quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025

Festival Curta Campos do Jordão acontece de 15 a 22/2 com exibição de 109 curtas e homenagem a Lucélia Santos

Programação traz ainda exibição do longa Lupicínio Rodrigues - Confissões de Um Sofredor, sessão de autógrafos com Marcelo Ikeda, concurso de curtas, oficina de cinema e performance Telemusik, entre outras atrações.

O 10º Festival Curta Campos do Jordão - FCCJ acontece entre os dias 15 e 22 de fevereiro de 2025, com exibição de 109 curtas-metragens produzidos em todo o território nacional, que concorrem ao Prêmio Araucária de Cinema 2025. Toda a programação é gratuita e pode ser acompanhada pelo site www.fccj.com.br.

A cerimônia de abertura (15/2, sábado, a partir das 19h) ocorre, excepcionalmente, no Auditório Claudio Santoro, ocasião em que será exibido o longa-metragem Lupicínio Rodrigues - Confissões de Um Sofredor com a presença do diretor Alfredo Manevy. Os interessados em acompanhar o evento devem reservar seus ingressos pela plataforma Sympla.

As demais atividades ocupam nas dependências do Espaço Cultural Dr. Além (antigo Cine Glória de Campos do Jordão). Na cerimônia de encerramento (22/2, sábado, a partir das 19h), o FCCJ vai homenagear a atriz Lucélia Santos como Personalidade do Cinema Brasileiro 2024. O evento traz ainda a performance Telemusik - Incertezas + Silêncios, com Dudu Tsuda e Marcus Bastos, exibição dos filmes produzidos na oficina de cinema e premiação dos curtas vencedores da edição.

As sessões competitivas acontecem entre 16 e 21/2 (confira os horários das sessões e respectivos curtas a serem exibidos no site do FCCJ), compostas pelas categorias: Ficção (com 35 filmes, oriundos de 13 estados brasileiros e do DF); Documentário (com 27 obras, de 13 estados); Experimental (com 18 curtas, de 12 estados); Animação (com 15 filmes, de 8 estados e do DF); e Regional (com 14 obras produzidas nas cidades de São José dos Campos, Taubaté, Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião, Pindamonhangaba e Campos do Jordão). O Prêmio Araucária de Cinema vai contemplar também a Melhor Direção e o Melhor Roteiro. As sessões competitivas serão também disponibilizada no canal do Cineclube Araucária no YouTube, por 24 horas, para visionamento e votação do público (acesso pelo site do FCCJ).

Entre as demais atrações do FCCJ, destaque para sessão de autógrafos do livro Das Garagens para o Mundo, de Marcelo Ikeda (16/2, domingo, às 14h), bate-papo entre realizadores (17 a 21/2, às 14h) e oficina de cinema - Criando Filmes - com Cavi Borges e Patrícia Niedermeier (20/2, quinta, das 14h às 18h), que será realizada no IFSP Campus Campos do Jordão. A novidade da edição fica por conta do Concurso Curta Campos do Jordão que consiste na produção de filmes de até três minutos de duração, rodados durante a realização do Festival, pelos cineastas e/ou representantes presentes na cidade (de 15 a 21/2). O prêmio para o melhor curta será um final de semana (hospedagem e alimentação) em Campos do Jordão (até o final de 2025), além de ajuda de custo no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais). Vale menção ainda o Cinema Peregrino ocorrido em Gonçalves, Santo Antônio do Pinhal e São Bento do Sapucaí (6 a 8/2), exibindo destaques das edições anteriores do Festival.

O FCCJ tem por objetivo abrir espaço para a difusão da produção audiovisual na Região da Mantiqueira, no estado de São Paulo e em todo o território nacional. Busca estimular a criatividade e promover a revelação de talentos pela produção independente de filmes de curta-metragem. Promove ainda o contato direto entre realizadores de obras audiovisuais de todo o País com os participantes dos programas de formação desenvolvidos pela Associação Cultural Cineclube Araucária juntamente com a Secretaria de Valorização da Cultura da Prefeitura de Campos do Jordão, com vistas à busca de novos horizontes profissionais, sobretudo entre os jovens artistas locais.

Festival Curta Campos do Jordão é organizado e produzido pela Associação Cultural Cineclube Araucária de Campos do Jordão em parceria com a Secretaria Municipal de Valorização da Cultura. Para a sua décima edição, o FCCJ conta com apoio do Ministério da Cultura do Governo Federal por meio da Lei Paulo Gustavo, da Prefeitura de Campos do Jordão, do Conselho Municipal de Turismo, da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, do Conselho Municipal de Políticas Culturais, do Campos do Jordão e Região Convention & Visitors Bureau e das empresas Natureza Maluca, Webz Comunicação Digital, VideoMidia Produção e Edição de Vídeos, GWG Telecom, Verbena Comunicação e DF Studio Foto e Vídeo.

Serviço | Programação

10º Festival Curta Campos do Jordão - FCCJ
16 a 22 de fevereiro de 2025
Local: Espaço Cultural Dr. Além (antigo Cine Glória) - Exceto Cerimônia de Abertura
Av. Dr. Januário Miráglia, 1582 - Vila Abernéssia. Campos do Jordão/SP.
Ingressos: Gratuitos. Classificação: Livre. Tel.: (12) 3664-2300
Informações, programação e sessões online: www.fccj.com.br
Veja a lista dos filmes de cada exibição no site.
Acompanhe o FCCJ pelas redes sociais:
Instagram - @cineclube_araucaria | Facebook - @cineclube.araucaria e @araucariacineclube 

15 de fevereiro – Sábado: CERIMÔNIA DE ABERTURA
19h – Abertura oficial
19h30 – Exibição/longa convidado: Lupicínio Rodrigues - Confissões de Um Sofredor, de Alfredo Manevy. Doc. 2022. 96’.

