quinta-feira, 15 de junho de 2023

Cida Moreira apresenta o show Um Copo de Veneno no SESI Rio Preto

Foto de Murilo Alvesso

A Cantora, pianista e atriz Cida Moreira apresenta o show Um Copo de Veneno - nome de seu álbum de 2020 - no Teatro do SESI Rio Preto, no dia 25 de junho, domingo, às 20h, com participação de Iuri Salvagnini ao acordeon. Os ingressos são gratuitos e podem ser reservados pela plataforma Meu Sesi.

 

Na pele da personagem ‘dama do cabaré’, Cida Moreira apresenta músicas de gêneros distintos, com interpretação personalíssima e o requinte da expressividade teatral que a consagrou nos palcos.

 

O programa traz sucessos da MPB e da música internacional como “Você Me Vira a Cabeça”, gravado por Alcione, e “Private Dancer”, obra marcante na carreira solo de Tina Turner, além de versão inédita do hit “Eu Sou a Diva que Você quer Copiar”, de Vanessa Popozuda, e de músicas com temáticas contemporâneas como a contundente “A Bala” (sobre a cultura armamentista), do premiado Calle 13 (Porto Rico), “Efêmera”, de Tulipa Ruiz, e “O Verbo e a Verba”, de Lenine e Lula Queiroga. Entre as demais canções do roteiro estão “A Última Sessão de Música” (Milton Nascimento), “Singapura” (Eduardo Dussek), “Perfeição” (Renato Russo) e “Nem Leve Flores” (Belchior).

 

A dramaticidade que Cida Moreira imprime nas músicas, pinçadas da trilha do programa homônimo, veiculado pelo Canal Brasil, presenteia o público com uma ‘leitura’ diferente sobre essas obras. Ela define o trabalho como “uma reflexão, uma crítica poética, com forte viés político e artístico; uma criação libertária, uma ousadia assumida nos tempos atuais”.

Em 45 anos de carreira, Cida Moreira possui extenso currículo e uma trajetória marcada pela versatilidade, que registra 13 discos, 11 filmes, quatro minisséries de TV, três novelas e incontáveis direções musicais em teatro. Entre seus trabalhos mais recentes, destaque para os CDs Angenor (2008 - homenagem aos 100 anos de Cartola), A Dama Indígna (2010), Soledade (2017), Um Copo de Veneno (2020 - CD e série de TV - Canal Brasil) e Poeta do Riso e da Dor (2023, interpretando Sérgio Sampaio); para o espetáculo Noites de Berlin - A Música de Brecht Weill (Orquestra do Theatro São Pedro), participação no Ano do Brasil em Portugal e show Cabaret Queer (apresentado em Berlim); e para os longas-metragens O Que Se Move (de Caetano Gottardo - prêmio de melhor atriz do Festival de Cinema Lakino, Berlim), Deserto (de Guilherme Weber) e As Boas Maneiras (de Marco Dutra e Juliana Rojas).

Cida se destacou, em 1977, como atriz de teatro, na peça A Farsa da Noiva Bombardeada (de Alcides Nogueira com direção de Marcio Aurélio) e, em 1978, no Teatro Ornitorrinco, com o qual percorreu o país por dois anos de muito sucesso. No mesmo período, atuou na montagem original de Ópera do Malandro (de Chico Buarque com direção de Luiz Antônio Martinez Corrêa) e da remontagem de Os Saltimbancos (com direção de Antonio Pedro). Nesta fase da carreira, Cida tornou-se uma especialista nas canções teatrais, característica que moldou definitivamente sua personalidade como cantora.

Em 1980, começou uma carreira como cantora com o show Summertim (com direção de José Possi Neto) que percorreu todo o país e resultou na gravação de seu primeiro disco, de mesmo nome, em 1981. Cida Moreira se consolidou na cena cultural, com um vasto histórico no teatro, cinema e música, uma artista com uma trajetória original e singular que se firmou na cena cultural brasileira com uma identidade artística forte e determinante.

A circulação do show Cida Moreira, Um Copo de Veneno foi contemplado pelo Edital SESI-SP Música - Série Popular – 2022, iniciada em maio no Centro Cultural Fiesp (São Paulo) e já passou pelos Teatros do Sesi Campinas Amoreiras e Sesi Itapetininga. Em outubro, a apresentação será na unidade de Ribeirão Preto.

Serviço

 Show: Cida Moreira - Um Copo de Veneno

Dia 25 de junho, domingo, às 20h

SESI Rio Preto - Teatro

Av. Duque de Caxias, nº 4656, Vila Elvira. São José do Rio Preto/SP.

Entrada gratuita. Reserva de ingressos pelo Meu Sesi (a partir das 11h de 18/06).
Livre. 376 lugares + 8 espaços para PCD. Na rede: @sesiriopreto.

Cida Moreira nas redes: @cidamoreiraoficial

 

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quarta-feira, 14 de junho de 2023

A Vida das Bonecas Vivas, espetáculo de Dan Nakagawa, estreia no SESI Ribeirão Preto

Inspirado nas Living Dolls, o espetáculo de dança-teatro traz uma leitura contemporânea do butô e kabuki, tendo Helena Ignez como atriz convidada.

