quarta-feira, 26 de julho de 2017

João Donato e Donatinho lançam CD Sintetizamor no Sesc Belenzinho dia 4 de agosto

João Donato, o mago dos pianos, um dos mais importantes artistas brasileiros, lançou recentemente o primeiro álbum Sintetizamor (Deck) junto com seu filho caçula, Donatinho.

O disco traz uma sonoridade pop moderna, na qual o filho leva o pai ao seu universo sonoro. O show de lançamento em São Paulo acontece no dia 4 de agosto (sexta, às 21h30), na Comedoria do Sesc Belenzinho.

O disco foi produzido por Donatinho, que assina também os arranjos, e gravado no seu estúdio Synth Love (Rio de Janeiro). Sintetizamor traz 10 faixas inéditas assinadas por ambos, algumas em parceria também com Davi Moraes, Domenico Lancellotti e Rogê.

No show no Sesc Belenzinho, Donato & Donatinho tocam juntos e mostram os trabalhos individuais. O repertório traz - além das composições inéditas, como “Lei do Amor”, “Luz Negra” e “Ilusão de Nós” - clássicos da carreira de João Donato e músicas do disco Zambê, premiado trabalho autoral de estreia de Donatinho.

Este é um encontro especial e afetivo que reúne o melhor e mais inusitado da interseção criativa entre esses artistas. Uma oportunidade rara para apreciar a força potencializada de dois Donatos juntos, unidos também pelo amor às teclas.

João Donato tinha 50 anos e já era compositor consagrado quando nasceu Donatinho, tido hoje como referência estética no universo dos sintetizadores, pianos elétricos e instrumentos analógicos vintage. Brilhante arranjador, compositor e produtor, o sempre inquieto "Donatão" não parar de nos surpreender com sua versatilidade e genialidade, agora inovando ao apresentar com Donatinho o novo show Sintetizamor.

Serviço

Show: Donato & Donatinho – Lançamento CD Sintetizamor
4 de agosto. Sexta, às 21h30
Local: COMEDORIA (500 pessoas).
Duração: 80 min. Não recomendado para menores de 18.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública) e R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado). Venda pelo Portal e unidades do Sesc.

Sesc Belenzinho
Rua Padre Adelino, 1000. Belenzinho. São Paulo/SP. Tel: (11) 2076-9700
Estacionamento: Para espetáculos com venda de ingressos após as 17h: R$ 15,00 (não matriculado); R$ 7,50 (credencial plena no SESC). 


Assessoria de imprensa – Sesc Belenzinho
Período: 16/05 a 16/08/2017
VERBENA COMUNICAÇÃO
Eliane Verbena / João Pedro
Tel: (11) 2738-3209 / 99373-0181 -
verbena@verbena.com.br

Jacqueline Guerra: (11) 2076-9762
imprensa@belenzinho.sescsp.org.br
SESC SP | Facebook | Twitter

Sesc Belenzinho apresenta o canto e a viola de Yassir Chediak

Crédito: Roger Spock
O projeto Música de Raiz do Sesc Belenzinho apresenta o violeiro e compositor Yassir Chediak com o show Mundo Afora que acontece no dia 4 de agosto (sexta, às 21h), no Teatro da unidade.

Mundo Afora é o nome do quarto CD de Chediak, que se prepara para a primeira turnê nos Estados Unidos, em novembro deste ano. Com 20 anos de carreira, o artista se destaca no gênero, sendo um dos responsáveis pela modernização da viola de 10 cordas, à qual ele acrescenta um toque mais sofisticado dando projeção internacional ao estilo.

Seu trabalho reúne ritmos brasileiros como samba de roda, xote, toada, chamamés e martelos nordestinos, mesclando harmonia, melodia e virtuosismo. No show, Yassir interpreta clássicos do universo regional brasileiro com sua leitura contemporânea e canções autorais inéditas como “Mistérios”, “Na Força do Patuá”, “Porquê Você Me Espera”, incluindo  parcerias com Jorge Mautner, que lapidou algumas melodias com suas letras modernas e poeticamente ricas, a exemplo de “Malícia da Beleza”, de seu primeiro CD.

A música de Chediak busca expandir as possibilidades da viola na Música Popular Brasileira, retirando o instrumento de seu contexto habitual. “Todo mundo vê a viola como um instrumento do interior. Mas quero mostrar que ela chegou ao Brasil pelo mar, através dos portugueses, e depois ganhou todo o território brasileiro e as influências dos índios, negros e caboclos”, explica o músico.

