quinta-feira, 18 de maio de 2023

Companhia de Danças de Diadema apresenta dois espetáculos no Teatro Sérgio Cardoso

Força Fluida tem ingressos a 10 e 5 reais e o infantil Nas Águas do Imaginar é gratuito.  

 
                                                            Fotos: Sílvia Machado | Fabio Vera Cruz 
Teatro Sérgio Cardoso - equipamento vinculado à Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerido pela Amigos da Arte - recebe a Companhia de Danças de Diadema, nos dias 27 e 28 de maio, sábado (às 20h30) e domingo (às 17h), com dois espetáculos de seu repertório: Força Fluida (de JaeDuk Kim) e o infantil Nas Águas do Imaginar (de Ton Carbones e elenco), respectivamente.

Estas apresentações integram a programação do projeto MOVIMENTO 28, da Companhia de Danças de Diadema, contemplado pelo Prêmio Funarte Circulação e Difusão da Dança – 2022, que compreende apresentações de dança contemporânea para público adulto e infantil, além de ações formativas como bate-papo após as sessões, oficinas práticas e workshops. A circulação contempla os estados de São Paulo e Ceará, buscando o rompimento de fronteiras entre linguagens artísticas. O título do projeto vem da junção dos algarismos 2 + 8, que somam 10 apresentações, e também destaca o 28º aniversário da Companhia de Danças de Diadema, comemorado em 2023. Na circulação estão as seguintes obras: EU por detrás de MIM, Força FluidaSCinestesia, Nas Águas do Imaginar e Crocodilo Embaixo da Cama, sendo que a programação se ajusta conforme a cidade visitada.

Força Fluida

Com direção geral de Ana Bottosso, Força Fluida é uma obra criada pelo coreógrafo sul-coreano JaeDuk Kim, especialmente para a Companhia de Danças de Diadema, em 2017. No espetáculo, JaeDuk Kim transita pelo minimalismo dos movimentos que dialogam com a trilha sonora, ora se expressando com a força de um guerreiro ora com a delicadeza de uma folha caindo no outono. Estes e outros elementos da ancestral cultura oriental se concentram na obra, traduzidos pelo olhar contemporâneo deste sensível artista e dos intérpretes da Companhia que atuam em Força Fluida.

Direção geral: Ana Bottosso. Coreografia: JaeDuk Kim (Coreia do Sul). Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical e figurino: JaeDuk Kim. Montagem de Luz: Luan Vinícius. Assistência de produção e sonoplastia: Jehn Sales. Intérpretes criadores: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Felipe Julio, Flávia Rodrigues, Guilherme Nunes, Leonardo Carvajal, Noemi Esteves, Thaís Lima e Ton Carbones.

Nas Águas do Imaginar

Uma criança é surpreendida, na hora de dormir, por seres fantásticos que surgem no quarto, instigando sua imaginação. Ávida pela diversão, ela se arma de coragem e muita criatividade para embarcar em uma viagem ao mundo do imaginar. No início da viagem, as roupas jogadas pelo quarto vão ganhando vida, dançando e se organizando. Como se estivesse sonhando ela sai da cama, os objetos do quarto se transformam e a aventura começa. Surgem Piratas engraçados e atrapalhados; uma Polvo aparece junto com agitadas criaturas Siamesas; um Caçador e uma Sapa planejam roubar a imaginação da criança, ajudados por seres misteriosos, deslizantes e muito suspeitos; no fundo do mar, um navio é comandado pela capitã Polvo e seus Piratas. Enquanto a criança se diverte com brinquedos que ganham vida, transformações mágicas, amigos imaginários e personagens que emitem sons curiosos, o caçador coloca em prática o plano de roubar sua imaginação, mas ele não contava com a astúcia das Siamesas que mostram que a imaginação não pode ser roubada.

Direção geral: Ana Bottosso. Coreografia: Ton Carbones e elenco. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical: Luciano Sallun. Concepção figurino: Salomé Abdala. Cenografia e adereços: Ateliárea - Daniel Sapiência e Paula Martins. Desenho de luz: André Prado, Ton Carbones, Ana Bottosso. Montagem de luz: Luan Vinícius. Assistência de produção e sonoplastia: Jehn Sales. Intérpretes criadores: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Felipe Julio, Flávia Rodrigues, Guilherme Nunes, Leonardo Carvajal, Noemi Esteves, Thaís Lima e Ton Carbones.

