sexta-feira, 8 de março de 2013

Casa Santa Luzia apresenta sua Linha de Páscoa 2013

A Linha de Páscoa 2013 da Casa Santa Luzia mantém o diferencial que vem acompanhando seus presentes de chocolate nos últimos anos: a personalidade, o sabor e a qualidade do chocolate belga. O Mezanino da Casa foi decorado como se fosse um grande ninho, onde estão expostos os presentes e ovos de chocolate. Todos exclusivos.

A tradicional linha de Ovos Clássicos está com vários sabores: chocolate ao leite; meio amargo; trufado meio amargo; crocante com pistache, castanha de caju ou amêndoas; ao leite com gianduia. As embalagens de tecido marrom sugerem a cor do chocolate e laços coloridos identificam os sabores. Esta linha oferece também duas opções de Ovos Diet (ao leite 150g, 250g e 350g e meio amargo, 250g e 350g).

Neste ano, a Linha Cerâmica traz os ovinhos da Páscoa em peças decorativas que remetem à cozinha. São presentes ornados com mini panelas, galinhas, chaleiras, xícaras, molheiras e potes. Todos os presentes vêm recheados com ovinhos de chocolate de sabores variados.


Crianças e adultos vão se render aos presentes da Linha de Feltro. Embalagens artesanais trazem descontração aos ovos de Páscoa. Além de peças como sacola de feltro em formato de galinha e ovos com aplicação de flores, há uma enormidade de ovos em formato natural com design de pintinhos em ninhos (diferentes em cores e detalhes), que também trazem em seu interior os deliciosos ovinhos de chocolate.

Na Linha Tubetes, ovinhos coloridos em embalagens de acetato dão graça à Páscoa e as miniaturas de Carrinhos e Cestinhas de supermercado (sucesso absoluto ano passado) são verdadeiros mimos. Estas peças vêm carregadas de ovinhos de chocolates com mini coelhos em tecido e pelúcia.

Para quem aprecia as Colombas Pascais, a Casa oferece uma grande variedade. De sua própria importação, a marca italiana Balocco, tem opções em caixas, embalagens para presente e latas decoradas.

As Cestas de Páscoa (tradicionais presentes artesanais com composições sofisticadas que trazem licores, vinhos e chocolates), os Ovos de Avestruz, Ema e Galinha Decorados (cascas de ovo com aplicações artesanais, recheadas de ovinhos), os inúmeros Biscoitos de Mel (temáticos, em diversos formatos e cores) completam a Linha 2013 de Páscoa da Casa Santa Luzia.

A Páscoa da Santa Luzia tem ainda uma série de chocolates assinados pela chef Renata Arassiro que desenvolve, a cada ano, uma coleção exclusiva, que inclui ovos esculturais, placas temáticas e outros itens deliciosos e criativos.


Alguns presentes de Páscoa podem ser adiquiridos também na loja virtual da Casa Santa Luzia:

Casa Santa Luzia - 86 anos!
Al. Lorena, 1471 – SP - Tel (11) 3897-5000 – www.santaluzia.com.br
www.facebook.com/casasantaluzia e @casasantaluzia
Horário de funcionamento: segunda a sábado - das 8h às 20h45.
A Casa abrirá no domingo, 24 de março, da 9h às 19h
Aceita cartões/crédito: Mastercard, Visa, Diners e American Express.
Aceita cartões/débito: Rede Shop, Visa Electron, Maestro e Cheque Eletrônico.
Não aceita: Vale Alimentação e Vale refeição
Estacionamento Estapar: grátis p/ compras acima de R$ 50,00.
Possui acesso universal e ar condicionado.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Táxi Para Um Labirinto lida com os tormentos psicológicos dos astros do cinema


Thiago Salles em
fotos de Bob Sousa
O espetáculo Táxi Para Um Labirinto é um solo escrito e interpretado por Thiago Salles, tendo como inspiração trágicas histórias de jovens astros do cinema como James Dean, River Phoenix e Heath Ledger. Com direção de André Grecco, a peça estreia dia 24 de abril, quarta-feira, na Sala Experimental do Teatro Augusta, às 21 horas.