No palco, Yassir Chediak (voz e viola caipira) apresenta-se acompanhado por Álvaro Orlando (violão e guitarra), Álvaro Couto (sanfona), Joseph Oliveira (contrabaixo) e Luiz Claudio Sandalo (bateria). A produção musical e arranjos ficam a cargo de Marcellus Meirelles (violões, bandolim, vocal e produção musical).

Yassir Chediak é violeiro, cantor, apresentador de televisão, produtor e ator brasileiro. Lançou, em 2015, o seu quarto CD, Mundo Afora - com participação de Sérgio Reis – que vem sendo apresentado pelo Brasil. Em novembro, segue com sua primeira turnê pelos Estados Unidos. Como autor de trilhas sonoras e ator, participou de filmes e novelas. Na Rede Globo, emplacou sua versão de "Anunciação" (de Alceu Valença) na novela Paraíso, "Aroma que Inebria" (parceria sua com Rodrigo Sater) em Morde e Assopra e "Estradas" no seriado Carga Pesada. E sua música "Brasil Caminhoneiro" é tema do programa de mesmo, no SBT, apresentado pelo próprio Yassir. Atualmente, é apresentador também do programa Brasil Regional na rádio Roquette Pinto (RJ), que contempla o repertório das raízes brasileiras excluído da grande mídia, e de projetos especiais do Canal Rural.

O projeto Música de Raiz do Sesc Belenzinho traz ao palco a música regional, apresentada em seus diversos desdobramentos por compositores e intérpretes de moda de viola, música caipira e sertaneja.

Serviço

Show: Yassir Chediak
4 de agosto. Sexta, às 21h
Local: TEATRO (392 pessoas). Duração: 1h30. Não recomendado para menores de 12.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); 10,00 (aposentado, pessoa com mais de 60, pessoa com deficiência, estudante e servidor da escola pública ) e R$ 6,00 (trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo credenciado ). Venda pelo Portal e unidades do Sesc.

Sesc Belenzinho
Rua Padre Adelino, 1000. Belenzinho. SP/SP. Tel: (11) 2076-9700
Estacionamento: Para espetáculos com venda de ingressos após as 17h: R$ 15,00 (não matriculado); R$ 7,50 (credencial plena no SESC).



Assessoria de imprensa – Sesc Belenzinho
Período: 16/05 a 16/08/2017
VERBENA COMUNICAÇÃO
Eliane Verbena / João Pedro
Tel: (11) 2738-3209 / 99373-0181 -
verbena@verbena.com.br

Jacqueline Guerra: (11) 2076-9762
imprensa@belenzinho.sescsp.org.br
SESC SP | Facebook | Twitter

segunda-feira, 24 de julho de 2017

CAIXA Cultural SP promove mesa redonda na abertura da exposição de Fábio Magalhães

No dia 29 de julho (sábado), na inauguração da exposição Além do Visível, Aquém do Intangível com obras de Fábio Magalhães, a CAIXA Cultural São Paulo promove a mesa redonda As Matrizes Tradicionais da Arte e a Pintura Contemporânea

O debate, que tem início às 13h, conta com participação da curadora Alejandra Muñoz e do crítico de arte Jorge Coli. As inscrições são grátis e já estão abertas pelo telefone (11) 3321-4400.

A abertura da exposição ocorre às 11h. O evento conta ainda com o lançamento do livro/catálogo (de mesmo nome da exposição) que reúne obras do artista, produzidas ao longo de 10 anos, e textos de Jorge Coli, Marcelo Campos e Alejandra Muñoz. Neste dia haverá também uma visita guiada pelo próprio artista.

Além do Visível, Aquém do Intangível apresenta 25 trabalhos de óleo sobre tela em grandes formatos, criados entre 2007 e 2017, distribuídos em cinco séries: O Grande Corpo, Retratos Íntimos, Superfícies do Intangível, Latências Atrozes e Limites do Introspecto.

As obras de Fábio Magalhães surgem de metáforas criadas a partir de pulsões, das condições psíquicas e substratos de um imaginário pessoal, até chegar a um estado de imagem/corpo. Os resultados são obtidos por meio de artifícios que nascem de um modus operandi que parte de um ato fotográfico e materializa-se em pintura. O artista apresenta encenações meticulosamente planejadas, capazes de borrar os limites da percepção, configuradas em distorções da realidade e contornos perturbadores.

Release completo da exposição Além do Visível, Aquém do Intangível:


Serviço

Exposição: Além do Visível, Aquém do Intangível
Artista: Fábio Magalhães
Curadoria: Alejandra Muñoz
Abertura: 29 de julho de 2017. Sábado, às 11h
Visita guiada na abertura com o artista Fábio Magalhães.
Período: de 29 de julho a 24 de setembro
Visitação: terça a domingo, das 9h às 19h

Mesa redonda (29/6) - Das 13h às 14h30
Participantes: Alejandra Muñoz e Jorge Coli
Tema: As Matrizes Tradicionais da Arte e a Pintura Contemporânea
Vagas limitadas. Inscrições pelo telefone: (11) 3321-4400
Público alvo: público juvenil e adulto, estudantes e apreciadores de arte.
Local: Auditório - 6º andar

CAIXA Cultural São Paulo
Praça da Sé, 111 – Centro. SP/SP. Metrô Sé.
Telefone: (11) 3321-4400
Entrada franca. Classificação indicativa: 14 anos
Acesso para pessoas com deficiência

Patrocínio: Caixa Econômica Federal

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Vivo EnCena traz Paulo Betti a São Paulo com o solo Autobiografia Autorizada

Carregado de humor e emoção, o texto foi escrito pelo ator, para comemorar 40 anos de carreira, e dirigido por ele em parceria com Rafael Ponzi.

Depois de passar por várias cidades do Brasil, o ator Paulo Betti estreia o monólogo Autobiografia Autorizada, no dia 11 de agosto (sexta-feira, às 21h30), no Teatro Vivo, em São Paulo. O espetáculo, dirigido pelo próprio ator em parceria com Rafael Ponzi, comemora os 40 anos de carreira de Paulo, que também assina o texto. A montagem está em turnê pelo Brasil por meio do projeto Vivo EnCena.

No palco, Betti interpreta, com muito humor, histórias que viveu e ouviu na infância e adolescência. São passagens que ficaram registradas em sua memória e em anotações que fazia sobre tudo que acontecia à sua volta, em busca de compreender a própria vida. Os textos eram anotados em grandes blocos onde também fazia colagens de fatos da época. Este “livro” de memórias compõe a cena do espetáculo.

A história de Paulo Betti (64 anos) começou no mundo rural onde o avô, um imigrante italiano, trabalhava como meeiro para um fazendeiro negro, em Sorocaba, SP. “Eu via a fazenda da perspectiva da senzala”, relembra. Sua mãe, uma camponesa analfabeta, ao se mudar para a cidade, trabalhou como empregada doméstica, para criar os 15 filhos (Paulo é o décimo quinto, temporão, com 10 anos de diferença de do irmão mais novo). Seu pai era esquizofrênico. Apesar disso, Paulo estudou em boas escolas, cursou um Ginásio Industrial em tempo integral, se formou pela Escola de Arte Dramática da USP e foi professor na Unicamp.

O testemunho do ator, autor e diretor, que interpreta pai, mãe, avó e muitos outros personagens da própria vida, brinda o público com uma peça emocionante. Com bom humor, poesia e dor, Paulo mergulha na vida dessas personagens de sua história e emerge com uma peça edificante que reafirma a importância do ensino publico e do trabalho social para a valorização do ser humano.

Segundo Paulo Betti, lendo as anotações que fez no decorrer de quase uma vida inteira, chegou à conclusão que, todo o tempo, preparava-se para revelar as extraordinárias condições que o levaram a sobreviver e a contar como isso aconteceu. “Minha fixação pela memória da infância e adolescência, passada num ambiente inóspito e ao mesmo tempo poético, talvez mereça ser compartilhada no intuito de provocar emoção, riso, entretenimento e entendimento”, comenta o artista.

Entre as lembranças vividas em Autobiografia Autorizada, estão os momentos em que ouvia radionovelas enquanto ajudava a mãe na tarefa de passar roupas (ela também desempenhava esta função para completar o orçamento). “Lembro-me bem de Adoniran Barbosa na pele de Charutinho em Histórias das Malocas”, relembra o ator. A história do irmão cavaleiro que dormiu montado no cavalo, a memória da carrocinha que recolhia cachorros de rua, os momentos como funcionário do Hospital Votorantim e a descrição do cardápio do bandejão do Centro Residencial da USP, também estão entre as histórias do espetáculo. E não poderiam ficar de fora fatos curiosos dos bastidores da televisão e do cinema, além da revelação sobre o beijo na TV: afinal, ele é técnico ou real?

A encenação é calcada na interpretação e na força do texto. Além da iluminação e do figurino, belas projeções de vídeo integram a ambientação cênica. O ator também manipula alguns objetos como a faca pontiaguda que sua avó usava para matar o porco e o pião que fazia girar quando criança.

Paulo Betti busca inserir o espectador na história, antes mesmo de entrar em cena. Ainda no saguão, o ator se aproxima do público que, ao entrar no teatro, é envolvido pela trilha sonora com músicas dos anos 60 e 70. Assim, inicia-se a cumplicidade entre o artista e sua plateia. Autobiografia Autorizada é um amalgama do Brasil profundo, inspirada pela inusitada historia de superação de Paulo, que percorre o trajeto riquíssimo da roça à cidade, contando um pouco da historia da Imigração Italiana no Brasil.

Paralelamente ao espetáculo, Paulo produziu e dirigiu um novo longa-metragem que será lançado em breve. Trata-se de A Fera na Selva, baseado na obra do escritor norte-americano Henry James, no qual também atua ao lado de Eliane Giardini. O filme é uma adaptação para o cinema do espetáculo que ele encenou com a atriz e ex-mulher, em 1992, que lhe rendeu o Prêmio Shell de Melhor Ator. As filmagens foram realizadas em Sorocaba, sua cidade natal onde conheceu Eliane.

Autobiografia Autorizada estreou em março de 2015, no Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro. Recebeu unanimidade de criticas positivas e foi indicada ao Prêmio Shell de Melhor Texto. Dede então, o espetáculo já passou pelas cidades paulistas de Sorocaba, São Carlos, Jundiaí, Araraquara, Piracicaba e Paulínia; Fortaleza/CE, Uberlândia/MG; Brasília/DF; Luanda (África); Niterói, Teresópolis, Barra Mansa e Duque de Caxias (RJ); no sul, em Santa Maria, Passo Fundo, Florianópolis e Porto Alegre; Manaus/AM; Belém/PA; Goiânia/GO; Salvador/BA; e João Pessoa/PA. Também realizou temporadas na Sala Chiquinho Brandão (Casa da Gávea) e no Teatro Glauce Rocha, no Rio de Janeiro.

Vivo EnCena - Autobiografia Autorizada é apresentado pelo projeto Vivo EnCena, uma iniciativa da Vivo que promove a democratização do aceso à cultura. A operadora é a única empresa privada a manter ininterruptamente o apoio ao teatro brasileiro. Ao longo de 13 anos de existência, o Vivo EnCena beneficiou mais de 1 milhão de espectadores em mais de 3 mil sessões de teatro em diferentes regiões do País.

Ficha técnica

Texto e interpretação: Paulo Betti
Direção: Paulo Betti e Rafael Ponzi
Elenco: Paulo Betti
Cenário: Mana Bernardes
Figurino: Leticia Ponzi
Iluminação: Dani Sanchez e Luiz Paulo Neném
Direção de movimento: Miriam Weitzman
Programação visual: Mana Bernardes
Trilha sonora: Pedro Bernardes
Fotografia: Mauro Khouri
Assistente de direção: Juliana Betti
Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação
Direção de produção: Lya Baptista
Produção São Paulo: DR Produções - Darson Ribeiro

Serviço

Espetáculo: Autobiografia Autorizada
Estreia: 11 de agosto. Sexta, às 21h30
Temporada: de 11 de agosto a 1º de outubro de 2017
Horários: Sexta (21h30), sábado (21h) e domingo (18h)
Duração: 110 minutos. Gênero: Comédia. Classificação: 12 anos.
Ingressos: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia)
Bilheteria: terça a quinta (14h às 20h), sexta a domingo (14h até o início das sessões). Aceita todos os cartões de crédito e débito.
Vendas online: 
www.ingressorapido.com.br (tel: 4003-1212).

Teatro Vivo
Av. Dr. Chucri Zaidan, 2460. Vila Cordeiro. São Paulo/ SP.
Tel(11) 3279-1520. Capacidade: 274 pessoas.
Acessibilidade. Ar condicionado. Estacionamento/valet: R$ 25,00.

Críticas

“Memórias com narrativa delicada” / “O título bem humorado indica o que a peça pode oferecer” / “Uma viagem afetiva por geografia emocional que explora regiões de contornos fantasticamente realistas” / “não há qualquer complacência queixosa ou saudosismo.” / “o ator Paulo Betti demonstra a mesma sinceridade e despojamento do autor.” / “uma vida áspera, mas encantatória, de um caipira que chegou com dificuldades ao mundo.”
(Macksen Luis - O Globo)

“Deixa gostinho de quero mais.” / “muitos méritos no desenvolvimento da dramaturgia e da encenação.” / “uma pérola na programação do teatro carioca.” / “repleto de lirismo” / “os assuntos evoluem de forma surpreendente” / “pelas nobres intenções, mas também pela alta qualidade do resultado, Autobiografia Autorizada, merece efusivos aplausos”.
(Rodrigo Monteiro – Veja Rio) 

Paulo Betti

Natural de Rafard, SP, Paulo Betti viveu em Sorocaba até os 20 anos. Formou-se pela Escola de Arte Dramática da USP, foi professor da Escola de Arte Dramática da Unicamp e bolsista na norte-americana Fullbhrigt (Distingueshed artist Fellowship). Presidente da Associação Cultural Casa da Gávea, no Rio de Janeiro, Paulo é ator, diretor e produtor. O artista foi agraciado vários prêmios Molière, APCA, Mambembe, Governador do Estado e Kikito.

Dirigiu 12 espetáculos teatrais e atuou em outros 26, com destaque para Na Carreira do Divino (também diretor), Cerimonia Para um Negro Assassinado (de Fernando Arrabal), Os Iks (també diretor), O Inimigo do Povo (dir. Domingos de Oliveira), O Homem que Viu o Disco Voador (dir. Aderbal Freire Filho), Feliz Ano Velho (também diretor), A Tartaruga de Darwin (dir. Rafael Ponzi e Paulo Betti) e Deus da Carnificina (dir. Emilio de Mello). No cinema, atuou em mais de 20 filmes, sucessos como Mauá, Ed Mort, O Toque do Oboé, Guerra de Canudos e A Casa da Mãe Joana. Na televisão, foram 26 novelas (como Tieta, Mulheres de Areia, A Indomada, A Próxima Vitima, O Clone, Império e a recente Rock Story) e cerca de 20 papeis em especiais de TV e minisséries (Engraçadinha, Chiquinha Gonzaga, Os Maias, Lara com Z etc.).

Como melhor diretor teatral ganhou os prêmios Governador do Estado de SP, APCA e Mambembe pela peça Cerimônia para um Negro Assassinado; e prêmios APCA, Mambembe e Molière pelos espetáculos Na Carreira do Divino e Feliz Ano Velho. Como melhor ator, venceu os prêmios Governador do Estado de SP (por O Pagador de Promessas) e Shell / RJ (por A Fera Na Selva), além do Prêmio APCA de Melhor Iluminador por Feliz Ano Velho. No cinema, ganhou os prêmios Cidade de São Paulo e APCA pela atuação em Lamarca, além de dois Kikitos pelos filmes Infância (de Domingos Oliveira) e Cafundó (que dirigiu junto com Clóvis Bueno, premiado em quatro categorias). Também ganhou o Prêmio Contigo de Melhor Ator Cômico de Novela (A Indomada) e Prêmio Oscarito - Sindicato dos Artistas de Melhor Ator. Foi ainda indicado ao Prêmio Shell por Deus da Carnificina e O Homem que Viu o Disco Voador (este também indicado ao Prêmio Governador do Estado do RJ).


Assessoria de Imprensa - VERBENA COMUNICAÇÃO
Eliane Verbena / João Pedro
Tel: (11) 2738-3209 / 99373-0181 - verbena@verbena.com.br


quinta-feira, 20 de julho de 2017

Língua de Gato canta histórias e encanta crianças em show grátis no Sesc Bom Retiro

Grupo formado por Ricardo Côrte Real, Ruthe London e Virgínia Rietmann apresenta o espetáculo musical infantil Língua de Gato - Miau por Aí no dia 23 de julho (domingo, às 16h), no Sesc Bom Retiro. Grátis.

Com direção artística de Leonardo Cortez, o show tem ainda participação dos músicos Caito Marcondes (percussão) e Sergio Bello (violão).

Produzir espetáculos para crianças é trabalho de grande responsabilidade, considerando que os pequenos estão cada vez mais exigentes e bem informados. O desafio é ainda maior quando esses fatores estão somados à inocência e ao encanto da pouca idade. Partindo desta premissa, três aristas blueseiros criaram o grupo musical Língua de Gato: Ricardo Côrte Real (ator, cantor, músico e compositor), Ruthe London (cantora, violonista e compositora) e Virgínia Rietmann (cantora e educadora).

De forma lúdica e bem humorada, o trio encarna personagens – Gato de Gravata (Ricardo), Gata Cor de Rosa (Virgínia) e Gata Esperta (Ruthe) – e interage com as crianças. As músicas são intercaladas por esquetes de textos breves e informais que despertam a curiosidade das crianças sobre o enredo das canções.

O Língua de Gato faz música de gente grande para gente pequena. “Nosso trabalho é fazer um show que provoque encantamento, principalmente, nas crianças”, comenta Ruthe, que é também compositora e ao lado de Fran Papaterra (autor convidado) compôs as canções para o grupo.

As músicas são criativas e elaboradas. O Língua de Gato brinca com as letras, com os vocais e com os estilos variados do repertório (reggae, marcha, balada, rock). A marchinha “Tema dos Gatos” apresenta o grupo e diz que os gatos se divertem porque gostam de cantar. A balada “Eu Não Tenho Medo Não” é uma lúdica brincadeira com os medos comuns na infância como bruxa, palhaço e fantasma. “O Sapo” fala de transformação: explica que o sapo era girino quando “criança”. “Lobo Mau” questiona em clima de rock se o lobo é realmente um bicho malvado, e o reggae “Miau por Aí” canta a delicadeza dos felinos: artistas, equilibristas, dorminhocos. Muitas outras canções compõem o repertório do trio.

Ruthe teve a ideia de montar o grupo quando morava em Nova York e ministrava oficinas musicais para crianças. De volta ao Brasil convidou os amigos Ricardo e Virgínia para se juntarem a ela. Apaixonaram-se pelo projeto que ganhou forma em meio a encontros regados a jazz e blues. O nome nasceu da paixão dos três músicos pelos felinos que, segundo eles, encantam pela doçura, leveza e mistério. O visual estilizado do trio, assinado pela figurinista Telumi Hellen, sugere que os gatos cantores estão vestidos de gente. Nada de fantasia de gato no palco.

Ficha técnica - Integrantes: Ricardo Côrte Real (voz e violão), Ruthe London (voz e violão) e Virgínia Rietmann (voz). Direção artística: Leonardo Cortez. Músicos convidados: Caito Marcondes (percussão) e Sergio Bello (violão). Composições: Fran Papaterra e Ruthe London. Figurino: Telumi Hellen. Animação gráfica: Fernando Rietmann. Fotos: Gal Oppido.

Serviço

Show infantil: Língua de Gato – Miau por Aí
23 de julho. Domingo, às 16h
Grátis. Livre. Duração: 75 min
Local: Praça de Convivência

Sesc Bom Retiro
Alameda Nothmann, 185, Bom Retiro/SP. Tel.: (11) 3332-3600.

terça-feira, 18 de julho de 2017

Teatro do Incêndio promove oficina livre de teatro e artes integradas para jovens e crianças na Bela Vista

A Cia. Teatro do Incêndio disponibiliza entre suas ações formativas a serviço da comunidade na qual se insere, o bairro Bixiga, na região da Bela Vista, o Projeto Sol-Te – Oficina Livre de Teatro para crianças e adolescentes.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 4 de agosto, das 9 às 17h. Esta iniciativa visa estimular a criatividade e o aprendizado, além de ampliar referências por meio das artes cênicas e da conscientização sobre questões sociais.

Para se inscrever os jovens e crianças devem apresentar foto 3x4 e cópias de RG e comprovante de residência, na sede da companhia (Rua 13 de Maio, 53). O Sol-Te é dividido em duas turmas de 20 participantes cada: Pe.que.nos (6 a 11 anos) e E.vo.lu.ir (12 a 18 anos). As aulas serão ministradas sempre aos sábados, respectivamente, das 11h15 às 12h45 e das 13h30 às 15h, a partir do dia 12 de agosto.

Sol-Te contempla a realização de um espaço aberto, vivo; derrubando padrões de aprendizagem para erguer um lugar inquieto e inventivo, onde os participantes possam expandir suas experiências, valorizar a cultura e os saberes populares para construir sua própria visão de mundo. O projeto visa acolhimento e mergulho de todos em diversas áreas culturais e artísticas, a partir das diversas linguagens das artes cênicas - envolvendo teatro, música, dança, circo e cultura popular brasileira -, abrindo assim as portas para o aprendizado e a experimentação, além de estimular a expressão da liberdade e dos direitos, bem como o compartilhamento do conhecimento, das artes e das emoções.

Pautado nessa concepção de atuação social, que enxerga como cidadão não apenas aquele que vive em sociedade, mas aquele que a transforma com a sua participação, o projeto se fundamenta nos princípios da arte a serviço de uma educação transformadora que reconhece e desconstrói realidades para a emancipação do individual e do coletivo.

Segundo a idealizadora e coordenadora do projeto, Gabriela Morato, a prática do Sol-Te contribui para o fomento à arte e à cultura popular como um todo. “Os encontros incentivam o diálogo e a pesquisa sobre temas e questões sociais estimulando o ato de aprender, não somente para futuros artistas locais, mas também para a formação de cidadãos comprometidos com a importância da arte, do encontro, da troca, do outro”, comenta. Todas as atividades têm como objetivo não só um contato afetivo com a criança e o adolescente pelo desenvolvimento da linguagem, da lógica e da estética, mas, principalmente, a libertação da criatividade, da imaginação, da fantasia.

Sol-Te é uma ação permanente da Cia. Teatro do Incêndio que teve início no ano de 2014, sendo oferecida gratuitamente em edições semestrais na sede do grupo. O nome do projeto foi inspirado na forma poética de Paulo Leminski brincar com as palavras, transformando, por exemplo, ‘amar’ em ‘a mar’. Aqui é a provocação de encontros contrários, onde o participante pode “soltar-se, soltar o sol, só ter, sol-te”.

Serviço

SOL-TE – Oficina Livre de Teatro
Inscrições grátis: até 4 de agosto
Local: Teatro do Incêndio
Rua Treze de Maio, 48 – Bela Vista/SP
Segunda a sexta, das 9h às 17h.
Apresentar cópias de RG, comprovante de residência e foto 3x4
Público-alvo: jovens e adolescentes da região da Bela Vista.

Início das aulas: 12 de agosto
Turma Pe.que.nos (6 a 11 anos): sábados, das 11h14 ás 12h45. 20 vagas.
Turma E.vo.lu.ir (12 a 18 anos): sábados, das 13h30 às 15h. 20 vagas.

Assessoria de imprensa – Verbena Comunicação
Eliane verbena e João Pedro
Tel.: (11) 2738-3209 / 99373-0181 – verbena@verbena.com.br

Núcleo Artérias apresenta Protesto no Sesc Belenzinho

Com direção de Adriana Grecchi, Protesto, o novo trabalho do Núcleo Artérias, se apresenta de 28 a 30 de julho, no Sesc Belenzinho. Para gerar um novo ponto de vista imagético e sensorial, o grupo convida o público a fruir a obra perto dos bailarinos. O espetáculo foi contemplado pelo 18º edital de Fomento à Dança.

O Núcleo Artérias observou nos últimos anos diferentes práticas de transe para a pesquisa que dá base a esse espetáculo. Neste estudo, o grupo reconheceu princípios físicos comuns presentes em muitos rituais, como a desorientação do sistema vestibular, a vibração de tecidos corporais modificando o acionamento do sistema nervoso, a repetição de padrões percussivos e práticas de chacoalhar para ativar fluxos emocionais.

Adriana Grechi explica o interesse pelos estados de transe: “O primeiro contato do grupo foi em 2012, no Festival On Marche em Marrakesh, com Adil Amimi, músico condutor de rituais Gnawa em Essaouira, uma pequena cidade litorânea no sul do país, centro dos rituais. Alguns modos de acionamento de estados de transe no Marrocos eram bastante similares aos de rituais de Umbanda praticados no sudeste do Brasil, o que particularmente me interessou bastante”.

O antropólogo escocês Ioan Lewis, usa o termo “Protesto Oblíquo” para descrever estados de transe em diferentes culturas como estratégias para pessoas marginalizadas (na maioria das vezes mulheres em sociedades dominadas por homens) encontrarem algum tipo de visibilidade, reconhecimento e espaço de existência social. Lewis estuda, entre outros fenômenos, o “Carnaval de Mulheres” (forma de Tarantismo propagada pelo sul da Itália), rituais dionisíacos realizados por mulheres na antiga Grécia, possessão feminina no vodu haitiano, Indian Shakers nos EUA, culto Zar no norte do Sudão, entre muitos outros.

O Núcleo Artérias, formado por mulheres, inventou suas próprias práticas para gerar vitalidades corporais em tempos de crise, ativando e reconhecendo o corpo como matéria perceptiva, viva (sensorial e emocional), integrada a outras matérias, e em constante transformação.

Em diferentes práticas xamânicas ameríndias há um tipo de retorno a tempos onde os humanos não se diferenciavam dos outros seres, onde todos partilhavam a mesma forma possibilitando uma ampla comunicação. O grupo observou experiências similares no trabalho de “camuflagens orgânicas” da artista cubana Ana Mendieta, onde ela imergia seu corpo em paisagens para se reconectar com um “fluido universal”.

