quarta-feira, 24 de junho de 2015

Projeto Viola Que Toca e Coral do Auditório Ibirapuera são destaques na programação musical do Sesc Campo Limpo

Ainda em junho, a programação musical do Sesc Campo Limpo traz para o público o projeto Viola Que Toca com participação de Ricardo Vignini e Zé Helder (dia 26, às 20h30), no show Roda de Rock, e João Ormond (dia 27, às 20h). Fechando a programação, no dia 26 (domingo, às 18h30), apresenta-se o Coral do Auditório do Ibirapuera. Todos os espetáculos são grátis.

Viola Que Toca - Panorama deste instrumento que está presente em diversas manifestações culturais, como Catira, Fandango, Folia de Reis, entre outras.

Ricardo Vignini e Zé Helder
Ricardo Vignini e Zé Helder apresentam show Moda de Rock formado por clássicos do rock adaptados para a viola caipira. O trabalho, iniciado em 2007, com os dois violeiros e membros da banda Matuto Moderno, teve como ideia inicial mostrar a potencialidade do instrumento para seus alunos e reviver a trilha sonora da adolescência. Em 2011 lançaram o CD Moda de Rock - Viola Extrema, realizando shows em todas as regiões do Brasil, na Argentina e nos EUA. No espírito da viola caipira, In the Flesh do Pink Floyd se tornou uma singela valsinha, Aces High do Iron Maiden e Master of Puppets do Metallica ganharam uma levada de pagode de viola.
Livre. Grátis.
26/06. Sexta, às 20h30

João Ormond
O violeiro mato-grossense, compositor e historiador, reconhecido pela crítica como um dos novos expoentes da música regional brasileira, apresenta o show Quariterê - Pantanais, composto por canções autorais de sua discografia, clássicos da música de raiz e outras de nomes como Almir Sater, Renato Teixeira, Pena Branca e Tião Carreiro, entre outros. Um show cujo repertório passeia pelo cinturão caipira brasileiro (MG, SP, MT, MS e GO). A obra de Ormond é expressiva na paisagem poético-musical do Mato Grosso. Com um ponteado ímpar e harmônico, mostra a mistura da música cabocla com a popular brasileira, destacando a viola como instrumento polivalente e universal: tocando modas e toadas, chamamés e guarânias, ritmos da fronteira mato-grossense. O álbum Quariterê mistura poesia, arte e história pantaneira para retratar questões históricas importantes como a luta racial. Quariterê foi o maior quilombo da região do rio Guaporé, na antiga capital Vila Bela da Santíssima Trindade. Dentre os parceiros musicais estão Luiz Salgado em “Da Janela da Varanda”, Batista dos Santos em “Coração Matuto”, e Paulo Simões em “Dois Mais Dois É Quatro Não”.
Livre. Grátis.
27/06. Sábado, às 20h

Oficina

Oficina de Violão
Ministrada por Caio Chiarini a oficina é uma introdução às técnicas básicas do violão, história do instrumento, apreciação musical e prática instrumental. O trabalho será feito com base na apreciação de diversos gêneros musicais e por algumas práticas de repertório, sugeridos pelos participantes e pelo professor.
Caio Chiarini - Músico, compositor e educador musical, graduado em licenciatura e educação musical pelo Instituto de Artes da UNESP e mestrando em música pela mesma universidade. Estudou também no Conservatório Dramático e Musical de Tatuí e na Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP). É educador musical pela Associação de Amigos do Projeto Guri atuando dentro da Fundação Casa Rio Tâmisa. Trabalhou também na Fundação Casa Itaquera e no Projeto Tocando e Cantando em Mogi das Cruzes. Seu mestrado tem como objeto de pesquisa a atuação dos professores de música da Fundação Casa, buscando processos e projetos educacionais que valorizam a experiência do ato de se fazer música.
Livre. Grátis. Inscrições a partir de 1º de junho, na Central de Atendimento.
17/06 a 26/08. Quartas, das 19h às 21h

Coral

Coral do Auditório do Ibirapuera
Formado pelos alunos do curso de canto popular da Escola do Auditório Ibirapuera, o coro desenvolve intensa atividade artística junto com a Orquestra Brasileira da Escola do Auditório (OBA), com concertos temáticos e convidados como: Mônica Salmaso, Toninho Ferragutti, Fabiana Cozza, Banda Mantiqueira, Oswaldinho da Cuíca, Quinteto Preto e Branco, entre outros. Ao longo de oito anos de existência, em paralelo ao repertório orquestral, o grupo mantém uma proposta de agenda vocal, participa de alguns concertos corais e desenvolve pesquisa de sonoridade popular na música à cappella. Em 2012, em seu primeiro espetáculo solo Pulsares (o Pulso Que Nos Move), adentrou inteiramente na pesquisa da linguagem cênica. Atualmente, dedica-se ao projeto Um Mar de Paixão formado por canções de Vinicius de Moraes e Dorival Caymmi em um diálogo de suas obras poéticas, a partir do mar e suas metáforas com a paixão humana. Regência de Daniel Reginato, bacharel em Composição Erudita pela ECA-USP, atuando como coordenador e educador do Ateliê de Canto em Grupo pelo Instituto Eurofarma, professor de percepção da Escola do Auditório Ibirapuera, além de ministrar oficinas de canto coral pela Secretaria de Cultura do Estado pelas Oficinas Culturais. Como regente está à frente do Coro Juvenil da Escola do Auditório e da preparação musical do grupo vocal Canto Ma Non Presto. Além de ter obra vocal editada pela Funarte, mantém intensa atuação como arranjador para musicais e grupos corais.
Livre. Grátis.
28/06. Domingo, às 18h30

SERVIÇO

Sesc Campo Limpo
Horário/Unidade: Terça a sábado (13h às 22h) e domingos e feriados (11h às 20h)
Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120.
Campo Limpo – São Paulo/SP. Tel.: (11) 5510-2700
sescsp.org.br/campolimpo

facebook.com/sesccampolimpo | twitter.com/sesccampolimpo

Kuarup reedita álbuns importantes de Ivan Lins nas comemorações dos 70 anos do artista

Cantor, pianista e compositor, Ivan Lins comemora 70 anos em 2015, mesmo ano em que também são festejados seus 50 anos de música, 45 de carreira e 40 de parceria com Vitor Martins. É nesse momento ímpar que a gravadora Kuarup, lança em CD, dois discos do artista que foram gravados na década de 70.

Trata-se dos álbuns Modo Livre (1974) e Chama Acesa (1975), respectivamente, quarto e quinto registros da carreira do artista, ambos lançados pela gravadora RCA (hoje Sony Music), com produção assinada por Raymundo Bittencourt. O primeiro traz arranjos do maestro Arthur Verocai e no segundo, os arranjos são do próprio Ivan Lins, junto com a banda Modo Livre.

Os trabalhos são registros memoráveis da sólida carreira de Ivan Lins e marcam uma época na qual o trabalho dos grandes intérpretes, tinha como cúmplice o talento dos arranjadores e o virtuosismo dos músicos no estúdio e no palco. É esta memória musical que a Kuarup quer reviver com um dos mais representativos artistas da música brasileira. 

Estes relançamentos, no primeiro semestre de 2015, dão seguimento ao trabalho de curadoria que a Kuarup desenvolve com a análise e pesquisa de repertório de álbuns e de discos importantes da música popular brasileira que, por vários motivos, além do desinteresse das gravadoras, estão fora de catálogo e indisponíveis para venda nas lojas físicas e digitais. E a lista para lançamento no segundo semestre trará ainda outras boas surpresas para os apreciadores e colecionadores da música de qualidade.

KCD 249 – Ivan Lins – Modo Livre (1974)

Quarto trabalho do cantor e compositor Ivan Lins, o álbum Modo Livre foi lançado, em 1974, pela gravadora RCA (hoje Sony Music) com produção de Raymundo Bittencourt e arranjos do maestro Arthur Verocai. O disco, que marca a estreia da parceria do músico com o compositor Vitor Martins na canção Abre Alas, traz uma bela releitura de Avarandado, música de Caetano Veloso. O álbum, adaptado para o formato CD em 2001, tem um time de músicos de primeira linha na ficha técnica, expressivos instrumentistas da MPB dos anos 70 como Wagner Tiso, Robertinho Silva, Maurício Einhorn, Laércio de Freitas, Márcio Montarroyos, Copinha, Miltinho e Aquiles Reis do MPB-4, entre outros, além da participação da cantora e atriz Lucinha Lins nos vocais. O trabalho traz ainda, regravações de clássicos como General da Banda, A Fonte Secou e Recordar é Viver, reunidos em faixa única neste relançamento exclusivo e remasterizado da gravadora Kuarup, comemorando os 70 anos do pianista e compositor.

Faixas: 1. Rei do Carnaval / 2. Deixa Eu Dizer / 3. Avarandado / 4. Tens (Calmaria) / 5. Não Tem Perdão / 6. Abre Alas / 7. Chega / 8. Espero / 9. Essa Maré / 10. Desejo / 11. General da Banda/A Fonte Secou/Recordar é Viver (Recordar).

KCD 248 – Ivan Lins – Chama Acesa (1975)

Quinto trabalho do cantor Ivan Lins, o álbum Chama Acesa foi lançado, em 1975, pela gravadora RCA (hoje Sony Music) também com produção de Raymundo Bittencourt e arranjos do próprio pianista carioca, com a sua banda, a Modo Livre, que tinha entre seus integrantes o músico Gilson Peranzzetta, arranjador que acompanhou Ivan Lins durante muitos anos. O álbum, que foi editado em CD em 2001, amplia e confirma a parceria do músico com o letrista Vitor Martins, além de outras canções próprias e parcerias com Ronaldo Monteiro de Souza, em melodias clássicas como Não Há Porque e, Palhaços e Reis. O álbum, que volta às lojas remasterizado por iniciativa da gravadora Kuarup, traz no repertório a canção Joana dos Barcos, música incluída por Ivan Lins em seu novo trabalho e que serviu de inspiração para espetáculo de balé que será apresentado em Niterói (RJ), como parte das comemorações.

Faixas: 1. Sorriso da Mágoa / 2. Nesse Botequim / 3. Chama Acesa / 4. Lenda do Carmo / 5. Joana dos Barcos (Beira-Mar) / 6. Ventos de Junho / 7. Não Há Porque / 8. Demônio de Guarda / 9. Poeira, Cinza e Fumaça / 10. Palhaços e Reis / 11. Corpos.

terça-feira, 16 de junho de 2015

Sesc Bom Retiro apresenta panorama teatral com a Cia. Teatro do Incêndio

Entre os dias 24 e 28 de junho, o Sesc Bom Retiro apresenta o Panorama - Teatro do Incêndio, que mostra a multiplicidade criativa da Cia. Teatro do Incêndio, fundado e dirigido por Marcelo Marcus Fonseca.

Fazem parte do Panorama os espetáculos Cabaret Café (24/06, quarta, às 19h30), ensaio aberto de seu próximo espetáculo Pano de Boca (25/06, quinta, às 20h) que tem estreia marcada para 11 de julho na sede da companhia, São Paulo Surrealista (26/06, sexta, às 20h), Pornosamba e a Bossa Nova Metafísica (27/06, sábado, às 20h).

Uma das companhias mais atuantes da capital, o Teatro do Incêndio este entre os grupos que têm migrado por várias sedes no centro da cidade, diante da especulação imobiliária. sua temática vai além do teatro, propondo discussões de cunho coletivo onde o cotidiano, a memória e a diversidade estão presentes de maneira absoluta e democrática.

Programação: Panorama - Teatro do Incêndio

Cabaret Café
24 de junho. Quarta-feira, às 19h30
Grátis. Retirada de ingressos 1h antes.
Livre. 60 min.

A Cia. Teatro do Incêndio apresenta leituras de poemas, performances musicais e poéticas, canções originais e projeções sobre surrealismo e poesia. O evento conta com a presença dos poetas Claudio Willer e Roberto Bicelli, representantes do movimento beat e referências da poesia surrealista, que citarão o mestre Roberto Piva, ao lado do diretor Marcelo Marcus Fonseca. Com elenco da Cia. do teatro do Incêndio.


Pano de Boca: Ensaio Final
25 de junho. Quinta-feira, às 20h
Ingressos: R$ 30,00, R$ 15,00 e R$ 9,00.
Duração 110 min. Gênero: Drama. Classificação: 16 anos

Ensaio com música ao vivo da montagem Pano de Boca, de Fauzi Arap (1938-2013), que tem estreia marcada para 11 de julho no Teatro do Incêndio. Com direção de Marcelo Marcus Fonseca a peça retrata a implosão de um grupo de teatro após seus integrantes ultrapassarem todos os limites entre arte e vida. O texto foi autorizado pelo autor, antes de sua morte, para montagem de Fonseca. A encenação também faz uma “releitura” do cenário e do figurino criados por Flávio Império (1935-1985), homenageando duas das maiores personalidades do teatro brasileiro. O diretor explica que Pano de Boca questiona o que é o teatro e qual a sua essência, tanto do ponto vista real quanto do ponto de vista do personagem. O debate gerado sobre a criação humana, a relação entre divino e terreno, trata da difícil tarefa de manter o equilíbrio em um mundo dominado por valores distorcidos.

Texto: Fauzi Arap. Direção e cenário: Marcelo Marcus Fonseca. Figurino: Gabriela Morato. Trilha sonora: Bisdré Santos. Iluminação: Rodrigo Alves. Espaço cênico: Antonio Rodrigues. Voz da Esfinge (áudio): José Celso Martinez Correa. Elenco: Gabriela Morato, Marcelo Marcus Fonseca, Daniel Ortega, Josemir Kowalick, Diogo Cintra, Gustavo Oliveira, Rebeca Ristoff, Victor Dallmann e Ana Beatriz Pereira.

São Paulo Surrealista
26 de junho. Sexta-feira, às 20h
Ingressos: R$ 30,00, R$ 15,00 e R$ 9,00
Duração 70 min. Gênero: Surrealismo. Classificação: 16 anos

O espetáculo é fruto de 22 meses de pesquisa sobre surrealismo. São Paulo Surrealista é atualizada periodicamente, procurando incorporar a velocidade da metrópole em constante movimento com seus acontecimentos sempre pontuais, porém dentro de uma sólida estrutura dramatúrgica. Mario de Andrade, Roberto Piva, Pagu, nativos, cidadãos, ninfas e animais recebem o criador do surrealismo, André Breton, para um mergulho na capital paulista. Breton é batizado no candomblé e percorre “os nove círculos do inferno” de Dante Alighieri, através dos pontos turísticos, monumentos, terreiros, restaurantes e bordéis paulistanos. As canções são originais, algumas delas “em parceria” com Arthur Rimbaud e Charles Baudelaire. Os atores interagem permanentemente com o público, questionando a existência pela natureza histórica, política, sensual e caleidoscópica de uma cidade anárquica num delicado equilíbrio de contrários. 

Direção e dramaturgia: Marcelo Marcus Fonseca. Direção musical: Bisdré Santos e Vlad Rocha. Iluminação: Rodrigo Alves. Composições originais: Marcelo Marcus Fonseca. Músicos: Bisdré Santos e Vlad Rocha. Elenco: Cia. Teatro do Incêndio.

O Pornosamba e a Bossa Nova Metafísica
27 e 28 de junho. Sábado (às 20h) e domingo (às 19h)
Ingressos: R$ 30,00, R$ 15,00 e R$ 9,00
Duração 80 min. Gênero: Musical. Classificação: 16 anos

A música popular brasileira como rito de morte e renascimento, apresentada por meio de linguagens como expressionismo, naturalismo e outras vanguardas. O espetáculo é em grande parte auditivo, criando uma atmosfera através do som em que procura inserir o espectador no espírito do samba e da bossa nova de forma provocativa e interativa. Com textos de Schopenhauer, Umberto Eco e diálogos criados pelo diretor, O Pornosamba e a Bossa Nova Metafísica procura ‘recuperar’ o ouvido para o chiado do disco e a qualidade incomparável da música popular brasileira, revivendo mestres do samba e da bossa nova por meio de seus sentimentos.

Direção e dramaturgia: Marcelo Marcus Fonseca. Direção musical: Bisdré Santos e Vlad Rocha. Iluminação: Alex Sandro Duarte e Marcelo Marcus Fonseca. Figurino: Gabriela Morato. Gabriela Morato, Marcelo Marcus Fonseca, Sergio Ricardo, Diogo Cintra, Gustavo Oliveira, Valcrez Siqueira, Rebeca Ristoff, Victor Dallmann, Elena Vago, Ana Beatriz Pereira, Vinícius Árabe, Vlad Rocha (Bateria), Francisco Lacerda e Bisdré Santos (Violão de 7 cordas).

SERVIÇO

Sesc Bom Retiro
Horário/Unidade: terça a sexta (9h às 20h30), sábado (10h às 18h30), domingo e feriado (10h às 17h30).
Endereço: Alameda Nothmann, 185, Bom Retiro/SP
Tel.: (11)3332-3600
sescsp.org.br/bomretiro

facebook.com/sescbomretiro | twitter.com/sescbomretiro

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Manual de Autodefesa Intelectual reestreia no Galpão do Folias

Em debate, o fenômeno das crenças!

Após temporada de sucesso no Sesc Belenzinho, a Kiwi Companhia de Teatro reestreia sua nova montagem Manual de Autodefesa Intelectual no dia 3 de julho, sexta-feira, no Galpão do Folias, às 21 horas.

Com roteiro e direção assinados por Fernando Kinas, o trabalho cênico aborda um conjunto de temas relacionado às mistificações e crendices contemporâneas. Da peça também fazem parte reflexões filosóficas, principalmente a partir da obra de René Descartes (1596-1650), e números de mágica.

O espetáculo utiliza recursos do teatro documentário, além de música, dança e audiovisual, prosseguindo as pesquisas recentes do grupo com a linguagem narrativa, como em Teatro/mercadoria e Morro Como Um País. Por este último trabalho a atriz Fernanda Azevedo recebeu o Prêmio Shell de Melhor Atriz, em 2014.

Manual de Autodefesa Intelectual investiga - por meio de 30 cenas - temas tão diversos quanto a numerologia, o horóscopo, o pensamento circular, a mídia empresarial, o surgimento da publicidade moderna, as religiões e as teorias da conspiração (“Elvis não morreu”, “o homem não foi à Lua” etc.).

Em cena está um elenco de três atrizes (Fernanda Azevedo, Maíra Chasseraux, Maria Carolina Dressler), um ator (Vicente Latorre) e dois músicos (Eduardo Contrera e Elaine Giacomelli). Heloísa Passos, conhecida pela sua atuação no cinema, assina a iluminação. Julio Dojcsar é responsável pela cenografia.

Segundo o diretor Fernando Kinas, as superstições e o analfabetismo científico fazem com que muitas pessoas não apenas acreditem, mas organizem suas vidas a partir de explicações místicas e ficções. “A confusão frequente entre opinião e conhecimento (doxa e episteme); os erros oriundos do pensamento circular e das relações inexistentes de causa e efeito; a presença ostensiva da fé no cotidiano; a tendência a aceitar premissas falsas como verdadeiras; a ausência da verificação das fontes; a aceitação passiva de argumentos de autoridade, entre outros procedimentos baseados na intuição, no senso comum, na mídia hegemônica e nas experiências imediatas e pessoais criam um ambiente propício ao engano e ao erro”, explica.

A produção de Manual de Autodefesa Intelectual foi viabilizada pela Lei de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo 2014/2015.

Mentiras, fraudes, pensamentos descuidados, imposturas e desejos mascarados como fatos não se restringem à magia de salão, nem a conselhos ambíguos sobre assuntos do coração. Infelizmente, eles estão infiltrados nas questões econômicas, religiosas, sociais e políticas dos sistemas de valores dominantes em todas as nações. (Carl Sagan)

Ficha técnica

Trabalho cênico: Manual de Autodefesa Intelectual
Roteiro e direção geral: Fernando Kinas
Elenco: Fernanda Azevedo, Maíra Chasseraux, Maria Carolina Dressler e Vicente Latorre
Músicos: Eduardo Contrera (percussão, violão e flauta) e Elaine Giacomelli (teclados)
Direção musical e composições originais: Eduardo Contrera
Cenário: Julio Dojcsar
Iluminação: Heloísa Passos
Coreografia: Luiz Fernando Bongiovanni
Figurino: Madalena Machado
Vídeos: Carolina Abreu, Filipe Vianna (colaboração de Maysa Lepique)
Direção de produção: Luiz Nunes
Assistência de produção: Daniela Embón
Programação visual: Camila Lisboa
Assistência de iluminação, operação de luz e som: Clébio de Souza (Dedê)
Assessoria de imprensa: Eliane Verbena
Produção e realização: Kiwi Companhia de Teatro
Apoio: Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo

Serviço

Restreia: 3 de julho, sexta-feira, às 21 horas
Local: Galpão do Folias
Rua Ana Cintra, 213 - Santa Cecília/SP (próximo ao Metrô Santa Cecília)
Tel: informações/reservas - (11) 3361-2223
Temporada: sexta e sábado (às 21h) e domingos (às 19h) – Até 2/8
Ingressos: R$ 20,00 (meia: R$ 10,00) e R$ 7,00 (p/ moradores do bairro com comprovante de residência). Bilheteria: 1h antes das sessões
Duração: 110 min. Gênero: Comédia. Classificação: 14 anos. 
74 lugares. Acessibilidade. Café. Estacionamento conveniado (nº 205): R$ 10,00 

Núcleo Teatral Filhos da Dita apresenta A Guerra

O texto A Guerra, do dramaturgo chileno Oscar Castro Ramirez, ganhou montagem do Núcleo Teatro Filhos da Dita, em outubro de 2013.

Nos dias 20 e 21 de junho, sábado (às 20 horas) e domingo (às 18 horas) no Espaço da Cia. do Feijão. Em julho, as apresentações acontecem na SP Escola de Teatro, nos dias 2, 3 e 4 de julho, de quinta a sábado (às 21 horas). Todas as sessões são grátis.

A peça - cuja direção é assinada em dupla por Paulo Carvalho e Marcelo Palmares, atores do grupo Pombas Urbanas - conta a história de três soldados que partem para a guerra e esquecem, durante o caminho, quem é o inimigo. A partir dessa constatação, são apresentadas cenas que revelam os absurdos das guerras invisíveis, vividas cotidianamente. Num campo de batalha que constantemente se transforma, o elenco de A Guerra encarna personagens que vivem diversas situações inter-relacionadas, trazendo à tona um mundo onde a espetacularização da violência - impulsionada pelo desejo de poder, ganância e interesses privados – pode alienar e desumanizar as pessoas, separando-as dos reais valores da vida.

No palco, estão artistas de Cidade Tiradentes: Cláudio Pavão, Ellen Rio Branco, Guilherme Sousa, Luara Sanches, Rafael Pantoja e Thábata Leticia.

As apresentações integram a mostra artística do projeto Cooperativa de Artistas: Produzindo Caminhos Sustentáveis para a Vida, elaborado pelo Instituto Pombas Urbanas no bairro Cidade Tiradentes. A mostra visa contribuir para a democratização do acesso à produção cultural, uma iniciativa viabilizada pelo patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental.

Ficha técnica
Espetáculo: A Guerra
Autor: Oscar Castro Ramirez
Direção: Paulo Carvalho e Marcelo Palmares
Co-direção de sonoplastia: Giovanni Di Ganzá e Toni
Trilha sonora: Filhos da Dita
Concepção de luz: Núcleo Teatral Filhos da Dita e Aurea Karpor
Cenário e figurino: Núcleo Teatral Filhos da Dita
Elenco
Claudio Pavão - Gordo, Dom João Carlos, Mister I e Apresentador I
Ellen Rio Branco - Morte I
Guilherme Sousa - Morte II
Luara Sanches - China, Hipólito da Silva, Mister II e Apresentador II
Rafael Pantoja - Capitão, Chefe de RH, Homem do Povo e Alex Alexanderson
Thábata Leticia - Morte III

Realização: Instituto Pombas Urbanas
Produção: Núcleo Teatral Filhos da Dita
Apoio: Cia. do Feijão, SP Escola de Teatro e Secretaria de Estado da Cultura
Patrocínio: Petrobras
Duração: 60 min. Classificação: 13 anos

Serviço

Dia 20 e 21 de junho
Sábado, às 20 horas. Domingo, às 18 horas
Espaço da Cia. do Feijão
Rua Dr. Teodoro Baima, 68. República/SP. Tel: (11) 3259-9086
Grátis. Retirar ingressos 1h antes. 50 lugares

Dias 2, 3 e 4 de julho
Quinta, sexta e sábado, às 21 horas
SP Escola de Teatro (Sala R1)
Praça Roosevelt, 210. Centro/SP. Tel: (11) 3775-8600
Grátis. Retirar ingressos 1h antes. 80 lugares

Núcleo Teatral Filhos da Dita

Formado em 2007, o Núcleo Teatral Filhos da Dita é resultado do processo artístico desenvolvido pelo Grupo Pombas Urbanas no bairro Cidade Tiradentes, extremo leste da capital paulista. Sua história começou a partir das oficinas de teatro, iniciadas em 2004, no Centro Cultural Arte em Construção, espaço comunitário que se tornou sede de quatro coletivos artísticos - Pombas Urbanas, Cia Aos Quatro Ventos, Circo Teatro Palombar e o próprio Núcleo Teatral Filhos da Dita. O grupo tem dois espetáculos no repertório, A Guerra (2013) e Os Tronconenses (2008), duas intervenções, O Baú das Histórias (2010) e A Macaca Tá Certa (2006), e participação na montagem multicultural El Quijote (2009) no marco da fundação da Rede Latino Americana de Teatro em Comunidade.

Entre os principais trabalhos, está a elaboração, produção e administração de projetos como o 5° Encontro Comunitário de Teatro Jovem da cidade de São Paulo, Mostra de Produção Cultural Cidade Tiradentes Faz Arte, Arte em Construção – Semeando Asas na Comunidade, Montagem Multicultural Latino-Americana El Quijote (junto ao Instituto Pombas Urbanas e Proposta Colaborativa), Nossa Teoria é a Prática e Rede Livre Leste (junto a outros coletivos da Zona Leste). O Filhos da Dita recebeu, pela atuação artística e política no bairro, o Prêmio I'am Anhembi Morumbi (2011) e Prêmio Histórias de Pontos (2009).

O espetáculo Os Tronconenses foi apresentado em escolas da rede pública do bairro Cidade Tiradentes para mais de 2.000 jovens, no VII Congresso Internacional de Drama/Teatro e Educação - IDEA (2010), em Belém (PA), no II Congresso Iberoamericano de Cultura, realizado pelo MINC e Sesc SP (2009), no Encuentro Distrital de Teatro de Bogotá (2010), realizado pela Red Colombiana de Teatro em Comunidad, e Teatro La Candelaria, onde conheceram o mestre do teatro latino-americano Santiago Garcia. O grupo participou também do XV Encuentro Nacional Comunitario de Teatro Joven, realizado pela Corporación Cultural Nuestra Gente (Medellín, Colômbia). Sua montagem mais recente é A Guerra que teve sua primeira temporada em outubro de 2013.

O processo de criação e vivência do Filhos da Dita é totalmente coletivo. Em alguns momentos, o histórico do grupo se mescla com a história de seus integrantes. O próprio nome surgiu como homenagem às mulheres de Cidade Tiradentes - suas mães, tias, irmãs, avós – que, cotidianamente, lutam para sustentar suas casas e suas famílias. São as “ditas“, “benditas e malditas“, e eles, os Filhos da Dita, decidiram pelo teatro como uma forma de existir e resistir.

Além de produção e pesquisa artística continuada, recentente, o grupo, junto aos demais coletivos formados pelo Instituto Pombas Urbanas, recebeu capacitação técnica para gestão cultural (nas áreas de empreendedorismo cultural, elaboração de projetos, comunicação e sustentabilidade) para criar a Cooperativa de Artistas. Estas iniciativa integra projeto Cooperativa de Artistas: Produzindo Caminhos Sustentáveis para a Vida, do Instituto Pombas Urbanas.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

NUO encena 'Aniversário e Morte da Rainha Mary II', montagem baseada na obra de Henry Purcell

O NUO (Núcleo Universitário de Ópera) estreia dia 13 de junho, Aniversário e Morte da Rainha Mary II, sob direção do maestro Paulo Maron. O espetáculo, de canto e dança, foi concebido especialmente para o NUO e é, basicamente, a junção de duas cantatas do compositor barroco inglês Henry Purcell: Music for the funeral of Queen Mary II e Ode for Queen Mary’s Birthday; com outras canções e obras instrumentais de mesma autoria.

O espetáculo conta a trajetória da Rainha Mary II, que reinou na Inglaterra juntamente com seu marido, o Rei William De Orange, de 1689 até sua morte prematura em 1694. Foi o único caso de um reinado inglês em que rei e rainha governaram juntos. Mary era adorada pelo povo inglês e sua morte pela varíola entristeceu toda a Inglaterra naqueles anos.

Henry Purcell dedicou-lhe a Ode ao Aniversário de Mary II em 1694, meses antes da morte da rainha, o que ocorreu em dezembro do mesmo ano. Em janeiro de 1695, Purcell dedicou-lhe a música para o seu funeral.
Usando as duas obras como eixo central, o espetáculo começa com o funeral da rainha e volta no tempo para alguns meses antes, em seu aniversário. A história é encenada com intensa carga dramática e precisa articulação entre teatro, canto e dança.

Paulo Maron concebeu o espetáculo e faz a direção cênica, além de assinar figurinos e luz. A preparação corporal fica a cargo de Marília Velardi e as coreografias são de Renata Matsuo e Wesley Fernandez. Doze cantores-atores e dez instrumentistas compõem o espetáculo, cantado em inglês, com legendas.

Com Angélica Menezes (mezzo), interpretando a Rainha Mary II, e Pedro Ometto (baixo), interpretando o Rei William De Orange, o espetáculo ainda inclui solos de Luis Fidelis (barítono), Paulo Bezulle (tenor), André Estevez (tenor), Andrezza Reis (soprano) e Isis Cunha (soprano). Completam o elenco o coro e a camerata do NUO.

Espetáculo: Aniversário e Morte da Rainha Mary II
Música: Henry Purcell
Concepção e direção geral: Paulo Maron
Com: NUO – Núcleo Universitário de Ópera
Figurinos, cenário, iluminação e produção: Paulo Maron
Preparação corporal: Marília Velardi
Coreografia: Renata Matsuo e Wesley Fernandez
Músicos: Camerata NUO
Solistas e coro do Núcleo Universitário de Ópera
Realização: NUO - http://nucleodeopera.blogspot.com
Dias 13, 14, 20 e 21 de junho.
Sábados, às 20h, e domingos, às 18h
ESPAÇO NÚCLEO
Rua Belas Artes 135- metrô alto do Ipiranga
Ingresso / preço único: R$ 25,00
Bilheteria: 1h antes do espetáculo.Duração: 50 min. Classificação: 12 anos
Capacidade: 80 lugares.  Ar condicionado.

terça-feira, 9 de junho de 2015

Carlos Dafé lança o CD em show grátis no Sesc Campo Limpo

Cantor, compositor e instrumentista, o carioca Carlos Dafé é um dos precursores da soul music brasileira, ao lado de Tim Maia, Hyldon, Cassiano, Banda Black Rio, Dom Mita, Gérson King Combo, Fuzi 9, Toni Tornado, Dom Salvador e Grupo Abolição. O artista apresenta-se no Sesc Campo Limpo no dia 13 de junho, sábado às 20 horas, com entrada franca.

O “Príncipe do Soul”, apelido dado por Nelson Motta, volta à cena aos 67 anos e lança seu décimo disco solo Bem-Vindo ao Baile, que contou com a participação de Marcelo Yuka, Zeca Baleiro e do rapper Da Ghama. No show, ele interpreta músicas inéditas do novo CD, além dos sucessos “Acorda que Eu Quero Ver”, “Venha Matar Saudades”, “Passarela”, “Tudo era lindo”, “A cruz” e “Pra que Vou Recordar o que Chorei” (esta com mais de 100 regravações e também foi tema de novelas da Rede Globo).

O movimento soul music surgiu no Brasil na década de 1970, muito influenciado pela estética norte-americana, incorporando elemento que vão do jazz ao funk ao R&B. No Brasil, rapidamente ganhou um estilo próprio, revelando grandes artistas que se consagraram na história da música brasileira como Tim Maia, Cassiano, Hyldon e Carlos Dafé, entre outros.

Dafé, que se afastou dos palcos após um acidente automobilístico, em 1978, passou brevemente pelo grupo Abolição, tocou na banda de Tim Maia (1942-1998) e, em carreira solo, tornou-se um dos grandes nomes da geração soul do país. Lançou vários LPs e CDs, além de participar como convidado em diversos discos de importantes artistas da MPB. Suas canções foram gravadas, entre outros, por Nana Caymmi, Emílio Santiago, Tim Maia, Alcione, Beth Carvalho, Elza Soares, Tânia Maria, Cauby Peixoto, Seu Jorge, Mart’nália, Joanna, Negra Li, Zeca Baleiro, Razão Brasileira, Dóris Monteiro e Agnaldo Timóteo.

Com o mesmo suingue e a mesma pulsação, Carlos Dafé retorna aos palcos com novo trabalho, Bem-Vindo ao Baile, que já foi apresentado no Rio de Janeiro, contagiando tanto os jovens quanto os eternos admiradores da soul music.

Sesc Campo Limpo
Horário/Unidade: Terça a sábado (13h às 22h). Domingos e feriados (11h às 20h)
Rua Nossa Senhora do Bom Conselho, 120. Campo Limpo/SP
Tel.: (11) 5510-2700. sescsp.org.br/campolimpo
facebook.com/sesccampolimpo | twitter.com/sesccampolimpo

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Elisa Lucinda é atração do Em Canto e Prosa, do Sesc Campo Limpo

O projeto Em Canto e Prosa do Sesc Campo Limpo apresenta a poetiza e atriz Elisa Lucinda, no dia 12 de junho (sexta-feira, às 19h30) com o espetáculo Olhos da Cara, e no dia 13 de junho (sábado, às 18h30) ela comanda uma Palestra Show.

Em Olhos da Cara, Elisa Lucinda passeia entre canções e poemas, extraindo um do outro. A sua voz é o único instrumento na cena que revela a musicalidade da literatura, dos poemas e das crônicas que compõem o repertório, e revela também o poder de contar as histórias contidas nas canções. As palavras dos poemas e as palavras das canções são expressões das impressões da vida, são olhares sobre ela; os olhos que tudo veem pela música da palavra.

Es sua Palestra Show Elisa Lucinda apresenta a palavra poética na música, na vida e na cena. A artista mergulha na força da palavra como arte, como fundadora da paz, ao mesmo tempo em que é a expressão mais cotidiana entre os humanos: “seja no palco, seja dentro de uma sala de aula, seja na música ou na poesia pura”, diz. Durante a palestra-show, Elisa também canta e recita para ilustrar a abordagem.

O projeto Em Canto e Prosa do Sesc Campo Limpo busca apresentar o trabalho de artistas em que a narrativa de textos literários é atravessada por canções em consonância com a temática abordada. A música e a narração de textos, entrelaçados em um roteiro, possibilitam que o livro saia da estante, fazendo da leitura uma experiência viva, emocionante e interativa.

SERVIÇO

Em Canto e Prosa - com Elisa Lucinda
Show literário: Olhos da Cara
12/06. Sexta, às 19h30
Livre. Grátis.