A montagem mergulha em questões psicológicas e humanas que atingem não só personalidades do cinema, mas todos aqueles que precisam lidar com as questões internas que a fama provoca. Táxi Para Um Labirinto trafega pela mente daqueles que alcançaram êxito e sucesso rapidamente enquanto travavam lutas internas diante do que eram, do que gostariam de ser e de como eram vistos pelos outros.

O enredo se desenvolve durante uma noite na casa de Henry, um famoso ator em crise atormentado pela realidade e pela imaginação. Astro que atingiu o apogeu cedo demais, ele vê o sucesso atingir sua individualidade e intimidade. Seus momentos de reflexão são interrompidos por alucinações. Em um de seus devaneios, um de seus personagens do mundo da ficção o perturba com telefonemas avisando que está vindo ao seu encontro. O espectador testemunha a transformação da mente doentia de Henry diante da impossibilidade de conduzir a sua própria vida.

Henry trava um embate com sua própria condição. Ele quer conduzir sua carreira, realizar trabalhos que lhe traga maior satisfação e viver histórias mais significativas. Thiago Salles afirma que “viver este personagem é um grande exercício teatral, um desafio para um ator, além de ser estimulante a proposta de alternar e também fundir realidade e alucinação”.

O diretor André Grecco explica que a encenação explora as nuances propostas pelo texto marcadas pelos tormentos psicológicos do protagonista. “Tudo se passa em sua cabeça, durante uma noite, em seu quarto. Todas as possibilidades são aceitas no âmbito do delírio”, ele diz. O texto discute o complexo universo da fama e suas graves consequências para artistas que não conseguem lidar com o assédio e com o calor dos holofotes. “Queremos refletir sobre essas pessoas que construíram seus sucessos e também seus próprios abismos", comenta.

Como autor, Thiago explica que a história de Heath Ledger, morto no auge da fama por overdose de remédios aos 28 anos, foi inspiração inicial para o texto. A partir daí, envolveu-se pelos trágicos fins de outros astros que também viveram intensamente a glória e as grandes crises existenciais: James Dean (morto em acidente de carro aos 24 anos) e River Phoenix (vítima de overdose aos 23 anos), entre outros. Sobre Táxi Para Um Labirinto ele reflete: “Henry descobre que se tornou um peso para si próprio, que não sabe mais como lidar com a pressão a que está submetido”. Thiago ainda diz que a história de Henry não tem relação biográfica com nenhum dos astros. “É pura ficção”, ele afirma.

Na encenação, a luz (de André Grecco) tem estética cinematográfica, explorando o escuro e o sombrio. Construída junto com cada cena, ela é fundamental para destacar (ou confundir) o que é real do que é onírico. Grecco diz que “a iluminação é condutora, é narrativa, neste quarto onde tudo ocorre, neste quadro onde tudo que se passa na cabeça do personagem aflora”. 

O figurino é casual, mas teatral. Ele evolui em cena, de acordo com os momentos vividos por Henry, como pessoa ou personagem de seus filmes. A Trilha sonora (de Renan Marcondes) procura embarcar o público na trama pela sinestesia. “Táxi Para Um Labirinto busca uma compreensão sensível do espectador que não passe pelo racional”, finaliza o diretor.