Serviço

Companhia de Danças de Diadema
Projeto MOVIMENTO 28 | Prêmio Funarte de Circulação e Difusão da Dança – 2022. 

27 de maio. Sábado, às 20h30
Espetáculo: Força Fluida
Duração: 45 minutos. Classificação: Livre.
Ingressos: 10,00 (inteira) e 5,00 (meia-entrada)
Ingressos na Bilheteria do Teatro e online: www.sympla.com.br.

28 de maio. Domingo, às 17h
Espetáculo infantil: Nas Águas do Imaginar
Duração: 55 minutos. Classificação: Livre.
Ingressos: Gratuitos - Retirar na bilheteria, a partir de 2 horas antes da sessão. 

Teatro Sérgio Cardoso
Rua Rui Barbosa, 153 – Bela Vista, São Paulo/SP.

Sala Nydia Lícia - 819 lugares + 8 espaços p/ cadeirantes.
Bilheteria: (11) 3288-0136 – Terça a sábado (14h às 19h) e 2h antes das sessões.
www.teatrosergiocardoso.org.br | @teatrosergiocardoso 

Site: ciadedancas.apbd.org.br | YouTube: @CiadeDancasdeDiadema
Facebook: @companhiadedancas | Instagram: @ciadedancasdiadema
WhatsApp: (11) 99992-7799 e (11) 99883-8276. 


Sobre o Teatro Sérgio Cardoso

Localizado no boêmio bairro paulistano do Bixiga, o Teatro Sérgio Cardoso foi inaugurado em 13 de outubro de 1980, com uma homenagem ao ator. Na ocasião, foi encenado um espetáculo com roteiro dele próprio, intitulado “Sérgio Cardoso em Prosa e Verso”. No elenco, a ex-esposa Nydia Licia, Umberto Magnani, Emílio di Biasi e Rubens de Falco, sob a direção de Gianni Rato. A peça “Rasga Coração”, de Oduvaldo Viana Filho, protagonizada pelo ator Raul Cortez e dirigida por José Renato, cumpriu a primeira temporada do teatro. Com mais de 40 anos de história, o Teatro Sérgio Cardoso é hoje um dos maiores e mais bem equipados palcos do Estado de São Paulo, sendo referência no cenário cultural paulistano e nacional e se destacando por abrigar grandes musicais e espetáculos de dança, além de algumas das mais relevantes premiações do setor. Desde 2004, o TSC é administrado pela Amigos da Arte. Os camarins, salas de espera e plateias foram remodelados. As instalações técnicas foram modernizadas, e as salas receberam novos equipamentos de áudio e iluminação, iniciando uma nova fase de sua história.

 

Informações à imprensa

Teatro Sérgio Cardoso – Pevi
Angelina Colicchio – (11) 99299-2877
Diogo Locci – (11) 99906-0642
angelina@pevi56.com | assessoria@pevi56.com

Companhia de Danças de Diadema
 VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel: (11) 99373-0181 | verbena@verbena.com.br

terça-feira, 16 de maio de 2023

Fundação Projeto Tamar, em Ubatuba, recebe o show Recanto dos Mil Sonhos de Igor Bueno

Foto de Esther Torres

No dia 27 de maio, sábado, Igor Bueno apresenta o show Recanto dos Mil Sonhos, na Fundação Projeto Tamar, em Ubatuba, SP, às 20h, com ingressos gratuitos. O espetáculo dá continuidade à turnê homônima que prevê circulação por cinco cidades do estado de São Paulo e gravação ao vivo do primeiro disco do artista.

Igor se destaca como compositor e intérprete de suas próprias canções, marcadas pela mistura de ritmos e de influências em um estilo autoral e provocativo. Seu repertório abrange desde o samba e o forró até o coco e o boi, com linguagem poética e musical que prima pela originalidade, em músicas marcadas pelo apelo social e ecológico, com críticas aos retratos urbanos, em defesa da natureza e suas multifaces.

Com o atual trabalho - Recanto dos Mil Sonhos - o artista convida o público a mergulhar em suas influências e inspirações, situadas em um universo musical que reflete a riqueza e a diversidade da cultura popular brasileira.

Igor Bueno (voz, violão e percussão), apresenta-se acompanhado por Debora Predella (violino), Gabriel Moreira (flauta transversal, clarinete e sax), Lua Bernardo (baixo elétrico), Ná Magalhães (percussão), Renato Ihu (percussão) e Rodrigo Zanettini (piano e sanfona). Igor também assina a direção musical e os arranjos, junto com Zanettini.

