. Iniciou a carreira em 1988, no lendário Victoria Pub, fez residência no Nefertiti Club e Café Societe (primeiro DJ numa casa noturna no Bixiga). Entre os eventos, destaque para Expomusic, Salão do Automóvel, Lighting Week Brasil, Airton Senna Racing Day, Spirit of London (White), Twitter Festival, Stockcar, Make Music Day Brasil e outros. Foi DJ convidado na Rádio Energia FM e Pool Web Rádio. Ale Portillo foi professor de importantes cursos de DJs em várias cidades do Brasil, incluindo a Oficina / Curso de DJs do MIS - SP e Centro Cultural Tatuapé Ad Libitum. Durante a quarentena, lançou a música/vídeo “Corona Vírus Rap”, discotecou em sua varanda, lançou os projetos Baila Comigo e Samba Rock do Bom (lives transmitidas via YouTube).

Serviço

Música: Festival SP ROOTS MUSIC
Dia 19 de setembro de 2021
Domingo, das 10h às 15h.
Grátis. Livre. Duração/shows: 45 minutos cada.

10h -
Totó Brazz Band
11h15 - Barone Ska Jazz
12h30 - RotoRoots
13h45 - Beba Trio e Convidados
Intervalos | troca de palco: DJ Ale Portillo 

Teatro Paulo Eiró (Praça)

Av. Adolfo Pinheiro, 765 - Santo Amaro. São Paulo/SP. - Tel: (11) 5686-8440
Acesso Metrô Adolfo Pinheiro.
FB: @teatropauloiro | IG: @teatropauloeirosp
Presencial - Este evento cumpre todos os protocolos de prevenção à Covid-19.

Acompanhe a programação do Festival pelas redes: @festivalsprootsmusic

 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena / João Pedro
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quinta-feira, 2 de setembro de 2021

Em show ao vivo Consuelo de Paula canta ao som de cello e violão e promete repertório cheio de emoções

Consuelo de Paula (foto de f.cabral)

O ano de 2021 trouxe muito trabalho, criação e boas novidades para
Consuelo de Paula, a começar por Maria Bethânia lançando o single “Sete Trovas”, canção de Consuelo em parceria com Rubens Nogueira e Etel Frota. A artista seguiu fazendo shows online, criando suas obras e atuando com parceiros musicais.

E, em outubro, ela chega com um show ao vivo, elaborado para celebrar a música que permeia toda a sua trajetória: Consuelo Maryákoré de Paula, diretamente do Estúdio 185 Apodi, que acontece no dia 16/10 (sábado), com exibição gratuita pelo seu canal no YouTube, às 21 horas.

Consuelo concebeu o espetáculo como um encontro de cordas - as cordas do seu violão com o cello de Adriana Holtz - no qual arranjos com violoncelo dão contornos eruditos às suas criações e interpretações inspiradas na cultura popular, e vice-versa, mostrando que não há fronteiras para a arte. Já pelo nome, sabemos que o show traz composições do CD Maryákoré (2019), mas o repertório vai bem além e, segundo a artista, promete surpreender e emocionar o público.

No roteiro tem: “Anabela” (Mario Gil e Paulo César Pinheiro), que Consuelo gravou em seu primeiro disco (Samba, Sereta e Baião); “Dia Branco” (Geraldo Azevedo e Renato Rocha), música que ela ouvia quando era universitária em Ouro Preto (MG); “Légua Tirana” (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira), toada interpretada pela primeira vez por Consuelo; “São Sebastião Presente” (João Bá e João Arruda); e “Fica Comigo, Morena” (de Jessé Silva Santos - tema dos sambadores de Serra Preta, BA, recolhido por Renata Mattar).

O repertório visita também seu DVD Negra, com a música “Fitas” (parceria com Luiz Gonzaga de Paula), traz vários temas de congadeiros e moçambiqueiros de Minas Gerais (cultura que permeia toda sua obra) e reverencia o universo de Heitor Villa-Lobos em duas composições, celebrando a união do popular com o erudito, do rural com o urbano que bem representa a estética popular brasileira contemporânea de Consuelo de Paula.

Do álbum Maryákoré ela interpreta “Ventoyá” (parceria com Déa Trancoso), “Arvoredo”, “Remando Contra a Maré” (parceria com Rafael Altério) e “Maryákoré”, entre outras. Consuelo de Paula ainda abre um portal no programa do show para mostrar duas canções inéditas, “Atiaru” e “Plumagem”, parcerias com Regina Machado, que farão parte do disco Pássaro Futuro, um projeto que será lançado em breve pelas artistas.

Este projeto é realizado pela Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo, Ministério do Turismo, Governo Federal, por meio da 1ª Edição do Prêmio Aldir Blanc de Apoio a Cultura da Cidade de São Paulo, Módulo I – Maria Alice Vergueiro/2020.

O CD Maryákoré - O título do CD - Maryákoré - pode ser entendido como uma nova assinatura de Consuelo de Paula: maryá (Maria é o primeiro nome de Consuelo), koré (flecha na língua paresi-haliti, família Aruak), oré (nós em tupi-guarani), yakoré (nome próprio africano). Além de assinar todas as composições, Consuelo é responsável pela direção, pelos arranjos e violões e por algumas percussões. É nítida no disco a harmonia entre Consuelo e sua música, sua poesia, sua expressão e a estética apresentada. Ao interpretar letras carregadas de imagens e sensações, ao dedilhar os ritmos que passam por Minas Gerais e pelos sons dos diversos “brasis”, notamos a artista imersa em sua história: vida e a arte integrada às canções. O violão, seu instrumento de composição, nesse trabalho revela-se também, de maneira ousada e criativa, como parte de seu corpo; e como koré provoca as composições ao mesmo tempo em que comanda e orienta os ritmos que dão originalidade à obra. Consuelo gravou o violão e a voz juntos, ao vivo no estúdio, transpondo para o disco a naturalidade e a energia original das canções. Um desafio que pode ser conferido nas faixas: ora o violão silencia as cordas para servir de tambor, ora se ausenta para deixar fluir a voz à capela; em outros momentos as cordas produzem somente um pizzicato para acompanhar o movimento da melodia; e, às vezes, soa como percussão e instrumento harmônico.

Consuelo de Paula - Com oito discos gravados, Consuelo de Paula é cantora, compositora, poeta, diretora artística e produtora musical. Possui músicas gravadas por Maria Bethânia (“Sete Trovas”, CD Encanteria, também lançada em single, em 2021) e Alaíde Costa (“Bem-me-quer”, CD Porcelana, com Gonzaga Leal). Apresentou-se no Gran Rex, em Buenos Aires, foi destaque na capa do Guia Brasilian Music (Japão), que elegeu os 100 melhores discos da música brasileira, e gravou o programa Ensaio, de Fernando Faro (TV Cultura). Consuelo participa dos discos Divas do Brasil (em Portugal, que reúne Elis Regina, Maria Bethânia, Céline Imbert e outras), Senhor Brasil (ao lado de Rolando Boldrin), Prata da Casa (Sesc SP) e Cachaça Fina (Spirit of Brazil). Assina o roteiro de Velho Chico - Uma Viagem Musical, de Elson Fernandes, no qual interpreta “O Ciúme” (Caetano Veloso), considerada a “gravação definitiva” pelo crítico Mauro Dias (Estadão). Entre os projetos que participou, destaque para: Projeto Pixinguinha (Funarte); Elas em Cena, com Cátia de França e Déa Trancoso; Canta Inezita (show e CD); e livro Retratos da Música Brasileira (Pierre Yves Refalo / 50 anos da TV Cultura e 14 anos do programa Sr. Brasil). Sua discografia teve início com a trilogia Samba, Seresta e Baião (1988), Tambor e Flor (2002) e Dança das Rosas (2004), da qual foi lançada a coletânea Patchworck, no Japão. Em 2011, lançou o DVD Negra, seguido pelos CDs: Casa (2012), O Tempo e O Branco (2015), Maryákoré (2019) e Beira de Folha (2020, em parceria com o violeiro João Arruda). Consuelo também lançou o livro A Poesia dos Descuidos, com cartões de arte de Lúcia Arrais Morales.

Show: Consuelo de Paula
Em Consuelo Maryákoré de Paula
Data: 16 de outubro. Sábado, às 21h
Transmissão: YouTube / Consuelo de Paula
https://cutt.ly/consuelodepaula
Grátis. Livre. Duração: 60 minutos.
Facebook: @paginaconsuelodepaula
Instagram: @consuelodepaula

 

Informações à imprensa | VERBENA Comunicação
Eliane Verbena / João Pedro
 (11) 2548-8409 / 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

Zé Guilherme apresenta última temporada do ano de EntreMeios

Eucir de Souza, Edson Penha, Felippe Alrosa, Daniel Dhemes, José Carlos Honório, Enzo Camurça, Daniel Peixoto, Hugo Faz e Fábio Chap são as atrações.

Zé Guilherme (foto de Iago Alencar)

Em setembro, Zé Guilherme apresenta a última edição do ano da série de lives EntreMeios, que acontece em sua página no Instagram - @zeguilhermeoficial, às terças-feiras, às 21 horas.

No dia 14 de setembro, EntreMeios recebe Eucir de Souza (ator de teatro, cinema e TV e diretor teatral), Edson Penha (músico, cantor e compositor) e Felippe Alrosa (escritor). No dia 21/9, os convidados são Daniel Dhemes (ator, músico e produtor), José Carlos Honório (escritor e livreiro) e Enzo Camurça (cantor, compositor e ator). Fechando a temporada, no dia 28/9, o papo é com Daniel Peixoto (cantor), Hugo Faz (ator, diretor, performer e fotógrafo) e Fábio Chap (escritor e empreendedor).

EntreMeios, iniciado em junho de 2020, já recebeu mais de 30 artistas e profissionais de diversas áreas. Zé Guilherme conduz os encontros em um bate-papo informal que prioriza a carreira dos convidados com troca de conhecimentos e experiências.

14 de setembro. Terça, às 21h
            Convidados: Eucir de Souza, Edson Penha e Felippe Alrosa.

Eucir de Souza - Mineiro de Guaxupé, Eucir é ator e diretor teatral, há 20 anos. Atuou em mais de 50 peças no teatro ao lado de diretores como Fernando Bonassi, Cibele Forjaz, Márcio Aurélio, Mario Bortolloto, Wiliam Pereira e Renato Borghi. Dirigiu as montagens Edificio Shantung e Caim e Abel, em São Paulo, Zumbi Sertão de Jacuí e Histórias dos Orixas, em Guaxupé. No cinema, atuou em diversos curtas-metragens e em mais de 30 longas com destaque para Meu Mundo em Perigo, de José Eduardo Belmonte (prêmio de melhor ator no Festival de Brasília, 2007, e Prêmio Saruê do Correio Braziliense). Na TV, trabalhou em séries e novelas dirigidas por Fernando Meirelles, Rogério Gomes, José Alvarenga Jr., André Garolli, Ricardo Waddington, Hector Babenco, Fabrizia Pinto, José Luiz Vilamarim, Edgar Miranda e outros.

Edson Penha - Mestre em geografia, professor, compositor, letrista e vocalista, Edson nasceu em Dracena, SP, e chegou à capital no início de 1980. Iniciou a carreira musical, nos anos 90, como compositor e cantor em corais e grupos da zona leste. Integrou o Nhambuzim, com o qual lançou o CD Rosário (inspirado no sertão de Guimarães Rosa), que traz nove composições suas, e o CD-livro infantil Bichos de Cá, com canções suas em parceria com Xavier Bartaburu. Com o grupo também participou dos CDs Xiló, de Zé Modesto, e Kalea, de Kepa Junkera, em música interpretada por Fabiana Cozza. Em 2018, lançou o primeiro disco solo, Nem Tudo que se Vê É Norma, com direção musical de Daniel Conti. Tem canções gravadas por vários artistas e possui parcerias com Clayton Prosperi, Fernando Diniz, Léo Nascimento, Thamires Tannous, Valmir Lins, Zé Guilherme e outros.

Felippe Alrosa - Escorpiano, de 27 anos, Alrosa é escritor e tradutor, formado em Letras. Em suas atividades profissionais e sociais, o artista usa a literatura como “ferramenta para expor vivências que fogem da heteronormatividade imposta pela sociedade contemporânea”. É integrante do zine de literatura queer Literanoturna e do podcast o214. Envolvido também com a sétima arte, o trabalho que Felipe produz é voltado para a comunidade LGBTQIA+. Em suas obras procura retratar a realidade por meio da fantasia na arte.

        21 de setembro. Terça, às 21h
        Convidados: Daniel Dhemes, José Carlos Honório e Enzo Camurça.

Daniel Dhemes – Daniel é músico, ator e produtor. Músico, há 15 anos, com passagens por Portugal e África, lançou o primeiro EP, Ancestralidade, em 2019. Tem parcerias com Dexter, Rapper Gregor, Tina e Flávio Renegado (a recente Olham que Condenam). Já compôs trilhas para curtas e espetáculos de teatro e dança. Integra o Dragão7 de Teatro, há 13 anos, participando das peças Auto da Barca do Inferno, Assim É (se lhe parece), Os Negros, Pés na Estrada e outros. Realizou 10 edições do Circuito de Teatro em Português (Angola, Moçambique, Portugal, Macau, Cabo Verde, Espanha, Itália e outros). Trabalha com projetos em leis de incentivo e captação de recursos para filmes e espetáculos. É sócio e diretor do Anonimato Records, onde produziu San Oliver, lanna Grio, Ricardo Lenzi, MC Andrade, Orquestra Trap e Bruno Del Rey.

José Carlos Honório – José Carlos é livreiro, escritor, editor, curador e psicanalista. A carreira como livreiro começou na Livraria Cultura, em 1983, época em que estudava na PUC, e lá trabalhou até 2017. Lançou o primeiro livro pela extinta editora Massao Ohno. Depois veio O Céu Nu e a Biruta, com prefácio de Caio Fernando Abreu, que se tornou um amigo, Atravessar Teu Corpo, O Mar É Tarde Demais (único romance), No Deus-Que-o-Diga dos Dias, Dias de Colecionar Borboletas e A Paciência da Fruta. E tem outro título no prelo, A Dobra do Osso. O autor cita como suas influências literárias Alberto Moravia, Clarice Lispector, Manoel de Barros, Katherine Mansfield, Teresa Balté, Hilda Hilst e Rainer Maria Rilke. Formou-se em psicanálise e mantém a clínica ativa, além de ser editor e curador de arte, definindo como intensa a sua relação com a arte e o artista.

Enzo Camurça - O músico e ator cearense Enzo Camurça, de 29 anos, é vocalista da banda que leva seu sobrenome - a Banda Camurça -, com a qual já lançou um disco, um EP e dois singles independentes. Recentemente, seu videoclipe, intitulado Cuida, atingiu a marca de mais de mais de 100 mil visualizações. A Banda Camurça está em processo de gravação de um novo álbum e se prepara também para lançar mais um single nas plataformas de música, Orfeu.

28 de setembro. Terça, às 21h
            Convidados: Daniel Peixoto, Hugo Faz e Fábio Chap.

Daniel Peixoto - Da abertura para shows de lendas como The Prodigy, Bjork e The Cardingans à trilhas de novelas da Rede Globo, Daniel Peixoto é daqueles artistas que mergulham fundo nas suas raízes sem perder a essência e a paixão por seu trabalho. Elogiado por Justin Timberlake e apontado como "o novo David Bowie" pelo jornal The Guardian, o cearense foi chamado de "príncipe brasileiro do electro" pela MTV dos EUA e ganhou duas vezes o prêmio Dynamite de Música Independente como Melhor Álbum Eletrônico, em 2012 e 2020.  Além do trabalho nos palcos, Daniel apresenta semanalmente os programas Porto Dragão Sessions, exibido no canal Music Box Brazil, sobre a cena musical do Ceará, e Antena Híbrida, um programa de rádio e podcast sobre cultura LGBTI+, transmitido pela Antena Zero.

Hugo Faz - Ator, artista de performance, produtor e diretor audiovisual e fotógrafo. Fundou o Estúdio NU, coletivo artístico, produtora, espaço cultural e galeria voltada às artes do corpo inseridas nas artes visuais. Produz teatro e cinema; pesquisa a arte da performance no campo das relações entre corpo humano e corpo social. Produziu performances artísticas e espetáculos performativos para: Sesc (Runway e Aperto), Satyrianas (100 Nus Celebram Phedra e Ouro de Tolo), Virada Cultural de SP (Autossuficiência), Parada do Orgulho LGBT de SP (Censuradxs) e Festival Mix Brasil da Diversidade (Sombra). É criador dos projetos visuais-performativos 100 NUDE Shoots (of Hugo) e 366 NuDays, além do curta-metragem Isolatta e das peças-metragens Isso Não É Uma Peça e Porco-Espinho. É membro do Teatro da Pombagira, além de trabalhar com Os Satyros (espetáculos e longa A Filosofia na Alcova) e atuar em várias outras produções teatrais, cinematográficas e audiovisuais.

Fábio Chap
– Fábio Chap é escritor e empreendedor, natural do ABC Paulista. Aos 34 anos, ele já lançou dois livros de contos eróticos, intitulados Tive um Sonho Pornô e Maldade Demais, e administra duas empresas, a Disco Voadora, uma produtora de conteúdo sociopolítico, e a Tela Preta, a primeira plataforma de áudios eróticos do Brasil. Ao longo dos últimos anos, escreveu para os veículos Mídia Ninja e Quebrando o Tabu como colunista. Atualmente, Fábio Chap escreve e fala sobre arte, política e sexo nas redes sociais.

Zé Guilherme

Com mais de 20 anos de carreira e quatro discos lançados, além de três singles, Zé Guilherme é cearense de Juazeiro do Norte, radicado em São Paulo. Gravou, em 2000, o primeiro CD, Recipiente (Lua Discos), com arranjos de Swami Jr., que contempla sua origem nordestina e a música universal brasileira em um trabalho com a força da raiz e do pop do Brasil. Sua interpretação para “Mosquito Elétrico” (Carlos Careqa) foi incluída na coletânea Brazil Lounge: New Electro-ambient Rhythms from Brazil, da gravadora portuguesa Música Alternativa. Tempo ao Tempo chegou, em 2006, com uma linguagem pop mais contemporânea em arranjos de Serginho R. Já o terceiro disco, Abre a Janela - Zé Guilherme Canta Orlando Silva (2015), pousa na época clássica e romântica da música brasileira, no qual o artista faz releituras delicadas de obras imortalizadas pelo “cantor das multidões”. O trabalho tem arranjos e direção musical de Cezinha Oliveira, assim como o mais recente, Alumia (2018), no qual assina a maioria das canções. Em 2020, lançou Alumia ‘Remix’ com produção de Waldo Squash (Uaná System), trazendo o sotaque paraense do carimbó eletrônico para a faixa-título. Em 2021, três canções autorais foram lançadas: Marcas (parceria com Mario Tommaso), Meu Querer e Ao Vento (esta com Edson Penha). Os singles estarão no seu primeiro EP, que chega ao mercado virtual em outubro. Zé Guilherme também participou do CD Cezinha Oliveira (2003), do disco São Paulo e a Lua - 450 Anos (Lua Discos, 2004) e do álbum Com os Dentes - Poesias Musicadas (2007, de Reynaldo Bessa).

Site: zeguilherme.com.br | YouTube: Zé Guilherme Oficial
Facebook: @oficialzeguilherme | Instagram: @zeguilhermeoficial | Twitter: @zeguilhermeofic

 

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