Espetáculo: Táxi Para Um Labirinto
Texto e atuação: Thiago Salles
Direção: André Grecco
Iluminação: André Grecco
Cenografia e figurino: Cia. Times de Criadores
Sonoplastia e projeto gráfico: Renan Marcondes
Produção executiva: Geondes Antônio
Coordenação de produção: Thiago Salles
Estréia: Dia 24 de abril – quarta-feira – às 21 horas
Teatro Augusta (Sala Experimental) - www.teatroaugusta.com.br
Rua Augusta, 943 – Cerqueira César/SP - Tel: (11) 3151- 4141
Temporada: quartas e quintas-feiras – às 21 horas – Até 30/05
Ingressos: R$ 20,00. Bilheteria: 4ª a 5ª (14h-21h), 6ª (14h-21h30), sáb. (15h às 21h) e dom. (15h-19h). Gênero: Drama. Duração: 60 min. Classificação: 14 anos. Aceita dinheiro e cartões. Faz reservas. Antecipados: www.ingressorapido.com.br (tel 4003-1212). Estacionamento conveniado no local

terça-feira, 5 de março de 2013

Seminário "Forum de Cultura e Educação"


A Comissão de Coordenação para a criação do Fórum de Cultura e Educação realiza, no dia 21 de março, quinta-feira às 9h30, o Seminário que debaterá e procurará responder à pergunta:
 “Em que deve se fundamentar um verdadeiro Projeto Cultural para as Pequenas e Médias Produções, no Município, no Estado e no País?”.

A Mesa será constituída por: Pedro Eugênio - Deputado Relator do PROCULTURA, falará sobre o Substitutivo ao Projeto de Lei 1139, em vias de aprovação no Congresso Nacional, que substituirá a Lei Rouanet; Luiza Erundina – Deputada Federal, Ex-Prefeita de São Paulo; Denise Weinberg – atriz, diretora e produtora teatral; Profa. Ana Cecília Simões - Educadora e Diretora de Programas Especiais do Município de São Paulo, falará sobre os Centros de Educação Unificados - CEUs; Coordenação da Mesa: Esther Góes – atriz.

O I Seminário acontecerá em São Paulo, no dia 21 de março de 2013, às 09h30 no
Sindicato dos Jornalistas, à Rua Rego Freitas, 530 – S/L.
.

Neste ato, será instalado o Fórum de Cultura e Educação.

O Fórum se constitui e se apresenta como um coletivo disposto a desempenhar a tarefa de estimular a discussão sobre as políticas públicas para as artes, sobretudo para as artes cênicas e musicais, e atuar na interlocução com a sociedade e os poderes públicos, em caráter suprapartidário. Somos um grupo de cidadãos atores, músicos, arte educadores e produtores culturais de pequeno porte, e não identificamos, no momento presente, a discussão ampla e transparente do espaço público cultural. Estamos convencidos de que reduzir a ação do Estado à mera multiplicação de produtos, através das leis de Incentivo, não basta, mantendo-se a exigência de que o Estado e as categorias envolvidas atuem na investigação, no questionamento e no desenvolvimento do papel da cultura no município, no estado e no País.

Integram a Comissão de Coordenação: os atores Esther Góes, Denise Weinberg, Renato Modesto, Cacá Toledo, Ariel Borghi, Clovys Torres. A cantora Socorro Lira. As arte educadoras Valeria Di Pietro e Magda Crudelli. Os produtores culturais Samanta Albuquerque e Daniel Gomes Gouveia.

Contatos e informações pelo telefone (11) 2598-7398, com Daniela, ou pelo e-mail forumculturaeducacao@gmail.com .

Casa Santa Luzia Comemora o Dia Internacional da Mulher

Para comemorar o Dia Internacional da Mulher (dia 8 de março), a Casa Santa Luzia dedica um espaço para a mulher contemporânea no Mezanino da Loja, entre os dias 4 a 9 de março, de segunda a sábado.

As clientes poderão apreciar e conhecer novos produtos em uma seleção de alimentos especiais relacionados à boa alimentação, além de usufruir de degustações – de 5 a 9 de março (terça a sábado), das 10 às 19 horas, e de ofertas variadas. Haverá ainda, à disposição, folhetos com dicas alimentares.