Foto de Dani Sandrini

O espetáculo de dança-teatro A Vida das Bonecas Vivas, concebido e dirigido por Dan Nakagawa, faz sua estreia nacional no Teatro do SESI Ribeirão Preto, com apresentações nos dias 21 de junho e 05 de julho de 2023, quartas-feiras, às 20 horas, com ingressos gratuitos. Este é o início da circulação da montagem por unidades do SESI-SP, que segue até o mês de setembro.

Com estética recheada de referências do butô, do kabuki e da dança contemporânea, A Vida das Bonecas Vivas parte do movimento das Living Dolls para tratar de existências humanas à margem de uma sociedade que cerceia a diversidade e a subjetividade. A encenação surge como uma resposta-celebração para uma existência possível no mundo patriarcal e embranquecido.

A ficha técnica tem Helena Ignez como atriz convidada (participação gravada em vídeo), Bogdan Szyberde (polonês, radicado na Suécia) na provocação cênica, Lucas Vanatt como dramaturgista e Anderson Gouvea na coreografia que integra o elenco junto com Alef Barros, Gui Tsuji, Henrique Hadachi e Vivian Petri.

A Vida das Bonecas Vivas é inspirado na comunidade global Living Dolls, na qual homens se vestem com máscaras, roupas de silicone e seios protéticos a fim de se transformarem em bonecas vivas. Surgido nos anos 80, atualmente o movimento tem mais adeptos na Alemanha, Reino Unido e EUA. A montagem investiga questões existenciais, de identidade, filosóficas e artísticas na construção psíquica da personalidade em busca de um duplo como forma de transcender a própria existência. E, pelas sutilezas, tensões cênicas e subjetivas, revela a maneira como a instauração dessa nova persona afeta a identidade e, por consequência, a dança do corpo transformado.

Em um lugar atemporal, o enredo fala de pessoas que precisam existir de forma oculta. Borrando as fronteiras entre dança, teatro e performance, Dan Nakagawa traz para o espetáculo a mesma desconstrução do olhar normatizante em relação à sexualidade, gênero, expressão artística e, principalmente, ao modo a expandir e discutir as novas formas de existência que estão além dos padrões estabelecidos. A encenação ocorre em um ambiente que imprime a ideia de sonho. Os atores-bailarinos-performers são envolvidos por atmosferas lúdicas nas quais a cor branca sugere o infinito. O figurino remete à vestimenta plastificada da cultura living dolls, trazendo uma mobilidade contida para os corpos e, ao mesmo tempo, conferindo-lhes uma estética ora lírica, ora grotesca e ora bufônica. A trilha sonora também é criação de Nakagawa para o diálogo direto com as coreografias.

O encenador afirma que o espetáculo faz uma incursão nesse universo, partindo da pesquisa dos movimentos e das gestualidades desses homens em seus trajes de borracha, como uma “segunda pele”, fisicamente restritivos, mas libertadores ao possibilitar uma nova persona. O diretor conta que buscou elementos em sua ancestralidade oriental para construir a estética das cenas. “Fui buscar caminhos na expressão e intensidade do butô, no qual o ‘estado’ de dança passa pela necessidade da morte para o renascimento, e visitei o kabuki, com sua dramaticidade fluida em canto, dança e expressiva maquiagem, para chegar com liberdade a um conceito mais pop, mais contemporâneo, nesse híbrido de dança e teatro, onde movimentos e sons geram os estados físicos no performer”, afirma Dan, e explica ainda que o texto é coreografado, que a palavra é resultado do estado físico desses performesrs em cena.

Segundo o diretor, as personagens de A Vida das Bonecas Vivas vão ao encontro de sua sombra, de seu duplo, tendo por base conceitos da psicanálise como o ‘estranho-familiar’, de Sigmund Freud, o ‘nosso outro no espelho’, de Jacques Lacan, o ‘retornar a si pela experiência do outro’, de Antonin Artaud. Ele conta que usou também como referência os trabalhos do dramaturgo e coreógrafo grego Dimitris Papaioannou, da companhia de dança Cena 11 e do performer e coreógrafo japonês Hiroaki Umeda para trazer à tona perspectivas de um renascimento identitário que transponha os limites do engessamento social e dos papéis desempenhados diariamente.

A Vida das Bonecas Vivas teve sua pré-estreia em apresentação remota pelo YouTube, no dia 19 de novembro de 2020, devido às restrições impostas pela pandemia, permanecendo online por três meses, até 05 de março de 2021.

Dan Nakagawa & o projeto

O primeiro contato de Dan Nakagawa com o tema (living dolls) foi por meio do documentário O Segredo das Bonecas Vivas. “Fiquei fascinado, intrigado com aqueles homens de meia idade e seus hábitos secretos de se vestirem de bonecas com um vestuário de látex, exclusivamente confeccionado para esse movimento. Eles, geralmente, ficam em casa, em suas vidas ordinárias, cada um em sua relação com seu avatar-boneca e, com suas máscaras, transcendem o quê são, para além de suas existências. Isto é arte: anular-se para descobrir outra persona”, revela.

As motivações para esse projeto vêm de uma contínua pesquisa por Dan já no seu primeiro espetáculo Não Ia ser Bonito?, no qual explorou questões existenciais em torno do conceito de realidade e memória. E seguiu em Normalopatas, que questionava um sintoma coletivo de normalidade e normatização, bem como em seu recente trabalho, O Aniversário de Jean Lucca, inspirado na linguagem coreográfica do teatro kabuki e no conceito “lógica do condomínio”, uma analogia do psicanalista Christian Dunker.