Ingressos gratuitos / Reservas: https://www.sympla.com.br/evento/festival-curta-campos-do-jordao/2813993?share_id=copiarlink
Local: Auditório Cláudio Santoro (Av. Dr. Luís Arrobas Martins, 1880 - Alto da Boa Vista) 

16 de fevereiro – Domingo
14h – Sessão de autógrafos: Das Garagens para o Mundo, de Marcelo Ikeda.
16h – Sessão competitiva: Animação (1)
18h – Sessão competitiva: Ficção (1) 

17 de fevereiro – Segunda-feira
14h – Bate-papo entre realizadores
16h – Sessão competitiva: Documentário (1)
18h – Sessão competitiva: Experimental (1)
20h – Sessão competitiva: Ficção (2) 

18 de fevereiro – Terça-feira
14h – Bate-papo entre realizadores
16h – Sessão competitiva: Ficção (3)
18h – Sessão competitiva: Documentário (2)
20h – Mostra Curtas Convidados 

19 de fevereiro – Quarta-feira
14h – Bate-papo entre realizadores
16h – Sessão competitiva: Documentário (3)
18h – Sessão competitiva: Ficção (4)
20h – Sessão competitiva: Animação (2) 

20 de fevereiro – Quinta-feira
14h às 18h – Oficina: Criando Filmes, com Cavi Borges e Patrícia Niedermeir
Local: IFSP Campus Campos do Jordão (R. Monsenhor José Vita, 280 - Abernéssia).
Inscrições gratuitas: https://suap.ifsp.edu.br/eventos/inscricao_publica/12017/
14h – Bate-papo entre realizadores
16h – Sessão competitiva: Ficção (5)
18h – Sessão competitiva: Documentário (4)
20h – Sessão competitiva: Regional (1) 

21 de fevereiro – Sexta-feira
14h – Bate-papo entre realizadores
16h – Sessão competitiva: Regional (2)
18h – Sessão competitiva: Experimental (2)
20h – Sessão competitiva: Ficção (6) 

22 de fevereiro – Sábado: CERIMÔNIA DE ENCERRAMENTO
19h – Performance: Telemusik - Incertezas + Silêncios, com Dudu Tsuda e Marcos Bastos
19h30 – Exibição: Curtas produzidos na oficina de cinema
20h – Homenagem: Personalidade do Cinema Brasileiro 2024 – Lucélia Santos
20h30 – Premiação e encerramento 

PROGRAMAÇÃO DESCRITIVA DAS ATIVIDADES

15 a 21 de fevereiro
Concurso Curta Campos do Jordão
Regulamento e informações: www.fccj.com.br 

Novidade na programação do FCCJ, o Concurso Curta Campos do Jordão consiste na produção de filmes, com até três minutos de duração, rodados durante a realização do Festival, pelos cineastas e/ou representantes de filmes presentes na Cidade nesse período (de 15 a 21/2). Este é, portanto, mais um bom motivo para realizadores, curta-metragistas, roteiristas, editores, produtores e técnicos em audiovisual, estarem presentes no Festival Curta Campos do Jordão munidos de uma câmera e um bom software de edição, e deixarem o registro do seu olhar sobre a cidade mais alta do Brasil. Os curtas concorrentes serão avaliados por um júri especialmente designado para esse fim. O realizador do curta mais bem avaliado receberá como prêmio um final de semana (hospedagem e alimentação) em um dos hotéis de Campos do Jordão, em qualquer período posterior ao Festival (até o final de 2025), além de ajuda de custo no valor de R$ 500,00 (quinhentos reais).

15 de fevereiro – Sábado

19h30 – Exibição/longa convidado
Documentário: Lupicínio Rodrigues – Confissões de Um Sofredor, de Alfredo Manevy. Ano: 2022. Duração: 96’. Livre. Produção: Ralf Tambke, Marcia Paraiso, Helio Levcovitz e Sandra Narcizo. Roteiro: Alfredo Manevy, Marcia Paraiso e Armando Almeida.

No fim dos anos 60, um dos maiores nomes do samba canção, o gaúcho Lupicínio Rodrigues se sentia esquecido e contou sua vida em alguns depoimentos, resgatados pelo documentário. Hoje, em uma Porto Alegre muito diferente daquela em que Lupicínio nasceu, seus descendentes fazem a genealogia da família e músicos investigam o legado do compositor. Com Paulo César Peréio, Gilberto Gil, Gal Costa, Caetano Veloso, Jamelão, Ney Matogrosso, Jards Macalé, Elza Soares, Cazuza, Marisa Monte, Zuza Homem de Mello, Áurea Martins, Lupicí­nio Rodrigues, Lupicí­nio Rodrigues Filho. O documentário ganhou o prêmio de Melhor Filme do Público na 14ª edição do Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa, em Lisboa.

16 de fevereiro – Domingo

14h – Sessão de autógrafos: Das Garagens para o Mundo: como uma jovem geração de artistas independentes transformou o cinema brasileiro dos anos 2000
Autor: Marcelo Ikeda 

Fruto da pesquisa de doutorado do autor, o livro investiga as origens e características de uma geração de cineastas que transformou os rumos do cinema brasileiro a partir de meados dos anos 2000. Começaram nas garagens, com filmes de baixíssimo orçamento, totalmente à margem, mas, pouco a pouco, suas obras foram alcançando prestígio artístico no Brasil e no exterior, como símbolo de ousadia, criatividade e juventude. O livro examina os condicionantes históricos que estimularam o reconhecimento e a legitimação dessa geração de realizadores dentro do campo institucionalizado do cinema brasileiro contemporâneo.

Marcelo Ikeda é Doutor em Comunicação pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), com bolsa-sanduíche na Universidade de Reading (Inglaterra). Professor de Cinema e Audiovisual na Universidade Federal do Ceará (UFC), com diversas publicações sobre o cinema contemporâneo brasileiro. Autor dos livros Cinema Brasileiro a Partir da Retomada: aspectos políticos e econômicos (2015) e O Cinema Independente Brasileiro Contemporâneo em 50 Filmes (2020), entre outros. Atua também como cineasta, crítico de cinema e curador. Mantém os sites www.cinecasulofilia.com e www.marceloikeda.com.

20 de fevereiro – Quinta

14h às 18h – Oficina de cinema: Criando Filmes
Ministrantes: Cavi Borges e Patrícia Niedermeier
Inscrições: https://suap.ifsp.edu.br/eventos/inscricao_publica/12017/
Gratuito. Vagas limitadas. Livre.
Local: IFSP Campus Campos do Jordão - Rua Monsenhor José Vita, 280 - Abernéssia. Campos do Jordão/ SP. 12460-000. 

Conduzida pelo diretor e produtor Cavi Borges e pela diretora e atriz Patrícia Niedermeier, a oficina é aberta a todos os interessados, sem restrição de idade. As inscrições devem ser efetuadas unicamente por meio do link - Oficina: Criando Filmes. Os participantes devem comparecer munidos de seus celulares. Segundo os ministrantes, trata-se de um curso intensivo de realização de filmes pensando caminhos alternativos e criativos, com baixo orçamento, mas com alta criatividade. Durante a atividade será(ão) produzido(s) filme(s) de curta-metragem que serão exibidos durante a cerimônia de encerramento do 10º Festival Curta Campos do Jordão, no dia 22 de fevereiro, sábado, às 19h, quando serão entregues os prêmio (Troféu Araucária de Cinema) aos melhores curtas da edição.

22 de fevereiro – Sábado
19h – Performance: Telemusik - Incertezas + Silêncios (compilação)
Com Dudu Tsuda (vídeo) e Marcus Bastos (som e trilha ao vivo). 

Incertezas + silêncios é uma compilação de duas obras do Telemusik, duo formado por Dudu Tsuda e Marcus Bastos. Desde sua criação, o Telemusik dedica-se a pesquisar novas relações entre som, imagem e ambiente a partir dos contrastes entre a geometria e o movimento, o som e o silêncio, a alta e a baixa tecnologia, o figurativo e o generativo, hibridizando elementos da visual music, cinema e música experimental, arte sonora e vídeo. As performances exploram a imersividade e as formas de ocupação espacial site specific.
Nesta compilação, que será apresentada no 10º Festival Curta Campos de Jordão, o coletivo insere imagens da cidade em meio ao fluxo audiovisual em que explora imagens urbanas de dispositivos e de situações políticas. Desta forma, propõe um diálogo entre as suas pesquisas de linguagem e a paisagem de Campos de Jordão.

Dudu Tsuda é artista multimídia, artista sonoro, músico, compositor, performer, pesquisador independente, produtor musical, professor do curso de pós-graduação em Música e Imagem da Faculdade Santa Marcelina, professor e diretor artístico e curador do selo e do festival de arte sonora e música experimental ALEA_experimenta. Doutor pelo programa de Artes Visuais do Instituto de Artes da UNESP-SP. Realizou intercâmbio de pesquisa no programa Screen Cultures and Curatorial Studies da Queen’s University, em Kingston, Canadá. Mestre pelo programa Tecnologias da Inteligência e Design Digital PUC-SP. Graduado em Comunicação em Multimeios PUC-SP. Realizou programas de residência artística, exposições, intervenções urbanas, performances e concertos, e foi contemplado por bolsas e prêmios em diferentes países como França, Japão, Colômbia, Bolívia, Espanha, Alemanha e Brasil em instituições como a IRCAM / Centre George Pompidou (Paris / França), Biennal of Mercosur (Porto Alegre/Brasil), Biennal Siart of La Paz (La Paz/Bolívia), Museu de Arte Moderna de São Paulo (São Paulo / Brasil), Isabel Bader Centre for the Performing Arts (Kingston / Canadá), TOKAS (Tokyo / Japan) e Goethe Institute (Munique / Alemanha). Integra a cia de dança contemporânea Núcleo Artérias, desde 2001.

Marcus Bastos é livre docente em Comunicação e Artes pela PUC-SP, onde é professor vinculado ao Departamento de Artes, desde 2003, e ao programa de pós-graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital, desde 2012. Publicou os livros Pontes, janelas, máscaras, vírus – elos entre passado e presente das artes e do audiovisual (Educ, 2023), Audiovisual ao Vivo: tendências e conceitos (com Patricia Moran, Intermeios, 2020), Limiares das Redes (Intermeios, 2014) e Cultura da Reciclagem (Noema, 2007, ebook), além de organizar Arte, memória e mídia: diálogos possíveis (com Priscila Arantes, Educ, 2024), Cineclubismo à Distância - Descentramentos no Cinema Brasileiro Contemporâneo (com Rodrigo Gontijo, Educ, 2022), Audiovisual Experimental. Arqueologias, diálogos, desdobramentos (com Natalia Aly, Pontocom, 2018), Cinema Apesar da Imagem (com Gabriel Menotti e Patricia Moran, Intermeios 2016) e Mediações, Tecnologia, Espaço Público: panorama crítico da arte em mídias móveis (com Lucas Bambozzi e Rodrigo Minelli, Conrad, 2010). Coordena, com Priscila Arantes, o Grupo de Pesquisa CNPq Arte, Memória e Mídia, e o projeto de pesquisa FAPESP Experimentalismos na América Latina (parceria da PUC-SP com a Universidade de Antióquia, Colômbia). Foi curador, com Cauê Alves, da exposição Realidades e Simulacros, no MAM-SP (2023), com Dudu Tsuda, Paulo Hartmann e Priscila Arantes, do festival PerformAR Circuitos (2022), da mostra Performix (Satyrianas, 2014), da mostra Instalação/Vídeo (Mostra SESC de Artes 2010), com Lucas Bambozzi, Marcos Boffa e Rodrigo Minelli, do Arte.Mov - Festival Internacional de Arte em Mídias Móveis (2006-2011), da exposição Geografias Celulares (Instituto Fundação Telefônica de Buenos Aires e Lima, 2009), do Claro Curtas (2008), da mostra Ruído (Instituto Itaú Cultural, 2008) e, com Milena Szafir, da mostra Que situação, hein, Debord? (CCBB SP e RJ, 2007). Em 2022, criou a performance Silêncios, com Dudu Tsuda, na Praça das Artes do Theatro Municipal de São Paulo. Em 2020, criou a performance Fragmentos do Luz Vermelha, com Rodrigo Gontijo, apresentada no Goethe Institut de Porto Alegre. 

Informações à imprensa | VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 | verbena@verbena.com.br

Comédia musical Memórias Póstumas de Brás Cubas com Marcos Damigo reestreia no Teatro UOL

Adaptação da obra homônima de Machado de Assis rendeu ao intérprete Marcos Damigo indicações aos prêmios APCA e Aplauso Brasil.

Foto de Alex Silva Jr 

Com direção de Regina Galdino e interpretação de Marcos Damigo, a comédia musical Memórias Póstumas de Brás Cubas reestreia no dia 5 de março, quarta, no Teatro UOL, em São Paulo. A temporada segue até o dia 10 de abril com sessões às quartas e quintas, às 20 horas.

Adaptado pela diretora, o texto destaca a trajetória do anti-herói Brás Cubas, símbolo do homem burguês, sem escrúpulos e sem ética, que nos revela a continuidade de um comportamento oportunista que persiste no Brasil, desde o século XIX.

 

Brás Cubas, o "defunto autor", se assume como tendo sido um aristocrata medíocre em vida, mas mesmo assim consegue, através do riso e da sedução, conquistar a empatia do público. Ele pertence a uma elite aventureira, dividida entre o desejo liberal e a prática escravocrata. A montagem traz uma visão moderna do romance baseada na carnavalização, salientando seu aspecto cômico-fantástico. A encenação realiza uma “conversa” entre quatro artes: o teatro, a literatura, a dança e a música.

 

Em um solo vibrante, Marcos Damigo vive um Brás Cubas bem-humorado, irreverente, egoísta e amoral. Com uma narrativa não linear e fiel à obra original, o personagem dialoga com a plateia, canta, dança, discorre sobre seus envolvimentos amorosos e episódios de sua vida enquanto passeia pelas agruras da sociedade de seu tempo. “A recepção do público sempre foi ótima: uma plateia muito jovem, evidentemente interessada pela obra por causa do vestibular, misturou-se a espectadores maduros, admiradores de Machado de Assis, e foi unânime o impacto causado pelo trabalho de Damigo, ator que está na plenitude do uso de seus recursos vocais e corporais para interpretar o imprevisível Brás Cubas, em cenas ora sérias, ora cômicas, ora fantásticas, ora musicais. Tanto na adaptação quanto na direção, minha concepção brechtiana - com destaque para os aspectos filosóficos da obra - exige do ator experiência, inteligência, despojamento e versatilidade, e Marcos Damigo está impressionante no papel do irônico defunto”, afirma Regina Galdino.

 

O monólogo traz à tona toda a atualidade deste livro genial de Machado de Assis, oferecendo ao público um olhar agudo sobre a sociedade brasileira do século XIX. A equipe conta com profissionais já conhecidos da cena paulistana: além de Damigo, que tem mais de 30 anos de experiência nos palcos, o diretor musical e arranjador Pedro Paulo Bogossian, que trabalhou as músicas originais da peça criadas por Mário Manga, do antológico Premeditando o Breque, e Fábio Namatame no figurino. Regina Galdino assinou e dirigiu, em 1998, uma montagem desta mesma adaptação, interpretada por Cássio Scapin, quando o espetáculo recebeu vários prêmios e elogios da crítica.

 

FICHA TÉCNICA - Direção e adaptação de texto: Regina Galdino. Elenco: Marcos Damigo. Música original: Mário Manga. Direção musical, arranjos e trilha sonora: Pedro Paulo Bogossian. Figurino: Fábio Namatame. Coreografia: Marcos Damigo. Consultoria de movimento: Roberto Alencar. Iluminação e cenografia: Regina Galdino. Execução cenográfica: Luis Rossi. Fotos: Alex Silva Jr.. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Realização: Oasis Empreendimentos Artísticos e Damigo Produções Artísticas. Estreia oficial: 20/07/2017 (Teatro Eva Herz, SP).