Para tramar sua própria vitalidade primitiva, o grupo fabricou um certo “tempo de indiferenciação” e “comunicação ampliada”, misturando seus corpos a outros materiais, corporificando e amplificando padrões neurológicos básicos relacionados às primeiras etapas evolutivas da vida (vibração, respiração celular e pulsação).

Entendendo que conhecer é personificar, o grupo inventou modos do corpo operar se conectando com outros corpos. Para isso instalou um ambiente relacional onde não há sujeito, ou objeto. Um ecossistema que ativa os sentidos, coabitado por “coisas” como lona plástica, pessoas, pedras, tecido dourado, sons, trepadeiras, musgos, aromas, um compensado e blocos de cimento.

Ao inventar um ritual coletivo para teatros, relacionado à transformação e à regeneração das conexões, o Núcleo Artérias propõe acionar o corpo como matéria sensorial e perceptiva, um corpo poroso, que expande sua capacidade de ser afetado como forma de vitalidade e potência política.

Sinopse

Dançar como uma forma de protesto oblíquo (indireto, torto) para gerar vitalidade e conexão em tempos de crise e incerteza é o novo trabalho do Núcleo Artérias que propõe ativar o corpo como matéria perceptiva, viva (sensorial e emocional), integrada a outras matérias, e em constante transformação.

Para criar o espetáculo, o grupo observou nos últimos anos diferentes práticas de transe e reconheceu princípios físicos comuns presentes em muitos rituais, como a desorientação do sistema vestibular, a vibração de tecidos corporais modificando o acionamento do sistema nervoso, a repetição de padrões percussivos e práticas de chacoalhar para ativar fluxos emocionais.

Ao inventar um ritual físico e coletivo para teatros, relacionado à transformação e à regeneração das conexões, o Núcleo Artérias convida a plateia a acionar um corpo poroso, perceptivo, que expande sua capacidade de ser afetado como forma de vitalidade e potência política.

Núcleo Artérias

O Núcleo Artérias, dirigido por Adriana Grechi, se dedica de forma contínua à investigação de corporeidades urgentes e à invenção de sistemas de compartilhamento artístico.  As integrantes do grupo estudam - em seus corpos -como é afetada a percepção a partir do consumismo, da instabilidade, da incerteza, das construções de gênero e da espetacularização.  O Núcleo Artérias testa outras formas de perceber, transformando modos de operar do próprio corpo e suas possibilidades de conexão com outros corpos. O Núcleo Artérias apresentou seus trabalhos em mais de 40 cidades, participado de diversos festivais (Rencontres Chorégraphique de Seine-Saint-Denis/Paris 2002, Bienal de Dança do Ceará/Fortaleza 2003, Porto Alegre em Cena 2003, FID/ Belo Horizonte 2005, On Marche/Marrakech 2012, entre outros) e de programas de circulação pelo Brasil (Circuito SESI 2008, Caixa Cultural 2009, Petrobras Cultural 2010). O grupo recebeu diversos prêmios, entre eles, três APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte). O Núcleo Artérias coordenou e orientou na última década seis edições da “Plataforma Exercícios Compartilhados” com o objetivo de fomentar diálogos artísticos que repensassem os contextos e modos de criação em dança.

Ficha técnica

Concepção/direção: Adriana Grechi | criação/dança: Bruna Spoladore, Lívia Seixas e Renata Aspesi | arte/figurino: Lu Mugayar| criação/instalação sonora: Dudu Tsuda | provocadores: Alejandro Ahmed, Rosa Hercoles | criação de luz: André Boll | operação de luz: Diego Gonçalves | colaboração: Nina Giovelli | estágio/colaboração: Luiza Meira Alves, Nicolle Tino, Annie Felix, Sabrina Dias | imagens: Paulo César Lima e Jônia Guimarães | arte gráfica: Fernando Bergamini | assessoria de imprensa : Márcia Marques - Canal Aberto | produção: Amaury Cacciacarro Filho e Corpo Rastreado | assistência de produção: Erika Fortunato | projeto contemplado pelo 18º Edital do Programa de Fomento à Dança para à Cidade de São Paulo

Serviço

Espetáculo/dança: Protesto
28 a 30 de julho de 2017
Sexta e sábado, às 21h30, e domingo, às 18h30.
Sesc Belenzinho - Sala de Espetáculos II
R. Padre Adelino, 1000 – Belém – Próximo a estação Belém do metrô
Capacidade: 80 lugares. Recomendação: 16 anos. Duração: 60 min.
Ingressos: R$ 20 (inteira); R$ 10 (meia: estudante, servidor de escola pública, + 60 anos, aposentados e pessoas com deficiência). R$ 6 (credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes).