segunda-feira, 3 de agosto de 2026

Mostra de Teatro de Heliópolis chega à 7ª edição com programação gratuita em agosto

A MTH apresenta montagens adultas e infantis produzidas por artistas e grupos que atuam em territórios periféricos do estado de São Paulo.

A 7ª Mostra de Teatro de Heliópolis, percussora e referência na difusão do teatro periférico brasileiro, acontece entre os dias 15 e 22 de agosto de 2026, com entrada gratuita em todas as atrações. A produção oferece transporte gratuito para os espetáculos adultos, saindo da Estação Sacomã do Metrô.

Desde 2015, a Mostra acontece com o objetivo de promover um panorama de grupos e coletivos teatrais, cujas atividades sejam desenvolvidas em comunidades populares e regiões periféricas do Estado de São Paulo. A programação completa e demais informações podem ser acessadas pelo Instagram @mostraheliopolis e @ciadeteatroheliopolis e pelo site ciadeteatroheliopolis.com/mostra2026.

Os espetáculos para o público adulto ocorrem na Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, sede da Companhia de Teatro Heliópolis, sediada no Ipiranga. O espetáculo convidado Republikkk ou Encruzilhada Não É Beco, do REC Instituto, abre a MTH no dia 15/08, sábado, às 20h. A Mostra segue com as seguintes montagens: Teimar Até que Brote (16/8, domingo, às 18), com o Coletivo Corpo Aberto; Nitrido ou a Dramaturgia de Cavalo (21/08, sexta, às 20h), com o grupo Cavalo Teatro; e Parelha, Um Olhar Sobre a Realidade (22/08, sábado, às 20h), com o Núcleo Parelha.

Para o público infantil e jovem, a programação acontece em espaços de Heliópolis, formada por: O Auto do Negrinho, do Teatro Terreiro Encantado, no CCA Heliópolis (18/08, terça, às 14h30); Festa na Roça, com o Coletivo Piracema, no CCA PAM (19/08, quarta, às 14h30); O Circo da Lona Preta, da Trupe Lona Preta, no CCA Lagoa (20/08, quinta, às 14h30); e Suspiros e Burbujas, com a Cia Laguz Circo e Teatro Itinerante, no CEU Meninos (21/08, sexta, às 15h).

A programação oferece ainda a vivência artística Dramaturgias do Vestígio: Corpo, Território e Memória (de 10 a 13/8, das 14h às 18h), com integrantes do REC Instituto, além de rodas de conversa entre os grupos e o público presente, mediadas pelo curador Alexandre Mate, e uma Feira Literária dedicada à difusão de autores periféricos brasileiros e a editoras cujo foco seja artes cênicas e questões sociais. A MTH ainda conta com Olhar Crítico de Alexandre Mate e de convidados/as que assistirão todos os espetáculos, cujas resenhas críticas serão publicados no site do evento.

Realizada pela Companhia de Teatro Heliópolis e pela produtora MUK, a MTH tem curadoria coordenada por Alexandre Mate (doutor, professor e pesquisador do Núcleo Paulistano de Teatro de Grupo) e por Dalma Régia (atriz, produtora e fundadora da Cia. de Teatro Heliópolis). A direção artística é de Miguel Rocha, e Daniel Gaggini assina a direção de produção do evento. Esta edição da MTH - Mostra de Teatro de Heliópolis foi viabilizada por meio do Edital de Fomento à Cultura SP - ProAC nº 092025, Economia Criativa: Fomento à Mostras, Festivais e Evento, da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo.

O desejo de realizar a 7ª Mostra de Teatro de Heliópolis vem ao encontro da urgência de dar continuidade a ações que gerem mecanismos para fortalecer, estimular e difundir a criação artística de grupos e artistas teatrais atuantes em territórios periféricos, bem como da necessidade de oferecer oportunidades e visibilidade à rica e pulsante cena teatral dessas localidades. 

Para o curador Alexandre Mate, "a Mostra de Teatro de Heliópolis é absolutamente relevante por que apresenta um painel de diferentes necessidades, experimentos estéticos teatrais, em uma perspectiva experimental, daquilo que de melhor vem sendo feito no mundo". Já o diretor artístico Miguel Rocha, argumenta: "Poder ver o outro, assistir, perceber, o modo de se ‘organizar’ dos grupos, vai sempre impactar o nosso trabalho (Cia de Teatro Heliópolis). A Mostra de Teatro de Heliópolis também traz a possibilidade de vermos como outros grupos desenvolvem seus trabalhos, suas pesquisas e seus processos. Vai se criando a prática a partir da troca, da percepção. Eu acho isso fundamental para o teatro e para quem faz teatro".

Serviço | Programação

Mostra de Teatro de Heliópolis
Espetáculos: 15 e 22 de agosto de 2026
Vivência artística: 10 a 13 de agosto - Das 14h às 18h
Inscrições para vivência: 21 a 31 de julho - Formulários nas redes sociais.
Locais de apresentações: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho, CEU Meninos e CCA’s Heliópolis, PAM e Lagoa.
Acesso gratuito à toda programação.
Ingressos - Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho:  1h antes da sessão - ordem de chegada.
Interprete de Libras e Roda de conversa ao final das apresentações: Teatro adulto.
Transporte gratuito (Van): Estação Sacomã do Metrô (saída R. Bom Pastor) até a Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho. Horários de saída serão divulgados nas redes sociais.
Informações, programação e inscrições: www.ciadeteatroheliopolis.com/mostra2026/ 
Instagram - @mostraheliopolis e @ciadeteatroheliopolis | Facebook - @mostradeteatrodeheliopolis
Contato MTH: producao@ctheliopolis@gmail.com 

FOTOS: https://drive.google.com/drive/folders/1Kolzam5jkREk4iznbxY5XkdiizUFuQpN

Programação - Teatro | Público adulto

Local: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533 - Ipiranga. São Paulo/SP. 

15/08 - Sábado, às 20h
Espetáculo convidado: Republikkk ou Encruzilhada Não É Beco
Com: REC Instituto
Duração: 80 min. Classificação: 14 anos. Gênero: Drama. 

16/08 - Domingo, às 18h
Espetáculo: Teimar Até que Brote
Com: Coletivo Corpo Aberto
Duração: 60 min. Classificação: 12 anos. Gênero: Drama. 

21/08 - Sexta, às 20h
Espetáculo: Nitrido ou a Dramaturgia de Cavalo
Com: Cavalo Teatro
Duração: 70 minutos. Classificação: Livre. Gênero: Híbrido. 

Dia 22/08 - Sábado, às 20h
Espetáculo: Parelha, Um Olhar Sobre a Realidade
Com: Núcleo Parelha
Duração: 60 min. Classificação: 14 anos. Gênero: Drama. 

Programação - Teatro de rua | Público infantil

Locais: CCA - Centro para Criança e Adolescente e CEU

18/08 - Terça, às 14h30
Espetáculo: O Auto do Negrinho
Com: Teatro Terreiro Encantado
Duração: 60 min. Classificação: Livre. Gênero: Drama.
Local: CCA Heliópolis (R. Coronel Silva Castro, 58 - Heliópolis. SP/SP)

19/08 - Quarta, às 14h30
Espetáculo: Festa na Roça
Com: Coletivo Piracema
Duração: 50 min. Classificação: Livre. Gênero: Comédia.
Local: CCA PAM (R. Jovens do Sol, 128 - Heliópolis. SP/SP) 

20/08 - Quinta, às 14h30
Espetáculo: O Circo da Lona Preta
Com: Trupe Lona Preta
Duração: 50 min. Classificação: Livre. Gênero: Comédia.
Local: CCA Lagoa (R. Flor do Pinhal, 2 - Heliópolis. SP/SP) 

21/08 - Sexta, às 15h
Espetáculo: Suspiros e Burbujas
Com: Cia Laguz Circo e Teatro Itinerante
Duração: 50 min. Classificação: Livre. Gênero: Comédia.
Local: CEU Meninos (R. Barbinos, 111 - São João Clímaco. SP/SP) 

Vivência artística

Local: Casa de Teatro Mariajosé de Carvalho
Rua Silva Bueno, 1533 - Ipiranga. São Paulo/SP. 

Tema: Dramaturgias do Vestígio: Corpo, Território e Memória
Com: REC Instituto
Ministrantes: Hercules Morais, Paulo Victor Gandra e Angela Ribeiro
Inscrições: 21 a 31 de julho - Formulários nas redes sociais.
Quando ocorre: 10, 11, 12 e 13 de agosto - das 14h às 18h
Vagas: 20. Público-Alvo: Artistas, estudantes de teatro, dança, performance, música e interessados em processos de criação cênica, independentemente de experiência prévia. 

SOBRE OS ESPETÁCULOS – Público adulto

Republikkk ou Encruzilhada Não É Beco - REC Instituto

Em um dia de festa, um homem comum, após brigar com Deus, revê a própria história e se pergunta como poderia ter evitado uma tragédia. Entre a roça e a cidade, o espetáculo investiga a resposta à pandemia e a reatividade de uma política politizada. Vida e morte, a passagem do tempo e o que resta de esperança atravessam uma dramaturgia sobre um Brasil Multiforme. Cruzes na terra vermelha, números em tábuas, pau-brasil e a gueroba que renasce com a chuva: histórias reais se cruzam com Darcy Ribeiro, com a Folia de Reis e as tradições ancestrais negras e indígenas. A obra transfigura o luto coletivo em memória, corpo e território.

Concepção e direção: Hercules Morais. Assistência de direção: Mariana Brand. Dramaturgia: Angela Ribeiro e Hercules Morais. Elenco: Hercules Morais, Emmanuelle Barcelos, Paulo Victor Gandra, Marcelo Villas Boas, Magno Argolo e Thiago Machado. Preparação corporal e direção de movimento: Paulo Victor Gandra. Preparação vocal: Hercules Morais. Direção de arte: Clíssia Morais. Cenografia: Clara Lindorfer. Figurinos: Sandra Machado. Visagismo: Hercules Morais. Adereços: Olivio de Oliveira e Jesus Walkir Pedroso. Desenho de luz: Docini. Desenho de som e música original: Renato Navarro.  Técnico de palco: Abner Felix. Produção: Fernando de Marchi. Realização: REC Instituto.

Teimar Até que Brote - Coletivo Corpo Aberto

Teimar Até que Brote - inspirado na organização das agricultoras urbanas periféricas da Zona Leste de São Paulo - mergulha no desafiador e poético processo de criação de uma horta comunitária. A peça ecoa as vozes que revelam a imensa teimosia e o sonho coletivo, necessários para transformar um terreno "condenado a num dá nada", repleto de lixo, pedras e cercado pela lógica urbana. Narrando a jornada, desde a árdua remoção de pedras até a espera pelo brotar, o espetáculo celebra a resistência ao fazer vingar a vida em "terra desenganada", mostrando como a terra não só muda as pessoas, mas também representa um ato profundo de fincar raízes de esperança e possibilidade em meio à disputa por espaço na periferia.

Dramaturgia: Rafael Cristiano. Direção: Veronica Avellar. Elenco: Danielle Rocha, Jennifer Soares, Patrícia Bruschini, Thamara Almeida, Isa Souza e Veronica Avellar. Composição de trilhas mecânicas: Rafael Vícole. Composição de canções: Jéssica Nunes. Preparação corporal: Daniele Laetano. Figurinos: Laís da Lama. Cenografia: Veronica Avellar. Musicista (sanfona) e cantora: Jéssica Nunes.  Iluminação: Tomate Saraiva. Vídeo mapping: Leonardo Souzza. Orientação de pesquisa: Mulheres do GAU. Mídias sociais: Tuane Júlia. Arte gráfica: Carlos Bertuol. Produção geral: Danielle Rocha. Produção executiva: Patrícia Bruschini e Tuane Júlia.

Nitrido ou a Dramaturgia de Cavalo - Cavalo Teatro

O “EU corpo-humano”, tem uma forte presença de cena, assim como o “corpo-cavalo”, assim como as luzes brincando com o que é o atuador, o que é o cavalo e o que é o público. A peça narra o encontro da fome, da feira, do lixo e da humanidade em sua cavalaria periférica. Laís Cafari fez uma ampla pesquisa sobre a alimentação na periferia, com foco em sua região, no Jardim Romano (extremo leste de São Paulo), onde a falta de tempo e dinheiro dificulta a ingestão de alimentos frescos, in natura ou preparados na hora, levando ao maior consumo ultraprocessados, mais baratos e práticos. A peça se ancora no conceito de “escrevivência” de Conceição Evaristo para construir uma narrativa que se firma como expressão coletiva. Nitrido significa o ato de relinchar, propondo uma experiência cênica visceral onde palavra, som e movimento atravessam o público. s atores retratam os cavalos com uma intensa coreografia em meio aos alimentos, caixas de feira, objetos de locomoção.

Dramaturgia e direção geral: Laís Cafari. Elenco: Abraão Kimberley, Dante Preto, Janderson Fundação, Jefferson Silvério, João Carlos Pinto, Ricieri Palha e Will Belarmino. Atores substitutos: Mateus Jesus e Efraim Canuto. Coordenação de produção artisitica: Trinity. Orientação junto à direção: Lúcia Kakazu. Preparação corporal: Gisele Calazans. Preparação vocal: Tâmara David. Provocação corporal: Nina Giovelli, Verônica Corpo Santos. Coreografia “Das trocas”: Claudiana Honório. Coreografia “Capoeira”: Rafael Oliveira e Laís Cafari. Provocação textual de produção executiva: Lisa Ferreira. Assistência de produção: Jéssica Oliveira e Vini Ranieri. Concepção de cenário: Laís Cafari. Confecção de caixotes e carrinho: Wanderley Wagner da Silva. Arte caixotes: Julia Morinaga. Figurinos: Mara Carvalho. Orientação de dramaturgia: Jessica Nascimento Olaegbe. Nutricionista: Melissa Tarrão. Designer: Tamii e Melissa Centurion. Fotógrafia: David Rodrigues e Nah S Prado. Comunicação: Isabela Escudeiro. Filmaker: Gustrago. Criação de Músicas: Abraão Kimberley, Dante Preto, Janderson Fundação, Jefferson Silvério, João Carlos e Laís Cafari. Faixa das "trocas": Lucas F Paiva. Agradecimentos: Coletivo Estopô Balaio, Cia Quatro Ventos, Luzia Andrade, Movimento Cultural Ermelino Matarazzo e aos moradores do Jardim romano.

Parelha, Um Olhar Sobre a Realidade - Núcleo Parelha

Dois cavalos, Santa Cruz e Parelheiros, correm sem parar por uma das regiões mais esquecidas de São Paulo: Parelheiros. Isto, 198 anos atrás. Em uma laje na periferia, as personagens Fena e Cambuci revelam histórias de um território marcado por promessas e muros. Prestes a completar 199 anos, Parelheiros decide parar de correr pela primeira vez, entrando em conflito com seu irmão, o Santa Cruz (vulgo cavalo Pangaré). A montagem convida o público a refletir sobre o que Parelheiros viu nesse lugar de promessas e de muitos muros. Seria possível ultrapassar esses muros? O espetáculo, que mistura teatro, música autoral, audiovisual e memória viva da periferia, nasceu de uma experiência vivida pelas artistas Maria José Alves e Dionísia Gonçalves, colocando a periferia no centro da cena.

Concepção, atuação e música em cena: Dionísia Gonçalves e Maria José Alves. Dramaturgia: Cristiane Sobral e Núcleo Parelha. Direção: Juliana Pardo e Alício Amaral (Cia Mundu Rodá) e Núcleo Parelha. Elenco: Dionísia Gonçalves e Maria José Alves. Direção musical: Gregory Slivar. Trilha sonora e composição ao vivo: Dionísia Gonçalves. Preparação vocal: Dionísia Gonçalves. Preparação corporal: Juliana Pardo e Alício Amaral. Criação e operação de Luz: Kenny Rogers. Assistência de iluminação: Bianca Pereira. Cenografia: Wanderley Wagner e Núcleo Parelha. Concepção de figurino: Macarena Rozic (Reviver Ateliê). Hairstyle: Mestiça. Fotografia - Laje: Kenny Rogers. Fotografia: Cristhiane Evangelista. Designer gráfico: Adi Alves. Operação de som e cenotecnia: Gilson Lande. Consultoria musical: Gilson Lande. Manutenção técnica: Luthieria Fênix Sg. Produção geral: Núcleo Parelha. Produção de campo: Sula Silva. Realização: Núcleo Parelha.

SOBRE OS ESPETÁCULOS – Público infantil / Teatro de rua

O Auto do Negrinho - Teatro Terreiro Encantado

Com direção de Cleydson Catarina e inspirado no cordel Negrinho do Pastoreio, de Klévisson Viana, o espetáculo de teatro popular apresenta a lenda do Negrinho do Pastoreio, uma criança escravizada no sul do Brasil. A história do pequeno menino permeia o imaginário popular brasileiro e serve ao grupo como reflexão sobre o genocídio da juventude negra, indígena e pobre nos tempos atuais. Lançando mão da oralidade da literatura de cordel, da estética, religiosidade e musicalidade das Congadas, além das máscaras e bonecos das manifestações populares, os artistas convidam o público para um teatro ritualístico, no qual o festejo é uma forma de rebeldia e resistência.

Direção: Cleydson Catarina. Cordel: Klévisson Viana. Elenco: Cleydson Catarina (ator e bonequeiro), Uberê Guelé (ator e bonequeiro), Rager Luan (músico, ator e bonequeiro) e Rafael Fazion (músico). Produção: Ju Dias.

Festa na Roça - Coletivo Piracema

Na vida de quem vive no interior, uma boa prosa acompanhada de um cafezinho fresco é irresistível. No palco, uma grande celebração acontece em Festa na Roça: o encontro entre velhos amigos que se juntam para brincar, jogar conversa fora e, é claro, se divertirem muito. E o público não fica de fora da festança não! São muito bem recebidos com músicas típicas ao vivo, como se estivessem na sala de casa pra se divertirem e desfrutarem das tradições interioranas e caipiras.

Direção: Coletivo Piracema. Elenco: Bruno Peruzzi, Danieli Maimoni, Denis Menezes, Hugo Delariva, Junior Taz, Katina Sousa e Suelen Zacharias; Rafael Magrim e Franco Garcia. Direção musical: Franco Garcia. Trilha sonora: Franco Garcia e Rafael Magrim. Composição musical “Chegança”: Hugo Delariva e Franco Garcia. Cenografia e figurinos: Silmara Delariva. Fotografias: Adriano Scanhuela, Vinicius Mena e Diego Delariva. Produção: Cia. Pé de Cana e MB Circo.

O Circo da Lona Preta - Trupe Lona Preta

O Circo da Lona Preta é um espetáculo inspirado na tradição circense. Os palhaços Rabiola e Chico Remela - interpretados por Joel Carozzi e Sergio Carozzi - reconstroem de forma divertida os símbolos do picadeiro, atualizando e dando novo vigor às clássicas cenas circenses tradicionais e mambembes, nas picadilhas do imaginário periférico.

Direção: Sergio Carozzi. Elenco: Joel Carozzi e Sergio Carozzi. Figurinos: Leandro Benites. Produção: Cristiane Fernandes.

Suspiros e Burbujas - Cia Laguz, Circo e Teatro Itinerante

Romina Sanchez e Felipe Abreu dão vida aos palhaços Burbuja e Suspiro. Eles chegam carregando mais do que malas: trazem histórias, sotaques e uma paixão pelo circo que contagia a todos. Em Suspiros e Burbujas, números tradicionais se transformam em cenas vivas: malabares viram dança, bolhas de sabão se tornam poesia no ar. E o público é parte essencial da brincadeira. A Cia Laguz, Circo e Teatro Itinerante apresenta um espetáculo que celebra o que o circo tem de melhor: a capacidade de unir pessoas por meio do riso.

Direção: Laguz Circo. Criação e interpretação: Felipe Abreu Pereira e Romina Sanchez. Figurino: Romina Sanchez. Cenotecnia: Felipe Abreu Pereira. Cenário: Cia Laguz Circo e Teatro. Maquiagem: Cia Laguz Circo e Teatro. Orientação cênica: João Lima. Produção: Romina Sanchez. 

Informações à imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel.: (11) 99373-0181 | verbena@verbena.com.br

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