Em destaque, estarão produtos apropriados à boa saúde da mulher, bem como aqueles que atuam de forma preventiva, estimulando a busca pela melhor qualidade de vida. São alimentos ricos em fibras, antioxidantes, fontes de cálcio e fontes de gorduras saudáveis, entre outros.

Programação de degustações

Terça a sábado – das 10h às 19h - Grátis
• De 5 a 9 de março (terça a sábado)
Produtos: Dr. Orgânico (óleo de coco), Levittá (barras de cereal), Sítio do Moinho (agave), Verde Campo (linha Zero Lactose: iogurtes e Cottage) e Vital Âtman (óleos).
• 6 de março (quarta)
Produto: Pão Integral de Chia com Quinua e Linhaça Santa Luzia.
• 8 de março (sexta)
Produtos: Arroz Basmati Integral com Chia Santa Luzia e Sucos IsolaBio.

Casa Santa Luzia - 86 anos!
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Twitter - @casasantaluzia
Horário de funcionamento: segunda a sábado - das 8h às 20h45.
Estacionamento Estapar: grátis p/ compras acima de R$ 50,00 (s/ manobristas).

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Kiwi Cia. de Teatro apresenta Morro Como Um País

 
A Kiwi Companhia de Teatro apresenta a montagem Morro Como Um País, que dá continuidade ao trabalho de pesquisa desenvolvido com foco na reflexão política social e estética. Com direção de Fernando Kinas, a estreia acontece no dia 1º de março, sexta-feira, no Sótão do Teatro Grande Otelo, às 20 horas.
 
O espetáculo não segue um padrão formal de encenação; não há uma história com princípio, meio e fim. A Kiwi usou como referência o texto literário Morro Como Um País, escrito em 1978 por Dimitris Dimitriadis (nascido em 1944), que é um verdadeiro testemunho de como o povo grego viveu a “ditadura dos coronéis” (1967/1974).

A concepção de Fernando Kinas articula mais de 30 tableaux (cenas independentes) que, uma vez articulados pelo espectador, dão sentido ao trabalho. Morro Como Um País delineia quadros como em um jogo onde todos os presentes estão inseridos. O espaço alternativo onde acontece a encenação e uma referência a brincadeiras coletivas infantis, complementam o cenário deste jogo cênico, em que prazer e conhecimento se complementam.

Um dos objetivos da peça é colocar em foco a discussão sobre o “estado de exceção permanente”, definido pela suspensão de direitos mesmo em períodos de “normalidade democrática”. São situações em que a ilegalidade tem aparência legal. Outro objetivo é apresentar momentos históricos de especial tensão entre o desejo de transformação e justiça social e a violência praticada pelo Estado.
 
Com a intenção de inquietar o espectador, o trabalho se inspira e utiliza recursos tanto do teatro documentário como da matriz brechtiana, inpirando-se ainda na obra do diretor russo Meyerhold. O material retirado da realidade e empregado em cena é formado por relatos, matérias jornalísticas, depoimentos, imagens, canções, brincadeiras infantis, poemas, trechos de romances e letras de músicas.

Segundo o diretor, “não há carga emocional pela reconstrução psicológica, a contundência se dá mais pela informação narrativa do que pelos recursos dramáticos convencionais”. A atriz Fernanda Azevedo completa dizendo que “não temos as respostas para tudo, mas tentamos fazer as perguntas certas”. 

A música é usada com função dramatúrgica, a exemplo da música cigana (povo historicamente perseguido), dos clássicos de exaltação nacionalista durante a ditadura (Eu te amo meu Brasil etc.) e das músicas de protesto. A companhia trabalha com alguns conceitos na montagem, entre eles, o de cânone, figura musical que supõe um padrão de repetição (há um relógio em cena com mostrador e mecanismo invertidos) e desmontagem das personagens clássicas em favor do depoimento e da exposição de contradições, tanto na forma como no conteúdo do que é exposto cenicamente. A iluminação – assinada por Heloísa Passos, cineasta e diretora de fotografia em curtas e longas-metragens – é mais cinematográfica do que teatral, priorizando luzes frias.

O projeto do grupo, que existe há 15 anos, alia reflexão à experimentação estética. Isto tem relação com a trajetória de Fernando Kinas, que tem Doutorado em Teatro pela Sorbonne Nouvelle e Universidade de São Paulo. Uma longa pesquisa de cerca de oito meses foi desenvolvida para este trabalho, que incluiu viagem à Argentina para investigar processos autoritários na América Latina.

O projeto Morro Como Um País - A Exceção e a Regra, com duração de 14 meses, tem apoio do Programa de Fomento ao Teatro (Secretaria de Cultura da cidade de São Paulo) e inclui encontros, intervenções urbanas, seminários, apresentação da montagem anterior do grupo, Carne. Diversas organizações e movimentos sociais são parceiros do projeto, como o Coletivo Merlino, a Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos e a Comissão Estadual da Verdade. Haverá debates no final de apresentações (a agenda será divulgada oportunamente), evento sobre livro A Periferia Grita, do Movimento Mães de Maio e debate especial no dia 31 de março (data do golpe militar no Brasil).

Trabalho cênico: Morro Como Um País
Roteiro e direção geral: Fernando Kinas
Elenco: Fernanda Azevedo
Cenário: Júlio Dojcsar
Figurino: Maitê Chasseraux
Iluminação: Heloísa Passos
Pesquisa e música original: Eduardo Contrera e Fernando Kinas
Pesquisa e tratamento de imagens: Maysa Lepique
Assessoria e treinamento musical: Luciana Fernandes e Armando Tibério
Direção de produção: Luiz Nunes
Assistência de produção: Dani Embón
Programação visual: Paulo Emílio Buarque Ferreira e Camila Lisboa
Realização e produção: Kiwi Companhia de Teatro
Estréia: dia 1º de março – sexta-feira – às 20 horas
Teatro Grande Otelo (Sótão)
Alameda Nothmann, 233 - Campos Elíseos/SP - Tel: (11) 2307-0020
Temporada: sextas e sábados (20 horas) e domingos (19 horas) - Até 28/04
Ingressos: R$ 10,00 - Bilheteria: quarta a domingo (após 16h)
Gênero: Drama – Classificação etária: 14 anos – Duração: 95 min.
Não possui acesso universal - Aceita dinheiro e todos os cartões.
Ingressos antecipados: www.ingressorapido.com.br (4003-1212)
Estacionamento (interno) pela Al. Dino Bueno, 353: R$ 15,00. 

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Marcos Oliveira vive drama e comédia sobre vida de ator na velhice

Biografia Não Autorizada: texto de Daniel Torrieri Baldi e Maristela Bueno alterna euforia e deboche, vingança e depressão, infância e amores perdidos.

Estrelada por Marcos Oliveira e dirigida por Jair Assumpção, a comédia Biografia Não Autorizada, estreia no dia 1º de março, sexta-feira, no Teatro MuBE Nova Cultural, às 21h30. O Texto - assinado por Daniel Torrieri Baldi e Maristela Bueno - conta a história de um ator que resolve escrever sua própria biografia quando se vê esquecido e desprezado pela mídia.

Por meio da autobiografia, Modesto Valadares quer escancarar a sua revolta com os bastidores da televisão e se vingar de todos aqueles que o prejudicaram no decorrer da carreira. Misturando comédia, drama e sarcasmo, o espetáculo traz Marcos Oliveira como protagonista num hilário debate com a própria consciência - interpretada pelo ator Tiago Robert. A consciência vem à tona para contar a grande verdade: quem sempre buscou reconhecimento e imortalidade como encara agora a mortalidade?