Desde 2017, o diretor vem desenvolvendo trabalhos em Estocolmo, Suécia, estreitando as trocas culturais entre a sua arte provocadora e brasileira com o teatro e a dança suecos. Por duas vezes consecutivas, foi convidado a lecionar teatro e performance na Stockholm Academy Of Dramatic Arts, em 2017, mesmo ano em que colaborou como diretor na montagem da peça Tjuvar, de Dea Loher, com direção de Ulrika Malmgren. Em 2018, dirigiu a leitura dramática de O Aniversário de Jean Lucca, de sua autoria, com atores e bailarinos suecos e, no ano seguinte, dirigiu no MDT - Moderna Dansteatern (Teatro de Dança Moderna de Estocolmo) a performance de dança-teatro Wonderful Days - A Work In Progress com artistas da Suécia, Brasil e Inglaterra.

Ficha técnica | Sinopse | Serviço

FICHA TÉCNICADireção e dramaturgia: Dan Nakagawa. Provocação cênica: Bogdan Szyber. Dramaturgismo e assistência de direção: Lucas Vanatt. Atriz convidada (vídeo-gravação): Helena Ignez. Elenco - atores bailarinos e atriz bailarina: Alef Barros, Anderson Gouvea, Gui Tsuji, Henrique Hadachi e Vivian Petri. Trilha sonora: Dan Nakagawa. Coreografia e preparação corporal: Anderson Gouvea. Figurino: Alex Leandro de Souza. Cenografia, maquiagem, visagismo e contrarregragem: Rafaela dos Santos Gimenez. Direção de produção: Adriana Belic. Assistência de direção produção: Mili Slikta. Produção executiva: Arthur Maia. Núcleo Artístico: Sambecktt Arte.Cultura. Fotografia: Dani Sandrini. Social media: Platea Comunicação. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Gestão de produção e agenciamento: Belic Arte Cultura.

Sinopse - Um homem de meia idade, em crise profunda de existência, decide viver uma experiência nova. Contrata os serviços de uma inusitada agência japonesa, a La Buena Vista, que proporciona lhe uma outra realidade: nova família, novos amigos, novo amor e um novo nome - Margareth. Ele, então, decide renascer no corpo de uma boneca viva, em outro planeta chamado A Outra Terra, inspirado numa Tóquio futurista, onde ela vive toda a felicidade que esse simulacro de vida pode oferecer. A fantasia vivida é plástica, assume a poesia da dança e do musical até que a realidade esquecida venha encontrar Margareth na forma de seu duplo. Frente a frente com sua parte mais sombria, Margareth deve fazer a uma escolha.

Espetáculo: A Vida das Bonecas Vivas
Dia 21 de junho e 5 de julho - Quartas, às 20h
Ingressos: Grátis – Reservas pelo site www.sesisp.org.br
Duração: 80 min. Classificação: 14 anos. Gênero: Dança-teatro.
Local: Teatro. Capacidade: 367 lugares. 

Sesi Ribeirão Preto 
Rua João Ignachiti, 20-364 - Jardim Castelo Branco. Ribeirão Preto/SP.
Tel: (16) 3603-7300.
FB: @sesisp - @sesiribeiraopreto | IG: @sesi.sp - @sesirpreto 

Espetáculo nas redes: IG - @avidadasbonecasvivas | FB: @ bonecasvivas2021 

Assessoria de imprensa: VERBENA COMUNICAÇÃO
Eliane Verbena
Tel: (11) 99373-0181- verbena@verbena.com.br 

terça-feira, 13 de junho de 2023

Rosas Periféricas encerra em 24/06 a edição atual do Sarau da Antiga 28

 

Rosas Periféricas (foto de Andressa Santos)

No dia 24 de junho, sábado, o Grupo Rosas Periféricas realiza o Sarau da Antiga 28, às 19h30. Esta é a última sessão da temporada, integrando o projeto Teatro Maloqueiro: Memória e Acervo, contemplado pelo ProAC - Programa de Ação Cultural, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo.

O evento acontece na rua, em frente à sede do Rosas Periféricas, na Rua Redução de Guarambaré, nº 39, no Parque São Rafael, na Zona Leste paulistana. 

Essa atividade vem de encontro à proposta de formação de público na região, desenvolvida pelo Rosas Periféricas, que busca aproximar as pessoas da comunidade do fazer artístico e teatral. No Sarau elas podem participar efetivamente, expressando-se artisticamente, seja pela música, poesia ou literatura. O microfone fica aberto para quem quiser participar e mostrar seu talento (desde idosos/as até crianças). O grupo ainda faz sorteio de livros para incentivar a leitura.

O projeto Teatro Maloqueiro: Memória e Acervo, contemplado pelo ProAC no Edital 50/2022 - Espaços Culturais / Apoio à Manutenção, Reforma, Ampliação ou Modernização, tem como foco a revitalização da sede do Grupo Rosas Periféricas, a organização e manutenção de seu acervo de cenários e figurinos, além da realização de cinco encontros do Sarau da Antiga 28.