 

Críticas

 

Dirceu Alves Jr., jornalista e crítico de teatro da Veja São Paulo, 21/07/2017

“O espetáculo respeita e valoriza ao extremo as palavras de Machado, e Marcos Damigo reafirma talento. Surpreende como um bom interlocutor para a mensagem da obra-prima, publicada em 1881, e a confirma como assustadoramente atual. (...) O desafio superado por Damigo só se tornou ainda maior e, em uma composição que apresenta Brás Cubas como misto de clown e fantasma, o intérprete valoriza o trabalho corporal em uma linha cínica que conversa plenamente com os tipos da sociedade dos nossos tempos.”

 

Edgar Olimpio de Souza, crítico da Revista Stravaganza e membro do Prêmio APCA, 08/08/2017

“A potência e o viço dessa releitura teatral residem justamente na sua capacidade de traduzir com perspicácia o universo abordado pelo romancista. No caso, as entranhas da sociedade carioca daqueles tempos, povoada por uma elite liberal na aparência e predadora em suas atitudes, afeita ao acúmulo de riquezas e tenaz defensora de seus privilégios de classe. O público acompanha uma representação bem humorada, um afiado retrato do comportamento amoral da alta-roda, entrecortada por canções sofisticadamente desabusadas, compostas pelo músico Mário Manga, ex-Premeditando o Breque. Um repertório que passeia por gêneros musicais diversos – a música Virgília, por exemplo, é deliciosamente interpretada no estilo canto-falado da bossa nova. (...) Envergando um figurino desenhado à base de retalhos, que simboliza um corpo marcado por tripas expostas, Marcos Damigo desempenha com desembaraço, descontração e meticulosa composição corporal. Na pele dessa criatura farsesca, meio clownesca, que nunca se deixa retrair, ele conquista a audiência desde o início da apresentação. É um ator mergulhado na criação, que canta, dança, equilibra-se de cabeça para baixo. Capaz de, num olhar, mudar a expressão e gerar nuances variadas, transitando da paixão descontrolada ao egoísmo, da razão à sandice.”  

 

Michel Fernandes, do blog Aplauso Brasil, 20/09/2017

“(...) o ator, ao dar vida ao narrador-defunto, utiliza-se de poucos objetos de cena e muito de seu domínio corporal e vocal para narrar a obra. (...) Regina Galdino assina a direção da montagem que celebra 20 anos da encenação anterior, a qual também dirigiu, e não faz concessões para o riso fácil e “truques” facilitadores que dariam efeito certeiro, antes trilha o caminho de “montadora” dos recursos que o ator oferece. A bossa nova escolhida como tema em um determinado momento, além de um inteligente recurso cômico ao momento, também o é uma ironia ao próprio gênero musical. Por essas e outras, recomendo que os amantes do bom teatro não percam o espetáculo.”

 

Depoimento - Amir Labaki, diretor de cinema, jornalista e escritor, fundador e diretor do É Tudo Verdade, Festival Internacional de Documentários, 21/7/2017

“Machado + Tim Burton + Assis Valente. Dá vontade de voltar a cada performance com amigos diferentes.”

 

Serviço

 

Espetáculo: Memórias Póstumas de Brás Cubas

Temporada: 5 de março a 10 de abril de 2025

Dias/horário: quartas e quintas, às 20h

Ingressos: R$ 100,00 (meia-entrada R$ 50,00).

Estudantes e pessoas com 60 anos ou mais têm os descontos legais / Clube UOL, Clube Folha e Vivo Valoriza - 50% desconto.

Lotes promocionais: R$ 20,00 e R$ 30,00 (limite de 30 ingressos por sessão).

Duração: 85 min. Gênero: Comédia musical. Classificação: 14 anos.

Teasers: https://youtu.be/HTS5IhrPN1Q | https://youtu.be/Ky6ZmQZlenA

Facebook - @memoriaspostumasmusical | Instagram - @marcosnauta

 

Teatro UOL

Shopping Pátio Higienópolis - Av. Higienópolis, 618 / Terraço. SP/SP.

Tel.: (11) 3823-2323 - 300 lugares. Acessibilidade. Ar-condicionado.

Televendas: (11) 3823-2423 / 3823-2737 / 3823-2323.

Vendas online: www.teatrouol.com.br.

 

Bilheteria: Terças a sextas - 17h às 20h; sábados - 13h às 22h; domingos - 13h às 20h.

Aceita PIX e cartões - Mastercard, Redecard, Visa, Visa Electron e Amex.

Estacionamento do Shopping: consultar valor pelo tel. (11) 4040-2004.

Venda/espetáculos para grupos/escolas: bel@conteudoteatral.com.br, (11)3661-5896 e (11) 99605-3094.

Patrocínio do Teatro UOL: UOL, Folha de S. Paulo, Bain Company, Genesys, John John e MetLife.

 

PERFIS

 

Marcos Damigo (ator) - Estudou na Escola de Arte Dramática (ECA/USP), protagonizou clássicos como Hamlet (Francisco Medeiros) e O Retrato de Dorian Gray (Débora Dubois), onde também assinou a adaptação do romance de Oscar Wilde, ambos no Teatro Popular do SESI SP. Escreveu e dirigiu Leopoldina, Independência e Morte e Babilônia Tropical, que circularam pelos CCBBs, recentemente. Idealizou e protagonizou o espetáculo Deus é um DJ (Marcelo Rubens Paiva), do alemão Falk Richter, e atuou em outras obras como Dueto Para Um (Mika Lins) e Lampião e Lancelote (Débora Dubois) - prêmio Bibi Ferreira de Melhor Musical Brasileiro. Na televisão, estreou no SBT como protagonista da novela Fascinação (Walcyr Carrasco). Na Rede Globo, atuou em Joia Rara (Thelma Guedes e Duca Rachid), ganhadora do prêmio Emmy Internacional de melhor novela, e Insensato Coração (Gilberto Braga e Ricardo Linhares). Recentemente, atuou nos espetáculos O Pai, de Strindberg, direção de Regina Galdino, Os Um e Os Outros, adaptação de Horácios e Curiácios de Brecht, e Dostoiévski Trip, do russo Vladimir Sorókin, ambos com direção de Cibele Forjaz, Caros Ouvintes (Otávio Martins) e atuou no elogiado monólogo As Sombras de Dom Casmurro, baseado no romance de Machado de Assis (Débora Dubois), onde iniciou sua pesquisa com o universo deste autor.

 

Regina Galdino (direção e adaptação do texto) - Formada pela EAD, dirigiu: Intimidade Indecente, com Irene Ravache e Marcos Caruso; As Pontes de Madison, com Denise Del Vecchio e Marcos Caruso; As Turca, com Cláudia Melo e Andréa Bassitt. Em 1998, dirigiu e adaptou o premiado musical Memórias Póstumas de Brás Cubas (Machado de Assis), com Cássio Scapin. Dirigiu e é co-autora de As Favoritas do Rádio, premiado na Jornada SESC/1994 - O Teatro Musical. É diretora dos musicais infantis: Operilda na Orquestra Amazônica, de Andréa Bassitt, ganhador dos prêmios APCA de Melhor Musical para Crianças e FEMSA na categoria Especial pela divulgação da música erudita e folclórica; Operilda Cai no Choro (2023); e O Jovem Príncipe e a Verdade, de Jean-Claude Carrière. É uma das criadoras, junto com o Maestro João Maurício Galindo, da série Aprendiz de Maestro, dirigindo espetáculos de autoria de Andréa Bassitt para a série erudita infantil TUCCA, na Sala São Paulo.

 

Pedro Paulo Bogossian (arranjos e direção musical) - Formado em piano erudito pelo Instituto Musical Isaías Sávio (São Paulo), é compositor, arranjador e pianista. Reconhecido diretor musical do teatro paulista, é um dos fundadores do Grupo Circo Grafitti: Alô, Alô, Terezinha; Você Vai Ver o Que Você Vai Ver; Almanaque Brasil; e Ifigônia. Recebeu os prêmios: APCA 2013 - Melhor Espetáculo de Rua para Crianças, por Mário e as Marias; Prêmio Contigo 2010 – Melhor Musical, por Nara; SHELL/SP 2000 - Melhor Música, por Filhos do Brasil; APCA 1993 - Direção Musical por Almanaque Brasil; APETESP 1993 – Composição, por Ifigônia e Almanaque Brasil; APETESP 1989 - Composição, por Você Vai Ver o Que Você Vai Ver.

 

Fábio Namatame (figurino) - Formado em Comunicação e Artes pela FAAP (São Paulo), é figurinista, cenógrafo, visagista e diretor teatral. Criou, entre outros, os figurinos para os espetáculos, como Priscila - O musical, dirigido por Mariano Detry, My Fair Lady e Evita, dirigidos por Jorge Takla; Cabaret, Evangelho Segundo Jesus Cristo e Romeu e Julieta, dirigidos por José Possi Neto; Trilogia O Paraíso Perdido e Apocalipse 1.11, dirigidos por Antonio Araújo; Além da Linha d’Água e Mãe Gentil, dirigidos por Ivaldo Bertazzo, entre outros. Recebeu diversos prêmios Shell, APETESP, APCA, SESC de Teatro SP, Cultura Inglesa de Teatro, Carlos Gomes de Ópera, Festival de Cinema de Paulínia e SESC de Dança de Belo Horizonte.

 

Mário Manga (música original) - Guitarrista de grupos como Música Ligeira e Premeditando o Breque. Este último, mais conhecido como Premê, destacou-se tanto pelas letras irreverentes e divertidas quanto pela qualidade musical, baseada em arranjos sofisticados, fundindo MPB, choro, rock e até mesmo música erudita. Mário Manga é produtor musical paulistano com mais de 25 anos de carreira, além de estudioso da célebre banda de rock britânica The Beatles. 

 

 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 - verbena@verbena.com.br

terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

Após 3 anos, o Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo volta em outubro com programação internacional

A quarta edição do Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo (Dona Ruth: FTNsp) vai acontecer entre os dias 17 a 26 outubro de 2025, após um hiato de três anos. Pela primeira vez o evento terá programação internacional, composta por espetáculos latino-americanos. Entre as atrações nacionais, estão espetáculos, debates e ações formativas. Os responsáveis pela curadoria são Gabriel Cândido, também à frente da direção geral do Festival, e por Soraya Martins, curadora convidada desta edição.

Permanentemente, o festival homenageia a atriz Ruth de Souza (1921-2019) com um gesto afetivo, dando a este território o nome de "Dona Ruth", reconhecendo esta mulher negra e artista como uma das atrizes mais importantes da história da dramaturgia teatral, cinematográfica e televisiva do Brasil. Ruth de Souza, por meio de sua excelência técnica e ativismo, tornou-se uma referência artística e intelectual, bem como um símbolo de abertura de caminhos para artistas negros de diferentes gerações.

O Dona Ruth: FTNsp é uma idealização da atriz e gestora cultural Ellen de Paula e do diretor e dramaturgo Gabriel Cândido. Juntos, iniciaram a criação do festival em 2017, elaborando as suas bases éticas, poéticas, políticas e metodológicas. O evento teve as suas três primeiras edições realizadas em 2019, 2020 e 2021.

A 4ª edição do Dona Ruth: FTNsp tem patrocínio do Rede Itaú por meio da Lei de Incentivo à Cultura e apoio do Programa Iberescena.

Instagram: https://www.instagram.com/donaruth.ftnsp/
Site: https://donaruthftnsp.com.br/
Contato: contato.donaruthftnsp@gmail.com 

 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 -
verbena@verbena.com.br

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025

FCCJ abre inscrições para oficina de cinema ministrada por Cavi Borges e Patrícia Niedermeier

Cavi Borges e Patrícia Niedermeier 

O 10º Festival Curta Campos do Jordão - FCCJ está com inscrições abertas para a oficina de cinema Criando Filmes, que acontece no dia 20 de fevereiro, quinta, das 14 às 18h. A atividade terá lugar no Instituto Federal Campus Campos do Jordão. Conduzida pelo diretor e produtor Cavi Borges e pela diretora e atriz Patrícia Niedermeier, a oficina é aberta a todos os interessados, sem restrição de idade. As inscrições devem ser efetuadas unicamente por meio do link - Oficina: Criando Filmes. Os participantes devem comparecer munidos de seus celulares.

Segundo os ministrantes, trata-se de um curso intensivo de realização de filmes pensando caminhos alternativos e criativos, com baixo orçamento, mas com alta criatividade. Durante a atividade será(ão) produzido(s) filme(s) de curta-metragem que serão exibidos durante a cerimônia de encerramento do 10º Festival Curta Campos do Jordão, no dia 22 de fevereiro, sábado, às 19h, quando serão entregues os prêmio (Troféu Araucária de Cinema) aos melhores curtas da edição.

Cavi Borges é diretor e produtor da Cavideo, locadora referência dos cinéfilos do Rio de Janeiro que se tornou produtora e distribuidora de filmes nacionais independentes. Como diretor, realizou 18 filmes de longas-metragens e 54 de curtas-metragens. Como produtor ele realizou 87 longas e 154 curtas, ganhando 178 prêmios em festivais nacionais e internacionais. Recentemente, inaugurou o Espaço Cultural Cavideo nas Casas Casadas, disponibilizando um acervo de 20 filmes e uma biblioteca de cinema com 6 mil livros totalmente gratuitos. Nas últimas décadas, foi responsável pela volta do movimento cineclubista ajudando na criação de 20 espaços de exibição alternativos. Realizou mais de 350 mostras e festivais de cinema. Tem desenvolvido projeto de restauração, preservação, divulgação e produção de filmes com cineastas veteranos brasileiros. Recentemente, tornou-se coordenador do Festival Recine, que trabalha filmes de arquivo e da memória do cinema brasileiro.

Patrícia Niedermeier é formada em dança pela Faculdade Angel Vianna e mestranda em NY no Laban Instituto. E atriz, bailarina, performer e diretora. No cinema atuou em dezenas e filmes, e como diretora fez seis filmes de longa-metragem. Como atriz, trabalhou, no teatro, com Gerald Thomas, Regina Miranda, Jeferson Miranda e, no Cinema, com Neville de Almeida, Luiz Rosemberg Filho, José Setter e Cavi Borges, entre outros. Ao lado de Cavi Borges realizou 40 Videoartes que, recentemente, foram premiados em Paris, FR.

O FCCJ

Do dia 15 ao dia 22 de fevereiro de 2025, o 10º Festival Curta Campos do Jordão vai exibir 109 curtas-metragens produzidos em todo o território nacional, que concorrem ao Prêmio Araucária de Cinema 2025. A Mostra será composta pelas categorias: Ficção (com 35 filmes, oriundos de 13 estados brasileiros e do DF); Documentário (com 27 obras, de 13 estados); Experimental (com 18 curtas, de 12 estados); Animação (com 15 filmes, de 8 estados e do DF); e Regional (com 14 obras produzidas nas cidades de São José dos Campos, Taubaté, Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião, Pindamonhangaba e Campos do Jordão). O Prêmio Araucária de Cinema vai premiar também a Melhor Direção e o Melhor Roteiro.

À exceção da cerimônia de abertura, que será realizada no Auditório Claudio Santoro, as sessões de exibição vão acontecer nas dependências do Espaço Cultural Dr. Além (antigo Cine Glória de Campos do Jordão), no formato presencial. Cada sessão competitiva também será disponibilizada no canal do Cineclube Araucária no YouTube, por 24 horas, para visionamento e votação do público.

Festival Curta Campos do Jordão é organizado e produzido pela Associação Cultural Cineclube Araucária de Campos do Jordão em parceria com a Secretaria Municipal de Valorização da Cultura. Para a sua décima edição, o FCCJ conta com apoio do Ministério da Cultura do Governo Federal por meio da Lei Paulo Gustavo, da Prefeitura de Campos do Jordão, do Conselho Municipal de Turismo, da Secretaria Municipal de Turismo e Desenvolvimento Econômico, do Conselho Municipal de Políticas Culturais, do Campos do Jordão e Região Convention & Visitors Bureau e das empresas Natureza Maluca, Webz Comunicação Digital, VideoMidia Produção e Edição de Vídeos, GWG Telecom, Verbena Comunicação e DF Studio Foto e Vídeo.

Serviço
10º Festival Curta Campos do Jordão
Oficina: Criando Filmes
Ministrantes: Cavi Borges e Patrícia Niedermeier
Data: 20 de fevereiro de 2025 - Quinta, das 14 às 18h
Inscrições: https://suap.ifsp.edu.br/eventos/inscricao_publica/12017/
Gratuito. Vagas limitadas. Livre.
Local: IFSP Campus Campos do Jordão
Rua Monsenhor José Vita, 280 - Abernéssia. Campos do Jordão/ SP. 12460-000. 

FCCJ - 15 e 22 de fevereiro de 2025
Informações, programação e sessões online: www.fccj.com.br
Ingressos: Gratuitos. Classificação: Livre. Tel.: (12) 3664-2300
Acompanhe o FCCJ pelo site e pelas redes sociais:
Instagram - @cineclube_araucaria | Facebook - @cineclube.araucaria e @araucariacineclube 

Informações à imprensa | VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 | verbena@verbena.com.br

Instituto Pavão Cultural de Campinas recebe o espetáculo infantil VerDe Perto, o Musical Ecológico

Foto de Eugênio Goulart

No dia 9 de fevereiro, domingo, o espetáculo infantil VerDe Perto, o Musical Ecológico chega à Campinas, SP. A apresentação acontece no Instituto Pavão Cultural, às 11h, com intérprete de Libras. Os ingressos são gratuitos (ou com contribuição consciente).

VerDe Perto, o Musical Ecológico é um espetáculo cênico-musical com linguagem simples e poética que fala diretamente com a natureza imaginária das crianças. Com canções autorais, assinadas por Renata Pizi, o espetáculo aborda temas sobre ecologia e sustentabilidade.

Observando a priminha Júlia, que adorava desenhar, mas rasgava e jogava fora o que não lhe agradava, Renata Pizi teve a ideia de criar algo que despertasse nas crianças a consciência ambiental, que pode estar nas atitudes mais simples do cotidiano. E foi refletindo sobre a nossa relação com a natureza que ela criou, em 2016, as poesias, e depois as melodias, extraindo a musicalidade própria de cada poema.

As músicas, tocadas ao vivo, passeiam por diferentes ritmos brasileiros, como baião e maracatu, e por gêneros como rock, pop e rap, entrelaçando músicas e intervenções cênicas. Personagens, histórias e coreografias - conduzidos pela personagem Júlia - reforçam os argumentos das canções, recheadas de curiosidades sobre a natureza ressaltando a necessidade de cuidarmos do planeta. O espetáculo trata o tema com leveza e bom humor, cativando os pequenos espectadores pela graça e originalidade dos poemas cantados. 

O roteiro é formado por “Pet Repet”, “Árvore”, “Lixo na Rua”, “Água”, “Tamanduá” e “Rio Tietê”, entre outras. Todas as músicas foram compostas por Renata, sendo as duas últimas em parceria com Sonekka. A cenografia e os objetos de cena aparecem em composição lúdica. Elementos como lixeiras e galões de água são vestidos com fitas coloridas sendo manipulados e ressignificados durante o espetáculo. E a concepção do figurino foi inspirada na estética clown, com cores vivas que remetendo a fauna e a flora.

Esse projeto, idealizado pela Belic Arte.Cultura e proposto pela Magistral Produções, foi contemplado pelo Edital Lei Paulo Gustavo 20/2023 - Difusão Cultural, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, do Governo do Estado de São Paulo e Ministério da Cultura, Governo do Brasil. A circulação, que totaliza 12 apresentações, após sessão em Guararema, segue por mais três cidades paulistas.

FICHA TÉCNICAConcepção e direção: Renata Pizi. Elenco: Renata Pizi (voz e violão), Renata Machado (atriz e voz), Paulo Ribeiro (voz e violão), Everton Alves dos Reis (percussão), Jonathan Campos (ator e voz). Cenário e visagismo: Rafaela Gimenez. Figurino: Alex Leandro. Gerenciamento e produção executiva: Adriana Belic. Assistência e produção executiva: Mili Slikta. Assistência de produção técnica: Arthur Maia. Técnico de som: Danilo Iwakura. Operação de luz: Igor Sully. Fotos: Eugenio Goulart. Projeto gráfico: Alexandre Caetano. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Assessoria em mídias: Platea Comunicação. Interpretação em Libras: Rosemeire Santos.

 

Serviço

Espetáculo: VerDe Perto, o Musical Ecológico

Dia 9 de fevereiro de 2025 - Domingo, às 11h
Duração: 45 min. Classificação: Livre. Gênero: musical infantil.

Ingressos: Gratuitos - Contribuição consciente.
Sessão conta com intérprete de Libras.
Local: Instituto Pavão Cultural
Rua Maria Tereza Dias da Silva, 708 - Barão Geraldo. Campinas/SP. 

Sinopse: A pequena Julia olhava pela janela, pegou alguns lápis de cor, folhas de papel em branco e pôs-se a desenhar. Mas, para cada traço errado, lá se ia mais um papel rasgado. Foi então que a tia, Renata, perguntou, um tanto indignada: “Júlia! Você não tem pena das árvores?”. Julia respondeu: “Árvores? E o que o papel tem a ver com elas?”. Esse é o mote que conduz o espetáculo.

 

 

Informações à imprensa: VERBENA ASSESSORIA
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