O projeto Recanto dos Mil Sonhos é realizado por meio do ProAC Editais, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, idealizado e produzido pela Pôr do Som Produções. O Teatro Elis Regina, em São Bernardo do Campo, foi o palco da primeira apresentação da turnê.

Igor Bueno

Artista multifacetado, o paulistano Igor Bueno é compositor, multi-instrumentista, intérprete, poeta e educador musical. Possui licenciatura em Música pela UNESP e experiência em teatro. Integra o Grupo Cupuaçu, cujo trabalho é reconhecido pela riqueza e a diversidade da cultura popular afro-brasileira, em especial a maranhense. Em 2022, Igor Bueno lançou suas primeiras canções nas plataformas de música e já figura no panorama de artistas da nova MPB.

Trata-se de “Seus Cabelos” - que poetiza sobre os desejos, prazeres e desafios de um forte amor; em compasso ternário, com suspensões temporais e dinâmicas variadas, busca conectar as possibilidades corporais, emocionais e imaginativas; de “Corpo Errante” - que fala dos desafios da paixão, de aprendizado e revoluções internas. Com elementos musicais que vão se intensificando, a canção é marcada pelo samba reggae, pela harmonia imprevisível e por uma poética visceral; e de “Mariposas” - composição com influências sonoras ciganas, dentro do vasto gênero flamenco, com participação especial de Belá Bacelar, cuja poesia busca o romper de estruturas opressoras, a liberdade, a arte como resistência e a comunhão como princípio vital por meio de metáforas com os elementos da natureza e outros seres.

Serviço

Show: Igor Bueno
Turnê: Recanto dos Mil Sonhos

Ubatuba / SP 
Data: 27 de maio - Sábado, às 20h
Local: Fundação Projeto Tamar
Rua Antônio Atanázio, 273 - Jardim Paula Nobre.
Tel: (12) 3832-6202 | (12) 3832-7014
Gratuito. Duração: 60 min. Livre

Igor Bueno na rede:
https://linktr.ee/igorbueno.arte
Facebook - @IgorBuen0 | Instagram - @igorbueno.arte | YouTube - @IgorBueno

Informações/produção: @pordosomcultural.

Informações à imprensa | VERBENA Comunicação
Eliane Verbena
 (11)  99373-0181 - verbena@verbena.com.br

sexta-feira, 12 de maio de 2023

Companhia de Danças de Diadema participa da 3ª Mostra de Dança de Suzano


Foto de Silvia Machado

No dia 18 de maio, quinta-feira, às 19 horas, a Companhia de Danças de Diadema apresenta o espetáculo Força Fluida na 3ª Mostra de Dança de Suzano, que acontece até o dia 25 de maio, sob coordenação Márcia Belarmino.

Com direção geral de Ana Bottosso, Força Fluida é uma obra criada pelo coreógrafo sul-coreano JaeDuk Kim, especialmente para a Companhia de Danças de Diadema. No espetáculo, JaeDuk Kim transita pelo minimalismo dos movimentos que dialogam com a trilha sonora, ora se expressando com a força de um guerreiro ora com a delicadeza de uma folha caindo no outono. Estes e outros elementos da ancestral cultura oriental se concentram na obra, traduzidos pelo olhar contemporâneo deste sensível artista e dos intérpretes da Companhia que atuam em Força Fluida.

Iniciada no dia 4 de maio, a 3ª Mostra de Dança de Suzano tem entrada gratuita em toda a programação que reúne espetáculos no Teatro Dr. Armando de Ré, além de apresentações em escolas, em centros culturais dos bairros, em empresas da cidade, em palco aberto e no Suzano Shopping. A programação inclui também filmes de dança no Cine Wilma Bentivegna, aulas Dança Para Todos no Pavilhão do Zumbi dos Palmares e Parque Max Feffer, oficinas de dança e percussão corporal e bate-papo com o público da cidade e região do Alto Tietê.