O diretor Jair Assumpção diz que “a peça representa o tragicômico da vida do ponto de vista de um ator que teve os holofotes da televisão ao seu favor e, na velhice, se vê relegado ao terceiro plano”. E completa: “Este texto revela o saber irônico da comédia da vida com sua dor física, moral e emocional. O público vai se identificar com a humanidade da personagem que traz a comédia nas memórias absurdas e a visão cômica do real”. 
Biografia Não Autorizada promove este cômico encontro do ator com sua consciência em um minúsculo e entulhado apartamento, onde guarda seus restos de glória e sua solidão. Só lhe resta a miséria da vida. Ele bebe para anestesiar a dor e faz uso de remédios para esquecer seu drama. O diretor explica que o contraste entre o sonho e a realidade da personagem é discutido com muito bom humor, passando por fatores como sorte, imaturidade, vaidade e a não percepção da realidade à sua volta. “A consciência provoca, instiga e questiona; revela o indizível. Quem sairá vitorioso nesse embate?”

Marcos Oliveira defende que o personagem é mais real do que fictício e está muito próximo da realidade dos atores brasileiros. “Muitos atores passam pelo auge e depois chegam ao fundo do poço. A peça questiona essa instabilidade. É muito fácil você ter reconhecimento e depois não ter mais; é nesse momento que a gente começa a lidar com os nossos sonhos e pesadelos.”

O diretor acredita ma importância de mostrar esse lado tragicômico da vida dos artistas. “A profissão de ator é regulamentada no País, porém muitos profissionais não têm acolhimento algum no final da vida. A TV estimula não só o talento, mas também o uso da imagem e da beleza. Há um abandono e o que sobra são pedaços de memórias risíveis e coisas dramáticas”. Assumpção finaliza dizendo que ícones como o artista, a TV e a velhice são desvendados nesta comédia.

Espetáculo: Biografia Não Autorizada
Texto: Daniel Torrieri Baldi e Maristela Bueno
Direção: Jair Assumpção
Elenco: Marcos Oliveira e Tiago Robert
Diretora assistente: Nara Marques
Direção de arte e adereços: Mônica Nassif
Figurino: Paula Sabbatini
Desenho de luz: Salsicha
Trilha sonora e sonoplastia: Fábio Sá
Diretor de cena: Nicolau Ayer
Visagismo: Kene Heuser
Operação de som: Marcelo Santiago
Camareira: Edite Nartis Sanches
Design gráfico e fotos: Francisco Júnior
Administração: Fernando Rossilho e Anna Amélia Torrieri Baldi
Produção geral: Daniel Torrieri Baldi
Produção executiva: Mariana Marcondes
Produção e realização: Desembuxa Entretenimento
Patrocínio: 3M do Brasil
Apoio: ProAC / ICMS (Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo)
Estréia p/ convidados: 1º de março – sexta-feira – às 21h30
Teatro MuBE Nova Cultural - www.mubenovacultural.com.br
Rua Alemanha, 221 - Jardim Europa/SP - Tel. (11) 4301-7521
Temporada: de 1º de março até 5 de maio
SESSÕES BENEFICENTES: nos dias 2 e 3/3 (sábado e domingo) e também nos dias 7 e 14/3 (sessões extras às quintas-feiras, 21h) o ingresso será trocado por 1 kg de alimento não perecível.
Horários: sexta (21h30), sábado (21 horas) e domingo (19 horas)
Ingressos: R$ 40,00 (sexta e domingo) e R$ 50,00 (sábado)
Bilheteria: terça a quinta (14h às 18h), sexta (19h às 21h30), sábado (13h30 às 21h30) e dom. (10h às 11h e 17h às 19h). Aceita dinheiro e cartões de débito e crédito (V e MC). Gênero: comédia. Duração: 70 min. Classificação etária: 16 anos. Estacionamento/valet: R$ 25,00.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Balcão de Café da Casa Santa Luzia serve Café Terroá espresso e coado

A Santa Luzia faz, periodicamente, rodízio das marcas que são servidas no Balcão de Café de sua loja.

Durante o mês de fevereiro, no Balcão de Café da Casa Santa Luzia o sabor do café servido tem a marca Terroá. Além do espresso, a novidade está na opção que o cliente tem de saborear também o café pelo tradicional método do coador. Muito comum em todas as regiões do Brasil, o conceito do café coado volta a ter destaque entre os apreciadores do café de qualidade.

Além consumir o café na própria loja, o cliente pode levar para casa o Café Terroá e escolher o mais indicado para sua forma de preparo favorita (coador, french press, aeropress, cafeteira italiana e espresso).

Demonstrações e degustações

Pra tirar todas as dúvidas sobre o preparo do Café Terroá pelo coador, barista Cecília Sanada fará demonstrações na loja até o final do mês de fevereiro, com degustações grátis. Estas ações ocorrem nos dias 13, 19 e 20, 26 e 27/2 - terças-feiras (das 9h às 11h) e quartas-feiras (das 14h às 16h).

Ex-barista do Octavio Café, Cecília Sanada é profissional renomada. Atualmente é consultora na Sanada Consultoria.

Cafés Terroá disponíveis na Casa Santa Luzia
Vendas também pela loja virtual: www.santaluzia.com.br

  • Café Terroá Blend Sol Amarelo – moído, 250g (para coador, french press, aeropress e cafeteira italiana). Preço: R$ 17,70.
  • Café Terroá Blend Terra Vermelha - moído, 250g (para coador, french press, aeropress, cafeteira italiana e espresso, ideal para máquinas de espresso). Preço: R$ 17,70.
  • Café Terroá Blend Vento Norte - moído, 250g (para extrações manuais e espresso). Preço: R$ 20,50.
Terroá Cafés Especiais

A Terroá é uma microtorrefação de cafés especiais situada em Piatã, cidade mais alta do Nordeste, encravada a 1.300m de altitude no coração da Chapada Diamantina, Bahia. Uma região que apesar de produzir pouco café, quando comparada com as principais regiões produtoras do Brasil, produz grãos de excepcional qualidade. Uma região onde o café é produzido por dedicados agricultores familiares que se entregam de corpo e alma, o que tem levado Piatã a se destacar nos concursos nacionais e internacionais de qualidade, já tendo conquistados diversos títulos, como o primeiro lugar no Cup of Excelence Brazil 2009 e o segundo lugar no mesmo concurso em 2011.
 
Os cafés da Terroá tem perfil sensorial característico e distinto de cafés de outras regiões. A altitude excepcional das lavouras de Piatã, as mais altas do Brasil, situadas entre 1100 e 1600m, aliada ao clima com duas estações bem definidas, ao trabalho impecável de colheta e pós-colheita feito pelos produtores e ao criterioso trabalho de seleção e torra do mestre de torra e proprietário da marca Leo Bittner, dá origem a cafés extremamente aromáticos, com doçura marcante, bom corpo e elegante acidez cítrica.

A Terroá atualmente apresenta uma linha de blends single origin, ou seja, cafés produzidos pela seleção e combinação de diferentes grãos 100% arábica originários do município de Piatã. São eles:
 
Sol Amarelo: Torra clara, composto exclusivamente por cafés despolpados. Delicado, muito aromático, com acidez marcante e notas de melaço e frutas cítricas.
Vento Norte: Torra clara a média, composto por cafés despolpados e naturais. Encorpado, aromático, com notas de chocolate e elegante equilíbrio entre corpo, doçura e acidez.
Terra Vermelha: Torra média, composto predominantemente por cafés naturais. Intenso, bom aroma e corpo, com acidez baixa e notas frutadas e de caramelo.

Casa Santa Luzia - 86 anos!

Al. Lorena, 1471 – SP - Tel (11) 3897-5000 – www.santaluzia.com.br