sexta-feira, 30 de junho de 2017

Cabruêra toca músicas da carreira no Sesc Belenzinho

Crédito: Augusto Pessoa
No dia 8 de julho (sábado, às 21h30), a banda Cabruêra se apresenta na Comedoria do Sesc Belenzinho. O show é formado por músicas representativas de seus cinco álbuns lançados no Brasil, com destaque para canções que do cancioneiro popular da Paraíba, como “Bendito de São José”, “Passarada” e “Samba Negro”.  O grupo é formado por Arthur Pessoa (na voz, viola e melódica), Pablo Ramires (na bateria), Edy Gonzaga (no baixo), Leo Marinho (na guitarra).

O espetáculo se divide em três partes. O repertório inicial é mais tradicional, composto músicas dos primeiros álbuns, onde se destacam os cocos e emboladas. A segunda parte tem a marca do experimentalismo como o violão tocado com uma caneta esferográfica, efeito que se tornou uma marca da banda (“Forró Esferográfico”, “Espinhos”, “Visagem” e “A Pisada”). Nesse momento há também um trecho percussivo, com referência aos ritmos nordestinos como forró, baião, coco e emboladas. Já a parte final do show é marcada pela interação com o público, levando a platéia a realizar uma grande ciranda embalada por canções de domínio público.

De Campina Grande, PB, a Cabruêra foi formada há 18 anos por ex-alunos da UFPB - Universidade Federal da Paraíba. São cinco álbuns no Brasil: Cabruêra, de 2000; Samba da Minha Terra, de 2004; Sons da Paraíba, de 2005; Visagem, de (2010); e Nordeste Oculto, de 2012. O segundo disco foi lançado mundialmente, pelo selo alemão Piranha Records, e teve músicas incluídas em diversas coletâneas lançadas no Brasil, Japão, Estados Unidos, Portugal, França e Alemanha, além de filmes e documentários no Brasil, Estados Unidos e Europa. E em 2015, pelo selo inglês Tumi Music, lançaram o álbum duplo Colors of Brazil nos Estados Unidos e na Europa, ganhando prêmios de melhor música e melhor vídeo pela Akademia Awards, de Los Angeles.

Com diversas participações em importantes festivais no Brasil e exterior, a banda já soma mais de 60 shows na Europa, além de turnês na África e Estados Unidos e prêmios como o Kikito de “Melhor Trilha Sonora” em 2001, pelo curta A Canga, de Marcus Vilar. Entre os festivais nacionais, destaque para Abril Pro Rock, Goiânia Noise, Rec Beat, Mada, Calango, Porto Musical e Feira Musica Brasil. Dos festivais internacionais, Summerstage nos Estados Unidos, Midem na França, Roskilde na Dinamarca, Popkomm na Alemanha, WOMAD na Inglaterra e Itália, e Montreux Jazz Festival na Suíça.

Serviço

Show: Cabruêra
8 de julho. Sábado, às 21h30
Local: COMEDORIA (500 pessoas). Duração: 1h30. Classificação etária: 18 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes). Venda pelo Portal e unidades Sesc.

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

Inspirado no neonazismo, O Ovo da Serpente fala sobre a crueldade humana e a banalização da vida

Primeiro texto teatral do ator e jornalista Rudson Mazzorana - dirigido por André Grecco - aborda supremacia racial, antissemitismo, intolerância e violência.

Com direção de André Grecco, o espetáculo O Ovo da Serpente, de Rudson Mazzorana, estreia no dia 5 de agosto (sábado) no Viga Espaço Cênico, às 21 horas.

A trama – que apresenta três personagens insólitos: Lascívia (Glória Rabelo), Jack (Zaqueu Machado) e Mike (vivido pelo próprio autor) - fala de um assassino neonazista que convida um jovem psicopata para testar o caráter de sua esposa, uma ex-prostituta judia. No entanto, algo foge do controle.

A ficha técnica traz ainda Heron Medeiros na cenografia, Fred Silveira na trilha sonora original, Danielli Guerreiro no figurino, François Moretti na iluminação e Rafael Sunny na coreografia de cenas, entre outros.

Lascívia e Jack moram em uma espécie de casa-laboratório e, assombrados pelo passado, vivem uma relação que oscila entre poder e submissão, sanidade e loucura. Ela, convertida ao catolicismo, é uma prisioneira de portas abertas que guarda em uma caixa vermelha segredos e confissões. Jack, por sua vez, é médico, um assassino de aluguel integrante de uma facção neonazista empenhada na higienização de raças, utilizando os seres “inferiores” como cobaias em experimentos médicos.