Palestra literária: Palestra Show
13/06. Sábado, às 18h30
Livre. Grátis.

Sesc Campo Limpo
Horário/Unidade: Terça a sábado (13h às 22h); domingos e feriados (11h às 20h)
R. Nossa Senhora do Bom Conselho, 120. Campo Limpo/SP. Tel: (11) 5510-2700
sescsp.org.br/campolimpo 
facebook.com/sesccampolimpo | twitter.com/sesccampolimpo


terça-feira, 2 de junho de 2015

Festival ABCDança 2015 acontece em junho e julho na Capital e Grande São Paulo

A décima edição do ABCDança tem abertura oficial no dia 3 de junho (quarta, às 19h30) no Centro Cultural Diadema com a “Exposição 20 Anos da Companhia de Danças de Diadema”, organizada pelo fotógrafo Paulo César Lima. Na seqüência, apresenta-se Cia Fragmento de Dança com o espetáculo “Ecos”. Todas as atividades são gratuitas.

Entre os meses de junho e julho, ABCDança 2015 – 10 anos circulará pelas sete cidades da região do ABCD Paulista e pela capital São Paulo, propondo uma diversificada programação de dança em seus múltiplos estilos que envolve 12 espetáculos, além de intervenções, vários cursos, oficinas e fóruns, apresentações livres (Palco Livre), jams de dança, batalha locking e outros.

A programação segue o propósito do festival e prioriza obras e artistas da dança das cidades de Diadema, Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul, Mauá, Ribeirão Pires, Rio Grande da Serra e São Paulo.

O ABCDança é uma iniciativa da Associação Projeto Brasileiro de Dança e Companhia de Danças de Diadema e neste ano tem apoio do ProAC (Programa de Ação Cultural - Festivais de Artes), da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, através da Cooperativa Paulista de Dança, das prefeituras das cidades envolvidas e do SESC SP.



PROGRAMAÇÃO- ABCDança 2015 – 10 anos

DIADEMA

Abertura Oficial do ABCDança 2015 - 10 anos
Local: Centro Cultural Diadema – Espaço Cândido Portinari. R. Graciosa, 300 – Centro.

3 de junho. Quarta, às 19h30
Exposição: “20 anos – Companhia de Danças de Diadema”.
Organização do fotógrafo Paulo César Lima.
Visitação até dia 14/06 - Terça a sexta (9h às 20h); sábado e domingo (13h às 19h)

Espetáculos
Local: Centro Cultural Diadema / Teatro Clara Nunes - R. Graciosa, 300. Centro.

3 de junho. Quarta, às 20h
“Ecos” – Cia Fragmento de Dança
Direção: Vanessa MacedoCoreografia: Vanessa Macedo Cenografia e Figurino: Cia Fragmento de Dança Iluminação: Jimmy Wong. Sonoplastia: Iolanda Sinatra. Elenco: Chico Rosa, Daniela Moraes, Maitê Molnar, Rafael Edgar, Rafael Sertori e Vanessa Macedo.
Estagiários: Diego Hazan, Flavia Tiemi e Iolanda Sinatra.
Classificação: 14 anos. Duração: 55 min.

Sinopse: "Ecos" reúne a construção estética e dramatúrgica recorrente nos trabalhos da companhia, inspirarados em artistas mulheres. A pesquisa começou em 2006 com Frida Kahlo, passou pela artista plástica Tracey Emin (2008) e chegou na escritora Virginia Woolf (2010) enfatizando o olhar crítico e poético dessas “personagens” femininas. Esse olhar é metaforizado no corpo a fim de discutir questões da contemporaneidade, levando em conta a estreiteza da relação da vida e obra expressa numa arte confessional.

04 de junho. Quinta, às 20h
“Tupiliques - O Espetáculo” - Cia Repentistas do Corpo
Direção: Sérgio Rocha. Coreografia: Sérgio Rocha e elenco. Cenografia e figurino: Luciane recco. Iluminação: Ari Buccioni. Sonoplastia: Mário Spatizziani. Trilha sonora original: Edson X. Elenco: Cláudia Christ, Marcela Miyashita, Sérgio Rocha e Vitor Bassi.
Classificação: livre. Duração: 50 minutos.

Sinopse: É uma mistura entre dança, teatro e percussão corporal em movimento e trilha sonora criada especialmente para o trabalho, onde a pesquisa e a prática da junção dessas linguagens é marca registrada da Cia. Repentistas do Corpo. O ponto de partida para a nova criação foi o livro: Tupiliques, do escritor César Obeid, que traz palavras indígenas de origem tupi assimilada ao português falado no Brasil, rimada em forma de Limeriques em um cruzamento divertido e poético. Os Limeriques é uma forma de poesia inglesa onde os poemas são escritos em estrofes de cinco versos e apresentam situações engraçadas ou absurdas. Os poemas são canto/danço/falados pelo elenco transportando o espectador para este mundo novo de possibilidades. Ao abordar a contribuição indígena na formação de nossa língua,o espetáculo mostra um pedaço do Brasil que viemos, falamos e comemos diariamente, convidando o púbico a pensar e valorizar as culturas dos nossos povos tradicionais.

05 de junho. Sexta, às 20h
“Androgyne - Sagração do Fogo” - Taanteatro Companhia
Direção: Maura Baiocchi. Coreografia: Alda Maria AbreuCenografia: Wolfgang Pannek. Figurino: Alda Maria AbreuI. luminação: Eduardo Alves. Sonoplastia: Gustavo Lemos. Operação de video-Mapping: Eduardo Alves. Elenco: Alda Maria Abreu.
Classificação: 12 anos. Duração: 60 minutos.

Sinopse: "Androgyne – Sagração do Fogo" aborda de forma poética o tema da identidade sexual, questiona tabus e contemporâneas Inquisições de Gênero.  Ao conceber a androginia como manifestação ética, a obra distingue-se por uma meticulosa pesquisa corporal e evidencia as dimensões erótica e sagrada do corpo andrógino. Transborda as fronteiras de gênero e das linguagens cênicas promovendo um pas de deux entre dança real e virtual, onde corpo e imagem se fundem na criação de um corpo multimídia. "Androgyne" é a mais recente produção da Taanteatro Companhia e foi contemplada com o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna 2013, além do Prêmio APCA 2013 (Dançarina Revelação) e o Prêmio Denilto Gomes 2013 (Domínio do Movimento).

06 de junho. Sábado, às 20h
“Beatles Lado D” - Quartier Latin Cia de Dança
Direção e Coreografia: Marisa Ballarini. Iluminação: Nelson Xavier. Sonoplastia: Trilha sonora de Lennon e McCarthney / Bolhaset. Elenco: Aline Moreno, Catherine Pereira, Douglas Meira, Ednei Reis, Ellen Vertematte, Gabriel Barnes, Lígia Rodrigues, Marilia Romera, Michael Santos, Paulo Ricardo Santos e Vagner Ferreira.
Classificação: Livre. Duração: 1h20.

Sinopse: Leve, dinâmico e divertido, "Beatles Lado D" é puro entretenimento. Embalado por 25 canções da banda de rock mais famosa de todos os tempos, o espetáculo é ora carregado de lirismo e poesia e ora minado de energia e caos. Tem um viés divertido e desmistifica o equivocado conceito de que “a dança é elitista”.

Intervenção
Local: Praça da Moça - R. Graciosa, s/n

05 de junho. Sexta, às 17h
"Hiato - ou inscrições no corpo para sustentação da espera"
Direção e coreografia: Mariana Molinos. Figurino: Camila Martins. Provocações Cênicas: Claudio Higa. Elenco: Mariana Molinos.
Classificação: Livre. Duração: 35 a 45 minutos.

Sinopse: “Hiato - ou inscrições no corpo para a sustentação da espera” é um trabalho que faz da própria pesquisa de movimento o elemento mediador da relação com o espaço. Uma bailarina adentra o ambiente e espera. Deixa que a espera tome conta de seu corpo, que a angústia de sustentar a espera a ponha em movimento. Aos poucos, na diluição do tempo, na intenção de trazer o espaço (e todos aqueles que lá estão) para dentro dela, a dança instala novas percepções, o ambiente se redesenha, ganhando novos fluxos. Do escorrer do corpo dilatado pelo tempo até transformar-se na fluidez do fluxo de pensamento e de memórias, a bailarina, em seu “Hiato”, coloca a espera como um lugar potente e vivo, cerne para a ação.

Palco Livre
Local: Pátio do Centro Cultural Diadema - R. Graciosa, 300. Centro

06 de junho. Sábado, das 14h às 19h
Informações e inscrições: (11)7858-5549 ou renato@apbd.org.br - com Renato Alves.

O Palco Livre do ABCDança é um espaço de difusão e troca de experiências em Dança. Em um palco ao ar livre são apresentados trabalhos de dança de todos os estilos previamente agendados.

Oficina e Fórum
Local: Centro Cultural Diadema / sala de dança - R. Graciosa, 300. Centro.

16 de junho. Terça, às 20h
Fórum: “Dança e Espaço Urbano” – com Paula Petreca e Rodrigo Monteiro
Modalidade: Teoria e dramaturgia da dança
Público alvo: a partir dos 16 anos

Conteúdo: O objetivo deste fórum é trazer argumentos históricos e teóricos para a discussão da tendência cada vez mais crescente da ocupação de espaços públicos das cidades por trabalhos de dança contemporânea. Contextualizando particularmente essa discussão no contexto do ABCDRRM Paulista, espera-se tratar do exemplo de iniciativas de grupos da região para dinamizar um debate com foco nos temas do papel da arte pública, da arte com função de cidadania e política, e também dos modos de recepção sensíveis em meio a urbanidade contemporânea.

17 de junho. Quarta, às 18h30
Oficina e fórum: “Memórias de uma dança urbana paulistana” – com Ivo Alcântara / Sampa Cinza City
Modalidade: Danças Urbanas
Público alvo: a partir dos 14 anos.

Conteúdo: A proposta “Memórias de Uma Dança Urbana Paulistana”, traz como foco principal de estudo o comportamento e repertório corporal dos praticantes da Dança RAP, intitulada mais tarde “Lagartixa”. Estilo de dança que surgiu em meados dos anos 80’ nos subúrbios de São Paulo, seguindo forte influência das danças Soul/Funk e Samba Rock, ganhando grande repercussão nas festas de rua e Bailes Black da década de 90’ e 2000’. O objetivo deste estudo é facilitar o entendimento desta linguagem, utilizando como base o conteúdo publicado em março de 2015 no livro “As Danças da Cultura Hip Hop e Funk Styles” [Thiago Negraxa], por Ivo Alcântara, no capítulo A Dança Lagartixa, páginas 76 a 84.

SÃO CAETANO DO SUL

Oficina
Local: Quiosque do Sesc São Caetano - Rua Piauí, 554.

10, 11 e 12 de junho. Quarta, quinta e sexta, às 17h
“O Enlace Entre a Dança e o Cinema: aproximações possíveis para tratar da história do corpo na dança”
Inscrições no Sesc São Caetano ou pelo tel. (11) 4223-8800. Grátis. Vagas limitadas.

Conteúdo: Nos três encontros, títulos de filmes que têm a dança como o eixo da trama, como O Rei da Dança, Black Swan e Retratos da Vida, servirão de gatilho para a discussão sobre a história do corpo na dança e os diferentes pensamentos sobre o corpo numa rede histórica complexa. Com Ana Teixeira.

Espetáculo
Local: Teatro Santos Dumont - Av. Goiás, 111.  Santa Paula.

12 de junho. Sexta, às 20h
“Terra Trêmula” – Dual Cena Contemporânea
Direção e coreografia: Ivan Bernardelli. Cenografia: Vânia Medeiros. Figurino: Otávio Matias Iluminação: Osvaldo Gazotti. Operação de som: Solange Borelli. Direção musical: Martinho Lutero. Direção de Arte: Alícia PeresElenco: Junior Gonçalves, Ivan Bernardelli e Mônica Augusto. Classificação: 12 anos. Duração: 40 minutos.

Sinopse: Brasil, início do século XVIII. O eldorado adormecido ergue-se como uma parede resplandecente que cega, contra a luz, aquele que a vê. Um poderoso bater de asas enfrenta afiadas lâminas de espadas: Ogum e São Miguel Arcanjo encontram-se no Brasil colonial sob os dramáticos contrastes do barroco. Escravidão, inquisição, mineração e tensões religiosas, presentes na formação da sociedade brasileira, atravessam os séculos e, em forma de conflito, alcançam os dias de hoje.

Tour Cultural
Local: saída e retorno - SESC São Caetano - Rua Piauí, 554.

13 de junho. Sábado, às 9h. Retorno previsto às 18h.
“A Dança Revelada na Cidade” - Passeio conduzido por Nirvana Marinho.
Inscrições a partir das 11h do dia 1º/6, no SESC São Caetano.
Grátis. Vagas limitadas. Informações: (11) 4223-8800.

Entre prédios, ruas e carros, a arte do movimento reside no centro da cidade. A despeito da distração de nossos olhos, pela fresta de uma janela entreaberta, a dança acontece nos locais que escrevem a história da dança na capital, a dança acontece nas ruas, quase que por acaso, a dança acontece diariamente no trabalho do profissional de dança habitada em locais de formação, apresentação e reflexão. Neste roteiro, percorreremos alguns destes espaços ocupados pela dança, revelando sua presença na cidade para além dos palcos dos teatros. (não inclui almoço).

Palco Livre
Local: Praça Linear - Av. Kennedy, altura do nº 2.000.

14 de junho. Domingo, a partir das 14h
Informações e inscrições: (11)7858-5549 ou renato@apbd.org.br, com Renato Alves.

O Palco Livre do ABCDança é um espaço de difusão e troca de experiências em Dança. Em um palco ao ar livre, são apresentados trabalhos de dança de todos os estilos previamente agendados.

SANTO ANDRÉ

Oficina e Fórum
Local: ELD - Centro de Dança de Santo André - Rua Eduardo Monteiro, 410. Jd. Bela Vista.

18 de junho. Quinta, às 18h30
Oficina: “Corpo Fora do Eixo” - Cláudia Palma / iN SAiO Cia de Arte
Modalidade: Dança Contemporânea
Público alvo: a partir de 16 anos, interessados em arte que tenham alguma prática corporal.

Conteúdo: As aulas tem por objetivo aproximar os participantes da prática corporal, experimentos e pesquisa desenvolvidos por Claudia Palma, intérprete-criadora e diretora da iNSAiO Cia. de Arte. Serão enfocados elementos relacionados à técnica e prática do corpo em desequilíbrio, desestabilizado pelos estados de vertigem e queda.

18 de junho. Quinta, às 20h
Fórum: “Dança Contemporânea e Conjuntura Política” - Ivan Bernardelli e Paula Petreca
Modalidade: Dança contemporânea
Público Alvo: a partir de 16 anos.

Conteúdo: O fórum pretende analisar conjunturas políticas, artísticas, econômicas e sociais que facilitam ou desfavorecem a realização de projetos de dança e sua difusão. Pretende ainda comparar e contrapor modelos e casos de subsídios, financiamentos e projetos como estratégias possíveis para a sustentabilidade de ações artísticas em dança.

Jornada Fotográfica
Local: saída e retorno - estacionamento principal do Sesc Santo André - R. Tamarutaca, 302.

19 de junho. Sexta, às 19h. Retorno previsto às 22h
“Jornada Fotográfica: Fotografia de Dança”

Os alunos da oficina de Fotografia de Dança do Sesc Santo André, acompanhados do professor Gal Oppido, farão uma saída para fotografar o espetáculo “Nu.Cio” apresentado pela BIZ Cia de Dança, que ocorrerá às 20h30 no CLAC (Centro Livre de Artes Cênicas), em São Bernardo do Campo,

Jam
Local: Área de Convivência do Sesc Santo André - R. Tamarutaca, 302. Vila Alpina.

20 de junho. Sábado, às 15h
Jam de Danças

O Sesc Santo André convida os participantes do festival e demais interessados a participar da JAM que irá unir diversos estilos – do clássico, jazz ao contemporâneo – sob a facilitação do professor e dançarino Ricardo Neves. O único pré-requisito é vir com uma roupa confortável e soltar seu repertório corporal. Inspirado no conceito das jam session (Jazz After Midnight), quando músicos se encontravam para improvisarem, a dança – sempre muito conectada à música, se apropriou do termo e da prática. As jams têm o intuito de abrir a percepção para as possibilidades de composição, criação e conexão além de oferecer espaço para a prática. Todos podem participar e contribuir: assistindo, dançando, explorando, pesquisando, tocando, desenhando, contemplando, vivendo junto... Facilitação: Ricardo Neves. Ator-sonoro: Francisco Lauridsen.

Espetáculo
Local: Teatro Municipal de Santo André - Praça IV Centenário - Centro.

16 de julho. Quinta, às 20h
“Heurói”- Núcleo Luz
Direção e Criação: Chris Belluomini. Assistência de coreografia e ensaios: Ana Luisa Seelaender. Assistência geral e artística: Douglas Iesus, Márcio Greyk e Mauro J. Alves, Música original: Carlos Ranoya. Desenho de luz: Miló Martins. Cenografia, figurino e ilustração: Márcio Macena. Preparação vocal: Juliana Ferretti. Técnico de Luz. Trilha sonora: Panapps. Produção: Renata Montesanti. Elenco: Alessandro Mesquita, Alex Araújo, Amanda Carvalho, Ana Carolina Silva, Bianca Remohi, Camila Bosso, Carlos Araújo, Cristiano Saraiva, Danilo Estevam, Ednelson Guedes, Enoque Gomes, Felipe Almeida, Fernando Ramos, Franciéliton Cardoso, Frank Vinicius, Gustavo Vaz, Harrison Rodrigues, Henrique Moreno, Jeniffer Mendes, Jezreel Pereira, Joelma Souza, Juliana Souza, Kaique Kennedy, Karina Pinedo, Keithy A. Balthazar, Larissa Morais, Larissa Rodrigues, Lee Anderson, Lilian Martins, Lion Lourenço, Lucas Lopes, Maitê Evangelista, Marcelino Dutra, Mariana Prado, Marina Lima, Munique Mendes, Natanael Santos, Nathalia de Alencar, Rachel de Sousa, Rafael Oliveira, Rafaela de Alencar, Renan L. Costa, Renyvaldo Magalhães, Ricardo Januário, Richard Pessoa, Rivaldo Ferreira, Rodrigo Alcântara, Ronilson Silva, Thainá Souza, Thaís dos Reis, Thales Felipe, Victor Almeida, Wellington Matos e Yasmin S. Ribeiro.
Classificação: Livre. Duração: 80 minutos.

Sinopse: O espetáculo “Heurói” trata com humor e delicadeza das aventuras e desventuras que se apresentam no caminho do herói humano. Um herói falível, vulnerável, encantador que, na coragem de prosseguir, experimenta a grandeza de sua jornada. O herói que protagoniza esta história não tem superpoderes, mas o encanto e a vulnerabilidade de sua humanidade. Sua grandeza está na infinita capacidade de se reinventar diante daquilo que não dá certo, daquilo para o qual não estava preparado. A dramaturgia se ampara nessas tentativas, muitas vezes mal sucedidas, de se conquistar alguma coisa.

SÃO BERNARDO DO CAMPO

Oficina
Local: CLAC - Centro Livre de Artes Cênicas - Pça. Cônego Lázaro Equini, 240. Baeta Neves.

19 de junho. Sexta, às 18h
“Criação em Dança Contemporânea. Proximidades e Distâncias” - Renato Vasconcelos
Modalidade: Dança contemporânea
Público alvo: a partir de 16 anos

Conteúdo: A oficina aborda a criação do movimento a partir do principio físico de aproximação e afastamento de diferentes partes do corpo, como: a aproximação e afastamento das mãos, das mãos em relação ao tronco, da cabeça em relação ao cóccix, da cabeça em relação aos pés. Além dos movimentos produzidos a partir das investigações e improvisações individuais os participantes também serão direcionados a observarem o espaço que circunda o movimento e as variáveis de força que envolvem as diferentes possibilidades de afastar e aproximar.

Espetáculo
Local: CLAC - Centro Livre de Artes Cênicas - Pça. Cônego Lázaro Equini, 240. Baeta Neves.
19 de junho. Sexta, às 20h30
“Nu.Cio” – BIZ Cia de Dança
Direção e coreografia: André Bizerra. Figurino: Danusa Carvalho. Iluminação: Renato Lopes Sonoplastia: Rafael Volpe. Elenco: André Bizerra, Letícia Scalise, Marcus Chorro e Paula Sanchez.
Classificação: 14 anos. Duração: 40 min.

Sinopse: Uma mulher japonesa passeia pelos nossos olhos e revela seus segredos mais íntimos. Os artistas dão corpo às fantasias dessa mulher oriental reprimida, fazendo com que, pouco a pouco, os espectadores mergulhem nos seus desejos mais minuciosos. Os acontecimentos se fundem, sem discernir o que é realidade e delírio.

RIBEIRÃO PIRES


Oficina
Local: Teatro Euclides Menato - Av. Prefeito Valdirio Prisco, 193. Centro.

26 de junho. Sexta, às 17h
“Interfaces Composicionais” – Marcus Chorro / Coletivo Black Book
Modalidade: Improvisação composicional
Público alvo: interessados em geral a partir de 14 anos com ou sem experiência em dança.

Conteúdo: vivência direcionada ao âmbito da improvisação composicional, desenvolvida por intermédio de jogos e exercícios cênicos a partir de interfaces entre dança e artes visuais; proposta abordada em meio a presente pesquisa que o coletivo se encontra a fim de refletir sobre a formação transdisciplinar do intérprete contemporâneo. 

Espetáculo
Local: Praça do Doce - Rua Boa Vista - Centro.

27 de junho. Sábado, às 16h
“Danças Urbanas - Loking” - Chemical Funk
Direção e coreografia: Ivo Alcântara. Iluminação Renato Lopes. Elenco: Diego “Popping D” Oliveira, Evandro “Smile” da Silva, Ivo Alcântara, Leandro Fukuzawa, Marcus “Chorro” Gomes, Nati Glitz, Tadeu “Crazy” Santos, Tiago “Boogaloo Begins” Meira e Zildo Faria Jr.
Classificação: Livre. Duração: 45 minutos.

Sinopse: O Locking surgiu no final dos anos 60' e desde então influenciou outras vertentes das danças urbanas. Uma chance de conhecer essa dança única é assistir ao espetáculo do grupo Chemical Funk. O espetáculo tem como característica a apresentação de uma dramaturgia clara e linear, repleta de tramas e surpresas, que muitas vezes utiliza-se do humor como ferramenta cênica.

Palco Livre
Local: Praça do Doce - Rua Boa Vista. Centro.

27 e 28 de junho. Sábado e domingo, a partir das 14h
Informações e inscrições: (11)7858-5549 ou renato@apbd.org.br, com Renato Alves.

O Palco Livre do ABCDança é um espaço de difusão e troca de experiências em Dança. Em um palco ao ar livre, são apresentados trabalhos de dança de todos os estilos previamente agendados.

MAUÁ

Oficina
Local: Espaço das Oficinas – Rua dos Bandeirantes, 611. Vila Bocaina.

17 de julho. Sexta, às 17h
"Matrizes da Dança Brasileira" - Ivan Bernardelli / Dual Cena Contemporânea
Modalidade: Dança contemporânea
Público alvo: a partir de 16 anos.

Conteúdo: A oficina propõe uma investigação coreográfica a partir das relações entre a dança contemporânea e as matrizes das danças tradicionais brasileiras, explorando a complexidade de suas estruturas lúdicas, musicais, rítmicas e espaciais. Através destas relações, os participantes irão desenvolver composições coreográficas a partir das matrizes propostas, gerando diversas combinações dramatúrgicas.

Espetáculo
Local: Céu da Artes – R. América do Norte com América do Sul. Parque das Américas.

17 de julho. Sexta, às 20h30
“BECO” - T.F. Style Cia de Dança
Direção geral: Igor Gasparini. Direção artística: Frank Tavantti. Coreografia, cenografia e figurino: Igor Gasparini e Frank Tavantti. Iluminação e sonoplastia: Gustavo Guerra. Elenco: Bianca Emy, Bruna Sant’Anna, Frank Tavantti, Helon Hori, Igor Gasparini, Luiz Paulo Cordeiro, Marcia Marcos, Marcos Werneck, Mayara Rosa, Natália Moura e Verônica Lopes. Estagiário: Arthur Alves.
Classificação: 12 anos. Duração: 40 min.

Sinopse: "BECO", de Igor Gasparini e Frank Tavantti, surge a partir de questionamentos sobre o quanto conhecemos a nós mesmos, até onde vão os nossos desejos e o que quer nosso inconsciente. A partir daí, o espetáculo busca refletir sobre os anseios individuais e coletivos; sobre o “beco de cada um” e o que move esse corpo, sonhando ou acordado, aprofundado internamente em múltiplas vontades e refletindo metáforas de uma vida de aparências.

RIO GRANDE DA SERRA

Oficina
Local: Departamento de Cultura - Rua Pedro Bracialli, 80. Centro.

18 de julho. Sábado, às 14h30
“Percussa – Locking” - Zildo Aparecido Faria Júnior
Modalidade: Dança e música. Público alvo: Livre

Conteúdo: A oficina ”Percussa-Locking” vai proporcionar uma junção da música e da dança com foco nas danças urbanas e na música corporal percussiva através de um olhar crítico-experimental dessas artes. O instrumento utilizado nessa oficina será o corpo, e a construção dos ritmos a serem explorados se dará por meio da experimentação e vivência dos participantes. A percussão se caracteriza pela organização dos sons ritmicamente marcados, sendo então a percussão corporal um meio de transformar o corpo em um instrumento musical. O movimento será a linguagem do corpo tendo como pilar a expressão urbana da dança Locking. A dança Locking é a pioneira das Street Dances sendo base para todas as outras vertentes das Danças Urbanas. As movimentações dessa dança surgiram da observação do cotidiano como dirigir, cumprimentar, apontar etc, exigindo em alguns momentos força e fluidez. A integração entre essas artes tornará possível uma experiência de criação sob um novo prisma artístico performático.

Intervenção
Local: Praça da Bíblia, s/n.

18 de julho. Sábado, às 17h
“Skyline - Poema para lugares altos” - Projeto CO
Direção e coreografia: Paula Petreca. Cenografia e figurino: Bruna Petreca. Sonoplastia: Sara Pinheiro. Dramaturgia: Camila Bronizeski. Elenco: Camila Bronizeski, Juliana Adorno, Letícia Paschoaleti e Paula Petreca.
Classificação: Livre. Duração: 45 minutos.

Sinopse: “Skyline” é um trabalho de dança concebido como uma ode a todos os movimentos que povoam a cidade. Criado para ser dançado do alto, da perspectiva de quem olha as rotinas, trajetórias, encontros, desencontros e jornadas vistas de cima, este trabalho é uma dança que cumprimenta e reverencia o humano (urbano e contemporâneo) por toda sua humanidade. De cima de um viaduto, de um prédio, ou de uma ponte, mulheres vestidas de branco acenam para os carros, pedestres e pássaros que passam. Um delírio lírico, um poema dançado…

SÃO PAULO

Exposição
Local: CRD - Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo
Baixos do Viaduto do Chá s/n, Galeria Formosa. Centro (antiga Escola Municipal de Bailado)

 22 de julho, visitação: Terça a domingo, das 10 às 21h, até 31/7
“20 anos – Companhia de Danças de Diadema”
Organização do fotógrafo Paulo César Lima.

Oficina
Local: CRD - Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo
Baixos do Viaduto do Chá s/n, Galeria Formosa. Centro (antiga Escola Municipal de Bailado)

22 de julho. Quarta, às 19h
“Visualidades da Dança" - Fábio Jota
Modalidade: oficina teórica e expositiva. Publico alvo: maiores de 16 anos.

Conteúdo: O Pesquisador Fabio Jota apresenta um bate papo sobre a interrelação entre o audiovisual e a dança por meio de diferentes processos artísticos na contemporaneidade presentes na videodança, videoarte, videoperformance, cinema experimental e registros de experiências coreográficas e performáticas com o uso de projeções em palco e espaços alternativos.

Espetáculos e Intervenção
Local: CRD - Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo
Baixos do Viaduto do Chá s/n, Galeria Formosa. Centro (antiga Escola Municipal de Bailado)

23 de julho. Quinta, às 21h
“Platô” - iNSAiO Cia de Arte
Direção, coreografia e cenografia: Cláudia Palma. Figurino: Lia Damasceno. Iluminação: André Boll e Silviane Ticher. Sonoplastia ao vivo: Celso Nascimento. Provocação cênica: Mariana Muniz. Provocação filosófica: Rodrigo Vilalba. Audiovisual (processo): Felipe Teixeira. Gravação, edição e finalização: Osmar Zampieri. Elenco: Armando Aurich, Claudia Palma.Celso Nascimento (música original e ao vivo).
Classificação: 14 anos. Duração: 50 min.

Sinopse: "Ninguém entra num mesmo rio uma segunda vez. Pois quando isso acontece, já não se é o mesmo; assim como as águas, que já serão outras." (Heráclito de Éfeso, filósofo). Corpos que se reencontram no tempo e no espaço. Trajetos que se acompanham por muito tempo, desviam e voltam a se tocar. Pensar as diferenças enquanto caminhos traçados. É no cruzamento da textura destes diversos discursos que delicadezas e memórias criam o desejo de outras perspectivas. Não se parte mais de onde parou. É preciso haver inversões, reversões, outro tempo. “É no cume da montanha que o percurso começa.” (Michel Serres).

 24 de julho. Sexta, às 21h
“Bolero” – Cia Perversos Polimorfos
Direção: Ricardo Gali. Coreografia: Luis Viana. Iluminação: Vinicius Andrade.Figurino: Ricardo Gali. Vídeo e foto: Fábio Furtado. Colaboração artística: Natália Mendonça, Gabriel Tolgyesi, Patrícia Bergantin, Juliana De Bonis. Elenco: Maurício Flórez Raigoza.
Classificação: Livre. Duração: 30 minutos.

Sinopse: “Bolero” é uma performance da Cia Perversos Polimorfos para a música “El bolero” do compositor Maurice Ravel, interpretado pelo bailarino colombiano Maurício Flórez Raigoza, atualizando a coreografia “Arrojo” do venezuelano Luis Viana, sob direção de Ricardo Gali. Teve sua estreia em novembro de 2014 no Sesc Pinheiros em São Paulo e apresentações em Medellin/COL e em Paris/FRA.

24 de julho. Sexta, às 21h30
“Ser Híbrido” – Corpo Único
Direção: Ton Carbones. Coreografia: A Cia. Figurino: Orlando Dantas. Intérprete criador: Orlando Dantas.
Classificação: 16 anos. Duração: 20 minutos.

Sinopse: Livremente inspirado na obra “Orlando” de Virgínia Woolf, onde a personagem, passando por diversas situações amorosas, políticas e poéticas, sofre modificações psicológicas e físicas se transformando em mulher. O homem contemporâneo a cada dia se torna mais mutante e muito disso se dá mais pela necessidade de se enquadrar em um ambiente, do que pelas suas vontades. Instigado por essas transformações, “Ser Híbrido” tem o objetivo de revelar esse corpo contemporâneo em suas diversas situações, onde o mundo externo interfere de forma direta em sua vida.

25 de julho. Sábado, às 21h
“Cisza – o último silêncio é a morte” - Com[som]ante Cia de Arte
Direção: Harrison Rodrigues. Coreografia: Cleber Vieira, Francisco Souza, Giovana Santos, Harrison Rodrigues, Jeniffer Mendes, Joelma Souza, Lucas Lopes, Mia Assumpção, Victor Almeida e Wellington Al. Cenografia e figurino: Com[som]antes Cia de Arte. Iluminação: Fernando Ramos. Sonoplastia: Frank Matos. Elenco: Cleber Vieira, Camila Pam, Frank Vinicius, Giovana Santos, Harrison Rodrigues, Jeniffer Mendes, Lucas Lopes e Welington Al.
Classificação: Livre. Duração: 50 minutos.

Sinopse: “Cisza - o último silêncio é a morte” é um espetáculo que percorre linguagens artísticas, enfatizando a dança. Seu embrião surgiu em 2012, em um Laboratório de Criação proposto pelo Projeto Núcleo Luz e pôde amadurecer e ganhar força através do incentivo do Programa para a Valorização de Iniciativas Culturais - VAI 2014. O espetáculo aborda múltiplas relações com o silêncio e, consequentemente, com o som. Desde a busca da quietude externa até uma decorrente colisão com a calmaria do âmago. O foco dessa dança não está apenas nos extremos pontuados, mas sim em seus entremeios.

Fórum
Local: CRD - Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo
Baixos do Viaduto do Chá s/n, Galeria Formosa. Centro (antiga Escola Municipal de Bailado)

26 de julho. Domingo, às 17h
”Entre águas: um encontro entre a tradição afro-brasileira e a dança clássica indiana” - Irani Cippiciani
Público alvo: maiores de 15 anos

Conteúdo: Na palestra “Entre águas: um encontro entre a tradição afro-brasileira e a dança clássica indiana”, Irani Cippiciani discorre sobre o papel e as possíveis contribuições da tradição dentro do universo contemporâneo em dança, partindo do processo de criação do espetáculo ‘Orè Yéyè O, Oxum Tarangam’, coprodução Brasil/Índia que une a técnica da dança clássica indiana ao riquíssimo universo cultural brasileiro.

Batalha
Local: CRD - Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo
Baixos do Viaduto do Chá s/n, Galeria Formosa. Centro (antiga Escola Municipal de Bailado)

26 de julho. Domingo, das 19h às 21h
Batalha Locking de B-boys e B-girls
Colaboração: Chemical Funk

Ficha técnica: ABCDança 2015 - 10 anos

Coordenação geral: Ana Bottosso. Produção administrativa: Ton Carbones. Produção executiva: Rodrigo Castelo Branco. Assessoria de comunicação: Renato Alves. Comissão de seleção de projetos: Ana Bottosso (Presidente da comissão), Débora Carvalho (Sesc São Caetano), Isis Lourenço (Secretaria de Cultura de Mauá), Lígia Azevedo (Sesc Santo André), Luiz Rocha (Centro Cultural Diadema), Marcos Ferraz (CLAC - Centro Livre de Artes Cênicas, São Bernardo do Campo), Nelson Donizete (Departamento de Cultura de Rio Grande da Serra), Paula Kirstus (Secretaria de Cultural de São Caetano do Sul), Satie Marina Wapanabe (Sesc São Caetano do Sul), Vânia Cristina Ribeiro (ELD - Centro de Dança de Santo André), Yáskara Manzini (CRD - Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo). Concepção gráfica: Phoenix Art Studio. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Fotografia: Paulo César Lima. Vídeomaker: Cristina Ávila e Produção ABCDança. Parcerias: Cooperativa Paulista de Dança, Sesc São Paulo, Prefeitura do Município de Diadema, Prefeitura do Município de São Bernardo CLAC – Centro Livre de Artes Cênicas, Prefeitura de São Caetano do Sul, Prefeitura de Mauá, Prefeitura de Ribeirão Pires, Prefeitura de Rio Grande da Serra, Prefeitura de São Paulo, CRD – Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo.




Contatos / ABCDança: abcdanca@apbd.org.br
Tel: (11) 7852-8364 / 7852-8365 / 7858-5549 – Renato Alves