sexta-feira, 28 de março de 2025

Convocatoria abierta para espectáculos da América Latina para el Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo

Convocatoria está abierta para espectáculos latino-americanos producidos em los países miembros del Programa IBERESCENA, Fondo de Ayudas para las Artes Escénicas Iberoamericanas, interessados em participar en la 4ª Edición del Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo (Dona Ruth: FTNsp), que tendrá lugar en Brasil, entre el día 17 y 26 de octubre de 2025. La inscripción deberá realizarse desde el día 7 de abril hasta las 23:59 del 22 de mayo.

¿Quién puede registrarse? Espectáculos - inéditos en Brasil - de artistas/grupos negros e indígenas de países latinoamericanos miembros del Iberescena (excepto Brasil): Argentina, Bolivia, Colombia, Chile, Costa Rica, Cuba, Ecuador, El Salvador, Guatemala, México, Panamá, Paraguay, Perú y Uruguay.

El texto completo de la convocatoria con información de inscripción estará disponible en la pagina web donaruthftnsp.com.br, a partir del día 28 de marzo. La lista de espectáculos seleccionados - mínimo de dos (2) y máximo de cuatro (4) producciones teatrales - se publicará hasta el día 30 de junio en la página web y mediante el envío de correos electrónicos. La producción del Festival cubrirá honorarios, pasajes aéreos, alojamiento y alimentación de los participantes.

Los espectáculos brasileños que participarán del Dona Ruth: FTNsp - 4ª edición serán invitados en base a investigaciones curatoriales. Las presentaciones deben realizarse en espacios culturales como Itaú Cultural, Funarte SP e IBT - Instituto Brasileño de Teatro, entre otros por definir.

Presentación del festival

El Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo (Dona Ruth: FTNsp) es un espacio de encuentro, expresión, disfrute, reflexión y diálogo entre el público, artistas, grupos, colectivos y compañías cuyas producciones artísticas se afirman, de diversas maneras, como arte negra. Así, el Dona Ruth: FTNsp se constituye como un espacio de celebración de los Teatros Negros como experiencia artística histórica y contemporánea que, al mismo tiempo, se propone como un espacio de movilización política, estética, ética y de ejercicio de la ciudadanía.

De forma permanente, el festival honra a la actriz Ruth de Souza (1921-2019) con un gesto afectivo, otorgando a este espacio el nombre de "Dona Ruth", reconociendo a esta mujer negra y artista como una de las actrices más importantes de la historia del teatro, cine y telenovela en Brasil, quien, a través de su excelencia técnica y activismo, se convirtió en un referente artístico, así como en un símbolo de apertura de caminos para artistas negros de diversas generaciones. El Dona Ruth: FTNsp realizó sus tres primeras ediciones en 2019, 2020 y 2021.

El festival se interesa por mostrar cómo las teatralidades negras contemporáneas, tanto en lo que respecta a los textos escritos como a los interpretados, forjan un combate semántico y semiótico entre imágenes, enunciados y enunciados y convenciones, mostrando, en escena, las coreografías del deseo que estructuran estos sujetos en sus subjetividades y relaciones sociales de diversos órdenes. El 4ª edición de Dona Ruth: FTNsp recibe apoyo del Programa Iberescena.

Convocatoria aberta – São Paulo/Brasil
Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo - 4ª Edición
Inscripciones: 7 de abril hasta las 23:59 del 22 de mayo de 2025.
Aviso y formulário: www.donaruthftnsp.com.br (del 28/03/2025).
Destinado: Artistas negros e indígenas de países latinoamericanos miembros del Iberescena.
Resultado: hasta el 30 de junio.
Período del Dona Ruth: FTNsp: del 17 al 26 de octubre de 2025.
Dudas / contacto: curadoria.donaruthftnsp@gmail.com.

Información de Prensa | VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
+ 55 11 99373-0181 | verbena@verbena.com.br

domingo, 23 de março de 2025

Se Você Não Quer Saber, novo single de Zé Guilherme, chega às plataformas no dia 28 de março

 

No dia 28 de março de 2025, o cantor e compositor Zé Guilherme lança nas plataformas de música o single Se Você Não Quer Saber, composição assinada por Alexandre Leão e Manuca. A faixa segue na estica do intérprete, cuja obra conjuga brasilidade e contemporaneidade.

O tradicional, a música de raiz e o pop caminham na mesma trilha, sempre com arranjos originais e singulares, que podem ser conferidos em sua discografia formada por quatro CDs, dois EPs e oito singles lançados no mercado fonogfico, em 26 anos de carreira.

Se Vo Não Quer Saber é uma canção vibrante e alegre com pegada de forró. Esta composição estava guardada em um acervo, desde meu segundo disco, Tempo ao Tempo, de 2006, inclusive sendo incluída em meus shows”, conta Zé Guilherme. E o momento de reencontrá-la não poderia ser mais propício. Esta canção foi gravada para celebrar a alegria, com nordestinidade, com que o artista deseja inaugurar suas produções para o ano de 2025. E, para festejar, nada mais apropriado que um bom forró, abrilhantado pelo som da rabeca que à faixa uma característica bem peculiar,” comenta o artista.

Cezinha Oliveira é responsável pela produção musical e pelo arranjo do single. O músico também executa o violão e o baixo, além de Filpo Ribeiro na rabeca e And Rass na percussão.

Letra Se Voo Quer Saber

Se você o quer saber / De onde vem a água do rio / Se você o quer saber / De onde vem o meu amor.
Se você não quer me ver / Não quer viver sorrindo / É melhor não esquecer / O que aprendeu comigo.
Eu agora sou capaz de muito mais do que você pensou.
Eu sou o vento que você sente / Eu sou a flor que você vê / Em tudo que é vida estou presente / Até mesmo dentro de você.

Lançamento Single: Se Você o Quer Saber Artista: Zé Guilherme

Data: 28 de março de 2025

Em todas as plataformas de música. Distribuição: Tratore. Pre-save: http://tratore.ffm.to/sevocenaoquersaber

FICHA TÉCNICA - Composição: Alexandre Leão e Manuca. Inrprete: Zé Guilherme. Arranjo, produção musical, gravação e mixagem: Cezinha Oliveira. Violão e Baixo: Cezinha Oliveira. Rabeca: Filpo Ribeiro. Percussão: André Rass. Produção fonogfica: Zé Guilherme. Masterização: rio Gil - Estúdio Dançapé. Imagem/capa: Fernando Velázquez. Distribuição: Tratore. Ano: 2025.


Zé Guilherme

Cearense de Juazeiro do Norte, Guilherme lançou o primeiro CD, Recipiente (Lua Discos), em 2000, com produção musical e arranjos de Swami Jr., apresentado no Teatro Crowne Plaza, Sesc’s Ipiranga, Vila Mariana e Pompeia (Prata da Casa), Centro Cultural São Paulo e outros. Em 2002, sua interpretação para Mosquito Etrico, de Carlos Careqa, foi incluída na coletânea Brazil Lounge: New Electro-ambient Rhythms from Brazil, lançada pela gravadora portuguesa Música Alternativa. Em 2003, ele participou do disco homônimo do mineiro Cezinha Oliveira (faixa “Seca”). No ano seguinte, estreou o show Canto Geral, com canções de Recipiente e músicas inéditas de compositores contemporâneos. Lançou, em 2006, o segundo CD, Tempo ao Tempo, com produção e arranjos de Serginho R., direção artística do próprio Guilherme, que assina também a coprodução junto com Marcelo Quintanilha. Em 2007, cantou no CD ao vivo Com os Dentes - Poesias Musicadas, de Reynaldo Bessa. Em 2015, lançou o seu disco Abre a Janela Zé Guilherme Canta Orlando Silva, releitura da obra do cantor Orlando Silva, em comemoração ao centenário de nascimento do Cantor das Multidões. O quarto CD, Alumia, veio em 2018, mostrando também seu lado autoral, no qual assina a maioria das canções. A faixa Alumia” foi lançada em formatos singles: o primeiro, antes do CD, e o segundo, um remix com produção de Waldo Squash. Em 2021, lançou as faixas autorais Meu Querer e Ao Vento (com letra de Edson Penha) que, junto a outras canções próprias, foram compilados em ZÉ, seu primeiro EP, que chegou às plataformas em novembro do mesmo ano. Em 2022 convidado pelo cantor e compositor Caio Bars lança o single Se Não Chover” de autoria de Caio Bars. Em 2023, lançou asfaixas Clandestino (Chico sar) e Vã (Cezinha Oliveira), depois reunidas no EP Marca, junto à faixa-título autoral, “Espelho Meu, também de Cezinha, e Never is Forever, inédita de Zeca Baleiro. Em 2024, lançou o single "Paiol do Ouro” (Alexandre Leão e Olival Matos) e, em 2025, abre o ano com o lançamento de Se Você Não Quer Saber”, de Alexandre Leão e Manuca Almeida.

 

Contato: zeguilherme@zeguilherme.com.br / (11) 99448 9142
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IG: @zeguilhermeoficial | FB: @oficialzeguilherme | X: @zeguilhermeofic

sexta-feira, 14 de março de 2025

Centro Cultural SESI Campinas Amoreiras apresenta a exposição Maracatu Rural - A Magia dos Canaviais

Foto de Afonso Oliveira - Mestre Luiz Caboclo

Entre os dias 28 de março e 1º de junho de 2025, o Centro Cultural Sesi Campinas Amoreiras apresenta gratuitamente a exposição Maracatu Rural - A Magia dos Canaviais, que reúne a produção artística de trabalhadores da Zona da Mata de Pernambuco, representantes desta manifestação que é Patrimônio Cultural Brasileiro, o Maracatu Rural ou Maracatu de Baque Solto. O evento de abertura ocorre no dia 27/3, quinta, às 19h. A reserva de ingressos estará disponível no MEU SESI a partir de 24/3.

A mostra conta com audiodescrição e legendas em braile. Visitas guiadas estão programadas com performance de Luiz Caboclo - Mestre dos Caboclos de Lança do Maracatu Estrela de Ouro de Aliança: dia 27, às 19h, para os presentes na abertura; dia 28, às 16h, para os alunos do SESI; e dia 29, às 16h, para o público em geral.

Ambientada em uma cenografia que remete ao território da Zona Canavieira Pernambucana, a exposição apresenta documentos, vídeos, fotografias, objetos, textos, indumentárias e peças de artesanato, além de audiovisuais. São objetos e obras que vão além dos maracatus, e adentram no universo do trabalho, da religião e das influências que o Maracatu Rural exerceu sobre artistas contemporâneos como Chico Science, Gilberto Gil, Jorge Mautner e Siba.

Com projeto expográfico assinado pela designer pernambucana Júlia Filizola, a exposição conta com mais de 60 fotografias selecionadas, assinadas por diversos fotógrafos pernambucanos como Hans von Manteuffel (alemão/pernambucano), Toni Braga, Pedro Raiz, Ederlan Fábio, Fred Jordão e Afonso Oliveira, além de obras da antropóloga americana Katarina Real que, entre 1950 e 1990, pesquisou sobre o Carnaval do Recife e outras manifestações culturais do Nordeste (suas fotografias foram cedidas pela Fundação Joaquim Nabuco).

Entre os documentos estão troféus, CDs, livros, ferramentas da agricultura, instrumentos e a medalha da Ordem do Mérito Cultural (concedida pelo Ministério da Cultura). Na indumentária, a exposição traz 11 manequins com os figurinos típicos de Caboclos de Lança, Rei, Rainha, Reiamar, Mestre de Apito, Burra, Catirina e Mateus. Destaque também para uma Mesa de Jurema Sagrada, ritual religioso de origem indígena e cultuado por aqueles que fazem o Maracatu Rural, e para o Totem, onde o visitante, de forma interativa, irá conhecer a história e a estética dessa cultura.

O público pode ainda assistir a um documentário produzido especialmente para a exposição, que mostra o Maracatu Rural desde os preparativos, à noite, até as apresentações durante o carnaval. Será exibido também o filme Maracatu Atômico - Kaosnavial (2012), com Jorge Mautner e Mestre Zé Duda, dirigido por Afonso Oliveira e Marcelo Pedroso, produzido na Zona da Mata Pernambucana.

A produção e curadoria Maracatu Rural - A Magia dos Canaviais é assinada por Afonso Oliveira, que tem uma vivência de mais de 30 anos junto a esta manifestação cultural, já tendo desenvolvido diversos projetos com os maracatus rurais. “Quem visitar a exposição viverá uma experiência marcante e única. O Maracatu Rural vai além do colorido de seus caboclos de lança, é um mergulho na história da formação do povo nordestino. É muito representativo trazer este acervo para São Paulo. Aqui vive uma parte de nós.”

Maracatu Rural - O maracatu rural ou de baque solto é uma manifestação cultural que surgiu no período republicano, na Zona da Mata, em Pernambuco. A partir da festa dos caboclos, personagens de outras brincadeiras foram se juntando e formando-o como conhecemos hoje. A tradição diz que o primeiro maracatu rural tem local e data de nascimento. O mais antigo foi criado no Engenho Olho d’Água, em Nazaré da Mata, no dia 10 de dezembro de 1914, num sábado, como diz Ernesto Francisco do Nascimento, o mais antigo dos caboclos em atividade e mestre do Maracatu Cambindinha de Araçoiaba. O protagonista do maracatu rural é o caboclo de lança, de fantasia exuberante com golas e chapéus coloridos, além dos caboclos de pena, das baianas, do rei e da rainha e das damas de buquê. O cortejo do maracatu rural é conduzido por instrumentos de percussão (bombo, tarol, mineiro, porca e gonguê), acompanhado por instrumentos de sopro (trombone e trompete), vindo das orquestras de frevo. O canto é de responsabilidade do Mestre de Apito ou poeta e contra-mestre. Sambas e marchas feitos de improviso mostram a qualidade e prestígio do Mestre perante à população que, durante o carnaval, aguarda ansiosa para ver qual será o melhor. Durante o carnaval, existem vários encontros de Maracatus, com destaque para os realizados nas cidades de Nazaré da Mata, Aliança e Goiana.

Afonso Oliveira (curador) - Criador do Método Canavial de Ensino de Produção Cultural Coletiva e Comunitária, que tornou-se livro (2009) e já formou 180 produtores culturais. Afonso Oliveira lançou o projeto Curva do Mundo (2019) com exposição de pinturas, livro de poesias e composições musicadas por diversos artistas brasileiros. Elaborou, entre 1995 e 2003, com o Governo do Estado de Pernambuco e o Ministério da Cultura, uma política de valorização dos Maracatus pernambucanos; idealizou e coordenou o projeto que tornou Nazaré da Mata, PE, a Terra do Maracatu, e Goiana, PE, a Terra dos Caboclinhos. Realizou projetos nacionais e internacionais de valorização da cultura popular pernambucana, destaque para a EXPO 2000, em Hanover, Alemanha; turnês europeias com os Maracatus Estrela Brilhante e Maracatu Leão Coroado; ida ao Festival Lincoln Center em Nova Iorque com Selma do Coco, Vanildo de Pombos e Mestre Salustiano. Coordenou mais de 120 projetos culturais de música, artesanato, cinema, cultura popular, teatro e dança. A convite do Ministério da Cultura, foi diretor artístico, produtor e curador do Festival Interações que levou mais de 40 atrações para às Paralimpíadas do Rio de Janeiro (2016), coordenador geral do Encontro Nacional das Culturas Populares (2015), em Serra Talhada, e coordenador de programação da TEIA - Encontro Nacional dos Pontos de Cultura (2008), em Brasília. Prêmios: Cavaleiro da Ordem do Mérito Cultural - 2017; Prêmio Delmiro Gouveia de Economia Criativa – Fundação Joaquim Nabuco - 2020; Prêmio Economia Criativa do MinC - 2012; Prêmio Patativa do Assaré do MinC - 2011; Prêmio Tuxauá do MinC - 2010

Serviço

Exposição: Maracatu Rural - A Magia dos Canaviais
Abertura: 27 de março - Quinta, às 19h
Temporada: 28 de março a 01 de junho de 2025

Horários: quarta a sábado - 10h às 20h | Domingo - 10h às 19h
Visitação gratuita. Classificação: Livre.
Ingressos: reservas gratuitas no Portal MEU SESI
Visitas guiadas: dias 28 e 29/03, às 16h, com participação de Luiz Caboclo
Acessibilidade: a exposição conta com audiodescrição e legendas em braile.

Agendamento escolar e de grupos: bianca.barros@sesisp.org.br 

Centro Cultural SESI Campinas Amoreiras
Local: Espaço Galeria
Avenida das Amoreiras, 450 - Parque Itália. Campinas/SP.
Tel.: (19) 3772-4100 | campinasamoreiras.sesisp.org.br/ | @sesisp.campinasamoreiras

Informações à imprensa | VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 | verbena@verbena.com.br