Jack se sente inseguro por estar envelhecendo e perdendo a força física. Com o intuito de colocar à prova o caráter e a cumplicidade de sua mulher, ele introduz o jovem Mike em suas vidas. Invasivo, ácido, perverso e astuto como uma raposa, Mike não se limita apenas a infernizar a vida de Lascívia e testar seus limites: invade ferozmente a intimidade do casal, mexendo com os brios do assassino de aluguel. O que era para ser um simples teste torna-se um pesadelo. Utilizando a mesma premissa nazista, abraçada por Jack e abominada por Lascívia, o misterioso e psicopata Mike resolve seguir adiante com seu plano de vingança. Atormentado, o rapaz usa de toda a perversidade para se vingar do casal, prendendo-os em um sádico jogo psicológico.

Em O Ovo da Serpente a realidade interna é mais explicita que a realidade aparente. A violência e o sadismo permeiam toda a encenação. Lascívia e Jack têm um relacionamento ligado pelo masoquismo e sadomasoquismo. Apesar da dependência que têm dessa relação, a solidão mútua é perceptível: diante da distância física e afetiva, os diálogos transformam-se em quase monólogos. Enquanto Jack vive a ameaça da fragilidade do corpo, Lascívia vive em um plano alheio de realidade. Dividida entre as personalidades da prostituta Madalena e da ingênua Maria, sua dor pode ser expressa até mesmo em forma de poesia.

A trama se desenrola com forte traço psicológico, onde as personagens são prisioneiras de suas próprias ações, de seus próprios destinos. Explora a crueldade da natureza humana numa abordagem atemporal que joga com o passado, onde o nazismo impera com sua guerra racial, e um futuro visto pelo prisma do passado. O Ovo da Serpente usa o neonazismo como argumento para refletir sobre questões atuais da humanidade como solidão, falta de diálogo, intolerância racial, ignorância social e violência. Para o autor Rudson Mazzorana, “a montagem é um alerta social que visa, por meio do choque de realidade, refletir a banalização da vida e questionar o processo de desumanização, o qual expõe o homem moderno a um mundo intolerante de violência gratuita”.

A concepção de André Grecco é carregada de simbolismos. A solidão pode estar no distanciamento físico nas cenas. O abismo moral tem reflexo na desconstrução física, à medida que esses três seres animalescos se deparam com as consequências de seus atos.  Segundo o diretor, a complexidade psicológica os atira nesse abismo, onde a destruição é constatada na ação cênica e no ambiente físico. “A ‘queda’ das personagens é orquestrada junto com a transformação do figurino, que acompanha a desconstrução das personagens, e do cenário, que se transforma no decorrer da história e se queda, literalmente, ao final, como uma terra arrasada, destruída pela guerra”, comenta.

André Grecco afirma que o texto de Mazzorana é muito bem articulado, rico em imagens e intensidade. “As personagens são potentes e, no decorrer da trama, descobrimos quem elas realmente são nesse mundo surreal. A peça já inicia com a tensão dramática no auge e a violência é uma constante nessas relações frias e de total dependência. Muito bem construído, o texto explode em um realismo que irrompe qualquer expectativa da realidade, para assim confrontar o retrocesso humano com o progresso tecnológico”, finaliza o diretor.


Ficha técnica

Dramaturgia: Rudson Mazzorana
Direção: André Grecco
Assistência de direção: Rogério Troiani
Elenco: Glória Rabelo, Rudson Mazzorana e Zaqueu Machado
Cenografia: Heron Medeiros
Trilha sonora original: Fred Silveira
Figurino: Danielli Guerreiro
Coreógrafo: Rafael Sunny
Desenho de luz: François Moretti
Designer gráfico: Heron Medeiros
Direção de produção: Rudson Mazzorana
Fotografia: Ricardo Peres
Teaser: Ricardo Montenegro
Bilheteria: João Alberto Alves Mendonça
Assessoria de Imprensa: Verbena Comunicação
Realização: ARTINCENA

Serviço

Sinopse: Assassino neonazista convida jovem psicopata para testar o caráter de sua esposa, uma ex-prostituta judia. No entanto, algo foge do controle.