O Sarau da Antiga 28 foi criado pelo Grupo Rosas Periféricas, em 2016, propondo discussões e reflexões sobre temas relacionados à política, às mulheres, ao racismo, à diáspora negra e outros, tudo regado por muita poesia lida, recitada ou inventada, numa dinâmica que enfatiza a importância da cultura, da arte e da educação na vida das pessoas. Nomes como Marta Baião, Germano Gonçalves, Walner Danziger e Juliana Morelli já passaram pelo Sarau da Antiga 28, além do Coletivo Via e das bandas ArmaMentes, Fuga Operária e ManaTiana. Durante o ano de 2021, o Rosas Periféricas realizou encontros com saraus tradicionais da periferia de São Paulo para conhecer suas histórias e dinâmicas dentro das ações do projeto Rosas Faz 10 Anos - Memórias de Um Teatro Maloqueiro (Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo), que contribuiu para reestruturar e aprimorar o Sarau da Antiga 28. O nome vem do endereço de sua primeira sede, cuja Rua Martin Lumbria era conhecida como “antiga Rua 28”, no Parque São Rafael.

Sarau da Antiga 28
Com Gabriela Cerqueira, Michele Araújo, Monica Soares, Paulo Reis e Rogério Nascimento.
Data: 24 de junho - Sábado, às 19h30
Local: Sede do Grupo Rosas Periféricas
Rua Redução de Guarambaré, 39 - Parque São Rafael (ZL). SP/SP.
Grátis. Duração: 1h. Livre.
Mais informações:
Instagram/rosasperifericas | Facebook/rosas.perifericas | YouTube/RosasPeriféricas

 

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segunda-feira, 12 de junho de 2023

Evento multicultural ocupa a Praça da DZ9 na Cidade Dutra dia 18 de junho, das 8h30 às 20h30

Te Encontro na DZ9 garante lazer, diversão, cultura e arte à comunidade com campeonato de skate do Ca$a Doi$, DJ Thiago Japa, grafiteiros, Sarau do Binho, projeto Sol.te para crianças, gastronomia, moda urbana e som do 3em1 Gueto.


Te Encontro na Dz9
é o novo projeto do Coletivo CA$A DOI$ que dá continuidade e amplia as ações de um grupo de amigos da favela e para a Favela da DZ9, localizada na Cidade Dutra, zona sul de São Paulo. 

O evento multicultural, em sua segunda edição, ocupa a
Praça da DZ9 no dia 18 de junho, domingo, com atividades e ambientes para crianças, adolescentes, jovens e adultos, entre 8h30 e 20h30. Um encontro para a família inteira da Sul.

Esta iniciativa marca uma nova etapa do Coletivo CA$A DOI$ que visa a expansão de suas atividades. Te Encontro na DZ9 mistura o skate (carro chefe de atuação do coletivo), muita música, grafite, literatura, gastronomia, moda e atividades para infância e juventude. O festival visa promover e garantir, cada vez mais, a cidadania e o direito de acesso à arte e à cultura para a ‘quebrada’ que deu vida não só ao coletivo e suas ações, mas também aos seus integrantes. Assim como o Coletivo CA$A DOI$, esse projeto busca a valorização, a transformação e o empoderamento por meio daquilo que se é e se faz como sujeito desse lugar.

“A frase ‘Te Encontro na DZ9’ é muito comum aos moradores do seu entorno. A partir dela, queremos consolidar uma grande confraternização cultural que possibilite levar acesso, interação, fazeres, consumo, experiência, vivência, consolidação e ampliação da ocupação cidadã, artística e cultural de um espaço público e periférico. Esse espaço demanda atenção, atividades contínuas, plurais e diversas ao amplo conjunto social e identitário que frequenta ou transita por esse espaço”, diz Thiago Juremeira, integrante do Coletivo CA$A DOI$.

O projeto Te Encontro na DZ9 - contemplado pelo Edital de Apoio a Projetos Culturais de Múltiplas Linguagens, 2ª Edição para a Cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura - possibilita a continuidade e potencialização dos Eventos Ca$a Doi$. O objetivo da iniciativa é a valorização, compreensão e projeção de novos caminhos e olhares na realidade de crianças, adolescentes e jovens, a partir da conexão com artistas e pessoas que atuam na rua como fazedores de cultura e transformadores sociais: mc’s, músicos, grafiteiros, artistas urbanos, skatistas, arte educadores, poetisas, poetas, sonhadores, e dançarinos, entre outros exemplos de trajetória. A DZ9 é Potente Ponto e Ponte dos Encontros da Zona Sul.

O CAMPEONATO DE SKATE

Concomitantemente ao festival Te Encontro na Dz9, acontece a 28ª Edição do Ca$a Doi$, campeonato de skate em cinco categorias: Kids, Mirim, Iniciante, Feminino e Amador. Em cada categoria concorrem 24 atletas, que se inscreveram previamente pelas redes sociais do Coletivo.

Para as duas primeiras categorias (Kids e Mirim) tem medalha de participação e premiação para os três primeiros colocados, incentivando a molecada que está começando na pegada do skate. Já nas categorias Iniciantes e Feminino, o primeiro lugar leva R$ 500,00, além de outras premiações. Na categoria Amador, o campeão recebe R$ 1.000,00 como prêmio.

AS DEMAIS ATIVIDADES

A segunda edição do evento, conta com um time de peso para cada linguagem cultural. Diferentes parcerias fortalecem não só a ação, mas todos os envolvidos, assim como a própria comunidade. São elas:

Na gastronomia, os sabores estão no churrasgueto, no hamburguer, nas massas, no poke vegano e nas gostosuras típicas juninas.

Para trazer estilo, a moda urbana com influência do skateboard reúne empreendedores periféricos do setor: JAZZ, Shinny, Vos Estilo de Rua, Eleva Skateboard, Minas Periféricas e Moda Afrontosa.

O Sarau do Binho dá a letra com participação especial de Fernanda Maisumi, DJ Bruno Jah e Monique dos Santos Modesto, garantindo poesia, forró e outras vertentes da cultura popular brasileira.

E ainda tem atividade para as crianças, sob coordenação do Projeto Sol.te:  brincadeiras e jogos populares em ritmo junino, como pescaria, argolas e tomba lata. A ação artístico-pedagógica conta com artistas educadores em jogos e brincadeiras para atrair crianças dos 4 aos 14 anos.

Para agitar e dar o ritmo a tudo isso, o DJ Thiago Japa comanda os discos.

No grafite tem Caique GN, Diogo Disil Family, Jah Preto, Juuh Juuhaninha e Riska: cada um criando uma tela. Essas telas farão parte de uma exposição que ocupará cinco equipamentos culturais da Prefeitura de São Paulo, registrando a caminhada do coletivo na Praça da DZ9, nesse ano de 2023.

No encerramento do evento, o 3em1 Gueto, ativa seu sistema de som de ‘respeito’, proporcionando muita música e vibração na Praça DZ9.

SERVIÇO

2º Te Encontro na Dz9
Data: 18 de junho de 2023. Domingo - das 8h30 às 20h30
Local: Praça da DZ9
Av. Senador Teotônio Vilela (Passa rápido do Rio Bonito) - Cidade Dutra. SP/SP
Grátis. Livre (ações ao ar livre). 

8h30 - 20h30
: 28ª Edição Ca$a Doi$ - Campeonato de skate.
9h - 17h: DJ Thiago Japa.
10h30 - 19h: Tenda Moda + Bazar.
10h30 - 19h: Barracas gastronômicas.
14h - 17h: Projeto Sol.te – Ação artístico-pedagógica.
14h - 17h: Grafite em Tela - Caique GN, Diogo Disil Family, Jah Preto, Juuh Juuhaninha e Riska.
18h - 20h30: 3em1 Gueto.


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quarta-feira, 7 de junho de 2023

Companhia de Danças de Diadema apresenta EU por detrás de MIM no Teatro Clara Nunes

Espetáculo - por sua criadora Ana Bottosso - ganhou o Prêmio APCA 2017 (Melhor Criação Coreográfica) e Prêmio Governador do Estado de São Paulo para a Cultura 2018 (Modalidade Dança / Coreografia).

Foto de Silvia Machado 

A Companhia de Danças de Diadema apresenta o espetáculo EU por detrás de MIM nos dias 16 e 17 de junho (sexta e sábado), no Teatro Clara Nunes – Centro Cultural Diadema, às 20h, com ingressos gratuitos, que podem ser trocados por 1kg de alimento não perecível. A montagem - que tem direção e coreografia assinadas por Ana Bottosso - foi inspirada em obras do artista visual dinamarquês Olafur Eliasson e no conto O Espelho, de Guimarães Rosa.

Transitando pelos meandros dos reflexos e das reflexões, Ana Bottosso imaginou um universo por detrás dos espelhos, um mundo além do que conhecemos, para conceber a coreografia de EU por detrás de MIM. Seria este mundo mais - ou menos - real? Esta, e outras questões, surgiram durante o processo de criação, norteando a pesquisa cênica que foi construída em conjunto com o elenco da Companhia de Danças de Diadema. E a trilha sonora foi especialmente criada por Fábio Cardia, fazendo uma analogia aos reflexos sonoros.

Desde o primeiro contato com Olafur Eliasson na exposição Seu Corpo da Obra, na Pinacoteca de São Paulo, em 2012, Ana Bottosso se sentiu estimulada a criar algo que tratasse dos espelhos e seus reflexos. Na exposição, espelhos posicionados em locais inusitados se revelavam de forma inesperada, aguçando a sensibilidade da coreógrafa que iniciou uma pesquisa sobre o assunto. “As situações espaciais provocadas pelos espelhos eram de profunda ambiguidade sobre o dentro e o fora. E esta ambiguidade foi trazida para o corpo, traduzida pela dança”, comenta a coreógrafa.

O espetáculo também recebeu influências do poético conto O Espelho, de Guimarães Rosa, que apresenta uma inquieta personagem e a descoberta de sua essência. “Encontrar ou pelo menos ter ciência da existência de outro(s) eu(s) que possa(m) coexistir com o nosso EU comum é o desafio do espetáculo, que também convida o expectador a uma reflexão”, argumenta Ana Bottosso. 

Estas apresentações integram a programação do projeto MOVIMENTO 28, da Companhia de Danças de Diadema, contemplado pelo Prêmio Funarte Circulação e Difusão da Dança - 2022, que compreende apresentações de dança contemporânea para público adulto e infantil, além de ações formativas como bate-papos, oficinas práticas e workshops. A circulação contempla os estados de São Paulo e Ceará, buscando o rompimento de fronteiras entre linguagens artísticas. O título do projeto vem da junção dos algarismos 2 + 8, que somam 10 apresentações, e também destaca o 28º aniversário da Companhia de Danças de Diadema, comemorado em 2023. Na circulação estão as seguintes obras: EU por detrás de MIM, Força FluidaSCinestesia, Nas Águas do Imaginar e Crocodilo Embaixo da Cama.

FICHA TÉCNICA - Direção geral: Ana Bottosso. Coreografia: Ana Bottosso. Assistência de direção e produção administrativa: Ton Carbones. Assistência de coreografia: Carolini Piovani. Concepção musical: Fábio Cardia. Desenho de luz: Silviane Ticher. Confecção de figurinos: Cleide Aniwa. Assistência de produção e sonoplastia: Jehn Sales. Operação de luz: Rossana Boccia. Professores de dança clássica: Márcio Rongetti e Paulo Vinícius. Professor de pilates: Wil Helvécio. Professores de dança contemporânea: Ana Bottosso, Ton Carbones. Professor de view points: Bruno de Oliveira. Professora convidada / improvisação: Daniela Moraes. Orientação de Yoga: Daniele Santos. Condicionamento físico: Carolini Piovani. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Assistência de comunicação: Cristina Ávila.

Intérpretes colaboradores: Carlos Veloso, Carolini Piovani, Daniele Santos, Felipe Julio, Flávia Rodrigues, Guilherme Nunes, Leonardo Carvajal, Noemi Esteves, Thaís Lima e Ton Carbones.

Serviço

Espetáculo/dança: EU por detrás de MIM
Com: Companhia de Danças de Diadema
Datas: 16 e 17 de junho de 2023 – sexta e sábado, às 20h
Ingressos: Gratuitos (retirar 1h antes no local)
Sugestão: trocar ingresso por 1kg de alimento não perecível.
Duração: 50 min. Classificação: 12 anos.

Teatro Clara Nunes - Centro Cultural Diadema
Rua Graciosa, 300 – Centro. Diadema/SP.
Tel: (11) 4056-3366. 377 lugares. 

Site: ciadedancas.apbd.org.br | YouTube: @CiadeDancasdeDiadema
Facebook: @companhiadedancas | Instagram: @ciadedancasdiadema
WhatsApp: (11) 99992-7799 e (11) 99883-8276.
 

Assessoria de imprensa: VERBENA COMUNICAÇÃO
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Fala das Profundezas com o Núcleo Negro de Pesquisa e Criação circula por espaços da Zona Leste e do Centro de SP

 Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes, Teatro Flávio Império, Oficina
Cultural Oswald Andrade e Funarte são palcos das apresentações, em julho.

Ellen de Paula (foto de Thais Alves)

O Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC) apresenta a peça Fala das Profundezas em vários espaço da capital paulista, em julho, com ingressos gratuitos e interpretação em Libras.

Com dramaturgia e direção de Gabriel Cândido, o enredo da montagem traz uma realidade pautada pela exploração da força de trabalho em troca do básico para sobrevivência. A peça mostra a insurgência de um povo contra uma engrenagem que precariza a vida para acumular poder. As contradições deste povo despontam junto aos seus anseios, sonhos e prazeres no território em que vivem tendo como pano de fundo a iminência de uma combustão social

As apresentações do mês de julho acontecem no Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes (Zona Leste - 01 e 02/07, sábado, às 19h, e domingo, às 17h), Teatro Flávio Império (Zona Leste - 08 e 09/07, sábado, às 20h, e domingo, às 18h), Oficina Cultural Oswald Andrade (Bom Retiro - 13, 14 e 15/07, quinta e sexta, às 19h30, e sábado, às 18h) e Complexo Cultural Funarte (Campos Elísios - 28, 29 e 30/07, sexta, às 20h, sábado e domingo, às 19h).

Após as sessões dos dia 09/07 (Teatro Flávio Império) e 30/07 (Funarte), acontece o bate-papo – Outros Olhares com participação, respectivamente, de Christian Moura (doutor em Artes e pesquisador do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas - Neabi, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - IFSP) e de Soraya Martins (atriz, pesquisadora, crítica teatral e curadora de teatros).

Fala das Profundezas busca ativar imaginários de mobilização coletiva, no sentido de fazer crer que, mesmo em um contexto de exceção, repleto de contradições e de escassez, é possível criar movimentos em prol de melhores formas de viver. “Este ‘possível’, na peça, é apresentado, ao longo da narrativa, como uma espécie de centelha que vai se desdobrando em mais centelhas e, assim, animando essas personagens que, apesar de tudo, sonham, festejam e confabulam como um ato contra o marasmo do sistema capitalista”, comenta o autor e diretor Gabriel Cândido. 

A encenação do NNPC acontece em formato de arena, no qual as atrizes e os atores propõem um jogo cênico de aproximação e distanciamento com o público durante toda a narrativa, assumindo-o como parte do acontecimento teatral. O diretor comenta: “Um teatro negro que não está pautado pelo racismo gera estranhamento, pois é o que sempre esperam de nós. Penso que Fala das Profundezas não corresponde a essas expectativas porque buscamos o exercício da alteridade radical, quando debatemos questões presentes em toda a sociedade brasileira, desde relações afetivas até as relações de terra, trabalho e capital”. 

O enredo é conduzido por um coro heterogêneo denominado Outras-Pessoas, que por sua vez representam o povo, e por cinco personagens que emergem deste coro: Dafina (Maria Gabi) e Anele (Tásia d'Paula) são duas mulheres que tentam lidar com uma relação de amor mal resolvida enquanto confabulam sonhos perigosos; Thato (Deni Marquez) se torna uma das exceções ao conquistar o básico, mas suas atitudes geram revolta e perseguição do povo ao qual ele se recusa a pertencer; Luísa e Frantz (Ellen de Paula e Fábio Lopes) que, ao confidenciarem as situações absurdas que ocorrem nas Profundezas, ativam em Luísa a motivação necessária para sair em busca de mobilização coletiva para lutar contra aqueles que detêm o poder. As histórias acontecem em tempos plurais, numa dinâmica de encontros e desencontros, permeados por ideias e desejos de uma revolta popular que se espalha de um a um, até se concretizar em uma ação coletiva.

Estas apresentações integram o projeto Escombros - Parte I: Fala das Profundezas, contemplado pela 16º edição do Prêmio Zé Renato de Teatro para a Cidade de São Paulo, da Secretaria Municipal de Cultura. A circulação de Fala das Profundezas - iniciada em junho, no Centro Cultural Grajaú - prevê 20 apresentações gratuitas, com intérpretes de Libras, em diversas regiões da capital. Atividades como bate-papos (Outros Olhares) com convidados, após cinco apresentações, e sessões para sete grupos de escolas públicas, instituições e projetos de formação e movimentos sociais integram a programação.

 

Fala das Profundezas é a primeira peça da trilogia Escombros do Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC), assinada por Gabriel Cândido. O projeto tem como objetivo a elaboração cênica e dramatúrgica de peças de teatro que lancem mão de perspectivas ficcionais, poéticas, estéticas e políticas capazes de criar discussões acerca das questões da terra, da fome, do capitalismo e da identidade a partir da cultura, da ancestralidade e de saberes da população negra do Brasil. A dramaturgia Fala das Profundezas (Editora Javali, 2018) - estreou em junho de 2022, com temporada no Sesc Belenzinho (SP) e apresentação única no Sesc Sorocaba, em novembro. O segundo texto da trilogia, Nossa Conquista, foi lançado em livro pela editora Entremares, em fevereiro de 2023, ainda inédito nos palcos.

FICHA TÉCNICA - Dramaturgia e direção: Gabriel Cândido. Elenco: Deni Marquez, Ellen de Paula, Fábio Lopes, Maria Gabi e Tásia d’Paula. Produção executiva: Kauanda. Assistência de produção: Maria Gabi. Coordenação de produção: Gabriel Cândido. Trilha sonora original e operação de som: André Papi. Desenho de luz: Natália Peixoto. Operação de luz: Leonardo Carvalho. Preparação vocal: Maria Gabi. Preparação corporal: Lilian Martins. Orientação vocorporal: Luciano Mendes de Jesus. Figurinos: Carla Stela. Trançadeira: Paola Ferreira. Maquiagem: Rapha Cruz. Contrarregragem: Amanda de Jesus, Euzilene Ribeiro e James Christofher. Produção audiovisual: Jerê Nunes e Thais Namai. Intérpretes de Libras: Quilombo que Sinaliza. Participação especial / vozes off: Bruna Candido, Carla Stela, Dirce Thomaz, Diogo Guedes, Fabiana Neves, Fagner Lourenço, Jerê Nunes, Kauanda, Luís Antonio Candido, Natália Peixoto, Marcela Coelho, Paola Ferreira, Sueli Aparecida Costa, Sueli Candido e Vera Lúcia de Oliveira Lima. Social media: Anderson Vieira e Ayrá Ludovico - Teatro Já. Assistência de redes sociais: Deni Marquez. Assessoria de imprensa: Verbena Comunicação. Projeto gráfico: Wellingthon Tadeu. Catering: Cozinha Fermenta. Realização: Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC).

Serviço / Programação

Teatro: Fala das Profundezas

Com: Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC)

Duração: 1h40. Gênero: Drama. Classificação: 12 anos.
Ingressos: Gratuitos – 1h antes das sessões | Com interpretação em Libras.
NNPC nas redes: @nnpc.sp 

Sinopse - A exploração das Profundezas atingiu o limite e este território vive uma crise sem precedentes. Para não sucumbir ao caos iminente, emerge a mobilização coletiva para buscar tudo aquilo que tem sido sonhado há tanto tempo.

JULHO

01 e 02 de julho - Sábado (às 19h) e domingo (às 17h)
Local: Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes

Rua Inácio Monteiro, 6900 - Jardim São Paulo, Zona Leste. SP/SP.
Tel: (11) 2392-2010. 

08 e 09 de julho - Sábado (às 20h) e domingo (às 18h)
Domingo (09/07): Bate-papo com Christian Moura
Local: Teatro Flávio Império
Rua Prof. Alves Pedroso, 600 - Cangaíba, Zona Leste. SP/SP.
Tel: (11) 2621-2719.

13, 14 e 15 de julho – Quinta e Sexta (às 19h30) e Sábado (às 18h)
Local: Oficina Cultural Oswald Andrade

Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro, Centro. SP/SP.
Tel: (11) 3221-5558.

28, 29 e 30 de julho – Sexta (às 20h), sábado e domingo (às 19h)

Domingo (29/7): Bate-papo com Soraya Martins
Local: Complexo Cultural Funarte SP | Sala Renée Gumiel
Alameda Nothmann, 1058 - Campos Elíseos. SP/SP.
Tel: (11) 3662-5177.

AGOSTO
Teatro Paulo Eiró - 18, 19 e 20/08 – Sexta e sábado (às 21h) e domingo (às 19h).
SETEMBRO
Teatro Cacilda Becker - 15 a 17/09 – Sexta e sábado (às 21h) e Domingo (às 19h).

Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC

O Núcleo Negro de Pesquisa e Criação (NNPC), fundado por Maria Gabi, Thais Alves, Deni Marquez, Gabriel Cândido e Jerê Nunes, existe desde 2016, em São Paulo. Em 2019, o NNPC estreou o curta-metragem Jardim Peri Alto em Cena na seleção oficial do 30º Festival Internacional de Curtas de São Paulo. Fala das Profundezas (2022) é a primeira montagem teatral do coletivo, que nos anos anteriores apresentou ao público leituras encenadas do texto (2018 e 2019), além de uma versão radiofônica da peça e um podcast sobre o processo de criação (2020). Em 2017, o núcleo fez a sua primeira apresentação pública na 18ª edição do Festival de Cenas Curtas do Galpão Cine Horto, em Belo Horizonte (MG), com a cena Boa Aparência, de criação coletiva.

 

Informações à imprensa | VERBENA Assessoria
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sexta-feira, 2 de junho de 2023

Zé Guilherme entrevista Consuelo de Paula, Rubens Oliveira, Dani Sandrini e Socorro Lira no EntreMeios

 

Zé Guilherme  / foto de Bruno Fragma

O EntreMeios - programa apresentado pelo cantor e compositor Zé Guilherme, veiculado pelo YouTube - @entremeioszg - divulga os nomes dos artistas entrevistados no mês de junho.

Trata-se de Consuelo de Paula (cantora, compositora, instrumentista e poeta), de Rubens Oliveira (bailarino e coreógrafo), de Dani Sandrini (artista visual e fotógrafa) e de Socorro Lira (cantora, compositora, instrumentista e poeta).

Os episódios serão veiculados semanalmente, respectivamente, nos dias 07, 14, 21 e 28 de junho, sempre às quartas-feiras, às 19 horas.

EntreMeios estreou em março de 2023, tendo como atrações, desde então, o ator Eucir de Souza, cantora Ana Luiza, o artista plástico Fábio Benetti, a curadora, parecerista e gestora cultural Adriana Belic e a atriz e diretora Creuza Borges, as cantoras e compositoras Marianna Ferrari e Thayana Barbosa, a atriz e produtora Michele Araújo e os cantores e compositores Daniel Conti e Fernando Grecco. O programa originou-se de um projeto de lives no Instagram, realizadas por Zé Guilherme, nos anos de 2020 e 2021, durante a pandemia; um encontro virtual que recebeu mais de 40 personalidades das mais diversas áreas de atuação. 

“Procuro manter no programa o mesmo clima informal e descontraído que marcaram as lives. Os entrevistados são profissionais do universo cultural e das artes, seja música, teatro, cinema, TV, artes visuais ou literatura, mas o leque é aberto, podendo abranger ciência, tecnologia e educação”, afirma o entrevistador. Segundo Zé Guilherme, “a prioridade é sempre a informação, o conhecimento, a troca de experiências, a novidade e, porque não, a diversão”.

Zé Guilherme - Cearense radicado em São Paulo, Zé Guilherme lançou o primeiro CD, Recipiente (Lua Discos), em 2000, com produção musical e arranjos de Swami Jr., apresentado no Teatro Crowne Plaza, Sesc’s Ipiranga, Vila Mariana e Pompeia (Prata da Casa), Centro Cultural São Paulo e outros. Em 2002, sua interpretação para Mosquito Elétrico, de Carlos Careqa, foi incluída na coletânea Brazil Lounge: New Electro-ambient Rhythms from Brazil, lançada pela gravadora portuguesa Música Alternativa. Em 2003, ele participou do disco homônimo do mineiro Cezinha Oliveira (faixa “Seca”). No ano seguinte, estreou o show Canto Geral, com canções de Recipiente e inéditas de compositores contemporâneos. Lançou, em 2006, o segundo CD, Tempo ao Tempo, com produção e arranjos de Serginho R., direção artística do próprio Zé Guilherme, que assina também a coprodução junto com Marcelo Quintanilha. Em 2007, cantou no CD ao vivo Com os Dentes - Poesias Musicadas, de Reynaldo Bessa. Em 2015, lançou o seu disco Abre a Janela – Zé Guilherme Canta Orlando Silva, releitura da obra do cantor Orlando Silva, em comemoração ao centenário de nascimento do Cantor das Multidões, que faria 100 anos em 2015. O CD Alumia veio em 2018, mostrando também seu lado autoral, no qual assina a maioria das canções. A faixa “Alumia” foi lançada em singles: o primeiro, antes do CD, e o segundo, um remix com produção de Waldo Squash. Em 2021, lançou as faixas autorais Meu Querer e Ao Vento (com letra de Edson Penha) que, junto a outras canções próprias, foram compilados em , seu primeiro EP, que chegou às plataformas em novembro do mesmo ano. Recentemente, lançou Clandestino (Zeca Baleiro) e (Cezinha Oliveira) e promete novo EP para julho de 2023.

Entrevistas / Junho de 2023: EntreMeios
Apresentador: Zé Guilherme
07/06 – Entrevistada: Consuelo de Paula
14/06 – Entrevistado: Rubens Oliveira
21/06 – Entrevistada: Dani Sandrini
28/06 – Entrevistada: Socorro Lira
Quartas-feiras, às 19 horas.
Onde assistir: https://youtube.com/@entremeioszg
Duração: 30 minutos. Classificação: Livre. 

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