FICHA TÉCNICA | Força Fluida - Coreografia: JaeDuk Kim (Coreia do Sul). Direção geral: Ana Bottosso. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical e figurino: JaeDuk Kim. Operação de luz: Rossana Boccia. Assistência de produção e sonoplastia: Jehn Sales. Confecção de figurinos: Célia Bonifácio. Professores de dança clássica: Márcio Rongetti e Paulo Vinícius. Professor de Pilates: Wil Helvecio. Improvisação: Dani Moraes. Professores de dança contemporânea: Ana Bottosso e Ton Carbones. Orientação de Yoga: Daniele Santos. Condicionamento físico: Carolini Piovani. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Assessoria de comunicação: Cristina Ávila. Elenco: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Felipe Julio, Flávia Rodrigues, Guilherme Nunes, Leonardo Carvajal, Noemi Esteves, Thaís Lima e Ton Carbones.

3ª Mostra de Dança de Suzano
Espetáculo: Força Fluida
Com: Companhia de Danças de Diadema
Dia 18 de maio de 2023. Quinta, às 19h

Teatro Municipal Dr. Armando de Ré
Rua General Francisco Glicério, 1.354 - Centro. Suzano/SP.
Gratuito. Classificação: Livre. Duração: 44 minutos. 

ciadedancas.apbd.org.br | YouTube: @CiadeDancasdeDiadema
Facebook: @companhiadedancas | Instagram: @ciadedancasdiadema
WhatsApp: (11) 99992-7799 e (11) 99883-8276. 

 

Informações à imprensa | VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel: (11) 99373-0181 |
verbena@verbena.com.br

 

Indígenas é tema de exposição fotográfica de Dani Sandrini no Centro Cultural FIESP

A mostra - que traz fotografias impressas em folhas de plantas e em papel
com pigmento de jenipapo - possui obras com audiodescrição e peças táteis.

Foto e obra: Dani Sandrini

O Espaço Cultural Fiesp apresenta, a partir do dia 23 de maio (terça-feira, às 19 horas), a exposição Terra Terreno Território da fotógrafa e artista visual Dani Sandrini. Com visitação gratuita e acessibilidade, a exposição conta com piso tátil, audioguia, 14 obras com audiodescrição e nove obras táteis.

A mostra é composta por 57 obras de temática indígena, na qual a artista utiliza duas técnicas de impressão fotográfica do século XIX para propor uma reflexão sobre como é ser indígena em grandes cidades, no século XXI.

As imagens foram captadas, durante o ano de 2019, em aldeias indígenas da Grande São Paulo, onde predomina a etnia Guarani, e também no contexto urbano, que abriga aproximadamente 53 etnias. Terra Terreno Território apresenta dois agrupamentos fotográficos. No primeiro a impressão é feita em papéis sensibilizados com o pigmento extraído do fruto jenipapo (o mesmo que indígenas usam nas pinturas corporais). E no segundo, diretamente em folhas de plantas como taioba, helicônia, cará-moela e outras. Os processos - chamados de antotipia e fitotipia, respectivamente - se dão artesanalmente, através da ação da luz solar, em tempos que vão de três dias a cinco semanas de exposição.

As obras de Dani Sandrini - em tamanhos que variam entre 20x30 a 60x90cm - trazem uma temporalidade inversa à prática fotográfica vigente, da rapidez do click e da imagem virtual. “O tempo de exposição longo convida à desaceleração para observar o entorno com outro tempo e sob outra perspectiva. Como a natureza, onde tudo se transforma, esses processos produzem imagens vivas, uma referência a permanente transformação da cultura indígena, que não ficou congelada 520 anos atrás”, reflete a artista.

A delicadeza do processo orgânico traz também uma consequente fragilidade para as fotografias com a passagem do tempo. “Dependendo da incidência de luz natural diretamente na imagem, por exemplo, pode levá-la ao apagamento”, explica a artista. A concepção de Sandrini considera esta possibilidade como um paralelo ao apagamento histórico que a cultura indígena vem sofrendo em nosso país. Ela diz que “a proposta favorece também a discussão acerca da fotografia com seu caráter de memória e documento como algo imutável, ampliando seus contornos e podendo se vincular ao documental de forma bem mais subjetiva. A certeza é a transformação. A foto não congela o tempo. Os suportes que aqui abrigam as fotografias geram outros significados”, reflete.  

Com Terra Terreno Território a fotógrafa alerta para a necessidade de compreender a cultura indígena para além dos clichês que achatam a diversidade do termo. “A intenção é exatamente oposta: é desachatar, lembrar que muitos indígenas vivem do nosso lado e nem nos damos conta. Já se perguntaram o porquê de essa história ter sido apagada?”, comenta Dani, que durante o projeto fotografou pessoas de diversas etnias, oriundas de várias regiões do país, ora posando para um retrato ora em suas rotinas, suas atividades, seus eventos, rituais ou celebrações.

A gerente de Cultura do Sesi-SP, Debora Viana, enfatiza o compromisso da instituição com a arte e a formação de público e ressalta a satisfação da entidade ao dar espaço para iniciativas como a mostra Terra Terreno Território. “O Sesi-SP tem como um de seus compromissos contribuir com a sociedade civil, promovendo educação e cultura. Entendemos que só assim será possível dar apoio a construção de uma cidadania crítica, sensível e atuante. Além de assegurar a democratização da cultura, nas suas mais diversas manifestações” disse.

A gerente de Cultura do Sesi-SP, Debora Viana, enfatiza o compromisso da instituição com a arte e a formação de público e ressalta a satisfação da entidade ao dar espaço para iniciativas como a mostra Terra Terreno Território. “O Sesi-SP tem como um de seus compromissos contribuir com a sociedade civil, promovendo educação e cultura. Entendemos que só assim será possível dar apoio a construção de uma cidadania crítica, sensível e atuante. Além de assegurar a democratização da cultura, nas suas mais diversas manifestações” disse.

Terra Terreno Território nasceu do projeto Darueira, em 2018, contemplado no 1° Edital de Apoio à Criação e Exposição Fotográfica, da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo por meio da Supervisão de Fomento às Artes. Realizado, em 2019, ganhou exposição na Biblioteca Mario de Andrade, de outubro a dezembro. Em 2020 (no formato online, devido à pandemia), a exposição passou pela Galeria Municipal de Arte, do Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes (Chapecó/SC), Cali Foto Fest (Colômbia) e Pequeno Encontro de Fotografia (Olinda/PE). Em 2021, integrou o Festival Photothings (exposição online no metrô de São Paulo; ensaio escolhido para integrar a Coleção Photothings). Em 2022, Terra Terreno Território foi selecionada para a Exposição Latinas en Paris (Fotografas Latam, Fundación Fotógrafas Latinoamericanas) e circulou por unidades do SESI São Paulo – Itapetininga, Campinas e São José do Rio Preto, além do Centro Cultural Matarazzo, em Presidente Prudente.

Dani Sandrini - Fotógrafa e artista visual vivendo em São Paulo, Dani Sandrini desenvolve projetos documentais e artísticos, desde 2014, apesar de ser fotógrafa comercial, desde 1998. A depender do projeto e suas singularidades, sua fotografia é colocada nas telas ou papéis, mas também pode conter outros elementos que adicionam significados à imagem final, bem como camadas extras de subjetividade. Pesquisa o entrelaçamento de materiais e suportes com a imagem fotográfica e a ação do tempo sobre a mesma. Dani tem experiência em processos fotográficos alternativos e desenvolve projetos utilizando impressão por transferência, fotografia estenopeica, cianotipia, antotipia e fitotipia.

Serviço

Exposição: Terra Terreno Território
Artista: Dani Sandrini
Abertura: 23 de maio 2023 – Terça, às 19h
Temporada: 23 de maio a 15 de outubro de 2023
Horário: terça a domingo, das 10h às 20h
Visitação gratuita. Classificação: Livre.
Acessibilidade: a exposição conta com piso tátil, audioguia, 9 obras táteis e 14 obras com audiodescrição. 

Centro Cultural Fiesp 
Galeria de Fotos
Avenida Paulista, 1313 – São Paulo/SP.
Em frente à estação Trianon-MASP do Metrô. 
@centroculturalfiesp

Informações à imprensa | VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
(11) 99373-0181 | verbena@verbena.com.br

Assessoria de Comunicação – Centro Cultural Fiesp/Sesi-SP
Mariana Soares
mariana.soares@sesisenaisp.org.br | (11) 3146.7938

Núcleo Negro de Pesquisa e Criação apresenta Fala das Profundezas no Centro Cultural Grajaú

No dia 4/6 (domingo) acontece o bate-papo Outros Olhares, após a apresentação,
com participação da pesquisadora Dana Fittipaldi e do autor e diretor Gabriel Cândido.

Foto de Jerê Nunes

O Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC) apresenta a peça Fala das Profundezas no Centro Cultural Grajaú, nos dias 3 e 4 de junho, sábado, às 20h, e domingo, às 18h30, com ingressos gratuitos. Com dramaturgia e direção de Gabriel Cândido, a montagem conta com interpretação em Libras. 

Em uma realidade pautada pela exploração da força de trabalho em troca do básico para sobreviver, a peça mostra a insurgência de um povo contra uma engrenagem que precariza a vida para acumular poder. As contradições deste povo despontam junto aos seus anseios, sonhos e prazeres no território em que vivem tendo como pano de fundo a iminência de uma combustão social.

Fala das Profundezas busca ativar imaginários de mobilização coletiva, no sentido de fazer crer que, mesmo em um contexto de exceção, repleto de contradições e de escassez, é possível criar movimentos em prol de melhores formas de viver. “Este ‘possível’, na peça, é apresentado, ao longo da narrativa, como uma espécie de centelha que vai se desdobrando em mais centelhas e, assim, animando essas personagens que, apesar de tudo, sonham, festejam e confabulam como um ato contra o marasmo do sistema capitalista”, comenta o autor e diretor Gabriel Cândido. 

A encenação do Núcleo Negro de Pesquisa e Criação acontece em um formato arena, no qual as atrizes e os atores propõem um jogo cênico de aproximação e distanciamento com o público durante toda a narrativa, assumindo-o como parte do acontecimento teatral. O diretor comenta: “Um teatro negro que não está pautado pelo racismo gera estranhamento, pois é o que sempre esperam de nós. Penso que Fala das Profundezas não corresponde a essas expectativas porque buscamos o exercício da alteridade radical, quando debatemos questões presentes em toda a sociedade brasileira, desde relações afetivas até as relações de terra, trabalho e capital”. 

 

O enredo é conduzido por um coro heterogêneo denominado Outras-Pessoas, que por sua vez representam o povo, e por cinco personagens que emergem deste coro: Dafina (Maria Gabi) e Anele (Tásia d'Paula) são duas mulheres que tentam lidar com uma relação de amor mal resolvida enquanto confabulam sonhos perigosos; Thato (Deni Marquez) se torna uma das exceções ao conquistar o básico, mas suas atitudes geram revolta e perseguição do povo ao qual ele se recusa a pertencer; Luísa e Frantz (Ellen de Paula e Fábio Lopes) que, ao confidenciarem as situações absurdas que ocorrem nas Profundezas, ativam em Luísa a motivação necessária para sair em busca de mobilização coletiva para lutar contra aqueles que detêm o poder. As histórias destas personagens acontecem em tempos plurais, numa dinâmica de encontros e desencontros, permeados por ideias e desejos de uma revolta popular que se espalha de um a um, até se concretizar em uma ação coletiva.

Estas apresentações integram o projeto Escombros - Parte I: Fala das Profundezas, que foi contemplado pela 16º edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a Cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura. A circulação de Fala das Profundezas prevê 20 apresentações gratuitas, todas com intérpretes de Libras, em diversas regiões da capital - das periferias ao centro e aos bairros, do centro e dos bairros às periferias. Atividades como bate-papos (Outros Olhares) com convidados após cinco apresentações e sessões para sete grupos de escolas públicas, instituições e projetos de formação e movimentos sociais integram a programação.

 

Fala das Profundezas é a primeira peça da trilogia Escombros do Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC), assinada por Gabriel Cândido. O projeto tem como objetivo a elaboração cênica e dramatúrgica de peças de teatro que lancem mão de perspectivas ficcionais, poéticas, estéticas e políticas capazes de criar discussões acerca das questões da terra, da fome, do capitalismo e da identidade a partir da cultura, da ancestralidade e de saberes da população negra do Brasil. A dramaturgia Fala das Profundezas - publicada pela Editora Javali, em 2018 - estreou em junho de 2022, com temporada no Sesc Belenzinho (SP). No mesmo ano, realizou apresentação única no Sesc Sorocaba, em novembro. O segundo texto da trilogia, Nossa Conquista, foi lançado em livro pela editora Entremares, em fevereiro de 2023, ainda inédito nos palcos.

FICHA TÉCNICA - Dramaturgia e direção: Gabriel Cândido. Elenco: Deni Marquez, Ellen de Paula, Fábio Lopes, Maria Gabi e Tásia d’Paula. Coordenação de Produção: Gabriel Cândido e Lucas Ferrazza. Produção executiva: Kauanda. Assistência de produção: Maria Gabi.  Trilha sonora original e operação de som: André Papi. Desenho de luz: Natália Peixoto. Operação de luz: Leonardo Carvalho. Preparação vocal: Maria Gabi. Preparação corporal: Lilian Martins. Orientação vocorporal: Luciano Mendes de Jesus. Figurinos: Carla Stela. Trançadeira: Paola Ferreira. Maquiagem: Rapha Cruz. Contrarregragem: Amanda de Jesus e James Christofher. Projeto gráfico: Wellingthon Tadeu. Produção audiovisual: Jerê Nunes e Thais Alves. Participação especial / vozes off: Bruna Candido, Carla Stela, Dirce Thomaz, Diogo Guedes, Fabiana Neves, Fagner Lourenço, Jerê Nunes, Kauanda, Luís Antonio Candido, Natália Peixoto, Marcela Coelho, Paola Ferreira, Sueli Aparecida Costa, Sueli Candido e Vera Lúcia de Oliveira Lima. Social media: Anderson Vieira e Ayrá Ludovico - Teatro Já. Assistente de redes sociais: Deni Marquez. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Realização: Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC).     

Serviço

Teatro: Fala das Profundezas

Com: Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC)
Datas: 3 e 4 de junho de 2023 - Sábado (às 20h) e domingo (às 18h30)  
Bate-papo (4/6): após apresentação - com Dana Fittipaldi e Gabriel Cândido
Ingressos: Gratuitos – Bilheteria 1h antes da sessão. Reserva online - sympla.com.br

Duração: 1h40. Gênero: Drama. Classificação: 12 anos. Capacidade: 40 lugares.  

Centro Cultural Grajaú
R. Prof. Oscar Barreto Filho, 252 - Parque América. São Paulo/SP
Tel: (11) 5925-4943. Nas redes: @centroculturalgrajau. 

Sinopse - A exploração das Profundezas atingiu o limite e este território vive uma crise sem precedentes. Para não sucumbir ao caos iminente, emerge a mobilização coletiva para buscar tudo aquilo que tem sido sonhado há tanto tempo.

NNPC nas redes: @nnpc.sp 

Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC

O Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC), fundado por Maria Gabi, Thais Alves, Deni Marquez, Gabriel Cândido e Jerê Nunes, existe desde 2016, em São Paulo. Em 2019, o NNPC estreou o curta-metragem Jardim Peri Alto em Cena na seleção oficial do 30º Festival Internacional de Curtas de São Paulo. Fala das Profundezas (2022) é a primeira montagem teatral do coletivo, que nos anos anteriores apresentou ao público leituras encenadas do texto (2018 e 2019), além de uma versão radiofônica da peça e um podcast sobre o processo de criação (2020). Em 2017, o núcleo fez a sua primeira apresentação pública na 18ª edição do Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto, em Belo Horizonte (MG), com a cena Boa Aparência, de criação coletiva.

 

Informações à imprensa | VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
Tel: (11) 99373-0181 | verbena@verbena.com.br

Praças do centro de São Paulo são palcos de intervenção teatral urbana do Coletivo de Galochas

 O Coro da Coluna: Intervenção Teatral Urbana acontece na Estação da Luz,
Praça Ramos de Azevedo, Largo da Concórdia e Praça José da Silva Campan.
Coro da Coluna (foto de Gabriela Morato)

O Coletivo de Galochas realiza, no dia 20 de maio (sábado), quatro intervenções teatrais urbanas pela região do centro antigo da cidade de São Paulo. Trata-se do Coro da Coluna: Intervenção Teatral Urbana, que reúne o grupo de atuação formado nas oficinas de coro cênico do projeto Coluna Prestes: Encruzilhadas da Marcha da Esperança, do Coletivo.

As ações ocorrem na Praça Ramos de Azevedo (República), às 8h30; na Estação da Luz (Luz), às 10h; no Largo da Concórdia (Brás), às 11h30; e na Praça José da Silva Campan (Mooca), às 13h. Os territórios escolhidos são marcados historicamente pelos bombardeios e conflitos da Revolta Paulista de 1924, incidente seminal que viria se tornar a Coluna Prestes.

A intervenção se dá por meio de evoluções de movimentações cênicas, coreografias, cantos e jograis. As “tropas” da Coluna Prestes interveem subitamente no espaço da cidade, interrompendo a rotina com um momento lúdico de resgate da memória desses bairros, lembrando dos conflitos que escreveram com pólvora e sangue a história desses territórios de São Paulo.

O Coro da Coluna foi estabelecido após dois meses de oficinas gratuitas de coro cênico, campo técnico específico que envolve corporalidade, possibilitando a composição coletiva, não homogeneizada. A atuação, feita em uníssono, busca essa capacidade de composição de modos expressivos de dizer em conjunto. As ações do Coro da Coluna: Intervenção Teatral Urbana consolida esse processo formativo.

O Coro da Coluna: Intervenção Teatral Urbana faz parte do projeto Coluna Prestes: Encruzilhadas da Marcha da Esperança, nome homônimo do espetáculo teatral que Coletivo de Galochas estreia no dia 2 de junho de 2023, no Teatro Arthur Azevedo, cumprindo temporada de um mês – às sextas e aos sábados, às 21h, e aos domingos, às 19h. Este projeto - contemplado na 39ª Edição do Programa de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo, 2022 - procura reconstruir cenicamente uma das passagens mais icônicas e importantes da história do Brasil do século XX, a marcha da Coluna Prestes, que marca o fim da república velha durante a década de 1920.

Intervenção: Coro da Coluna: Intervenção Teatral Urbana
Dia 20 de maio de 2023 – Sábado
8h30 - Praça Ramos de Azevedo (República)
10h - Estação da Luz (Luz)
11h30 - Largo da Concórdia (Brás)
13h - Praça José da Silva Campan (Mooca)
Gratuito (evento ao ar livre). Duração: 30 minutos. Classificação: livre

 

Informações à Imprensa: VERBENA Assessoria
Eliane Verbena
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Sarau da Antiga 28 acontece no dia 27/5 na sede do Rosas Periféricas

No dia 27 de maio, sábado, o Grupo Rosas Periféricas realiza o Sarau da Antiga 28, às 19h30. O evento acontece ao ar livre, em frente à sede do grupo, à Rua Redução de Guarambaré, 39, no Parque São Rafael, na Zona Leste paulistana.

Essa atividade vem de encontro à proposta de formação de público na região, desenvolvida pelo Rosas Periféricas, que busca aproximar as pessoas da comunidade do fazer artístico e teatral. No Sarau elas podem participar efetivamente, expressando-se artisticamente, seja pela música, poesia ou literatura. O microfone fica aberto para quem quiser participar e mostrar seu talento (desde idosos/as até crianças). O grupo ainda faz sorteio de livros para incentivar a leitura.

Iniciada em fevereiro de 2023, a atual temporada integra o projeto Teatro Maloqueiro: Memória e Acervo, contemplado pelo ProAC - Programa de Ação Cultural, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo, no Edital 50/2022 - Espaços Culturais / Apoio à Manutenção, Reforma, Ampliação ou Modernização. O projeto prevê a revitalização da sede do Grupo Rosas Periféricas, a organização e manutenção de seu acervo de cenários e figurinos, além da realização de cinco encontros do Sarau da Antiga 28.

O Sarau da Antiga 28 foi criado pelo Grupo Rosas Periféricas, em 2016, propondo discussões e reflexões sobre temas relacionados à política, às mulheres, ao racismo, à diáspora negra e outros, tudo regado por muita poesia lida, recitada ou inventada, numa dinâmica que enfatiza a importância da cultura, da arte e da educação na vida das pessoas. Nomes como Marta Baião, Germano Gonçalves, Walner Danziger e Juliana Morelli já passaram pelo Sarau da Antiga 28, além do Coletivo Via e das bandas ArmaMentes, Fuga Operária e ManaTiana. Durante o ano de 2021, o Rosas Periféricas realizou encontros com saraus tradicionais da periferia de São Paulo para conhecer suas histórias e dinâmicas. Esta ação fez parte do projeto Rosas Faz 10 Anos - Memórias de Um Teatro Maloqueiro (contemplado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo). A vivência contribuiu para reestruturar e aprimorar o Sarau da Antiga 28. O nome vem do endereço de sua primeira sede, cuja Rua Martin Lumbria era conhecida como “antiga Rua 28”, no Parque São Rafael.

Sarau da Antiga 28
Com Gabriela Cerqueira, Michele Araújo, Monica Soares, Paulo Reis e Rogério Nascimento.
Data: 27 de maio - Sábado, às 19h30
Local: Sede do Grupo Rosas Periféricas
Rua Redução de Guarambaré, 39 - Parque São Rafael (ZL). SP/SP.
Grátis. Duração: 1h. Livre.
Mais informações:
Instagram/rosasperifericas | Facebook/rosas.perifericas | YouTube/RosasPeriféricas

Próxima data
: 24 de junho.

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