Estreia: 5 de agosto. Sábado, às 21h
Viga Espaço Cênico (Sala Viga)
Rua Capote Valente, 1323 – Pinheiros/ SP – a uma quadra do Metrô Sumaré.
Tel: (11) 3801-1843. Capacidade: 75 lugares
Temporada: De 5 a 27 de agosto. Sábados (às 21h) e domingos (às 19h)
Ingressos: R$ 50 (inteira) e R$ 25 (meia). Bilheteria: 1h antes do espetáculo.
Aceita dinheiro e cartões de débito.  
Gênero: Drama. Duração: 90 min. Classificação: 16 anos.
Ar condicionado. Acessibilidade. Site: http://viga.art.br/

Perfis

André Grecco (diretor) - Formou-se em Artes Cênicas pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) em 2007. É ator, diretor, iluminador, produtor e professor de Teoria e Interpretação Teatral. Em teatro, atuou nos seguintes espetáculos: A Dama da Noite (de Caio Fernando Abreu, com direção de Kiko Rieser), Tadzio (de Zen Salles, direção de Dan Rosseto, indicado ao Prêmio Cenym - Aracajú - na categoria Melhor Ator), Romeu e Julieta (de W. Shakespeare, direção de Ivan Feijó), Francesca (de Luís Alberto de Abreu, direção de Roberto Lage, indicado ao Prêmio Shell de Melhor Dramaturgia), Perdoa-me por me Traíres (de Nelson Rodrigues, direção de Lúcia Veríssimo), Gazinha (da Cia dos Ditos Cujos, texto e direção de Sidmar Gomes), Notas da Superfície (direção de Márcia Abujamra), Por um Grão (texto e direção de Sidmar Gomes), O Bailado de Flávio de Carvalho (direção de Roberto Lage), João e Maria e Se Essa Rua Fosse Minha (da Cia Centopeia de Teatro, direção de Alex Moreno), O Açougue ou De Como Frank Sinatra me Emociona e 292 (texto e direção de Marcelo Soler) e Volta ao Lar (de Harold Pinter, direção de Antônio Januzzeli), entre outros. Dirigiu os espetáculos Gente que Faz (de Mara Carvalho), O que se Vê, Antes não Era; E o que Era, Não é Mais... (a partir da obra de Arnaldo Jabor), Viúva, Porém Honesta (de Nelson Rodrigues), Taxi para um Labirinto (de Thiago Salles) e Olhos Verdes (de David Felipe) e Amor Imperfeito (de Cesare Belsito). É professor de Teoria e Interpretação Teatral na Oficina de Atores Nilton Travesso, desde 2004, foi coordenador artístico da Escola Incenna de Teatro e Televisão e, atualmente, coordena a Thymeli, escola de formação de atores com ênfase em teatro musical. Em 2013 fundou a Cão Bravo Produções Artísticas onde é sócio-presidente e diretor artístico.

Rudson Mazzorana (autor/ator) - Nasceu em São Paulo, em 18 de maio de 1983. É jornalista e roteirista formado pela Universidade Anhembi Morumbi. Graduou-se em Artes Cênicas pelo Teatro Escola Macunaíma e realizou diversos workshops de interpretação para cinema, teatro e televisão. No teatro, atuou em espetáculos como A Noite dos Assassinos (de José Triana), Entre Quatro Paredes (de Jean Paul Sartre), Dois Irmãos (de Fausto Paravidino), Calabar ou O Elogio da Traição (de Chico Buarque), Dois Perdidos Numa Noite Suja (de Plínio Marcos), Homens de Papel (de Plínio Marcos), Casados à Força (de Molière) e Sonhos de Uma Noite de Verão (de W. Shakespeare), entre outros. Como dramaturgo, escreveu espetáculos como Depois da Chuva, A Patrulha do Grito, O Ovo da Serpente e Se Meu Sexo Falasse. No entanto, O Ovo da Serpente é seu primeiro texto a ser montado. Escreveu dois livros, O Diário do Lobo e Retrato Falado, que serão publicados em breve.  Possui vasta experiência como assessor de comunicação, redator, repórter e apresentador. Apresentou programas como TV O Corretor, Programa Revista Rural, Dr. Dadá, Canal FEI Portas Abertas e Eqüus, bem como algumas edições do evento A Rua do Choro. Foi colunista imobiliário de jornais como O Estado de S.P, O Diário de SP, A Tribuna e Vale do Paraíba. Trabalhou como repórter investigativo no jornal O Trabuco e escreveu matérias para o Guia da Noiva Brasil e Noivas no Campo. Atualmente trabalha também em outros projetos de teatro que pretende colocar em cena: Depois da Chuva (texto inédito de sua autoria) e o clássico Crime e Castigo, de Dostoievski (adaptado pelo ator e dramaturgo).


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CAIXA Cultural São Paulo apresenta exposição individual de Fábio Magalhães

Em tempos de incertezas, o devaneio é a via de fuga 
As obras do artista baiano são marcadas por distorções da realidade e contornos perturbadores, apresentados em metáforas visuais.

A CAIXA Cultural São Paulo inaugura, no dia 29 de julho (sábado, às 11h), a exposição Além do Visível, Aquém do Intangível, que reúne a produção artística mais significativa de Fábio Magalhães, desenvolvida entre 2007 e 2017.

A mostra, que tem curadoria de Alejandra Muñoz, é patrocinada pela Caixa Econômica Federal. O evento de abertura conta ainda com lançamento de um livro que reúne obras do artista, produzidas ao longo de 10 anos, e textos críticos de Jorge Coli, Marcelo Campos e Alejandra Muñoz. Neste dia haverá também uma visita guiada pelo próprio Magalhães, seguida pela mesa redonda As Matrizes Tradicionais da Arte e a Pintura Contemporânea com participação da curadora e do crítico de arte Jorge Coli.

Além do Visível, Aquém do Intangível apresenta 25 trabalhos de óleo sobre tela em grandes formatos, distribuídos em cinco séries: O Grande Corpo, Retratos Íntimos, Superfícies do Intangível, Latências Atrozes e Limites do Introspecto.

As obras de Fábio Magalhães surgem de metáforas criadas a partir de pulsões, das condições psíquicas e substratos de um imaginário pessoal, até chegar a um estado de imagem/corpo. Os resultados são obtidos por meio de artifícios que nascem de um modus operandi que parte de um ato fotográfico e materializa-se em pintura. O artista apresenta encenações meticulosamente planejadas, capazes de borrar os limites da percepção, configuradas em distorções da realidade e contornos perturbadores.

A produção artística contemporânea vem enfrentando desafios numa época em que o excesso de imagens nos faz pensar: para que mais uma? Contudo, Magalhães questiona aquilo que se encontra na superfície da tela, a imagem. Para ele, trata-se de uma superfície permeável, onde poderíamos atravessar e encontrar outros lugares, outras imagens que só existem em nossa imaginação, podendo ser entendidas como portais que nos conduzem a outras realidades e nos faz pensar a condição de alteridade. Assim, o artista convida o espectador a “ver” o que está além das imagens produzidas por ele, nas quais figuram cenas realistas que colocam em xeque a própria realidade. Um convite para “além do visível”.

Encontro

A escolha da pintura é uma atitude afirmativa e política que Magalhães defende em sua obra, pois se trata de uma produção que questiona o Ser e a condição do humano. Para tanto, escolhe construir metáforas visuais que buscam discutir o Eu e o Outro. Com isso, a alteridade é uma das premissas que se instaura em seu modo de fazer arte. Vivências e memórias funcionam como ativadores criativos, reunindo imaginário, fabulações e subjetividades. Usando a técnica de óleo sobre tela, ele estabelece relações e interações entre a tradição e a contemporaneidade, presentes no seu modo de fazer e pensar a arte hoje. “A pintura de Fábio Magalhães se constitui nesse lugar inquietante entre o visível, reconhecível e familiar e o inefável e intangível”, comenta a curadora Alejandra Muñoz.

Além do Visível, Aquém do Intangível traz uma proposta de desterritorialização das diretrizes que definiam a produção artística do passado e coloca a pintura em outro lugar de potência, onde o artista estabelece suas próprias regras, construídas para dar visibilidade aos substratos de um imaginário pessoal, atravessados por procedimentos fotográficos, simulações de cenas e o próprio ato de pintar. O deslocamento aqui é entendido em múltiplos aspectos, seja pela presença da pintura na atualidade, seja pela escolha de temas que se encontram transitando ente condições psíquicas, devaneios e relações humanas possíveis.

Segundo a curadora, a importância dessa mostra é dar visibilidade à produção de um jovem artista baiano, que vem se destacando no cenário nacional com uma pintura contemporânea. O projeto tem valor significativo na carreira de Fábio Magalhães, pois, em 2017, ele completa 10 anos de intensa atividade, tendo a pintura como principal plataforma de atuação artística.

Sobre o artista

Fábio Magalhães (Tanque Novo, BA, 1982) vive e trabalha em Salvador. Ao longo da carreira, realizou exposições individuais, a primeira em 2008, na Galeria de Arte da Aliança Francesa, em Salvador. Na sequência, Jogos de Significados (2009), na Galeria do Conselho, O Grande Corpo (2011), Prêmio Matilde Mattos/FUNCEB, na Galeria do Conselho, ambas em Salvador; e Retratos Íntimos (2013), na Galeria Laura Marsiaj, no Rio de Janeiro. Foi selecionado para o projeto Rumos Itaú Cultural 2011/2013. Entre as mostras coletivas estão: Convite à Viagem - Rumos Artes Visuais, com curadoria do Agnaldo Farias, no Itaú Cultural, em São Paulo; O Fio do Abismo – Rumos Artes Visuais, com curadoria de Gabriela Motta, em Belém/PA; Territórios, com curadoria do Bitu Cassundé, na Sala Funarte, em Recife/PE; Espelho Refletido, com curadoria do Marcus Lontra, no Centro Cultural Hélio Oiticica, no Rio de Janeiro/RJ; Paraconsistente, com curadoria de Alejandra Muñoz, no ICBA, em Salvador/BA; 60º Salão de Abril, em Fortaleza/CE; 63º Salão Paranaense, em Curitiba/PR; XV Salão da Bahia, em Salvador; e I Bienal do Triângulo, em Uberlândia/MG, entre outras. Entre os prêmios que recebeu destaque para Prêmio FUNARTE Arte Contemporânea - Sala Nordeste; Prêmio Aquisição e Prêmio Júri Popular no I Salão Semear de Arte Contemporânea em Aracaju/SE; Prêmio Fundação Cultural do Estado, em Vitória da Conquista/BA, e Menção Especial em Jequié/BA.

Sobre a curadora

Alejandra Hernández Muñoz (Montevideu/Uruguai, 1966), reside em Salvador, desde 1992. É arquiteta, mestre em Desenho Urbano e doutora em Urbanismo pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Federal da Bahia (FAU/UFBA). Professora permanente de História da Arte da Escola de Belas Artes (EBA/UFBA), ela desenvolve trabalhos de crítica das Artes e Arquitetura e participa de júris e comitês de seleção artística. Foi curadora de diversas mostras como Saccharum-BA (ICBA e MAM-BA, Salvador), Genaro de Carvalho (MAB, Salvador), Mestres da Tapeçaria Moderna (Galeria Passado Composto Século XX, São Paulo), Circuito das Artes (quatro edições, Salvador), Triangulações (três edições, Salvador, Recife, Brasília, Maceió e Belém) e Boju-Boju (Galeria Cañizares, Salvador). Integrou as equipes curatoriais do Programa Rumos Artes Visuais 2011-2013 do Instituto Itaú Cultural (São Paulo) e da 3ª Bienal da Bahia 2014 (Salvador).

Serviço

Exposição: Além do Visível, Aquém do Intangível
Artista: Fábio Magalhães
Curadoria: Alejandra Muñoz
Abertura: 29 de julho de 2017. Sábado, às 11h
Visita guiada na abertura com o artista Fábio Magalhães.
Período: de 29 de julho a 24 de setembro
Visitação: terça a domingo, das 9h às 19h

Mesa redonda (29/6) - Das 13h às 14h30
Participantes: Alejandra Muñoz e Jorge Coli
Tema: As Matrizes Tradicionais da Arte e a Pintura Contemporânea
Vagas limitadas. Inscrições pelo telefone: (11) 3321-4400
Público alvo: público juvenil e adulto, estudantes e apreciadores de arte.
Local: Auditório - 6º andar

CAIXA Cultural São Paulo
Praça da Sé, 111 – Centro. SP/SP. Metrô Sé.
Telefone: (11) 3321-4400
Entrada franca. Classificação indicativa: 14 anos
Acesso para pessoas com deficiência
Patrocínio: Caixa Econômica Federal


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quarta-feira, 21 de junho de 2017

NoPorn toca no Sesc Belenzinho com participação especial de Negro Leo

Liana Padilha e Luca Lauri comemoram o lançamento virtual do disco que marcou a estreia do duo, em 2006.
  
O NoPorn, duo formado pelo DJ Luca Lauri e pela artista plástica Liana Padilha, apresenta-se no dia 30 de junho (sexta, às 21h), no Teatro do Sesc Belenzinho, em São Paulo, com participação especial do maranhense Negro Leo. O show marca o relançamento (ou lançamento digital) do primeiro álbum da banda (homônimo), gravado em 2006, que só agora, a partir de 23 de junho, estará disponível nas plataformas de streaming.

O estilo da dupla é música eletrônica refinada, surgida como uma versão brasileira ao electroclash dos anos 2000, o que mistura estética clubber com o dance, o pop e o indie. Na época do lançamento do disco NoPorn, os hits “Sônia”, “Baile de Peruas” e “Xingu” marcaram o momento de transição da cultura de noite de São Paulo. E, desde então, o duo se manteve longe dos holofotes, até outubro de 2016, quando lançaram Boca. Este segundo álbum reacendeu a curiosidade em ouvir o primeiro trabalho de Liana e Luca.

O repertório de show no Sesc Belenzinho inclui composições dos dois discos. A participação de Negro Leo ocorre no momento da execução das músicas “Sônia” (CD NoPorn) e “Boca” (CD Boca). Além de Luca Lauri (nas pickups) e Liana (na performance de voz, textos, histórias), participam também os instrumentistas Lucas Paiva (Opala) no sax e Arthur Braganti (Séculos Apaixonados) nos teclados.

Negro Leo é cantor, compositor e instrumentista maranhense, radicado no Rio de janeiro, que lançou ano passado seu sexto disco, Água Batizada. Influenciado pelo free jazz de Peter Brötzmann, pelo tropicalismo de Caetano Veloso e Jards Macalé e pela nowave de James Chance e Arto Lindsay, ele vem se destacando na cena carioca, onde conheceu Liana. "Gosto e acompanho o trabalho do Leo desde que vim morar no Rio. É um trabalho forte, político e cheio de camadas que quando você ouve, abre pra outras camadas de som, vocais e ruídos. Eu tenho bastante interesse nessas pesquisas sonoras", afirma a artista.

NoPorn

O NoPorn (Liana Padilha e Luca Lauri) está de volta após 10 anos do lançamento de um álbum que pode ser visto como registro histórico de um momento de transição na cultura de noite de São Paulo.O clube de arte e diversão era o Xingu, que funcionou por dois anos como uma reposta tropical às transformações provocadas pela cultura electroclash na música, na moda e no comportamento da primeira década do século 21. Naquele cenário lúdico e enfumaçado do extinto clubinho que reinaugurou o desejo de levar a noite para os mistérios do centro da cidade, nascia o NoPorn, criando vínculos com uma geração movida pelo hedonismo e pela experimentação na moda, na performance e na simplicidade de cantar para os amigos dançarem ao som de versos simples, palavras corajosas em loop e delay sobre bases matematicamente construídas em tom electro. A linguagem dividiu águas entre a era técnica dos megadeejays e a nova cultura de amigos tocando para os amigos. Meninos e meninas de cajal preto nos olhos, vestindo couro, paetês, desafiando convenções minimalistas e desenhando um novo momento para a cultura da noite. Pois eles estão de volta. “Acredite...”, como declama/canta a voz rouca e sexy de Liana em “Tanto”, a primeira faixa do segundo trabalho da dupla.

 Serviço

Show: NoPorn
Participação especial: Nego Leo
30 de junho. Sexta, às 21h
Local: TEATRO (392 pessoas). Duração: 1h20. Classificação etária: 12 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, 10,00 estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes). Venda pelo Portal Sesc SP e unidades do Sesc.

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A música irlandesa do Kernunna invade o palco do Sesc Belenzinho no dia 30 de junho

O Sesc Belenzinho apresenta a banda mineira Kernunna, de Bruno Maia (Tuatha de Danann / Braia), um dos pioneiros do folk metal no Brasil. O show acontece no dia 30 de junho (sexta, às 21h30), na Comedoria da unidade.

O Kernunna surgiu da união de membros da Tuatha de Danann e da belo-horizontina Cartoon. A banda lançou o álbum The Seim Anew, em 2013, se apresentando no Rock in Rio daquele ano.  O álbum foi parcialmente inspirado na obra do autor irlandês James Joyce, cujas canções dialogam com a música celta, o heavy metal, o rock progressivo e a música indiana, explorando as sonoridades da gaita de fole, da cítara e de outros instrumentos.

O romance Finnegans Wake, de Joyce, aparece como referência nas canções “The Seim Anew”, “The Keys to. Given!” e “Ricorso”. Já a faixa Snark” é uma alusão a Lewis Carroll (criador de Alice no País das Maravilhas), enquanto duas das peças referendam figuras do folclore brasileiro: o curupira, entidade defensora das matas e dos animais, em “Curupira’s Maze”, e o Sete Orelhas, o vingador mineiro, em “The Last of the Seven Ears”. Completam o disco as músicas “Kernunna”, “Dreamer” e “Póg Mo Thóin”.

A Kernunna nasceu em 2012, em Belo Horizonte (MG), quando o multi-instrumentista Bruno Maia resolveu dar um tempo nas atividades do Tuatha de Danann, grupo do qual é fundador, além de vocalista, flautista, guitarrista, bandolinista e principal compositor. Com algumas canções e ideias, o artista juntou-se a outros músicos e formou a banda. Com três vocalistas principais, o Kernunna rompe os padrões e apresenta uma nova forma de fazer musical que dialoga com várias estéticas.

