sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

Infantil VerDe Perto, o Musical Ecológico tem sessão grátis na Estação Literária em Guararema

Foto de Eugenio Goulart

O espetáculo infantil VerDe Perto, o Musical Ecológico chega à cidade de Gurarema, SP, no dia 25 de janeiro, sábado. A apresentação ocorre na Estação Literária Profa. Maria de Lourdes Évora Camargo, às 15h, com ingressos gratuitos e interpretação em Libras.

VerDe Perto, o Musical Ecológico é um espetáculo cênico-musical com linguagem simples e poética que fala diretamente com a natureza imaginária das crianças. Com canções autorais, assinadas por Renata Pizi, o espetáculo aborda temas sobre ecologia e sustentabilidade.

Observando a priminha Júlia, que adorava desenhar, mas rasgava e jogava fora o que não lhe agradava, Renata Pizi teve a ideia de criar algo que despertasse nas crianças a consciência ambiental, que pode estar nas atitudes mais simples do cotidiano. E foi refletindo sobre a nossa relação com a natureza que ela criou, em 2016, as poesias, e depois as melodias, extraindo a musicalidade própria de cada poema.

As músicas, tocadas ao vivo, passeiam por diferentes ritmos brasileiros, como baião e maracatu, e por gêneros como rock, pop e rap, entrelaçando músicas e intervenções cênicas. Personagens, histórias e coreografias - conduzidos pela personagem Júlia - reforçam os argumentos das canções, recheadas de curiosidades sobre a natureza ressaltando a necessidade de cuidarmos do planeta. O espetáculo trata o tema com leveza e bom humor, cativando os pequenos espectadores pela graça e originalidade dos poemas cantados. 

O roteiro é formado por “Pet Repet”, “Árvore”, “Lixo na Rua”, “Água”, “Tamanduá” e “Rio Tietê”, entre outras. Todas as músicas foram compostas por Renata, sendo as duas últimas em parceria com Sonekka. A cenografia e os objetos de cena aparecem em composição lúdica. Elementos como lixeiras e galões de água são vestidos com fitas coloridas sendo manipulados e ressignificados durante o espetáculo. E a concepção do figurino foi inspirada na estética clown, com cores vivas que remetendo a fauna e a flora.

Esse projeto, idealizado pela Belic Arte.Cultura e proposto pela Magistral Produções, foi contemplado pelo Edital Lei Paulo Gustavo 20/2023 - Difusão Cultural, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, do Governo do Estado de São Paulo e Ministério da Cultura, Governo do Brasil. A circulação, que totaliza 12 apresentações, após sessão em Guararema, segue por mais três cidades paulistas.


FICHA TÉCNICA
Concepção e direção: Renata Pizi. Elenco: Renata Pizi (voz e violão), Renata Machado (atriz e voz), Paulo Ribeiro (voz e violão), Everton Alves dos Reis (percussão), Jonathan Campos (ator e voz). Cenário e visagismo: Rafaela Gimenez. Figurino: Alex Leandro. Gerenciamento e produção executiva: Adriana Belic. Assistência e produção executiva: Mili Slikta. Assistência de produção técnica: Arthur Maia. Técnico de som: Bárbara Frazao Martinez. Operação de luz: Igor Sully. Fotos: Eugenio Goulart. Projeto gráfico: Alexandre Caetano. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Assessoria em mídias: Platea Comunicação. Interpretação em Libras: Rosemeire Santos.

 

Serviço


Espetáculo:
VerDe Perto, o Musical Ecológico

Dia 25 de janeiro de 2025 - Sábado, às 15h
Duração: 45 min. Classificação: Livre. Gênero: musical infantil.

Ingressos: Gratuitos - Retirar na bilheteria 1h antes da apresentação.
Sessão conta com intérprete de Libras. 

Estação Literária Profa. Maria de Lourdes Évora Camargo
Rua 19 de Setembro, 233 - Centro. Guararema/SP.
Tel.: (11) 4695-3871 

Sinopse: A pequena Julia olhava pela janela, pegou alguns lápis de cor, folhas de papel em branco e pôs-se a desenhar. Mas, para cada traço errado, lá se ia mais um papel rasgado. Foi então que a tia, Renata, perguntou, um tanto indignada: “Júlia! Você não tem pena das árvores?”. Julia respondeu: “Árvores? E o que o papel tem a ver com elas?”. Esse é o mote que conduz o espetáculo.

 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

Companhia de Teatro Heliópolis promove Ciclo de Debates Públicos sobre a vida depois do cárcere

Em fevereiro de 2025, a Companhia de Teatro Heliópolis realiza Ciclo de Debates Públicos com participação de convidados, integrando as atividades do projeto Do Cárcere às Ruas: O Estigma da Vida Depois das Grades, contemplado pela 43ª Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo.

Os quatro encontros são abertos ao público e com entrada gratuita. Os convidados/a irão debater com a plateia e com os integrantes da Companhia de Teatro Heliópolis o tema abordado no projeto, sendo cada um/a com um subtema específico. São eles: Fábio Pereira, no dia 01/02, sábado - Rede de Apoio: a Volta ao Convívio; Dexter, no dia 05/02, quarta - Fora das Grades: História em Primeira Pessoa; Tempestade, no dia 08/02, sábado - Retomar a Liberdade, Recuperar a Cidadania; e Vicente Concílio, no dia 09/02, domingo - Imaginar Uma Nova Vida: o Teatro e o Pós-prisão. Todos ocorrem às 19 horas.

Os debates contam com participação da mediadora Maria Fernanda Vomero, jornalista, doutora em Artes Cênicas (USP) e orientadora criativa de processos artísticos.

O projeto Do Cárcere às Ruas: O Estigma da Vida Depois das Grades - cuja pesquisa resultará no próximo espetáculo da Companhia de Teatro Heliópolis - parte da premissa de que o encarceramento deflagra traumas, comportamentos e perspectivas que inevitavelmente estarão presentes na retomada da vida dos sujeitos ao findar o cumprimento de suas penas. A pesquisa da Companhia busca compreender as consequências do aprisionamento nas tentativas de adaptação fora da prisão e na reconstrução das vidas.

Programação / Debates

Do Cárcere às Ruas: O Estigma da Vida Depois das Grades
Dias 01, 05, 08 e 09 de fevereiro de 2025 – às 19h
Mediação: Maria Fernanda Vomero
Realização: Companhia de Teatro Heliópolis
Entrada gratuita - não há necessidade de retirar ingresso.
Duração: 120 minutos. Capacidade: 50 lugares. Livre.

Casa de Teatro Maria José de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533, Ipiranga - SP/SP (próximo ao Metrô Sacomã).
Contatos: (11) 2060-0318. producao.ctheliopolis@gmail.com
Instagram - @ciadeteatroheliopolis | Facebook - @companhiadeteatro.heliopolis 

01 de fevereiro. Sábado, às 19h
Rede de Apoio: a Volta ao Convívio
Convidado: Fábio Pereira 

O encarceramento deflagra traumas, comportamentos e perspectivas que inevitavelmente estarão presentes na retomada da vida, com o cumprimento da pena. A saída da prisão não implica necessariamente ruptura imediata com a experiência íntima do cárcere nem esquecimento da realidade compartilhada com os demais indivíduos privados de liberdade. Também não apaga o estigma social de “egresso penitenciário”, muitas vezes tido como “sem salvação” ou “indigno de confiança”. Como, então, a família e as entidades civis e/ou governamentais colaboram com a (re)inserção dos ex-detentos na sociedade, propiciando-lhes perspectivas de futuro?

Fábio Pereira é Bacharel em Serviço Social pela UNIFESP, articulador político da Amparar (Associação de Familiares e Amigos de Presos/as e Internos/as na Fundação Casa) e membro da Frente Estadual pelo Desencarceramento de SP, da Agenda Nacional Pelo Desencarceramento e Membro da RIMUF (Red Internacional de Mujeres Familiares de Personas Privadas de la Libertad).

05 de fevereiro. Quarta, às 19h
Fora das Grades: História em Primeira Pessoa
Convidado: Dexter

É possível superar os fatores que condicionam o encarceramento e emancipar-se da condição? O encontro reflete sobre como alimentar o imaginário em um ambiente tão opressor e sobre como ressignificar e recompor a vida depois da privação da liberdade. A sociedade oferece oportunidades para alguém que cumpriu sua pena? Aquelas e aqueles que sobreviveram ao sistema carcerário têm muito o que partilhar sobre suas vivências e perspectivas de presente - e de futuro.

Dexter, o Oitavo Anjo, tem mais de 30 anos de carreira. Deu seus primeiros passos na música nos anos de 1990 tendo a carreira consolidada no início dos anos 2000, quando passou a ser conhecido por fundar e liderar um dos maiores grupos de rap do Brasil, o 509-E. Também se destacou como ator no teatro e na série Pico da Neblina, da HBO.

08 de fevereiro. Sábado, às 19h
Retomar a Liberdade, Recuperar a Cidadania
Convidada: Tempestade 

As pessoas em privação de liberdade, ao cumprirem pena e deixarem o sistema carcerário, muitas vezes não encontram trabalho nem condições materiais para recomeçar. O apoio do Estado aos egressos e egressas é ainda insuficiente, e reflete muito da situação também dentro dos presídios. Compreender como funciona o sistema - das possibilidades de remissão de pena ao exercício dos direitos e benefícios - pode fazer a diferença para um indivíduo encarcerado e para aqueles e aquelas que deixaram a cadeia. Além disso, urge que se discuta o abolicionismo penal.

Tempestade é uma das percursoras do movimento anti-cárcere, em São Paulo. Sobrevivente do sistema prisional, é integrante da Frente Estadual pelo Desencarceramento SP. Também é idealizadora do mutirão nas saidinhas das unidades prisionais femininas da capital paulista. Tempestade também estudou em psicologia.

09 de fevereiro. Domingo, às 19h
Imaginar Uma Nova Vida: o Teatro e o Pós-prisão
Convidado: Vicente Concílio 

Como os egressos equilibram suas habilidades imaginativas com a experiência prévia no sistema prisional? Que fatores imobilizam seus planos e projetos na vivência depois das grades? E de que forma esses sujeitos atribuem sentido ao tempo de encarceramento? A experiência teatral dentro do sistema carcerário não apenas amplia horizontes e imaginários para aqueles e aquelas que ainda enfrentam a privação da liberdade, mas também incentiva os indivíduos participantes a cultivarem autonomia crítica e criativa - na prisão ou fora dela.

Vicente Concílio é professor na graduação e pós-graduação em Artes Cênicas da UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina, desenvolvendo atividades de ensino, pesquisa e extensão com foco na Pedagogia das Artes Cênicas e sua relação com o sistema prisional, por meio de seu projeto Práticas de Infiltrações das Artes Cênicas em Espaços de Vigilância. Coordena oficinas de teatro no Presídio Feminino e no Centro de Internação Feminina (Socioeducativo), em Florianópolis, SC, desde 2017.

Informações à imprensa – VERBENA Assessoria

Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 – verbena@verbena.com.br

quinta-feira, 9 de janeiro de 2025

SESI São José dos Campos promove Roda de Conversa e Oficina sobre Terra Terreno Território

Obra e foto de Dani Sandrini

Integrando a temporada da exposição Terra Terreno Território, o Centro Cultural SESI São José dos Campos realiza duas atividades gratuitas - Roda de Conversa e Oficina de Antotipia e Fitotipia - com participação da artista visual Dani Sandrini, que assina as obras que compõem a mostra.

 No dia 24 de janeiro, sexta-feira, às 19h, acontece a Roda de Conversa na qual Dani Sandrini e o indígena convidado Casé Angatu conversam com o público sobre a temática abordada na exposição, o processo de criação e as técnicas usadas na impressão das fotografias.

Casé Angatu é indígena e morador no Território Tupinambá de Olivença (Ilhéus, BA). Professor do curso de graduação em História, na Universidade Estadual de Santa Cruz - UESC, em Ilhéus, BA, e do Programa de Pós-Graduação em Ensino e Relações Étnico Raciais, da Universidade Federal do Sul da Bahia - Campus Jorge Amado PPGER-UFSB-CJA, em Itabuna. Casé possui pós-doutorado em Psicologia pela UNESP-Assis/SP, doutorado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, mestrado pela PUC/SP e graduação em História pela UNESP.

A Oficina de Antotipia e Fitotipia, ministrada pela artista, ocorre no dia 25 de janeiro, sábado, das 9h às 12h, cujas inscrições devem ser efetuadas pelo portal sesisp.org.br.

A antotipia é um processo histórico que utiliza os pigmentos extraídos de plantas para a impressão de uma cópia fotográfica, a partir de imagens em transparências e/ou objetos. A fitotipia é um processo que utiliza a própria folha da planta como suporte para as imagens fotográficas. Durante a oficina os participantes experimentarão diversos tipos de folhas, flores, frutos e sementes para a confecção das imagens, que serão finalizadas em casa pelos mesmos.

Dani Sandrini é fotógrafa e artista visual vivendo em São Paulo, Dani Sandrini desenvolve projetos documentais e artísticos, desde 2014, apesar de ser fotógrafa comercial, desde 1998. A depender do projeto e suas singularidades, sua fotografia é colocada nas telas ou papéis, mas também pode conter outros elementos que adicionam significados à imagem final, bem como camadas extras de subjetividade. Pesquisa o entrelaçamento de materiais e suportes com a imagem fotográfica e a ação do tempo sobre a mesma. Dani tem experiência em processos fotográficos alternativos e desenvolve projetos utilizando impressão por transferência, fotografia estenopeica, cianotipia, antotipia e fitotipia.

Terra Terreno Território - em cartaz até o dia 9 de março de 2025 no SESI São José dos Campos, com visitação gratuita - conta com piso tátil, audioguia e obras táteis e com audiodescrição. A mostra é composta por 50 obras de temática indígena em dois agrupamentos fotográficos nos quais a artista utiliza técnicas artesanais de impressão fotográfica do século XIX. No primeiro agrupamento a impressão é feita em papéis sensibilizados com pigmento extraído do fruto jenipapo (que muitos indígenas usam nas pinturas corporais), em um processo chamado antotipia (técnica que utiliza pigmentos vegetais como material fotossensível na impressão). Já no segundo, as imagens são impressas diretamente em folhas de plantas - taioba, singonio, helicônia, cará-moela, batata-doce, cúrcuma e guiné - pelo processo de fitotipia (nesta técnica, a própria clorofila é o agente para produzir a imagem). Ambos processos se dão através da ação da luz solar, em tempos que variam de três dias a seis semanas de exposição. Todas as imagens de Terra Terreno Território foram captadas, durante o ano de 2019, em aldeias indígenas da cidade de São Paulo, onde predomina a etnia Guarani, e também no contexto da metrópole, onde vivem indígenas de aproximadamente 53 etnias.

Serviço

Roda de Conversa sobre Terra Terreno Território
Data: 24 de janeiro - Sexta, às 19h
Com: Dani Sndrini e Casé Angatu
Entrada gratuita. Livre. Duração: 120 min. 

Oficina de Antotipia e Fitotipia
Data: 25 de janeiro - Sábado, às 9h
Com: Dani Sandrini
Inscrição gratuita: Inscreva-se clicando neste link.
Público alvo: Interessados em artes, a partir de 16 anos. 20 Vagas. Duração: 180 min. 

Exposição: Terra Terreno Território
Artista: Dani Sandrini
Temporada: 19 de outubro de 2024 a 9 de março de 2025.
Horários: Quarta a domingo, das 10h às 20h.
Visitação gratuita. Classificação: Livre.
Acessibilidade: piso tátil, audioguia, obras táteis e com audiodescrição.
Agendamento de grupos e escolas: culturasesisjc@sesisp.org.br 

Espaço Cultural SESI São José dos Campos
Espaço Galeria

Av. Cidade Jardim, 4389 - Bosque dos Eucaliptos. São José dos Campos/SP.
saojosedoscampos.sesisp.org.br
Instagram: @sesi_sjc | Facebook - @ sesisjcampos 

Terra Terreno Território na rede:
Instagram - @terraterrenoterritório | Facebook - @Terra-terreno-território-408261089792472

Informações à imprensa
Exposição: VERBENA Comunicação
Eliane Verbena
verbena@verbena.com.br | Tel.: (11) 99373-0181 

Comunicação SESI São José dos Campos
Victor Hugo
victor.rupolo@sesisp.org.br
Tel.: (12) 3919-2000 | WhatsApp (12) 98148-2093

segunda-feira, 6 de janeiro de 2025

Festival Curta Campos do Jordão divulga lista de filmes selecionados para sua 10ª edição


O Festival Curta Campos do Jordão - FCCJ divulga os filmes de curtas-metragens selecionados para sua 10ª edição, que ocorre entre os dias 15 e 22 de fevereiro de 2025. A lista completa pode ser conferida no site do festival
www.fccj.com.br.

Com o recorde de 622 obras audiovisuais inscritas, a curadoria do FCCJ selecionou 109 curtas produzidos em todo o território nacional para concorrer ao Prêmio Araucária de Cinema, cuja participação feminina é bastante representativa com mais de 30 mulheres entre os realizadores.

A Mostra será composta pelas categorias: Ficção (com 35 filmes, oriundos de 13 estados brasileiros e do DF); Documentário (com 27 obras, de 13 estados); Experimental (com 18 curtas, de 12 estados); Animação (com 15 filmes, de 8 estados e do DF); e Regional (com 14 obras produzidas nas cidades de São José dos Campos, Taubaté, Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião, Pindamonhangaba e Campos do Jordão). O Prêmio Araucária de Cinema 2025 vai premiar também a Melhor Direção e o Melhor Roteiro.

Os eventos da programação do décimo FCCJ vão acontecer, em sua maior parte, nas dependências do Espaço Cultural Dr. Além (antigo Cine Glória de Campos do Jordão), no formato presencial. Cada sessão competitiva também será disponibilizada por 24 horas, no canal do Cineclube Araucária no YouTube, para visionamento e votação do público.

O Festival Curta Campos do Jordão tem por objetivo abrir espaço para a difusão da produção audiovisual na Região da Mantiqueira, no estado de São Paulo e em todo o território nacional. Busca estimular a criatividade e promover a revelação de talentos pela produção independente de filmes de curta-metragem. Promove ainda o contato direto entre realizadores de obras audiovisuais de todo o País com os participantes dos programas de formação desenvolvidos pela Associação Cultural Cineclube Araucária juntamente com a Secretaria de Valorização da Cultura da Prefeitura de Campos do Jordão, com vistas à busca de novos horizontes profissionais, sobretudo entre os jovens artistas locais.

Organizado e produzido pela Associação Cultural Cineclube Araucária de Campos do Jordão em parceria com a Secretaria Municipal de Valorização da Cultura, o Festival Curta Campos do Jordão - para a sua décima edição - conta com apoio do Ministério da Cultura do Governo Federal por meio da Lei Paulo Gustavo, da Prefeitura de Campos do Jordão, do Conselho Municipal de Turismo, da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, do Conselho Municipal de Políticas Culturais, do Campos do Jordão e Região Convention & Visitors Bureau e das empresas Natureza Maluca, Webz Comunicação Digital, VideoMidia Produção e Edição de Vídeos, GWG Telecom, Verbena Comunicação e DF Studio Foto e Vídeo.

10º Festival Curta Campos do Jordão - FCCJ
Quando: 15 e 22 de fevereiro de 2025
Local: Espaço Cultural Dr. Além (antigo Cine Glória de Campos do Jordão)
Av. Dr. Januário Miráglia, 1582 - Vila Abernéssia. Campos do Jordão/SP.
Ingressos: Gratuitos. Classificação: Livre. Tel.: (12) 3664-2300
Informações, programação e sessões online: www.fccj.com.br
Abertura e encerramento online: www.youtube.com/@cineclubearaucaria
Acompanhe o FCCJ pelo site e pelas redes sociais:

Instagram - @cineclube_araucaria | Facebook - @cineclube.araucaria e @araucariacineclube 

 

Informações à imprensa | VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 | verbena@verbena.com.br

segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Casa de Cultura Chico Science recebe lançamento do livro FLORES DO MANDACARU - As Mulheres no Forró, de Cacá Lopes


O artista pernambucano, radicado em São Paulo, Cacá Lopes lança o livro Flores do Mandacaru - As Mulheres no Forró, pela editora independente Areia Dourada, que celebra o papel essencial das mulheres nesse cenário. Ilustrada com xilogravuras de Lucélia Borges, a obra foi escrita na poética do cordel.

No dia 8 de dezembro, domingo, às 14h, tem evento de lançamento - bate-papo com pocket show - na Casa de Cultura Chico Science, na região do Sacomã, com a presença do autor Cacá Lopes, do mediador Antonio Carlos da Fonseca Barbosa e do sanfoneiro Cicinho Silva. O encontro tem ainda participação de Bernadete França, Isabel Santos e Fatel Barbosa como artistas convidadas.

Em forma de homenagem, Flores do Mandacaru - As Mulheres no Forró faz um mapeamento histórico e contemporâneo das mulheres que desbravaram e continuam a atuar nesse universo, desde as pioneiras às novas gerações de forrozeiras. O poeta e músico Cacá Lopes buscou elucidar as várias estéticas que se entrelaçam no terreno forrozeiro, desde a tradição aos desdobramentos contemporâneos. A literatura de cordel é o artifício narrativo para contar a história do forró pelo viés feminino e apresentar cantoras, compositoras e instrumentistas - que transitam pelo forró, xaxado e baião - dançarinas, ativistas e profissionais diversas que têm sua trajetória imersa no mundo do forró.

A obra parte de três mulheres que são referências incontestes na tradição: Anastácia (1940), a “rainha do forró”, Marinês (1935-2007), a “rainha do xaxado”, e Carmélia Alves (1923-2012), a “rainha na dinastia do baião”. Cerca de 80 personagens femininas são “cantadas” em seu cordel. São mulheres como: Maria Fulô, cantora e sanfoneira que trabalha levando o forró para as crianças; a sanfoneira e multi-instrumentista Nanda Guedes; Iris De Franco, dançarina e pesquisadora do forró urbano que busca a transformação social por meio do forró; a forrozeira e ativista Dona Joana, grande responsável pelo forró ter sido reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, pelo Iphan, e, agora, na luta para ser também reconhecido mundialmente pela Unesco; a cantora Fatel Barbosa, que comanda o programa Pintando o Sete ao lado de Luiz Wilson, na Rádio Imprensa; a dançarina Isabel Santos, coordenadora do Fórum do Forró de Raiz de São Paulo; a cantora e multi-instrumentista Neide Nazaré. E tantas outras não menos importantes como a artista plástica e xilogravurista Lucélia Borges, que assina as ilustrações do livro.

Fruto da paixão autor pelo forró e pelo cordel, e inspirado pela força feminina nessa arte que rompeu paradigmas na difusão do forró em um terreno bastante masculino, o projeto é também um esforço para salvaguardar as duas expressões culturais. A ideia nasceu quando Cacá Lopes teve contato com o livro Flores do Mandacaru (escrito em prosa com artigos e entrevistas), do jornalista Antonio Carlos da Fonseca Barbosa, que mapeia as forrozeiras do Brasil, o qual também lhe serviu como fonte de pesquisa. A obra, embalada pela poesia de Cacá Lopes, capta a essência das forrozeiras que abriram caminhos para as novas gerações, responsáveis por manter a tradição. A estrutura em septilhas, associada às xilogravuras, confere um caráter autêntico ao projeto, que busca fortalecer a relação entre tradição e contemporaneidade, perpetuando a memória e ecoando o legado dessas mulheres para além das páginas, como um tributo à cultura popular brasileira.

Com coordenação geral de Daniela Bontempi e produção executiva de Elielma Carvalho, o projeto Flores do Mandacaru - As Mulheres no Forró foi contemplado pela 4ª Edição do Fomento ao Forró, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo. Além da impressão de mil exemplares do livro, prevê eventos de lançamento com tradução em Libras e oficinas de cordel gratuitas.

O autor - Natural de Araripina, PE, Cacá Lopes celebra 40 anos de carreira em 2024. É cantor, compositor e poeta cordelista. O artista desenvolve, há mais de duas décadas, o projeto cultural Cordel nas Escolas, que permite a inclusão do gênero literário como ferramenta pedagógica em instituições de ensino. Como cordelista, é autor de três dezenas de cordéis, entre eles: Hino Nacional Brasileiro em Cordel, A Invasão do Estrangeirismo, Cordel do Trava Língua, Provérbios Engraçados, O Semeador de Livros, O Que é o Forró? e cordéis sobre os bairros de São Paulo. Também possui três livros publicados: Cinderela em Cordel (Ed. Claridade); Araripina em Cordel (Educon); Vida e Obra de Gonzagão (Ensinamento / Imeph). Flores do Mandacaru - As Mulheres no Forró (Areia Dourada) é sua quarta obra. Cacá é um dos fundadores do SP Cordel e do Coletivo SP Forró e integra o Fórum Estadual do Forró. Atua como curador do Festival Estética das Periferias pelo Território de Guaianases (SP) e coordena, desde 2009, o Sarau Bodega do Brasil.

Serviço

Lançamento/Livro: Flores do Mandacaru - As Mulheres no Forró
Autor: Cacá Lopes
Editora: Areia Dourada. Nº de páginas: 40. Ano: 2024. Custo: R$ 30,00.
Contatos/autor: Instagram - @poeta.cacalopes | www.cacalopes.com.br 

8 de dezembro. Domingo, às 14h
Bate-papo com o autor e pocket show
Mediação: Antonio Carlos da Fonseca Barbosa. Acordeon: Cicinho Silva. Artistas convidadas: Bernadete França, Isabel Santos e Fatel Barbosa
Casa de Cultura Chico Science
Rua Abagiba, 20 - Moinho Velho, Ipiranga. SP/SP.
Entrada gratuita. Evento com intérprete de Libras. 

 Assessoria de imprensa: VERBENA COMUNICAÇÃO
Eliane Verbena
Tel: (11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br


Festival Curta Campos do Jordão divulga panorama de filmes inscritos para sua 10ª edição

Previsto para ocorrer entre os dias 15 e 22 de fevereiro de 2025, o Festival Curta Campos do Jordão - FCCJ divulga o resultado recorde de filmes inscritos, que vão concorrer ao Prêmio Araucária de Cinema em sua décima edição. Realizadores de 24 estados brasileiros, além de participações vindas da Bélgica e Espanha, inscreveram seus curtas-metragens, totalizando 622 obras audiovisuais.

O estado de São Paulo está representado com 202 produções, seguido por Rio de Janeiro com 83 inscritos e Minas Gerais que marca presença com 37 obras. O número de produções regionais também é bastante expressivo: São José dos Campos está representado com nove curtas, Taubaté com seis, Pindamonhangaba e Ubatuba com cinco cada e também foram inscritos filmes de Campos do Jordão, Jacareí, Ilha Bela, São Luiz do Paraitinga, Paraibuna e São Sebastião.

A categoria mais presente é dos filmes de ficção que somam 309 obras, seguida por Documentário com 174, Animação com 78 e Experimental com 61 curtas. Outro fator de destaque nas inscrições para o 10º Festival Curta Campos do Jordão é a expressiva participação feminina: 237 produções inscritas foram realizadas por mulheres.

Prêmio Araucária de Cinema 2025 tem foco nas categorias: Local, Regional e Nacional (Ficção, Documentário, Animação e Experimental, além de Melhor Direção e Roteiro). Os eventos da programação do décimo FCCJ devem acontecer, em sua maior parte, nas dependências do Espaço Cultural Dr. Além (antigo Cine Glória de Campos do Jordão), no formato presencial. Cada sessão competitiva também será disponibilizada por 24 horas, no canal do Cineclube Araucária no YouTube, para visionamento e votação do público.

O Festival Curta Campos do Jordão tem por objetivo abrir espaço para a difusão da produção audiovisual na Região da Mantiqueira, no estado de São Paulo e em todo o território nacional. Busca estimular a criatividade e promover a revelação de talentos pela produção independente de filmes de curta-metragem. Promove ainda o contato direto entre realizadores de obras audiovisuais de todo o País com os participantes dos programas de formação desenvolvidos pela Associação Cultural Cineclube Araucária juntamente com a Secretaria de Valorização da Cultura da Prefeitura de Campos do Jordão, com vistas à busca de novos horizontes profissionais, sobretudo entre os jovens artistas locais.

Festival Curta Campos do Jordão é organizado e produzido pela Associação Cultural Cineclube Araucária de Campos do Jordão em parceria com a Secretaria Municipal de Valorização da Cultura. Para a sua décima edição, o FCCJ conta com apoio do Ministério da Cultura do Governo Federal por meio da Lei Paulo Gustavo, do Conselho Municipal de Turismo, da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, do Conselho Municipal de Políticas Culturais, do Campos do Jordão e Região Convention & Visitors Bureau e das empresas Natureza Maluca, Webz Comunicação Digital, VideoMidia Produção e Edição de Vídeos, GWG Telecom, Verbena Comunicação e DF Studio Foto e Vídeo.

10º Festival Curta Campos do Jordão - FCCJ
15 e 22 de fevereiro de 2025
Local: Espaço Cultural Dr. Além (antigo Cine Glória de Campos do Jordão)
Av. Dr. Januário Miráglia, 1582 - Vila Abernéssia. Campos do Jordão/SP.
Ingressos: Gratuitos. Classificação: Livre. Tel.: (12) 3664-2300
Informações, programação e sessões online: www.fccj.com.br
Abertura e encerramento online: www.youtube.com/@cineclubearaucaria
Acompanhe o FCCJ pelo site e pelas redes sociais:

Instagram - @cineclube_araucaria | Facebook - @cineclube.araucaria e @araucariacineclube 

Informações à imprensa | VERBENA Assessoria
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Cida Moreira apresenta Um Copo de Veneno no Teatro Lauro Gomes em São Bernardo do Campo

Foto de João Nunes

A Cantora, pianista e atriz Cida Moreira apresenta o show Um Copo de Veneno - nome do álbum lançado em 2020 - no Teatro Lauro Gomes, em São Bernardo do Campo. O espetáculo acontece no dia 6 de dezembro, sexta-feira, às 20h, com ingressos gratuitos.

 

Na pele da personagem ‘Dama do Cabaré’, Cida Moreira ao piano, apresenta músicas de gêneros distintos, com interpretação personalíssima e o requinte da expressividade teatral que a consagrou nos palcos.

 

O programa traz sucessos da MPB e da música internacional com destaque para “Você Me Vira a Cabeça”, gravado por Alcione, e “Private Dancer”, obra marcante na carreira solo de Tina Turner, além de versão inédita do hit “Eu Sou a Diva que Você quer Copiar”, de Vanessa Popozuda, e de músicas com temáticas contemporâneas como a contundente “A Bala” (sobre a cultura armamentista), do premiado Calle 13 (Porto Rico), “Efêmera”, de Tulipa Ruiz, e “O Verbo e a Verba”, de Lenine e Lula Queiroga. Entre as demais canções do roteiro estão “A Última Sessão de Música” (Milton Nascimento), “Singapura” (Eduardo Dussek), “Perfeição” (Renato Russo) e “Nem Leve Flores” (Belchior).

 

A dramaticidade que Cida Moreira imprime nas músicas, pinçadas da trilha do programa homônimo, veiculado pelo Canal Brasil, presenteia o público com uma ‘leitura’ diferente sobre essas obras. Ela define o trabalho como “uma reflexão, uma crítica poética, com forte viés político e artístico; uma criação libertária, uma ousadia assumida nos tempos atuais”.

Em 47 anos de carreira, Cida Moreira possui extenso currículo e uma trajetória marcada pela versatilidade, que registra 13 discos, 11 filmes, quatro minisséries de TV, três novelas e incontáveis direções musicais em teatro. Entre seus trabalhos mais recentes, destaque para os CDs Angenor (2008 - homenagem aos 100 anos de Cartola), A Dama Indígna (2010), Soledade (2017), Um Copo de Veneno (2020 - CD e série de TV - Canal Brasil) e Poeta do Riso e da Dor (2023, interpretando Sérgio Sampaio); para o espetáculo Noites de Berlin - A Música de Brecht Weill (Orquestra do Theatro São Pedro), participação no Ano do Brasil em Portugal e show Cabaret Queer (apresentado em Berlim); e para os longas-metragens O Que Se Move (de Caetano Gottardo - prêmio de melhor atriz do Festival de Cinema Lakino, Berlim), Deserto (de Guilherme Weber) e As Boas Maneiras (de Marco Dutra e Juliana Rojas).

Cida se destacou, em 1977, como atriz de teatro, na peça A Farsa da Noiva Bombardeada (de Alcides Nogueira com direção de Marcio Aurélio) e, em 1978, no Teatro Ornitorrinco, com o qual percorreu o país por dois anos de muito sucesso. No mesmo período, atuou na montagem original de Ópera do Malandro (de Chico Buarque com direção de Luiz Antônio Martinez Corrêa) e da remontagem de Os Saltimbancos (com direção de Antonio Pedro). Nesta fase da carreira, Cida tornou-se uma especialista nas canções teatrais, característica que moldou definitivamente sua personalidade como cantora. Em 1980, iniciou na carreira como cantora com o show Summertim (com direção de José Possi Neto), que percorreu todo o país e resultou na gravação de seu primeiro disco, de mesmo nome, em 1981. Cida Moreira se consolidou na cena cultural, com um vasto histórico no teatro, cinema e música, uma artista com uma trajetória original e singular que se firmou na cena cultural brasileira com uma identidade artística forte e determinante.

Serviço

Show: Cida Moreira
Em Um Copo de Veneno
Dia 6 de dezembro - Sexta, às 20h
Ingressos: Gratuitos - Retirar na bilheteria 1h antes do show.
Classificação: Livre. Duração: 60 minutos.

Teatro Lauro Gomes
Rua Helena Jackey, 171 - Rudge Ramos. São Bernardo do Campo/SP.
Tel.: (11) 4368-3483. 
Capacidade: 526 lugares. Acessibilidade: Sim.

Cida Moreira nas redes: @cidamoreiraoficial

Informações à Imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
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