O álbum The Seim Anew? foi produzido por Bruno Maia e coproduzido por Marco Diniz.  Folk prog metal talvez seja a definição mais próxima para seu curioso e melódico som. “É uma nova forma de expressão musical que é calcada no que eu fazia antes, porém com a experiência adquirida, com o teor da novidade e com a vontade do eterno criar; é a evolução própria de um registro particular que ganha forma na força do grupo”, comenta Bruno. 

No show no Sesc Belenzinho, o Kernunna interpreta composições do disco, entre outras da banda Tuatha de Danann. No palco, os músicos Bruno Maia (vocal, guitarra, whistles, bouzouki e bandolim), Khadhu (vocal e baixo), Julio Andrade (vocal, violão e guitarra), Edgard Brito (teclado), Rodrigo Abreu (bateria), Alex Navar (gaita de fole) e Rik Dias (violino).

Serviço

Show - Kernunna
30 de junho. Sexta, às 21h30
Local: COMEDORIA (500 pessoas). Duração: 1h30. Não recomendado para menores de 18.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública com comprovante) e R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado no Sesc e dependentes). Venda pelo Portal Sesc SP e unidades do Sesc.

Sesc Belenzinho
Endereço: Rua Padre Adelino, 1000
Belenzinho – São Paulo (SP). Telefone: (11) 2076-9700
Estacionamento: Para espetáculos c/ venda de ingressos após as 17h: R$ 15,00 (não matriculado); R$ 7,50 (credencial plena no SESC).

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terça-feira, 20 de junho de 2017

História & Estórias de Vicentini Gomez teve avant premiere no cine Olido em São Paulo

Aconteceu no dia 19 de junho, no Cine Olido, em São Paulo, a avant premiere do longa-metragem História & Estórias, que comemora o centenário de Presidente Prudente.

O diretor e roteirista Vicentini Gomez foi recebido com honrarias pelo cineasta Clery Cunha e pela produtora de cinema Faby Oliveira (do Cine Clube Show Especial, organizadores do evento com apoio do CONAD - Colegiado Nacional dos Diretores de TV, Teatro, Cinema e Eventos) numa sessão que lotou o Cine Olido.

Presenças ilustres garantiram o êxito do evento, entre atores, equipe de produção, amigos e imprensa. Entre elas estavam muitos atores do filme: Antonio Petrin, Gésio Amadeu, Genézio de Barros, Jaime Leibovitch, Cléo Ventura, Carlos Meceni, Maximiliana Reis, Carla Masumoto, Marcelo Galdino, Luiz Carlos Felix, Calixto de Inhamuns, Diaulas Ullysses, Pedro Paulo Vicentini e Vanessa Carvalho, entre outros.

Personalidades do meio artístico – como Regina Braga, Fhelipe Gomes, Rodrigo Dourado, Murilo Meola, Fernando Vieira, Giovani Venturini, Ednor Messias, Nill Marcondes, Vanessa Goulart e Dalileia Ayala - também marcaram presença, além das jornalistas Ana Pires e Nanete Neves e a produtora Cássia Guindo. Fazendo a cobertura do evento estavam a revista SP Metrópole, a TV Uno e o programa Quality by Mara Cedro, da TV Aberta.

Aplausos efusivos tomaram conta da sala ao final da sessão. Vicentini, emocionado, agradeceu a participação dos envolvidos na produção e homenageou, simbolicamente, a todos oferecendo flores a Antonio Petrin e Gabriela Rabelo. O evento terminou com uma animada confraternização nas dependências da Galeria Olido.


História & Estórias

O olhar experiente de Vicentini Gomez retrata a história da Presidente Prudente, desde a origem de seu povoamento com a chegada do Cel. Goulart (Antonio Petrin) e seus agregados para a construção do primeiro rancho. E também a forte presença do Cel. Marcondes (Carlo Briani), cuja rivalidade com o Cel. Goulart ajudou a impulsionar o desenvolvimento do povoado. A mescla de registros oficiais com as encenações - baseadas em fatos reais e nas lendas (ainda vivas na memória da população) - favorece a compreensão do processo histórico do desbravamento do Oeste Paulista e a história social e política do Brasil em relação à história local, a partir de um modesto povoado, fundado em torno de uma estação ferroviária, que atingiu o status atual de capital da 10ª região administrativa do Estado de São Paulo.

Vicentini optou por fazer um filme que fosse além do documentário formal, do didatismo histórico. “Minha intenção sempre foi apresentar uma obra cinematográfica coerente, contada de uma forma diferente para prender a atenção do público sem perder a função de registro histórico. Que seja uma aula de história, mas com arte e diversão”, comenta o diretor. O roteiro de História & Estórias traz uma riqueza de imagens e informações que facilitam a compreensão do processo que resultou na cidade centenária. A linguagem contemporânea, a exploração de recursos de 3D e a computação gráfica garantem dinamismo e fluidez, bem como a participação dos atores renomados interpretando os principais personagens dessa história.

Filme/lançamento: História & Estórias
Doc-Fic. 2017. Duração: 75 minutos. Classificação: Livre.                          
Roteiro e Direção: Vicentini Gomez
Edição e finalização: Hugo Caserta
Fotografia: Newton Ribas e Vicentini Gomez
Direção de arte: Madalena Machado e Vicentini Gomez
Assessoria em história: Jonas Soares de Souza
Assessoria história local: Ronaldo Macedo
Som direto: Roberto Uffo Rodrigues
Trilha original: Michel Vicentine e Jotacê Cardoso
Produção: Palha & Cia – Casa de Criação
Apoio: ProAC (Programa de Ação Cultural da Secretaria do Estado da Cultura de SP)

As inscrições para o 2º Festival Cine Inclusão terminam no dia 2 de julho

Neste ano, o Festival contempla a terceira idade, tanto nos temas quanto na realização das obras.

Estão abertas, somente até o dia 2 de julho, as inscrições para o 2º Festival Cine Inclusão, que é divido em duas categorias: Mostra Competitiva e Mostra Idosos em Ação.

Nesta edição, o Festival lança um olhar para a terceira idade com a finalidade de difundir o cinema periférico e/ou produzido por entidades que utilizam a sétima arte como ferramenta de inclusão.

Para a Mostra Competitiva podem ser inscritos filmes de curta-metragem cujos temas sejam relacionados à terceira idade (ou seus protagonistas tenham mais de 60 anos). E para a Mostra Idosos em Ação, filmes de curta-metragem que tenham sido realizados por diretores com mais de 60 anos de idade.

A participação é aberta a cineastas, entidades e artistas independentes. É imprescindível que os filmes se enquadrem no perfil de cada mostra. A ficha de inscrição está disponível no site www.cineinclusao.com.br/festival. É necessário ler o regulamento e preencher a ficha, até o dia 2 de julho. Só serão aceitas inscrições de cineastas independentes e/ou periféricos.

Idealizado pelo produtor Daniel Gaggini e realizado pela MUK, o 2º Festival Cine Inclusão será realizado entre os dias 9 e 23 setembro nas Comunidades de Heliópolis e Paraisópolis, além da região central da cidade de São Paulo, com abertura e encerramento na Unibes Cultural. Além das exibições de 23 curtas (nacionais e internacionais) e um longa-metragem, a programação inclui oficinas de capacitação cinematográfica para pessoas com mais de 60 anos, debates e exibição. A programação será divulgada oportunamente.

A curadoria do Festival é de responsabilidade do cineasta Victor Fisch e da pesquisadora e curadora Luciana Rossi, tendo participação também da produtora portuguesa Elsa Barão, responsável pela seleção dos filmes da Abertura Oficial. A direção geral do evento é de Luh Moreira. O projeto é realizado com apoio do ProAC – Programa de Ação Cultural da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo.

A primeira edição do Festival Cine Inclusão foi realizada em 2015, contemplando as comunidades de Capão Redondo e Cidade Tiradentes, além do Memorial da América Latina. O evento, que reuniu mais de 400 espectadores, exibiu 26 filmes em 14 sessões abertas gratuitas, capacitou 46 jovens em oficinas de cinema e produziu duas obras audiovisuais. Promoveu também um debate com participação dos institutos Criar e Querô e dos projetos É Nóis na Fita e Kaminu Filmes (Colômbia).

A logomarca e arte visual desta edição foram criadas e desenvolvidas por Amanda Daphne, ex-aluna do projeto Cine Inclusão. Os vídeos promocionais também são assinados por ex-alunos: Juliana Samberg, Davi Benseman, Lucas Campos e José Neo de Souza. Com participação também de Camila Aguiar, Gabriel Faustino, Daniela Navarro, Jaqueline Samberg (nos vídeos) e Eugênia Cecchini (designer gráfico).

Mais informações / Cine Inclusão: